quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Islamistas espancam jovem francesa "em nome de Alá" (VÍDEO)


Gangue de "racailles" espanca violentamente uma jovem branca no chão com o grito de "Matem-na, Wallah!" ("em nome de Alá")

O site Samhällsnytt compartilhou um vídeo mostrando como uma gangue de "racailles" muçulmanos espancando uma garota solitária, atingindo-a na cabeça.

Actualmente, não está claro onde é que mais esta violência brutal ocorreu. Segundo as informações disponíveis, o vídeo foi filmado no início de Fevereiro e partilhado por um certo "Hussein" na popular plataforma Snapchat.
"Matem-na Wallah!" ("em nome de Alá")

O vídeo mostra como várias pessoas pisam e atingem a jovem em todo o corpo. Também ouvimos a pessoa que filma gritando "matem-na, wallah" (em Árabe, jurar por Alá).

Além disso, a mesma pessoa diz aos que maltratam a menina "fo***-lhe as costelas" e "rebentem-lhe as costelas".




Gäng stampar flicka i huvudet: "Döda henne wallah", "fucka revbenen", "stampa revbenen"
▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃▃#svpol pic.twitter.com/g6MMDClGlk

— 𝗦𝗶𝗺𝗼𝗻 𝗞𝗿𝗶𝘀𝘁𝗼𝗳𝗳𝗲𝗿𝘀𝘀𝗼𝗻 (@SamnyttSimon) February 19, 2020

Samnytt.se
Via:

http://www.europe-israel.org/2020/02/une-bande-de-racailles-frappe-violemment-une-jeune-fille-blanche-au-sol-au-cri-de-tuez-la-wallah-video/



COMENTÁRIO

A Europa conta neste momento com 82 milhões de colonos muçulmanos, patologicamente hostis, supremacistas, machistas e violentos.
Ensinados desde o berço que os muçulmanos são superiores e têm direito de vida e de morte sobre os infiéis (ver vídeo abaixo), a reacção natural destas hordas é atacar os nativos:


Quem abra abre a boca para protestar, vai parar à cadeia. Em França apanha 2 anos, apenas por apontar o óbvio: O ISLÃO ESTÁ A DESTRUIR A EUROPA.
A União Europeia e os governos da Europa Ocidental assim querem. São subornados pelos potentados petrolíferos islâmicos, pelo nazi George Soros e outros globalistas e ainda ganham com o voto islâmico, que lhes permite aceder ao poder.
Quem se trama é o povão - que, de qualquer maneira, está condenado pelo programa de substitituição populacional EURISLAM.
De vez em quando mostramos um ou outro espancamento de "infiéis" pelos invasores muçulmanos, nomeadamente em França:

Nem por sombras somos exaustivos. Seria impossível, mesmo que nos restringíssemos à França. Mesmo assim, temos centenas de vídeos que mostra como os muçulmanos espancam impunemente os nativos. Quem protestar, é preso por "racismo".

O sangue e as propriedades dos "infiéis" pertencem aos muçulmanos:



Menos de 600 míseras visualizações no Youtube. A Europa capitulou.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Grécia vai ter muro flutuante anti-invasão islâmica

O nosso post inédito mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos e da CENSURA da extrema-esquerda - apenas porque dizemos (E MOSTRAMOS) a Verdade:

Grécia: Projecto para construir um muro anti-imigração flutuante para restringir a migração. Existem 87.000 requerentes de asilo no país.

Para controlar a entrada de migrantes que chegam por via marítima, a Grécia acredita que encontrou a solução. No final de Janeiro, Atenas anunciou a construção de uma parede flutuante no mar Egeu. Uma decisão que despertou fortes reacções.  
Desde 2015, a crise migratória intensificou-se, com a chegada de refugiados, especialmente da Síria e da África Subsaariana. Havia um milhão em 2015 tentando entrar na Europa, um número que diminuiu ao longo dos anos. Mas a sua jornada está cheia de mortes, principalmente no mar. De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase 2.000 migrantes morreram enquanto tentavam atravessar em 2019. 
A Grécia é um dos destinos preferidos para quem atravessa o Mediterrâneo. O seu influxo maciço criou uma situação tensa entre imigrantes e habitantes locais. As manifestações multiplicaram-se no país desde o final de Janeiro. Por um lado, os moradores denunciam a proliferação de campos de migrantes e, por outro, os migrantes reclamam de condições de vida insalubres. No total, o país possui 87.000 requerentes de asilo registados oficialmente. 
Em Atenas, o governo decidiu agir e planeia construir um muro anti-imigração flutuante, para restringir o fluxo de migrantes "em caso de emergência"
“Não podemos continuar assim. Resta ver se [esse obstáculo] funcionará", disse Nikolaos Panagiotopoulos, ministro da Defesa Nacional à rádio privada Skai
Num concurso lançado pelo Ministério da Defesa no final de Janeiro, o governo conservador pede a construção de "um sistema de protecção flutuante", a fim de gerir "o fluxo de refugiados e migrantes aumenta constantemente". 
Uma barreira que se estenderá 2,7 km e subirá 50 cm acima da água, se não mais. Um muro que será testado no norte da ilha de Lesbos e cuja construção em quatro anos é estimada em 500.000 euros, como diz o jornal le Parisien
O anúncio provocou fortes reacções internacionais. As ONGs criticaram fortemente a iniciativa, que (dizem) apenas pioraria a situação dos migrantes. A Human Rights Watch vê o projecto como "sem sentido e ameaçador".





COMENTÁRIO

Não somos contra migrantes nem contra refugiados. Desde que o sejam de facto. O que se verifica é que a Europa está a ser invadida desde há anos por milhões de muçulmanos com propósitos de colonização e conquista (o modus operandi islâmico por excelência). 
No meio dessa massa islâmica chegam criminosos, estupradores e terroristas, com os resultados catastróficos que conhecemos. Chegam também simples oportunistas, que vêm desfrutar do generoso "apoio aos refugiados", vivendo à custa dos contribuintes europeus e fazendo periodicamente as suas férias na terra natal (onde muitas vezes vão combater nas fileiras jihadistas da al Qaeda, ISIS, Boko Haram, Hamas, etc.). 
Os governos europeus pelam-se pelo voto islâmico, é claro. A substituição populacional é uma ambição da União Europeia:

PROJECTO EUROPEU DE SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL - "EURISLAM"

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

O Caso Marega... e os outros!

1. O caso Marega
  
Durante a partida Guimarães x Porto, ontem à noite: Marega (Porto) marca golo e corre para a bancada do Guimarães a mostrar a cor da pele. "Defendendo a cor da sua pele", disse ele depois. 
Os adeptos do Guimarães terão respondido imitando macacos. Marega mostrou-lhes os dedo médios, como pode ver-se na foto acima.
O avançado portista disse, no entanto, que desde o início do jogo foi alvo de insultos racistas.
O vídeo divulgado confirma insultos (banais no futebol) como "AZEITEIRO", "FILHO DA P***" e "BURRO"



Só que foi mais que isto. Houve mesmo imitação de macacos quando Marega tinha a bola - vimos agora mesmo na TV. Contamos postar aqui o vídeo quando estiver disponível.



"Sou vimaranense e vitoriano. Estou chocado e desgostoso com o comportamento de adeptos do meu clube. A imagem do meu clube foi manchada bem como a minha terra. Queria no entanto dizer, que não admito que digam mal de Guimarães e do Vitória por causa deste tristíssimo acontecimento. Maus adeptos há em todos os clubes, não são um exclusivo de Guimarães. Vejo aqui comentários odiosos que visam atacar deliberadamente a minha terra. Pelos vistos, também andam por aqui alguns inergúmenos!"
Comentário Youtube
2. Os jornalistas também marcam golos...
Acompanhámos a partida de ontem pela Antena 1, rádio massivamente comunista (abrimos uma excepção para a bola). Os comentadores (verdadeiras enciclopédias desportivas) afirmaram "não se lembrarem de ter visto tal coisa acontecer" e acrescentaram que era "sinal dos tempos".
São militantes da extrema-esquerda e jornalistas da bola; coerentemente, viram a baliza aberta e remataram para golo. 
Já adivinhávamos que Portugal seria hoje sacudido por um terramoto de indignação muito conveniente. E assim foi. Até parece que estas coisas são inéditas.
Nem vamos fazer uma resenha sistemática, mas ouça aqui adeptos do Benfica imitando macacos enquanto Hulk (Porto)  tem a bola:

Esta é para nós muito intrigante. É que nós, portugueses, costumamos ser mais ou menos da mesma cor de pele do Hulk. Se os guinchos de macaco são por razões epidérmicas, os guinchadores andam confusos.


Do Benfica para o Porto: Ouça aqui o conhecido "Macaco", líder da claque Super Dragões (Porto) a dirigir insultos racistas (com megafone) a Jean-Pierre Nsame, dos Young Boys, enquanto o camaronês marca o penalty:


Ou clique na imagem: 

https://twitter.com/SPORTTVPortugal/status/1174764569203335169


Do Sporting, lembramos, por exemplo, a claque neo-nazi 1143, ou a polémica das famosas "imagens conectadas ao fascismo", que, bem ou mal, deram que falar há uns anos:


Para além destes casos, poucos clubes estarão totalmente limpinhos de nódoas deste tipo, quanto mais não seja porque uma franja de adeptos "ultras" (ultra-acéfalos, alguns) gostam de imitar o pior que vem da Europa.

3. O caso Renato Sanches
25 de Abril de 2016: Adeptos do Rio Ave imitam sons de macacos quando Renato Sanches (Benfica) sai do campo.
O jogador reage sorrindo e imitando os gestos de um macaco.
O acontecimento foi registado pela organização Observatório da Discriminação Racial no Futebol.
Pode ver no vídeo abaixo, a partir do minuto 1:00:



Renato Sanches reage a racismo fingindo que é um macaco

Renato Sanches foi alvo de insultos racistas no final do encontro Rio Ave - Benfica. Renato decidiu sorrir e, de forma irónica, agitar os braços tal como um macaco.
SÁBADO


Renato Sanches sorriu e desprezou provocações racistas

O JOGO



Renato Sanches alvo de provocações racistas

Médio dos encarnados respondeu ao sucedido de forma irónica

Nota: aparentemente o título original era "Renato Sanches Alvo de Sons a Imitar Macacos":
https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/benfica/detalhe/renato-sanches-alvo-de-sons-a-imitar-macacos
Terão talvez alterado o título para não magoar (ainda mais) o jogador.


 

Grande resposta de Renato Sanches a insultos racistas




Como Renato Sanches reagiu às provocações racistas

RECORD



4. A multa de... 536 euros, um ano depois!

Foram estes os insultos a Renato Sanches que valeram uma multa... quase um ano depois

RECORD




No caso dos insultos a Marega fala-se em penas de prisão de 6 meses a 5 anos...

5. O caso Nelson Semedo


Nélson Semedo alvo de "insultos e comentários racistas"

Gesto no Vitória de Guimarães-Benfica foi provocado por comentários vindos da bancada.

O lateral encarnado fez um gesto em direção à bancada, provocando a ira dos homens da casa, que responderam com arremessos de cadeiras para o relvado. Segundo o jornal A Bola, tudo terá começado com provocações vindas, precisamente, das bancadas.
A publicação cita fonte próxima do internacional português, que assegura que a sua reação foi espoletada por “insultos e comentários racistas” por parte dos adeptos do Vitória de Guimarães.
Ainda assim, Nélson Semedo não pretende apresentar qualquer tipo de queixa, faltando agora saber se o incidente será incluído no relatório do árbitro, o que poderia levar a um castigo ao emblema vimaranense.
DESPORTO AO MINUTO







Agora veja bem como é que os jornalistas trataram este caso, e compare com a Tempestade Marega, que há 24 horas fustiga Portugal, com picos de intensidade máxima no Parlamento:


Nelson Semedo é insultado de "macaco", manda calar a claque do Guimarães, leva com cadeiras, é admoestado pelo árbitro e os jornalistas dão-lhe uma medalha de lata e sentenciam-lhe que "o cliente tem sempre razão" e que "o jogador só deve interagir com o público para agradecer aplausos".
Marega recebe uma (merecida) medalha de outro dos mesmos jornalistas, porque "alguém teria de dizer basta". Mas o Nelson Semedo também disse "Basta!"...
Ou seja: enquanto o "racismo" não era o fulcro da Política, ligava-se de menos a estas cenas tristes nos campos de futebol. Agora que é moda, é ver os mesmos políticos e jornalistas a declararem que há "racismo estutural" em Portugal.

6. Mais casos de racismo no futebol que não deram que falar


"Os insultos dirigidos ao avançado maliano Moussa Marega no domingo, no encontro entre FC Porto e ao Vitória de Guimarães, da 21.ª jornada da I Liga, compõem o mais recente episódio de racismo associado ao futebol.
O antigo jogador dos minhotos ouviu cânticos discriminatórios vindos das bancadas do Estádio D. Afonso Henriques e pediu para ser substituído ao minuto 71, numa altura em que os 'dragões' venciam por 2-1, resultado que se manteve até ao apito final.
Moussa Marega, de 28 anos, juntou-se a uma longa lista de jogadores que já se viram envolvidos em episódios racistas ao longo dos anos, tornando-se mesmo o primeiro jogador a sair de uma partida de futebol por vontade própria em solo português.
O último caso do género no escalão máximo deu-se em novembro de 2017, quando o Sporting de Braga foi punido com um jogo à porta fechada e uma multa de 22.950 euros devido aos atos discriminatórios dos adeptos no triunfo sobre o Desportivo das Aves (2-0), em 20 de agosto, da terceira jornada da I Liga, numa decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) revertida em janeiro de 2018.
Menos sorte junto da mesma instância teve o Rio Ave, que enfrentou uma coima de 536 euros em março de 2017, onze meses após cânticos racistas proferidos contra o médio Renato Sanches, que ajudou o Benfica a vencer (1-0) na 31.ª ronda do campeonato.
O Leixões, da II Liga, é o clube português mais reincidente nesta matéria, pois pagou 16.421 euros em março de 2016 e foi obrigado a arrancar a época seguinte com dois jogos sem público, por causa das ações dos adeptos na visita ao Desportivo das Aves (0-1) e nas receções ao Farense (1-1) e Oriental (3-3).
Três anos antes, em abril de 2013, a FPF determinou que os matosinhenses defrontassem os avenses à porta fechada, na 35.ª jornada da II Liga, aplicando a primeira pena em Portugal por comportamento racista dos adeptos, a partir dos incidentes verificados na receção ao Belenenses (1-1), da 11.ª ronda, em 27 de outubro de 2012.
A sanção aplicada ao Leixões assentou na violação do artigo 113.º do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), que pune "comportamentos discriminatórios em função da raça, religião ou ideologia", mas foi suspensa com uma providência cautelar aceite pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.
O racismo também chegou ao futebol feminino e a avançada norte-americana Shade Pratt revelou ter sido vítima de ofensas de uma adepta do Cadima na goleada imposta pelo Sporting de Braga em Cantanhede (7-0), em 13 de outubro, na terceira jornada da I Liga.
As minhotas expuseram o caso à FPF, cujo Conselho de Disciplina suspendeu por 30 dias as jogadoras Maria Malta e Catarina Lopes, do A-dos-Francos, por insultos racistas dirigidos à brasileira Milena Bispo, do Boavista, na derrota da 19.ª jornada (3-2)". (...)
TSF

7. Conclusão
Na nossa opinião, Marega fez muito bem em abandonar o campo e é compreensível a sua reacção exaltada. "Sentiu-se uma merda" - ele o disse. E compreende-se.
Mas esta mudança drástica na justiça desportiva, no comentarismo desportivo, no Parlamento,  a que será devida?
Aproveitamento político, pois a famosa "política de identidade" e o "interssecionalismo" estão a ser promovidos pela extrema-esquerda, na velha estratégia de "dividir para reinar".
Há muito que falamos disto. A nova estratégia da extrema-esquerda (que dá votos) passa por criar e alimentar grupos de vítimas e descontentes, para acicatar ódios contra o sector conservador, acusado de trazer todo o Mal ao Mundo.
É lamentável que se usem as pessoas e a sua dignidade para fins político-partidários. A dignidade humana deve ser uma causa de todos e não deve ser instrumentalizada.
Não nos parece que eles tenham realmente  compaixão de Marega pela humilhação que o jogador passou. Estão ao nível dos insultadores racistas que despejam as suas frustrações num campo de futebol.


"Ninguém fala em racismo quando se vê um grupo de jovens de raça negra a espancar uma jovem de raça branca, por exemplo. Isso acontece frequentemente nas escolas da capital. Polícias ameaçados na cova da moura, motoristas agredidos em Massamá, e ninguém fala em racismo. Médicos e enfermeiros agredidos (muitas vezes por parte de membros de etnia cigana) e o racismo também se encontra "ausente", nestes casos. A hipocrísia dos media e dos partidos de esquerda é mais do que evidente".
"Nao há preto nem branco. Há pessoas! Só pessoas! A escumalha da esquerda é que cria estes problemas".
Comentários Youtube

Coronavírus: diagnóstico-relâmpago Made in Israel

O nosso post mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos da extrema-esquerda - apenas porque dizemos E MOSTRAMOS a Verdade:

16 de Fevereiro de 2020:Oração em massa no Muro das Lamentações pelas pessoas que sofrem na China (World Israel News).
  

Nova tecnologia desenvolvida em Israel pode reduzir significativamente o tempo de diagnóstico de coronavírus 


Chongqing, China -23 de Janeiro de 2020: cidadãos chineses que usam máscara respiratória para proteger do coronavírus (cortesia: Shutterstock) 

Por Judy Siegel-Itzkovich  (Tradução nossa)

e dizem: "Que Deus apresse a realização da sua obra para que a vejamos; que se cumpra o plano do Santo de Israel para que o conheçamos".
Isaías 5:19 



As autoridades de saúde de todo o mundo estão a procurar freneticamente uma maneira de proteger os seus residentes do Covid-12019 - o novo tipo de coronavírus que até agora infectou mais de 75.000 pessoas e matou 1.770. Não existe tratamento específico nem vacina protectora, mas quanto mais cedo as pessoas forem diagnosticadas, mais fácil será conter o vírus mortal e impedir que ele infecte mais pessoas. 
O diagnóstico do coronavírus leva cerca de uma hora usando os métodos actuais. Tempo é essencial. Mas uma nova tecnologia desenvolvida em Israel - baseada numa combinação de óptica e partículas magnéticas - pode testar 100 amostras de saliva de pacientes potencialmente infectados pelo vírus e reduzir o tempo de diagnóstico para apenas 15 minutos. 
Actualmente, existem sete tipos conhecidos de coronavírus (corona é o Latim para "coroa", porque os vírus têm pontos semelhantes a uma coroa em torno da superfície), incluindo SARS (síndrome respiratória aguda grave) e MERS (síndrome respiratória do Médio Oriente). 
A nova tecnologia foi desenvolvida pelo Dr. Amos Danielli, (foto à esquerda) da Faculdade de Engenharia Alexander Kofkin da Universidade Bar-Ilan, em Ramat Gan, perto de Tel Aviv. Já foi comprovado que a tecnologia reduz o tempo de diagnóstico do vírus Zika e actualmente está a ser usada no laboratório central de virologia do Ministério da Saúde no Sheba Medical Center, em Ramat Gan. 
O laboratório de Danielli desenvolveu uma tecnologia para detecção de sequências específicas de RNA do vírus - o ácido ribonucleico, ou RNA, é uma molécula polimérica essencial em vários papéis biológicos na codificação, descodificação, regulação e expressão de genes em todas as células vivas - anexando o RNA do vírus a uma molécula fluorescente que emite luz quando iluminada por um raio laser. Em concentrações muito baixas de RNA, o sinal emitido é tão baixo que os dispositivos existentes não conseguem detectá-lo.
“Se pensarmos na saliva de um paciente com coronavírus preenchendo uma sala inteira, então esse raio laser pode ser comparado ao tamanho de um punho, e em baixas concentrações de RNA viral, pode haver apenas duas ou três moléculas fluorescentes nesse punho”, Danielli explicou. A adição de partículas magnéticas à solução permite aderir às moléculas fluorescentes. Isso possibilita uma maior concentração de moléculas fluorescentes e uma medição muito mais precisa. 


Crédito: CDC, Unsplash

Esses objectivos orientaram-no no desenvolvimento desta tecnologia - simplificando o processo de diagnóstico e tornando-o mais preciso. “Esse desenvolvimento depende do uso de dois pequenos electroímanes - ímanes alimentados por uma corrente eléctrica. Ao posicioná-las adequadamente, fomos capazes de criar um forte campo magnético e colectar todos os milhares de moléculas fluorescentes de toda a solução e agregá-las dentro do feixe de laser, multiplicando a força do sinal por várias ordens de magnitude”. 
Em vez de bombear a solução, eles operam alternadamente os eletroímans, um à esquerda e outro à direita, movendo as moléculas de um lado para o outro, dentro e fora do feixe de laser. À medida que passam pelo feixe de laser, ficam iluminadas. “Quando saem do feixe de luz, deixam de estar iluminadas. Essa cintilação permite, sem procedimentos adicionais, determinar com precisão se uma pessoa foi exposta ao coronavírus”, continuou ele. 
A alta sensibilidade da plataforma e a sua facilidade de operação facilitam o seu uso em aplicativos de assistência médica, onde os recursos são limitados. Para fornecer aos médicos um método alternativo para detecção precisa, o grupo de Danielli também está a colaborar com universidades europeias para identificar anticorpos que o sistema imunológico produz contra o coronavírus.

Enquanto o engenheiro da Universidade Bar-Ilan desenvolve kits para identificar várias doenças, como o zika e o coronavírus, a MagBiosense, uma empresa de dispositivos médicos, está a criar um dispositivo do tamanho de uma máquina de café doméstica que será baseada na tecnologia de Danielli. Actualmente, Danielli procura um investidor para acelerar o desenvolvimento do kit de coronavírus, para que ele possa ser rapidamente introduzido em hospitais.

Veja também Techonoly Networks e  Jewish Press.


Desde a Idade Média que os judeus são acusados de espalhar doenças, de modo que os neo-nazis e os islamistas já lhes atribuíram a "invenção" do coronavírus - veja:

Coronavírus: a culpa é das "moscas electrónicas" americanas!

As notícias de avanços médicos israelitas no combate à doença servirão, portanto, de "confirmação" da teoria; há dias eles diziam que os judeus inventaram o coronavírus para matar toda a gente, agora dirão que é para vender tecnologia de detecção. Quando souberem que também há israelitas infectados, concluirão que a culpa é dos judeus, cujo sangue é tão sujo que serve de caldo de cultura de micróbios.
Na vida, só há três certezas: a morte, os impostos e a culpa dos judeus.
É pena é que os nazis, os islamistas e todos os antissemitas, não recusem todo e qualquer tratamento médico inventado por judeus.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Escolhidos a dedo...

O nosso post mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos da extrema-esquerda - apenas porque dizemos E MOSTRAMOS a Verdade:


Estes são os "refugiados" escolhidos a dedo pela UNCHR para irem para a Suécia
A ACNUR (Agência da ONU para os Refugiados) afirma que escolhe apenas as pessoas mais merecedoras, que estão na situação mais desesperada.

A realidade é que a ACNUR vende vagas às pessoas da classe média. Houve escândalo, após escândalo, após escândalo, nos últimos vinte anos. É tudo uma fraude gigante de ganhar dinheiro.
Estas são algumas pessoas escolhidas a dedo, desesperadas e altamente merecedoras, escolhidas para preencher as vagas para a Suécia. Um grupo de jovens que parecem saídos de shopping centers e salões de beleza.
Renaissance Horizon


COMENTÁRIO

 Veja também:

VÍDEO: A bordo com os "pobres refugiados da Síria"


Ainda que não tivéssemos já uns bons 55 milhões de muçulmanos na Europa; ainda que não tivéssemos  permanentemente ataques terroristas islâmicos; ainda que os muçulmanos fossem integráveis; ainda que os muçulmanos não se dedicassem massivamente a viver à nossa custa, aos gangues de estupro, aos ataques com ácido, aos ataques à facada; ainda que grande parte destes "refugiados" não fossem terroristas; ISTO SERIA IMORAL!


PORQUÊ ESTA INVASÃO?
A malta da ONU quer sacar dinheiro com estas negociatas (patrocinadas pelos potentados islâmico-petrolíferos), mas... porque é que os governos europeus querem mais muçulmanos?
Veja por exemplo esta postagem, onde demonstramos matematicamente que em França é hoje em dia IMPOSSÍVEL A ELEIÇÃO DE UM CANDIDATO NÃO ISLAMIZANTE.
Claro que o voto islâmico tem um preço. Há que abrir as fronteiras, há que deixá-los entrar, há que sustentá-los, há que deixá-los fazer tudo quanto queiram... e meter na cadeia quem se opõe.


POSTS IMPORTANTES:


APANHADOS! Barcos de contrabandistas rebocam "migrantes"



sábado, 15 de fevereiro de 2020

Saturday Night Fever

O nosso post mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos da extrema-esquerda:


You should be dancin'!




https://barenakedislam.com/2020/02/11/boys-night-out/
 




Terroristas do Hamas usam papagaios para lançar bombas sobre Israel

O nosso post mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos da extrema-esquerda - apenas porque dizemos E MOSTRAMOS a Verdade:


Terroristas do Hamas usam papagaios para lançar bombas sobre Israel 
Os terroristas do Hamas estão agora a usar os papagaios (pipas, no Brasil) e para transportar bombas desde Gaza para explodirem em Israel.
BREAKING ISRAEL NEWS




Um de muitos vídeos que nos chegam diariamente através de sites como o Breaking Israel News ou o Unidos com Israel.
Enquanto o micro-Israel é uma super-potência em avanços médicos, tecnológicos, agrícolas, e em todos os campos que beneficiam a Humanidade, o mundo islâmico permanece estagnado, canalizando as suas forças e a sua imaginação para o terrorismo. 
Os terroristas do Hamas, da Jihad Islâmica e de outros grupos, disparam diariamente mísseis sobre Israel, mas também papagaios incendiários, brinquedos armadilhados visando matar crianças, e outros engenhos mortíferos. Os jornalistas ocidentais ESCONDEM essa realidade e correm a noticiar sempre que Israel responde ou neutraliza os ataques terroristas.
O Mundo continua a usar um peso e duas medidas - se fossem Israel, os Estados Unidos, o Brasil, Portugal, ou qualquer outro país normal a fazer destas atrocidades, haveria indignação. Assim, há apoio entusiástico ao Hamas, o partido do governo de Gaza, que recebe biliões de quase todos os países do Mundo para matar judeus.

Soldado sai ileso de ataque com bomba incendiária

O nosso post mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0, o blogue que fomos obrigados a criar por causa dos ataques repetidos da extrema-esquerda - apenas porque dizemos E MOSTRAMOS a Verdade:

Depois da apresentação do Plano de Paz de Trump - e como acontece a cada oferta de um Estado independente para os INVASORES árabes em Israel - a violência aumentou exponencialmente.
A perspectiva da paz, e de um modo de vida que não seja o terrorismo, assusta as lideranças políticas e religiosas árabes, que incitam as massas a matar (ainda mais) judeus. Afinal, os líderes islâmicos vivem do terrorismo. E como vivem bem! São bilionários!
Também se têm multiplicado as casos de  israelitas que sobrevivem milagrosamente aos ataques terroristas. Tantos casos que nos seria impossível relatá-los a todos. Noutro dia contámos aqui este:

Soldado israelita ileso após bomba explodir sob os seus pés



Um cocktail molotov explode sobre um soldado do IDF


Milagre com o IDF em Hebron: soldado sai ileso de ataque com bomba incendiária

Quando você andares pelo fogo, não serás queimado; A chama não te queimará.
Isaías 43: 2

Uma imagem viralizada nos meios de comunicação social árabes mostra um soldado israelita apanhado por um cocktail molotov atirado contra ele por um terrorista árabe em Hebron. A bomba fez com que as suas roupas pegassem fogo.
Milagrosamente, o soldado sobreviveu ao ataque sem um arranhão.
Hebron tem sido um ponto de inflamação da violência "palestina" nos últimos tempos. Mais importante, não é a primeira vez que o que só pode ser descrito como um 'milagre' salvou a vida de um judeu na antiga cidade em 2020.
O Breaking Israel News informou sobre um evento ocorrido há pouco mais de uma semana, um civil israelita evitou a provável morte após a faca do terrorista árabe que tentava apunhalá-lo se ter partido. Este incidente não apenas interrompeu a ameaça à vida da vítima, mas também impediu o terrorista de matar outros civis judeus que estavam com ela nas proximidades.
A imagem do cocktail molotov também foi compartilhada pela estrela do rap israelita e activista de direita Hatzel (A Sombra):


Via:

https://www.breakingisraelnews.com/144449/idf-miracle-in-hebron-soldier-emerges-from-fire-bomb-attack-unscathed/

Iraque destrói antiga sinagoga no túmulo do profeta Ezequiel: transforma-o em santuário muçulmano

Uma das falácias mais usadas pelos muçulmanos é a de que "há judeus nos países islâmicos". No Iraque, país imenso cuja população totaliza 38,27 milhões de pessoas, há menos de 10 judeus. Os outros foram exterminados ou obrigados a fugir. 
Em Israel, vivem milhões de muçulmanos, gozando de privilégios com os quais a população judaica nem pode sonhar. 
Os ataques islâmicos contra locais sagrados judaicos em Israel são uma constante. Mas imagine se em Israel o governo mandasse demolir e profanar uma mesquita...



Iraque destrói antiga sinagoga no túmulo do profeta Ezequiel: transforma-a em santuário muçulmano 
“A palavra de Hashem chegou ao Kohen Yechezkel, filho de Buzi, junto ao canal Chebar, na terra dos Caldeus. E a mão de Hashem veio sobre ele ali. ” 
Ezequiel 1: 3 
Após uma década de restauração e renovação, a Tumba do Profeta Ezequiel reabriu as portas no Iraque. Outrora o local de uma sinagoga com 1.500 anos e um importante local de peregrinação para judeus, a sinagoga já não existe e nenhum judeu permanece para orar na sepultura do profeta que previu o seu retorno à sua terra natal.



O túmulo de Ezequiel fica em Al Kifl, Iraque. O santuário do profeta judeu foi construído no século II, centenas de anos após a sua morte em 569 AEC. Uma sinagoga construída no século VI originalmente marcou o local e foi o objectivo final de muitos peregrinos judeus, principalmente nas celebrações de Sucot. Os muçulmanos sempre evitaram o lugar, considerando-o exclusivamente judeu e não adequado para muçulmanos devotos. A economia de Al-Kifl, originalmente uma cidade judaica, tornou-se directamente dependente da peregrinação judaica. Mas, nos anos 1300, os mongóis Ilkhans construíram uma mesquita em torno do local, limitando o acesso dos judeus e devastando a economia local. 
O rolo da Torá na sinagoga foi supostamente escrito pelo próprio profeta e foi dito que muitos dos livros da sinagoga datavam da época do Primeiro Templo. Não se sabe o que aconteceu com esses artefactos. 
Vista exterior do túmulo do profeta Ezequiel em Al Kifl, Hillah, Iraque (cortesia: Shutterstock)

Em 2008, a Imen Sazeh Fadak, uma empresa de construção iraniana, foi encarregada de restaurar a mesquita. O edifício original da sinagoga foi demolido e uma nova mesquita xiita chamada Mesquita Al-Nukhailah foi erguida em seu lugar. A reforma foi concluída esta semana e o local está agora aberto ao público, embora todas as mulheres que o visitem devam usar uma burqa preta de corpo inteiro. 
Embora originalmente evitados como profetas judeus, o Islão incorporou todos os personagens da Bíblia judaica. Os muçulmanos agora dizem que uma personagem mencionada duas vezes no Alcorão chamada Dhul-Kifl, que significa literalmente "Possuidor do Dobro", é o Profeta Muçulmano que os judeus chamam de Ezequiel. O nome geralmente é entendido como "parte de uma porção dupla".

Os judeus iraquianos constituíam uma das comunidades judaicas mais antigas e historicamente mais significativas do mundo. Em 740 AEC, a Assíria iniciou uma série de ataques ao Reino de Israel, realojando à força milhares de judeus na Mesopotâmia. Um dos deportados era um jovem judeu de Jerusalém chamado Ezequiel ben-Buzi. 
No século 20, os judeus iraquianos desempenharam um papel importante nos primeiros dias da independência do Iraque. Na esteira da perseguição sancionada pelo governo aos judeus, 120.000-130.000 de membros da comunidade judaica iraquiana (cerca de 75%) alcançaram Israel na Operação Esdras e Neemias nos anos 50, com quase todo o resto dos judeus fugindo do país nos anos 70. Menos de dez judeus permanecem no Iraque hoje.
https://www.breakingisraelnews.com/144950/iraq-destroys-ancient-synagogue-at-prophet-ezekiels-tomb-turns-it-into-muslim-shrine/