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segunda-feira, 10 de junho de 2024

Jornalista e terrorista (como tantos outros)

“Uma das missões de resgate de reféns mais complicadas da História”


Na sequência do Massacre de 7 de Outubro, a jovem Noa Argamani foi mantida refém do JORNALISTA DA AL JAZEERA Abdallah Aljamal e da sua família.

Noa com o pai, depois da operação do IDF (esq); Noa a ser levada pelos terroristas e Noa antes do Festival Nova. News18.

 

Quando as Forças Especiais de Israel levaram a cabo a operação, o jornalista da Al Jazeera e a sua família tentaram impedir o resgate da jovem e foram neutralizados. 

Os jornalistas participaram activamente no Massacre de 7 de Outubro e muitos deles são ao mesmo tempo jornalistas e terroristas do Hamas. Este é apenas um exemplo. 

 

Reencontro

 

E não se pense que são apenas os da Al Jazeera ou os muçulmanos. A esmagadora maioria dos jornalistas, actualmente, são de extrema-esquerda e por isso aliados dos grupos terroristas islâmicos. Aliás, a cobertura jornalística deste resgate são absolutamente VERGONHOSAS, como podemos verificar neste artigo do Honest Reporting.


Directamente de Israel, Rafael Guanabara:


Uma perspectiva do  Rabino Ortodoxo Eliahu Hasky:


A crónica diária do Mundo em Revolução:

sábado, 8 de junho de 2024

SICLIXO. JORNALIXO.


O Mister Fafo de Portugal muda de nacionalidade e profissão em cada actuação. A SICLIXO colabora na farsa:


A SICLIXO manipula, mente, engana o Povo. A SICLIXO é inimiga do POVO:


A generalidade os jornalisas, não passa de militantes de extrema-esquerda a soldo de quem paga mais. A SICLIXO do senhor Globalsemão bate recordes de abjecção.

Vídeos de:

sábado, 5 de janeiro de 2019

VÍDEO: Israel sob fogo, jornalistas felizes!



No microscópico Estado de Israel, cercado por 1 bilião e 800 milhões de maometanos hostis, os judeus são atacados diariamente desde a invasão islâmica, há 1400 anos. A podre classe dos jornalistas diz é ao contrário, verberando os judeus por não se colocarem à frente das balas, das bombas, das facas ou dos carros dos terroristas.

Desespero de famílias judias atacadas com foguetes oriundos de Gaza é ignorado pela mídia. 
Terroristas palestinos dispararam cerca de 200 foguetes e mísseis contra comunidades israelenses próximas à Faixa de Gaza no fim de semana. A maioria atingiu campos abertos ou foi derrubada pelo sistema anti-míssil Iron Dome, mas alguns causaram danos, atingindo uma sinagoga vazia e a casa de uma família de israelenses, entre outros locais. 
Eis o depoimento de uma das vítimas do terror palestino: 
“Todos os vidros da sala de estar voaram em nossa direção, toda a casa estava cheia de fumaça, havia sangue por toda parte, gritos e loucura. Os vizinhos ligaram para os serviços de emergência, eu tinha estilhaços no rosto e nas pernas, minha esposa e filha tinham em suas cabeças ”, lembrou Bucharis. 
"Houve gritos, choque e sangue. Muito sangue. A sala desapareceu, a televisão explodiu. … Foi uma sorte minha esposa ter ido buscar algo na cozinha.” 
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

"Homem agride mulher grávida em rua do Funchal"



Agradeça aos nossos políticos e a todos os que estão no negócio dos "refugiados".

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A notícia rebentou ontem à hora de almoço: um homem agrediu selvaticamente uma mulher, grávida de 8 meses. 
Uma testemunha conseguiu filmar parte da cena.
É claro que o vídeo vai ser rapidamente retirado, sob o pretexto cínico de que é "violento". O ISLÃO QUER, PODE E MANDA, meus amigos!



Tão depressa como apareceu, a notícia desapareceu. O agressor é muçulmano

 

Os media só voltaram a tocar no assunto para assegurar que "está tudo bem". Os comentadores - mesmo os mais afoitos - foram silenciados.
A vítima disse ter-se tratado de "uma queda". As quedas muçulmanas são assim.
Já quando o Cardeal Cerejeira do actual regime (o Todo-Gracioso David Cotoveladas Munir) espancou a esposa, foi tudo rapidamente varrido para debaixo do tapete: 

O Xeque Vai Nu



A ideologia oficial ordena que o tratamento comum e aprovado pela religião islâmica em relação às mulheres seja escondido. A justificação é o eterno "porque pode despertar o ódio"
Os mais entusiastas lacaios apologistas do Islão  lembram que não são apenas os muçulmanos que agridem as mulheres. Infelizmente, as mulheres sofrem abusos noutras sociedades, mas apenas o Islão permite e encoraja o espancamento das mulheres, os chamados crimes de honra, a escravatura sexual, a mutilação genital feminina, o estupro de mulheres "infiéis" e outras práticas bárbaras.
As fotos mais acima, por exemplo, são de mulheres que tiveram narizes cortados, olhos arrancados, ou foram regadas com ácido, por exemplo por causa de ofensas cometidas pelos irmãos.

Visite as nossas secções:   


É proibido reformar o Islão, é proibido sair do Islão vivo:

 Via Lei Islâmica em Ação
  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

 Esta mulher sudanesa vestiu calças:


Muçulmanas em França declaram gostar de apanhar pancada:



Autoridade muçulmana ensina a espancar as esposas:




O Islão permite a escravatura sexual, não poupando sequer as crianças:

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"



Esta teve sorte; casou já velha, com 11 anos. Mas é permitido casá-las a partir de 1 ano de idade:


No casamento pedófilo islâmico as meninas morrem frequentemente, devido a hemorragias e à acção dos noivos que por vezes usam facas para alargar a vagina das meninas e permitir consumar a relação:



As mulheres são maltratadas e proibidas de existir - a não ser como escravas. Eles preferem jovens meninos. Ser proprietário destes jovens escravos sexuais é sinal de status:



Xeque "palestino" manda os colonos muçulmanos violarem as mulheres europeias (violar e matar as israelitas já é corriqueiro, como demonstrámos exaustivamente neste blogue). Eles cumprem, com zelo: 

"Violada em grupo à frente do namorado" - o que o CM não conta...

Nigeriano enriquece culturalmente jovem italiana (em 18 partes)




São as mulheres ex-muçulmanas que estão na vanguarda da luta contra a barbárie:


Mas as neo-feministas, estilo Leonor Poeiras e assim, adoram o Islão:


Casamento em massa de 450 meninas com adultos, promovido pelo Hamas (amado pela Esquerda, Islamistas, Nazis & Companhia) em Gaza:



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E o Professor Martelo, entre uma visita de submissão à sede mundial do Islão e uma engraxadela às babouches do Munir, lá vai dizendo que "a alma árabe é o fundo da alma portuguesa"!


"Marcelo Rebelo de Sousa: Deus deu-lhe a inteligência, o Diabo deu-lhe a maldade"

domingo, 4 de novembro de 2018

Jornalista assassinado por afro-americano que "queria matar um branco"

"Jamal Khashoggi - Jamal Khashoggi - Jamal Khashoggi - Jamal Khashoggi"... 
Há alguém no planeta, por esta altura, que não saiba quem era Jamal Khashoggi?
Jamal Khashoggi era um terrorista da Al-Qaeda e da Irmandade Muçulmana, guindado pelos jornalistas para todo o serviço à condição de herói e mártir... porque isso serve para atacar "o Trâmpe, pá":
Jamal Khashoggi - A verdade sobre o "jornalista" assassinado
E Jerry Wolkowitz, alguém sabe quem era?
Jerry Wolkowitz também foi assassinado, mas ninguém o referiu, porque:
- era americano
- era branco
- era judeu
- foi assassinado por um negro racista
Para a esquerda, que domina completamente a Imprensa, são tudo motivos para festejar...
O assassino admitiu que "queria matar um branco", e, para levar a cabo tão nobre desígnio, espancou  Jerry Wolkowitz e passou-lhe por cima com o seu carro, um Chevrolet Malibu.



Um jornalista judeu foi assassinado por um negro racista que queria matar um homem branco ... nenhum jornalista fala sobre isto, eles preferem Jamal Khashoggi, um activista anti-semita islâmico.

O mundo da Imprensa deplora a morte de Jamal Khashoggi, um activista islâmico saudita e turco, odiador de judeus e apoiante do Hamas.  


Ninguém fala sobre Jerry Wolkowitz, um jornalista judeu americano assassinado por um racista negro anti-branco - precisamente porque o criminoso é um racista negro. 

Não acredita?

Procure no Google por  Jamal Khashoggi: A pesquisa dá 58.400.000 resultados.

Agora procure no Google por Jerry Wolkowitz: encontrará um artigo na Newsweek, um na ABC News, um no DailyCaller.com e outro no ... .. Asbury Park Press, onde Jerry trabalhava.


  A Esquerda usou a morte de Khashoggi para mais um ataque contra Trump:


O Washington Post reclama da morte de Khashoggi, um islamista anti-semita estrangeiro. Mas não dá qualquer atenção ao assassinato de um jornalista judeu americano.
E eles atrevem-se a chamar-se a si mesmos jornalistas: a verdade é que estes jornalistas são activistas, activistas desprezíveis.


 O terrorista Jamal Khashoggi:




Jerry Wolkowitz, foto-jornalista e filho de sobreviventes do Holocausto, foi vítima de um violento ataques racista há 6 meses. Morreu há três dias, aos 56 anos, tendo passado quase seis meses em assistência respiratória.
Aqui está a descrição do ataque publicado em 31 de Maio no USA Today (1):

"As autoridades disseram que Wolkowitz foi atacado pelas costas no parque de estacionamento do complexo de apartamentos Harding Road, onde Wolkowitz morava.
Ele foi socado na cabeça e arrastado para o estacionamento antes de ser esmagado por um Chevrolet Malibu.
O seu Kia azul foi então roubado.
A Polícia encontrou Wolkowitz deitado no chão do parque de estacionamento, por volta das 7h15, ferido na cabeça e no corpo. Os paramédicos levaram-no para um hospital não revelado, onde ele ainda está em estado crítico".



O assassino racista Jamil.


A Polícia acusou Jamil S. Hubbard, 25 anos, de Sayreville, de tentativa de homicídio e posse de uma arma de fogo para fins ilegais. 

As autoridades disseram que Hubbard não conhecia Wolkowitz mas tomou-o como alvo por causa da sua raça. Hubbard é preto e Wolkowitz era branco. 

Hubbard "admitiu que tinha escolhido [Wolkowitz] porque ele era um homem branco", disse Keri-Leigh Schaefer, vice-procurador do condado de Monmouth, durante uma audiência realizada em Setembro de 2018. "Embora Hubbard nunca tivesse visto Wolkowitz, ele quis matá-lo", explicou.
Como sabemos, isto não se encaixa na propaganda racista da esquerda, que quer acusar os homens brancos de dominarem e oprimirem os negros. Eles decidiram esconder este terrível ataque do público para não "jogar o jogo da extrema direita".


Jamil esmagou Jerry com o seu luxuoso Chevrolet Malibu, um carrito típico de gente oprimida e alvo de muita discriminaçãozinha. 

Wolkowitz era jornalista freelancer e fotógrafo de várias publicações, incluindo a Asbury Park Press.
Era também paramédico voluntário numa equipa de primeiros socorros e resgate. 

Wolkowitz foi descrito como uma "alma inocente" pelos para-médicos que o recolheram.
"Quando entrei no seu quarto pela primeira vez, eu estava a meio caminho entre chorar e gritar de raiva", disse o capelão da equipa, M. Olivarius, que visitou Wolkowitz duas vezes no Hospital, e disse: "Os seus ferimentos são indescritíveis".


6 meses de agonia.


A vítima esteve hospitalizada algumas semanas antes de ser transferida para uma unidade de cuidados a longo prazo, onde permaneceu até que os seus rins foram afectados.
Os membros da família visitaram-no todas as semanas até à sua morte. Nos meses seguintes ao ataque, os parentes de Wolkowitz permaneceram à sua cabeceira, devido a infecções e falência de órgãos.


 Não faz mal, era apenas um branco, e ainda por cima judeu.

"Na quinta-feira, a Asbury Park Press anunciou que Wolkowitz, que trabalhou para o jornal durante anos, morreu aos 56 anos, depois de passar meses em estado vegetativo", escreveu Jenni Fink para a Newsweek há três dias (2) Não importa o jornalista judeu americano assassinado. 
Mas o Washington Post não publicou nada. Não importa um jornalista judeu americano assassinado. Apenas sobre jornalistas anti-semitas islâmicos.
Ouve-se em todos os lugares, a qualquer momento e em todos os canais de notícias, que a rectórica de direita leva ao racismo, à violência, à divisão e à extrema-direita que incita o ódio.

Não há debate, nenhum debate, sobre se os membros do Partido Democrata, como Obama ou Eric Holder, fotografados com o anti-semita Louis Farrakhan, ajudam ou encorajam este tipo de violência racista e anti-semita.

(1) https://www.usatoday.com/story/news/nation-now/2018/05/31/photographer-unresponsive-racial-attack/660890002/
(2) https://www.newsweek.com/ fils-holocaust-survivants-meurt-mois-après-agression présumée-accusée racialement-1177159

O terrorista islâmico Obama,(viste a nossa secção e descubra porque o designamos assim) na companhia dos terroristas islâmicos da organização terrorista Nação do Islão.


Este artigo foi pescado do site EUROPE-ISRAEL, dentre um oceano de notícias que os jornalistas escondem, e é apenas mais um que expõe a desonestidade brutal da classe jornalística e a sua cumplicidade na instauração da Nova Ordem Mundial globalista/comunista/islamista.
A promoção constante, por parte dos políticos de esquerda e dos jornalistas, de movimentos terroristas racistas como o Black Lives Matter, pode ter levado a mais este assassinato racista. Mas nada disso se pode discutir. A Esquerda é a Grande Dona da Verdade, perfeita, inquestionável!

http://www.europe-israel.org


NOTA: Este caso é uma gota de água no oceano. Quem se der ao trabalho de estar actualizado sobre a presente guerra aos infiéis (judeus e cristãos à cabeça) e às pessoas brancas, ficará perturbado.
Aqui vão alguns sites:


sábado, 27 de outubro de 2018

Porque é que bombas falsas enviadas aos democratas chocam mais do que cartas envenenadas enviadas aos republicanos?

Na sequência do post anterior:
Foi detido em ligação com este caso Cesar Altieri Sayoc, um homem de 56 anos, ex-stripper, ex-culturista, viciado em drogas, descrito pelos conhecidos como mentalmente perturbado, sem-abrigo. A Esquerda rejubila, pois aparentemente trata-se de um apoiante de Trump. Este não terá direito a ser considerado doente mental, como os terroristas islâmicos que matam inocentes. Esperam-no 58 anos de cadeia.

Bombas falsas projectadas para não explodirem, envoltas numa paródia da bandeira do ISIS, enviadas a odiadores de Trump, cheiram por demais a “surpresa de Outubro”.
Nota do Tradutor: Nas eleições norte-americanas os grandes "escândalos", muitas vezes artificiais, costuma rebentar nesta altura.


Crimes de Ódio da Esquerda atingem 600 Incidentes de Violência e Assédio.
Porque é que bombas falsas enviadas aos democratas são mais chocantes do que cartas envenenadas enviadas aos republicanos?
    Democratas têm uma história de rectórica que glorifica e encoraja a violência política
    Por Christopher Buskirk, Spectator, 26 de Outubro de 2018:
    Lembram-se de quando a Imprensa se sobressaltou com a notícia de que o veneno mortal ricina - o contacto com a pele pode ser mortal - foi enviado ao presidente Trump, ao senador republicano Ted Cruz, ao secretário da Defesa James Mattis e ao chefe de Operações Navais, almirante John Richardson?
  Lembram-se de todas as opiniões introspectivas perguntando se os ataques ao presidente foram longe demais? Ou se alegar que as políticas republicanas matam pessoas pode ser um incitamento à violência?
    Eu também não me lembro. Mas quem pode lembrar-se do que se passou há tanto tempo como 2 de Outubro deste ano?
    Existem algumas outras diferenças entre então e agora. Os alvos de 2 de Outubro foram o o presidente, o seu Secretário de Defesa, um oficial naval sénior e um senador republicano. E nessa altura, o comentário da Imprensa foi que os republicanos mereceram.
  Afinal, os democratas rotineiramente afirmam que os republicanos não são apenas cruéis, mas que, como Nancy Pelosi disse, "milhões, centenas de milhares morrerão" se os republicanos conseguirem o que querem. Que linguagem mais forte existe do que essa? E, se acreditarmos nessas declarações, a violência contra os republicanos torna-se um acto justificável - talvez até heróico - de autodefesa.
    Esse foi certamente o caso quando James Hodgkinson tentou o assassinato em massa de congressistas republicanos e funcionários que jogavam softball, no ano passado, enviando o representante Steve Scalise e outros quatro para o hospital.

O esquerdista James Hodgkinson alvejou republicanos e o caso foi ignorado pela Imprensa:


Hodgkinson foi voluntário do socialista Bernie Sanders, que declarou "É hora de destruir a Trump & Companhia" num dos muitos posts nas redes sociais anti-republicanos.
A CNN afirmou, num artigo de louvor, que o violento grupo paramilitar Antifa 'busca a paz através da violência', e os seus apresentadores Chris Cuomo e Don Lemon, defenderam as acções violentas do grupo, porque, como disse Cuomo, eles estão a 'lutar contra o ódio'.

Antifa e Black Lives Matter são grupos racistas e terroristas, que recebem treino militar dos terroristas islâmicos:

Bomba: Antifa estão a receber treino militar na Síria


 
  
   Tais acção são erradas não apenas pelas razões óbvias, mas porque são uma tentativa de apropriação de uma parcela legítima de influência política. Cada voto deve contar o mesmo, mas, ao imporem-se fisicamente a um representante eleito, os agitadores estão a tentar aumentar o seu próprio poder às custas dos seus concidadãos, usando o medo e não a razão.
NDT: É esta a definição de terrorismo. Foi assim que comunistas, nazis e fascistas subiram ao poder. A esquerda é e sempre foi terrorista.

    A outra diferença entre esta onda de pacotes e o ataque a Trump, Cruz, Mattis e Richardson é que o ataque de ricina era real e potencialmente mortal. As cartas realmente continham ricina. Os pacotes enviados a grandes democratas, incluindo Hillary Clinton, Barack Obama, George Soros, Maxine Waters e Joe Biden foram feitos apenas para parecer perigosos, de acordo com relatórios recentes.
    Como nenhum dos pacotes detonou e possivelmente não seria possível detonar, exige-se que nos confrontemos com as escolhas mais prováveis: Ou o remetente pretendia fazer mal, mas foi grosseiramente incompetente, ou o remetente nunca pretendeu prejudicar e queria que os pacotes fossem uma forma de criar agitação social.
    As notas que acompanham os pacotes parecem paródias de como os progressistas pensam que os republicanos falam. São tentativas hiperbólicas e ridículas de imitar sa linguagem dos rednecks, (NDT: saloios, caipiras) incluindo "Git r done", uma homenagem datada ao personagem Larry The Cable Guy do Blue Collar Comedy Tour.
   As notas remetem para os estereótipos democratas dos deploráveis ​​americanos que apoiam Donald Trump. Caso você não saiba, tanto a Esquerda quanto a Direita do establishment, conhecida afectuosamente como Conservatism, Inc., têm certeza de que todos que votaram em Trump são casados ​​com um irmão - ou queriam ser - mascam tabaco e agarram em cobras ao domingo nos serviços religiosos. E as notas jogam com essas caricaturas.

Antifas queimando a bandeira dos Estados Unidos:


    Estou inclinado a emitir a condenação da praxe contra a violência na política. E faço-o. No entanto, há algo de absurdo nisto. Porque devo envolver-me neste ritual de purificação? Eu nunca encorajei ou tolerei a violência política. Nem ninguém que conheço.
 (...) Afinal de contas, foi Eric Holder, e não Jeff Sessions, que disse aos seus fiéis seguidores: "Quando eles se baixam, nós damos-lhes pontapés" e foi Obama que disse aos fãs que o adoravam, que, quando encontrassem pessoas que discordassem deles,  "lhes dessem na cara".

O comunista e islamista Obama (visite a nossa secção, com 59 posts sobre o maometano queniano) dizendo aos seus seguidores republicanos para "discutirem com os vizinhos e lhes darem na cara":


E não esqueçamos o Editor de Justiça do grupo de extrema-esquerda Think Progress, que defendeu o assédio contra os republicanos 'onde eles comem, onde dormem e onde trabalham', há menos de 30 dias.

Ben Shapiro, norte-americano, conservador, judeu observante, apoiante de Trump, respondeu ao comunista do 'Think Progress' que se ele fosse confrontá-lo enquanto dormia - em sua casa, portanto - não seria improvável levar um tiro:


O tweet do comunista foi um apelo claro ao assassinato dos adversários, mas a um valente progressista, tudo é permitido:



No entanto, no dia em que os primeiros pacotes foram entregues, a CNN publicou uma manchete no ar dizendo que havia uma "caçada ao bombista em série que estava a atacar os alvos de Trump".
Os democratas têm uma história de rectórica que glorifica e encoraja a violência política, namoram com ela quando ela vem de grupos como o Antifa, e não hesitaram em alegar que o remetente desconhecido dos pacotes suspeitos estava a soldo de Trump.
Talvez as pessoas cujo senso de superioridade moral lhes permite pensar que o assédio, a intimidação e a agressão física são justificados pela chamada superioridade do seu próprio lado, devam assumir alguma responsabilidade. Mas eu suponho que eles diriam que eu estava a culpar a vítima.


 

Por outro lado, um cínico pode perguntar-se se estes pacotes não renderam aos seus destinatários um certo reconhecimento social ou credibilidade no universo progressista. E se assim for, alguém seria forçado a perguntar-se se, dado que os pacotes não eram, de facto, perigosos, se eles não geraram alguns ciúmes nos democratas que não foram visados.
Afinal, alguns candidatos presidenciais, como Bernie Sanders, foram desprezados - mas talvez o brincalhão não soubesse para qual das três casas do senador socialista ele deveria mandar o embrulho.

- Via The Geller Report, com tradução nossa.

A milionária comunista Madonna apelou a que se bombardeasse a Casa Branca, os apoiantes de Obama têm apelado sem cessar à eliminação física de Trump e dos republicanos, o milionário comunista Johny Depp apelou ao assassinato de Trump no Festival de Glastonbury, etc.:


Uma das tentativas de assassinato de Trump, por mais um perturbado, influenciado pela rectórica esquerdista; os jornaleiros omitem, é claro:

 

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

As FALSAS "bombas" contra o Partido Democrata

Psssst... Não perca o nosso post anterior:

Jamal Khashoggi - A verdade sobre o "jornalista" assassinado



Enquanto traduzíamos este texto, foi conhecida a identidade de um homem ligado às "bombas" enviadas a destacadas figuras de Esquerda nos Estados Unidos. Quem será Cesar Altieri Sayoc, que arrisca 58 anos de cadeia? Qualquer que seja a resposta, este artigo manter-se-á pertinente.


Bombas falsas que tresandam a falsidade


O mês de Outubro, durante as campanhas eleitorais americanas, é de surpresas de última hora e, às vezes, de tiros pela culatra. O comportamento dos democratas durante estes dois anos pode levar a tiros muito pela culatra.

A "caravana" que se lançou ao ataque da fronteira sul dos Estados Unidos é em si um truque muito sujo destina-se a mostrar a "monstruosidade" de Donald Trump (que já começou a enviar o Exército para proteger a fronteira), e mobilizar em massa o eleitorado democrata.

Ninguém pode ainda saber se as "bombas" enviadas a várias personalidades democratas são outro golpe muito baixo, mas parece que sim.
 

Apoiantes da Caravana pintaram suástica na bandeira norte-americana e queimaram-na:

Como os "refugiados" muçulmanos que invadem a Europa: homens jovens, e algumas mulheres e crianças para a fotografia.


As "bombas" são descritas como "bombas caseiras". Mas nem são bombas caseiras. Agentes de segurança especializados em explosivos (e agora os agentes da Polícia Federal) dizem que estão montadas de qualquer maneira, e que mesmo um amador principiante, que seguir um método de produção básico disponível na Internet, faria melhor, se quisesse fazer uma bomba que pudesse funcionar.

As bombas destinadas a atingir o seu destinatário são colocadas num envelope ou numa embalagem, sem exceder o tamanho do envelope ou da embalagem, e sem serem visíveis, sob pena de serem detectadas e interceptadas imediatamente. As bombas de que tratamos têm uma parte visível que sai do envelope e é vista imediatamente. Foram por isso interceptados imediatamente.

Além disso, nenhuma das personalidades referidas recebe directamente a sua correspondência: ela passa por intermediários, ou, para ex-presidentes, por agentes dos Serviços Secretos, e todos o sabem nos Estados Unidos.
Estas bombas não pretendiam atingir ninguém.

O caso está a causar um escândalo e um tumulto que era óbvio que a grande Imprensa (toda de Esquerda) iria aproveitar imediatamente. Sobretudo depois de um deles, a CNN, ter recebido um pacote, a grande  Imprensa (toda de Esquerda) apoderou-se do escândalo e da emoção.



Se um republicano ou um conservador (mesmo um muito estúpido) tivesse enviado estas "bombas" para causar um escândalo e um tumulto que era óbvio que a grande Imprensa (toda de Esquerda) iria aproveitar, ele alcançaria um grau de estupor abissal, e a acção jogaria jogar contra o seu campo.
Eu não excluo totalmente essa possibilidade. Mas acho-a muito próxima da exclusão.
Eu não procuro por um esquerdista odioso: os esquerdistas odiosos geralmente não são espertos o suficiente para jogar bilhar de três tabelas.
Inclino-me mais para um golpe muito retorcido, porque tudo leva a crer que assim é.
A investigação está a avançar rapidamente e deveremos saber rapidamente quem é o culpado.
A grande Imprensa (toda de Esquerda), a CNN na liderança, já incrimina a "violência verbal" de Trump e diz no ar que, por ouvirem Trump, pessoas sob a influência de Trump planeiam passar aos actos (para terem a certeza de que a sua mensagem - nada subtil - é bem entendida, os jornalistas acrescentam que todos aqueles que receberam "bombas" foram "alvos" de Trump).
Os líderes do Partido Democrata, em perfeita sincronia com os principais meios de comunicação (todos de Esquerda), dizem a mesma coisa.
Acusar um adversário político das torpezas e crimes de que se é culpado é um subterfúgio de agitador totalitário. Agitadores totalitários estão a proliferar nos Estados Unidos no momento.

Na nossa secção TRUMP, publicámos muitos vídeos (entretanto quase todos excluídos pelo YouTube) de ataques contra eleitores e simpatizantes de Trump. Este (muito censurado pelo Youtube) é de um gangue racista negro que torturou um jovem branco com deficiência mental, por este apoiar Trump:



Donald Trump nunca pediu violência contra os seus oponentes, e ele não pratica nenhum "abuso verbal". Ele é irónico quando lida com pessoas mentirosas, como Hillary Clinton ou Elisabeth Warren.
Ele pode ser contundente com os seus oponentes. Ele critica a grande Imprensa (toda de Esquerda), com razão.
Os grandes meios de comunicação norte-americanos (todos de Esquerda) já não dão informações; tornaram-se meros órgãos de propaganda, desinformação e incitação ao ódio.

Ódio em horário nobre: quem não se lembra deste nojo, que foi a cabeça decapitada de Trump nas mãos da "comediante" esquerdista Kathye Griffin?



Os apelos à violência vieram da Esquerda americana. Estritamente todos.
Nenhum veio dos republicanos. Estritamente nenhum.
E a violência seguiu os apelos à violência da esquerda.
Ataques contra republicanos ocorreram em restaurantes, aeroportos, cafés e ruas. O Congresso foi invadido por hordas selvagens de esquerdistas excitados. E os políticos de Esquerda que pediram violência não disseram nada para pará-los, muito pelo contrário.
Um clima deletério foi criado. Pela esquerda.

Após os apelos à insurreição civil por parte do Partido Democrata, os actos de violência e vandalismo aumentaram:
 

O ex-procurador-geral Eric Holder cita a mentira da Big Mama Michelle Obama: "Quando eles se baixam, nós ficamos ficamos de pé". Então ele diz: "Não. Não. Quando eles se baixam, nós damos-lhes pontapés!". As pessoas, nesta pequena reunião de campanha, riram, aplaudiram, e gritaram: "Porrada! Porrada! Porrada!".

Um proeminente congressista, um republicano, Steve Scalise, quase morreu sob as balas disparadas por um admirador de Bernie Sanders.
Uma carta com veneno foi enviada recentemente, num envelope (bem fechado desta vez), para John Kelly e para a senadora republicana Susan Collins, com múltiplas ameaças de morte: o rícino é um veneno violento, e esse não foi caso de "false-flag". Havia de facto veneno nos envelopes.
Nenhum democrata sofreu o que Steve Scalise sofreu ou mesmo o que John Kelly e Susan Collins sofreram. O único mal que John Kelly cometeu foi estar a trabalhar para Trump na Casa Branca. A única falha de Susan Collins é que ela votou pela nomeação de Brett Kavanaugh para o Supremo Tribunal.
Nenhum republicano, nenhum conservador, atacou um membro da Esquerda americana.
Já é tempo de os danos causados ​​pela Esquerda americana terminarem.
A esquerda americana está a deslizar em direcção ao fascismo.
Eu tenho que repetir. Já há dois anos que este estado de coisas dura! Dois anos! Chega!

Desde a vitória de Trump que a Esquerda tem mostrado toda a sua "tolerância":


No dia em que as "bombas" foram descobertas, o jornal de extrema-esquerda New York Times publicou uma ficção sobre o assassinato de Donald Trump por agentes dos Serviços Secretos, devido ao "conluio" entre Trump e Rússia (Devemos dizer que não há qualquer "conluio" entre Trump e Rússia, mas que os democratas usaram os serviços russos para jogar sujo contra Trump nos últimos meses da campanha eleitoral de 2016).


Não foi um apelo ao assassinato do Presidente, mas parecia que sim. Muitos comentários de felicitações "Ah, se isso  se tornasse realidade..." foram publicados em redes sociais.

Se este tipo de encenação tivesse sido feito com Obama, os responsáveis teriam sido presos:

As eleições de 6 de Novembro são cruciais.

Os democratas estão a perder terreno. Só podemos esperar que eles percam muito mais.

 Guy Millière para dreuz.info