Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Se tiver estômago (no pun intended) consulte a nossa secção CANIBALISMO.
Menos de duas semanas depois da notícia de que a máfia nigeriana matou e possivelmente jantou uma jovem italiana, surgiu outra horrível
história de canibalismo, desta vez dos subúrbios parisienses. Três
homens foram presos no dia 19 de Fevereiro em Clichy-sous-Bois, uma
notória Zona Proibida a Não-Muçulmanos, depois de uma disputa sobre dinheiro ter resultado em pedaços de orelhas e lábios de um homem sendo mordidos e engolidos. Os perpetradores provêm das ilhas cabo-verdianas, ao largo da costa do noroeste da África. A origem étnica da vítima, devido ao típico obscurantismo burocrático francês, é desconhecida.
Não deveríamos ter um bocadinho de cuidado com quem entra na Europa dizendo-se "refugiado" da Síria?
Nota: se você é contra o canibalismo, não respeita a tradição cultural de outros povos, é um etnocentrista e possivelmente até um racista.
Embora
seja tentador descartar estes eventos horríveis como ocasionais, a
preponderância de evidências vindas de África sugere o contrário. A
Sociedade Leopard, operando a partir da África Ocidental - Serra Leoa,
Nigéria, Costa do Marfim e Libéria principalmente - capturava e
desmembrava pessoas e compartilhava a carne, na crença de
que poderiam absorver energia da vítima e de que esta os fortaleceria como guerreiros.
Em
países como a Tanzânia, o desmembramento de albinos, e muitas vezes a
ingestão da sua carne, é praticada por bruxos, e os membros dos
albinos falecidos são vendidos como encantos de boa sorte.
O
ditador ugandês Idi Amin gostava muito da carne humana, e o Exército
de Resistência do Senhor, que opera naquela nação e em várias outras,
pratica o "canibalismo mágico".
Em 24 de Outubro de 1986, o
auto denominado Imperador do Império Centro Africano, Jean-Bédel Bokassa (Imperador Bokassa I), foi julgado, embora nunca tenha sido condenado, por comer várias pessoas. Nos anos seguintes, a minoria muçulmana tem sido rotineiramente vítima do canibalismo na República Centro-Africana.O canibalismo forçado foi uma prática comum durante as guerras civis liberianas, congolesas, serra leonesas e sudanesas. Do relatório da União Africana sobre o Sudão:
"A comissão encontrou casos de violência sexual e de género cometidos por ambas as partes contra as mulheres. Também documentou a extrema crueldade exercida através da mutilação e queima de
corpos, drenagem de sangue de pessoas acabadas de matar e o imposição aos membros de uma comunidade étnica de beberem sangue ou comerem carne humana queimada".
Houve
vários relatórios do Congo de que os pigmeus Mbuti estão a ser tratados
como um tipo de especialidade gastronómica perversa - e que esses pigmeus geralmente são
comidos vivos.
Sete
homens sul-africanos foram presos e tentaram, no ano passado, trabalhar
com um curandeiro tradicional para atrair mulheres, estuprá-las e
depois consumir a sua carne. Eles supostamente alimentaram com essa carne trezentas outras pessoas. O Dr. Gwyn Campbell, escrevendo no The South African Medical
Journal, observa que, tradicionalmente, na África do Sul e em Madagáscar,
as pessoas praticam dois tipos de
canibalismo:
"Exocanibalismo, onde os inimigos são consumidos, e endocanibalismo,
onde parentes mortos são comidos para ajudar a sua passagem para o mundo
dos antepassados, ou para prolongar o contacto com familiares amados e
admirados, e absorver as suas boas qualidades".
O
endocanibalismo é amplamente praticado no Burundi, onde os parentes
falecidos são comidos, na crença de que isso também permitirá a ingestão
das proezas de caça do referido parente.
Em certas partes do Quénia, como da Tanzânia, o canibalismo dos albinos é praticado sob a crença de que trará riqueza e boa sorte.
Entre a tribo Luhya no Quénia, acredita-se que comer os órgãos genitais de uma jovem virgem curará a AIDS.
Em
2016, o traficante humano eritreano "The General"Medhanie Yehdego
Mered foi preso quando transportava um telemóvel que apresentava imagens
gráficas e vídeos de execuções de migrantes e do consumo da sua
carne e venda dos seus órgãos. Mered está associado a uma rede de tráfico que opera principalmente em África e na Itália.
Ainda não está convencido? Em
2003, foram feitas onze prisões de praticantes de "magia negra" nos
Camarões, que haviam assassinado e comido os órgãos de dezassete vítimas.
Onze prisões foram feitas na Nigéria, em 2014, num restaurante que servia cabeças humanas assadas como iguaria.
No
ano passado, um homem sul-africano foi executado pela Polícia depois
ter recusado parar de comer uma mulher que havia decapitado.
Também no ano passado, na África do Sul, um tio matou o seu sobrinho de quatro anos e o fez dele um ensopado. Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, o ditador residente da Guiné
Equatorial, tem sido conhecido por torturar os seus inimigos políticos até à morte e
comer os seus testículos e cérebros.
O canibalismo não se limita a África. Houve
relatos recentes da sua prática na Síria, no Iraque, na Índia, no Laos,
no Cambodja, na Indonésia, em Myanmar e no Paquistão, e todos estamos
familiarizados com a antiga tradição guineense de Papua Nova Guiné de
exocanibalismo (muitas vezes testemunhado em toda a Polinésia).
Assim,
além do aumento das taxas de criminalidade, ataques com ácido, agressões
sexuais, pedofilia, erosão do capital cultural, bordeis de
bestialidade e pequenos horrores deprimentemente regulares como um
migrante sírio sendo detido por estuprar um pónei num zoo infantil na Alemanha, nós também temos outro "benefício" da diversidade para adicionar à lista - o canibalismo!
Isto
é precisamente o que se pode esperar quando os nossos líderes decidem
que a sua população deve ser substituída por pessoas vindas de regimes onde reina a Idiocracia, que estão esmagados sob montanhas de lixo, que têm sistemas de saneamento inexistentes, apesar de
receberem literalmente biliões
em ajuda internacional, ou que valsam com os mortos, como os malgaxes fazem
durante o festival de Famadihana - o que, sem surpresa, levou a várias ocorrências da Peste Negra.
Walid Shoebat é um ex-terrorista islâmico da OLP, que se tornou cristão, amigo de Israel e do Mundo Livre em geral. A sua organização RESCUE CHRISTIANS /SALVEM OS CRISTÃOStem resgatado muitos infelizes de uma morte certa às mãos do Islão. O seu trabalho é exemplar.
Walid Shoebat participou, por exemplo, no documentário Islão - O que o Ocidente Precisa Saber:
Se as pessoas dotadas de mais que duas células cerebrais vissem apenas este documentário, muita coisa mudaria no Mundo Livre. Mas o grau de alienação e de desinformação são de tal monta, que é uma tarefa impossível, em muitos casos.
Em 11 de Março de 2014, Walid e o seu filho Teodore conseguiram finalmente vídeos para comprovar o que de há muito sabiam. Na Síria, e em outros locais do novo Califado (o Estado único islâmico que o ISIS se propõe restaurar - e está a conseguir!), estão a decorrer sacrifícios humanos rituais.
Não vamos publicar o vídeo neste blog, para não dar motivos a que nos imponham restrições de idade.
Pode conferir o vídeo no artigo de Walid Shoebat: AQUI. Pode também ver no LIVE LEAK.
Este e outros vídeos são regularmente removidos, por influência do lóbi islamista e extrema-esquerdista.
Este é um "frame" do vídeo:
O indivíduo que conduz o "evento" usa o termoQurban (em árabe: قربان), que indica que oabatefilmado nada mais é que um sacrifício humano ritual.
Noutro vídeorecente, outro sacrifício humano islâmico ficou registado:
Pode vê-lo na íntegra no artigo original de Walid Shoebat:AQUI.
Walid Shoebat, nascido e criado no Médio Oriente, avisa que os cristãos estão a ser mortos nestes mesmos rituais todos os dias, e que o derramamento de sangue não vai parar.
A RESCUE CHRISTIANStem vindo a trabalhar com a irmãHatune Dogan no resgate de cristãos na Síria, Iraque, Jordânia e Turquia. Inexplicavelmente, o Mundo dorme, as próprias Igrejas cristãs dormem, durante o que será o maior Holocausto da História - e que temos vezes sem conta aqui mostrado.
Há anos que Shoebat documenta o renascimento do sacrifício humanoislâmico, sem ter logrado sensibilizar as hierarquias das Igrejas cristãs, mesmo com provas em vídeo e testemunhos sem fim.
A oração islâmica que se ouve nos vídeos e que precede os sacrifícios humanos, é uma reminiscência da oração na cena do sacrifício no filme Apocalypto, que é historicamente preciso no que diz respeito às representações dos sangrentos rituais aztecas:
Num dos seus artigos, cujos vídeos foram infelizmente apagados pelo lóbi islamista, Shoebat mostrou a chegada dos muçulmanos a uma aldeia cristã. Derama escolher aos cristãos entre converterem-se ou abandonarem as suas casas e os seus bens, caso contrário seriam mortos. Se optassem por ficar, teriam que pagar a jizya, o imposto exigidos aos "infiéis", previsto pela lei islâmica.
Recusando a conversão, a fuga ou o imposto, os cristãos seriam executados, e a palavra usada para a execução foi, em Árabe, dhabaha, que designa o abate ritual de animais para o sacrifício.
Walid Shoebat explica que o Islão é uma religião pagã e sangrenta, à maneira dos antigos Aztecas, uma religião assente no sacrifício humano, no canibalismo, no verter de sangue humano.
Perante a realidade do Holocausto dos Cristãos (e dos Yazidis, e dos Curdos, e dos Judeus, e de todos os "infiéis", em todo o Mundo), a cartilha do Politicamente Correcto manda dizer que "isso são apenas meia dúzia de malucos que não compreendem o Islão".
Ainda que fosse a tal "meia dúzia", seria uma meia dúzia muito activa, pois desde o 11 de Setembro de 2001, início da presente ofensiva islâmica, a Jihad, são 28.444 ataques contabilizados.
E só estão aqui contabilizados os ataques terroristas. Não estão os estupros, as torturas, as mutilações, as execuções bárbaras em nome do Islão! A teoria da "meia dúzia de malucos" só pode servir a quem insiste em ignorar a realidade e se está nas tintas para a sorte de milhões de inocentes. O cenário da Segunda Grande Guerra e do Nazismo repete-se. A mesma desgraça, a mesma indiferença! "Enquanto não for comigo, está tudo bem!" - é o lema.
Todas as evidências apontam para que a vasta maioria dos muçulmanos se identificam com a Jihad, com o terrorismo, com a lei islâmica sharia, com o massacre dos "infiéis".
Ainda ontem recordámos alguns posts em que exemplificámos o apoio dos muçulmanos à Jihad:
A seguir ao Massacre de Paris, na "moderada" Turquia, a multidão que enchia o estádio em que se disputava o Turquia x Grécia, observou o minuto de silêncio pelas vítimas com uivos de Allahu Akbar, o grito supremacista que os muçulmanos entoam ao matarem os "infiéis":
Temos para nós que aquilo na Síria - como tudo o que é a jihad islâmica e o Califado Global recém nascido - é apenas uma alegre brincadeira. Por isso tenham calma e não sejam intolerantes, islamofóbicos e etnocêntricos. É a cultura deles matar e comer cristãos, é a nossa comer caracóis com uma cerveja. Estamos quites!
OS VÍDEOS ORIGINAIS DESTE POST FORAM RETIRADOS PELO LÓBI ISLAMISTA.
DESCOBERTOS “MATADOUROS ISLÂMICOS HUMANOS” PARA CRISTÃOS NA SÍRIA
Saif Al-Adlubi contou a história quando o açougueiro egípcio iria
examinar a fila de pessoas que esperavam sua execução. Al-Adlubi
testemunhou pelo menos dois armênios que estavam esperando sua vez de
serem abatidos, já que ninguém pagou seu resgate, a soma de US $ 100.000
cada.
“Ele agarrou o pescoço de um idoso cristão armênio”, que o açougueiro
egípcio estava prestes a abater, diz Al-Adlubi. O açougueiro egípcio
tocou o pescoço do armênio cristão dizendo “você é um homem idoso e seu
pescoço é macio e eu não tenho que afiar a faca para você”. Outros podem
ser mais difíceis dependendo do físico deles.
Saif Al-Adlubi fala de sua fuga milagrosa para a aldeia turca de
Rehaniyeh, na Síria. Ele foi, provavelmente, um dos poucos sobreviventes
que soou o alarme sobre um dos horríveis centros sistemáticos de
extermínio humano dirigidos pelo grupo Takfir jihadista Estado Islâmico.
Os centros prisionais onde os controles do Estado Islâmico (Da’esh)
tornaram-se réplicas do que foram os campos de extermínio das SS
nazistas, exceto que o ISIS realiza o extermínio de uma forma muito mais
horrível. O Da’esh transforma as prisões em tribunais não-oficiais com
matadouros sistemáticos e centros de matança para exterminar os cristãos
e os muçulmanos que não concordam com a ideologia Takfir. Uma vez que
eles forem considerados culpados, a forma como eles lidam com as vítimas
é como se lida com gado.
O ISIS é o grupo Islâmico do Iraque e da Síria (Estado islâmico). O
ISIS também é conhecido nos círculos do Oriente Médio como Da’esh. Há
outro matadouro de cristãos, o que foi confirmado por um cristão sírio
chamado Kamil Toume.
Tudo que foi acrescentado por Toume confirmou o que foi dito por
Al-Adlubi e ele forneceu algumas imagens que vazaram para prová-lo
(conferir clicando o link onde tem o vídeo).
Siba é um distrito em Homs onde fica um dos matadouros Humanos, na Síria.
Os cristãos resgatados de Toume escaparam do destino de seu pai e sua
irmã depois que eles foram ritualmente sacrificados e cremados por
rebeldes islâmicos da Al-Nusra em Duwair, perto de Homs.
“Você nunca ouviu falar do matadouro Umm Muhammad ?” Kamil nos disse
quando lhe pediu para comentar sobre a história de Saif Al-Adlubi.
“O que você quer dizer com matadouro Umm Muhammad”? Pedimos na incredulidade.
A filmagem é de dois matadouros separados, um em Bayyada e o outro de 3 anos de existência, em Al-Siba ‘.
Matadouros vêm existindo há 3 anos na Síria.
Al-Adlubi é um muçulmano fundamentalista que se juntou à FSA
(Exército Sírio Livre) e foi um militante e um agente de mídia para a
FSA. Ele foi capturado pelo Da’esh e falou sobre acontecimentos
horríveis explicando como ele nunca tinha experimentado ou visto tal
horror sob o regime de Assad. Ele foi um dos poucos que conseguiram sair
quando a milícia síria finalmente derrotou os rebeldes do Da’esh num
centro prisional.
“Como eu poderia ser considerado Kafir (pagãos) se eu oro e jejuo?”,
Perguntou o funcionário da prisão como ele conta sua história a várias
agências de notícias árabes.
“Você é” murtad “[apóstata]”, respondeu o oficial.
“Eu perguntei a ele, qual é o meu destino. Eu quero começar um fechamento. O que é isso, um ano, dois anos na prisão? ”
“Ele disse em árabe” Abshir Bithabih “, em Inglês,” Alegra-te, você será sacrificado “.
Segundo a teologia islâmica do Dae’sh, ele seria sacrificado como um
mártir tinha sido abatido para o seu pecado. Este não é o mesmo destino
para os cristãos que na sua opinião vão acabar em fogo eterno do
inferno.
Antes dele ser libertado, Al-Adlubi viu os corpos de homens jovens que foram sistematicamente abatidos e estripados.
“O matadouro estava em uma colina. É isolado e é desprovido de
quaisquer casas vizinhas “, diz Al-Adlubi. “Eu testemunhei corpos sem
vida pendurado de cabeça para baixo, como se fossem ovelhas abatidas”,
acrescentou.
“No centro do matadouro há um enorme egípcio de cerca de dois metros de altura. Ele foi o único a fazer o abate ”
O açougueiro egípcio examina a fila dos jovens e idosos que estavam
prestes a ser abatidos: cristãos armênios, sírios cristãos, xiitas e
sunitas. Cada um tinha que ser fisicamente examinado. Eles são
decapitados a partir da raiz de seus pescoços, suas cavidades torácicas
são abertas e estripadas e são pendurados de cabeça para baixo. O
pescoço do homem idoso armênio cristão era simples.
As histórias contadas por Al-Adlubi e Toume acrescentam-se. Toume nos
enviou algumas imagens que circularam na comunidade síria após o
matadouro humano finalmente acabar, e as provas terríveis restantes
foram reveladas quando o matadouro de Umm Mohammad, no distrito da Siba
’em Homs foi apreendido pela polícia síria há 3 anos em agosto de 2011.
Isso foi durante a infância da revolução na Síria. O Matadouro de Umm
Muhammad não foi operado por Da’esh mas pelo FSA (Exército Livre Sírio),
durante sua infância. Os matadouros estavam em curso há anos e só o
futuro vai mostrar a extensão de tais operações. Nós também temos
relatado no passado como uma doença rara (Kuru) que infectou sírios que
só pode ser contraída, como resultado de canibalismo.
Umm Muhammad era uma mulher sunita encarregada de desmembrar corpos
humanos. Nas imagens, ela pode ser vista com corpos humanos sendo
picados exatamente como é feito em um matadouro de gado. O que é
surpreendente é a maneira de o cuidado superior nos pedaços das partes
do corpo sem ter traços claros de tortura, o que indica que o alvo
potencial era a empilhar as partes do corpo por uma razão desconhecida. A
mesa é do tipo usado em um necrotério ou na Medicina Legal.
A história de Al-Adlubi também é verificada a partir de imagens
obtidas de Al-Bayyada, outro matadouro, que os cristãos resgatados foram
capazes de obter as imagens. E assim como Al-Adlubi declarou, onde
ficaram pendurados de cabeça para baixo, sem cabeça, como ovelhas
abatidas. As cabeças foram removidas da raiz da cavidade torácica, assim
como Al-Adlubi afirmou ao descrever como o egípcio estava fazendo seus
métodos meticulosos e como Toume descreveu o matadouro Umm-Muhammad no
distrito de Al-Siba ‘.
O pesadelo de Saif Al-Adlubi havia terminado quando milícia civil síria, finalmente, invadiu a prisão Da’esh , em Edbana.
Nós relatamos esta história por causa do silêncio sobre o assassinato
sistemático dos cristãos, as minorias xiitas e até mesmo muçulmanos
sunitas na Síria que não concordam com a teologia takfirista. A história
é uma reminiscência do relatório inicial sobre o extermínio dos judeus
da Europa e de outras minorias quando pouca cobertura foi dada para a
verdade nestes dias.
Prevemos que a história se repita no caso dos cristãos na Síria e no
Iraque. Quando o Dr. Gerhart Riegner, o representante do Congresso
Judaico Mundial, em Genebra, na Suíça, soube o que estava acontecendo de
uma fonte alemã, Riegner pediu aos diplomatas americanos na Suíça para
informar o rabino Stephen S. Wise, – um dos líderes judeus mais
proeminentes da América – dos centros de extermínio sistemático. Mas o
Departamento de Estado, caracteristicamente insensível e influenciado
pelo antissemitismo, decidiu não informar o erudito.
O rabino, no entanto, soube da terrível mensagem de Riegner através
de líderes judeus na Grã-Bretanha. Ele imediatamente se aproximou do
subsecretário de Estado Sumner Welles, que pediu a Wise para manter as
informações confidenciais até que o governo tivesse tempo para verificar
isso. Wise concordou e não foi até novembro de 1942, que Welles
autorizou a liberação da mensagem de Riegner.
Wise deu uma conferência de imprensa na noite de 24 de novembro de
1942. O New York Times do dia seguinte relatou suas notícias em sua
décima página. Durante todo o resto da guerra, o Times e a maioria dos
outros jornais não conseguiram dar cobertura proeminente e ampla para o
Holocausto.
No caso da Síria, a história se repete. Os “ Rescue Christians”VÃO
fazer um comunicado de imprensa para entrevistas na mídia para falar
com o Sr. Toume e o sofrimento dos cristãos sírios e como sua família
foram assassinados por forças rebeldes na Síria.
A crueldade manifestada pelos muçulmanos nos matadouros sírios é uma reminiscência à violência perpetrada pelos turcos otomanos.
Por exemplo, o carrasco egípcio que disse ao idoso armênio que seu
pescoço estava macio e fácil de cortar, é paralelos o ódio que os
muçulmanos otomanos expressam pelos armênios. Hoje, temos uma filmagem
real de como o extermínio dos armênios foi realizado.
Um alemão, que estava presente no Genocídio Armênio, estava correndo
um orfanato na área de Moush onde os turcos estavam realizando seus
massacres. Quando ele perguntou a um oficial turco encarregado se às
crianças armênias do orfanato seria dadas passagem segura garantida, o
turco respondeu:
Você pode levá-los com você, mas sendo armênias suas cabeças podem e serão cortadas no caminho. (1)
Nos matadouros na Síria, há incontáveis cadáveres, todos
severamente mutilados e cortados em partes. Este é exatamente o que os
turcos fizeram para os cristãos em seu infame genocídio.
Camponeses turcos apreenderam multidões inteiras de armênios e
cortaram seus corpos em pedaços, enquanto eles ainda estavam vivos. Uma
carta escrita por uma fonte anônima relata como agricultores turcos
cortaram em pedaços uma grande massa de homens armênios com suas
ferramentas agrícolas:
No vale do Beyhan Boghazi, distante de seis ou sete horas da cidade,
eles foram atacados por uma horda selvagem de camponeses turcos, e que,
por força da ordem, foram todos massacrados com os martelos, machados,
foices, enxadas, serras – em uma palavra, com todos a implementar uma
morte lenta e dolorosa. Alguns arrancavam suas cabeças, orelhas, nariz,
mãos, pés com foices; outros colocam para fora de seus olhos. … Os
corpos das vítimas foram deixados em pedaços no vale, para serem
devorados pelas feras. (2)
William Howard Willard, uma testemunha ocular do genocídio armênio,
na verdade, descreveu como os turcos mutilaram e cortaram em pedaços os
corpos dos cristãos:
… As solas dos seus pés são mantidas antes de um fogo aberto até a
carne cair. Depois que a língua pode ser puxada para fora, ou ferros em
brasa empurraram seus olhos. Se ele não estava morto por esse tempo, ele
é cortado em pedaços com facas. (3)
Samuel Gridley Howe, um americano que ajudou a revolta de cristãos
gregos contra a ocupação turca no século 19, descreveu o massacre dos
cristãos gregos pelos turcos como um matadouro literal, com partes do
corpo decepadas e cabeças decapitadas sendo encontrados sem número. Ele
descreveu um massacre de uma cidade grega como tal:
[A] as tropas turcas se reuniram em volta da cidade, correram entre
os habitantes indefesos, e começaram a massacrar todos encontrados. … E
algumas horas foram suficientes para tudo isso; algumas horas de rapina e
assassinato tinha mudado a bela cidade para uma cena de devastação;
para um matadouro, ainda fumegante com o sangue de milhares de todas as
idades e de ambos os sexos, cujos corpos mutilados e sem cabeça,
estavam em todas as direções sobre as ruas (4)
Os matadouros na Síria são realmente centros rituais de sacrifícios
humanos. Os “Rescue Christians” ainda obtiveram sequência de imagens
para provar isso também. No vídeo, que é filmado em mais um matadouro
desconhecido, o carrasco declara esta oração antes de fazer o abate:
“Em defesa dos sunitas ó Senhor, ó Senhor, nós trazemos essas ofertas
a ti, ó Senhor. Por favor, aceite esta oferta de sacrifício, ó Senhor. Ó
Senhor, aceite isto de nós, aceitar isso de nós. Em nome de Alá.
Bismillah”. (Em nome de Allah). Allahu Akbar
As vítimas poderiam ser filmadas ou abatidas, mas uma coisa é verdade, estes são assassinatos ritualísticos.
Isto pode ser deduzido por paralelismo dos matadouros na Síria a
ideologia islâmica em relação ao derramamento de sangue cristão, o que
pode ser observado em relatos históricos. Por exemplo, Howe, uma
testemunha ocular da violência turca, contou que os turcos muçulmanos
“pensavam que o sangue de um cristão uma oferta aceitável a Deus.” (5)
Agora, em conjunto com esta declaração, aqui está uma conta de John
Eshoo, um reverendo assírio que sobreviveu ao genocídio assírio sob os
turcos, no qual ele refere-se à carnificina como uma casa de literal
abate e descreve como os muçulmanos massacraram os cristãos da mesma
forma que o sistema de sacrifício de animais durante os jejuns
islâmicos:
O lugar tornou-se literalmente um temeroso matadouro humano,
recebendo suas vítimas sem palavras, em grupos de dez e vinte de cada
vez, para a execução. … Estes assírios marcharam indefesos como
cordeiros para o abate, e eles não abriram a sua boca, salvo por
dizeres: “Senhor, nas tuas mãos me entrego; nós cometemos nossos
espíritos”.
Os carrascos começaram cortando primeiro os dedos de suas
vítimas, juntas e articulação, até as duas mãos estarem completamente
amputada. Em seguida, eles foram esticados no chão, depois a maneira dos
animais que são mortos rápido, mas estes com suas faces voltadas para
cima, e a cabeça descansando sobre as pedras ou blocos de madeira, em
seguida, suas gargantas foram metade corte, de modo a prolongar sua
tortura antes de morrer, e enquanto lutando na agonia da morte, as
vítimas foram pontapeados e espancados por pólos pesados pelos
assassinos realizados. Muitos deles, enquanto ainda trabalhando sob a
dor da morte, foram jogados em valas e enterrado antes de suas almas
trem expirado. (6)
Todo esse sadismo e crueldade foi feito na forma de um sacrifício
animal islâmica, e na religião muçulmana, é permitido que um ser humano
substitua o animal nos rituais de sacrifício. Esta teologia do
sacrifício humano é baseada na antiga história de Khalid Abdullah
al-Kasri, que sacrificou ritualmente JAAD bin Durham no lugar de um
animal no feriado islâmico do Festival do Sacrifício. Ele arrastou
Durham em uma mesquita, e antes de derramar seu sangue, proclamou:
Ó povo, sacrifício, Allah aceite seus sacrifícios. Agora, estou sacrificando JAAD bin Durham.”
A história é aceita como ortodoxa por vários dos teólogos muçulmanos
mais vigorosos durante a história do Islã como Al-Shafi ‘, Ibin
Tayymiya, Bukhari, Dhahabi, Ibin Al-qiyam, Darami e Ibin Katheer.
Esta é a realidade do Islã, é uma religião pagã, e religião
totalmente depravada e sádica. Leva a alma de um homem e elimina
quaisquer vestígios de afeição humana a partir de seu próprio ser. Olhe
para a sua própria alma, e compreenda a sua própria obrigação de ajudar
os cristãos a partir deste horror. Por favor, doe para salvar vidas
cristãs na Síria.
Por Walid Shoebat e Theodore Shoebat
(1) Moush: Declaração por uma testemunha ocular alemã de Ocorrências
na Moush; comunicada pela Comissão Americana para o Alívio da armênia e
síria, em Arnold Toynbee, The Treatmen de armênios no Império Otomano,
p. 89
(2) Angora: Extrato de uma carta, datada de 16 de setembro de 1915;
anexado ao memorando (doc. 11), datado de 15/28 de outubro de 1915, a
partir de uma fonte bem informada em Bukarest
(3) William Howard Willard, Horrors da Arménia, ch. 1, p. 6
4) Samuel Gridely Howe, Um Esboço Histórico da Revolução grega, ch. 3, pp. 99-100
(5) Howe, Um Esboço Histórico da Revolução grega, ch. 3, p. 100
(6) Em Joel Euel Werda, The Flickering Light of Asia: ou, a nação Assíria e a Igreja, cap. 26
"Dezenas de estudantes sírios aterraram em Lisboa na madrugada de 1 de Março" - PÚBLICO
Todos os dias os media falam na Síria, mas não contam (talvez por uma aversão instintiva a tamanho horror) a magnitude das atrocidades que lá se passam.
Continuamos a tradução do artigo de Walid e Theodore Shoebat, pai e filho, responsáveis pela organização RESCUE CHRISTIANS. Walid é um ex-terrorista "palestino".
Descobertos Matadouros Humanos Islâmicos Para os Cristãos - Literais e Reais
17 de Março de 2014
EXCLUSIVO
Por Walid Shoebat e Theodore Shoebat
Os centrosprisionais do ISIS(Da'ish) tornaram-se miniaturasdo queforam oscampos de extermínio nazis.
O Da'ishtransformou asprisõesemmatadourospara exterminarcristãos e muçulmanos que não concordam com a ideologia do grupo.Uma vez consideradosculpados, as vítimassão tratadascomogado.
OISISrepresenta ogrupo islâmicodo Iraquee da Síria. O ISIStambémé conhecido nos círculosno MédioOriente comoDa'ish. O RESCUE CHRISTIANSobtevefilmagens deum matadouro, tomadas por umcristãosírio chamadoKamilToume,para confirmar asnossas alegações.
Este é o Matadouro Humano de Siba, em Homs, na Síria. (Vídeos originais AQUI).
O RESCUE CHRISTIANS ajudou Toumea escapar do destino
de seu pai e irmã, que foram ritualmente sacrificados e cremados por
rebeldes islâmicos da Al-Nusra, em Duwair, perto de Homs.
"O que quer dizer com matadouro de Umm Muhammad?" - perguntámos, incrédulos.
As filmagens são de dois matadouros separados, um em Bayyada e outro em Al-Siba.
Matadouros destes estão a funcionar há 3 anos na Síria.
Al-Adlubi é fundamentalista muçulmano que se juntou ao FSA (Exército Sírio
Livre) e foi militante e agente de Imprensa do FSA. Foi capturado pelo Da'ish e explica que
nunca experimentou ou viu tal horror sob o regime de Assad. Ele foi um dos poucos que conseguiram escapar.
"Como é que eu sou considerado infiel (pagão) se eu oro e jejuo?" - perguntou ao guarda da prisão.
"És é murtad [ apóstata ]!" - respondeu o guarda.
"Eu perguntei ao guarda qual seria o meu destino. Um ano, dois anos na prisão?"
Ele disse: "Regozija-te, pois vais ser sacrificado!"
De acordo com a teologia islâmica Dai'sh, ele seria sacrificado como mártir.
Esse não é o destino dos cristãos, que, segundo esta teologia vão parar ao fogo eterno do inferno.Antes de ter sido libertado, Al-Adlubi viu os corpos de homens jovens que foram sistematicamente abatidos e estripados.
Está tudo bem. É só mais um Holocaustozinho de nada...
Quanto vale um cristão nos dias que correm? Tanto como um judeu ou um rom há 70 anos: NADA!
Na Síria, de que a Imprensa fala todos os dias, há matadouros (literais) para cristãos, e canibalismo dos mesmos. Não vemos na Imprensa uma linha sobre este horror, como não vemos sobre o Holocausto dos cristãos em geral, que ameaça vir a ser o maior da História. PORQUÊ? Responda quem souber.
A administração Obama apoia e financia estes opositores ao tirano Bashar Al Assad. Republicanos destacados, como John Mc Cainn, também apoiam os perpetradores destas atrocidades. Indiferentes à sorte dos cristãos sírios, como o foram em relação aos do Egipto e a todos os outros.
Saif
Al-Adlubi contou a história. O açougueiro egípcio examinou a fila de pessoas esperando a execução. Al-Adlubi testemunhou pelo menos dois arménios que estavam à espera da
sua vez de serem abatidos, já que ninguém pagou o seu resgate, a soma
de 100.000 dólares cada.
"Eles agarraram num idoso arménio cristão pelo pescoço", diz Al-Adlubi, "e de todos os que o açougueiro egípcio estava prestes a abater". O
açougueiro egípcio apalpou o pescoço do cristão arménio e disse: "És
um homem de meia idade e o teu pescoço é mole. Nem preciso de afiar a faca". Saif Al-Adlubi fala da sua fuga milagrosa da Síria para a cidade turca de Rehaniyeh. Ele foi, provavelmente, um dos poucos sobreviventes. Já soou o
alarme do extermínio humano sistemático
realizado pelo grupo jihadista Takfiri ISIS. RESCUE CHRISTIANS entrevista Al-Adlubi:
Vídeo retirado pelo lóbi islamista; substituímos por um dos poucos vídeos de canibalismo islâmico que chegaram aos media mainstream (o canibal foi louvado como um herói, por exemplo, pela BBC):
Neste vídeo, um prestigiado egípcio doutor em Islão, o advogado senhor Ahmad Abdo Maher, explica porque é que a Universidade Islâmica de Alazhar publica livros que ensinam a cozinhar e comer "infiéis", demonstrando que o Islão assim o permite:
(Veja mais referências [aqui] da Al-Jazeera [aqui] e de outros [aqui])
Talvez certas pessoas percebam agora porque é que houve as Cruzadas!