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domingo, 2 de dezembro de 2018

Quem se preocupa com o genocídio dos curdos? (VÍDEO)

O ditador turco recruta todas as milícias armadas e facções jihadistas para destruir os curdos.
Aqui está um pequeno vislumbre dos crimes de guerra turcos (clique na imagem para aceder ao vídeo, sff):

https://www.facebook.com/THEPALESTINIANLIECC/videos/vb.379392212103048/1851891101606642/?type=2&theater


A armada de jornalistas de todo o mundo, mobilizada para condenar Israel por se defender dos terroristas do Hamas, do ISIS, do Hezzbollah, da Fatah e dos milhentos grupos que atacam o Estado judaico, está-se completamente nas tintas para o genocídio dos curdos, dos yazidis, dos cristãos, e de todas os infiéis em terras de Islão.
Mostrar na TV o genocídio diário cometido pelo Islão? Fora de questão! nada que prejudique a imagem da Religião da Paz!
A ONU hoje em dia existe basicamente para destruir Israel.
A União Europeia continua a financiar organizações terroristas que visam a destruição de Israel e o genocídio definitivo dos judeus.




Desde o 11 de Setembro, 34227 ataques terroristas cometidos em nome da "Religião da Paz" (confira a lista detalhada). Estes foram os contabilizados. Há muitos mais que não chegam a ser conhecidos ou são camuflados pelas autoridades.
Na semana de 24 a 30 de Novembro, 25 ataques islamistas, 168 mortos, 144 feridos, quatro bombistas suicidas, 12 países beneficiados pela Religião da Paz.

Em Outubro de 2018, 158 ataques terroristas em nome do Islão,  801 mortos, 712 feridos, 11 bombistas suicidas e 20 países agraciados com a paz do Islão.
Dizer a VERDADE é considerado "incitar o ódio" e "islamofobia".
Hoje em dia o que importa é amar quem nos assassina, "Don't look back in anger",  velinhas e florinhas e ursinhos de peluche, "a cultura deles é matar-nos por isso temos que aceitar", etc..
Efeméride do dia: a 2 de Dezembro de 2015 um casal muçulmano muito religioso levou a Paz a uma festa de Natal. Foi na Califórnia, e os 14 mortos conheceram em primeira mão a maravilha que é a Religião da Paz!


Incitar o ódio contra as vítimas do Islão, especialmente contra Israel, isso sim, já vale!
Agora andam aí meia dúzia de gatos pingados comunistas/islamistas a protestar contra a Eurovisão em Israel. Porque Israel se defende do Hamas. Mas quem os vê a protestar contra os 57 países islâmicos que, todos eles, massacram "infiéis", dissidentes políticos, homossexuais, migrantes, mulheres, crianças?

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Erdogan lambuza menina de 6 anos e augura-lhe futuro como mártir

Num acto de propaganda bizarro, ao instar a nação a estar pronta para a mobilização, o líder turco convidou uma menina de 6 anos em uniforme militar a ir ao palco e assegurou à criança (que chorava) que ela receberia honras do estado se fosse morta.
Recep Tayyip Erdogan chamou a menina, que usava uma roupa de estilo militar e uma boina encarnada, ao palco. "Nós temos os nossos boinas encarnadas aqui. Mas os boinas encarnadas nunca choram. Ela também tem uma bandeira turca no bolso. Se ela morrer como mártir pomos-lhe a bandeira em cima, Alá seja louvado", e a multidão aplaudiu.
Na segunda-feira, a Turquia deslocou forças especiais da Polícia para a região de Afrin para uma "nova batalha" contra a milícia do YPG curdo, apesar de um apelo da ONU no fim de semana para um cessar-fogo em toda a Síria.



- Via BARE NAKED ISLAM 

Recolha-se um instante e imagine o clamor global que seria se o "Trâmpe" ou o Netanyahu tivessem protagonizado um episódio assim.  
Erdogan é o exemplo acabado do maometano "moderado". A Turquia é membro da NATO e candidata a membro da União Europeia. E é um país absolutamente moderado e delicioso!  
Nunca esqueceremos, por exemplo, os urros de "Allahu Akbar" com que os adeptos turcos saudaram o minuto de silêncio pelas vítimas da jihad em Paris:

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Jornalista Iraniana Neda Amin já está em segurança em Israel

Na sequência de:


Neda Amin, jornalista de origem iraniana, refugiada na Turquia, de onde colaborava no site persa do The Times of Israel, chegou em segurança a Israel na manhã desta quinta-feira, e foi recebida no aeroporto Ben-Gurion por David Horovitz, do The Times of Israel.
Amin estava a  ser ameaçada com a deportação iminente pela Turquia. Se nenhum país a acolhesse, ela seria enviada de volta para o Irão, onde temia pelo seu destino.
Depois de o The Times of Israel ter alertado as autoridades israelitas para a situação, os funcionários do governo imediatamente responderam e abriram o caminho para sua vinda segura para Israel.
"Obrigado", disse Amin, uma e outra vez, quando chegou, abraçando Horovitz. "Vocês salvaram-me." 
Horovitz agradeceu a todos os funcionários israelitas que trabalhara para garantir a segurança da jornalista. "Estou orgulhoso de viver num país que respondeu tão prontamente para ajudar alguém que estava em perigo".
"Assim que trouxemos o caso de Neda à atenção das autoridades israelitas, todos foram prestáveis e profissionais", disse ele.
Amin escreveu regularmente para o site persa do The Times of Israel e fez algum trabalho por conta própria. "Ela temia pela sua vida, e o seu trabalho para o The Times de Israel era aparentemente um factor, então eu senti que nós tinhamos a obrigação de garantir o seu bem-estar, e estou muito grato a todos os funcionários israelitas a quem pedi assistência e que responderam imediatamente", disse Horovitz. Os funcionários do consulado de Israel em Istambul, realçou, foram particularmente úteis.
O ministro do Interior, Aryeh Deri, que emitiu o visto para a sua entrada no país, anunciou esta quinta-feira: "Bem-vinda a Israel!".

Amin havia apelado para as Nações Unidas na Turquia para a protegerem, observando que a ONU anteriormente a designara como refugiada, em 2015, e também apelou para organizações de direitos humanos e outras para intervirem em seu nome.

A ONG UNWatch emitiu uma petição a favor de Amin, alertando que estava "em grave perigo se fosse deportada para o Irão".
Amin, de 32 anos, fugiu do Irão para a Turquia em 2014.
Fonte

Conta o editor do The Times of IsraelDavid Horowitz:
(...) Passei parte desta quinta-feira com Neda, ouvindo mais da sua história.
Contou-me que o último ano e meio foi terrível. Diz que foi convocada para interrogatório pelas autoridades de segurança turcas não menos que seis vezes, acusada de ser uma espia, que lhe ofereceram grandes somas de dinheiro para trabalhar para eles, e a ameaçaram de deportação para o Irão. 
Numa sessão, ela perguntou: "É ilegal escrever para  a Imprensa israelita?" Não, responderam-lhe. "Então, porquê todos estes interrogatórios?". Explicaram-lhe: "Nós não gostamos de trabalhar com Israel, e não gostamos que você trabalhe com Israel".
Ela disse que o seu apartamento foi invadido recentemente. Ela acha que Chica (NDT: a sua cadela pastor alemão de 27 quilos) assustou quem quer que lá tenha entrado. Nas últimas semanas, ela não dormiu em casa - estava demasiado assustada. 
Foi-lhe dito que iria enfrentar a deportação em, ou após, 5 de Agosto, e estava a lutar junto dos Tribunais turcos para o evitar, quando Israel lhe abriu as portas.
Tenho certeza de que há muito mais na sua história. Não tenho ideia de como vai continuar a partir daqui.
Mas, como jornalista, que muitas vezes critica muito o que é feito aqui, que se preocupa com muitos aspectos deste país, eu sinto-me bastante orgulhoso do Estado de Israel hoje.
Nós acreditamos que uma vida estava em perigo, e nós agimos para garantir que o perigo fosse evitado. Um pequeno episódio na vida da nossa nação. Um bom episódio.
Fonte


- David conta também que Neda chegou hoje ao aeroporto com a sua imponente cadela Chica pela trela. Enquanto não são conhecidos detalhes da operação que levou a jornalista em segurança para Israel, fazemos votos de que seja feliz no seu novo lar. 


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Jornalista iraniana em fuga para Israel presa pelas autoridades turcas




O ministro da Administração Interna de Israel concedeu asilo político no país a uma jornalista iraniana, mas esta não chegou a embarcar, tendo sido presa pelos turcos.

Neda Amin, uma jornalista iraniana que recebeu asilo político em Israel este domingo, foi presa na Turquia e deverá ser entregue às autoridades iranianas, informou o site de notícias em língua árabe, Al Masdar.
 
O Ministério dos Negócios Estrangeiros em Jerusalém confirmou que Amin não embarcou no seu voo, programado esta segunda-feira, de Istambul para Tel Aviv, mas recusou-se a confirmar se foi presa. Os porta-vozes do Ministério disseram na manhã de segunda-feira que estavam a investigar os relatórios, mas não abordaram o problema desde então. 
Amin obteve garantia de asilo no domingo, pelo ministro da Administração Interna, Aryeh Deri, depois de ter escrito uma carta apaixonada na semana passada, perguntando aos países ao redor da bacia do Mediterrâneo se lhe davam asilo, para evitar ser enviada de volta para o Irão. 
Amin, de 32 anos, contestou as autoridades iranianas no início desta década, numa série de artigos críticos do regime, e fugiu do país em 2015, depois de o seu livro Zenjir ("A Corrente") ter sido banido. 
Desde então, ela viveu com estatuto de refugiada na Turquia, mas o seu trabalho para o site do Times of Israel, com sede em Jerusalém, levantou as sobrancelhas da Turquia e do Irão. De acordo com a ONG UNWatch, a Organização Nacional de Informações da Turquia (MIT) seguiu a Amin "por um longo período de tempo" (...) Os meios de comunicação em língua árabe relataram segunda-feira que Amin foi indiciada várias vezes por traição, devido ao seu trabalho seu trabalho na Imprensa israelita, um crime capital no Irão. 
"Eles (autoridades turcas) perguntavam-me continuamente porque escrevia para um jornal israelita e com quem tenho conexões em Israel. Embora eu tenha dito repetidamente que sou apenas jornalista, eles acusaram-me de ser uma espia a soldo de Israel", disse Amin à UNWatch.

Em 5 de Julho, Ankara informou Amin que ela tinha perdido o estatuto de refugiada e deu-lhe 30 dias para sair do país.
Não está claro porque é que Ankara decidiu expulsar Amin. O presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, no entanto, ganhou uma reputação de hostilidade para a Imprensa. Mais de 30 por cento - 81 de 259 - dos jornalistas actualmente presos em todo o mundo foram presos na Turquia, incluindo 17 jornalistas do diário Cumhuriyet, que foram acusados ​​, mo mês passado, de ajudarem e encorajarem organizações terroristas.
"Esta é uma jornalista que enfrenta um perigo real para a sua vida, apenas por escrever colunas num site de notícias israelita", afirmou Deri.
Por: TPS


- Sugerimos uma visita à nossa secção TURQUIA, para alguns highlights sobre este Estado bárbaro, supremacista islâmico, imperialista, genocida e terrorista. E há quem em Portugal, no Brasil e no Mundo Livre em geral, apoie regimes como os da Turquia e o Irão, e odeie Israel e o Ocidente... As vossas orações para Neda Amin. Dar-vos-emos conta de iniciativas pela sua libertação.

Efeitos do islamismo numa mente outrora sã: o popular cantor e compositor britânico Cat Stevens apoia a pena de morte para o escritor persa Salman Rushdie (por "heresia", leia-se liberdade de expressão) e faz questão de ser ele a executá-la:

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Turquia: Islamistas de Erdogan torturam e lincham jovens soldados

O PAÍS QUE QUER ENTRAR NA UNIÃO EUROPEIA:


BÁRBAROS! BESTAS HUMANAS! - Após o Golpe de Estado falhado, na Turquia, que talvez tenha sido propositadamente falhado, os jovens soldados (que pouparam os islamistas) foram entregues à fúria da multidão islamista.


Homens de Erdogan comportam-ser como os terroristas do ISIS com os soldados do Golpe

As imagens do Partido Islâmico Justiça e Desenvolvimento (AKP) a torturarem soldados golpistas chocaram o mundo nas redes sociais.

Sites árabes mostraram as mesmas imagens de soldados turcos mortos por militantes islâmicos. 

Outros soldados foram espancados com chicotes e cintos pelos islamistas, na manhã de sábado, 16 de Julho de 2016, em Ancara, na sequência do golpe fracassado na Turquia.


Proverbial cobardia e sadismo islâmico, exercido sobre os jovens soldados que cumpriram ordens, que não atacaram a população - e que, para cúmulo, talvez tenham participado, sem o saberem, numa encenação do próprio Erdogan.

Após ter amordaçado a Imprensa e posto os jornalistas na prisão, condenados a penas de centenas de anos, o "democrata" Recep Tayyip Erdoğan prepara-se agora para exercer a tirania e a barbárie islâmica generalizada e instituída.

Sob o pretexto de "defender a democracia", as forças de segurança na Turquia, apoiadas por militantes islâmicos, têm carta branca para abusar de qualquer prisioneiro que caia nas suas mãos.

O destino dos soldados do golpe não poderia ser mais incerto,
como testemunham as cenas de linchamentos públicos.


Entregues à sede se sangue dos islamistas, muitos jovens soldados foram esquartejados.
 
O Exército e a Polícia também receberam o apoio incondicional do Partido da Justiça e Desenvolvimento Islâmico (AKP) para perpetuarem a impunidade nas prisões, neste país muçulmano. Humilhações e maus tratos serão permitidos se forem cometidos sob o falso pretexto de "proteger a democracia".

A contínua falta de respeito pelo Direito Internacional e pela dignidade humana na Polícia e no Exército da Turquia é tão impressionante quanto desprezível.

Acabados de sair da adolescência, os soldados foram literalmente entregues às feras.



Qual é a diferença entre os homens de Erdogan e os terroristas do ISIS?

Em muitos casos, o tratamento dado aos soldados golpistas tem semelhanças notáveis com métodos de tortura do ISIS.

Ambos (Erdogan e ISIS) têm a mesma ideologia e o mesmo objectivo: os primeiros agem em nome da democracia (em que eles não acreditam), os segundos agem sem hipocrisia nem cálculo político. Os primeiro dão tempo ao tempo até atingirem a meta, os segundos estão com pressa.

Soldados turcos foram mortos com facas e machados:



Informações chegadas da Turquia relatam que os soldados golpistas estão a sofrer abuso sistemático e tortura cometidos por detrás das paredes do centro de interrogatório dos serviços de informações de Ancara.

Testemunhos documentados, reunidos por grupos de Direitos Humanos, mostraram que os homens interrogados sofrem abuso físico, privação de sono, ameaças ou combinação de abuso e outros tratamentos degradantes.

Imobilizados durante horas, amarrados a uma cadeira, mãos e pés atados, não podem exercer os seus direitos de defesa. Foram também impedidos de ver um advogado, no inferno do centro de informações Ankara.



 Islamistas desancam os jovens soldados. 

Lembramos que a Turquia criou apoia o ISIS.
  

Os movimentos de defesa dos Direitos Humanos afirmam que desde 2003, o uso da tortura em prisões na Turquia aumentou e tornou-se sistemático. Violações das Convenções contra a Tortura são agora comuns, uma vez que o regime de Erdoğan se reforçou.

Durante este tempo, os muçulmanos em todo o mundo têm mostrado o seu apoio a Erdogan e acham que estes soldados golpistas merecem as torturas bárbaras a que são submetidos.


© Souhail Ftouh para Europe Israël

Pode reproduzir o artigo com a menção acima. Interpolámos comentários a castanho. Não queremos ter muitas visitas neste blog. Queremos encorajar a que as nossas visitas procurem e explorem sites como este - clique no logótipo, sff:


http://www.europe-israel.org/

sábado, 16 de julho de 2016

O que se passou na Turquia?

 

Passou-se que os líderes pró-democracia do Exército turco tentaram um Golpe de Estado antidemocrático, para restaurar a democracia, sequestrada por Erdogan, que é contra a democracia e a favor de um regime islamista, mas foi eleito democraticamente, porque os muçulmanos, quando votam, votam contra a democracia e pelo islamismo.
O golpe falhou, e o seu fracasso será um pretexto para acelerar o regime ditatorial que Erdogan vem intensificando desde há por 4 anos.
Erdogan apoia e continuará a apoiar o ISIS/Estado Islâmico, para desestabilizar o Médio Oriente e poder assim reerguer o Império Otomano. Até agora, foram presos 1563 elementos das forças armadas, 1.154 pessoas ficaram feridas e 90 morreram.
Erdogan tem-se tornado cada vez mais autoritário e autocrático, distanciou o país da democracia e aproximou-se do Islamismo. Deixou os colonos muçulmanos do Médio Oriente, Paquistão e Norte de África invadirem o país, e inundou com eles a Europa para colocar pressão sobre os fracos líderes europeus que temos.
Foi só isto que se passou.

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Império Otomano: A "Grande Turquia" que Erdogan os seus eleitores sonham restaurar.

Toda a gente está preocupada. E com razão. A Turquia é o país herdeiro do extinto Império Otomano, que se aliou aos Alemães na Primeira Grande Guerra e se desmoronou em consequência da derrota. Com a queda do Império Otomano, alguns países reconquistaram a soberania (Israel é um exemplo) e outros foram criados artificialmente (a Jordânia é um exemplo). 


'Cá uma beijoca: Muããããã!!!!...' 

Toda a gente gosta do ditador genocida Erdogan...


Enquanto tenta entrar na União Europeia (para islamizar a Europa a partir de dentro), a Turquia continua a financiar o ISIS:

ISIS - Turquia criou o Monstro

Erdogan sonha acordado com o restabelecimento do Império:

Erdogan pede meças ao Gato Fedorento!

E vai procedendo calmamente ao genocídio dos curdos (que continua o dos Arménios, também censurado pelos media e Companhia) ante a impassibilidade da Comunidade Internacional, dos políticos e dos jornalistas (todos sempre tão preocupados quando as forças de segurança em Israel abatem um terrorista, como ontem foi abatido o terrorista de Nice):

Turquia bombardeia Curdos


Nos intervalos da sua actividade genocida e dos seus sonhos neo-nazis os terroristas neo-nazis do Hamas:

Terrorista que ajuda terrorista...

 ...tem mil anos de virgens de olhos negros no paraíso!

(Psssst... pssssttt... Mas sabe qual é o problema do Médio Oriente, do Mundo, quiçá até da Via Láctea e arredores?

É Israel, o único país livre, democrático e estável do Médio Oriente!)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ISIS - Turquia criou o Monstro

Sem a Turquia, o ISIS não existiria 


Ancara sempre apoiou economicamente e militarmente o Estado islâmico. A evidência hoje é inegável.

No Afeganistão, os taliban tinham o apoio oculto do Paquistão; na Síria e no Iraque, o ISIS/Estado Islâmico/Daech tem tido o da Turquia. Em ambos os casos, um dos principais aliados da coligação formada para lutar contra os islamitas jogou e joga um jogo duplo.

O Daily Mail  foi dos poucos jornais que divulgou o financiamento do ISIS pela Turquia. Outros líderes terroristas foram abatidos pelas forças aliadas.

A prova do jogo duplo de Ankara foi revelada durante o ataque contra Abu Sayyaf, na Síria, em Maio, por forças especiais dos EUA.

Passaportes de terroristas do ISIS com carimbo de Istambul, Turquia!

Abu Sayyaf, que foi morto durante o ataque, foi um dos principais líderes do Estado Islâmico e de alguma forma o seu ministro das Finanças. Os documentos encontrados durante a operação mostram claramente que ele estava directamente relacionado com funcionários turcos, diz o Guardian.

Instalações abandonadas pelos terroristas do ISIS/Estado Islâmico, no norte da Síria.


Abu Sayyaf tinha uma responsabilidade especial no Daech/ISIS/Estado Islâmico, que consistia venda de petróleo e gás
no mercado negro, o que representou uma receita de até 10 milhões de dólares por dia.
Documentos e discos rígidos de computadores apreendidos no ataque revelam como "claras" e "inegáveis" as ligações entre a Turquia e o Daech e isso pode ter profundas consequências para as relações entre Ancara e seus aliados ocidentais.
Documentos abandonados pelos terroristas.
 

Isto provavelmente explica a decisão finalmente tomada pela Turquia, de lançar ataques contra o Daech, embora a sua intervenção militar seja dirigido principalmente contra os curdos... que lutam contra o Daech. "Os turcos não mudaram a sua mentalidade, é simplesmente uma reação à pressão dos norte-americanos e outros", disse um diplomata ao Guardian. 

"A Turquia criou um monstro"


Membro da NATO, a Turquia tem sido de há muito acusada por especialistas curdos, e até mesmo pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden, pelo que era então considerado uma gaffe diplomática: não fazer nada para impedir o fornecimento de armas e combatentes voluntários ao Daech através da fronteira com a Síria.


Mas a cumplicidade e a colaboração atingiu níveis muito mais elevados e nunca antes imaginados. Em Novembro de 2014, um veterano da Daech explicou que o Estado Islâmico considera a Turquia como um aliado:

    "Os comandantes do Daech disseram-nos que não temos nada a temer, porque a cooperação com os turcos é completa ...

    O Daech considera o exército turco como seu aliado, especialmente quando se trata de atacar os curdos na Síria".


A Turquia denunciou-se. Como foi explicado por um diplomata ocidental ao Wall Street Journal no início deste ano:

    "A Turquia criou um monstro e não sabe como se livrar dele."

Essa protecção ao ISIS é motivada pela luta contra os curdos e o medo de um Curdistão independente.


Capa de um folheto de propaganda anti-Assad impresso na Turquia para o ISIS.


Texto: SLATE


Vamos no 24º dia do Ramadão.  A Religião da Paz realizou 181 ataques, matou 1294 pessoas e deixou incontáveis feridos, mutilados e outras desgraças.
No mesmo período, e este ano, esta década e este milénio, nenhuma outra religião a não ser a da Paz matou ninguém.
Neste mês de Maio, a Religião da Paz já realizou 231 ataques em 31 países (ontem na Turquia foram mais 50 pelos ares) matou 1883 pessoas, causou 2206 feridos. 54 ataques foram por bombistas suicidas.


Todos vimos ontem à noite, este monstro, já atingido, depois de metralhar inocentes, a rabiar, no chão, para se fazer explodir e matar mais alguns. MILHARES destes indivíduos estão na Europa.

terça-feira, 29 de março de 2016

Israelitas devem deixar imediatamente a Turquia



Teme-se novo ataque do ISIS - cidadãos israelitas instados a deixar a Turquia imediatamente
A Central Antiterrorista de Israel está a alertar para um possível ataque iminente do ISIS na Turquia, e a pedir a todos os cidadãos israelitas que deixem o país.O Conselho Nacional de Segurança Antiterrorista de Israel (NSCCTB) emitiu um alerta na segunda-feira, recomendando aos seus cidadãos que deixem o país o mais rapidamente possível e evitem viajar para lá.
O aviso foi emitido na sequência de um atentado do Estado Islâmico (ISIS), em Istambul, no sábado 19 de Março, que matou três turistas israelitas e um iraniano, e feriu vários outros.
As três vítimas israelitas mortas na explosão foram Simha Dimri, Yonathan Suher e Avraham Goldman. Dimri, 60 anos, era mãe de quatro filhos e educadora de infância aposentada. Suher foi comemorar o seu 40º aniversário em Istambul, com a esposa. Deixa dois filhos. 

No aviso, o NSCCTB  "realça a ameaça do Daesh [acrónimo árabe para ISIS] contra alvos turísticos em toda a Turquia e as altas capacidades de realização de novos ataques. As infra-estruturas terroristas na Turquia continuam a planear ataques contra alvos turísticos - incluindo turistas israelitas - em todo o país ".
O bombista suicida visou deliberadamente turistas israelitas, leia-se judeus.
O NSCCTB "reitera a recomendação ao público para evitar visitar para a Turquia e para que os israelitas actualmente na Turquia deixem o país o mais rapidamente possível."
O Ministro turco Efkan Ala disse que o suicida era o cidadão turco Mehmet Ozturk. Cinco outras pessoas foram detidas como parte da investigação.

No fim de semana, a Turquia emitiu um aviso de ataques iminentes por parte do ISIS contra alvos cristãos e judeus no país. O aviso disse que o grupo terrorista islâmico buscava atingir os cristãos nas celebrações da Páscoa, e sinagogas judaicas.
A Turquia foi atingida por seis atentados suicidas nos últimos meses, resultando em mais de 200 mortes.
Irem Aktas, assessora sénior do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan, tweetou imediatamente após o ataque suicida em Istambul: "Gostava que os [feridos] israelitas tivessem morrido no ataque de  Istambul". Foi demitida (essas coisas pensam-se mas não se dizem...).

 Traduzido e condensado de UNITED WITH ISRAEL.

 

- Mais uma profecia que se vai cumprindo, a de que nos Últimos Dias os judeus serão reunidos em Israel...