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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Esoterismo



Num texto pouco menos que esotérico, Paquete de Oliveira, Provedor do leitor do Público, o órgão da informação mais aberta e despudoradamente antissemita e filo-muçulmano de Portugal, termina com esta intrigante frase:

"E por tudo, o primeiro radicalismo a evitar ou a combater é o que emerge do jornalismo, do sectarismo informativo".

Para começar, não entendemos o que faz uma pessoa que temos na conta de séria e íntegra, em tal folha.

Alguns exemplos de antologia da propaganda promovida pelo tenebroso Al-Público:

Publiwood, 1933-2014 

Público sempre igual a si mesmo

Um exemplo do que é o Al-Público

  
Até temos uma secção chamada PUBLIWOOD, em que comentamos o ódio do Público a Israel e o seu amor ao terrorismo islâmico. Mas é como secar uma inundação com uma esponja.   

Até apelos explícitos ao terrorismo contra Israel esta publicação tem dado à estampa.

Um exemplo da prosa ambígua de Paquete de Oliveira:

«Como dizia o politólogo norte-americano, Max Abrahms, citado no artigo do PÚBLICO, (edição de 21.08.14), da autoria de Ana Fonseca Pereira, “o terrorismo é por definição uma estratégia de comunicação” e “se as maiorias das pessoas no mundo se sentem horrorizadas, ela atrai os elementos radicalizados da sociedade”. E aliás, como anota Ana Fonseca, não é por acaso que Foley é mostrado ao mundo, ajoelhado, de cabeça rapada e vestido com um uniforme de cor laranja a fazer lembrar os presos de Guantánamo.»

Não se pode servir a dois senhores, caro Paquete de Oliveira. Ou se serve a VERDADE... ou não!

O Jornalismo deve relatar os FACTOS e procurar a VERDADE. O que o Al-Público faz é escamotear e "justificar" o terrorismo islâmico. Por muitas elipses, parábolas e hipérboles que se use, por muitas citações de sociólogos com que se cubra o cerne da mensagem, a VERDADE é que o Islão é uma ideologia terrorista, supremacista e bárbara, que está neste momento e mais uma vez, à conquista do Mundo, com a inominável crueldade de sempre. E com a cumplicidade cobarde ou militante da Imprensa. Do jornal em que o senhor é a autoridade moral por excelência, Paquete de Oliveira.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Um exemplo do que é o Al-Público

Joaquim Vieira foi jornalista em vários órgãos de imprensa e provedor do leitor do jornal Público. Hoje em dia dedica-se a difamar judeus.

sábado, 26 de julho de 2014

Publiwood, 1933-2014



A propaganda antissemita do «jornal» Al-Público e uma resposta da Embaixada de Israel em Portugal.
 
Nem nos nossos piores pesadelos imaginaríamos que a atmosfera de 1933 pudessem regressar, pela mão desta publicação, que (ainda) é levada a sério por muita gente. De todos os «jornalistas» que por lá fazem o possível por desinformar e atiçar o ódio das massas a Israel, esse tal Loff é possivelmente o mais execrável. Não fora o imperativo de consciência de defendermos a Verdade e combatermos a propaganda dessa lamentável folha antissemita, e tomaríamos todas as precauções para evitar o desagradável fácies da criatura.

O PROPAGANDISTA, ODIADOR e MENTIROSO Loff tem concorrência cerrada, note-se! Nomeadamente da «jornalista» que diz que Islão é paz. Ou da que sabe escrever Saddam Hussein em Árabe. Muito graves têm sido também os recentes editoriais, que não cairiam mal num comício do Hamas.

No post  1933 All Over Again?, de há mais de um ano, já dissemos o essencial. A insistência na MENTIRA e no ódio a Israel fez-nos criar a etiqueta Publiwood

Permitiram a resposta de um representante da Embaixada, contudo! E ontem fizeram repicar sinos neste blog. Ainda não está tudo perdido...

Aplaudimos esta resposta à jihad do Al-Público. Lamentamos que esta publicação albergue profissionais de tão baixa (rasteirinha) qualidade.


Opinião


O cidadão e o historiador – duas versões de Gaza


Manuel Loff, o cidadão, não tem de se deixar confundir com os factos, mas Manuel Loff, o historiador, devia.
No passado dia 24 de Julho, o jornal PÚBLICO publicou um artigo de opinião de Manuel Loff, historiador, sobre o presente conflito em Gaza.
Toda a gente tem o direito de atacar um país. Mas eu gostaria de me focar no facto de Manuel Loff assinar os seus artigos não como o "cidadão" Manuel Loff, mas como o "historiador" Manuel Loff.
Um cidadão pode escrever acrimoniosamente que a ONU não encontrou provas do uso da população civil de Gaza como escudo humano pelo Hamas. Mas como pode um historiador ignorar os dois anúncios feitos pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados do Próximo Oriente (UNRWA), só esta semana, sobre a descoberta de mísseis escondidos em escolas que são da própria agência?
Um cidadão pode escrever apaixonadamente que não passam de falsidades e propaganda as afirmações de Israel de que os terroristas usam ambulâncias para se esconderem, mas como pode um historiador ignorar por completo os vídeos que mostram terroristas a atirar sobre militares israelitas e a fugirem depois de entrarem pelas traseiras de uma ambulância?
Um cidadão pode escrever indignadamente que falsa é também a afirmação de Israel de que o Hamas usa hospitais como quartéis-generais das suas actividades, mas como pode um historiador deixar escapar exactamente as fotos publicadas onde se vêem as espingardas a sair do Hospital de Al-Waffa, em Gaza?
Um cidadão pode afirmar peremptoriamente que não existe qualquer acção humanitária de Israel ao povo de Gaza, mas o que pode dizer um historiador sobre o facto provado de que Israel lhes fez chegar até ao dia de hoje 2120 toneladas de comida e 610 mil litros de combustível? E o que dirá ainda esse historiador sobre a tentativa de Israel manter aberta a passagem fronteiriça para Gaza enquanto o Hamas dispara rockets – para que Manuel Loff, o cidadão, possa dizer que as passagens estão fechadas?
Manuel Loff, o cidadão, pode "deixar cair", num artigo com centenas de palavras, as palavras "mísseis" e "túneis" e também o número "2300", esperando que assim o leitor possa pensar que Israel subitamente teve vontade de atacar Gaza, mas o Manuel Loff historiador sabe muito bem que não há qualquer outro exemplo na História de um país que veja caírem 2300 mísseis na cabeça dos seus civis só nos últimos 17 dias e se deixe ficar sentado de braços cruzados, enquanto terroristas surgem de centenas de túneis escavados por debaixo do seu território para matar crianças.
Manuel Loff, o cidadão, não tem de se deixar confundir com os factos, mas Manuel Loff, o historiador, devia.
Conselheiro político da Embaixada de Israel

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Ainda há jornalistas...



A Imprensa continua a sua rotineira propaganda antissemita. Destaque nacional para o tenebroso Al-Público, que segue à risca a cartilha propagandística do movimento terrorista Hamas, ela mesma inspirada na propaganda nazi. O obsceno Al-Público, rivaliza com os mísseis do Hamas no bombardeamento de falsidades, manipulação e instigação do ódio às vítimas, bem como no branqueamento dos terroristas jihadistas nazis.


Como temos frisado, nunca nenhum país, na História da Humanidade, sofreu passivamente um bombardeamento de três semanas sobre a sua população civil, por mais de 2.000 mísseis mortais (fora todos os antecedentes), até se decidir a agir.

Enquanto os civis israelitas são chacinados, os media globais cantam de alegria e fecham-se em copas. Quando Israel responde, em defesa da sua população, revela-se a agenda antissemita da Imprensa.

Enquanto os judeus ardiam nas fogueiras da Inquisição, quantos avançaram em defesa deles? Enquanto eram gaseados nos campos de concentração nazis, quantos avançaram em defesa deles?

Em ambos os casos, muito poucos. Na Segunda Grande Guerra, apenas algumas bombas sobre as linhas de comboio que conduziam aos campos de extermínio, teriam atrasado consideravelmente o Holocausto. Mas quem é que estava interessado em parar o Holocausto?

Assim vão os media nos nossos dias, empurrando as populações para cometerem um novo Holocausto. Ao redor do mundo, os ataques antissemitas intensificam-se. Responsabilidade principal dos media!



"Tweets dos repórteres em Gaza: Hamas usa escudos humanos"
Lahav Harkov, Jerusalem Post, 24 de Julho de 2014
  Vários jornalistas de todo o mundo relataram ter visto mísseis lançados de áreas civis em Gaza nos últimos dias, e em troca receberam ameaças e acusações de "informarem" o IDF.

     Na quarta-feira, Peter Stefanovic, da australiana Channel Nine, twittou: "Mísseis do Hamas estão a ser lançados sobre o nosso hotel a partir de um local situado a duzentos metros de distância. A plataforma de lançamento de mísseis está basicamente ao nosso lado".

     Uma conta chamada @ Expired ThisIsGaza disse que era a quarta vez que Stefanovic "inventava e passava informações para Israel a partir de Gaza ..." e ameaçou processá-lo.

- A irracionalidade dos terroristas no seu melhor. Se as informações são «inventadas», qual é a gravidade de as passar ao inimigo? 


     Outra conta, @ longitude0, escreveu: "Você é um cretino. Você trabalha para o IDF" e "Os espiões na Segunda Guerra Mundial eram executados".
John Reed, editor-chefe do  Financial Times, relatou ter visto "dois mísseis disparados em direcção a Israel de perto do Hospital al-Shifa".

Shifa é o principal centro médico na Faixa
de Gaza.

Em resposta, @ Saritah_91 twittou: "Vamos prendê-lo como responsável, se Israel usar o seu tweet para bombardear o hospital".

Outro usuário do twitter, @ Faysal_FreeGaza, disse que o jornalista está "subtilmente a justificar e encorajar ataques do IDF contra hospitais", e @ Maysara_ ara escreveu: "Saia de Gaza, seu informador!".

- Lembramos (e temos demonstrado, com vídeos), que os terroristas do Hamas usam hospitais, escolas, mesquitas, casas de habitação, como bases de lançamento de mísseis e armazenamento de armas e munições, entre outras actividades do mesmo jaez.


Nick Caseycorrespondente do Wall Street Journal, twittou na terça-feira uma foto de um oficial do Hamas usando o Hospital de Shifa para entrevistas aos media, escrevendo: "Vocês têm que saber que o Hamas usa o Hospital de Shifa para bombardeamentos, e como os doentes se sentem quando o Hamas os usa para dar entrevistas em segurança".

Na quarta-feira, o tweet foi excluído, mas contas de Twitter pró-palestinas continuaram a incluí-lo em listas de "jornalistas que em Gaza mentem / fabricam informações para Israel" e que "devem ser processados por crimes".


- Já temos explicado, e demonstrado, que para o Islão, o conceito de difamação consiste em dizer verdades inconvenientes.


No domingo, Janis Mackey Frayer, correspondente da CTV do Canadá, twittou que, enquanto estava no bairro de Shejaiya, da Cidade de Gaza, "viu vários homens do Hamas armados".

Um deles vestido de mulher ... "com a ponta da arma a ver-se por debaixo dos véus islâmicos".

- Os terroristas islâmicos têm uma tendência danada para a bichice. Conflitos internos mal resolvidos às vezes resultam em violência. Porque não ajuda psiquiátrica?

A jornalista australiana  recebeu ameaças semelhantes às enviadas a outros jornalistas.

- Relembramos este extraordinário documento; uma palestinianista australiana vai à "Palestina" e descobre a triste realidade do terrorismo, das crianças usadas como escudos humanos, da vida dedicada ao ódio:



Harry Fear, um jornalista do Reino Unido que está em Gaza ao serviço da televisão RT (anteriormente Russia Today), twittou na semana passada: "De manhã cedo, mísseis eram disparados contra Israel a partir de Gaza. Um local bem conhecido na Cidade de Gaza, perto do meu hotel, estava entre os locais de onde partia o fogo".
Harry Fear então dirigiu-se aos críticos, twittando: "Chovem agora queixas de que eu estou a informar Israel sobre as  especificidades das bases militares em Gaza ... Mas estes locais de lançamento de mísseis são bem conhecidos  de todos os jornalistas internacionais!".

- Parabéns a Fear, que ao contrário do nome, não tem medo de dizer a VERDADE!

"Um jornalista só pode relatar o barulho e a ferocidade dos ataques de Israel e não os de Gaza? Ambos aterrorizam as pessoas!", twittou.

- O diabo é que o Fear é capaz de perder o emprego e não vir a arranjar outro! Ele não sabe que é obrigatório odiar os judeus e ser islamista e aldrabão, para se trabalhar nos media "de referência"!

Mais tarde naquele dia, Fear twittou: "O Hospital de Al-Wafa tem sofrido ataques nos últimos momentos - este hospital usa escudos humanos".

Neste post 

Não fossem os escudos humanos... 

pode  verificar com os terroristas do Hamas atacam civis israelitas, usam escudos humanos e usam o Hospital Al-Wafa (como usam outros), como base terrorista. O IDF avisa repetidamente e depois dispara sobre os locais do hospital de onde partem os mísseis. É a guerra mais difícil do Mundo!

O site HONEST REPORTING dá conta de que até jornalistas ocidentais estão a ser usados como escudos humanos. Este site faz a cobertura possível da difamação global contra Israel.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Zé Tó Resolve!!!

ACTUALIZADO COM DOIS DIVERTIDOS SKETCHES DOS MONTHY PHYTON:



 - "O Irão é o país mais democrático do mundo", disse o torcionário Mhammoud.

Todos nos lembramos do triste episódio da conhecida Mata-Hari da Buraca, toda amortalhada, a arrojar-se aos pés do assassino tirano nazi Ahmadinejad, a ser mandada calar, a ser posta na linha, ali, de rédea curta, compenetradinha e mansa, na sua condição de dhimmī .



Maometanas explicam na TV como levar nos cornos:





 Aparentemente, há quem goste...



Não compreendemos, sinceramente, o sortilégio que a seita maometana exerce sobre certas mulheres do Mundo Livre. No tenebroso Al-Público, elas competem entre elas, quais odaliscas para cair nas boas graças do sultão, para ver quem odeia mais os judeus (como manda o livrinho do Mafoma) e quem mais exalça as doces qualidades do Islão, que literalmente DESTRÓI  as MULHERES.

O blog Lura do Grilo, que é, com o Lisboa-Jerusalém, a nossa inspiração, tem nervos de aço e estômago resistente para conseguir digerir a obscenidade de órgãos de desinformação como a RTP.

Vale muito a pena ler este post:  RTP-1: mais do mesmo

Destacamos:  

"A Sra Márcia Rodrigues viveria em paz e harmonia com os vizinhos se estes continuamente alvejassem as janelas do apartamento, o seu carro, os seus filhos e os seus familiares dias e dias a fio de uma forma que ela não pudesse prosseguir a sua vida normal. A Sra Márcia não pediria ajuda: ficaria de braços cruzados até que os agressores destruíssem a sua propriedade, matassem os seus filhos e esperaria pacientemente que os agressores se cansassem das malfeitorias".

Um comentador habitual da Lura do Grilo acrescenta:
A sic está pior.
O Zimermman em directo a explicar que os israelitas avisam com antecedencia o local dos bombardeamentos para evitar os escudos humanos procurados pelo Hamas e o Pivot a remoer nas vítimas civis. E a falar das "apenas" 5 vítimas israelitas.
E outro leitor relembra que, sempre que Israel se defende, a Imprensa faz coro com os nazis e a extrema-esquerda.

Porque é disso que se trata:

O chamado "radicalismo islâmico" é tão bárbaro como o Nazismo.

Já muitas vezes nos perguntámos o que faz correr estas mulheres. Será que fazem parte daquele sector feminino que "adora cafageste"?

Se é o caso, é pena não resolverem isso no psiquiatra. Ou com o meu amigo Zé Tó, que é bate-chapas, quando fala diz meia dúzia de palavrões em cada frase, e trata as 'gajas' à bruta.



 Zé Tó, o sonho de muitas mulheres.


Evitava-se um novo Holocausto, que está a ser gerado pela difamação de gajas e gajos destes, que prevalecem na Imprensa global. E elas ficavam contentes.


ACTUALIZAÇÃO: Confira o traje da Mata-Hari da Buraca  a entrevistar o Embaixador do Irão (em Lisboa!!!):



As luvinhas!!! As luvinhas!!!

domingo, 13 de julho de 2014

Porque morrem os 'palestinos'



Os soldados israelitas protegem a sua população. Os terroristas do Hamas protegem-se atrás da sua população.

Após mais de 500 mísseis disparados contra Israel só este ano, e muitos outros ataques, Israel respondeu. E está a causar danos aos terroristas. Uma faixa de opinião do Ocidente (extrema-esquerda, neo nazis e outros islamófilos), está chateada...

Mãe e filho posam com foto em que encenaram uma cena das que partem o coração aos ocidentais: Os malandros dos judeus "mataram" mais um menino...

A insensibilidade e a barbárie no campo islamista/'palestino' são de tal ordem, que não hesitam em usar imagens de filmes de terror norte-americanos para legendarem como sendo vítimas do Exército de Israel. Também 'reciclam' fotos dos cristãos massacrados pelos islamistas na Síria e Iraque para os mesmos propósitos: Confira ambas as técnicas de propaganda AQUI!

Os media não se preocupam quando os israelitas são mortos pelos terroristas. Mas, de cada vez que Israel responde, aparece este tipo de manipulação da opinião pública (até a circunspecta BBC MENTE descaradamente!). Relembramos o que continuamente demonstramos (com PROVAS irrefutáveis):

Os terroristas do Hamas usam escudos humanos e encorajam a população a fazer-se martirizar. 

Talvez os jornalistas pretendam que os israelitas venham para as ruas fazer o mesmo...  




O grupo terrorista Hamas coloca armas e lançadores de mísseis em áreas densamente povoadas. E usa homens, mulheres e crianças como escudos humanos.


Para mais provas da natureza terrorista do Hamas, aconselhamos o canal vídeo  e os sites do IDF, e em  outras fontes não propagandísticas.

O IDF evita baixas civis em Gaza, o Hamas encoraja-as:


Uns por vontade própria (o desejo do martírio é uma constante no Islão), outros forçados pelos terroristas, todos podem ser mortos nas acções de destruição das bases de lançamento de mísseis levadas acabo pelo IDF em Gaza.
Este vídeo foi publicado a 8 de Julho na Internet, e mostra mísseis a serem disparados em direcção a Israel. No vídeo, uma construção civil pode ser vista ao lado dos locais de lançamento:


8 de Julho:  civis agrupam-se no terraço da casa de um terrorista do Hamas, que funciona também como rampa de lançamento de mísseis. Caso Israel riposte, eles estão a postos, como escudos humanos:


Cartazes de propaganda como este, incentivam os habitantes de Gaza (maioritariamente apoiantes do Hamas), que podem ser "mártires" e "heróis" se actuarem como escudos humanos:



Veja o Hamas a usar civis como escudos humanos:



Os terroristas do Hamas disparam os seus mísseis a partir de casas, escolas, hospitais e mesquitas:


A barragem de PROPAGANDA  antissemita na Imprensa é avassaladora. Confira a desmontagem em Honest Reporting!
Porta-voz do Hamas aos habitantes de Gaza: "Façam-se escudos humanos! Este método funciona!". Tudo pormenorizado AQUI.


No Ocidente, é um pressuposto que Israel é o mau da fita. Os HORRORES do Hamas  e do terrorismo islâmico em geral, são deliberadamente omitidos por quem os devia expor! E depois falam em "apoio ao Jornalismo de qualidade"...

Esquerdistas ocidentais e outros manipulados pelos media, apoiam os terroristas:




A realidade da vida em Gaza, sob a tirania do bando terrorista Hamas:




Uma palestinianista chega a Gaza e descobre os FACTOS - os 'palestinos', retratados na Imprensa Mundial como vítimas, fazem dos seus filhos bombas:




Jovem muçulmano árabe de 14 anos mandado explodir-se pelos pais em Israel:


terça-feira, 8 de julho de 2014

O país sem direito à VIDA!


Os ataques dos terroristas contra Israel não interessam à Imprensa 

COMO PREVISTO, O PÚBLICO - COMO TODA A IMPRENSA MUNDIAL - JÁ FALA DA SITUAÇÃO NO SUL DE ISRAEL. FALA DO "ATAQUE" ISRAELITA. NÃO DERAM UMA PALAVRA SOBRE A OFENSIVA DE SEMANAS CONTRA A POPULAÇÃO CIVIL, COM MÍSSEIS LANÇADOS PELOS TERRORISTAS DE GAZA. AGORA APARECEM A DIZER QUE ISRAEL "ATACOU"

A guerra global dos media contra Israel:



O IDF está a destruir os esconderijos de terroristas, escondidos em mesquitas, hospitais, escolas e habitações, sem baixas civis apesar de eles usarem escudos humanos. A missão mais difícil do Mundo para qualquer Exército. Mas, mesmo assim, Israel é condenado. os judeus devem correr para as terroristas e gritar: "Estou aqui, matem-me!"

Os terroristas do Hamas usam escudos humanos quando atacam Israel, na ânsia de fazerem mártires e de terem baixas para mostrar ao Mundo. E gabam-se disso! Dizem amar a morte como os outros povos amam a vida!

Não têm pudor em usar crianças como escudos humanos. Odeiam mais os judeus do que amam os próprios filhos. Anseiam que as crianças morram, para poderem acusar Israel:




ISRAEL É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO E DA HISTÓRIA QUE É CENSURADO POR SE DEFENDER. 
ISRAEL É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO E DA HISTÓRIA A QUE NÃO SE RECONHECE O DIREITO DE VIVER NA SUA TERRA... NEM FORA DELA!


Ver post anterior:

Israel sob fogo

- E já vai sendo tempo de se juntar um grupo de gente de boa vontade, para monitorizar e DENUNCIAR o antissemitismo e promoção da jihad islâmica na Imprensa nacional - nomeadamente no jornal Al Público, que bate todos os recordes de indecência. O nome pode ser por exemplo PUBLICOWATCHING, ou PUBLIWOOD, por analogia com PALLYWOOD.




O MAU DA FITA

(Original de Bob Dylan, que pode ouvir aqui; Tradução livre) 



O mau da fita é apenas um homem

Os seus inimigos dizem que ele é um invasor

Apanharam-no em desvantagem, de um milhão para um

Ele não tem nenhum lugar para escapar, não há lugar para fugir

Ele é o mau da fita

O mau da fita só vive para sobreviver

Ele criticado e condenado por estar vivo

Ele não pode defender-se, só tem que aguentar

Ele deve deitar-se e morrer, quando a porta é arrombada

Ele é o mau da fita

O mau da fita foi expulso de todas as terras

Ele é o exilado que vagueou pela Terra

A sua família espalhada, e o Seu Povo chacinado

Ele está sempre em julgamento apenas por ter nascido

Ele é o mau da fita

Escapou a um linchamento, e ainda foi criticado

As velhas condenam-no, dizem que ele deve desculpas

Destruiu uma fábrica de bombas

Ninguém ficou feliz

As bombas foram feitas para ele. Ele deve sofrer!

Ele é o mau da fita

Todas as chances estão contra ele

E há poucas as chances para ele

De sobreviver às regras que o mundo faz para ele

Porque há uma corda no seu pescoço e uma arma nas suas costas

E é dada a cada maníaco uma licença para o matar

Ele é o mau da fita

Não tem aliados com quem falar

O que ele recebe tem que pagar

Ninguém gosta dele, ninguém lhe dá nada

Ele compra armas obsoletas

Mas ninguém luta ao seu lado

Ele é o mau da fita

Ele está cercado por pacifistas que querem a paz

Que oram todas as noites

Para o derramamento de sangue cessar

Não fariam mal a uma mosca. Se o fizessem, chorariam.

Mas esperam que o mau da fita se extinga

Ele é o mau da fita

Todos os impérios o escravizaram

Egipto e Roma, a grande Babilónia

Ele fez um jardim do Paraíso na areia do Deserto

Com o seu esforço, sem ajuda de ninguém

Ele é o mau da fita

Os seus livros mais sagrados são espezinhados

Nenhum contrato que assinou foi cumprido pela outra parte

Ele tomou a migalhas do mundo e transformou-as em riqueza

Levou com a doença e transformou-a em saúde

Ele é o mau da fita

O que é que ele deve a alguém?

"Nada" - dizem. Ele só gosta de guerra!

Orgulho e preconceito e superstição

Esperam por ele como um cão pela ração

Ele é o mau da fita

O que fez ele para ter tantas cicatrizes?

Será que ele mudou o curso dos rios?

Será que ele polui a lua e as estrelas?

O mau da fita, de pé no seu Monte

Correndo contra o relógio, de pé no seu Monte

O mau da fita

 



CONTRA TODO O ÓDIO, INJUSTIÇA, PERSEGUIÇÃO, DIFAMAÇÃO:
 LEVANTA-TE, ISRAEL!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

SHELLY DADON X MUHAMMAD ABU KHDEIR



O Lisboa Jerusalém resumiu assim a visão internacional da morte do jovem  Muhammad Abu Khdeir:
"'Dois jovens brutalmente assassinados por motivos nacionalistas'
SHELLY DADON E MUHAMMAD ABU KHDEIR
A Polícia de Israel anunciou a detenção dos suspeitos no MESMO dia (6 de Julho).
A história de Muhammad fez manchetes em toda a Imprensa mundial, porque ele era muçulmano, e os suspeitos da sua morte judeus.
A história de Shelly foi ignorada porque ela era judia e os suspeitos da sua morte  são muçulmanos"
 
Um de muitos artigos exaltadores do assassínio dos três jovens adolescentes israelitas:
Ainda é capaz de ganhar o Nobel da paz, o assassino... 

Shelly Dadon, para a Imprensa mundial, nem existe, é uma mosca, que deve ser morta, e mais nada. Já Muhammad Abu Khdeir, nasceu herói e santo, porque nasceu muçulmano. E a manipulação da sua morte, para despertar o ódio antissemita, vai ser praticada na Imprensa daqui a 10, 20, 30, muitos anos.

Um grupo de adolescentes israelitas, habituados a viver sob o terrorismo islâmico e sob a difamação dos media, vingou a morte dos seus três amigos, assassinando um jovem. Absolutamente condenável! Mas para a Imprensa não é condenável assassinar judeus. É louvável!

O tratamento da Imprensa da situação em Israel é este - PARCIAL:


Da organização ARABS FOR ISRAEL

Vimos as declarações de regozijo das autoridades "palestinas", vimos a festa nas ruas árabes, vimos a festa nas redes sociais, feita pelos extrema esquerdistas e pelos islamistas, a propósito do assassínio dos jovens israelitas judeus. Agora vemos a indignação com esta morte.

Judeu não vale nada. Muçulmano vale tudo!



 Ahmed Tibi, membro árabe do parlamento israelita, entrevistado pelo Channel 2, recusou classificar o rapto e assassínio dos três jovens judeus como terrorismo. 

Os deputados árabes no Parlamento de Israel (a única democracia do Médio Oriente), não condenam a morte dos três jovens judeus, nem se ralam com a morte de outros muçulmanos no Iraque, na Síria, em Gaza. A indignação vai toda para este caso. PROPAGANDA DESPUDORADA!

Passa hoje mais um aniversário dos atentados terroristas islâmicos de 7 de Julho. A maior parte da Imprensa nem menciona a efeméride. Como abutres, caem sobre o caso Muhammad.


O terrorista Muhammad Nazal, membro da Comissão Política do grupo terrorista Hamas, congratulou-se com o sequestro. Não passa na TV Ocidental. Passa na TV do Hamas. 
E foi um dentre muitos casos. A celebração do assassínio dos três jovens judeus foi generalizada. Neste post, demos um la-mi-ré da orgia de felicidade das bestas islamistas e extrema esquerdistas:

O Riso da Besta

A propósito de bestas que riem, esta senhora é a terrorista Ammeen Zoabi, que, como outros terroristas árabes muçulmanos, tem assento no Parlamento de Israel. Que outro país do mundo senta terroristas, que o querem destruir, no Parlamento?

 Declarações da senhora Zoabi:

"A Árabe-israelita Haneen Zoabi. membro do Parlamento israelita, disse numa entrevista à rádio Tel Aviv nesta terça-feira que as pessoas que sequestraram os três adolescentes israelitas na semana passada "não são terroristas. São pessoas que não vêem maneira de mudar a realidade, e são forçados a usar estes métodos, para a sociedade israelita sentir empatia com o sofrimento do outro".
E se nós disséssemos o mesmo dos jovens que mataram o Muhammad Abu Khdeir? O que acharia a senhora dona terrorista?


Sem esquecer o apelo aberto, literal, explícito do «embaixador» da «Palestina» ao genocídio dos judeus, no jornal Al Público:

TERRORISMO NO PÚBLICO 

O embaixador do terrorismo em Portugal, 


Olhando para as carinhas dos três miúdos judeus assassinados, do miúdo árabe assassinado, ou para a da rapariga judia assassinada, sinto a mesma compaixão - deles, das famílias, das comunidades a que pertencem. São miúdos como os nossos, que vemos todos os dias pela rua. Iguaizinhos!

Assassinar alguém é sempre condenável - e nem vou atenuar o assassínio do jovem árabe por os assassinos ou assassino serem também garotos.

Mas a Imprensa e a extrema (ou não tão extrema) esquerda, celebram a morte dos judeus! E os políticos, por razões petrolíferas e outras, não condenam o terrorismo sobre israelitas ou judeus.






Poderíamos estar aqui a relatar JORNALISMO ASSASSINO  e PALESTINIANISMO ASSASSINO até ao dia 7 de Julho de 2015.

Hoje passa mais um aniversário do 7 de Julho, dizíamos...

Em Londres, o memorial às vítimas foi vandalizado pelos do costume:

 “'4 Muçulmanos Inocentes': Memorial às vítimas dos atentados de 7/7 em Londres foi vandalizado horas antes de as famílias chegarem para a cerimónia"

Richard Spillett, Daily Mail, Julho 7, 2014


Slogans de ódio  foram pintados sobre o monumento.  A 7 de Julho de 2005, os terroristas islâmicos Hasib Hussain, Mohammad Sidique Khan, Germaine Lindsay e Shehzad Tanweer, fizeram detonar uma bomba no metro de Londres, assassinando 52 pessoas e ferindo centenas de outras. O jornal Daily Mail omite o nome muçulmano de Germaine Lindsay, um convertido ao Islão.



Abu Dugma al-Britani

Este agradabilíssimo jovem cavalheiro, nascido em solo britânico, filho de imigrantes, está na Síria a trabalhar para a expansão do Califado Global. Como forma de gratidão ao país que acolheu a sua família e a sustentou (e a ele), enviou ontem, véspera do aniversário dos atentados, a promessa de que a bandeira negra do Califado há-de tremular no Reino Unido, e que ele, pessoalmente, conduzirá as execuções de infiéis em Trafalgar Square.
“Combatente Britânico do ISIS promete execuções em Trafalgar Square"
 Neil Doyle, Mirror, Julho 6, 2014


Assim vai alastrando o Califado Global. Ontem foi preso um destes "combatentes" aqui em Lisboa.


  
O terrorista britânico  Aseel Muthana, que a paz seja sobre ele


Quem é também positivamente um jovem promissor é o Aseel Muthana, que, com a sua barba salafista, deixou o Reino Unido, país onde a família foi acolhida e sustentada pelo contribuinte, e onde ele nasceu, e voou para o Califado. De lá, usando tecnologia dos "porcos" e "macacos" que são os infiéis, o Muthana apela aos jovens do mundo que se lhe vão juntar. Há virgens que cheguem para todos no Paraíso islâmico!
“Jovem britânico que deixou Cardiff para se juntar ao ISIS na Síria, apela nas redes sociais a que outros jovens britânicos se lhe juntem na Jihad” 
Leon Watson, Daily Mail, Julho 6, 2014


Só para terminar, porque estes novelos não acabam, duas gémeas de Manchester terão ouvido os apelos do grande pequeno Aseel Muthana, e ala para a jihad, que se faz parte! Saíram na calada da noite, apanharam o avião para a Turquia (quem terá pago?...) e a esta hora já deverão estar a cumprir a sua missão - a que o Islão reserva às mulheres em tempo de guerra santa. Perceberam ou querem que vos faça um desenho, meus semelhantes?


“Irmãs gémeas terão fugido de casa dos pais em manchester para se juntarem a redes terroristas na Síria”
Dan Thompson, Manchester Evening News, Julho 6, 2014

Tudo coisinhas que a Imprensa não conta, ocupada que está a difamar Israel.
Para eles e para todos os pró terroristas, a nossa mensagem carinhosa:



 Pensando melhor, uma não chega. Aqui vai uma jihad delas: