Mostrar mensagens com a etiqueta Propaganda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Propaganda. Mostrar todas as mensagens

sábado, 24 de março de 2018

Israel investiga o Facebook sobre possível violação da privacidade dos cidadãos

O gigante das redes sociais é acusado de ser descuidado com os dados pessoais de dezenas de milhões de contas, e as autoridades israelitas estão a verificar se os seus cidadãos estão entre eles. 
Por Batya Jerenberg, World Israel News

A Autoridade de Protecção da Privacidade de Israel do Ministério da Justiça anunciou na quinta-feira que se juntava a outros países ao redor do mundo para investigar o Facebook por causa de seu tratamento incorrecto da informação privada dos usuários.
 
Um banco de dados de mais de 50 milhões de usuários foi dado a uma empresa de armazenamento de dados chamada Cambridge Analytics, por um ex-pesquisador da Universidade de Cambridge, Aleksandr Kogan, que, segundo o Facebook, desenvolveu um aplicativo de questionário ostensivamente para colectar dados para  finalidades de pesquisa.
Na sexta-feira, o Facebook suspendeu Kogan da plataforma, dizendo que ele havia compartilhado indevidamente as informações com uma empresa comercial e mentiu sobre o propósito de sua aplicação, informou o The Guardian. Kogan, no entanto, diz que depois de escrever vários trabalhos académicos, ele transferiu o aplicativo para uma empresa que ele fundou e mudou completamente os seus termos e condições, deixando claro que os usuários estavam dando-lhe o direito de vender e licenciar os dados, de acordo com o jornal britânico. 
Kogan alegou num e-mail aos colegas em Cambridge que “todas essas mudanças foram feitas na plataforma de aplicativos do Facebook e, portanto, eles tinham capacidade de rever a natureza do aplicativo e levantar questões. O Facebook em nenhum momento levantou quaisquer preocupações sobre qualquer uma dessas mudanças.” 

 
  
Aleksandr Kogan

A Cambridge Analytica foi contratada mais tarde pela campanha Trump como uma firma de consultoria política. O New York Times e o The Guardian informaram que a empresa usou os dados obtidos para angariar possíveis eleitores através do Facebook antes das eleições nos EUA.
Enquanto as notícias do escândalo da recolha de dados se espalham, políticos e reguladores federais em muitos países, incluindo Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália, assim como Israel, começaram investigações sobre o sistema de segurança supostamente negligente do Facebook que permitia a terceiros obter uma tão grande quantidade de informações tão facilmente.
De acordo com a Lei de Privacidade de Israel, os dados pessoais só podem ser usados ​​para o propósito pretendido e com o consentimento do indivíduo. O Órgão de Fiscalização investigará, por conseguinte, se os dados pessoais de cidadãos israelitas foram ilegalmente utilizados de uma forma que viola o seu direito à privacidade e as disposições da lei. 
Se for descoberto que o gigante das redes sociais violou as leis de privacidade, Israel - sem dúvida, como outros países - poderá impor multas à empresa. O Facebook já perdeu muito dinheiro, pois os investidores reduziram seu valor em cerca de 50 biliões de dólares só nos últimos dois dias.


 COMENTÁRIO
Já de há muito que alertamos para que o Facebook é policiado por funcionários activistas de extrema-esquerda e por islamistas, que administram suspensões e censuram conteúdos a quem diz a verdade sobre o Comunismo e o Islamismo, ao mesmo tempo que deixam impunes a propaganda do terrorismo islâmico/jihadismo, do anti-semitismo e das ideologias terroristas comunistas.
Ver por exemplo:


O Black Lives Matter, que apela ao assassinato de polícias e à extinção das pessoas de cor branca, não é incomodado pelas rígidas normas que o Facebook impõe aos conservadores. Os grupos terroristas islâmicos que massacram judeus em Israel, não são incomodados. Os  nazis, os anti-semitas, os negadores do Holocausto, não são incomodados. Mas uma pessoa que poste que o casamento é entre um homem e uma mulher, ou que o jihadismo deve ser travado, é suspensa.
Os exemplos são muitos e poucos conservadores há que não tenham sido alvo da política islamo-esquerdista do Facebook.
Ainda agora, foi descoberto que o comunista Jeremy Corbyn, líder dos Trabalhistas no Reino Unido (conhecido por ser um apoiante assumido do terrorismo islâmico) fazia parte (juntamente com outros camaradas de esquerda) de dois grupos nazis no Facebook:


Reino Unido: Líder Trabalhista amigo dos jihadistas e dos nazis


Não nos parece que o Zuckerberg seja má pessoa. Pode taté ser um completo canalha, mas não é a percepção que temos dele. Um homem que doa para caridade 99% dos lucros da sua companhia, não será pelo menos má pessoa de todo. Ser boa pessoa e ser bem sucedido nos negócios, não o livra, no entanto, da eventualidade de ser parvo. O Stephen Hawking, por exemplo, era um brilhante astrofísico e era um hipócrita
Sem queremos fazer Psicologia barata, talvez o Zuckerberg, por ser judeu, por ser parte de um povo perseguido, sofra de complexos de esquerda, e nisso não está sozinho, infelizmente, como explica o Ben Shapiro (que por acaso também é judeu mas não sofre desse problema):

 
Milhões de pessoas estão a sair do Facebook, por estarem fartas da censura e por causa de mais este escândalo. Não acreditamos que tal venha a afectar muito a empresa. A maior parte dos utilizadores não faz a mínima ideia do que se passa, nem se importa.
O problema para nós é outro. É que o cerco se aperta à liberdade de expressão dos conservadores e moderados, como nós, não apenas no Facebook e não apenas online. O que fazer? Procurar alternativa.
Há outras redes sociais anti-Facebook (caso do DIASPORA ou do GAB). Andamos a experimentá-las, mas não nos entusiasmaram. E nada nos garante que não venham a ser infiltradas pelos totalitaristas, como o Facebook.
Por medida higiénica, e nem que seja para dar um aperto ao Foicebook, pode suspender a sua conta. Ou apagá-la:

sábado, 1 de julho de 2017

Google - A invasão silenciosa do totalitarismo

O que começa com os judeus, nunca acaba com os judeus. Por exemplo, o site Myths and Facts, durante muitos anos, era o primeiro que aparecia na busca pelas palavras... "Myths and Facts". Desde que a lei islâmica foi adoptada pelo Google, já vai em 20º lugar nos resultados das pesquisas. Nunca falei disso, para as pessoas não dizerem que estou a "proteger os judeus", e que eles se "armam em vítimas". Eis que o mega site Jihad Wach, um bastião da contra-jihad, foi atingido pela mesma CENSURA islamo-fascista:



Via Jihad Watch:
Por muitos anos, sempre que alguém procurava no Google por "jihad", Jihad Watch era o primeiro resultado. Isso era quando os resultados do Google se baseavam na relevância do assunto relativamente às pesquisas e à popularidade dos sites. Entretanto, o Google começou a engajar-se na engenharia social, tentando manipular a opinião pública, alterando os resultados das buscas para levar as pessoas a sites que ofereciam as perspectivas que o Google prefere.
Então, quando alguém procurava por "jihad", Jihad Watch tornou-se o segundo resultado, e depois o quarto, apesar de os nossos leitores estarem constantemente a crescer. O site Jihad Watch passou a ser substituído por sites de promoção do Islão, com uma fracção do nosso número de leitores, oferecendo falsidades suaves sobre o significado da jihad. O Marc explica este fenómeno com maior detalhe aqui.
Essa manipulação não foi suficiente para afastar as pessoas da verdade, mas agora, se alguém procurar por "jihad", o Google dar-lhe-á uma página cheia de apologética islâmica, e o Jihad Watch já não aparece na primeira página.
Isto ocorre porque o número dos nossos leitores caiu? Não, muito pelo contrário. Acontece porque o Google está totalmente empenhado em não permitir que as pessoas pesquisem na Internet, e em controlar o que elas acham quando o fazem. (Aliás, quando alguém busca no Google por "Robert Spencer", a peça de sucesso do Southern Poverty Law Center sobre mim aparece antes do meu próprio site).
Em 24 de Junho, o Huffington Post (NDT: Site de esquerda e apologista da islamização) publicou uma peça intitulada "A Pesquisa do Google está a causar danos irreparáveis ​​aos muçulmanos", sobre o esforço do imam Omar Suleiman do Texas, para obrigar o Google a editar os resultados de pesquisa que ele considerou "anti-muçulmanos" (não os considerou "falsos", considerou-os apenas "anti-muçulmanos").
Eu comentei: "Se Omar Suleiman tiver sucesso na sua exigência, o Google tornará os resultados compatíveis com a Sharia, e outra batalha contra a imposição das leis da blasfémia da Sharia sobre o Ocidente será perdida".
Parece que o Google se apressou a cumprir os desejos de Suleiman.
É uma invasão silenciosa do totalitarismo, uma vez que apenas uma perspectiva é permitida, e o terreno está a ser cada vez mais cortado sob os pés dos dissidentes. Claro, eles só o fazem porque a sua narrativa é tão excepcionalmente contra-factual que eles só podem defender-se censurando-nos e dando um lugar privilegiado aos sites que vendem as mentiras calmantes que eles favorecem, mesmo que tal conduta revele a sua insegurança e desespero.
É extremamente perigoso. E ninguém parece importar-se. Este é o tipo de coisa que a administração Trump deve combater, e trabalhar para garantir condições equitativas para todos os pontos de vista. Ninguém em posição de poder ou influência está preocupado com a rápida erosão da liberdade de expressão?
Robert Spencer
----------------------------

Temos feito alguns alertas, na medida da nossa insignificância, sobre a propaganda enganadora do Islão na Internet, nos media e na boca dos políticos:


Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será.

GOOGLE e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

A nova Inquisição na Internet

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos

Como a Arábia Saudita controla os media


Os países de Leste estão a ser perseguidos pela União Europeia por recusarem refujihadistas. Esta senhora explica o que o politicamente correcto tenta esconder:



Ex-muçulmano a viver na Alemanha explica o que é o Islão:


Cristã libanesa Brigitte Gabriel explica o que é o Islão:

quarta-feira, 15 de março de 2017

GOOGLE e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

Tudo quanto mostre a realidade do Islão é removido do YouTube sob pretexto de que é "islamofobia". Não estamos a falar de nenhuma brincadeira: é executado 1 cristão a cada 5 minutos (fora os outros "infiéis").

Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será. 
O YouTube está permanentemente a apagar os vídeos que demonstram o que é o Islão, e até já apagou até canais inteiros (como por exemplo o Palestinian Media Watch, que, felizmente, foi obrigado a restaurar, devido à indignação de milhões de pessoas).
O YouTube censura a crítica ao Islão, o Facebook bane os utilizadores que façam o mesmo, o Twitter foi comprado por um bilionário jihadista toxicodependente e impõe a sharia sem cerimónias, o Google promove o terrorismo islâmico e o Nazismo, bloqueia sites e altera as suas definições para branquear a brutal ideologia islamista:




Ora leia lá este artigo, que vale bem a pena; atente ao que realçámos a amarelo:

GOOGLE ADERE À JIHAD 
O gigante dos motores de busca aproxima-se dos supremacistas islâmicos.



O Google, o omnipresente mecanismo de busca da Internet, está sob fogo esta semana por censurar os resultados negativos da pesquisa sobre o Islão. Se você digitar "Cristianismo é" na caixa de busca do Google, imediatamente aparecerão uma série de complementos sugeridos para a frase, a maioria deles depreciativos: "O Cristianismo é m**da", "O Cristianismo não é uma religião", "O Cristianismo é uma mentira", "O Cristianismo é falso""O Cristianismo é errado ", "O Cristianismo é falso". Nenhum resultado positivo é sugerido. O mesmo se passa com o "Budismo é", e a frase é mais uma vez completada com inúmeras sugestões negativas: "Budismo é errado", "Budismo não é o que você pensa", e assim por diante. Mas digite "O Islão é", e nada surge. As sugestões negativas que inundam o pesquisador de outras religiões estão longe de ser vistas. 
O Google, no entanto, diz que foi tudo um erro, e nega favorecer o Islão. "É um bug", insistiu um porta-voz do Google, "e estamos a trabalhar para o consertar o o mais rápido possível". Por incrível que pareça, mesmo com todos os conhecimentos técnicos do Google, este "bug" persistiu durante dias, e persiste, muito tempo após o anúncio do Google de que seria rapidamente corrigido. 
Ou talvez não seja tão estranho, à luz da tendência de longa data do Google para favorecer a extrema-esquerda e seus aliados na jihad global. Os críticos queixaram-se durante anos sobre a tendência do Google para decorar o seu logotipo colorido para dias acalentados pela Esquerda, como o Dia da Terra e o Dia Internacional da Mulher, ignorando o Natal e a Páscoa. 
Além disso, o YouTube, pertencente ao Google, removeu mais de uma vez o material crítico do supremacismo e da jihad islâmica, ao mesmo tempo em que permite que o material pró-jihad e o vil material anti-semita permaneçam. As políticas do Google sobre a remoção de vídeos parecem seguir uma linha de esquerda: anti-americano, anti-Israel, pró-jihad.
É também uma coincidência notável que o "bug" não afecte o Google  no Judaísmo, no Cristianismo, no Hinduísmo, no Budismo, e só poupe o Islamismo. A única religião protegida de julgamentos adversos no Google é também a única religião envolvida numa campanha organizada para sufocar a discussão honesta sobre os seus textos e ensinamentos que inspiram a violência.

Ainda há poucos dias o Google foi chamado à responsabilidade, por redireccionar as pesquisas sobre o Holocausto para sites nazis. O Google e as redes sociais NADA têm feito para combater a divulgação do terrorismo islâmico, do Nazismo e do anti-semitismo online, apesar de sucessivos processos judiciais.

"LINHAS VERMELHAS QUE NÃO DEVEM SER TRANSPOSTAS"

Os petrodólares compram jornalistas e políticos. 

Em 2008, Ekmeleddin Ihsanoglu, o secretário-geral da Organização das Conferências Islâmicas (OIC), o maior bloco eleitoral das Nações Unidas, que congrega 57 Estados, alertou o Ocidente sobre as "linhas vermelhas que não devem ser cruzadas" em relação à liberdade de expressão sobre o Islão e sobre o terrorismo. 
Desde há anos, a OCI tem liderado um esforço na ONU para obrigar os Estados membros a criminalizarem o que chama de "difamação das religiões", mas que significa claramente a proibição de qualquer discussão honesta dos textos e ensinamentos do Islão, que os jihadistas invocam para justificar a violência e o Supremacismo.  
Curiosamente, a OIC reforçou esta campanha na esteira da publicação de caricaturas de Maomé num jornal dinamarquês, que provocou distúrbios muçulmanos em todo o mundo. O Google, no momento em que os tumultos estavam no auge, foi obediente e removeu os vídeos do YouTube que se referiam aos tumultos provocados pelas caricaturas. 
Quando a OIC (Organização das Conferências Islâmicas) manda no Google, não são sequer necessárias leis internacionais para silenciar a liberdade de expressão. Como a generalidade da Esquerda, o Google parece empenhado em apoiar a guerra do bloco islâmico contra a liberdade de expressão, e em submeter-se aos ditames totalitários e brutais da OCI, abstendo-se voluntariamente de fazer qualquer coisa que possa ofender os muçulmanos. 
Embora a restrição às sugestões de busca automatizada possa parecer coisa insignificante, o que tal revela sobre a submissão às sensibilidades islâmicas sobre qualquer crítica ao islamismo, é tudo menos trivial. 
Além do mais, sendo o Google de longe o principal motor de busca, a ideia de que os não-muçulmanos ocidentais devem vergar-se à vontade dos muçulmanos facilmente ofendidos estabelece um precedente que só pode dar frutos amargos no futuro.  
Em última análise, o Google e todos os indivíduos, grupos, empresas e autoridades governamentais no Ocidente, terão que decidir se vão representar os princípios duramente conquistados da liberdade de expressão e da livre investigação, ou enfrentar o supremacismo e a intimidação islâmica. Quando a censura é voluntária e auto-imposta, como no caso do Google, é ainda mais vergonhoso.


------------------------------------------
- Este artigo, por nós traduzido, é da autoria de Robert Spencer e foi publicado há 7 anos no FrontPage Mag. Não só permanece actual, como a censura tem apertado ainda mais. Os jornalistas são quase todos islamófilos e de extrema-esquerda, e promovem a islamização do Mundo Livre, mentindo e omitindo. São bem pagos para o fazerem, aliás. E o capital islamista tem entrado a rodos na Internet, para a controlar, como já controla a Imprensa tradicional.
De vez em quando damos uma pincelada nestes assuntos:

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

A nova Inquisição na Internet

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos

Como a Arábia Saudita controla os media


Ainda hoje, o ex-líder do Ku Klux Klan, David Duke, foi notícia por ter postado um vídeo em que acusa os judeus de estarem a organizar (sempre o famoso plano para dominar o Mundo, que nunca se concretiza...) a "limpeza étnica dos brancos, ou seja, dos Americanos e dos Europeus". Peter Barron, da Google, afirma que o vídeo não reúne condições para ser removido. Ou seja: o YouTube censura os factos e permite as mentiras.


Para a ditadura vigente, dizer a VERDADE sobre o Islão, é crime de "islamofobia".

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu apoiar a liberdade de expressão; duas semanas depois, proibiu as críticas ao Islão. A seguir a cada ataque islamista, emite comunicados a expressar a sua preocupação com possíveis "represálias" sobre os muçulmanos. 

Facebook adopta política formal de censurar a crítica do Islão

Há muitos anos que o Facebook censura as críticas ao Islão. No entanto, agora é uma política formal.
O Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do terceiro mundo por 1 dólar e meio à hora. Quase metade dos censores do Facebook trabalham num edifício de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. Mesmo que não fosse essa a política formal do Facebook, o resultado final seria  o mesmo: as críticas ao Islão seriam excluídas.

No entanto, o Facebook acaba de anunciar que está a introduzir uma política formal de apagar páginas que sejam críticas do Islão.

Imediatamente após o primeiro-ministro turco ter marchado pela "liberdade de expressão" em Paris, o governo turco bloqueou centenas de sites da Internet. A principal razão para bloquear os sites foi a publicação dos desenhos do Charlie Hebdo.

O governo turco deu ao Facebook um ultimato. Ou proibia a crítica ao Islão, ou seria banido na Turquia. O site fundado por Zuckerberg respondeu que iria instituir uma proibição mundial de críticas ao Islão no Facebook

Actualmente, a Turquia bloqueia o Twitter e o Youtube por permitirem críticas ao Islão.


Muçulmanos turcos manifestam-se contra os desenhos de Maomé.


O Facebook censurou os conservadores desde que o site foi fundado. Recentemente, o Facebook apagou o Mês Americano da História Branca, uma página com 300.000 seguidores (uma nova versão da página podia ser encontrada aqui, mas também foi censurada).

Mark Zuckerberg contradisse a sua declaração pública sobre liberdade de expressão, em 1/9/15:

"Há alguns anos, um extremista do Paquistão tentou que eu fosse condenado à morte, porque o Facebook recusou proibir um conteúdo sobre Maomé que o ofendeu. 
Nós reagimos contra isso porque as vozes diferentes - mesmo que sejam às vezes ofensivas - podem tornar o mundo um lugar melhor e mais interessante. 
O Facebook sempre foi um lugar onde as pessoas em todo o mundo compartilham as suas opiniões e ideias. Seguimos as leis em cada país, mas nunca deixamos que um país ou grupo de pessoas dite o que as pessoas podem compartilhar em todo o mundo. 
Ao reflectir sobre o ataque de ontem e sobre a minha própria experiência com o extremismo, concluo que é isso que todos nós precisamos rejeitar - que um grupo de extremistas tente silenciar as vozes e opiniões de todos os outros ao redor do mundo. 
Eu não vou deixar isso acontecer no Facebook. Estou empenhado em construir um serviço onde cada um possa falar livremente, sem medo de violência.
Os meus pensamentos estão com as vítimas, com suas famílias, com o povo da França e com as pessoas de todo o mundo que optam por compartilhar suas opiniões e ideias, mesmo quando isso requer coragem. # JeSuisCharlie".

- Artigo de CONSERVATIVE HEADLINES, que há muito queríamos traduzir, mas o site está geralmente sob ataque informático islamo-esquerdista.

-------------------------

PARA SE TER UMA NOÇÃO DO QUE É A CENSURA NO FACEBOOK:



O blogger d' O Ovo da Serpente foi bloqueado no Facebook por ter denunciado um racista, simpatizante nazi e negador do Holocausto... que usa o Facebook para promover as suas ideias.
Uma simples imagem que promove o casamento tradicional, foi censurada:


No entanto, o incitamento ao assassínio de polícias brancos, do grupo supremacista racista Black Lives Matter (a sua conhecida campanha "Fuck the Police") é permitida no Facebook:

Os casos de censura no Facebook são permanentes. A propaganda no terrorismo islâmico é autorizada, com toda a naturalidade. Mas quem se proponha debater o extremismo islâmico, a manipulação dos media pela extrema-esquerda islamófila, a ideologia de género e outros dogmas modernaços, é simplesmente CENSURADO.

Este é um site que se dedica a compilar casos de CENSURA exercida pelo Facebook:



Actualizado em 26.3.2017 com este vídeo:

domingo, 6 de março de 2016

Youtube censura "Palestinian Media Watch"

O site Palestinian Media Watch dedica-se a recolher material que passa nas Televisões, Rádios e Jornais dos invasores islamistas que vivem em Israel (também conhecidos como "palestinos". O Youtube anunciou o fecho da conta. O motivo é de um cinismo atroz. O YouTube fuzila o mensageiro. Os colonos islamistas em Israel promovem o terrorismo, e o YouTube esconde-o! Temos publicado dezenas de vídeos do PMW


O Youtube anunciou o encerramento da conta "Palestinian Media Watch" (Observatório dos media "Palestinos"), apontando como razão o "discurso do ódio".

Num aviso aos seus assinantes, o site "Palestinian Media Watch" informa que o YouTube anunciou o encerramento da sua conta evocando "violação de condições, incluindo a publicação de discursos do ódio".
O Youtube diz que a decisão foi tomada após a transmissão de um vídeo retirado TV "palestina" onde uma criança é vista lendo um poema, pedindo "a guerra para esmagar o opressor e destruir a alma sionista".

Bandos terroristas como o Hamas doutrinam as crianças para odiarem Israel, os Estados Unidos, o Ocidente, para se fazerem matar em nome do Islão e para apoiarem a "guerra santa" islâmica pelo domínio do Mundo.

O site
"Palestinian Media Watch" especifica que a conta que foi encerrada contém quase todo o acervo de vídeos do centro em Inglês. O PMW pede que os seus amigos enviem mensagem ao Google ou ao YouTube a pedir-lhes para restaurarem a conta. O responsável pelo PMW afirma:
    "O encerramento da conta do PMW é escandaloso, e é um golpe para a guerra contra o terrorismo. Especialmente num momento em que Israel enfrenta uma nova vaga de terrorismo 'palestino'. As informações que a organização PMW fornece na sua conta do YouTube do Centro permitem constatar o apoio ao terrorismo dado pelos líderes da Autoridade Palestina e da Fatah ".
E acrescenta:
    "As revelações do discurso de incentivo ao ódio e à violência por parte dos responsáveis "palestinos" feitas pelo nosso centro gozam do reconhecimento dos Parlamentos e Governos em todo o mundo. Na última sexta-feira, um debate de 25 minutos foi realizado no Parlamento sueco sobre o apoio prestado pela Autoridade Palestina à actual onda de ataques, e as provas foram inteiramente baseadas em documentação do 'Palestinian Media Watch' que agora já não estão disponíveis na sua conta no Youtube."

Via EUROPE-ISRAEL

Enfim, mais uma jogada para esconder o terrorismo islâmico contra Israel.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Mohamed e a Bomba - a Bomba final

Capítulos anteriores desta novela de mau gosto:

Mohamed e a Bomba - 1

Mohamed e a Bomba - 2

Mohamed e a Bomba - 3

Vão à Meca: O "Rapaz mais famoso do Planeta" e a família arranjaram um buraquinho na sua intensa agenda mediática para passarem pela ONU antes de rumarem a Meca. Quanta generosidade!!!

GUARDÁMOS A "BOMBA" PARA O FIM!


A versão oficial e politicamente correcta - a "narrativa", como se diz agora - é que o menino Ahmed Mohamed, de 14 anos, é um génio muçulmano (passe a redundância, pois é sabido que os muçulmanos inventaram TUDO!) que construiu um relógio sozinho. E que o famigerado "Homem Branco", opressor, racista, islamofóbico, gorduroso, comedor de mohamedes ao pequeno-almoço, o mandou para os calaboiços, por se sentir ultrajado com semelhante inteligência.


A verdade nua e crua é que o rapazote levou para a escola um rádio comprado numa loja, metido numa mala, e causou deliberadamente um alarme de bomba.   Qualquer pessoa (mesmo um seboso e repugnante "homem branco") consegue montar uma porcaria daquelas em 20 segundos:

 


A Casa Branca já puxou as orelhas à Escola. Esperemos que os professores não vão para o Gulag por terem defendido as vidas dos alunos "infiéis"!

Todos temos visto, ao longo dos anos, sempre que entram atiradores em escolas lá nos Estados Unidos, os professores a defenderem os alunos, dando a própria vida por eles sempre que necessário, mas estes não levaram em conta que, sendo o potencial assassino um muçulmano, era obrigação cívica deixá-lo matar toda a gente.

O "génio" Ahmed Mohamed declara formalmente que construiu o relógio com peças que tinha lá por casa.

O relógio "inventado" pelo Mohamed consta do catálogo da Radioshack, com a referência 63-756 c. 1986.

Mas guardámos o "melhor" para o fim. Segure-se, que vem aí a bomba:

OBAMA EMITIU O SEU FAMOSO TWEET A FELICITAR O JOVEM MOHAMED ANTES DE A FOTO TER SIDO DIVULGADA:


OU SEJA: O TERRORISTA DA CASA BRANCA SABIA DE ANTEMÃO DE TODA ESTA TRAMA!


A Polícia e o Presidente do Município confirmam-no! Como confirmam a postura passivo-agressiva do jovem, que recusou esclarecer as autoridades sobre se se tratava de uma bomba real.

Os pais continuam a recusar qualquer encontro com as autoridades, preferindo lançar a matilha de advogados pró-islâmicos sobre a Escola. Ao mesmo tempo, exploram, juntamente com associações pró-terroristas islâmicas como o C.A.I.R., a propaganda da "islamofobia" - a família vive disso, aliás. Como a família Tamimi, em Israel.


UM PEQUENO EXERCÍCIO

Todos os cidadãos são iguais perante a Lei. Mas os cidadãos não muçulmanos são um bocadinho bastante menos iguais.

Imaginemos que George W. Bush era o presidente, que um jovem adepto do Ku Kux Klan causava um alarme de bomba na escola, e que se descobria que o presidente estava em conluio com ele. Imagina o que seria? Pois é.


UM PRÍNCIPE EM NOVA IORQUE





O Município de Nova Iorque protagonizou um episódio digno de "Os Simpson". A cidade mais famosa do planeta declarou o "Dia de Mohamed" e estendeu a passadeira vermelha ao jovem agente provocador e à sua família fundamentalista islâmica.
 



Ainda ninguém falou numa estátua, mas deve estar para breve...

E prossegue a procissão para o beija-mão ao Mohamed. A ONU, a NASA, o Facebook, o Google, a Microsoft, os programas de TV mais populares, tudo se encavalita para adular esta família de extremistas:


MENSAGEM AOS JOVENS
Caros jovens,
A vida é dura. Estudar, trabalhar, cumprir regras, ser responsável, tudo isso é muuuuiiiiito cansativo. Podeis ter uma vida muito mais confortável se construirdes uma falsa bomba-relógio.  
A fama e a fortuna aguardam-vos!
Avante!  Allahu Akbar!

Aqui fica o vídeo com as instruções:



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Mohamed e a Bomba - 3

Capítulos anteriores desta interessante saga:

Mohamed e a Bomba - 1

Mohamed e a Bomba - 2


A Imprensa, servil, chama-lhe "O rapaz mais famoso do planeta"! O bombista-provocador está a ser adulado globalmente. Do presidente dos Estados Unidos à ONU, passando pelas principais empresas de Informática, pelos políticos, pelos programas de TV (de Steven Colbert à inevitável Ellen DeGeneres)!


Desculpem a nossa insistência nesta estória, mas isto é mais grave do que parece. É sintomático da miséria intelectual e moral que assola o Mundo Livre.


FAMÍLIA TÃO DISTINTA, NUNCA JAMAIS SE VIU!


 
A mana do relojoeiro-bombista já tinha sido suspensa da mesma escola, por... ameaça de bomba!

A mana do Ahmed Mohamed , o rapazinho que levou uma falsa bomba-relógio para a escola, declarou à  MSNBC:   "Fui suspensa desta estúpida escola por três dias, só porque uma rapariga disse que eu queria explodir a escola, e eu não tive nada a ver com o caso."

(Claro que não! Muçulmanos radicais (como os que constituem esta família) a explodirem edifícios cheios de gente! Onde é que já se viu!!!!!!)

O rapaz, como já demonstrámos nos posts anteriores, criou um falso alarme para sair como vítima. A irmã já tinha ameaçado fazer explodir a escola. Mas há um padrão de beligerância nesta família muçulmana que vai para além das ameaças de bomba na escola.

Estes dois encantadores jovens são filhos de um beligerante activista muçulmano  e permanente candidato presidencial sudanês.  

O tio dirige uma empresa de camionagem divertidamente chamada Torres Gémeas Transportes:

 


Um documento da empresa "Torres Gémeas", dirigida pelo tio do Ahmed Mohamed 


O pai de Ahmed, um falso xeque louco e islamista radical assumidíssimo, já concorreu duas vezes à Presidência da República do Sudão, o país cujo Governo manda milícias chacinarem cristãos e animistas. 

No Darfur, região a Sul do Sudão, os islamistas já dizimaram mais de dois milhões de infiéis - ver post Demónios a Cavalo

Este mega-genocídio é quase completamente esquecido pelos media e pelos políticos. Mas também, de tão atarefados que estão a desagravar o Ahmed Mohamed, não podem agora estar a ocupar-se de dois milhõezecos de cristãos e outros seres inferiores, não é verdade?

 
 O pai do Ahmed Mohamed é o segundo a contar da esquerda. Ora se veste de xeque medieval, ora se veste à civil. Foi para os odiados Estados Unidos para fugir à miséria islâmica que é o Sudão.

Após o caso da bomba, este profissional da "islamofobia" não ficou, obviamente, parado. A família contratou advogados para reaver o relógio imitação de bomba e está a accionar todos os meios legais para causar o maior ruído possível, e para serem ressarcidos do "crime de islamofobia".

TODOS A BORDO DO COMBOIO DA SUBMISSÃO!

A Polícia tem tentado encontrar-se com a família desde que o incidente aconteceu. Sem sucesso (os muçulmanos não reconhecem autoridades não muçulmanas). Numa das ocasiões em que era previsto atenderem à convocatória da Polícia, optaram por dar uma conferência de Imprensa no relvado da casa da família. Se não fossem muçulmanos seriam multados, claro! mas como são muçulmanos, estão acima da lei do comum mortal!

Enquanto decorre o genocídio atroz dos cristãos e outras minorias às mãos dos islamistas, os islamistas e a extrema-esquerda protagonizam as habituais cenas de histeria, em defesa do jovem provocador muçulmano!

Mark Cuban, o famoso investidor, que participa no programa O Lago dos Tubarões e é dono da equipa de basquetebol
Dallas Mavericks, não faltou ao beija-mão global a Ahmed. Curiosamente, e ainda que todo engajado no comboio da "islamofobia", foi mais uma pessoa a confirmar que:
- o rapaz é um fantoche da irmã, que lhe "sopra" as respostas sempre que ele fala ao telefone.

- o rapaz foi avisado repetidamente para não andar com o engenho pela escola, e ainda assim insistiu em causar alarme.
Nunca pensámos foi ver o espertalhaço do Mark Cuban a fazer tão triste figura. Deve estar interessado em conquistar o mercado muçulmano. Os muçulmanos são a quarta parte da população do Mundo!


Mark Cuban

Neste vídeo (que infelizmente não é legendado) pode ver a loucura mediática em torno deste absurdo, pode ver o pai do Ahmed Mohamed vestido de xeque medieval a defender a sharia e a jihad, pode ver, em suma, a desmontagem desta palhaçada lamentável:




QUANDO A REALIDADE ULTRAPASSA A FICÇÃO

Ahmed Mohamed levou para a escola um relógio digital dentro de uma mala, similar a uma bomba-relógio. Diz o nosso amigo MM e com razão que quem ler a Imprensa fica com a ideia de que foi um relógio destes:

 A prova provada de que ele tem razão são idiotas como estes:

Por toda a América (por enquanto apenas a América), idiotas protestam com relógios na mão, insinuando que o rapaz levou um relógio normal para a escola e foi discriminado por ser muçulmano!

Ainda temos mais um ou dois petiscos refinados a servir-vos, a propósito desta história. Uma história tão conveniente, agora que o Mundo Livre está a ser obrigado a aceitar indistintamente terroristas islâmicos, colonos, migrantes oportunistas, criminosos sortidos, e até... alguns refugiados...