Mostrar mensagens com a etiqueta O Politicamente Correcto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta O Politicamente Correcto. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Professora muçulmana aplaude morte de Barbara Bush e apela ao terrorismo


POST-SCRIPTUM: No BARE NAKED ISLAM, colhemos este "maravilhoso" vídeo, que fala por si mesmo - a professora universitária muçulmana lamenta que os esquerdistas já não façam ataques terroristas como antigamente, e fala apaixonadamente dos terroristas "palestinos", que mantêm acesa a chama.
O jovem que abre a conferência desde logo seria enforcado, na maior parte dos países islâmicos e comunistas, por  causa da sua orientação sexual ostensivamente homossexual (e contra a qual nós, os conservadores, os "maus", nada temos contra):



Muitas vezes temos aqui demonstrado que os meninos-bem universitários de hoje apoiam o terrorismo islâmico como os meninos-bem universitários de ontem apoiavam o terrorismo comunista.

Por exemplo:

"A esquerda radical perante a jihad"

Brasil: Pallywood na Rocinha

 

BREITBART - “Estou cansada de a esquerda ser burra e de "termos que ser gentis. Não, não seja gentil", disse Jarrar. “Estou cansada de ser simpática. Estou cansada de ver os meus amigos brancos de esquerda a escreverem cartazes”, ela terminou. “Fo***-se os vossos cartazes. Chega. Porra, saiam e façam alguma merda".
“Os gajos que atiraram o aviões contra as torres gémeas foram incríveis. A única razão pela qual ele são importantes é porque as torres gémeas já lã não não estão ”, acrescentou Jarrar.
Entre os muitos comentários infames que fez contra a ex-primeira-dama por causa da notícia da sua morte, estavam: “Barbara Bush era uma racista generosa, inteligente e surpreendente que, junto com o seu marido, criou um criminoso de guerra. Fo***-se e desapareçam daqui com as vossas belas palavras". 

----------------------------------------------------------------



Que o meio universitário está largamente no espectro da LOUCURA, já sabíamos, (até porque já lá andámos, e tivemos de esconder as nossas simpatias políticas, ou nunca teríamos tido chance alguma de sucesso):

“OH! VEJAM! UMA GALINHA!” - o curso universitário


Mas ainda conseguimos ficar surpreendidos com a impunidade de que gozam os alunos e os professores universitários extrema-esquerdistas e muçulmanos...

Via PAMELA GELLER:


Estado de Fresno realiza conferência de Imprensa sobre professora muçulmana odiosa que aplaudiu a morte de Barbara Bush  
Depois de chamar a Barbara Bush “incrível racista” e de se recusar a recuar na sua afirmação, uma professora racista muçulmana zomba dos críticos: “Eu nunca serei demitida”. 
Observe o lenço de guerra jihadista - um sinal de anti-semitismo genocida, tal como a suástica nazi. 
Esta selvagem está a ensinar os nossos filhos, mas as vozes de liberdade são proibidas de falar nas universidades. 
Décadas depois de a esquerda ter começado a sua longa marcha pelas instituições (academia, media, think tanks, entretenimento, etc.) - subvertendo a sociedade através da infiltração em instituições como as académicas e em outras profissões - eles finalmente conseguiram. A sociedade está a cair rapidamente. 
O filósofo político americano nascido na Alemanha e proeminente membro da Escola de análise social crítica de Frankfurt, Herbert Marcuse, cujas teorias marxista e freudiana da sociedade ocidental do século XX foram influentes nos movimentos estudantis esquerdistas dos anos 1960, escreveu em 1972, no seu livro, Contra-revolução e Revolta: 

Para ampliar a base do movimento estudantil, Rudi Dutschke propôs a estratégia da longa marcha pelas instituições: trabalhar contra as instituições estabelecidas enquanto trabalhamos dentro delas, não simplesmente "sabotando a partir de dentro", mas "fazendo o trabalho". aprendendo (como programar computadores, como ensinar em todos os níveis de ensino, como usar os meios de comunicação de massas, como organizar a produção, como reconhecer e evitar a obsolescência planeada, como projectar, etc), e ao mesmo tempo preservando a própria consciência e trabalhando com os outros pela mesma causa. 
A longa marcha inclui o esforço conjunto para construir instituições contrárias. Essa é a base para a construção de uma frente unificada, mutável e às vezes suja - - mas actuante ... 

Cerca de cinquenta anos depois, eles poderiam imaginar que atingiriam os seus objectivos com um sucesso tão impressionante?
A eleição de Donald J. Trump foi ou a ronda de abertura, no que será uma luta decisiva pela nossa liberdade, ou o último suspiro de uma América livre.


Randa Jarrar celebra morte de Barbara Bush, deseja a morte dos Bush e das pessoas brancas, provoca e estica o indicador a quem se indigna. Imagine se um professor não-muçulmano nem extrema-esquerdista fizesse o mesmo!





ESTADO DE FRESNO REALIZA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA PARA ENFRENTAR A PROFESSORA MUÇULMANA ODIOSA QUE APLAUDIU A MORTE DE BARBARA BUSH 
Christia Laila, Gateway
COMO REPORTADO ANTERIORMENTE, A PROFESSOR ASSOCIADA DO ESTADO DE FRESNO, RANDA JARRAR, CELEBROU A MORTE DA EX-PRIMEIRA DAMA BARBARA BUSH, NA TERÇA-FEIRA, NA SUA CONTA DE TWITTER. 
Na passada terça-feira, um porta-voz da família confirmou a morte da ex-Primeira-dama, Barbara Bush, aos 92 anos. 
A odiosa professora  do Estado de Fresno aplaudiu a morte da Sra. Bush, depois duplicou a dose e desejou que o "resto da família Bush morresse".


É este tipo de canalhas esquerdistas que estão a ensinar a juventude hoje.


Outros vis tweets de Randa Jarrar vieram à tona na quarta-feira.
Num tweet de Janeiro de 2018, divulgado pelo The Daily Wire, Jarrar escreveu: 
"Eu mal posso esperar que a velha guarda de escritores e críticos brancos morram. Estão fod****. O tempo deles também está a acabar":

Na quarta-feira, a controvérsia em torno dos chocantes tweets de Randa Jarrar cresceu, depois de o Estado de Fresno ter sido inundado com telefonemas e e-mails de americanos furiosos, exigindo que a Universidade respondesse a perguntas sobre a professora. 
A reitora Lynette Zelezny deu uma conferência de imprensa sobre os tweets de Randa Jarrar na manhã de quarta-feira e respondeu às perguntas dos repórteres. 
"A Universidade está a levar este assunto muito a sério e o incidente está sob revisão", informou Zelezny. 
Jarrar está actualmente em licença durante o semestre de Primavera de 2018. Ela solicitou anteriormente a licença. 
Um repórter perguntou a Zelezny se o trabalho de Jarrar está em perigo."O objectivo é removê-la da universidade?", perguntou um repórter. 
A reitora deu uma resposta genérica e não confirmou exactamente se quer demitir a professora, mas afirmou que estão a decorrer procedimentos rigorosos. 
Outro repórter focou os tweets provocando as pessoas com reivindicações de que ela é titular, e portanto nunca poderá ser demitida. 
Zelezny confirmou que só porque um professor é titular não significa que não possa ser demitido. 
"Há certamente situações em que um professor titular pode ser demitido", disse Zelezny. 
Como Jarrar é titular, haverá certos procedimentos com o sindicato que protege a professora. (...)
Outro repórter perguntou a Zelezny se o comportamento odioso de Jarrar se estende à sua sala de aula. (Nós já sabemos a resposta).

- Mais tweets e vídeos desta senhora no artigo original. 

domingo, 8 de abril de 2018

Conservadores CENSURADOS na Internet por dizerem a VERDADE

VOZES CONSERVADORAS sob ataque nas redes sociais, principalmente por dizerem a crua verdade sobre uma religião

As recentes notícias de que os funcionários do Facebook tentaram excluir as postagens de Donald Trump pedindo restrições à imigração muçulmana, uma vez que violam as políticas de discurso de ódio da empresa, reavivou a controvérsia em curso sobre a neutralidade ideológica nas redes sociais.

No Facebook, não se pode postar isto:

A seguinte mensagem é contra as regras do Facebook:
"Donald Trump não é anti-muçulmano. Ele é anti-ISIS.  O que Trump disse é que os serviços de segurança não podem adivinhar que muçulmanos causarão danos ao país e quais são refugiados inofensivos.
É por causa disto que não se tem feito nada. Temos andado ocupados a ser politicamente correctos. E quem é que está disposto a sacrificar a segurança da sua família em nome do politicamente correcto? Você está disposto a isso? TRUMP 2016"

 Mas você pode postar mensagens como esta:


Diz o maometano:
"Morre, infiel filho da pu** , juro por alá que te vou violar e matar se não encerras esta página e vou fod** a tua mãe com tanta força no rabo porque ela gosta, as mulheres infiéis adoram cara***s muçulmanos, vocês são nojentos e devem ser todos mortos, e ainda fazem troça da nossa religião????? Islão significa paz e tolerância para com as outras pessoas por isso vai-te fo*** e encerra este site imediatamente, infiel!!"
Responde o infiel:
"Algo me diz que não sou muito apreciado".


 Diz o maometano:
"É ASSIM TÃO DIFÍCIL DIZER QUE ISLÃO SIGNIFICA PAZ?"
 Responde o infiel:
"Como pode você promover a paz sendo violento? Você ameaçou estuprar a minha mãe e invadir o Reino Unido. Não me parece muito pacífico".
 Diz o maometano:
"Não serão violados nem mortos desde que não desrespeitem o Islão. Nesse caso o Islão é pacífico".
"Percebeste? Se não fosse assim, o Islão não existiria hoje, por isso por vezes é necessário matar os infiéis e estuprar as mulheres deles, que é a única coisa que satisfaz Alá".




 Diz outro maometano:
"O islão é melhor que vocês todos, put** psicopatas e vocês valem menos que cães, seus filhos da pu**".
  Diz outro maometano ainda:
"NÓS VAMOS DOMINAR A PORCARIA DA VOSSA ILHA, SEU ESTÚPIDO
OS BRANCOS VÃO MORRER, ESTAS VÃO SER AS NOSSAS RUAS, FUJAM AGORA ANTES QUE VOS MATEMOS A TODOS, VOCÊS VÃO CAIR PERANTE ALÁ, O VOSSO ESTÚPIDO LEE RIGBY ERA UM ASSASSINO E UM ESTUPRADOR MORTE A TODOS OS PORCOS RACISTAS BRITÂNICOS
Não há outro Deus senão Alá e Maomé é o Mensageiro de Alá. A tinta do estudioso do Islão é mais sagrada que o sangue do mártir".

NDT: Lee Rigby foi o soldado decapitado na via pública por maometanos. Atente na mentalidade desta gente: eles estupram e matam, decapitam um inocente e acusam-no de ser assassino estuprador. Qualquer semelhança com os argumentos islâmicos anti-Israel não é mera coincidência.

 Via:

http://barenakedislam.com/2018/03/30/germany-we-want-everyone-to-see-what-a-syrian-muslim-savage-posing-as-a-refugee-did-to-our-daughter/#comment-779517

terça-feira, 5 de setembro de 2017

ISLAMOFOBIA! - retirados do avião por gritarem "Allahu Akbar"

Um voo da Ryanair que partiria de Bruxelas sofreu um atraso de duas horas, 9 homens tiveram que ser retirados porque se puseram a gritar "Allahu Akbar", e um deles ficou sob prisão.
Ora isto é assaz de espantar! Todas as religiões (dizem os gurus do politicamente correcto) pregam a Paz; mas o Islão, mais que todas as outras (dizem os gurus do politicamente correcto) prega a Paz - tanto assim que é conhecido como A Religião da Paz!
Se o Islão é A Religião da Paz por excelência,  porquê então o pânico?
Se um grupo de pessoas tivesse desatado a gritar "Hare Krishna!", ou "Shalom!", ou "Jesus Cristo é o Senhor!", ou"Om Mani Padme Om!", será que teriam sido retiradas? Ou os responsáveis limitar-se-iam a mandar calar as pessoas e a lembrar-lhes que um avião não é sinagoga, igreja ou ashram?
Segundo as disposições vigentes no Mundo Ocidental, a Ryanair não deverá agora ser posta em Tribunal por ISLAMOFOBIA? É que nem eram muçulmanos!!!
Porque será que a simples menção das palavras "Allahu Akbar" (Alá e O Maior!) provocam o pânico?...




"9 homens fizeram cancelar o voo da Ryanair por gritarem" Allahu Akbar "
RT, 2 de Setembro de 2017:

    
Nove homens foram expulsos de um voo da Ryanair por terem gritado "Allahu Akbar" e alegarem levar bombas, o que mais tarde disseram que era uma "piada".

    
O grupo foi retirado do voo com destino a Madrid que sairia do aeroporto de Zaventem, Bruxelas, no início deste sábado.

    
Após a remoção forçada dos passageiros, o Boeing 737-800 foi evacuado e revistado antes de partir com uma demora de duas horas por volta das 9h15 da hora local.

    
O porta-voz da polícia federal belga, Peter De Waele, confirmou o incidente à RT.com e disse que um homem foi preso.

    
"O comandante do voo recusou-se a levar essas nove pessoas (um grupo de amigos) após o incidente. Um deles era um brincalhão tolo que achou engraçado gritar 'Allahu Akbar' ("Alá é O Maior!")", disse De Waele.

    
Um porta-voz da Ryanair disse à RT.com que a tripulação de voo pediu assistência policial "depois de um número de passageiros se ter tornado perturbador antes da partida".

-----------------------------------
 
Este episódio não teve consequências de maior, e não é nada comparado com os milhares de pessoas que são assassinadas, torturadas, estupradas, mutiladas, raptadas, todos os dias, em nome do Islão.
Mas põe em evidência o estado de loucura social a que chegámos. Oficialmente, é proibido dizer a verdade sobre o Islão, mas a realidade - todos o sabem! - é que o Islão é uma doutrina perniciosa e genocida.
Hoje em dia, é preciso negar a realidade para evitar acusações de "fanatismo".


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Antirracismo: uma patologia necrófila" - Gabriel Mithá Ribeiro


Pedro Passos Coelho, líder do Partido Social Democrata (e vencedor das eleições, afastado do poder por um golpe de Estado extrema-esquerdista) concorda que Portugal deve ter cuidado com a admissão de muçulmanos ordenada pela senhora Merkel. O suficiente para a extrema-esquerda o apodar de... nazi! O ódio é tanto que nem a Esposa, Laura Ferreira, é poupada!



Postamos aqui um excelente texto de Gabriel Mithá Ribeiro

no OBSERVADOR

Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. É apenas um cadáver em putrefação.

À boa maneira provinciana, a agenda mediática portuguesa decidiu apontar baterias a Pedro Passos Coelho. O líder do PSD vive e viverá compelido a envergar a farda de racista e xenófobo, entre outros mimos. Os pretextos multiplicam-se.

Há semanas foi a manutenção do apoio do PSD ao candidato autárquico a Loures, André Ventura, por este ter abordado – e bem! – questões associadas à integração problemática da minoria cigana na sociedade portuguesa, como se esse não fosse um problema existente e como se a simples referência a qualquer identidade coletiva (cigana, portuguesa, africana ou outra) não implicasse necessariamente uma certa carga de estereotipação. Sem estereótipos seria impossível qualquer cabeça normal gerir o sem-número de informações intrínsecas aos objetos que envolvem pessoas, isto é, sem estereótipos não seria possível qualquer discurso racional sobre a vida social. Não haveria esquerda, direita, católicos, islâmicos, homens, mulheres, crianças, etc. A vida social e a sua interpretação equivaleriam a folhas em branco, num mundo ainda mais absurdo do que aquele que temos. Quem quiser que experimente pensar sem estereótipos.

Há dias o pretexto foi o de Pedro Passos Coelho ter referido – e bem! – que compete ao Estado cumprir um dos seus deveres básicos: proteger a dignidade da identidade portuguesa, prática indissociável da garantia de condições de segurança no espaço territorial nacional. Para que se saiba, qualquer Estado existe para regular as relações com os outros Estados e, necessariamente, para regular as relações da sociedade acolhedora que tutela com os imigrantes. Não apenas um Estado que não cumpra essa função será necessariamente um Estado falhado, como também fechar a porta ao debate público sobre o assunto significa recusar, e de forma grosseira, a legitimidade da existência de propostas distintas na matéria. Isso é o mesmo que recusar a liberdade e o pluralismo próprios de uma democracia.

Num momento histórico em que um dos desafios mais sensíveis das sociedades ocidentais é o da xenofilia, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra a xenofobia. Num momento histórico em que as sociedades ocidentais integram minorias (raciais, religiosas, sexuais, étnicas) como não acontece noutros locais do planeta e como nunca se verificou no passado, uns quantos alucinados esperneiam desalmadamente contra o racismo existente na Europa e nos EUA.

Estou-me marimbando para o que pensam, nestas matérias, antixenófobos e antirracistas encartados e respetivas entidades repressivas que usurparam as funções do Estado numa democracia. Faço-o com o à-vontade de quem tem um seguro de vida tão simples quanto estúpido: não sou branco. É nesse mesmo caldo cultural obscurantista que, ainda assim, Pedro Passos Coelho tem também garantido o seu escudo: um casamento “multirracial” e “multicultural”.

De forma manifesta ou, bem pior, de forma latente a importância decisiva conquistada no espaço público por atributos dessa natureza tão primária como fundamento do direito à liberdade de pensamento e à legitimidade da palavra sobre temas tão sensíveis demonstra, se dúvidas existissem, que as discussões sobre xenofobia e sobre racismo não partem de pressupostos racionais, antes de lógicas tribais primárias. É o que me permite escrever o que escrevo e é o que permite a Pedro Passos Coelho escapar à imolação. Sintoma da conquista intelectual do Ocidente pelo terceiro-mundismo mental.

Por cobardia própria, a população branca perdeu o direito à sua dignidade identitária como nenhuma outra pertença racial na face da terra. O facto revela-se ainda mais absurdo porque os seus controleiros internos – a minoria também branca que tomou de assalto o espaço público – nem sequer evidencia preocupações morais genuínas ou de sentido de justiça em relação às minorias. Limitam-se a seguir o instinto porque a anti-xenofobia e o antirracismo permitem colher votos. A escolha do alvo Pedro Passos Coelho constitui prova que sobeja. A complementar está a composição exclusiva ou esmagadoramente branca de grupos parlamentares como os do PS, PCP e BE em mais de quarenta anos de democracia.

Parece também que os controleiros esquerdistas acreditam que se não colocarem depressa o açaimo no homem, Pedro Passos Coelho, depressa veremos nas ruas de Portugal brancos a matar ciganos e pretos a-torto-e-a-direito. Aqui fica o meu agradecimento pessoal e público a indivíduos como Fernanda Câncio, Isabel Moreira, Catarina Martins, Ana Catarina Mendes ou, aqui mesmo no Observador, a Luís Aguiar-Conraria.

Anoto, no entanto, que tanta perfeição moral só pode esconder algum defeito, no caso, a necrofilia. Os heróis multiplicam-se porque, como é habitual entre cobardes, o fenómeno histórico do racismo (tal como o da xenofobia) deixou de existir nas sociedades maioritariamente brancas ocidentais. Trata-se de um cadáver em putrefação que faz com que alguns se percam de amores por ele.

Insisto, por isso, em ideias que há muito defendo. O que está a acontecer no século XXI é como se, no século XIX, se tivesse continuado a chamar escravatura ao racismo, apenas porque um e outro fenómeno tinham elementos em comum. A verdade é que aquilo que os distinguia, aos olhos da época e bem, era bem maior do que aquilo que os aproximava. Daí que a escravatura nunca se tenha confundido com o racismo.

Comparativamente e cingindo-me aos temas em apreciação, as sociedades ocidentais são hoje menos racionais do que eram no século XIX. Basta qualquer ocidental pensar comparativamente o que eram as suas sociedades há meio século em matéria de relações raciais e em matéria de relações com os estrangeiros e no que se tornaram hoje. Tal comparação permite a qualquer inteligência mediana compreender a fraude intelectual que é persistir na utilização da palavra racismo no século XXI.

Existem e existirão, sem dúvida, desafios intrínsecos às relações entre maiorias e minorias. Porém, as sociedades brancas ocidentais são as que melhor os resolveram e resolvem comparativamente às demais sociedades. Continuar a utilizar a palavra ‘racismo’, e o modo como se faz no debate público e político, serve apenas para perpetuar no tempo o estigma da população branca. O resultado disso, hoje por demais evidente, é o do agravamento dos problemas e da violência associada porque a palavra ‘racismo’ impede a identificação dos obstáculos onde eles hoje são verdadeiramente problemáticos e graves. A saber, fora das sociedades ocidentais maioritariamente brancas e no interior das minorias raciais, étnicas ou religiosas que, vivendo nas sociedades ocidentais, integram segmentos que usam e abusam da sua tolerância como nenhum outro tipo de sociedade admite.

E não é difícil compreender as razões do fenómeno ter deixado de existir. O racismo é do tempo da discriminação racial formalmente instituída no interior dos Estados, prática historicamente ultrapassada no final da segunda guerra mundial (1939-1945) e nas décadas imediatas que se sucederam. O racismo é do tempo da colonização europeia, fenómeno que também passou à história vai para meio século. O racismo é do tempo da guerra fria; é do tempo dos regimes brancos da África Austral; é do tempo do apartheid sul-africano – conjunto de fenómenos que fecharam em definitivo o seu ciclo em inícios da década de noventa do século XX quando já eram historicamente residuais.

Não é possível que os fenómenos-chave que geraram, enquadraram e alimentaram o racismo tenham sofrido transformações profundas e irreversíveis ao longo de décadas e, por seu lado, o racismo, tal como o conhecíamos, permanecer intacto. A postura atual de antixenófobos e antirracistas europeus e ocidentais constitui inclusivamente um insulto ao esforço histórico que as suas sociedades de maiorias brancas fizeram no último meio século. Foram, aliás, as únicas que o fizeram de forma genuína e com provas dadas. Não conheço outras.

Sendo o racismo um cadáver em putrefação resta a decência de sepultá-lo.


----------------------------------

 Vale muitíssimo a pena ler mais de Gabriel Mithá Ribeiro:

O colapso moral da esquerda: Freud explica

Moral coletiva: a vantagem civilizacional europeia

A pandemia esquerdista

Trump e os ‘agentes da virtude’


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

João Quadros: AMEAÇAS DE MORTE e PONTAPÉS NA C***


Já há anos que João Quadros insulta Laura Ferreira apenas por esta ser Esposa de um político conservador. Para mais insultos e ameaças de pancada e de morte, visitar o site JOÃO QUADROS A INSULTAR:


Introdução: O conhecido esquerdopata João Quadros chamou "nazi" a Passos Coelho (ex-Primeiro Ministro e líder do PSD) por este não querer que a entrada de colonos muçulmanos em Portugal se faça tão desbragadamente como este governo de extrema-esquerda está a fazer.
Quadros, como todos os esquerdopatas, anseia pelos colonos muçulmanos. Odeia tanto a sociedade em que vive, que conta com os muçulmanos para a destruírem.
Deve estar a festejar o enriquecimento cultural de hoje em Espanha. E odeia tanto quem se opõe à islamização, que voltou a festejar o câncer que aflige a mulher de um político que não pensa exactamente como ele.
(Aos nossos muitos amigos brasileiros que não sabem quem é este João Quadros: é uma espécie de Gregório Duvivier luso, um menino rico que não cresceu, maconheiro, esquerda-caviar, famoso por ser famoso e por escrever graçolas sem graça, que cultiva os mesmos tiques de superioridade e o mesmo desprezo pelo povo).
....................................................

Já há anos que João Quadros faz as mais abjectas piadolas com Laura Ferreira, Esposa de Passos Coelho:
Inclusive ofereceu-lhe "pontapés na co**" - ver tweet acima.
Uma verdadeira obsessão, um ódio de morte. Se não fosse de esquerda estaria preso.
Esta gente que passa vida a proferir ataques miseráveis contra políticos como Passos ou Trump, não poupando nem os familiares, ficaria indignada se fizessem o mesmo ao Jerónimo de Sousa ou ao Obama.
É essa diferença de tratamento que é grave. Quanto a este idiota, é apenas um idiota, que se não tivesse o nome de família e as cunhas que tem, e se não pertencesse à pandilha esquerdista que domina os media e o espectáculo, seria apenas mais um idiota da aldeia, a quem ninguém liga.

....................................................


João Quadros, um ícone do politicamente correcto.

João Quadros é uma de muitas vozes que diariamente despejam na TV, na rádio e nos jornais, toneladas de Marxismo cultural, de esquerdismo panfletário, de ódio gratuito, de mentalidade decadente, de inversão de valores, de aplausos às ideologias comunista e islamista e de ódio às democracias.
Como ele há milhares, a trombetearem a sua propaganda, a fazerem lavagem ao cérebro às pessoas. 

 ....................................................


André Ventura, o homem que o sistema odeia, porque diz algumas verdades.

André Ventura, que ficará na História como o primeiro político não politicamente correcto de Portugal, disse que esmurraria João Quadros, por este se ter regozijado à com a doença de Laura Ferreira. E a delicada sensibilidade dos camaradas de João Quadros abespinhou-se. A Imprensa, que está branquear a alma negra de João Quadros, não poupa André Ventura. Nunca poupou:

Abriu a caça ao André Ventura!  


Mas ninguém se abespinhou em todos estes anos em que Quadros distribuiu insultos (e não estamos a falar de comédia, atenção!) ameaças de morte e de pancada a todos os que não lêem pelo seu Livro Vermelho. Não a desconhecidos em picardias da Internet, mas a figuras públicas.
Imaginemos que era uma figura pública cristã e conservadora a distribuir ameaças de pancada, ameaças de morte, insultos refinadamente obscenos. Já teria sido mediaticamente linchado. Já teria perdido o emprego e a reputação!

Fica aqui uma breve amostra, que pode consultar no site JOÃO QUADROS A INSULTAR:













Em resposta a esta polémica, João Quadros não só não pede desculpas como redobra os insultos e escreve:
"E que fique claro não me sinto vítima de perseguição,odio, maus olhados, piadas com os meus filhos, etc Zero Estou me a cagar para vocês".
Claro que está a "cagar-se" para todos nós! Ele tem um tacho eterno que lhe garante uma pequena fortuna em cachets, a escrever piadas secas e a participar todos os painéis de comentadores!
....................................................

P.S. - Dizem-me que é da droga. Pois seja, mas se um cidadão normal beber cinco litros de vinho e fizer metade do que ele faz, é capaz de malhar com os ossos na cadeia. Já ele, recebe prebendas e aplausos e ninguém lhe vai à mão. Os camaradas que pregam a "igualdade" são assim...
P.P.S. - Mais um bocadinho da arte e sabedoria de João Quadros, e do que hoje em dia se considera ser intelectual e de bom tom (desde que venha da esquerda - e só da esquerda podem vir coisas intelectuais e de bom tom):

Alguns mimos dedicados ao então Presidente da República Cavaco Silva (note-se que para esta gente, o Nicolás Maduro, o aiatola Khameini ou o Kim Jong Un, são 5 estrelas):
 

 











Sempre os insultos às esposas:


Sempre a mesma obsessão comunista por matar quem não o é:



Aqui são mimos dirigidos a pessoas que não são da extrema-esquerda, por não serem da extrema-esquerda:








Aqui afiança que vai vandalizar um estabelecimento:


Aqui, festeja a morte de Eusébio:









Um rapaz que não é de Lisboa respondeu a Quadros. Eis como o comunista vê quem não vive em Lisboa:




De notar que Quadros evoca o Diabo, que é a quem gente como ele adora.

Etc....