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sexta-feira, 26 de maio de 2017

28 cristãos assassinados no Egipto (começou o Ramadão...)

Nós avisámos... No início de mais um Ramadão, o terrorismo islâmico diário intensifica-se.

Ilustração que afixámos na barra lateral a avisar da desgraça que se repete todos os anos, todos os Ramadões. Islão: 270 milhões de mortos desde o século 7. 30891 ataques contabilizados desde o 11 de Setembro e até este momento.
Entre outros massacres, hoje foram assassinados 28 cristãos coptas, no Egipto:


Mentalidade islâmica - muçulmanos festejam em transe maléfico o assassinato dos cristãos coptas, a franja de verdadeiros egípcios, dos egípcios descendentes dos da Antiguidade, e que escaparam ao habitual genocídio islâmico (270 milhões de mortos e a somar):



28 MORTOS, INCLUINDO CRIANÇAS, EM ATAQUE TERRORISTA CONTRA CRISTÃOS NO EGIPTO  

Netanyahu pediu novamente um esforço global unificado para combater o terror islâmico depois que um ataque contra cristãos no Egipto ceifar pelo menos 28 vidas, incluindo crianças. 
Os terroristas mascarados chegaram em três SUVs e abriram fogo na sexta-feira contra um camião cheio de cristãos coptas, incluindo crianças, ao sul da capital egípcia, matando pelo menos 28 pessoas e ferindo 22, disse o Ministério do Interior. 
Nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelo ataque, o quarto para os cristãos de alvo desde Dezembro, mas o ataque tem as características do grupo Estado Islâmico (ISIS). O ataque ocorreu na véspera do início do mês sagrado muçulmano do Ramadão.
Israel condenou fortemente o ataque e enviou condolências ao presidente el-Sisi e ao povo egípcio.
"Não há diferença entre o terror do ataque no Egipto e o de ataques em outros países. O terror será derrotado mais rapidamente se todos os países trabalharem juntos contra ele", disse um porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O assalto aconteceu quando o autocarro seguia por uma estrada secundária no deserto que conduz ao mosteiro remoto de São Samuel, aproximadamente 220 quilómetros ao sul de Cairo, onde os cristãos são mais de 35 % da população, a proporção mais elevada em qualquer província egípcia.
Autoridades de segurança citaram testemunhas dizendo que viram entre oito e dez atacantes vestidos com uniformes militares e usando máscaras. As vítimas estavam a caminho da província vizinha de Beni Suef para visitar o mosteiro.
Autoridades médicas e de segurança, que falam sob condição de anonimato porque não estavam autorizadas a conversar com repórteres, disseram que o número de mortos era de 28, mas temiam que ele pudesse aumentar. Segundo o portal de notícias Copts United, apenas três crianças sobreviveram ao ataque. Não se soube de imediato quantas vítimas eram crianças.
Estações de TV árabes mostraram imagens de um autocarro danificado numa estrada, com muitas das janelas quebradas e com numerosos buracos de bala. Imagens do interior do autocarro mostram manchas de sangue nos assentos e vidro quebrado.
Ambulâncias são vistas estacionadas ao redor do autocarro e corpos deitados no chão, cobertos com folhas de plástico preto. Outro vídeo pretendia mostrar cerca de 10 corpos de homens adultos deitados na areia do lado da estrada, com poças de sangue ao redor. As crianças, que gritavam histericamente, podiam ser ouvidas no fundo.
O aumento dos ataques dirigidos aos cristãos no Egipto aumentou os desafios enfrentados pelo governo do presidente Abdel Fattah al-Sissi, na medida em que luta para conter a insurgência, enquanto promove um programa de reformas ambicioso e politicamente sensível para reanimar a economia do país.
Não houve uma palavra imediata do governo sobre como pretende impedir que ataques similares ocorram, mas é provável que aumente a segurança em torno de igrejas, mosteiros, escolas e peregrinações anuais para locais cristãos remotos em todo o país.
Na quarta-feira, o Egipto bloqueou o acesso a quase duas dezenas de sites que diziam serem simpáticos aos terroristas ou espalhar a sua ideologia.
"O crescente número destes ataques terroristas não é nada reconfortante", disse o padre Rafic Greiche, porta-voz da Igreja Católica egípcia, numa estação de televisão local.
El-Sissi convocou uma reunião com altos assessores para discutir o ataque de sexta-feira. No mês passado, ele declarou o estado de emergência de três meses após dois atentados suicidas com bombas que atingiram duas igrejas ao norte do Cairo, no Domingo de Ramos.

Abram alas para o Ramadão!
O mês do jejum e das explosões chegou.
Os dias mais sagrados do Islão são também a época do ano em que The Religion of Peace acompanha e compara o terrorismo em nome de cada religião. O resultado, a cada ano, é sempre, milhares de mortos e feridos em nome do Islão e ZERO em nome de qualquer outra religião. Islamofobia!!! Islamofobia!!! Islamofobia!!! Islamofobia!!!


P.S. - Professor Martelo, está suficientemente "fascinado" e "inspirado"? Xeque Cotoveladas, isto nada tem a ver com o Islão, certo? É capaz de negar UM só dos seus mandamentos?

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mais um ataque islamista contra os verdadeiros egípcios

Mais estes 44 cristão assassinados no Egipto, ontem, Domingo de Ramos. São uma pequena parcela no Holocausto que está em curso, perante a indiferença do Mundo. Lembramos que a cada 5 minutos é assassinado 1 cristão em nome do Islão


"Luta contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (Islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". 

Alcorão 9:29
Crianças cristãs massacradas na Síria.

Incansavelmente, o EXCELENTE site LEI ISLÂMICA EM AÇÃO, faz o registo possível das atrocidades islâmicas, nomeadamente contra os cristãos e os judeus, as religiões mais odiadas pelo Islão: 

Perseguição aos Cristãos: Parte 1Parte 2

Perseguição Judeus (Boletim deAnti-Semitismo)

O vídeo divulgado pelo Ministério do Interior do Egipto mostra o momento em que um bombista atentado atacou uma catedral copta em Alexandria, este domingo, 10 de Abril. As imagens mostram um homem com uma camisola azul sobre os ombros, aproximando-se do portão principal da catedral de S. Marcos, evitando o controlo de segurança com detector de metais, e depois a explosão que engoliu a área:


 "E preparai contra eles o que quer que possais de poder e de corcéis de guerra, com os quais podereis aterrorizar os inimigos de Alá e vossos inimigos, e outros que não conheceis, mas a quem Alá conhece".
Alcorão 8: 60

Duas igrejas bombardeadas no Domingo de Ramos em nome do deus Alá e no estrito cumprimento dos preceitos islâmicos, que se mantêm hoje como eram no século 7. Nenhuma condenação do clero islâmico. 

No último ataque islamista contra templos coptas morreram 25 cristãos:


Naturalmente que, nesse post como em outros, o lóbi islamista que domina o Google/YouTube, já mandou retirar a maior parte dos vídeos. 

O Islão é assim. Retirando os vídeos, podem sempre argumentar que é mentira, e que não aconteceu nada. Ao mesmo tempo, celebram, em transe diabólico, o assassinato dos cristãos:




Se procurar na nossa secção EGIPTO, encontrará notícias e vídeos (os que o lóbi que domina o YouTube ainda não retirou), que mostram o tratamento que os cristãos egípcios sofrem às mãos dos islamistas, no Egipto.
A islamização do Egipto, que vem de há séculos, deixou os cristãos coptas (os verdadeiros egípcios) à beira da extinção. Outros povos do Norte de África e do Médio Oriente não tiveram a mesma sorte e desapareceram. Os coptas e os judeus são dos poucos povos da região que sobreviveram ao rolo compressor da jihad islâmica. Os judeus reconquistaram a sua independência. Os coptas, infelizmente, continuam subjugados pelos árabes muçulmanos.
Os coptas, que se converteram ao Cristianismo no século I, sobrevivem da única maneira possível aos "infiéis" entre muçulmanos: pagando tributo "em humilhação".
No período recente em que a Irmandade Muçulmana esteve no poder (sob os auspícios e com o financiamento do muçulmano e jihadista Barack Hussein OBAMA), a Catedral de S. Marcos (que é para os cristãos coptas o que o Vaticano é para os católicos) foi várias vezes atacada, os cristãos foram mortos, os seus filhos raptados para os obrigar a converterem-se, as raparigas foram violadas em pela luz do dia por grupos de jihadistas, dezenas de igrejas cristãs foram incendiadas.
Milhões de cristãos e de muçulmanos moderados tomaram as ruas e conseguiram depor o regime tirânico de Muhammad Morsi e da Irmandade Muçulmana. Esse governo, aliás, só chegou ao poder através de uma fraude eleitoral, como aqui demonstrámos exaustivamente.
A Esquerda Ocidental ficou em fúria quando o governo despótico de Morsi foi substituído pelo governo moderado de al-Sisi.
Em vez de apoiarem os muçulmanos reformistas, que pretendem retirar a violência jihadista do Islão, os esquerdistas preferem Obama, Morsi e o terrorismo!  Esclarecedor!



Durante o reinado da Irmandade Muçulmana no  EGIPTO (apoiada por OBAMA), os cristãos foram assassinados, as suas igrejas destruídas, os filhos raptados, as raparigas estupradas em plena rua, um horror indescritível.
Neste vídeo, por exemplo, podemos ver cristãos egípcios a serem atacados pela turba muçulmana, perante a indiferença da Polícia:


O actual presidente do Egipto,  Abdel Fatah al-Sisi, declarou o estado de emergência no país durante três meses. Estes dois ataques elevaram o número total de ataques contra os coptas para 26 em 2017, com um total de 88 mortos.
Ainda que Abdel Fatah al-Sisi possa estar de boa-fé, a atitude da população muçulmana e das autoridades (como o vídeo de cima exemplifica) não permitirão que o processo de extermínio sistemático dos cristãos venha a abrandar.
Francisco I declarou mais uma vez, em Fevereiro deste ano, que não existe terrorismo islâmico. O homólogo copta do Papa Francisco I, o Papa Tawadros II de Alexandria, foi um dos visados nos ataques bombistas.

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"A mais pura felicidade no Islão e matar e ser morto em nome de Alá".
Aiatola Khomeini, líder político e espiritual da República do Irão.

No presente estado da jihad (a "guerra santa" do Islão) os cristãos estão a ser dizimados (como os judeus foram no Holocausto, pela aliança, nazi e islâmica). Não fique silencioso!!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Jihadistas matam 25 cristãos em ataque à Catedral de S. Marcos

O ataque à bomba contra a catedral copta no Cairo foi um ataque islâmico, diz a Polícia egípcia.

O ataque que matou 25 cristãos este domingo na Catedral de S. Marcos, no Cairo, foi obra de um terrorista islâmico, revelaram as autoridades egípcias.

A Polícia egípcia divulgou que Mahmoud Shafiq Mohammed Mustafa, um terrorista islâmico, se explodiu durante a missa dominical, matando 25 cristãos.
Mustafa levantou suspeitas quando, de acordo com imagens de uma câmara de segurança, entrou apressadamente no templo vestindo um casaco largo, levando a que um guarda de segurança o seguisse. 10 segundos depois, Mustafa explodiu.
O presidente egípcio Abdel-Fattah el-Sissi disse que o suspeito detonou um cinto de explosivos dentro de uma capela adjacente à Catedral de São Marcos, sede da Igreja Ortodoxa Copta do Egipto. A capela, com mais de 100 anos, estava repleta de fiéis no momento do ataque.
Os mortos incluem mais de 20 mulheres e crianças. Dezenas de outros ficaram feridos.
O advogado de Mustafa afirmou na segunda-feira que o seu cliente foi preso e espancado pela Polícia há dois anos, depois de supostamente participar numa manifestação islâmica.

O ataque terrorista vitimou sobretudo mulheres e crianças.

Mustafa, de 18 anos, pertencia a uma célula terrorista fundada por um médico egípcio e financiada por líderes da Irmandade Muçulmana que vivem no exílio no Qatar, há muito acusado pelo Egipto de apoiar grupos terroristas islâmicos.
A célula estava encarregada de realizar ataques que levariam a conflitos sectários entre muçulmanos e cristãos.
O advogado de Mustafa insistiu que o seu cliente não era membro da Irmandade Muçulmana.
Dois sites de notícias locais citaram na segunda-feira a mãe de Mustafa dizendo que ele não vivia em casa há dois anos.

Ninguém reivindicou até agora a responsabilidade pelo ataque. Dois grupos de terroristas activos que se acredita terem ligações com a Irmandade Muçulmana - Hasm e Liwa el-Thawra - distanciaram-se do ataque.
A filial local do grupo do Estado Islâmico (ISIS) até agora permanecem em silêncio.
Três homens e uma mulher foram presos em conexão com o ataque de domingo e outros suspeitos estão em fuga.
O ataque bombista de domingo foi um dos ataques mais mortíferos na memória recente a atingir a minoria copta do Egipto, que representa cerca de 10% da população do país.
Os terroristas islâmicos realizaram dezenas de ataques nos últimos anos, principalmente contra as forças de segurança, enquanto o governo respondeu com uma ampla repressão.
No exterior da igreja onde foi realizado o funeral das vítimas, uma multidão de centenas de manifestantes entrou em confronto com as forças de segurança, quando foram impedidos de assistir ao serviço.



O Natal de 2015 dos cristãos egípcios foi, como habitualmente, celebrado sob fortes medidas de segurança, para evitar os massacres que têm acontecido nessa quadra desde há anos.

 "As pessoas têm um vulcão de raiva dentro dos seus peitos", disse Nora Sedki, membro do governo egípcio de confissão cristã, que se juntou à manifestação. 

"O sangue de nossos irmãos é-nos caro", gritavam os manifestantes, que transportavam bandeiras egípcias e cruzes feitas de galhos de árvores.

O Papa Copta Tawadros II (à esquerda) cumprimenta o Presidente do Egipto, general Abdel-Fattah el-Sissi. (AP/Nariman El-Mofty).

Os cristãos acusaram as forças de segurança de não fazerem o suficiente para os proteger dos terroristas muçulmanos.

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Momento da explosão, conflitos no exterior da catedral e pânico:

 


Se procurar na nossa secção EGIPTO, encontrará notícias e vídeos (os que o lóbi que domina o YouTube ainda não retirou), que mostram o tratamento que os cristãos egípcios sofrem às mãos dos islamistas, no Egipto.
A islamização do Egipto, que vem de há séculos, deixou os cristãos coptas (os verdadeiros egípcios) à beira da extinção. Conseguiram sobreviver da única maneira possível aos "infiéis" entre muçulmanos: pagando tributo "em humilhação".
No período recente em que a Irmandade Muçulmana esteve no poder (sob os auspícios e com o financiamento do muçulmano e jihadista Barack Hussein OBAMA), a Catedral de S. Marcos (que é para os cristãos coptas o que o Vaticano é para os católicos) foi várias vezes atacada, os cristãos foram mortos, os seus filhos raptados para os obrigar a converterem-se, as raparigas foram violadas em pela luz do dia por grupos de jihadistas, dezenas de igrejas cristãs foram incendiadas.
Milhões de cristãos e de muçulmanos moderados tomaram as ruas e conseguiram depor o regime tirânico de Muhammad Morsi e da Irmandade Muçulmana no Egipto.
Esse governo, aliás, só chegou ao poder através de uma fraude eleitoral, como aqui demonstrámos exaustivamente.
A Esquerda Ocidental ficou em fúria quando o governo despótico de Morsi foi substituído pelo governo moderado de al-Sisi.
Em vez de apoiarem os muçulmanos reformistas, que pretendem retirar a violência jihadista do Islão, os esquerdistas preferem Obama, Morsi e o terrorismo!  Esclarecedor!
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O Papa Francisco é católico, não é copta. Vive no Vaticano, cercado de muralhas erguidas há séculos para conter a ameaça islâmica. Não somos fãs da sua indiferença aos apelos dos seus irmãos de fé das Igrejas do Oriente, onde os islamistas estão a massacrar os cristãos todos os dias. Não somos fãs da sua política de apaziguamento dos jihadistas, ao invés de unir forças com os muçulmanos moderados e reformistas.
Durante o reinado de terror da Irmandade Muçulmana no Egipto, bandos de islamistas estupravam meninas à luz do dia. Neste vídeo, podemos ouvi-los gritar "Nasara! Nasara! Nasara!" ("Cristãos! Cristãos! Cristãos!") e depois "Allahu akbar". É o que está a acontecer agora na Europa, com a Jihad Sexual dos "migrantes":


Um islamista abre fogo sobre os participantes num casamento  cristão; era assim há 3 anos no Egipto, sob a Irmandade Muçulmana de Barack Hussein Obama (que também tinha membros dessa organização terrorista no governo dos EUA):


Um ataque à catedral de S. Marcos, durante o governo da Irmandade Muçulmana:


Embora estejam permanentemente a ser carregados pelos utilizadores e retirados pelo YouTube, há MILHARES de vídeos que mostram a natureza do islamismo. O vídeo seguinte é também de 2013, no Egipto, e mostra muçulmanos a incendiarem uma igreja cristã e a festejarem. Centenas de igrejas foram queimadas e feitas em cinzas. Agora é na Europa que estamos a experimentar estas acções terroristas:

Se quiser procurar no Youtube vídeos da perseguição aos cristãos no Egipto, tente por exemplo com as palavras-chave como Egypt Muslim Brotherhood Persecution Against Christians ou Muslims Egypt Burn Churches.

Neste vídeo, podemos ver os terroristas do ISIS e do Hamas (filiados na Irmandade Muçulmana) a roubarem, espancarem, torturarem e matarem cristãos. Tudo com a bênção da Esquerda Ocidental e do Irmão Obama:
Nota em 25.12.2018: o lóbi islamista-comunista retirou o vídeo original.




domingo, 1 de novembro de 2015

Tragédia no Sinai


224 pessoas morreram ontem, após a queda do avião em que viajavam, sobre a Península do Sinai.  Acidente, ataque com mísseis ou bomba a bordo, as causas da tragédia são ainda desconhecidas.

Excertos da notícia do Washington Post sobre a tragédia de ontem:
CAIRO - Um avião russo que transportava mais de 200 passageiros caiu na Península do Sinai, no Egipto, disseram as autoridades egípcias e russas este sábado, levando duas operadoras a desviarem os voos na área depois de os militantes do Estado Islâmico/ISIS terem afirmado que abateram a aeronave.
A Lufthansa da Alemanha e a Air France-KLM passaram a evitar o espaço aéreo do Sinai, fazendo crescer a preocupação internacional com o alcance bélico dos jihadistas na região, ainda que as autoridades e os  especialistas em aviação tenham negado as reivindicações dos terroristas. 
As autoridades egípcias e russas negaram no sábado que os jihadistas tenham abatido o avião, que voava a 31.000 pés antes de se ter despenhado. Mísseis terra-ar normalmente  só conseguem abater aeronaves que voem abaixo de 10.000 pés, dizem os analistas.
O trajecto da aeronave

O voo charter dirigia-se para a cidade russa de São Petersburgo e era operado pela transportadora russa Metrojet. "Desapareceu" logo após a descolagem do resort egípcio de Sharm al-Sheikh, no
Mar Vermelho, um destino popular entre os turistas russos, disse a Agência de Transporte Aéreo Federal da Rússia.
Os 217 passageiros e sete tripulantes sobrevoavam uma região remota no centro de Sinai, informou o Ministério da Aviação Civil egípcia. Não houve sobreviventes, disseram as autoridades egípcias e a Embaixada da Rússia no Cairo. (...)

Este mapa mostra os ataques da coligação ocidental e os da Rússia, na guerra civil em curso na Síria:

Duas das maiores companhias aéreas da Europa disseram que não iriam sobrevoar o Sinai, que é palco de uma insurgência islâmica violenta, até os investigadores determinarem a causa do acidente. A filial do Estado Islâmico/ISIS no
Sinai reivindicou este sábado que os seus combatentes derrubaram o Airbus A320 para vingar os ataques russos sobre os insurgentes na Síria, mas o grupo não disse como derrubou o avião. 
A Rússia está a fazer uma intervenção militar na Síria para apoiar o seu aliado, o presidente sírio Bashar al-Assad, que enfrenta uma guerra civil devastadora. Aviões de guerra russos têm realizado centenas de ataques aéreos e mataram dezenas de civis na Síria ao longo do mês passado.
Os jihadistas do Sinai juraram lealdade ao Estado Islâmico/ISIS no ano passado e têm realizado centenas de ataques contra as forças de segurança. Especialistas em segurança dizem que os militantes são conhecidos por terem mísseis terra-ar  que podem abater aeronaves voando a baixa altitude.
A Airbus, de propriedade francesa, disse em comunicado que o avião que caiu foi construído em 1997 e tinha acumulado mais de 56.000 horas de voo. A Metrojet adquiriu-o em 2012, disse a Airbus.(...)


 Sharm al-Sheikh

Turistas russos visitam a Península do Sinai no Egitpto todos os anos, pois aí as temperaturas permanecem altas durante todo o Inverno. A parte sul do Sinai, ao longo da costa do Mar Vermelho, não é atormentada pela mesma violência islâmica no norte do Sinai, que faz fronteira com a Faixa de Gaza. Os veraneantes procuram as praias imaculadas do Sul do Sinai, mas o turismo tem sofrido com a violência e os tumultos na esteira da Primavera Árabe.
 
No início deste ano, o ministro do Turismo egípcio Khaled Abbas Rami disse que cerca de 3 milhões de turistas russos viajaram para o Egipto em 2014, principalmente para visitar resorts no Mar Vermelho. 
O governo egípcio disse este sábado que entre os passageiros mortos estavam três cidadãos ucranianos. Os restantes passageiros eram cidadãos russos, incluindo 17 crianças.

O nosso breve comentário: acidente ou ataque terrorista, o Estado Islâmico/ISIS, cujo fim foi anunciado por Barack Obama, ganha terreno em todo o globo, de dia para dia, está a mudar as vidas de toda a gente e continua o seu genocídio implacável. A inacreditável incompetência da actual geração de líderes assim o tem permitido.

terça-feira, 29 de abril de 2014

O Inferno da Irmandade no Egipto


O LEMA DA IRMANDADE MUÇULMANA:
"Allah é o nosso objectivo. O Profeta é nosso líder O Alcorão é a nossa lei. A Jihad é o nosso caminho. Morrer por Allah é nossa maior esperança. Allahu Akbar!"

Somos contra a pena de morte, e de forma alguma nos regozijamos com esta sentença. Pelo contrário! Mas imagine que Israel tomava uma medida destas contra os terroristas que tem detidos...


Sem louvar a pena de morte, convém que não se esqueça o que foi o inferno que a Irmandade (organização terrorista e supremacista islâmica, com raízes nazis) instalou no Egipto. Mesmo que a eleição da Irmandade tenha sido limpa (há muitas dúvidas), nenhuma eleição dá o direito de exterminar, torturar, aterrorizar! Grande parte do que se segue já foi aqui publicado, mas vale a pena lembrar:


A prioridade da Imprensa Ocidental tem sido sempre vitimizar a Irmandade Muçulmana. As notícias das igrejas queimadas, dos cristãos assassinados, das crianças cristãs raptadas, das mulheres cristãs violadas, raramente chegam aos media Ocidentais.

Na nossa pequenez e amadorismo total, acompanhámos como pudemos o INFERNO que a Irmandade instalou no Egipto. Publicámos listas de igrejas cristãs atacadas, de que Imprensa Ocidental pouco ou nenhum eco fez. Era quando os irmãos muçulmanos assassinavam dezenas de polícias por dia - e até uns aos outros, para culparem o Exército. O Mundo não se mexeu, perante o massacre dos cristãos e dos muçulmanos moderados egípcios. Muito por culpa dos media.

Cristãos egípcios a serem atacados ante a impassibilidade da Polícia:


Violação e tortura de raparigas cristãs como represália e método de conversão ao Islão, nos protestos pela queda de Morsi (disto não se falou por cá):


O ataque à catedral de S. Marcos - equivalente copta ao Vaticano para os católicos - precedeu as manifestações contra  irmandade Muçulmana. A perseguição aos cristãos foi um dos motivos da contestação ao regime fundamentalista de Morsi:

  

Em meados de Agosto fizemos várias actualizações das igrejas e mosteiros cristãos no Egipto; por exemplo aqui. Um vídeo de um desses ataques.

  

Após um ano no poder (na sequência de eleições que se acredita terem tido os resultados falsificados), a organização terrorista Irmandade Muçulmana trouxe às ruas mais de 35 milhões de egípcios, cristãos e muçulmanos, descontentes com o regime islamista radical imposto pelo Governo, com a Sharia (a lei islâmica) a tomar o lugar da Constituição. Os cristãos têm sido os bodes expiatórios da queda do governo de Morsi.

 

 Membros da Irmandade Muçulmana na administração Obama

No nosso post Crimes da Irmandade Muçulmana mostrámos o documentário homónimo, numa altura em que o Governo do Egipto se preparava para ilegalizar a organização terrorista no país. Do outro lado do Atlântico, Obama (apontado por autoridades egípcias como membro da Irmandade Muçulmana), como represália, retirava o apoio militar ao Egipto. Sobre os massacres e a perseguição aos cristãos, Obama declarou, num intervalo do seu golfe, não querer interferir nos assuntos internos do Egipto. Vários responsáveis egípcios advertiram na altura Obama de que não deveria passar a apoiar o terrorismo no Egipto, ou divulgariam os documentos que o ligam à Irmandade. Falámos disso e mostrámos vídeos aqui.

"Com pessoas a serem mortas, os cristãos em particular, igrejas a serem destruídas, onde está a linha vermelha do presidente Obama no Egito?" - perguntaram em conferência de Imprensa ao vice-secretário de Imprensa Casa Branca, Josh Earnest, ao que ele respondeu: "Bem, eu não trouxe minha caneta vermelha comigo hoje."
 Só o Christian Post e outras publicações não mainstream fizeram eco desta graçola. Obama e a sua administração são intocáveis...

Documentário Crimes da Irmandade Muçulmana:


"Este vídeo é sobre documentação descoberta após 9/11 de Setembro. Sabia a Irmandade Muçulmana tem posições-chave na administração Obama? Barack Hussein Obama apoia o Islão.

O plano Irmandade Muçulmana para dominar o mundo 
A chamada Primavera Árabe deu à Irmandade Muçulmana poder e influência no Médio Oriente. O seu único objectivo é controlar o mundo com o Islão. Eles sabem que não podem usar já a força para converter o Ocidente, por isso eles usam o engano (a taqiyya). E assim conseguiram enganar os políticos ocidentais e levá-los a acreditar neles .

Al-Kubaisi também entrevistou Gamal al-Banna, irmão de Hassan al-Banna, o homem que fundou a da Irmandade Muçulmana em 1928. Al-Banna teve palavras duras para os actuais membros moderados da Irmandade, dizendo que "não acredita em liberdade de forma alguma.":
"Não acreditamos na liberdade, de forma alguma", disse ele; "Não há nenhuma autoridade islâmica que respeite a liberdade ou a democracia." Al-Banna também condenou o estado da cultura islâmica moderna.
(...)


O LEMA DA IRMANDADE MUÇULMANA:
"Allah é o nosso objectivo. O Profeta é nosso líder O Alcorão é a nossa lei. A Jihad é o nosso caminho. Morrer por Allah é nossa maior esperança. Allahu Akbar!"

. O objectivo da Irmandade Muçulmana é transformar o mundo num império islâmico. A Irmandade Muçulmana é um movimento fundamentalista revolucionário para restaurar o califado e rigorosa lei sharia ( islâmica ) em terras muçulmanas e finalmente em todo o mundo. Hoje, ele tem filiais em 80 países .

"É da natureza do Islão dominar para não ser dominado, impor a sua lei em todas as nações e estender o seu poder a todo o planeta." - Hassan al- Banna, fundador da Irmandade Muçulmana.

"A Irmandade Muçulmana apela à Jihad contra os verdadeiros inimigos dos muçulmanos, não só Israel, mas também os Estados Unidos. Jihad contra ambos os infiéis é um mandamento de Allah que não pode ser desconsiderado." - Muhammed Badi Guia Supremo da Irmandade Muçulmana, Setembro 2010

O Hamas é uma ala da Irmandade Muçulmana

· A Irmandade Muçulmana apoia a guerra do Hezbollah contra os judeus. O líder da Irmandade Mahdi Akef declarou que estava "preparado para enviar 10.000 jihadistas imediatamente para lutar ao lado do Hezbollah" durante a guerra do Hezbollah contra Israel em 2006.

A Irmandade Muçulmana aprova as "operações de martírio na Palestina" .... "Eles não têm bombas, então eles transformam-se em bombas. Esta é uma necessidade" - líder espiritual da Irmandade Muçulmana, Yusuf al- Qaradawi, 17 dez Dezembro de 2010.

· A Irmandade Muçulmana defende a jihad violenta : a "mudança que a nação muçulmana procura só pode ser alcançado através da jihad e do sacrifício, e criando uma geração jihadista que busca a morte, assim como os inimigos perseguem a vida ", disse o Guia Supremo da Irmandade, Muhammed Badi em sermão de Setembro 2010.
Os principais terroristas saídos da Irmandade Muçulmana incluem Bin Laden, Ayman al- Zawahiri e Khalid Sheikh Mohammed ( mentor dos ataques de 9/ 11)."

Os "pacíficos" protestos da Irmandade Muçulmana:



Para impressionar os Ocidentais e levá-los a apoiar a Irmandade, a estratégia tem sido a de produzir vídeos como este, com falsas vítimas, para culpar o Exército:



 As mentiras pró-islâmicas da Al Jazeera e a sua propaganda foram expostos várias vezes - e são doutrinariamente permitidas através taqiyya *! Veja o vídeo acima, recentemente transmitido ao vivo pela rede de TV que apoia os terroristas. A mulher histérica é ouvida criticando os militares egípcios por supostamente matarem manifestantes pacíficos da Irmandade, enquanto um homem parece estar morto - uma suposta vítima dos militares. A sua mão repousa sobre o tronco, a camisa está coberta de sangue, o que implica que há uma ferida de bala nesse ponto. No entanto, quando o médico desavisado tenta levantar a camisa do homem, este homem supostamente inconsciente ou morto - com os olhos ainda fechados e expressão facial impassível - subtilmente levanta a perna esquerda, para empurrar a mão do médico e permitir que o sangue seja gravado pela Al Jazeera. Claro, a pessoa que filmava imediatamente parou - mas não o suficiente antes que o episódio vergonhoso fosse registado, comprovando a campanha de propaganda pró-Imandade Muçulmana  da Al Jazeera, que, por ingenuidade ou intencionalmente, é seguida pela maioria dos meios de comunicação ocidentais.
A taqiyya tem aspectos particularmente horrendos quando, como no Egipto, muçulmanos simpatizantes da Irmandade matam outros muçulmanos simpatizantes da Irmandade para culparem o Exército:




Ver também: 
  
As raízes nazis da Irmandade Muçulmana
 
por LUIS MANUEL CABRAL no Diário de Notícias

 



A Irmandade Muçulmana, principal força de oposição no Egipto, é uma organização que remonta à Segunda Guerra Mundial, com um passado ligado à Alemanha nazi.

O mundo teme que o Egipto venha a ser governado pela Irmandade Muçulmana, a principal força de oposição no país, que recusa a permanência no poder do presidente Hosni Mubarak. E não é para menos, tais os antecedentes da organização fundamentalista islâmica, que como revelam alguns investigadores, remontam à Segunda Guerra Mundial e a um passado ligado ao nazismo.
Apesar das prisões, deportações e execuções de muitos dos seus membros no passado, a Irmandade Muçulmana não foi destruída nem por Mubarak, nem antes por Nasser ou pelo rei Farouk que a viu nascer em 1928. Hoje, a Irmandade está nas ruas, com mais força que nunca, ao lado de milhões de manifestantes que exigem a demissão do seu presidente, e o futuro do Egipto é uma perigosa incógnita.
De braço dado com a suástica
Peter Lavenda, no seu livro " Aliança-Sagrada" (Unholy Alliance), revela que o oficial das SS Otto Skorzeny (famoso, entre outras façanhas, por ter liderado o grupo de comandos que libertou o ditador Benito Mussolini do hotel em que estava detido depois do golpe que o retirou do poder, em 1934) , foi para o Egipto no pós-guerra, onde criou uma "Gestapo" egípcia formada quase completamente por antigos oficiais das SS. De acordo com o autor, esta foi uma medida que recebeu forte apoio de Allen Dulles, então director da CIA, numa operação envolveu a Irmandade Muçulmana, na época associada aos nazis e que nos tempos mais recentes deu origem à al-Qaeda.
A ligação entre os muçulmanos radicais e os nazis, conforme explica Jim Marrs no seu livro "A Ascensão do Quarto Reich", começou com o fundador da Irmandade Muçulmana, Hassan al-Wahhab, que formou um grupo de juventude egípcia, dedicada à reforma social e à moral islâmica. Wahhab era um devoto seguidor de Muhammad ibn Abd al-Wahhab, o muçulmano do século XVIII que fundou a seita Wahhabi, que ensina que qualquer acrescento ou interpretação à lei islâmica posterior ao século X é falsa, devendo por isso ser erradicada de qualquer forma, nem que seja pela violência.
"Nos anos 20 havia um jovem egípcio chamado Al-Banna, de um grupo denominado a Irmandade Muçulmana. Al-Banna era um admirador de Adolf Hitler e escrevia-lhe frequentemente. Foi tão persistente na sua admiração pelo recém-criado partido nazi, que nos anos 30 a Irmandade Muçulmana tornou-se num ramo secreto dos serviços secretos nazis", diz Marrs, citando o antigo advogado John Loftus, que teve acesso quase ilimitado a vários documentos classificados dos Estados Unidos e da NATO. Nessa época, explica , "os nazis árabes tinham muito em comum com as novas doutrinas nazis de então. Odiavam os judeus, a democracia e a cultura Ocidental, pelo que se tornou uma política oficial do Terceiro Reich desenvolver secretamente a Irmandade Muçulmana como um exército no Egipto. Quando começou a guerra, a Irmandade Muçulmana prometeu que iria ajudar o general Erwin Rommel (comandante do Afrika Korps), assegurando-se de que não houvesse um único soldado inglês ou americano vivo, no Cairo ou em Alexandria". Apesar de terem falhado a promessa, os batedores árabes do exército alemão causaram sérios problemas às forças aliadas durante os combates no norte de África durante toda a guerra.
Depois da Segunda Guerra Mundial, escreve Jim Marrs, "a Irmandade Muçulmana e os seus aliados alemães foram procurados por crimes de guerra, uma vez que não eram considerados uma unidade militar tradicional, e depois de várias prisões no Cairo, os seus membros foram entregues aos serviços secretos britânicos que os contrataram para combater o recém-criado Estado de Israel".
Apesar de, segundo o autor, dentro da própria Mossad (serviços secretos israelitas) poucos saberem disso na altura, "muitos dos membros dos exércitos árabes e dos grupos terroristas que tentaram esmagar Israel logo no início, foram os árabes nazis da Irmandade Muçulmana. O que os serviços secretos britânicos fizeram então, foi "vender" os àrabes nazis à antiga OSS, que mais tarde se tornou na CIA, liderada por Allen Dulles. A ideia era usar os nazis árabes no Médio Oriente como um contra-peso aos árabes comunistas. No entanto, os egípcios ficaram assutados com a ideia e Nasser ordenou a toda a Irmandade Muçulmana que saísse do Egipto (1954), sob pena de prisão e execução. Durante os anos 50, a CIA evacuou os nazis da Irmandade Muçulmana para a Arábia Saudita".
Em 1979, a CIA atraiu fanáticos sauditas entre os membros desta Irmandade e enviou-os para o Afeganistão para combater os soviéticos. Num destes grupos, que uma vez fora do Afeganistão viria a ser conhecido como al-Qaeda, estava um jovem saudita, de nome Osama bin Laden. Após a retirada da União Soviética do Afeganistão, os sauditas não quiseram esses fanáticos de volta. Actualmente, conforme afirma Jim Marrs, "Existem muitos ramos muçulmanos radicais, mas são todos da Irmandade Muçulmana, um veneno que se espalhou pelo Médio Oriente e, após o 11 de Setembro, pelo resto do mundo".

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Ninguém mata mais islamistas que os próprios islamistas. Só numa coisa os islamistas estão de acordo. No ódio a Israel e aos judeus. Por ocasião de mais um dia da Memória do Holocausto, na TV egípcia, um "especialista" pratica o desporto preferido da seita: negar o Holocausto. NISTO ESTÃO SEMPRE DE ACORDO!