999 em cada 1000 pessoas (na melhor das hipóteses) não sabem que Anders Breivik é um nazi e um supremacista islâmico. A Imprensa, sempre alinhada à esquerda e politicamente correcta, esconde-o!
No post anterior, vimos um exemplo - dentre muitos - de supremacistas islâmicos abertamente apoiantes do Nazismo, que vivem na Europa com todo o à vontade, a pregar a sua cartilha de ódio e barbárie. E a cometerem todo o tipo de crimes, beneficiando do fechar de olhos das autoridades policiais e da complacência dos Tribunais, à conta do relativismo cultural.
- É sabido que a Alemanha Nazi contou com a colaboração dos muçulmanos, na guerra e no Holocausto, mas é politicamente incorrecto falar-se disso.
- É sabido que o Islão dito radical mata mais gente num ano, nos nossos dias, do que a Inquisição matou em 350 anos (quando os tempos eram diferentes e a pena de morte se aplicava com toda a ligeireza). Mas é politicamente incorrecto falar-se disso.
- É menos sabido que Anders Breivik, o terrorista que matou 77 pessoas na Noruega em 2011, é um nazi assumido e simpatizante da jihad islâmica, mas é politicamente muito incorrecto falar-se disso.
É politicamente incorrecto chamar-se nazi a um nazi assumido. Porque deu um jeitão à esquerda islamófila ter havido um Breivik. De cada vez que a jihad islâmica comete mais um atentado (22885 desde o 11 de Setembro), os defensores da islamização e do terrorismo islâmico jogam a sua cartada mágica, o seu joker invencível: "Pois, mas o Breivik não era muçulmano!". Pois não era. Era nazi e apoiante da jihad islâmica. Mas, se o formos dizer às pessoas, riem-se de nós e apontam-nos a Wikipédia, cujas fontes são a Imprensa que não ousa contra a VERDADE.
A mentalidade tortuosa dos islamistas e da extrema-esquerda numa imagem: Robert Spencer, que no seu site Jihad Watch publica as notícias do terrorismo islâmico e barbárie islâmica, é retratado por ambas as seitas (muçulmanos e comunistas), como... nazi!
Assim que se soube do ataque terrorista, o mundo muçulmano e extrema-esquerdista rejubilaram, e culparam pessoas como Robert Spencer de serem os autores morais da tragédia, por serem "islamofóbicos".
Para os comunistas e os nazis, como para os islamistas, contar a VERDADE, relatar os FACTOS, sobre as duas sinistras ideologias, é "difamar"!
Anders Breivik, dentro do cículo encarnado, na companhia de nazis.
Robert Spencer, escreveu assim, a 12 de Janeiro de 2014:
Noruega: o assassino Breivik revela ser nazi, diz que fabricou o seu "manifesto" para destruir o movimento contra-jihad
- Embora os esquerdistas e os supremacistas islâmicos, bem como a extrema-esquerda, os governantes e os media, continuem a insistir que há algo de errado com a oposição ao terrorismo jihadista e ao supremacismo islâmico, por causa deste assassino em massa, e vão continuar a reclamar que eu e outros de alguma forma o "inspirámos", ficou claro desde há algum tempo que Breivik não é de todo um contra- jihadista, e que não foi nem poderia ter sido incitado à violência por parte do movimento contra-jihad. Agora, ele admitiu finalmente que todo o seu "manifesto" foi destinado exclusivamente a desacreditar o movimento contra-jihad, e foi com essa finalidade que cometeu os seus assassinatos.
No entanto, não esperem que o New York Times, que me colocou na sua primeira página à conta deste ataque terrorista, ou o Daily Mail, ou qualquer um dos outros meios de comunicação que culpou o movimento contra-jihad pelos assassinatos, venham a emitir correcções ou desculpas, ou sequer fazerem eco destas revelações:
"Breivik quer deportar judeus 'desleais'"
uma tradução do artigo em Sueco no Expo idag, 10 de Janeiro:
O terrorista Anders Behring Breivik enviou uma carta aos meios de comunicação internacionais. Na carta, ele descreve-se como um lutador para a "sobrevivência da raça nórdica", e exige um território para os brancos na Noruega.
Anders Behring Breivik enviou uma carta para a Imprensa internacional, a que o Expo idag teve acesso. Ele descreve a carta como uma espécie de primeiro passo para uma "negociação de paz" com os seus adversários políticos. Na carta, Anders Behring Breivik, em certa medida muda a retórica que usou no seu chamado manifesto.
Breivik diz que usou retórica "contra-jihadista" no manifesto, para proteger os camaradas "etno-nacionalistas", provocando uma campanha nos media contra os partidários da contra-jihad e os anti-nacionalistas. Chama a essa estratégia "dupla psicologia".
Anders Behring Breivik afirma que busca um "ideal nórdico puro". Argumenta que a "raça nórdica" está a ser erradicada, e quer formar um partido nazi na Noruega, como o Partido dos Suecos. Menciona vários notórios extremistas de direita na Noruega, a quem quer para liderar o partido, incluindo Varg Vikernes e Erik Blucher.
"Perdemos a guerra civil europeia (II Guerra Mundial)", escreve Brevik, abordando os nacionalistas, que ele acredita que devem endossar a sua "proposta de paz".
Breivik também se identifica como parte do "movimento fascista da Europa Ocidental". Para que haja paz, Breivik acredita que o sudoeste da Noruega deve ser oferecido aos "nacionalistas", para garantir "a sobrevivência dos noruegueses nativos e escandinavos". Breivik quer ver parcelas semelhantes de terra distribuídas aos brancos em vários países europeus.
Breivik escreve que o seu amor a Israel consiste apenas na sua função futura, como um lugar para deportar "judeus desleais".
Anders Behring Breivik também escreve que não acha que vá sobreviver na prisão, onde afirma ter sido torturado.
- Outra prova de que Breivik nunca foi um contra-jihadista vem da sua recomendação de que os europeus deveriam fazer causa comum com os jihadistas: "Uma aliança com os jihadistas pode ser benéfica para ambas as partes, mas será demasiado perigosa (e pode vir a ser ideologicamente contra-produtiva). Nós compartilhamos um objectivo comum".
Ele mesmo apelou junto dos seus camaradas para a união de esforços com o Hamas, em actos de terrorismo jihadista: "Aproximem-se de um representante de um grupo Jihadista Salafista. Entrem em contacto com um líderJihadista. Apresentem os vossos termos e ele transmiti-los-á aos seus superiores. Convidem-nos a fornecer um composto biológico produzido pelos cientistas muçulmanos no Médio Oriente. O Hamas e vários grupos jihadistas têm laboratórios, e têm potencial para fornecer tais substâncias. O problema deles é encontrarem mártires adequados que consigam iludir os controlos policiais na Europa Ocidental. É aí que nós entramos. Vamos contrabandear essas substâncias para a União Europeia e lançá-las contra um alvo à nossa escolha. Devemos dar-lhes garantias de que não estamos a prejudicar quaisquer muçulmanos, etc.".


