sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Porque cresce o antissemitismo?

Começamos por dar a palavra a Pat Condell:


E agora vamos a uma notícia que não é notícia para nós:

 

Anti-semitismo está a crescer na Europa - Público

Pois está! E muito graças a jornais como o Público, que têm nas suas fileiras jornalistas que dão uma imagem distorcida do conflito israelo-árabe, que promovem terroristas como o Arafat e heróis, e que verberam sistematicamente o único Estado democrático e livre do Médio Oriente. Quando a Imprensa Ocidental mostra fotos de encenações de crianças supostamente mortas por Israel, ou quando dá como certo absurdidades como Israel ter assassinado o terrorista egípcio Arafat (criador deste tipo de propaganda ao estilo nazi, e da grande mentira «palestina»), ou quando mostra mapas inventados como este em baixo (aqui devidamente desmontado), como o Público já fez, está a alimentar o antissemtismo. Porque se convencionou que um bom jornalista tem que ser anti Israel, anti EUA e anti Ocidente. E idolatrar terroristas...
 
Os tempos vão difíceis, e os judeus são os bodes expiatórios do costume. Para o imaginário colectivo, todos os judeus são banqueiros. Ou melhor: os não judeus são honestos banqueiros, e os judeus são todos  uns repugnantes "agiotas".
 

 História da Terra Santa desde 1516. Estude-a e confirme!
É irónico até, que na caixa de comentários da notícia se multipliquem os comentários antissemitas, como por exemplo o conhecido diatribe de que o antissemitismo é uma coisa e o anti Sionismo é outra.  Anti-semitismo e anti-Sionismo são uma e a mesma coisa, pois o Sionismo é o movimento de restauração da soberania israelita. Ser-se anti Sionista é o mesmo que dizer que os judeus devem sair da sua terra ancestral, e que esta deve ser definitivamente entregue aos invasores Árabes, os únicos que ainda teimam em retomá-la. Os Romanos, os Persas, os Britânicos, e outros invasores que houve em mais de 4 mil anos de História de Israel, já desistiram, honra lhes seja...
As manipulações da máquina de propaganda «Palestina» são tomadas como boas pelos media ocidentais, quase todos sociologicamente de esquerda, anti-americanos e por extensão anti israelitas.
Não existe nem nunca existiu uma Palestina Árabe. Existem egípcios e jordanos, eles próprios o admitem, que a «Palestina» é um pretexto! Palestina foi o nome dado pelos Romanos à Terra de Israel, e mantido pelo Mandato Britânico da Palestina, por exemplo. Os Árabes em Israel são invasores. Os Judeus têm presença contínua em Israel desde há mais de 4 milénios. Os Árabes rejeitaram o plano de partição da pouca terra que restou após a pré partição que deu quase todo o território israelita aos potentados muçulmanos da região. O conflito não é sobre território; é sobre antissemitismo,
Se as pessoas estudassem um pouco da História Antiga e Contemporânea de Israel, não seriam preconceituosas como são (a não ser os abertamente nazis, claro!):


FUNDAMENTAL! Já teve legendas em Português, mas retiraram-nas:


O antissemitismo não é uma ideologia; é uma doença mental:

6 comentários:

  1. É com cada paranóico a comentar no PÚBLICO... Um tal de "Pedro" até acusa os judeus pela crise mundial !!!! Parece que recuámos aos anos 30.

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    1. Também li esses comentários e fiquei pasmo como o Público permite que esse indivíduo destile antissemitismo, ironicamente num post sobre o mesmo. Fiquei tão atordoado com tanta estupidez, que até confundi esse Pedro neo nazi com outro Pedro que lá comentou, que me pareceu uma pessoa normal. O problema é que não é apenas nas caixas de comentários, onde se abrigam muitos psicopatas. Quando as coisas não vão bem, os judeus continuam a ser os bodes expiatórios. E a Internet veio multiplicar esse fenómeno. Eu, como sou sempre pelos mais fracos, não resisti a juntar-me a esta luta.

      Abraço,

      I.B.

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  2. O público com tada a lavagem que faz ao islão e ataques a Israel até parece o Dearborn Independent ( o jornal do henry ford) só falta o oferecer em fascículos os protocolos dos sábios do Sião em banda desenhada para as crianças

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    1. Aqui há tempos houve um 'manuel' qualquer no Avante! que escreveu um artigo partindo do princípio de que os Protocolos seriam uma obra real! :-) As 'margaridinhas' do Público pouco lhes falta...

      I.B.

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  3. Seus panacas Holocau$tizados, como existe anti-alemão, anti-árabe, anti-americano e anti tudo, assim deve ter e anti-semitismo, seus Babacas!

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    1. O caro amigo confunde ser «anti» no sentido de «não gostar de», com ser «anti» no sentido de matar, exterminar, difamar, perseguir, etc.. Aiás, a sua mensagem e o uso de expressões como «Holocau$tizados», já de si são eloquentes quanto ao seu ideário, e quanto às suas limitações intelectuais, até porque está a comentar totalmente fora do âmbito do post - que não leu.

      Os insultos no anonimato também são esclarecedores quanto à sua/vossa cobardia. Se estivesse na minha frente, borrava--se todo e nem ousava abrir a boca.

      Israel Bloom

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