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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

"Israel e o discurso de ódio da esquerda portuguesa" - João Lemos Esteves

Soberbo artigo no jornal i:


Israel e o discurso de ódio da esquerda portuguesa

Enquanto o Bloco de Esquerda canta hinos à sua amizade com grupos extremistas como o Hamas e o Hezbollah, nós devemos estar do lado daqueles que promovem a inovação, o desenvolvimento económico e social e a igualdade

1. Se há Estado que é tratado sistematicamente de forma injusta pelos meios de comunicação social portugueses, esse Estado é Israel. Na verdade, o Estado israelita é credor de destaque entre nós sobretudo por razões negativas: sempre que Israel provoca um dano colateral indesejado na defesa do seu território (por exemplo, a morte, por todos lamentada, de um civil palestiniano), começam a surgir, ululantes, as acusações ao Estado formado na sequência da ordem mundial emergente da ii Guerra Mundial, por resolução da ONU de 1948. Os críticos mais moderados do Estado israelita asseveram convictamente (com a convicção própria dos muitos que muito ignoram) que se tratou de uma cedência dos Estados Unidos ao poderoso “lóbi globalista” judeu que tinha (tem) um notável ascendente sobre a política norte-americana: o Estado de Israel seria, pois, uma criação puramente artificial, de natureza jurídica, para albergar os interesses de algumas “elites privilegiadas”. 
2. Ignora tal visão – dolosa ou negligentemente – que o povo judeu reivindica, com o devido respaldo histórico, os territórios que compõem hoje as suas fronteiras físicas como o berço da sua nação. Durante séculos, os judeus foram uma nação sem Estado, sem território fixo: com a agravante de que foram, ao longo da História, alvo de perseguições, vítimas de ódios com diversas motivações, que redundaram em programas bárbaros de genocídio aqui tão perto de nós. É fácil afirmar que lamentamos o que sucedeu sob a égide do regime nazi, que todos nos emocionamos com a história de Anne Frank – o difícil é depois concretizar tal consternação em defesa do direito fundamental do povo judeu de ter o território que reflete a sua história e que traduza a sua riqueza espiritual. O que não faltam por aí são aqueles que formulam discursos líricos muito belos e eficazes do ponto de vista retórico sobre o arrependimento europeu por aquilo que sucedeu nas décadas de 30 e 40 do século passado – mas que, ao mesmo tempo e com o mesmo à-vontade, atacam Israel com uma virulência pouco usual no discurso político português. E que, por vezes, até parecem legitimar os ataques – frequentemente muito mais letais do ponto de vista de perdas de vidas humanas – palestinianos contra o território e cidadãos israelitas. É, destarte, esta duplicidade moral (transversal, infelizmente, a vários setores e correntes de opinião em Portugal) que cumpre sublinhar – e, sem dúvidas ou hesitações, condenar. 
3. Por outro lado, temos aqueles que, motivados por dogmas político-ideológicos sectários, adotam um discurso de ódio anti-Israel. São na sua larguíssima maioria grupos ligados ao Bloco de Esquerda e ao PCP (com vasos comunicantes com alguns setores do PS) que destilam uma retórica de propagação da violência frequentemente para além do que deveria ser tolerado numa sociedade democrática e pluralista. Até de violência psíquica e emocional que se materializa em atos: pense-se, por exemplo, na recusa de um grupo de investigadores portugueses em aceitar o financiamento de um programa de cooperação académica israelita apenas porque… o dinheiro provém do Estado de Israel! Desse criminoso bárbaro, símbolo do capitalismo global, na visão dos extremistas de esquerda. Não deixa de ser curioso que são os mesmos que propagam os valores da tolerância, da fraternidade, do apelo à antidiscriminação no espaço público-mediático, que diabolizam o presidente Donald Trump como sendo racista, xenófobo e misógino, que depois praticam esse ato plenamente tolerante e nada discriminatório que é recusar qualquer contributo financeiro, qualquer ligação cultural provinda do Estado de Israel. Apenas por ser Israel! E nunca se revelam capazes de condenar a morte de cidadãos israelitas vítimas de atos de violência política perpetrados por palestinianos – ao invés do que sucede com as pessoas sensatas, moderadas, não necessariamente apoiantes de Israel, que condenam moralmente quer a morte de israelitas, quer a morte de palestinianos. 
4. O valor da vida humana não é contingente face às preferências político-ideológicas e às proveniências geográficas das vítimas: antes tem um valor absoluto, sendo suficiente para merecer a nossa repulsa moral saber que um ser humano foi vitimado. No meio académico – que deveria constituir um espaço de liberdade e tolerância exemplares, pressupostos essenciais da criatividade que deve animar o espírito dos nossos intelectuais –, a retórica anti-Israel não é menos estridente. De facto, numa das mais recentes deslocações do embaixador de Israel em exercício de funções no nosso país (que, entretanto, já deixou Portugal), um grupo de estudantes orquestrados pelo Bloco de Esquerda pretendeu a todo o custo impedir o acesso daquele representante diplomático ao auditório da faculdade (não faltaram mesmo os tradicionais e tão icónicos ovos – o que é estranho, visto que a esquerda normalmente também gosta de sinalizar a sua superioridade moral pelo combate ao desperdício alimentar; ora, perderam-se uns quantos belos ovos estrelados e omeletes com a brincadeira do BE…). Ora, isto é inadmissível. Entendamo-nos: o Bloco de Esquerda e o PCP podem, no exercício da sua liberdade de expressão constitucionalmente protegida, criticar o Estado de Israel ou decisões pontuais do governo de Israel, como qualquer um de nós o pode fazer. O que não podem é incitar à violência, ao ódio, branqueando atos de violência. 
5. Repare-se neste paradoxo: André Ventura, no âmbito da sua candidatura autárquica a Loures, criticou o facto de, na sua opinião, a comunidade cigana gozar de um estatuto de privilégio que não tem paralelo com qualquer outra categoria de cidadãos portugueses. O Bloco de Esquerda, no exercício de um direito que lhe assiste, apresentou uma queixa no Ministério Público contra André Ventura, alegando a prática de um crime de incitamento ao ódio. A justiça seguiu os seus trâmites e o Ministério Público atuou, neste caso, exemplarmente. No entanto, o mesmo Bloco de Esquerda incita os seus jovens militantes a lançarem a confusão e o caos nas universidades para impedir o discurso do embaixador de Israel e quase proíbe que investigadores recebam financiamento do mesmo Estado! Ora, isto não é incitamento ao ódio? À violência? Acaso houvesse coerência, o Ministério Público não teria sido chamado a intervir e investigar a eventual prática do crime de incitamento ao ódio? Basta ler, aliás, a esquerda.net e o jornal “Avante!” (embora este último com um registo ligeiramente diferente…). Mais uma vez se prova que a esquerda se mobiliza e domina as estruturas de poder, agindo e criando, com eficácia, a aparência de que a direita é sectária (o que é uma fantasia) – e a direita fica sempre quietinha, passiva perante o sectarismo (que é uma realidade) da esquerda que nos governa. Repetimos: que nos governa na atual conjuntura. O Bloco de Esquerda, com a anuência do PCP e deste PS, fez o que tinha a fazer: a direita, com muita pena nossa, falha vezes de mais na defesa das suas posições. 
6. Dito isto, a aversão a Israel fez-se sentir mais uma vez no espaço comunicacional português: desta feita, pela omissão relativa ou desvalorização da viagem histórica e com enorme sucesso do vice-presidente norte-americano, Mike Pence, ao Médio Oriente, a primeira após o anúncio pelo presidente Donald Trump da transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém. Nas suas intervenções e encontros com líderes políticos da região, Mike Pence reiterou que a transferência da embaixada já está decidida e vai mesmo concretizar-se (em parte) no próximo ano. Tal não implica, porém, qualquer inflexão na solução da coexistência pacífica de dois Estados soberanos na região: a transferência da embaixada é uma medida a favor do direito de Israel escolher, como qualquer outro Estado, a sua capital; não é uma decisão contra ninguém. Mike Pence – sensato, cordato e muito racional por natureza – conseguiu transmitir esta ideia mesmo a líderes renitentes, como o rei da Jordânia. De notar ainda que um dos momentos altos da deslocação a Israel do vice-presidente Pence foi a entrevista concedida à i24 pela mulher, Karen Pence, que revelou qualidades diplomáticas e de comunicação que não lhe eram reconhecidas. É que em Israel, ao contrário dos países amigos do Bloco de Esquerda e do PCP, a mulher tem um estatuto jurídico igual ao homem, sendo sujeito de direitos, que não apenas de deveres e proibições. 
7. Em jeito de conclusão, refira-se que Israel está na moda: com a aposta firme do presidente Trump na estabilização da região (é ver o livro que iremos publicar já no próximo mês – “DIA D – O Dia de The Donald” com a chancela da Ideia Fixa), Netanyahu mostrou que tem um instinto político exemplar. Em Davos foi estrela no programa de Fareed Zakaria , mostrando um país moderno, cosmopolita e que se prepara para o futuro. Israel – um Estado com uma história muito recente – é já o 10.o classificado no Index Bloomberg de Inovação. Enquanto o Bloco de Esquerda canta hinos à sua amizade com grupos extremistas como o Hamas e o Hezbollah, nós devemos estar do lado daqueles que promovem a inovação, o de-senvolvimento económico e social e a igualdade. Estranhamos, por conseguinte, que o PSD tenha votado ao lado da extrema-esquerda na condenação da decisão do presidente Trump de transferir a embaixada para Jerusalém: se tivéssemos responsabilidades no partido, pelo menos impor-se-ia a abstenção. Por uma questão de princípio e de valores.
Escreve à terça-feira

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UNIDOS PELO ÓDIO: Manife de apoio ao Hamas, em Lisboa,  unindo jihadistas, comunistas, hippies, nazis, feministas, gays, sob a égide do Louçã e do Arnaldo Matos do MRPP, apoiante assumidíssimo do ISIS:

Que mal fizeram os judeus à Humanidade?



Quem escolhe amar as ditaduras comunistas e islamistas e odiar o pequeno Israel, nunca estudará, mas os que odeiam de boa-fé, podem conhecer a VERDADE e mudar de ideias:



  
EXPLORE AS NOSSAS SECÇÕES

www.pallywood.com

Clique no logo acima para ver como se faz a propaganda anti-semita contra Israel.
Se a verdade passasse na TV e nos jornais... Mas eles são pagos para mentir...









Os nazis, os comunistas e os islamistas estão sempre unidos no ódio a Israel. Acusam Israel de ter "invadido a Palestina", o que é a mesma coisa que acusar os suíços de terem invadido a Confederação Helvética.
Acusam os judeus de não serem "os verdadeiros judeus"; onde será que os "falsos judeus" esconderam os "verdadeiros judeus"?, além de que a Ciência confirma que os judeus de hoje são descendentes dos da Bíblia, por assim dizer.
Acusam Israel de não ser democrático, mas não têm uma única prova de tal estupidez, e ao mesmo tempo apoiam Irões e Coreias do Norte, grandes democracias!!!
Acusam Israel de se defender dos terroristas, e Israel tem o exército mais moral da História, que até criticado por isso. Queriam que Israel se deixasse massacrar, e mesmo assim diriam que os israelitas eram cobardes.
Acusam Israel de "mutilar sexualmente as crianças", mas os muçulmanos também praticam a circuncisão (não só a masculina mas a feminina, que essa sim é um horror).
Acusam Israel de que o Talmude (um livro antigo de exegese) tem passagens condenáveis: além as passagens referidas são fabricadas e obviamente falsas, e de que há outras polémicas mas que pedem estudo e contextualização para serem entendidas, seria lógico por exemplo acusar a Alemanha da autoria do Mein Kampf ou a Inglaterra pela autoria do Martelo das Bruxas?
Acusam Israel de ser o "povo escolhido", mas ignoram propositadamente que essa designação Bíblica, da Idade do Bronze , não implica nenhum estatuto de privilégio, muito pelo contrário, como a História demonstra, os judeus foram de facto "escolhidos" mas para muito penar.
Acusam os judeus de serem todos comunistas acérrimos, ou todos capitalistas opulentos, conforme convenha à ideologia do acusador, mas esquecem-se de que não podem ser todos uma e outra coisa e que eles são pessoas como nós.
Acusam Israel de existir, apoiam os grupos terroristas e os regimes terroristas. Como não têm nada de concreto para acusar, inventam. Israel e os judeus são o canário na mina da Humanidade, como alguém disse.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Legislador israelita: É tempo de denunciar as mentiras flagrantes sobre migrantes africanos *


Israel e pessoas africanas... A chamada extrema-direita (neo-nazis e afins) acusam os judeus de serem os autores dessa "terrível calamidade" que foi o fim do racismo, da segregação racial, da escravatura, etc.. E com efeito, em todos os movimentos de justiça social encontramos os judeus largamente representados.
Já a extrema-esquerda acusa os judeus precisamente do oposto: de serem racistas, de praticarem a segregação racial e o esclavagismo.
Acusados simultaneamente de uma coisa e do seu oposto, sempre. Consoante as paranóias e os azedumes dos acusadores, que projectam os seus fantasmas nos judeus, a velha tela em branco (veja o final do post, sff).



Com a foto acima (sempre que a Polícia ou o Exército israelita interrogam ou prendem alguém, esse alguém é uma vítima) o jornal I lança mais uma peça de desinformação intitulada Israel lança ultimato: prisão "indefinida" ou deportação para um país desconhecido.
Comentou um leitor:
A dualidade dos títulos , num recente artigo sobre Angola e outros países de África, a deportação de emigrantes clandestinos era apelidada de Repatriamento. Os números e as condições de detenção (excluindo os que não são executados antes de lá chegarem) excedem largamente qualquer número israelita ou europeu mas não tem qualquer impacto nas virgens ofendidas , afinal de contas quem é que expulsa e deporta emigrantes ? Os ocidentais está claro, mais ninguém o faz.
Pois é, mas sem a dose diária de anti-semitismo, o JORNALISMO, cada vez mais desacreditado, não sobreviveria...
A realidade é muito diferente da propaganda jornaleira (aliás, basta ver quem assina o referido "artigo").



"Abaixo as fronteiras e os estúpidos!" - gritam os iluminados.


Uma coisa nos intriga: 
É por demais sabido que as pessoas mais inteligentes e moralmente elevadas são os esquerdistas, isso nem se discute! 
E os esquerdistas, "o primeiro escalão da espécie humana", na sua infinita bondade, fazem questão de nos esclarecer a todos nós, pobres mortais, que Israel e os Estados Unidos são os piores países do Mundo. E se eles o dizem, não é permitido a ninguém duvidar!
Mas se Israel e os Estados Unidos são tão maus, porque é que Suas Incandescências fazem tanta questão de toda a gente vá para esses infernos e lá permaneça? 
E porque é que tanta gente quer ir para o Inferno dos Estados Unidos e de Israel, quando poderia estar no Paraíso da Coreia do Norte ou do Irão?
Quererão eles iluminar-nos com a sua sublime omnisciência, por favor? 


Legisladores israelitas defenderam a política de deportação do governo para migrantes africanos. 
Por: World Israel News
O Comité de Assuntos Internos do Knesset manteve um acalorado debate sobre a deportação de milhares de imigrantes africanos ilegais. 
O debate centrou-se nos planos de Israel de expulsar migrantes que entraram ilegalmente no país, enviando-os para um país não designado e seguro, em África. O plano foi aprovado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que é extremamente protector dos direitos das minorias. 
Na abertura da discussão, o presidente do Comité, Yoav Kisch citou o falecido primeiro-ministro Menachem Begin, que, ao explicar a sua decisão em 1977 de conceder a cidadania a 66 “boat people” vietnamitas, disse:  "Nós lembramos, e nunca esqueceremos, o barco com 900 judeus [o St. Louis] que deixaram a Alemanha nas últimas semanas antes da Segunda Guerra Mundial ... viajando do porto em porto, de um país para outro, suplicando por um refúgio. Em todos os países eles foram recusados ​​... Portanto, era natural que o meu primeiro acto como primeiro-ministro fosse dar a essas pessoas um refúgio na Terra de Israel"
Kisch contrastou a decisão de Begin com a situação actual relacionada com os migrantes africanos, debatendo contra aqueles que afirmam que estes migrantes são "requerentes de asilo" para quem a morte está à espera nos seus países de origem. 
"O que foi dito durante a campanha que foi travada nas últimas semanas? Gritos de 'Racistas' e 'Vocês estão a mandar estas pessoas para a morte'. Chegou o tempo de denunciar essas mentiras flagrantes", afirmou. 
Ele também denunciou "a banalização do Holocausto"
"As pessoas estão a fazer um uso falso do termo [quando se relaciona com os migrantes].  A primeira mentira é que estamos a falar de refugiados. A maioria deles não são refugiados, mas infiltrados. Protegeremos os refugiados e enviaremos os migrantes de oportunidade de volta", afirmou. 
"A segunda mentira é que nós os estamos a enviar para a morte", continuou Kisch. "Embora o acordo [com o país de destino africano] seja confidencial, está a ser minuciosamente examinado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que determinou que ele está em conformidade com as estipulações da lei".


Motivos falsos e enganadores 
"Estamos a ser confrontados com um falso e enganador senso de purismo", acusou. E prometeu que a deportação, prevista para Abril, seria realizada.
O ministro do Interior, Aryeh Deri, disse que embora "as divergências de opinião sejam legítimas", uma grande parte do discurso é "baseada em dados falsos". 
"O Estado de Israel está a ser acusado de perseguir os africanos. Em 2017, antes do plano [de deportação], cerca de 3.200 migrantes [africanos] deixaram Israel de bom grado para os seus países de origem ou para um país terceiro. Nesse mesmo ano, deportámos 5,300 não-africanos, da Ucrânia e de outros países. Desde 2007, cerca de 64 mil africanos infiltraram o país, dos quais 37,800 ainda estão em Israel. Estes números não incluem crianças que nasceram cá. Em 2017, 14 mil pedidos de asilo foram arquivados; 7.700 por cidadãos ucranianos, 1.748 por cidadãos eritreus, 906 por cidadãos sudaneses e 190 por cidadãos etíopes; 6.500 desses pedidos foram processados; 11 infiltrados africanos foram reconhecidos como refugiados e receberam asilo", disse Deri, apontando para os dados oficias. 
Durante o debate, Kisch removeu os deputados Oren Hazan, Michal Rozin e Tamar Zandberg da sala, por interromperem constantemente a discussão. 
Enquanto era removida da sala, Zandberg, da facção Meretz, de extrema esquerda, disse: "Eu sei que não é agradável ouvir ... Você é amigo dos nazis".

Kisch acusou-a de "uso doentio e barato do Holocausto". 
Zandberg ainda não se desculpou pelos seus comentários ofensivos. 
Questionado por Kisch sobre se a política do governo discrimina os migrantes africanos, o Director-Geral da Autoridade de População e Imigração, Shlomo Mor-Yosef, disse que o "trabalho da autoridade é preservar a identidade do Estado como Estado judeu". 
"Os soldados defendem o país, e nós, na Autoridade de População e Imigração, protegemos a sua identidade, de acordo com a política dos governos de Israel", afirmou. 
"As pessoas são deportadas todos os dias, de todos os países - democracias e ditaduras. Todos os países determinam quem entra e quem não entra", disse ele, usando a Suíça como um exemplo de um país onde é difícil obter a cidadania.

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- A pretexto da guerra na Síria, muçulmanos de todo o mundo (nomeadamente de África) continuam a inundar e a destruir a Europa - ver por exemplo post anterior



Certos sectores políticos acham que se deve dispensar um tratamento privilegiado às pessoas africanas ou de origem africana. Nós temos tanta dificuldade em entender o racismo positivo como o racismo negativo. Ambos são degradantes.



Judeus etíopes. Negros. Com muita honra.

Quando o assunto é Israel e pessoas de origem africana, a propaganda é assim:  

'Denegrindo Israel de novo'


E a realidade é assim:

O Êxodo Moderno dos Judeus Etíopes

Família judaica da Etiópia celebra a Liberdade em Israel

A Miss é Linda! :-)



Já nos países islâmicos, os africanos são escravizados pelos muçulmanos, hoje como desde há 1400 anos. Mas disso o i e os seus jornalistas islamistas não falam...
Quando por rara excepção aparecem nos media mainstream notícias sobre escravidão em países islâmicos, os mesmos esquerdistas iluminados que verberam o direito de os países livres não serem invadidos, logo se apressam a passar a conhecida receita de que "é a cultura deles e temos que respeitar".
Os mesmos muçulmanos que compram e vendem seres humanos africanos (e infiéis em geral) para as mais diversas finalidades (desde a escravatura sexual ao tráfico de órgãos), acusam Israel de racismo por deportar ilegais.  
Nada de espantar, o que é para nós irracional é própria a essência do Islão.

 

domingo, 12 de outubro de 2014

É preciso CORAGEM para admitir os erros

O site da HONEST REPORTING há muito que tem posto os seus leitores a par do terrível preconceito anti-Israel por parte da revista médica "The Lancet". Ser-se médico, músico, sociólogo, físico, poeta, escritor, teólogo, ou ter qualquer outra ocupação, por muito socialmente prestigiada que seja, não isenta as pessoas de ideias feitas e ódios irracionais, alimentados por preconceitos milenares e campanhas políticas sujas. Neste caso, há que louvar a CORAGEM de alguém que não teve medo de ver a VERDADE com os seus olhos.

Hospital Rambam desmonta preconceito anti-Israel

Uma visita a um hospital israelita e um encontro com os factos foi uma experiência educacional para o editor de acusações anti-Israel. Ele corrigiu o seu ponto de vista.


 Jovem paciente palestino tratados no hospital israelita
Durante três dias em Israel, o autor diversas mentiras e preconceitos anti-Israel enfrentou os factos, e anunciou que iria corrigi-los. Mais disse sobre a sua visita a Israel: "foi um ponto de viragem para mim e minha relação com esta região."

O Professor Richard Horton, editor da importante revista médica The Lancet, que publicou uma "carta aberta" extremamente venenosa acusando Israel de crimes de guerra e crimes contra a humanidade durante a Operação Protecção-Limite, foi convidado pelo Rambam Health Care Campus (RHCC), em Haifa, para testemunhar a verdade sobre a forma como os palestinos são tratados em Israel.

Hospital Rambam - um modelo de coexistência entre árabes e israelitas

Depois de três dias no hospital, que incluíram visitas a várias unidades médicas, palestras, discussões, debates e reuniões com os médicos que trabalharam no campo de batalha durante o conflito de Gaza e trataram baixas israelitas e cidadãos de Gaza, bem como com os médicos árabes e israelitas que trabalham lado a lado, Horton expressou o seu "profundo pesar" pela publicação da carta.

Horton concluiu sua visita com uma palestra sobre as responsabilidades das revistas médicas e científicas, durante a qual declarou: "Estou extremamente honrado e orgulhoso de estar aqui". Horton declarou que o Hospital
Rambam serviu de modelo para a coexistência entre árabes e israelitas.

Definir o registo correcto

Antes de iniciar a sua palestra, Horton disse que queria "esclarecer as coisas."

"Eu
lamento, profundamente, a polarização completamente desnecessária que a publicação da carta por Paola Manduca causou", disse ele. "Em segundo lugar, fiquei pessoalmente horrorizado com o vídeo ofensivo que foi produzido e disseminado por dois dos autores da carta. A visão do mundo expressa nesse vídeo é repugnante, deve ser condenada, e eu condeno-a. "
Horton referia-se a um vídeo feito pelo supremacista branco David Duke, que foi promovido por dois dos autores da carta. Depois de uma rodada de aplausos, Horton continuou: "Publicarei o que acabo de dizer no The Lancet na próxima semana."

Horton também expressou a sua clara oposição aos boicotes em geral e ao movimento BDS em particular.

Funcionários do Hospital Rambam acreditam que o resultado da visita de Horton é uma promessa para nova colaboração académica e médica. Horton manifestou interesse em receber manuscritos de Israel e promover a colaboração entre o Hospital Rambam e o The Lancet, para promover a causa dos cuidados de saúde em todos os níveis da sociedade para as pessoas em todo o mundo. A visita de Horton, nas suas próprias palavras, representa "um novo começo para um futuro novo e diferente."

Autor: Aryeh Savir
United With Israel

A palestra pública de Horton:

Qualquer pessoa pode procurar informação isenta sobre Israel na Internet. Israel é um país aberto e livre. Qualquer pessoa pode lá ir, movimentar-se à sua vontade, e confrontar as fantasmagóricas propagandas com a REALIDADE. Experimente escrever, por exemplo, "Rambam Hospital in Haifa, Israel" na caixa de pesquisa do youtube, e encontrará vídeos como estes, que mostram um hospital eficiente, com gente dedicada, e que põe em prática os ensinamentos de um judeu famoso, que disse que se só tratarmos bem os nossos amigos, pouco mérito temos...




Se você, que se deixou impressionar pela propaganda anti-Israel (da extrema-esquerda, da extrema-direita, dos islamistas e dos antissemitas em geral), tiver coragem de dar o beneficio da dúvida a esta nação, como fez o médico Richard Horton, descobrirá que os judeus são apenas GENTE, como nós.

E não, Richard Horton não foi pago para mudar de ideias. Como eu não fui. É preciso ser-se destituído dessa qualidade básica que se chama saber viver, é preciso não se ter valores, para acreditar que toda a gente se deixa comprar.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

OS MITOS ANTI-ISRAEL, DESMONTADOS UM POR UM!



OS MITOS ANTI-ISRAEL, DESMONTADOS UM POR UM, E A VERDADE DOS FACTOS:



Os antissemitas pirrónicos, que odeiam Israel porque odeiam, e que explicam o seu ódio com o próprio ódio, não vão abrir. Fogem da VERDADE como o diabo da cruz. Evitarão saber destes FACTOS, como evitam a todo o custo saber como funciona a indústria de difamação de Israel (ver www.paLIEStine.com).

Mas as pessoas sérias, de boa-fé, que odeiam Israel porque lhes impingem MENTIRAS (desde as encenações Pallywood até às "narrativas" de antissemitas raivosos como o apoiante do terrorismo Boaventura Sousa Santos), essas, darão uma chance à VERDADE.

Mas não tome este livro como bom só porque sim: confira com outras fontes! ESTUDE! Procure a VERDADE!

Esta obra é FUNDAMENTAL. Se gosta dela, escreva o endereço electrónico, fotocopie, recorte, e de cada vez que um dos seus amigos (se forem como os meus) desatar a debitar a vulgata antissemita, dê-lhe uma cópia. É pouco provável que eles queiram abdicar do seu ódio irracional de estimação. Mas fica de consciência tranquila. Fez a sua parte, e o resto fica entre eles e Deus.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Vídeo: Como entrevistar um terrorista



Já divulgámos por diversas vezes as directivas do grupo terrorista Hamas à Imprensa. Muitos jornaleiros, por medo ou militância, seguem-nas reverentemente. Alguns jornalistas, contudo, ainda fazem jus à ética profissional, e não se submetem à agenda dos terroristas.

A organização HONEST REPORTING faz aqui uma breve resenha do jornalismo invertebrado, e mostra, em contraponto, um exemplo de um profissional digno - Sean Hannity - que faz a pergunta essencial:

- O HAMAS É UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA?

O terrorista, entrevistado em directo, reagiu como costumam reagir os comunistas quando se lhes pergunta porque é que não há pluripartidarismo nem Liberdade nos regimes comunistas, ou se concordam com o regime da Coreia do Norte: ENGASGOU-SE!



 PROPAGANDA 2 EM 1

A HONEST REPORTING chama também a atenção para a estratégia de Imprensa dos terroristas do Hamas, que é dúplice:

- Perante o mundo islâmico, projectam uma imagem de sucesso, medida pelo número de judeus assassinados e de islamistas "gloriosamente martirizados"
- Perante o Mundo Livre, passam a mensagem de povo em grande sofrimento, devido às "agressões" israelitas. 

Enquanto isso, vão atacando Israel, e mantendo zelosamente a sua cultura de ódio. Ainda ontem, mais uma manifestação reuniu a população de Gaza, para exigir que os ataques contra Israel continuem...

A VERDADE ESTÁ A VIR À SUPERFÍCIE 


Desta vez a Imprensa foi longe de mais. E despertou reacções dos cidadãos pacatos e dignos, a quem começa a repugnar tanta militância pró-islamista. O blog SHALOM  ISRAEL traz um post imperdível sobre a reacção 

À medida que os jornalistas voltam de Gaza, e já não têm a vida em perigo por dizerem a VERDADE, vão revelando mais e mais pormenores sórdidos. A Imprensa exagerou na parcialidade, e agora tenta salvar a face.

Entre as ordens do Ministro do Interior do Hamas (acatadas por muita Imprensa Ocidental como se vindas do próprio Alá),  estão a de chamar sempre aos mortos "civis inocentes", e de nunca publicar fotos dos mísseis a serem disparados de áreas civis.

O tenebroso MANUAL DA MENTIRA pode ser visto em detalhe no site do Middle East Medias Research Institute, e é resumido neste vídeo:



Recordamos também:
Indicações do Hamas para os activistas nas redes sociais divulgadas em árabe na página oficial do twitter das Brigadas Al-Qassam (entretanto suspensa):

1 - Nunca mostrar o lançamento de rockets a partir de zonas civis;
2 - Sempre que há um morto armado assegurar-se de que aparece sem armas e considerá-lo como civil;
3 - Se falares com um árabe indicar a quantidade de mortos militares do Hamas;
4 - Na frente de ocidentais dar o número de mortos civis e sublinhar que a maioria dos mortos são civis (mulheres e crianças);
5 - Se falares com um ocidental nunca negues o Holocausto.

UM CONFLITO ETERNO EM NOME DE UMA MENTIRA
Ministro do Interior do Hamas admite que não existem «palestinos»; que este vieram todos de países árabes:



HAMAS ATACA DE NOVO


P.S. - Como seria de esperar, o Hamas, pela enésima,vez, não respeitou o cessar-fogo, não aceita tréguas e voltou a atacar cidades israelitas. A Imprensa do costume continua a dizer que foram só uns misseizinhos sem importância. E que Israel, maroto, respondeu logo à bruta... Já nem merece comentários, tamanha desfaçatez.


Um dos ataques desta manhã, vindos de Gaza, contra áreas civis de Israel

Só a retomada de Gaza, a destruição completa do bando terrorista Hamas, e a neutralização dos inimigos do Estado em solo pátrio, poderão solucionar este problema. Com terroristas fanáticos e loucos, não outro remédio!

Temos todos algo que os nossos avós não tiveram: acesso a Informação real, e poder de intervir. Faça a sua parte!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Haverá sempre palhaços!



Os «mortos» do Hamas são irrequietos como tudo!
A Imprensa dá cobertura a toda esta PALHAÇADA!

O Hamas provocou mais esta guerra, e outros grupos terroristas continuarão a provocá-las, porque sabem que existe uma classe jornaleira e opinadeira que tem um ódio de estimação a Israel. Enquanto houver quem bata palmas, haverá sempre palhaços...

A IMPRENSA TEM SANGUE NAS MÃOS!


Após milhares de mísseis disparados contra cidades israelitas, após incontáveis raptos e chacinas de judeus (nunca ou só raramente noticiados pela Imprensa mainstream), os terroristas do Hamas lá tiveram o brinde por que tanto esperavam. Paralisaram Israel, e o Estado Judaico teve que entrar em Gaza para neutralizar os terroristas.


Assim combatem os terroristas do Hamas. No meio da malta. Se os soldados israelitas errarem o terrorista e matarem um civil, é ganho! É mais PROPAGANDA!
A  estratégia dos escudos humanos, documentada em vídeos, fotos, relatos, e no próprio manual dos terroristas, deu frutos. Os terroristas estão exultantes, porque houve baixas do lado de Israel. E porque houve baixas do lado de Gaza. É ganho! Alimenta o mito dos malandros dos judeus que matam as criancinhas «palestinas»!


Numa época em que pessoas são processadas e perdem o emprego por dizerem  VERDADE acerca do Islão, boa parte da Imprensa Ocidental deveria estar no banco dos réus. A Operação Protecção Limite foi aproveitada pela maior parte da Imprensa para uma ofensiva antissemita que já não se via desde os tempos da Alemanha nazi.


paLIEStine é um dos sites que se dedicam a desmontar a propaganda antissemita

Os terroristas do Hamas matam regularmente crianças israelitas. Mas matam as suas próprias crianças quando as usam como escudos, quando as forçam a trabalhar como escravas (e morrer) nos túneis do terror, e quando o seu fogo desastrado as atinge (grande parte dos mísseis do Hamas cai em Gaza).

Israel tem o Exército mais moral da História. Os terroristas sabem disso, e exploram o que vêem como uma «fraqueza». Muitas missões do IDF são abortadas porque há crianças e civis na área - como temos mostrado, inclusive com vídeos. Como este, em que um piloto cancela um ataque a uma base terrorista por haver crianças perto:



Ainda noutro dia demos a triste notícia do soldado do IDF que morreu e dos 16 acamaradas que ficaram feridos, quando o Hamas usou crianças como «isco», pedindo socorro. Maton Gotlib perdeu a vida para ir auxiliar essas crianças.

O Hamas e C.a montam estes shows macabros porque sabem que têm uma Imprensa favorável no Ocidente, de onde lhes vem o dinheiro e o espaço de manobra político.

Não vimos na Imprensa mainstream terroristas em acção, porque as ordens do Hamas são para cumprir. Mas vimos muita PROPAGANDA DA MAIS DESPUDORADA:


 

Quem se disponha a procurar, aí na nossa barra lateral, por exemplo, encontrará muito mais desta indústria da MENTIRA e do ódio! 



Indicações do Hamas para os activistas nas redes sociais divulgadas em árabe na página oficial do twitter das Brigadas Al-Qassam (entretanto suspensa):

1 - Nunca mostrar o lançamento de rockets a partir de zonas civis;
2 - Sempre que há um morto armado assegurar-se de que aparece sem armas e considerá-lo como civil;
3 - Se falares com um árabe indicar a quantidade de mortos militares do Hamas;
4 - Na frente de ocidentais dar o número de mortos civis e sublinhar que a maioria dos mortos são civis (mulheres e crianças);
5 - Se falares com um ocidental nunca negues o Holocausto.
A Imprensa - porque os jornalistas alinham, regra geral, à esquerda - sente-se na obrigação de apoiar os terroristas e difamar Israel. E vale tudo; desde cumprir esta agenda do Hamas, até divulgar como boas grotescas encenações, como a do suposto ataque à escola da ONU (aquela onde se ensina terrorismo e se guardam mísseis).



Propaganda pensada para despertar o ódio.
Não temos noticiado muito o ressurgimento em força do antissemitismo por todo o mundo. Ainda ontem, na Austrália, um autocarro com crianças de uma escola judaica, foi atacado por um grupo de indivíduos que gritavam HEIL HITLER!, MORTE AOS JUDEUS!, VIVA A PALESTINA!, e que  ameaçaram as crianças de as degolar, por causa de Israel "estar a matar crianças em Gaza"! E não eram muçulmanos...
O público - não o jornal, mas nós, os cidadãos - podemos fazer a diferença. Procure Informação A SÉRIO!
 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Everybody Loves When You're Dead


Quando os israelitas são atacados, assassinados, bombardeados, a Imprensa nada diz. Quando respondem, a Imprensa e os políticos encarregam-se de santificar os terroristas e diabolizar as vítimas. 

O pequeno Estado de Israel é a única democracia do Médio Oriente. É o único país do Mundo que resiste à Jihad Islâmica. Entre as peculiaridades desta nação com quatro milénios, uma delas é ser a única no mundo a que é negado direito à vida. 

Os terroristas chacinam judeus? Assobia-se para o lado! Israel responde? Morte a Israel!

Os judeus (0,19% da Humanidade, vivendo num território menor que o Alentejo) são bastante estimados quando estão a arder nas fogueiras da Inquisição, a ser torturados e  gaseados nos campos de concentração, a ser enterrados vivos nas valas comuns dos pogroms comunistas, ou degolados pelos árabes. A doença antissemita é de cura muito difícil. Cura-se com ESCLARECIMENTO, mas os doentes acham o remédio amargo!

https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/myths3/mftoc.html

http://honestreporting.com/

O tipo de notícias que o Al-PÚBLICO e quejandos ESCONDEM: