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domingo, 4 de junho de 2017

Massacres e Reflexões de Ramadão

«Todas as religiões são iguais? A "islamofobia" é um problema maior do que o terrorismo islâmico? É realmente mesmo uma "fobia" ... ou o Islão é genuinamente diferente? Vamos descobrir. Vamos manter a pontuação durante o mês mais sagrado do Islão.» - The Religion of Peace

Todos os anos o site The Religion of Peace faz esta experiência, e todos os anos os resultados são avassaladores: o Islão mata aos milhares, e os outros milhares de religiões, todas juntas, não matam ninguém.
Ontem à noite, mais 7 mortos no Reino Unido, 40 atropelados, o caos em Londres, gente esfaqueada pelas ruas, o país em estado de guerra, como a França, a Alemanha, a Áustria, o Mundo. (Contamos falar disso, mas ainda estamos abismados com a baixeza a que chegou a propaganda islamófila debitada pelos media globais para maquilhar mais este massacre).

Aos 8 dias do mês de Ramadão de 2017, registam-se já 41 ataques terroristas islâmicos, 451 inocentes sacrificados ao deus Alá, e milhares de feridos.
O site The Religion of Peace faz a contabilidade e a documentação possível do terrorismo islâmico, sobretudo o da presente guerra santa iniciada a 11 de Setembro de 2001.
Desde aí, já se registaram até agora 30939 ataques terroristas islâmicos. Desde o início do Islão, no século 7, as estimativas mais conservadoras apontam para 270 milhões de mortos - fora os feridos, mutilados, torturados, estuprados e outras vítimas da ideologia mais mortífera e mais maligna que a Humanidade já conheceu, e que bate o Comunismo e o seu filho Nazismo aos pontos.
41 ataques em 8 dias. A quais dar destaque? Não é possível a quem não seja profissional noticiar e comentar a todos. Resta-nos enviar-vos para o supracitado The Religion of Peace, ou para o Jihad Watch, que mantêm uma equipa de voluntários que vão recolhendo e comentando esta desgraça diária.
Não esqueçamos que aqui são contabilizados apenas os ataques terroristas. O extermínio sistemático dos cristãos, dos yazidis, dos curdos, é uma operação do tipo Holocausto Nazi. Os islamistas cercam os "infiéis", espoliam-nos dos seus haveres, destroem as suas casas e  templos, capturam-nos, usam-nos como bem entendem (escravatura sexual, canibalismo, tortura recreativa, etc. - tudo vastamente documentado neste blogue)  e vão-nos eliminando:
Etc..
Consulte os arquivos do nosso blogue e os sites da barra lateral sob o título O TERRORISMO GLOBAL.
Como nos desenhos animados, vamos rodar um globo terrestre, atirar uma seta e relatar um massacre islamista ao acaso, dentre os de ontem, dia 3 de Junho de 2017:


Um porta-voz dos Taliban explicou recentemente que quem apela ao abrandamento da jihad no Ramadão é um ignorante religioso: "A nossa luta é a Jihad e esta é um acto de adoração obrigatório. E todo o acto de adoração obrigatório tem 70 vezes mais recompensa no Ramadão".

Vamos traduzir e condensar uma notícia de um de muitos massacre de Ramadão, que nos pode ensinar algumas lições:

Ramadão em Cabul: triplo atentado suicida jihadista contra funeral faz 12 mortos e 90 feridos.
 Lizzie Dearden, Independent, 3 de Junho, 2017:
Pelo menos 12 pessoas foram mortas e 90 ficaram feridas num ataque contra o funeral de um manifestante morto em Cabul. 
Três explosões atingiram as pessoas num cemitério no distrito de Khair Khana, onde as fotos mostram corpos espalhados no chão enquanto o fumo enche o ar.
O gabinete do presidente Ashraf Ghani disse que condenou "o ultrajante ataque aos enlutados que enterravam os martirizados", acrescentando: "O país está sob ataque. Devemos ser fortes e unidos".
Três terroristas suicidas esconderam-se entre a multidão e detonaram os seus coletes no início das orações.


Este era o funeral de um manifestante que exigiu que o governo melhorasse a segurança após outro ataque bombista que matou mais de 90 pessoas e feriu mais 450 na capital afegã. Pelo menos oito manifestantes foram mortos a tiro pela Polícia.
Os Taliban vêm intensificando a insurgência desde a retirada parcial das tropas internacionais em 2014, ganhando terreno e detendo já cerca de 40% do Afeganistão.
O ISIS luta contra os Taliban  e contra o governo, enquanto tenta expandir o território do Califado Global e lança uma série de ataques terroristas mortais, incluindo o massacre de mais de 50 pessoas num hospital de Cabul em Março.

A violência e as batalhas e ataques aéreos resultantes causaram baixas civis no Afeganistão em 2016, quando quase 3.500 civis foram mortos e mais de 7.900 feridos.


O crescente perigo provocou pedidos para que o Reino Unido suspenda as deportações de requerentes de asilo afegãos não aceites para Cabul, declarada zona "segura".

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Ver a partir do minuto 2:15, quando as bombas detonam:
 

ALTRUÍSMO PATOLÓGICO E CONTROLO DE MASSAS
Já começa a ouvir-se a expressão "altruísmo patológico", muito por "culpa" de  Stefan Molyneux, abençoado seja.
Em nome de quê é que somos obrigados, na Europa, nas Américas, na Austrália, em Israel, a acolher gente perigosa que os próprios países islâmicos não querem, por ser tão perigosa, visto que leva os mandamentos islâmicos da jihad a peito?
Porque é que os líderes do Mundo Livre (começando por Angela Merkel) no-los impingem?
Esperemos que em breve haja tradutores para o Stefan Molineux:


 
E não, não é "apenas uma minoria" que não compreende o Islão. E mesmo que fosse, porque é que não vemos "minorias que não compreendem a Fé Bahai ou o Xintoísmo", a fazer explodir pessoas por esse mundo afora? Que tem de especial o Islão, que o torna a pobre vítima desses mal-entendidos? E mesmo que fosse uma minoria particularmente estúpida, que obrigação teríamos de nos deixarmos matar por ela?


Trump está sob fogo cerrado porque teve a coragem de dizer NÃO à invasão islâmica e aos agentes da Nova Ordem Mundial. Durante 8 anos foi obrigatório em cada telejornal o momento de adoração religiosa a Obama. Agora é obrigatório o momento de demonização de Trump. Água mole em pedra dura entra na cabeça das massas.

A NOVA ORDEM MUNDIAL
Os agentes revolucionários da Nova Ordem Mundial:  
1) A elite governante da Rússia e da China, especialmente os serviços secretos desses dois países. 
2) A elite financeira ocidental, tal como representada especialmente no Clube Bilderberg, no Council of Foreign Relations e na Comissão Trilateral. 
3) A Fraternidade Muçulmana, as lideranças religiosas de vários países islâmicos e alguns governos de países muçulmanos.




Explore a nossa secção:

Islão - O que o Ocidente Precisa Saber

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Polícia afegão grita "Allahu Akbar" e mata fotógrafa da AP



  Anja Niedringhaus, abatida ontem

"O atacante será um polícia que disparou contra as repórteres que cobriam as eleições presidenciais de sábado" - PÚBLICO
Este assassínio foi cometido por um polícia afegão - um comandante da unidade denominada Naqibullah, apoiante ostensiva do regime de Karzai, aliado dos EUA. O problema é que não há nenhuma maneira confiável para distinguir "moderados" de jihadistas islâmicos, e o comando politicamente correcto dos EUA no Afeganistão não faz nenhuma tentativa nesse sentido. Esse tipo de inquérito seria considerado "islamofobia".
É comum no Afeganistão e em outros países islâmicos com regimes supostamente aliados do Ocidente, as forças de segurança locais fazerem este tipo de ataques.
"Esta foto resume  trágico equívoco da desventura Ocidental no Afeganistão. Mas a lição, como sempre, não vai ser aprendida" - escrevemos nós no post "Assim Se Paga o Bem":
Dois militares britânicos foram abatidos por polícias afegãos a quem estavam a treinar. Esta foto foi tirada segundos antes de o fundamentalista islâmico (e polícia!), ter assassinado os dois britânicos, que não desconfiaram quando o viram todo urinado pelas pernas abaixo, com medo de morrer sem conseguir matar infiéis.
A lição não foi de facto aprendida.Sob a liderança politicamente correcta de Obama & C.a, as coisas são mesmo assim...

"Fotógrafa da Associated Press morta, repórter ferida"
Associated Press

04 de Abril
    CABUL, Afeganistão (AP) - Uma veterana fotógrafa da Associated Press foi morta, e uma repórter da AP ficou ferida, na sexta-feira, quando um polícia afegão abriu fogo, enquanto elas estavam sentadas no seu carro, no leste do Afeganistão.

    
Anja Niedringhaus, 48, uma fotógrafa alemã internacionalmente aclamada, morreu imediatamente, de acordo com um jornalista que testemunhou o tiroteio.

    
Kathy Gannon, uma correspondente da AP, que por muitos anos foi chefe da sucursal no Afeganistão da agência de notícias e actualmente é correspondente especial para a região, foi baleada duas vezes e recebeu atendimento médico. Está em condição estável e capaz de conversar com o pessoal médico.

    
"Anja e Kathy passaram anos no Afeganistão fazendo reportagens sobre o conflito e as pessoas de lá. Anja foi uma jornalista vibrante, dinâmica, aclamada pelas suas fotografias perspicazes, cheia de alegria e gosto pela vida.
Estamos inconsoláveis ​​com esta perda", disse a Editora Executiva da AP, Kathleen Carroll, falando em Nova Iorque.

    O ataque ocorreu na véspera das eleições no Afeganistão. Os taliban prometeram interromper a votação de sábado para um novo presidente e conselhos provinciais. (...)
    Enquanto estavam sentadas no carro à espera do comboio, um comandante da unidade denominada Naqibullah caminhou até ao carro, gritou "Allahu Akbar" - Allah é grande - e abriu fogo contra as jornalistas no banco de trás, com a sua AK-47. De seguida, rendeu-se aos outros polícias e foi preso ....

sábado, 18 de janeiro de 2014

Taliban afegãos e o elogio do terror

 Two Americans among 21 killed in Kabul blast: Afghan security forces personnel investigate the site of Friday's suicide attack and shooting: Afghan security forces personnel investigate the site of Friday's suicide attack and shooting, in Kabul, Afghanistan, on Saturday.
No Afeganistão, a jihad global ceifou mais 21 vidas. Uma bomba num restaurante. A culpa de quem é? Pois decerto que dos americanos? De quem mais senão dos americanos, de Israel ou da Europa, os grandes satãs deste mundo?
"A autoria do ataque foi prontamente reivindicada pelos taliban, que o justificaram como uma resposta a um bombardeamento aéreo da coligação liderada pelos EUA, a meio da semana passada, a Norte de Cabul. (...) "A guerra contra o terrorismo só dará frutos quando houver uma distinção entre vítimas e terroristas e quando os terroristas forem combatidos. Se a NATO, liderada pelos Estados Unidos, quiser ser uma aliada do povo afegão, deve ter como alvo o terrorismo", declarou Karzai.(...)
PÚBLICO

O que a Imprensa mainstream esquece, ao fazer este tipo de elogios implícitos aos terroristas, é que:
- o Afeganistão alberga poderosas forças de terroristas islâmicos, que têm na sua linha de mira o Mundo Livre, ou seja: a NÓS!

- o presidente Karzai é leal aos taliban e não às forças da NATO
- os terroristas islâmicos usam sempre escudos humanos
- a política externa do incensado Obama está a ser responsável pelo fracasso da Guerra ao Terror.
- Os taliban exageram frequentemente o número de baixas
- O ataque foi levado a cabo pelo Exército afegão

Quem ler notícias como esta, fica, para mais, com a ideia de que as forças da ONU andam a fazer tiro ao alvo indiscriminadamente contra pessoas inocentes e indefesas.

A política de «apaziguamento» e de ambiguidade de Obama:

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"No ano passado, durante a minha visita a Washington, numa entrevista muito importante, um dia antes de conhecer o presidente dos EUA [Barack Obama], reuni-me com o seu conselheiro de segurança nacional, Tom Donilon, altos funcionários da Casa Branca, generais e oficiais dos serviços secretos, e o conselheiro de segurança nacional disse-me: 'Os taliban não são nossos inimigos e nós não queremos lutar contra eles.'"
Hamid Karzai, 26 de Novembro de 2013
A missão no Afeganistão, que visava decapitar os comandos taliban, passou então a ser não se sabe bem o quê. Se os taliban não são inimigos, o que faria se o fossem:

"Dois americanos entre os 21 mortos em
explosão em Cabul"
de Patrick Quinn para a Associated Press, 18 de Janeiro

    
CABUL, Afeganistão - O número de mortos de um ataque de taliban em Cabul num restaurante popular entre os estrangeiros e afegãos ricos, subiu para 21 pessoas, incluindo dois norte-americanos, disseram autoridades este sábado. A violência mortal contra civis estrangeiros no país dura desde o início da guerra, há
quase 13 anos.
- Sério? E já nessa altura era em retaliação por causa deste ataque na semana passada?
    O chefe da polícia de Cabul, general Mohammad Zahir Zahir, disse que as vítimas incluem 13 estrangeiros e oito afegãos e disse que a maioria são civis. A Embaixada dos EUA disse que pelo menos dois cidadãos norte-americanos estão entre as vítimas, mas não forneceu outros detalhes.
- Se Obama se interessar tanto por este ataque como pelos outros, nomeadamente os de Benghazi, nem tira os olhos do golfe. Literalmente.
    A Universidade Americana do Afeganistão disse que dois de seus funcionários nos EUA estão entre os mortos ....

    Os mortos no restaurante La Taverne du Liban também incluem o director do Fundo Monetário Internacional no Afeganistão, três funcionários das Nações Unidas e um membro da Missão de Polícia no Afeganistão. (...)

    Zahir e funcionários internacionais, disseram que os mortos incluem dois britânicos, dois canadianos, um dinamarquês, um russo, dois libaneses e um paquistanês. Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas e cerca de oito afegãos, incluindo o pessoal da cozinha, sobreviveram.

    Cinco mulheres, quatro estrangeiros e um afegão, também estão entre os mortos, disse Zahir.


    Os três atacantes, incluindo um homem-bomba e dois homens armados, também foram mortos durante o ataque de sexta-feira no restaurante libanês.
- Situação ideal para o Islão: o «martírio», morrer a combater o «infiel».
    Entre os mortos estão o chefe do FMI no Afeganistão, Wabel Abdallah, um libanês de 60 anos; um polícia dinamarquês e seus guarda-costas britânicos, e a ONU em Cabul disse que os seus três membros assassinados incluem um paquistanês, um russo e um somali-americano. O proprietário libanês do restaurante, Kamal Hamade, também foi morto.
    O ataque foi condenado pelo Conselho de Segurança da ONU, a NATO e a União Europeia.
    "Condeno veementemente este ataque a civis aleatórios e os meus pensamentos e profunda simpatia vão para os parentes mais próximos", disse o primeiro-ministro dinamarquês Helle Thorning-Schmidt em comunicado.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros dinamarquês recusou dar detalhes sobre a vítima, como é habitual, mas TV2 da Dinamarca disse que é uma mulher de 34 anos de idade.

    "Condeno nos termos mais fortes possíveis esta violência terrível e injustificável. Os perpetradores devem ser levados à justiça", disse o Alto Representante da UE, Catherine Ashton, sábado.

    O gabinete do presidente afegão, Hamid Karzai, ainda não condenou o ataque.


    Os taliban reivindicaram a responsabilidade pelo ataque, dizendo que era em represália por uma operação militar afegã no início da semana contra os insurgentes na província de Parwan oriental, que os insurgentes alegam que matou muitos civis. Os taliban frequentemente fornecem números de vítimas exageradas.

    "O alvo do ataque era um restaurante frequentado por estrangeiros de alto escal
ão", disse o porta-voz dos taliban, Zabihullah Mujahid, em comunicado enviado por email. Ele disse que o ataque teve como alvo um lugar "onde os invasores costumam jantar, com bebida e licor na abundância."
    Ele descreveu o "ataque de vingança", como tendo desferido um "pesado golpe de admoestação para o inimigo, que jamais esquecerei." ...

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- Onde está o criticismo da opinião pública e dos media? Os taliban são TERRORISTAS! Vingam-se desta forma, e as suas acções são legitimadas pela imprensa e pela opinião pública loonie-lefty! Esta imprensa e esta opinião pública que acha que os taliban devem ser «deixados em paz», esquece que quem declarou guerra ao Mundo, foram eles! Esta imprensa e esta opinião pública que deitam postas de pescada sobre a «paz» e a «não-violência», esquecem-se de que, se podem dormir descansados, é porque há gente que não deixa os terroristas dormirem, nem de dia nem de noite.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Assim se Paga o Bem

As notícias que os jornais não dão:

Esta foto resume  trágico equívoco da desventura Ocidental no Afeganistão. Mas a lição, como sempre, não vai ser aprendida. Até porque a Imprensa cala...
Dois militares britânicos foram abatidos por polícias afegãos a quem estavam a treinar. A razão? Apenas o ódio aos infiiéis. Pouco a pouco, o mundo vai percebendo o drama de Israel, que não pode confiar nos seus vizinhos, pelas mesmas razões. 

Este caso fez-nos lembrar o do terrorista de Boston, Tamerlan Tsarnaev, que em 11 de Setembro de 2011 comemorou a feliz efeméride decapitando os seus três únicos amigos nos Estados Unidos - todos judeus, por acaso. 

Teoricamente, as forças Ocidentais e as autoridades afegãs, estão em paz e colaboração, na instauração de um regime democrático no País. No entanto, o Islão é incompatível com a democracia e avesso aos valores que temos como inquestionáveis (direitos humanos, liberdade religiosa, fraternidade entre os homens, tolerância religiosa, igualdade de géneros, etc.). E nunca se sabe quando estamos perante um muçulmano moderado, ou perante um fundamentalista, disposto a matar os infiéis.
"Soldado britânico tira foto com polícia afegão que segundos depois o assassina"

de Anna Edwards para o Daily Mail , 5 de Novembro:

    
Um soldado britânico inconsciente que posou para uma foto com um polícoa afegão,  foi morto a tiro por ele segundos depois.

   
O cabo Brent McCarthy, 25 anos, foi retratado com um membro da Polícia afegã uniformizado apenas momentos antes de ter sido abatido por este.
Após a foto, o atirador e um cúmplice voltaram as armas contra o polícia da Royal Air Force.

   
O seu companheiro, o cabo Lee Davies, de 27 anos, do 1 º Batalhão da Guarda Galesa, que pode ser visto, sentado, sorrindo, no fundo da foto, também foi morto a tiro.
(...)

    
Ambos os soldados eram parte de uma equipe de oito homens que tinham ido para a base da polícia afegã no distrito de Lashkar Gah da província de Helmand em 12 de Maio .
   O cabo Barry Davies tinha comentado que o retratado afegão se tinha urinado pelas pernas abaixo (ver imagem) e isso pode ter sido um sinal para o que estava prestes a acontecer.
(...)

 The two rogue Afghan policemen suspected of shooting dead British soldiers. The Army unit was in the area acting as a police advisory team helping train the Afghan police 
Os dois polícias afegãos que mataram os dois soldados britânicos.
 Corporal Brent McCarthy was part of an eight-man team who had gone to the Afghan police base in the Lashkar Gah district of Helmand province on May 12 

Os cabos Brent McCarthy e Barry Davies eram dois jovens.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

"The Dancing Boys Of Afghanistan"

"Najibullah regressa à sua terra natal para expor uma prática antiga que foi trazido de volta por poderosos senhores da guerra, ex-comandantes militares e empresários ricos. Conhecido como "bacha bazi" (tradução literal: 'rapaz para brincar'), esta prática ilegal explora órfãos de rua e meninos pobres, algumas com apenas 11 anos, cujos pais são pagos para dar os seus filhos aos seus novos "donos". Os homens vestem os meninos com roupas femininas e treinam-nos para cantar e dançar para entretenimento de si mesmos e dos seus amigos, antes de abusarem sexualmente deles. Inacreditavelmente, os senhores da guerra permitiram a Najibullah entrar no seu círculo e documentar sua prática."

- Não há muito a comentar sobre estas atrocidades. A exploração sexual de menores é ainda uma chaga da Humanidade, e não poupa países. O que impressiona aqui é a aceitação social e o contraste com a apertada «moral» exigida às mulheres, que, lembramos, chegam a ter os dedos cortados por usarem verniz de unhas.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Afeganistão: Diversão Até Mais Não!!!!!

"No Afeganistão o futebol é um reality show"

 in Público

E é mesmo! Até os intervalos têm uma animação muito maior que as nossas sensaboronas exibições da banda da guarda republicana!

CUIDADO! O REALITY SHOW FUTEBOLÍSTICO AFEGÃO DO VÍDEO PODE CHOCAR ALGUMAS PESSOAS MAIS SENSÍVEIS:




A família do marido de Zarmeena até a perdoou, e pediu que não a executassem, mas os taliban explicaram que o espectáculo já tinha sido anunciado na Rádio e como tal o público não poderia ser defraudado. Os gritos e choros de crianças são dos filhos de Zarmeena.