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sábado, 17 de novembro de 2018

Espanha: 14 marroquinos sarnentos estupram, esfaqueiam e mandam Polícia f***-se








Lamentamos, mas estamos aqui para mostrar a verdade amarga. Note-se que os estupros, a jihad sexual. são o pão nosso de cada dia na Europa. Já quase nem falamos nisso...

P.S. - Enquanto escrevíamos este post, mais um caso de estupro em grupo na Suécia. A menina, de 11 anos, foi violada por maometanos, que foram imediatamente postos em liberdade e se riem dela quando a encontram na rua.  E é todos os dias assim.

Violação de crianças é "parte da nossa cultura" diz pregador islâmico na Dinamarca


Mas vamos ao caso de hoje, que apenas destacámos porque ocorrei aqui próximo de nos (não que não tenhamos já estupro islâmico em Portugal):
14 marroquinos abusam sexualmente de menina e esfaqueiam o seu namorado, em Espanha - Imprensa mainstream silenciosa

    
Voice of Europe, 14 de Novembro de 2018, via Pamela Geller:

    
Os eventos ocorreram em Santa Coloma de Gramenet, na Catalunha, há dois dias. A jovem estava viajando no metro com o namorado quando a “manada” marroquina (ou manada selvagem, como os espanhóis chamam aos grupos sexualmente violentos de homens) começou a molestá-la.

   



    
Os jovens seguiram o casal, entraram no elevador na estação de metro com eles e passaram a esfaquear o jovem enquanto ele defendia a sua namorada, e atacaram sexualmente a jovem, de forma violenta.

    
O grupo foi preso pela Polícia local de Santa Coloma de Gramenet no último domingo, 11 de Novembro, na casa em que ocupavam.

    
Como foram diagnosticados com sarna, uma doença de pele infecciosa, a Polícia teve que desinfectar os veículos em que foram transportados e a própria esquadra.


Os "refugiados da Síria", que são por exemplo marroquinos, entram na Europa sem qualquer controlo sanitário, pois tal seria "racista". As epidemias de sarna são mais um maravilhosos enriquecimento cultural que nos trazem, a nós, pobres ocidentais, e por isso sem cultura!


    
Dois dos 14 jovens marroquinos capturados eram menores, e vários dos envolvidos já haviam sido presos algumas vezes nos últimos dias pela Polícia local por vários assaltos violentos. O jovem ferido, que saiu em defesa de sua namorada, está fora de perigo.



O governo municipal pediu ao governo catalão para abordar a situação com urgência, já que esses jovens desacompanhados se dedicam a “cometer crimes e delitos diversos, gerando alarme e insegurança”. Eles também pediram mais policiamento da zona.
    Não há virtualmente nenhuma menção a este crime de imigrante na grande media, e quando há, geralmente é pedir compaixão e clemência para os agressores sexuais.    Não foi assim quando outra "manada", esta composta por cinco espanhóis, foi exposta há dois anos. Aí, a Imprensa passou semanas e semanas denunciando-os como monstros.


O jornal online CASO AISLADO foi buscar o seu nome ao argumento da extrema-esquerda (aqui o nº 2 do "Podemos", com a sua cara de parvo) de que o terrorismo islâmico é sempre um "caso isolado".

Invasores maometanos enriquecendo culturalmente Espanha:

Enquanto a "manada" (essa sim um caso isolado) formada por espanhóis teve direito até a uma entrada na Wikipédia, as manadas de estupradores maometanos que assolam a Europa são acobertadas pelos jornalistas. 
Os membros da "manada" espanhola são presumivelmente católicos, mas nunca se viu  um padre a mandar os fiéis violarem as pessoas, Já no Islão existe essa obrigação:

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão

  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir aos não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

Lei Islâmica em Ação


Veja como se prega o estupro em massa na mesquita central de Jerusalém:


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Espanha: grita "Allahu Akbar" e é alvejado pela Polícia


"Os oficiais da Guarda Civil pediram reforços da Polícia regional Mossos d'Esquadra depois de ele ter começado a gritar em Árabe, as palavras" Alá é Maior", antes de voltar ao veículo".

Allahu akbar não significa "Alá é óptimo". Significa "Alá é Maior" - maior que o teu Deus. Esta Polícia não deve ter sido sujeita às recentes lavagens de cerebrais na
CNN, MSNBC, New York Times  ou New York Daily News, que decretaram que "Allahu akbar" é uma "bela frase", como parte da sua guerra viciosa contra a verdade, após o assassinato jihadista em massa no Halloween em Nova Iorque.
O "rebranding" arrepiante dos media do grito de guerra assassino é um novo ponto baixo, mesmo para os padrões deles. 
Esta história mostra o que é a realidade. A Polícia espanhola não poderia arriscar a vida do seu povo pensando: "Oh, 'Allahu akbar', essa é uma frase bonita que não tem nada a ver com o terrorismo". Eles sabiam que esse muçulmano iria matar quando ouviram o grito de guerra de Maomé. Então, agiram. Bravo.
Pamela Geller


"Alerta de terrorismo: a Polícia espanhola alvejou um homem que gritava 'Allahu Akbar' perto da fronteira francesa"
Gerard Couzens, Express, 18 de Novembro de 2017:

  
A Polícia disparou contra um homem que provocou um alerta de terrorismo perto da fronteira da Espanha com a França, gritando 'Alá é Maior!' num ponto de controle.

    
Os agentes abriram fogo contra o homem, um francês de origem norte-africana, depois de ele ter começado a gritar em Árabe quando o veículo em que viajava foi mandado parar numa estrada perto de La Jonquera, no lado espanhol da fronteira.

    
Ele foi atingido na perna e levado para um hospital próximo.

   
Foi submetido a uma cirurgia no Hospital Universitário Doctor Josep Trueta em Girona - e a sua vida não está em perigo.

    
Relatórios locais disseram que os agentes pediram que ele saísse do carro e ficaram de sobreaviso depois de verem que ele tinha um "objecto suspeito" à cintura.

    
Os oficiais da Guarda Civil pediram reforços da Polícia regional, os Mossos d'Esquadra, depois de ele ter começado a gritar em Árabe as palavras 'Alá é o Maior!', antes de voltar para o veículo.

    
Ele foi baleado duas vezes e caiu no chão depois de deixar o carro - que foi cercado por agentes - cerca de 30 minutos depois, com um objecto não identificado na mão.

   
Foi preso depois de conseguir retornar ao veículo pela segunda vez e atirar a roupa pela janela.

    
Uma investigação sobre o incidente, que aconteceu logo após a meia-noite, está em andamento.

    
Fontes próximas ao inquérito disseram que não estavam a examinar o caso como um incidente de terror e acreditam que o homem não identificado pode ter agido sob a influência de drogas.

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COMENTÁRIO
1. Se tivesse sido em Israel, a ONU já estava reunida de emergência para emitir mais uma condenação contra o "genocídio e brutalidade" israelita. Assim, só os hippies e os jihadistas do SOS Racismo lá do sítio é que vão estrebuchar, pois é para isso que são pagos. Aproveitamos para saudar estes agentes que salvaram vidas, e a todas as forças policiais.


Se "a Europa é uma prisão a céu aberto", porque raio vêm eles para cá?

2. Luigi Brugnaro, presidente da câmara de Veneza, deu ordens à Polícia para abater qualquer pessoa que grite "Allahu Akbar". Durante o discurso em que Luigi anunciou esta medida, o esquerdista Dario Nardella, presidente da câmara de Florença, correu para ele a gritar "Allahu Akbar!" (o romance entre a esquerda e o jihadismo é inabalável). Dias depois, foi o Massacre de Barcelona.


3. Ninguém fica em pânico quando alguém grita "Cristo Salva", "Hare-Krishna", "Shalom""Om Mani Padme Om", etc.. Porque será?
(Re)leia:

Síndrome de Jihad Súbita





segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Espanha: Muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" invade escola, diz que vai matar crianças "como cordeiros"


Não há nada de preocupante aqui, seu islamofóbico: "Uma fonte policial disse: 'Ele estava desarmado e acredita-se que sofre de problemas de saúde mental'".

Claro. O que mais poderia ser? Jihad Global?
"Golpeie com o terror os inimigos de Alá" (Alcorão 8:60)?
Bah! Todo a gente sabe que as pessoas que estão preocupadas com essas coisas não passam de malucos. Tudo é apenas parte do surto global de doença mental. E "Allahu Akbar"? É uma celebração da vida! Se você é dos que fogem quando ouve gritar  "Allahu Akbar", você é um odiador racista e intolerante.

Que loucura suicida se apossou do mundo ocidental. Vamos sobreviver? O seu palpite é tão bom quanto o meu. Mas etiquetar incidentes como este como "doença mental" só vai levar a que aconteça novamente, já que nada de realista está a ser feito para evitar a sua recorrência.

O surto global de doença mental:

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 "Marroquino aos gritos de 'Allahu Akbar' invadiu escola em Espanha e ameaçou matar crianças 'como cordeiros' antes que o zelador o dominasse"
Gerard Couzens, Mailonline, 6 de Novembro de 2017 
    A Polícia de Madrid prendeu um homem marroquino que entrou numa escola a gritar Allahu Akbar e a ameaçar matar crianças como cordeiros.

    
A Polícia disse que o homem de 46 anos levava consigo uma garrafa que se pensa conter veneno.  
   O muçulmano lançou o pânico depois de conseguir entrar numa sala de aula onde havia crianças de três anos de idade.

    
Um técnico deteve-o com ajuda de outros funcionários antes que a Polícia chegasse.

    
O incidente assustador aconteceu logo após as 9 horas da sexta-feira passada na escola Gonzalo Fernández de Córdoba no popular bairro La Latina de Madrid, disse o El Mundo.

    
Acredita-se que o homem tenha sido preso por invasão de propriedade, danos criminais e ameaças.

    
Relatórios locais disseram que o suspeito não tinha ligações com a escola e os pais tentam recuperar do susto depois do "tremendo choque".

    
Uma fonte policial disse: "Ele estava desarmado e acredita-se que sofre de problemas de saúde mental ...".

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Já não é  primeira vez:



Muçulmanos querem Portugal e Espanha:





segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Basta!" - Gonçalo Dorotea Cevada


Da série: Os atentados são perpetrados por europeus e não por "refugiados": Ahmed Bourguerba é argelino e foi preso em Julho, por pertencer a organizações terroristas, estava a receber 625 euros em ajuda de integração mais 250 euros para arrendamento de casa.


Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa?

Já se escreveram dezenas, centenas de artigos de opinião sobre o terrorismo islâmico. Sobre os ataques que assassinaram nesta e naquela cidade Europeia, gente como nós. Inocentes. Muitos deles crianças. (Eu próprio já o fiz: o meu último artigo no Observador foi aliás sobre o 22 de Março em Londres).

Impõe-se a pergunta: será que depois de tantas palavras ainda há alguma coisa a dizer sobre o terrorismo islâmico? Será que já não foi escrito tudo e mais alguma coisa? Não. Falta sempre, e há sempre alguma coisa a dizer. E este gesto é provavelmente a única, e a melhor homenagem que nós, cidadãos, podemos fazer às vítimas de Barcelona.

Escrever mais um texto é simultaneamente não cair na tentação da indiferença de mais um ataque terrorista, e não cair na tentação da banalidade dos acontecimentos, nas estatísticas das vítimas. É evitar o quotidiano do medo. E é por isto que sou mais um a escrever sobre os ataques das Ramblas.

A 17 de Agosto, Barcelona entrou para a lista negra das cidades Europeias vítimas do terror. Palcos do pior que há nos homens.

E não tentemos racionalizar estes acontecimentos. Não tentemos justificar actos criminosos com explicações conjunturais de natureza social ou económica. Não há justificação para a matança das Ramblas, como não houve justificação para a matança de London Bridge ou para a matança no mercado de Natal de Berlim.

O atentado de Barcelona não foi diferente dos anteriores em Manchester, Londres ou Nice. Tal como nesses, no de Barcelona há um “nós” e há um “eles”. E a diferença não reside no ser, no acreditar ou no pensar mas no fazer. Eles mataram inocentes. Nós fomos as suas vítimas.

E isto tem que ficar claro: há um “nós” inocentes e há um “eles” terroristas islâmicos. Há um “nós” vítimas e há um “eles” culpados.

O 17 de Agosto em Barcelona não revela uma potencial fraqueza das autoridades Espanholas, que como sabemos têm neutralizados várias células terroristas e evitado vários ataques aqui e ali, mas a imprevisibilidade característica deste tipo de ataques.

Já o escrevi e repito: devemos fazer ou mudar alguma coisa? Não. Pelo menos se quisermos continuar a viver à nossa maneira. Como escrevi na altura do 22 de Março em Londres, a vida continua para aqueles que tiveram a sorte, sim, a sorte, de não estar naquela icónica Rambla que nos leva ao Mediterrâneo.

Mas não mudar nada no nosso quotidiano não significa que não possamos exigir mais aos nossos Governos. E exigir mais significa identificar mesquitas de propaganda política que não são mais do que buracos de lavagem cerebral de jovens e adultos. Exigir mais significa encerrar mesquitas onde se ensina o manifesto do Estado Islâmico e onde se planeiam ataques cobardes a inocentes como nós. 

Exigir mais significa repensar as relações diplomáticas com países do Golfo como o Qatar, a Arábia Saudita e o Kuwait. Países que não são mais do que fontes de financiamento de mesquitas salafistas que não servem mais do que centros de propagação da Sharía na Europa.

Dirão: este delirou. Respondo: longe disso.

Que suposta superioridade moral é essa que não nos permite admitir que o problema não está na suposta falta de integração social, mas na propaganda feita por certas mesquitas localizadas na Europa, e financiadas por Estados supostamente “amigos”? Quantos mais vão ter que ser esmagados por carros para dizermos basta? Se queremos manter as nossas Democracias temos que ser claros quanto a isto: não há espaço para ninhos de culto terrorista na Europa.

Em 2015, a Tunísia, país maioritariamente muçulmano, encerrou perto de 100 mesquitas salafistas que não eram mais do que antros de fanáticos e potenciais assassinos. Porque é que não fazemos o mesmo? Que suposta superioridade moral é essa que nos impede de reconhecer que para mantermos as nossas liberdades há linhas que têm que ser cruzadas? De quê é que estamos à espera?

Perdoem-me mas não há diálogo possível ou integração possíveis. E não há diálogo possível ou integração possíveis porque não podemos desculpar, racionalizar ou justificar os atentados de Barcelona, Bruxelas, Paris e Estocolmo.

Não temos que pedir desculpa por sermos Europeus, por nos embebedarmos a níveis de pré-coma alcoólico nas Ramblas ou por irmos nus tomar banho às seis da manhã a Barceloneta. Somos assim. É esta a nossa natureza. Acusem-nos de “infiéis”. Assumirei tal adjectivo como um elogio sobre os Homens livres.

Basta de justificação, basta de pedirmos desculpa, basta de acharmos que o problema é nosso e que está em nós e no nosso modo de vida. Nós somos os inocentes e eles, os terroristas, os culpados.

Como escreveu Rosa Díez, “El mejor homenaje a las víctimas y la mejor herencia que podemos dejar a las próximas generaciones es que no pidamos perdón por vivir en democracia”.


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O colunista do Observador não pode ir mais longe. Porque o problema não são as "certas mesquitas". Se um padre ou um rabino pregassem a morte dos "infiéis", as respectivas congregações seriam as primeiras a denunciá-los.
O problema é que o Islão é isto, sempre o foi e sempre será. A excepção são as mesquitas e os imãs moderados - que os há, mas pouquíssimos!
E de que serve uma mesquita ter fama de moderada se a doutrina é terrorista, genocida, criminosa, supremacista, ainda que para fora eles digam outra coisa?
Eis o que se ensina às crianças nas mesquitas "moderadas":




 


O Poder decidiu islamizar o Mundo:





Karl Popper e o Paradoxo da Tolerância
"A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância.
Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, então, os tolerantes serão destruídos, e a tolerância juntamente com eles.
Essa formulação não implica que devemos sempre suprimir as filosofias intolerantes, desde que tenhamos mecanismos para combatê-las com argumentos racionais, e que possamos mantê-las sob controlo diante da opinião pública. [.......] Devemos, portanto, em nome da tolerância, reivindicar o direito de não tolerar os intolerantes.
Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser considerado fora da lei, e considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal."

- Fonte: Livro "A Sociedade Aberta e os seus inimigos".

 Não é segredo, está à vista de toda a gente:


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Jihad islâmica em Barcelona: 15 mortos e reféns


Post-Scriptum: o muçulmano marroquino naturalizado espanhol, Driss Oukabir, foi capturado. Mais 5 terroristas foram abatidos. Se este massacre tivesse ocorrido em Israel, a Imprensa noticiaria: "Israel mata 5 'palestinos'". E haveria uma chuva de condenações internacionais contra Israel.



Agora mesmo, mais um ataque terrorista islâmico, em Barcelona, Espanha, de acordo com os mandamento da Religião da Paz, que manda fazer a guerra aos "infiéis" até que estes se rendam, se convertam, sejam escravizados ou paguem a jizya, o "imposto de infiel".  

Dizem-nos que "o terrorismo é normal nas grandes cidades". Dizem-nos que temos de nos deixar matar caladinhos. Ou somos "racistas".

Após este massacre ficará mais uma vez estabelecido pelo pensamento oficial que "os muçulmanos são as 'verdadeiras' vítimas".

Leiamos o Alcorão:
  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

O problema não é estar lá escrito isto; o problema é eles praticarem isto todos os dias!

A União Europeia está apostada na islamização sistemática da Europa, e as vítimas do terrorismo islâmico são mais uma ajuda para a substituição populacional:

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Ataques como este estão de acordo com a lei islâmica. Não são, como dizem os muçulmanos, os neo-nazis, a extrema-esquerda e o pensamento oficial politicamente correcto, "actos de quem não compreende o Islão".
Por alguma razão, o Islão é a única religião que nos nossos dias continua a matar em nome do seu deus.
Aqui está uma passagem sobre esta questão de um manual Shafi'i da lei islâmica, cortesia de Robert Spencer, especialista em Islão:


     "Quando um homem adulto é levado em cativeiro, o califa considera os interesses ... (do Islão e dos Muçulmanos) e decide entre a morte do preso, a escravidão, a libertação sem pagar nada, ou se o resgata em troca de dinheiro ou por um cativo muçulmano detido pelo inimigo."
(Confiança do Viajante o9.14)

Um venerado jurista islâmico, Al-Mawardi, concorda:


     "Quanto aos cativos, o emir tem a opção de tomar a acção mais benéfica de quatro possibilidades: a primeira, matá-los, cortando-lhes o pescoço. A segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão em relação à sua venda ou submissão. A terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros. E em quarto lugar, mostrar-lhes favor e perdoá-los."
(Al-Ahkam As-Sultaniyyah (The Laws of Islamic Governance), 4.5)


O Verão europeu dos nosso dias: fugindo dos muçulmanos, concertos de solidariedade com as vítimas dos muçulmanos, ursinhos de peluche e velas nos locais das matanças feitas pelos muçulmanos, importação de mais e mais e mais "refugiados", leia-se: muçulmanos.

O Islão já matou pelo menos 670 milhões de inocentes, e continua a matar, sob os aplausos da ONU, dos políticos ocidentais e do exército de lacaios (jornalistas, opinadores e outros).
Quem disser a VERDADE arrisca-se a sérias represálias. Muitos estão presos, outros foram mortos, outros perderam o seu ganha-pão, por exporem a realidade do islamismo. O Islão é o novo Nazismo que caiu sobre a Europa.



Mais do que tudo isto, temos a realidade diária em todo o Mundo. Os muçulmanos matam, torturam, estupram, raptam, milhares de inocentes todos os dias. Os muçulmanos, do mais reputado clérigo ao rapazote da rua, admitem abertamente o carácter supremacista e terrorista da sua ideologia. Os sermões, a literatura, estão disponíveis para quem queira. Mas os líderes ocidentais continuam a mandá-los vir. Em Portugal, mais 400 mil estão a entrar este Verão. A Espanha é o que já se vê.

Valerá a pena deixar-mo-nos matar todos apenas para não parecermos "racistas" aos olhos de meia dúzia de badamecos, incapazes de verem este vídeo e de o analisarem com espírito crítico?



domingo, 16 de abril de 2017

Sevilha: Procissão de Sexta-feira Santa atacada entre gritos de 'Allahu Akbar' *



Terão sido islamistas, extrema-esquerdistas, puros vândalos, ou um misto dos anteriores? Em todo o caso, os gritos de Allahu Akbar causaram desde logo o pânico entre as pessoas que participavam no evento religioso. Se tivessem sido gritos de Namasté, ou Shalom, ou Jesus Salva, não teriam causado a debandada. 
As Televisões dizem que "a procissão foi atacada com barras de ferro". Depois de os camiões atropelarem sozinhos, depois de as bombas explodirem sozinhas, agora as barras de ferro também atacam sozinhas! Tristes jornalistas... 
Lembramos que os muçulmanos atacam regularmente celebrações religiosas e templos de outras religiões aqui na Europa, tendo já assassinado diversas pessoas nesses ataques. O Padre Hamel foi sacrificado ao deus Alá na sua igreja, enquanto celebrava Missa. E a canalha riu-se a bom rir!
A seguir a esta notícia, imagens do Papa Francisco a defender os "migrantes", nas celebrações pascais.

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Muçulmanos com barras de metal, aos gritos de "Allahu Akbar" atacam a procissão de Sexta-feira Santa e causam debandada maciça em Sevilha
Via Walid Shoebat, ex-terrorista "palestino", convertido ao Cristianismo e grande Amigo de Israel:


Os muçulmanos agem violentamente em proporção à resposta que eles acham que as pessoas terão contra o seu mau comportamento. Nós advertimos durante anos que quanto mais muçulmanos houver no Ocidente e mais licenças de residência lhes forem dadas, mais eles agirão violentamente. Apaziguá-los não ajuda - apenas incentiva o seu mau comportamento. A única maneira de deter os muçulmanos é responder proporcionalmente ao que os muçulmanos fazem.
A Europa já o soube, mas está a aprender esta lição de novo, e da maneira difícil, porque abandonou Deus e pensou que sabia mais que Ele.
Eis uma história que vem de Espanha:

   
Uma turba de muçulmanos atacou uma procissão da Sexta-Feira Santa e provocou o pânico entre as pessoas, gritando "Allah é grande", soube-se hoje.
    Oito pessoas foram presas pelos incidentes na cidade espanhola de Sevilha, que deixaram 17 pessoas necessitando de tratamento hospitalar.

    
As autoridades locais disseram que pelo menos duas das pessoas presas gritaram "Allahu Akbar!" ("Alá é Grande")- e slogans em apoio da organização terrorista basca ETA.

    
Oito pessoas ainda estão no hospital, incluindo um homem de 60 anos que sofreu lesões na cabeça. A sua condição foi descrita como grave.

    
Cerca de 100 pessoas necessitaram de tratamento médico.
    Sete moradores com idades compreendidas entre os 19 e os 47 anos foram detidos, juntamente com um cidadão senegalês. Alguns foram descritos como criminosos bem conhecidos.

    
Os serviços de emergência sublinharam que as oito pessoas detidas não são de origem árabe.
     A Polícia descartou qualquer ligação entre os suspeitos e grupos terroristas, e disse que eles tentaram causar problemas em actos de "puro vandalismo".

    
Três dos suspeitos capturados tinham barras de metal, que usaram para destruir mobiliário urbano e para causar o caos, e ficaram presos depois de comparecerem diante de um juiz.    
O trio, com idades rondando os quarenta anos, foi descrito como criminosos de carreira.

    
Os outros cinco suspeitos foram libertados sob fiança enquanto se aguarda o resultado de uma investigação em andamento.

    
Ricardo Gil-Toresano, porta-voz do governo central da região espanhola da Andaluzia, disse que dois dos suspeitos haviam gritado: "Alá é Grande!".

    
Ele disse: "Eles não vão acabar com a Páscoa, por mais que insistam em actos como estes".

    
"Todo o peso da lei deve cair sobre eles. Hoje é um dia triste".



Se fossem cristãos a fazer isto com muçulmanos, seria notícia mundial por "crimes de ódio", e haveria grupos cristãos ao redor do mundo a pedir desculpas. Mas quando os muçulmanos fazem isto com os cristãos, não só não há quase nenhuma notícia, como o silêncio dos muçulmanos é ensurdecedor. Uma vez que silêncio significa consentimento, a resposta dos muçulmanos mostra que este tipo de acções é apoiado e incentivado.

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Agora, algumas fotos e vídeos do The Muslim Issue:










Quanto tempo ficarão os vídeos sem serem censurados pelo YouTube?...







É por isto que o Jornalismo está descredibilizado. É preciso irmos à Internet para ficarmos a versão não politicamente correcta:


Spain: Pack of Wild Muslims Attacks Good Friday Parade, Proclaiming "Allahu Akbar" - 17 Injured, 100 People Needed Medical Treatmentt


Etc...

O TERRORISMO GLOBAL