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terça-feira, 21 de maio de 2024

1136

1136 foi o número de mortos contabilizados no dia 7 de Outubro, no massacre cometido pelos terroristas do Hamas e por mais de mil cidadãos de Gaza.


Nos dias seguintes morreram mais pessoas das que ficaram gravemente feridas, morreram reféns, morreram soldados e morreram civis, vítimas de ataques terroristas de apoio ao Hamas.

Mas no dia 7, morreram 1136 pessoas - o número do helicóptero em que viajava o Carniceiro de Teerão, genocida do seu próprio povo, líder máximo e financiador máximo dos grupos terroristas Hamas, Hezzbollah e outros que se dedicam ao extermínio dos judeus.

 

segunda-feira, 20 de maio de 2024

Al-Público de luto...

 

... Festa rija em Teerão!

O inspirador e financiador máximo do terrorismo do Hamas, do Hezzbollah, dos terroristas Houthis, responsável pelos contínuos massacres de judeus e pela doutrinação islâmica  no ódio a Israel, morreu na queda de um helicóptero. 


Que os festejos continuem: 



domingo, 27 de maio de 2018

VÍDEO: Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão jura morte aos EUA e a Israel

O parceiro de John Kerry, o "parceiro confiável" do Irão, canta "Morte à América, Morte a Israel, Morte à Grã-Bretanha"
Após um discurso proferido pelo líder supremo aiatolá Ali Khamenei na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif - ex-parceiro do secretário de Estado John Kerry nas negociações antes do acordo nuclear com o Irão de 2015 - foi captado em vídeo a gritar Morte aos Estados Unidos, à Grã-Bretanha, a Israel e aos muçulmanos que se opõem à República Islâmica.


É este regime que a União Europeia  e as esquerdas apoiam fervorosamente. 
A política externa europeia é guiada pela venda de armas ao Irão. Os políticos europeus são corruptos até à medula e não podem estar menos preocupados com a sorte da Europa e dos europeus.

A vida dos europeus vale literalmente um par de sapatos:

Políticos franceses COMPRADOS pelo Qatar (e baratinho...)


 No Irão, os nossos políticos islamófilos seriam enforcados.


É por isso que vemos os políticos, os jornalistas e os opinadores a censurarem a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irão. 

Qualquer busca na Internet (completamente dominada pelos mesmos) sobre o acordo que daria a bomba atómica ao Irão fornece invariavelmente resultados que exaltam o Irão e cilindram "o Trâmpe, pá!". 

Toda essa oligarquia, toda essa aliança pela Nova Ordem Mundial comunista/islamista/globalista vive embalada na doce esperança de que o Irão tenha a bomba atómica. Desde logo porque o Irão promete apagar Israel do mapa. 

Felizmente para as pessoas de bem, a tríade maligna - Obama, Hillary e Kerry - apoiante da Irmandade Muçulmana e do ISIS, inimiga do Mundo Livre, saiu da Casa Branca. 


Esposa portuguesa de Kerry patrocina Jihad

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Irão lança ataque devastador contra Israel


http://www.ifcj.org/news/stand-for-israel/Iranian-Forces-Fire-20-Rockets-at-Israel.html

Via The Israel Project: O regime do Irão escondeu 150.000 mísseis em residências, escolas e hospitais em todo o Líbano. 

Eles ameaçam "arrasar Tel Aviv e Haifa" e fazer às crianças israelitas o que já fizeram com as crianças sírias:




20 mísseis iranianos sobre Israel, a maior parte deles interceptado pela Cúpula de Ferro. Pode ser já o início do confronto final, a Guerra de Gog e Magog, da qual falam as profecias milenares e os puros de coração (as crianças e os autistas).
Não há, para já, vítimas a registar. Israel está e defender-se. O conflito  pode escalar a qualquer momento.


Como de costume, o Mundo está a debater se Israel tem ou não o direito de se defender. A resposta mais comum é "NÃO". Como sempre.


O Ministro da Defesa de Israel já avisou que sempre que o Irão fizer chover em Israel, Israel assegurar-se-á que haja inundações no Irão (o que é um escândalo, obviamente; os judeus deveriam pintar alvos na testa e correr em direcção aos mísseis dos aiatolas!).!
Apoie Israel com as suas orações.

P.S. - Israel ataca defesa aérea síria com precisão cirúrgica

IDF divulgou imagens de um ataque aéreo israelita contra uma bateria de artilharia antiaérea SA22 na Síria.

As forças Quds do Irão lançaram uma enxurrada de mísseis contra bases do IDF nas colinas de Golan, no norte de Israel, na quarta-feira à noite, o primeiro ataque iraniano directo do Irão contra Israel, não como de costume através dos seus representantes (Hezzbollah e outros). O ataque provocou uma resposta da Força Aérea de Israel (IAF) a dezenas de alvos iranianos na Síria.


Jactos da IAF atingiram dezenas de alvos militares pertencentes às forças iranianas de Quds em território sírio na madrugada de quinta-feira.

“O Irão cruzou uma linha vermelha. Nós respondemos de acordo”, disse Netanyahu no final do dia, em vídeo, numa advertência ao presidente sírio, Bashar al-Assad. "Se os militares sírios agirem contra nós, agiremos em conformidade."

terça-feira, 8 de maio de 2018

Trump cancela as bombas atómicas boazinhas do Irão

"O primeiro ministro israelita Benjamin Netanyahu fez uma série de apresentações em Inglês na semana passada. Traduzimos um dos trechos dessa apresentação, que resume quais formas as informações que o serviço de informações israelita foi capaz de obter e o que Israel quer que Trump tenha em mente ao tomar a sua decisão". 



Assim que o muçulmano Obama, apoiante da Irmandade Muçulmana, assinou o acordo que abriu caminho para o Irão ter a Bomba H, os países europeus deram saltos de alegria. Mais negociatas, mais graxa aos islamistas e renovadas oportunidades de verem finalmente Israel em cinzas.


Tanta coisa que os jornalistas nos escondem:

Obama escondeu documentos da colaboração Al-Qaeda-Irão

O conluio de Obama com o tráfico de drogas do Hezbollah

 Etc...


Trump não vai dar a bomba atómica a quem diariamente afirma querer aniquilar os Estados Unidos e o Mundo Livre. O Irão é o maior financiador do terrorismo global.

Hoje, Donald Trump, um dos maiores líderes da História, rasgou o acordo ruinoso.


A tropa fandanga de jornalistas que assegurava que o Irão só queria a energia nuclear para fins pacíficos (apesar de o regime ameaçar continuamente Israel, os Estados Unidos e o Mundo Livre em geral), agora brada: "Por causa do Trump, agora eles vão atacar-nos com a bomba atómica!".
Não vão. Graças a esta decisão de Trump.
Mas quanto a jornalistas, não olhe para eles como se fossem dignos de consideração.
Na maior parte, não são. Olavo explica:

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Irão ataca Israel

A política oficial do Irão (e do Islão) é aniquilar o Mundo Livre.

A Força Aérea israelita identificou e abateu um drone iraniano não tripulado que operava no espaço aéreo israelita perto da fronteira com a Síria.

 As imagens da operação:

 WORLD ISRAEL NEWS

Hoje, o Irão atacou directamente Israel pela primeira vez. Dois pilotos israelitas estão no hospital e os temores da guerra aumentam.

No início da manhã, um drone militar iraniano invadiu o espaço aéreo israelita. Israel respondeu atacando a base na Síria que lançou o ataque - mas uma grande quantidade de mísseis antiaéreos estava preparada para emboscar a resposta de Israel. Um avião israelita foi derrubado.

Depois de ter assassinado milhares de civis na Síria, o Irão e o seu exército de terror viram-se para Israel.
Acabou há pouco o briefing com o Maj. Israel-Gen. Amos Yadlin, o ex-Chefe da Informações das Forças de Defesa de Israel. Ele deixou claro este episódio não será o fim e que uma guerra pode escalar a qualquer momento.

Hoje foi a primeira vez que o Irão atacou Israel, mas não será a última. O Irão gastou biliões a construir um exército de milícias e terroristas xiitas às portas de Israel por uma razão - uma guerra para destruir o Estado judeu.

O ataque do drone foi o primeiro teste. O Irão queria ver como Israel responderia. Se a Imprensa internacional conseguir permissão para culpar Israel, o Irão ganha.
THE ISRAEL PROJECT


Pelo menos seis pessoas foram mortas nos ataques aéreos israelitas dentro da Síria, provavelmente incluindo soldados iranianos.

Por: Aryeh Savir, World Israel News

(..) O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (SOHR), que tem pessoal dentro da Síria, informou que pelo menos seis "nacionalidades sírias e não-sírias", incluindo membros das forças do regime sírio, foram mortos nos ataques aéreos que foram realizados por aviões de guerra israelitas em diversas áreas sírias no sábado.

Outros ficaram feridos nos ataques aéreos, e o número de mortes deverá aumentar , pois algumas pessoas estão em situação crítica, informou o SOHR.
Os "não-sírios" provavelmente significa iranianos, possivelmente os operadores do drone que violaram o espaço aéreo israelita e foi abatido pela Força Aérea de Israel (IAF) e cuja unidade operacional foi atacada.
As Forças de Defesa de Israel declararam que as aeronaves da Força Aéria Israelita visou o Sistema de Defesa Aérea da Síria e os alvos iranianos na Síria. Um total de 12 alvos foram atingidos, incluindo três baterias de defesa aérea e quatro alvos militares iranianos. Mísseis antiaéreos foram disparados contra Israel, provocando alarmes no norte de Israel.

O SOHR informou que os ataques aéreos visaram a área entre os arredores da base aérea T4 e a área de al-Bayyarat, na zona leste de Homs, a área de al-Dimas, a noroeste de Rif Dimashq, e as fronteiras administrativas entre Daraa e Rif Dimashq.
O aeroporto T4 é o lar das forças iranianas, da organização terrorista libanesa do Hezbollah e das forças do regime sírio, disse a SOHR. 
"O IDF agirá de forma determinada contra violações tão graves da soberania israelita pelo Irão e Síria e continuará a agir como necessário. O IDF está pronto para vários cenários e continuará a agir de acordo com as avaliações da situação", declararam as Forças de Defesa de Israel após os raides aéreos na Síria,

"Estamos dispostos, preparados e capazes de exigir um preço pesado a qualquer um que nos ataque. No entanto, não procuramos uma escalada da situação", disse o porta-voz do IDF, tenente coronel Jonathan Conricus.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.

"Nós atacámos mísseis terra-ar avançados de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar. "Não permitiremos que o Irão se entricheire na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso".


Depois da derrota do ISIS, o Irão tenta a sorte atacando Israel

Os restos do drone iraniano que foi abatido pela Força Aérea israelita depois de ter penetrado no espaço aéreo israelita em 10 de Fevereiro de 2018.

Restos do F-16 israelita abatido. 


Partidários do Hezbollah em Kfar Kila, na fronteira do Líbano com Israel,comemoram a queda do avião  israelita.

Norte de Israel: restos de um míssil dos que são regularmente disparados contra Israel a partir do Líbano. O Hezbollah afirma que foi hoje inaugurada uma "nova era estratégica".


Respondendo a uma barragem de mísseis antiaéreos iranianos lançados da Síria em território israelita, a Força Aérea de Israel realizou o maior ataque aéreo desde a Primeira Guerra do Líbano em 1982.

World Israel News
(...) O incidente começou no início da manhã de sábado, quando um drone iraniano foi descoberto a caminho do espaço aéreo israelita e foi derrubado por um helicóptero de ataque Apache, assim que alcançou o território israelita dos Montes Golan. Em resposta à violação iraniana da soberania israelita, os jactos da Força Aérea israelita (IAF) entraram na Síria para atingir o centro de lançamento e controle do drone, perto de Palmyra, a cerca de 160 quilómetros a norte de Damasco.
Quando os jactos retornavam a casa, uma barragem de mísseis antiaéreos sírios foi disparada contra os aviões quando eles voavam sobre território israelita, atingindo um F-16. Um dos pilotos sofreu ferimentos graves como resultado do que os médicos descreveram como feridas de penetração, sugerindo que ele pode ter sido atingido por estilhaços de um míssil antiaéreo.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.
"Nós atacámos mísseis terra-ar de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar.

"Não permitiremos que o Irão se estabeleça na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso", afirmou.
Bar disse que era a primeira vez que um drone iraniano, operado por iranianos, havia atravessado o território israelita. Ele descreveu o drone como tendo uma "baixa impressão" e sendo difícil de detectar. A IAF destruiu o centro de controle móvel enquanto estava sob fogo de mísseis de terra- ar.
 
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada"

"O drone está nas nossas mãos e vamos estudá-lo", disse Bar.
"A IAF está preparada para qualquer cenário e qualquer eventualidade, enquanto continua a proteger os céus de Israel e a manter a liberdade de operação", continuou.
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada. Nós registámos um sucesso operacional em relação ao desafio iraniano e àqueles que operaram a missão".
O embaixador de Israel junto das Nações Unidas, Danny Danon, dirigiu-se aos membros do Conselho de Segurança por carta: "Esta não é a primeira vez que advertimos para as acções perigosas do Irão, que prejudicam a situação na nossa região. Este incidente prova que cada um desses avisos estava correcto. Israel defenderá os seus cidadãos e não tolerará qualquer violação da sua soberania", afirmou.
Danon convidou o Conselho de Segurança a "condenar este acto perigoso e pôr fim imediato às provocações iranianas. Os membros do Conselho de Segurança não devem permanecer ociosos, enquanto o Irão está a instigar escaladas perigosas e a violar as resoluções do Conselho de Segurança".




Israel  é a prioridade na lista de povos a aniquilar pelo Islão, porque os judeus foram os primeiros a rejeitar Maomé. Depois estão os cristãos. O Califado Global acabou há menos de 100 anos. O Irão lidera a corrida para o seu re-estabelecimento.


 

Consulte a nossa secção IRÃO



Em relação à mais recente agressão do Irão, Netanyahu disse que "as nossas advertências estavam 100% correctas", enfatizando que Israel continuará a proteger a sua soberania e segurança.



Por: World Israel News
Em resposta à aterragem de um drone iraniano que entrou da da Síria no território israelita, sábado pela manhã, a Força Aérea israelita realizou o maior ataque aéreo na Síria desde a Primeira Guerra do Líbano, que incluiu a neutralização de um centro de controle móvel iraniano.
Após o incidente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou:
"Tenho andado a advertir há algum tempo sobre os perigos do fortalecimento militar do Irão na Síria. O Irão procura usar o território sírio para atacar Israel, pelo seu objectivo assumido de destruir Israel. Esta manhã, o Irão violou violentamente a soberania de Israel. Eles enviaram um drone iraniano do território sírio para Israel. E isso demonstra que os nossos avisos estavam 100% correctos. Israel considera o Irão e os seus  anfitriões sírios responsáveis ​​pela agressão de hoje. Continuaremos a fazer o que for necessário para proteger a nossa soberania e a nossa segurança".




O líder israelita também disse que informou o presidente russo Vladimir Putin da determinação de Israel de continuar a defender-se contra a agressão iraniana vinda do território sírio. "Concordámos que a coordenação de segurança entre os nossos exércitos continuará", disse ele.
A Rússia apoia o regime de Assad e mantém uma grande presença militar no país.
O Pentágono apoia a resposta israelita.Netanyahu também discutiu os últimos desenvolvimentos com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson.
"Israel é o nosso parceiro de segurança mais próximo na região e apoiamos plenamente o direito inerente de Israel de se defender contra ameaças ao seu território e ao seu povo", afirmou o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.
"Nós compartilhamos as preocupações de muitos em toda a região, de que as actividades desestabilizadoras do Irão ameaçam a paz e a segurança internacionais, e buscamos maior determinação internacional para combater as actividades malignas do Irão", disse Rankine-Galloway.

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EIXO DO TERRORISMO - IRÃO, HEZBOLLAH E HAMAS:


Já antevemos as condenações internacionais contra Israel. Por ter abatido o drone inimigo que violou o seu espaço aéreo, e por ter retaliado contra a base que o lançou. E talvez porque os pilotos israelitas se ejectaram, em vez de se deixarem morrer a bordo.
O grupo terrorista islâmico xiita Hezbollah, financiado pelo Irão e sediado no Líbano, bombardeia regularmente Israel, disparando mísseis contra as populações civis, mas considera a retaliação selectiva de Israel "uma intolerável violação do seu espaço aéreo".
O Irão, patrocinador nº1 do terrorismo global, um Estado terrorista, já veio condenar a retaliação de Israel contra o Hezbollah e ameaçar com armas atómicas (as tais que jura aos ocidentais não querer e não possuir).
O Hamas celebra, e assume os seus laços com o Irão. 
A Arábia Saudita, temerosa do avanço do arqui-inimigo xiita, oferece-se para combater ao lado de Israel se o Irão a atacar.
O Irão, que só apoia terroristas bonzinhos como o Hezbollah e o Hamas,  lembra os laços da Arábia Saudita com a al-Qaida e o ISIS, tentando assim virar a opinião pública contra a Arábia Saudita e Israel.
Confuso? São apenas as peripécias de sempre da ideologia islâmica, que vive em perpétuo conflito, com tudo e com todos e até com ela mesma.

Na quinta-feira, os sírios dispararam contra o drone israelita que sobrevoava território israelita - e atingiram uma povoação Druza.

Uma casa na aldeia Druza de Majdal Shams foi atingida pela artilharia da Síria, informou o IDF nesta quinta-feira. 
World Israel News
De acordo com o IDF, houve danos numa casa em Majdam Shams, mas não houve feridos. A declaração do IDF observou que a casa foi atingida quando a artilharia síria disparava contra um drone israelita.
Bajat Abu Jabal, residente de Majdal Shams, disse que a casa da sua filha foi atingida por estilhaços.
"Os tiros atingiram a casa da minha filha", disse Abu Jabal. "Ela estava sozinha com os seus dois filhos, com três e quatro anos de idade. Claro, as crianças ficaram muito assustadas, gritaram muito depois do ataque - a sua casa fica a 20 metros da fronteira. É regularmente atingida. Não houve danos. Esperamos que a paz chegue depressa".

(...) A guerra civil síria colocou os moradores da cidade do norte de Israel, localizada nas encostas do sul do Monte Hermon ao longo da fronteira internacional com a Síria, numa situação complicada. Muitas pessoas dizem que se consideram sírias, em vez de israelitas, e quase todos na cidade têm família do outro lado da fronteira. Os combates são facilmente, e muitas vezes, audíveis no centro da cidade, tanto que uma mãe disse a um repórter em 2013 que os seus filhos podiam distinguir diferentes tipos de armas pelos sons das balas que ouviam.
No entanto, os drusos israelitas em outras áreas do país disseram a esse repórter que os moradores nos Montes Golan se encontram numa posição difícil, porque temem que a pressão internacional possa um dia forçar Israel a retirar da área, deixando-os à mercê do notoriamente brutal regime de Assad.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O que está a mudar o Irão? TRUMP!


O Irão, antes de depois da Revolução Islâmica de 1979.


Os jornalistas do sistema, ao serviço do comunismo e do islamismo sob todas as suas formas, vão debitando que o que está a passar-se no Irão são "protestos contra o aumento do preço do gás", e que o governo "moderado" do Irão já avisou que não vai permitir que "bandidos se aproveitem dos tumultos".  Já não é apenas a extrema-esquerda pró-jihadista como o Al-Público, é toda a jornaleirada. Por isso é que a Imprensa tradicional está a acabar, e já vão tarde, esses propagandistas do terrorismo islâmico.
Os jornalistas do sistema adoram o regime terrorista iraniano, porque é o principal financiador do terrorismo global, que visa os Estados Unidos, Israel e o Mundo Livre em geral.
Os jornalistas do sistema estão desolados perante a perspectiva de o Irão não conseguir a tão sonhada bomba H (facilitada pelo Obama) e que lhe permitiria, finalmente, pulverizar Israel. 
Os jornalistas do sistema estão cegos de raiva e em pânico, porque o conluio de Obama com o regime terrorista iraniano está a ser cada vez mais exposto.



- Tradução, vídeo e destaques nossos


Em 2009, o Irão foi varrido por manifestações, tal como agora. Mas naquela época, os manifestantes gritavam "Allahu Akbar", e não havia nenhuma indicação de que eles quisessem qualquer coisa além da reforma do regime islâmico, e não o fim do próprio regime. 

Desta vez, no entanto, os manifestantes gritam: "Nós não queremos uma República Islâmica!" "Clérigos vergonhosos, libertem o nosso país!". Alguns até gritam: "Reza Shah, abençoada seja a sua alma!".

O que mudou? Donald Trump.


Reza Shah foi o xá do Irão de 1925 a 1941 e o pai de Mohammed Reza Pahlavi, o xá que foi derrubado na Revolução Islâmica em 1979. Reza Shah admirava o turco Kemal Ataturk e estabeleceu no Irão um caminho semelhante de ocidentalização e secularização. Ao gritarem os slogans acima, os manifestantes estão a enfatizar que não querem apenas reformas económicas, como alegam os jornalistas do Sistema no Ocidente. Também não querem uma República Islâmica menos corrupta. Eles não querem uma República Islâmica.


O que tem Trump a ver com isso? Trump é singular entre os líderes do mundo e os presidentes dos Estados Unidos desde 1989, demonstrando a sua prontidão para enfrentar a intimidação violenta.

Trump já o deixou claro de muitas maneiras, principalmente através do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

Clinton, Bush e Obama disseram que Jerusalém era a capital de Israel, mas recuaram no reconhecimento do facto como política oficial dos EUA, por medo de que os muçulmanos se rebelassem e matassem pessoas inocentes e que tal reconhecimento comprometesse o quimérico e infrutífero "processo de paz".

Então devem ser os terroristas a decidir onde a nossa embaixada deve ficar? 

Trump não estava disposto a ceder nesse ponto. E quando um homem mostra que os tiranos podem ser enfrentados e vencidos pelas pessoas com coragem, outros são inspirados a tomar o mesmo tipo de posição. 

Este novo levantamento iraniano veio apenas algumas semanas após o anúncio de Trump sobre Jerusalém, depois de a raiva ameaçada e os tumultos de muçulmanos em todo o mundo em resposta a esse anúncio se terem mostrado ineficazes.





É uma coincidência que o povo iraniano tenha resistido às forças da intimidação jihadista logo que o presidente o fez? Talvez. Mas, se assim for, é maravilhoso e, em ambos os casos, é ilustrativo do poder da coragem numa era de covardia.

Mesmo que o movimento da liberdade iraniana não tenha nada a ver com Trump, é certo que essas manifestações já teriam acabado, e talvez nunca tivessem começado, se Hillary Clinton fosse presidente dos Estados Unidos agora.

Confrontado com as manifestações de 2009, que que não chegaram a tanto nem exigiram tanto, Barack Obama traiu os manifestantes e entregou-os a todos os destinos horríveis que os mulás lhes reservaram nas suas câmaras de tortura.

Com a intenção de concluir o desastroso acordo nuclear, Obama encheu os bolsos dos opressores iranianos com biliões de dólares e colocou o mundo no caminho de um ataque nuclear catastrófico,

Obama garantiu que o governo dos EUA não desse nem uma palavra de apoio aos manifestantes, mesmo quando estes estavam a ser assassinados pelas ruas.




Mas agora o homem que está a dar o tom é um homem diferente. Trump veio fortemente em apoio dos manifestantes, tweetando: "Chegam muitos relatos de protestos pacíficos de cidadãos iranianos que denunciam a corrupção do regime e o desperdício da riqueza da nação para financiar o terrorismo no exterior. O governo iraniano deve respeitar os direitos do seu povo, inclusive o direito de se expressar. O mundo está a ver!".

Da mesma forma, a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, disse: "Os líderes iranianos tornaram um país rico, com uma história e uma cultura ricas, num Estado desonesto e economicamente esgotado, cujas principais exportações são violência, derramamento de sangue e caos. Como disse o presidente Trump, as vítimas mais duradouras dos líderes do Irão são o próprio povo iraniano"

Para o povo do Irão, com a ajuda de Donald Trump, isto pode ser apenas o começo de uma nova era de liberdade. Mesmo que o regime permaneça no poder, ele foi abalado no seu núcleo. Não pode ser tão abertamente repressivo e sanguinário como os chineses na Praça Tienanmen. Não (podemos esperá-lo) com Donald Trump na Casa Branca.




O Eixo do Terrorismo: Irão, Hezbollah e Hamas:

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Rússia leva Irão às portas de Israel - Gog e Magog à vista?



Rússia insiste que o Irão perto da fronteira israelita é "legítimo"

Falando depois de Netanyahu destacar falhas no acordo recentemente assinado que permite que forças apoiadas pelo Irão estacionem a poucos quilómetros da fronteira norte de Israel, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia desconsidera a noção de que o Kremlin já se comprometeu em limitar a presença iraniana na Síria.

Por Manny Ben David

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia deu sinais nesta terça-feira de que as demandas israelitas para livrar a fronteira sul da Síria de forças hostis e apoiadas pelo Irão caíram em ouvidos surdos, dizendo aos jornalistas que uma presença iraniana no país é, de qualquer forma, "legítima".

Os esforços  laboriosos esforços diplomáticos empreendidos pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nos últimos anos e meses para convencer Moscovo a não permitir forças afectas ao regime iraniano na fronteira precária nas colinas do Golan foram rejeitados pelo ministro dos negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, que afirmou que o Kremlin nunca se comprometeu a remover completamente as forças, nem manifestou vontade de cumprir as exigências israelitas de que forças iranianos ou bases militares iranianas sejam expurgadas do país.

Israel expressou repetidamente as suas preocupações sobre as forças apoiadas pelo Irão, como é o caso do grupo terrorista Hezbollah, que tem vindo a instalar-se no país devastado pela guerra, e particularmente na fronteira com as colinas de Golan.

Com a Rússia actuando como patrono principal do presidente da Síria, Bashar Assad, apoiando o seu regime na prolongada guerra civil, Netanyahu realizou inúmeras reuniões com o presidente Vladimir Putin e outras autoridades russas na tentativa de conquistar o apoio de Moscovo e evitar um confronto directo com interesses russos .

Mais recentemente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, encontrou-se com o ministro da Defesa, Sergey Shoygu, em Jerusalém, onde informou que Israel não ficará de braços caídos enquanto as forças de Teerão se instalam e ameaçam a sua fronteira norte.

"O Irão tem que entender que Israel não permitirá isso", disse Netanyahu a Shoygu.

Sabendo que o acordo de cessar-fogo na Síria foi renovado no sábado pela Rússia, os EUA e a Jordânia obrigaram o Hezbollah a abandonar a fronteira imediatamente, mas permitiram-lhes ocupar posições, a menos de 5-7 km da fronteira. Netanyahu redobrou os seus comentários, dizendo à sua facção no Likud na segunda-feira que o IDF não ficará limitado pelos termos do acordo.


"Esclareci os nossos amigos, em primeiro lugar em Washington e também os nossos amigos em Moscovo, que Israel actuará na Síria, inclusive no sul da Síria, de acordo com o seu entendimento e as nossas necessidades de segurança", disse o primeiro-ministro nas suas declarações de abertura .

Prevenir a instalação de forças iranianas ou bases militares na Síria e no Líbano tem sido uma pedra angular de longa data da política externa de Netanyahu.

No entanto, muito para desgosto de Netanayhu, notícias na Imprensa britânica não auguram sucesso nos seus objectivos e previram um possível confronto militar no futuro após a publicação de imagens de satélite mostrando o trabalho contínuo nas instalações militares destinadas a forças iranianas.



 

 COMENTÁRIO

Um inimigo de Israel foi substituído por outro inimigo de Israel. Na Síria, o ISIS foi-se, chegou o Irão. Isso significa que as fronteiras do Norte se tornaram mais perigosas. Como de costume, Israel pode esperar algumas palavras vazias da comunidade internacional, mas Israel terá que se defender contra o eixo do mal da Síria - Irão - Hezbollah.


O objectivo assumido do regime iraniano é a destruição total de Israel (veja a nossa secção Irão). Na escatologia islâmica xiita, a destruição de Israel prenunciará o Fim do Mundo e a chegada do Mahdi, o 12º imã, que unificará o Islão e o tornará o sistema único planetário. O Irão conta para isso com o grupo terrorista mais bem armado, mais bem financiado e mais poderoso a nível global: o Hezbollah.

Entenda o Irão e o Islão:





Parecem estar certos os que consideram que está já à vista o ataque final de Gog e Magog contra Israel (ver Ezequiel 38:1- 39:16):

"22 Executarei juízo sobre ele com peste e derramamento de sangue; desabarei torrentes de chuva, saraiva e enxofre ardente sobre ele e sobre as suas tropas e sobre as muitas nações que estarão com ele."



 Terramoto no Irão

Esta semana o Irão foi varrido por um terramoto bastante severo. Como faz sempre que há catástrofes naturais em qualquer parte do Mundo, Israel ofereceu os seus préstimos. O Irão recusou. Esta atitude diz muito sobre o ódio a Israel que o regime dos aiatólas acalenta. Preferem que o seu povo morra a ser salvo por judeus. 

Netanyahu: "O ódio dos líderes iranianos por Israel é maior do que o amor pelo seu próprio  povo".

Obama e outros líderes ocidentais ofereceram a bomba atómica ao Irão, e o Irão afirma diariamente que vai pulverizar Israel com ela. A Rússia tem deslocado quantidades enormes de armamento nuclear para a região, e até já as usou, como pode ver-se nesta extensa compilação:




Spoiler Alert:

Israel vai vencer!