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quinta-feira, 30 de maio de 2024

Genocídio dos muçulmanos chineses - INDIFERENÇA GLOBAL

Na China, o Islão é considerado doença mental, as mesquitas estão a ser demolidas e os muçulmanos internados em campos de reeducação, desislamizados e EXTERMINADOS.


(Vídeo Rádio Génova)

 

Viu manifestações, protestos, proclamações governamentais, reconhecimento de um Estado Islâmico na China? 
Absoutamente nada! 
O mundo islâmico mantém até as mais calorosas relações com a China! 
Já no caso de Israel, o planeta está em polvorosa, porque os judeus não se resignam a entregar o seu micro-Estado Nativo, muito anterior ao Islão, aos muçulmanos, e deixarem-se matar todos!

 


 China (a laranja) e Israel (a verde e praticamente invisível).


O Mundo Árabe (a verde), resultado da invasão e genocídio a partir do século 7, queixa-se de que Israel, Nação 5 vezes milenar, Estado nativo com 3300 anos (a encarnado, quase invisível) está a "ocupar a sua terra!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os deslocados de que não se (quer) fala(r)

Em mais um panfleto de propaganda pró-Hamas chamado "Gaza, a 'maior prisão ao ar livre do mundo'", o Al-Público veio, desta vez, chorar os supostos 200.000 "palestinianos" que tiveram que abandonar as suas casas e, por Gaza ser densamente povoada (e, por exemplo, Telavive, continuamente sob a mira dos indiscriminados rockets do Hamas, não o é?*) e, não obstante, não se vêem imagens dos mesmos: «excepto as imagens dos refugiados em fuga», diz a autora deste tesourinho deprimente de propaganda.
 
Esta última afirmação já em si é falsa: o que não tem faltado nos últimos dias nas televisões e jornais é imagens de "palestinianos" a saírem de suas casas (lamentavelmente, muitos outros têm sido impedidos de o fazerem pelos terroristas do Hamas) frequentemente armadilhadas, com as suas cumplicidades, pelo Hamas.
 
 
verde é a cor da desinformação pró-Hamas 
 
Mas pior do que isto é que o Al-Público, mais uma vez é selectivo no que informa os seus leitores. Não, não me refiro às dúzias de civis mortos em mais um bárbaro ataque de muçulmanos no Oeste da China que foi totalmente ignorado por este órgão de desinformação português (a este tema regressarei em breve), talvez por os autores dessas mortes serem muçulmanos e, já se sabe, os muçulmanos são sempre as vítimas, e se não o são, há que silenciar esse facto.

Refiro-me aos 300.000 cidadãos de Israel que são refugiados devido aos ataques do Hamas. Destes o Al-Público não deseja que reze a história.
 
 
a simpática autora do libelo de desinformação nem com os seus belos óculos vê a realidade
 
 
* Gaza tem 360 km2 para uma população estimada em 1.500.000 pessoas; ou seja 4166 pessoas por km2; Telavive tem 400.000 pessoas a viverem numa área de 52 km2, ou seja 7700 pessoas por km2.

domingo, 9 de março de 2014

Direi mesmo mais!



Pode ser lido em diversos jornais, incluindo o AL-PÚBLICO, que a hipótese de atentado terrorista está a ser investigada na queda do avião das Linhas Aéreas da Malásia, que levava 239 pessoas a bordo. Mais concretamente a "possibilidade" de um ataque cometido por "separatistas". Nenhuma referência à jihad islâmica...


- Apesar do nosso total e absoluto amadorismo, e do pouco vagar que temos para blogar sobre Israel, o Islão, a jihad global e o fim do Mundo Livre, vamos dar uma ajuda às Polícias e aos Jornais de todo o mundo, caso não tenham lido o nosso post "Nós estamos a chegar, budistas!".

Recapitulemos, então:
Após o massacre da estação de caminho de ferro de Kunming, o clérigo líder dos  muçulmanos chineses (uigur) veio divulgar um vídeo ameaçando chineses e budistas:
Em 24 de Fevereiro de 2014 o Partido Islâmico do Turquestão (TIP) divulgou uma mensagem gravada em vídeo intitulada "Nós estamos a chegar, budistas!".
A mensagem é apresentada pelo Sheikh Abu Dhar Azzam, que exalta os actos dos combatentes estrangeiros (muhajideen) vindos do Turquestão Oriental, e exorta os muçulmanos a apoiá-los com dinheiro e homens. Dirigindo-se aos "chineses e budistas", Abu Dhar adverte-os de punição extrema pelos seus crimes contra os muçulmanos e o Islão, e diz que matá-los e derramar o seu sangue é "bom".

"Matar-vos, esquartejar-vos, cortar-vos a cabeça, é tudo de bom" - proclama o clérigo muçulmano  Sheikh Abu Dhar Azzam em vídeo que pode ser visto no site do Middle East Media Research Institute.
Re-recapitulemos:

1. Em 24 de Fevereiro de 2014 o clérigo ameaça matar chineses e budistas.

2.  Em 2 de Março, 2014 os islamistas matam 29 budistas e chineses e ferem outros 130 em Kunming.

3. Em  8 de Março um "grupo previamente desconhecido" reivindica a morte de 239 pessoas, maioritariamente budistas e chineses, que seguiam no avião da Malaysia Airlines.

- Que achas, Dupond?

- É capaz de ter sido mais um atentado contra budistas e chineses, Dupont!

- E quem é que o terá cometido, Dupond?

-  Provavelmente quem anunciou a matança de budistas e chineses e anda a matar budistas e chineses!

- Direi mesmo mais!

- Direi mesmo mais: provavelmente!

 ______________________
O desaparecimento do avião da Malaysia Airlines terá sido obra de jihadistas islâmicos?
A história da WSJ é mais recente do que a da Reuters. Na peça da Reuters, as autoridades dizem suspeitar  dos jihadistas uigures, mas não têm ainda provas conclusivas. A declaração enigmática feita por um não nomeado "grupo previamente desconhecido" sugere fortemente que a queda do avião foi um ataque  jihadista, ainda que não o afirme taxativamente.

Malaysia Airlines "perde contacto" com avião com 239 pessoas a bordo. Familiares dos passageiros reagem ao desaparecimento
"Investigadores Vietnamitas Localizam Destroços do Avião Desaparecido"
Jason Ng, Gaurav Raghuvanshi e Jake Maxwell Watts para o Wall Street Journal, 9 de Março 
    Na tarde de domingo, um comunicado emitido em nome de um grupo até então desconhecido alegou que o desaparecimento do avião foi um ato político dirigido ao governos chinês e da Malásia, e refere-se ao ataque da semana passada numa estação de caminho de ferro chinesa por supostos separatistas uigures. Trata-se de uma reivindicação de responsabilidade. Funcionários da Malásia disseram que não tinham conhecimento de qualquer reclamação de responsabilidade, mas vão investigar todas as possibilidades.

O ataque da semana passada foi este:

Terroristas islâmicos matam 27 e ferem 109 em ataque jihadista na estação ferroviária de Kunming

"Investigadores da Malásia investigam possível lapso de segurança do aeroporto"
Niluksi Koswanage para a Reuters, 9 de Março

  Ligação 
Uigur  "não descartada"

    
O momento do incidente, uma semana depois de assaltantes armados de facas terem assassinado pelo menos 29 pessoas numa estação de comboios na cidade chinesa de Kunming, levou à especulação de que militantes da minoria uigur muçulmana da China podem estar envolvidos.

    
Um dos funcionários da Malásia disse que as autoridades não estavam a descartar o envolvimento uigur no desaparecimento do jacto, observando que alguns uigures foram deportados
da Malásia para a China em 2011 e 2012, por serem detentores de passaportes falsos.

   
"Essa possibilidade não está sendo descartada. Temos repatriado uigures portadores de passaportes falsos. É muito cedo para dizer se há uma conexão terrorista" , disse o funcionário.

    A
Malásia, um país de maioria muçulmana que tem estreitado laços com Pequim nos últimos anos, deportou 11 uigures em 2011, por estarem envolvidos envolvidos numa rede de tráfico de pessoas.

    
No ano seguinte, a Malásia foi condenada pela Human Rights Watch
norte-americana   pela deportação de seis uigures descritos pelo grupo como requerentes de asilo. A Human Rights Watch disse que os seis foram detidos ao tentar sair Malásia com passaportes falsos.

    
Uma fonte com laços com a liderança chinesa disse que não havia nenhuma conexão confirmada com militantes uigures, mas descreveu o momento como "muito suspeito" por ocorrer logo após o ataque Kunming.

    
Li Jiheng, governador da província de Yunnan, onde está localizado Kunming, disse a jornalistas no domingo que não havia  nenhuma informação para mostrar que o ataque na estação ferroviária e o vôo estão "necessariamente ligados" ....

Para entender melhor o terrorismo islâmico. Vale a pena ouvir esta palestra na íntegra:


sexta-feira, 7 de março de 2014

China: "Estamos a chegar, budistas!"

Fonte: site de Pamela Geller:


Noutro dia o mundo ficou horrorizado com mais um ataque jihadista na China. Até na China! - pensam as pessoas, que pasmam ante a desfaçatez dos islamistas, que não hesitam em desafiar Estados policiais ferozes com a Rússia ou a China.  Quer a Rússia, quer a China, são países onde a população muçulmana está em crescimento acelerado. 
Um ataque terrorista particularmente horrendo foi desencadeado numa estação ferroviária no sudoeste da China. Já em Volgogrado/Rússia, foi assim. As estações de caminho de ferro são alvos particularmente desejáveis ​​para os islamistas - muitas famílias, mulheres e crianças, o ideal para espalhar a mensagem da Religião da Paz! Lembremos também os massacres de Madrid, os de Londres, e os muitos que as forças policiais desmontam a toda a hora e não chegam a ser notícia. 
Onde há muçulmanos, há conflito e violência.
Mas o que querem estes muçulmanos da China? A mesma coisa que querem e em nome da qual continuam a chacinar na Nigéria, Tailândia, Filipinas, Egipto, Israel, Indonésia, Quénia, Rússia, República Centro-Africana, etc. - um Estado Islâmico global! O Califado Global!



Se a malta visse menos a Casa dos Segredos, e visse mais documentários como este, era capaz de começar a abrir a pestana...


O Islão não é uma religião. É um sistema totalitário, opressor, violento, bárbaro e expansionista. Os muçulmanos querem o mundo inteiro - a começar pelos territórios que outrora invadiram - Israel e Europa (nomeadamente a Península Ibérica). Aqui no Ocidente a Imprensa esconde, mas no mundo muçulmano exige-se abertamente a reconquista do Al Andalus (hoje Portugal e Espanha):




 Deste ataque islamista na China, o que ficou a população do Mundo Livre a saber? Que foram "separatistas", que foram "militantes", e que "por acaso", mas só "por acaso",  eram muçulmanos.
A China sofreu o seu primeiro grande ataque da jihad islâmica, na Praça da Paz Celestial de Pequim, em Outubro de 2013, levado a cabo por islamistas da região de Xinjiang, a Pátria do povo muçulmano uigur - "Forças separatistas lançam ataque violento em Xinjiang", CRI .
Um ferido no ataque recebe tratamento no Hospital de Kunming, província de Yunnan, 2 de Março, 2014. [Photo/Xinhua].


As provas na cena do crime mostraram que o ataque terrorista na Estação Ferroviária de Kunming foi orquestrado por forças separatistas de Xinjiang. Pelo menos 29 pessoas inocentes morreram, e mais de 130 ficaram feridas no ataque.
Um grupo de pessoas com machetes atacaram a Estação Ferroviária de Kunming, na capital da província de Yunnan, no sudoeste da China. Os feridos foram levados para o hospital para tratamento de emergência. As autoridades prometeram reprimir actividades terroristas violentas por todas as formas, de modo a garantir a segurança das pessoas e bens.
Entretanto, um clérigo líder dos  muçulmanos chineses (uigur) veio divulgar um vídeo ameaçando chineses e budistas:
Em 24 de Fevereiro de 2014 o Partido Islâmico do Turquestão (TIP) divulgou uma mensagem gravada em vídeo intitulada "Nós estamos a chegar, budistas!".
A mensagem é apresentada pelo Sheikh Abu Dhar Azzam, que exalta os actos dos combatentes estrangeiros (muhajideen) vindos do Turquestão Oriental, e exorta os muçulmanos a apoiá-los com dinheiro e homens. Dirigindo-se aos "chineses e budistas", Abu Dhar adverte-os de punição extrema pelos seus crimes contra os muçulmanos e o Islão, e diz que matá-los e derramar o seu sangue é "bom".

 
"Matar-vos, esquartejar-vos, cortar-vos a cabeça, é tudo de bom" - proclama o clérigo muçulmano  Sheikh Abu Dhar Azzam em vídeo que pode ser visto no site do Middle East Media Research Institute.

Esta mensagem espelha a mensagem dos grupos jihadistas, apoiantes de organizações terroristas como o Hamas, que, sob a administração Obama, têm florescido na América.- tais como o CAIR, ISNA, MSA, MSU, etc) - "Dinheiro, meios de comunicação, homens"
Esperamos que o New York Times, o Público, e tantos outros jornais apaixonadamente islamófilos, não deixem de divulgar esta notícia, esta pérola da teologia islâmica. O pastor das ovelhinhas muçulmanas uigures ordena aos seus seguidores que continuem a chacinar não-muçulmanos. Que outra religião no mundo ordena o terrorismo?
Esperamos também a firme condenação deste discurso por parte dos muçulmanos moderados, e... estamos a brincar; não esperamos coisa nenhuma! Todos os dias, por todo o mundo, a jihad mata, tortura, comete todo o tipo de atrocidades, e os putativos "muçulmanos moderados" não se manifestam. Só se sentem "ofendidos", se lhes fizermos notar o peso do seu silêncio.


Clérigo sudanês promete massacrar judeus:


Este clérigo uigur não é caso isolado. Quem se disponha a procurar alguma informação sobre a jihad global, verificará que discursos destes são diários. Por exemplo: o clérigo sudanês Al-Jazouli, explica que "bombardear embaixadas e matar diplomatas norte-americanos, conduz à ordem, e não ao caos". O inefável sheikh David Munir, que afirma sempre que a violência cometida em nome do Islão é anti-islâmica, e que os muçulmanos são contra isso, deve ir repreender todos os seus colegas que andam por esse mundo a incitar o terrorismo!

sábado, 1 de março de 2014

Novo massacre jihadista na China


China: terroristas islâmicos matam 27 e ferem 109 em ataque jihadista na estação ferroviária de Kunming

Este relatório da Straits Times diz que os atacantes eram "homens armados não identificados", e acrescenta "Uma das testemunhas disse que viu um grupo de homens de preto, perseguindo as pessoas com duas facas compridas". No LiveLeak, há são muitas fotos tiradas no rescaldo do ataque (aviso: algumas deles bastante gráficas), com o título: "Terroristas islâmicos uigures  atacam civis".

Como de costume, a Imprensa mainstream esconde a autoria do massacre. 22533 atentados terroristas islâmicos desde o 11 de Setembro de 2001, início da presente jihad (guerra santa). 

O Islão NÃO É nem nunca foi uma religião de paz, nem sequer uma religião. É um sistema global e supremacista.

Relatório Semanal do Terrorismo Islâmico 

Fevº 15 - Fevº 21

 Ataques terroristas:
53
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
544
 Feridos graves:
610
 *Atentados suicidas

 "27 mortos, 109 feridos em Kunming, num ataque à estação ferroviária"

Straits Times, 2 de Março 

Kunming - homens armados não identificados teriam invadido uma estação ferroviária em Kunming, capital da província de Yunnan, sudoeste da China, ontem, deixando 27 mortos e pelo menos 109 feridos, segundo relatos. Há ainda poucos detalhes disponíveis do ataque.As imagens que circulam no Sina Weibo, o equivalente chinês do Twitter, mostram corpos salpicados de sangue no chão. Assistentes médicos pode ser vistos levando os pacientes a um hospital local e policias patrulham a estação, disse a Xinhua.(...)



Ontem, a comunidade muçulmana global cuspia fogo por causa de um vídeo da Katy Perry em que um figurante usava um medalhão com o nome do deus deles. Hoje, este atentado, como os que acontecem todos os dias, não lhes merecerá UMA PALAVRA! Onde estão os tais "muçulmanos moderados", de que tanto se fala, mas que ninguém vê?

E você, não está já FARTO de islamistas, de jihadistas, de burqas, de terrorismo, de todo este sistema fascista do século VII, que diariamente leva o terror a todo o mundo?

sábado, 16 de novembro de 2013

Espiral jihadista na China


 


Depois do ataque jihadista da Praça da Paz Celestial, as tentativas da China para se defender contra a jihad global são tomadas como novas provocações, e tornam-se pretexto para novos ataques jihadistas.
A mentalidade desta gente faz muito lembrar a de certos grupos sociais que cometem um delito (um roubo, um furto, uma agressão, uma burla, um assassínio, etc.), e que, caso sejam admoestados por isso, encetam uma espiral de vingança que durará até ao fim dos tempos. 
Os taliban volta e meia decapitam escritores e jornalistas por contarem a verdade. Estas pessoas estão de tal modo fanatizadas, que vêem o mal, não no terrorismo que praticam, mas em quem o divulga.

Igualmente fanatizados estão aqueles que perante o número avassalador de 21883 ataques terroristas islâmicos ocorridos desde o 11 de Setembro, com número incalculável de mortos e feridos, continuam a  negar que esteja em curso uma jihad, uma guerra santa muçulmana - por mais que os radicais islamistas o afirmem.

"Esquadra de Polícia atacada na China, 11 mortos"
AGI, 16 de Novembro

     (AGI) Pequim, Nov 16 - Pelo menos 11 pessoas foram mortas num ataque por um grupo de homens armados contra uma esquadra de polícia em Serikbuya, uma cidade na região autónoma chinesa de Xinjiang, localizada a aproximadamente 400 quilómetros a sudoeste da capital da região, Urumqi. De acordo com a Imprensa Oficial do Estado de Xinhua, nove homens armados com machados e facas conseguiram matar dois polícias e feriram outros dois, antes de serem abatido por outros agentes.

Naturalmente, a morte destes jihadistas, será vingada...
P.S.: ESTE ATAQUE FOI EM 2013. A CHINA TEM NESTE MOMENTO ENCARCERADOS MAIS DE 1 MILHÃO DE MUÇULMANOS, E O ISLÃO É PROIBIDO. E NINGUÉM FALA DISSO OU SE "INDIGNA".

Mas este ataque só é notícia por ter sido na China, onde eles ainda não tinham chegado.

Vejamos a contabilidade da semana em termos de terrorismo islamista:

Relatório Semanal da JihadNov 02 - Nov 08
Ataques Jihadistas:
56
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
320
 Feridos Graves:
640
 *Ataques Suicidas

O que faz o Ocidente, o que fazem os infiéis de todo o mundo, atingidos por este flagelo diário e constante?
Tentam pateticamente agradar aos terroristas, produzindo apaixonadas declarações de "tolerância" e "multiculturalismo" - que merecem da parte destes um divertido desdém, nas palavras de Robert Spencer.
Outros, ainda mais distanciados da realidade, culpam a religião em bloco. Mas nem se atrevem a ir culpar os muçulmanos, nem têm exemplos de outras religiões para contrapor a este descalabro. É mais que bem-pensantismo, é esquizofrenia!
Nada como um exemplo:
Esta é a visão Ocidental das coisas:


Esta é a visão islamista:
Sheik da Arábia Saudita declara: Mulheres muçulmanas podem enfrentar a pena de morte se casarem com não-muçulmanos
 IPT Notícias • 09 de Julho de 2009

O Sheikh Muhammed Salih Al-Munajjid emite as suas fatwas na televisão saudita. Recentemente, o site de Al-Munajjid emitiu uma resposta à seguinte pergunta: "Como é que uma mulher deve ser punida se ela se casar com um cristão? Como se deve proceder?"

A resposta resume-se em poucas palavras: Cruelmente.

De acordo com a equipa clerical de Al-Munajjid:

     "Não é admissível que uma mulher muçulmana se case com um kaafir (não-muçulmano), seja ele judeu, cristão ou idólatra, porque o homem tem autoridade sobre a esposa, e não é admissível que um kaafir tenha autoridade sobre uma mulher muçulmana. Porque o Islão é a religião verdadeira e todas as outras religiões são falsas."
(...)
Fonte: A Religião da Paz

O venerável sheikh (uma espécie de David Munir lá do sítio), é célebre por ter emitido fatwas a condenar o turismo, a promover os assassínios de honra pelo 'crime de fornicação', e por ter condenado o Rato Mickey à morte:

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Um dedo que adivinha!


Fez-me lembrar quando foi dos atentados bombistas em Boston, cometidos pelos irmãos Tsarnaev - o mais velho dos quais já tinha degolado os seus três únicos amigos nos EUA (três judeus, diga-se). Assim que se soube que houve um atentado na Praça da Paz Celestial, em Pequim, os amigos do islamismo garantiam a pés juntos que o atentado teria sido cometido por toda a gente no mundo - menos por muçulmanos! Na caixa de comentários do Público - um conhecido antro desses espécimens - até havia loucos furiosos que asseguravam, e asseguram!, que se trata de uma fotomontagem e que nada aconteceu!

Agora que o Governo chinês admitiu oficialmente que foi um atentado, e prendeu cinco muçulmanos, os paranóicos do costume avançam com a «tese» (esta gente adora «teses») de que se tratou de um banal suicídio! Um grupo de pessoas mete-se num carro e avança contra uma multidão inocente: suicídio!

Tal como no caso dos atentados de Boston (ou dos do 11 de Setembro em Nova Iorque, ou dos de Madrid, ou dos de Londres, ou dos de Bali, ou dos do Quénia, ou dos 21817  atentados terroristas islâmicos que se registaram desde 2001), eu, que não tenho nenhum dedo que adivinha, ainda não falhei uma única vez quando disse: "atentado terrorista islâmico". 

E porquê? Porque nos dias que correm, a única ideologia que faz ataques brutais contra pessoas inocentes e anónimas, em todo o mundo, é o Islão, ou, se preferirem, o islamismo radical. Os islamistas asseguram que não há Islão moderado, que há apenas Islão, pelo que uma pessoa nem sabe em quem acreditar...

Tal como no caso da Maratona de Boston, ou no 11 de Setembro, e em todos os atentados terroristas islâmicos, os ocidentais afectos à esquerda sociológica, americanofóbicos e raivosamente antissemitas, não tardarão a inventar as habituais teorias da conspiração. Uma certeza teremos: os responsáveis por mais estes atentados serão os americanos ou os israelitas... para os maluquinhos do costume, são sempre eles! Ou, se encostados á parede, admitirão que foram muçulmanos, mas, coitadinhos, levados pelo desespero de serem «oprimidos» pelos ocidentais (americanos e israelitas em particular).

Tal como o Público, o Independent também dá a notícia, e faz eco dos protestos dos muçulmanos uigures: "Se um chinês da etnia Han fizer um atentado, é apenas um atentado, mas se for um uigure, já é terrorismo islâmico!". Um dos suicidas levava a mãe e esposa no carro,  dispositivos com gasolina, facas e uma bandeira com escritos de conteúdo extremista religioso. Foi uma coincidência. E é de registar que se trata de famílias unidas! Já noutro dia, em Volvogrado, o marido fez o colete de bombas para a Esposa suicida! Os valores da Família estão em declínio no Ocidente, mas em alta no Islão!

 A fotomontagem do atentado terrorista que afinal foi um suicídio colectivo:

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Jihad no coração da China comunista




"Praça da Paz Celestial: ataque terrorista no coração espiritual da China"
Barbara Demick para o Los Angeles Times, 28 de Outubro
    PEQUIM - Dificilmente se poderia conceber um ataque mais audacioso, que visou directamente o coração espiritual da China.

    
Às 12:05 segunda-feira, um veículo utilitário desportivo branco galgou a calçada, abriu abriu caminho através de turistas e da Polícia, parando perto do icónico retrato de Mao Tse-Tung, sob o portão principal da Praça da Paz Celestial .

    
As agência de notícias estatal chinesa informou que cerca de cinco pessoas foram mortas e 38 ficaram feridas. Entre os mortos estão os três ocupantes do carro e dois turistas, um deles uma mulher filipina e o outro um homem chinês.

    
Houve algumas sugestões de que a Polícia estava à procura de suspeitos da comunidade uigur, muçulmanos do noroeste da China.

    
Um folheto distribuído pela Polícia após o incidente, pedia informações sobre dois homens, de 42 e 25 anos de idade, das cidades de Pichan e Lukchun, envolvidos em violência islamista e ataques mortais desde o Verão. O folheto, que foi publicado no site da Baidu.com referia um incidente não especificado em Pequim, e um SUV de cor clara.