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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Uma carta ao Al-Público



 Na sequência de:

Azarito, vampirito! 

E na sequência dos mais recentes episódios da INTIFACADA, a carta de uma leitora à senhora Wadi (a Linda Sarsour de Portugal)  do Al-Público:

 

Cara Srª Wadi: 
Os detetores foram colocados porque 2 meliantes árabes usaram um «local de oração» como armazém de armas. Se os crentes não se entendem, a autoridade tem de exercer-se. Em meados do séc. XIX, soldados otomanos estacionavam na Igreja do Sepulcro (veja Eça em «A Relíquia»).

Em Israel, como em Portugal não há detetores à porta das pessoas, só de edifícios públicos.

Ninguém entra no Monte Moriá, livremente, senão os muçulmanos -às vezes o fluxo é interrompido por que há motins. Judeus e cristãos visitam, em horas pré-determinadas e sem parar, ou rezar. Parece que o apartheid é dos muçulmanos, só eles podem rezar no topo do monte, sagrado pra Judeus e Cristãos, por ser o local de inserção do Templo judaico, que Jesus usava.

Em 48 a Jordânia ocupou o Monte até 67 -judeus não entravam para rezar no Muro; cristãos a conta gotas e pagando jizya; em 67, Israel concedeu o controle do Templo à entidade anterior -Waqf de Jerusalém.
 
Palestina? Existiu algo com esse nome antes da invenção russa dos anos 60? O nome nem se pode pronunciar em árabe, que não tem P.

'Tadinhos dos terroristas com facas e metralhadoras -inocentes? A imagem que fala de brutalidade policial: é como aquelas os mortos a rirem da foto do seu enterro? Ou a do puto a chorar pela mãe e noutra posterior com a foto encenada na mão os dois a rir!

Os habitantes árabes de Jerusalém são israelitas desde 48, ou jordanos (os que estavam na zona oriental da cidade).

Identidade Palestiniana? Quê? A zona até ao Mandato chamava-se al Cham (sul).

Colonatos? É o nome que dá ás casas dos judeus que vivem naquela terra Há mais de 3.000 anos?
 
Gaza é independente de Israel e...do Egipto -não tem infraestruturas para o povo? Mas tem Mansões para os lideres do Hamas! ou para túneis de contrabando de pessoas, drogas, armas (you name it). Aliás o Egipto já criou uma zona vazia -demolindo casas- do seu lado para controlar o crime organizado! 
Há detetores à entrada da Caaba, mas não pode haver na base do Monte Moriá?

Os terroristas e assassinos judeus estão presos por Israel; os assassinos árabes -e famílias- são sustentados com o dinheiro que a ONU e UE dão para infraestruturas... -é a diferença entre um estado de direito e um bando de facínoras
 
Cara Senhora, vá pregar as suas pós verdades para outra freguesia -aqui há quem saiba ler...

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

No Al-Público há lápis verde Islão


Há lápis azul no “Público”? - pergunta o blogue Cedilha.

Claro que não! No Al-Público só há lápis verde Islão e vermelhão comunista.
Chegámos a ter uma secção intitulada Al-Público, mas já nem vale a pena repisar o óbvio. O Al-Público cairá de podre.
A história está no:  Obamatório
Não deixe de ler:
Dois excertos:
"Obviamente, é na esquerda que se encontram os verdadeiros neonazis – aliás, convém nunca esquecer que os nazis originais integravam o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Qual é a ideologia dos que – e não só na América – constantemente vituperam a nação de David, única (e exemplar) democracia no Médio Oriente, e, ao mesmo tempo, desculpabilizam – nem que seja pelo silêncio – as nações de Maomé, incluindo os muçulmanos mais fundamentalistas, radicais?"

"A verdade é que Donald Trump está a ser objecto de mais manifestações, protestos e irritações do que Abu Bakr Al-Baghdadi. O que constitui um motivo de reflexão… e de preocupação."

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O Al-Público que se vai...


O Al-Público está em baixo. O blogue Porta da Loja explica.

O Jornaislamismo da famosa Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público parece que está a arrastar o jornal para o fecho. É pena pelos jornalistas propriamente ditos que também lá haverá, porventura. 

Elas estão sempre bem. Vão para uma qualquer Al Jazeera. Parece que já as vejo, no frémito delicioso da antecipação da burqa, do harém e da bastonada... 

terça-feira, 31 de março de 2015

Portugueses a recrutar combatentes para a Síria e para o Iraque

Como o jornal online Observador é ainda pouco conhecido de muitos portugueses, merece transcrever-se, aqui e fazendo-se notar bem que o texto a azul é da exclusiva responsabilidade desse meio de comunicação social, uma notícia saída no mesmo há poucas horas (a vermelho algumas observações nossas).
 
 
 
Jihad: Há portugueses a recrutar combatentes para a Síria e para o Iraque
 
Não houve, em Portugal, qualquer registo de organizações terroristas ou de terrorismo nacional ou internacional, em 2014, mas as autoridades afirmam que há portugueses a recrutar combatentes para o Iraque e para a Síria, “o principal palco da Jihad internacional”.
 
As informações constam do Relatório Anual de Segurança Interna disponibilizado esta terça-feira (e que até às 20:00 desta mesma terça o Al-Público omitiu no seu jornal online). No documento lê-se que, durante o ano de 2014, verificou-se “um incremento da ameaça representada pelo terrorismo jihadista, de matriz islamista (alguém me quer dizer o exemplo de algum terrorismo jihadista que não tenha matriz islami(s)ta?), conotado com a Al Qaeda, com o Grupo Estado Islâmico (GEI) e grupos afiliados” (e com o exemplo do próprio maomé, não?).
 
A região da Síria e do Iraque transformaram-se no “principal palco da jihad internacional, particularmente na sequência da ascensão regional do GEI”, (e o Afeganistão?, e o Paquistão?, e a Somália? e o sul das Filipinas? e a Líbia? e o norte da Nigéria?) graças ao contingente vindo da Europa, entre os qual se contam alguns cidadãos portugueses e luso-descendentes.
 
As autoridades portuguesas dizem, no entanto, que não “há um envolvimento sistemático” de portugueses (parece que há poucos agentes infiltrados em algumas mesquitas do país, pois, caso contrário, não se dizia isto). Mas garantem que há “uma tendência de participação” de alguns cidadãos nacionais “convertidos em atividades de redes terroristas transnacionais”. Mais, existem não só portugueses a combater, mas também a recrutar combatentes ou elementos para se juntarem ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque (se há uma lista de pedófilos pois estes põem em risco a segurança de crianças, que haja uma lista de jihadistas e recrutadores para a jihad que colocam muita mais gente em perigo).
 
O Serviço de Informações e Segurança (SIS) tem trabalhado com várias polícias europeias e está atento aos “fenómenos de autoradicaliazação” e de ligações de portugueses a estes movimentos internacionais. Até agora, assegura o Gabinete Coordenador de Segurança liderado pela secretária geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, “não foram recolhidos indícios que revelem a intenção ou capacidade de grupos terroristas islamistas, de estruturas locais ou de indivíduos isolados para atentarem contra alvos, seletivos ou indiscriminados, no nosso país” ("não foram recolhidos indícios", ou não existem? a diferença é imensa).
 
Ainda assim, há riscos (oh, se os há... oh, se os há...). “Porém, há que considerar os riscos que emergem de processos de autoradicalização, nomeadamente através da internet (vigie-se a mesma e bloqueie-se todos os sites que realizam esses apelos; já! e o Al-Público online com a sua choradeirazinha amarela sobre as vitimazinhas islâmicas não acicata o desejo de se enveredar pela jihad?) e dos apelos à jihad individual, feitos pelos responsáveis do autodenominado Estado Islâmico”. 

sábado, 28 de março de 2015

"Palestinianos" mataram mais na guerra Gaza-Israel

"Palestinianos" mataram mais na guerra Gaza-Israel ou mais silêncio do Al-Público
 
Após a nojenta campanha de desinformação acerca do que se passava em Gaza, agora que a Amnistia Internacional declarou que os "palestinos" cometeram mais crimes de guerra e mataram mais civis palestinianos do que a acção defensiva de Israel, o nojento Al-Público nem pia. Nem pia. Nem pia. O que esse pasquim faz não é jornalismo: é excrementologia que parece só poder ser financiada por quem não deseja que se conheça a verdade sobre o islão, nomeadamente um Qatar que é o maior financiador de mesquitas no mundo (já para não falar do jihadismo). A outra alternativa imaginável é que os financiadores desse "jornal" só saibam acerca do islão através das mentiras e lavagens ómicas que vêm nesse pasquim. 
 
a vergonha do "jornalismo" português

quarta-feira, 25 de março de 2015

Notícias para uns, silêncio para o Al-Público *

Pois é, o Boko Haram raptou mais 500 mulheres e crianças nos últimos dias. Sim: 500 crianças e mulheres raptadas. Não, não é engano: foram 500 mulheres e crianças que foram raptadas.

a bambi da Casa Branca convicta de que o mal se comove com emoções falsas

Enquanto esperamos por mais uns olhos de cordeirinha mal morta da senhora Obama, há um "jornal" que, pura e simplesmente, ignora esse facto (se é que não o festejou com umas jolas e tremoços aceites pela sharia), talvez imaginando que 500 pessoas raptadas são um mero número estatístico. Isso não é só triste: é nojento: é desejar ocultar as atrocidades cometidas pelos muçulmanos devotos. Nojento! Que "jornal" é esse? Ainda há dúvidas?

o pasquim que ganhará o (b)ós(t)ar para melhor meio de desinformação sobre o islão

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Israel atacado pelo Hezbollah

Israel foi atacado nesta Terça, dia 7 de Outubro de 2014 e por uma bomba de controlo à distância, na fronteira com o Líbano; dois soldados israelitas, que circulavam numa patrulha dentro de Israel, foram feridos com gravidade. O Hezbollah, essa ramificação do islão que deu origem a movimentos como o Hamas e o ISIS, já veio reconhecer a autoria desse acto. O silêncio do Al-PÚBLICO, e não só, acerca desse acto é total.
o que os "jornalistas" do Al-PÚBLICO têm diante dos olhos quando tratam assuntos que possam denegrir o islão
Mais uma vergonha para o jornalismo ocidental que, iludido de que será poupado no caso de uma mais do que provável tomada do poder no Ocidente pelos esbirros de Maomé (ao contrário deste corajoso sacerdote católico professor numa universidade pontifícia em Roma que diz que o ISIS é tão muçulmano quão Maomé), apenas está a contribuir para a sua sepultura. Tal como aconteceu com o trengo do soldadinho da paz britânico que acreditava que ia ser poupado à degolação apenas por ser amigo de muçulmanos (que, diz o Corão, não podem ser amigos de infiéis).

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Esoterismo



Num texto pouco menos que esotérico, Paquete de Oliveira, Provedor do leitor do Público, o órgão da informação mais aberta e despudoradamente antissemita e filo-muçulmano de Portugal, termina com esta intrigante frase:

"E por tudo, o primeiro radicalismo a evitar ou a combater é o que emerge do jornalismo, do sectarismo informativo".

Para começar, não entendemos o que faz uma pessoa que temos na conta de séria e íntegra, em tal folha.

Alguns exemplos de antologia da propaganda promovida pelo tenebroso Al-Público:

Publiwood, 1933-2014 

Público sempre igual a si mesmo

Um exemplo do que é o Al-Público

  
Até temos uma secção chamada PUBLIWOOD, em que comentamos o ódio do Público a Israel e o seu amor ao terrorismo islâmico. Mas é como secar uma inundação com uma esponja.   

Até apelos explícitos ao terrorismo contra Israel esta publicação tem dado à estampa.

Um exemplo da prosa ambígua de Paquete de Oliveira:

«Como dizia o politólogo norte-americano, Max Abrahms, citado no artigo do PÚBLICO, (edição de 21.08.14), da autoria de Ana Fonseca Pereira, “o terrorismo é por definição uma estratégia de comunicação” e “se as maiorias das pessoas no mundo se sentem horrorizadas, ela atrai os elementos radicalizados da sociedade”. E aliás, como anota Ana Fonseca, não é por acaso que Foley é mostrado ao mundo, ajoelhado, de cabeça rapada e vestido com um uniforme de cor laranja a fazer lembrar os presos de Guantánamo.»

Não se pode servir a dois senhores, caro Paquete de Oliveira. Ou se serve a VERDADE... ou não!

O Jornalismo deve relatar os FACTOS e procurar a VERDADE. O que o Al-Público faz é escamotear e "justificar" o terrorismo islâmico. Por muitas elipses, parábolas e hipérboles que se use, por muitas citações de sociólogos com que se cubra o cerne da mensagem, a VERDADE é que o Islão é uma ideologia terrorista, supremacista e bárbara, que está neste momento e mais uma vez, à conquista do Mundo, com a inominável crueldade de sempre. E com a cumplicidade cobarde ou militante da Imprensa. Do jornal em que o senhor é a autoridade moral por excelência, Paquete de Oliveira.

Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O Hamas e Naftali, Gilad e Eyal

Há semanas atrás Naftali Frenkel, Gilad Shaar e Eyal Yifrach foram raptados e, como afirmou rapidamente Israel, cobardemente assassinados por uma célula do Hamas. A imprensa mundial filo-islâmica, liderada em Portugal pelo Al-Público, fez o possível e o impossível para desacreditar tal afirmação. Uma tal senhora Hanin Zoabi, membro do Parlamento de Israel, chegou a afirmar que os raptores de tais três inocentes não eram "terroristas", mas pessoas "frustradas" que apenas tinham tentado dar boleia àqueles jovens e que, tendo sido atacados por eles, tiveram que se defender.


a senhora Hanin Zoabi a beber alguma coisa que a faz delirar completamente

Agora, Saleh al-Arouri, operativo do Hamas residente numa Turquia que o apoia incondicionalmente, veio admitir que sim, que tal rapto e assassinato bárbaros foram realizadas pelas brigadas al-Qassam (algo como, se não fosse uma tautologia totalmente redundante, o braço armado do Hamas). Será que tais luminárias virão, agora, retractar-se? Não, não virão: admitir que estão erradas vai contra o seu ethos e a sua narrativa dominante.



 o terrorista Saleh al-Arouri excitado pelo sangue de inocentes judeus

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A ovelha negra do Al-Público

Miguel Esteves Cardoso, cronista do jornal Al-Público, é, quer se goste do seu estilo ou não, das vozes mais inteligentes que existem em Portugal. Com o texto que reproduzirei mais abaixo (os sublinhados são meus), transformou-se a "ovelha negra" desse jornal. Também por isso merece o nosso aplauso.



a "ovelha negra" do Al-Público



Israel está cada vez mais sozinha. É fisicamente atacada pelos foguetes do Hamas mas é internacionalmente atacada por defender-se. Sim, os foguetes israelitas são mais poderosos e mortíferos do que os do Hamas. Mas se fosse ao contrário acham que o Hamas não usaria os foguetes mais assassinos para atacar Israel? Acham que o Hamas alguma vez os usaria só para contra-atacar, depois de um ataque israelita?

Há mais de uma guerra. Nesta guerra mais recente, a maioria (mas nunca a totalidade) dos israelitas está de um lado e do outro estão o Hamas e a maioria (mas nunca a totalidade) dos palestinianos.

Na guerra mais antiga, de um lado, está Israel e os aliados democráticos, cada vez mais titubeantes, que tem. E, do outro, estão todos os imensos países árabes mais o Irão e todos os outros países islâmicos.

Israel tem aproximadamente um amigo estrangeiro por cada mil amigos que têm os palestinianos. Nas guerras, é preciso ser-se de um lado ou de outro. Nas guerras pelos underdogs, basta fazer contas para perceber que, de todos os pontos de vista numéricos, geográficos e políticos, é Israel que é o underdog.

Por cada cem israelitas que querem um estado da Palestina quantos palestinianos querem Israel ao lado da Palestina? Um. Só os mais inteligentes e humanistas. Felizmente ainda são bastantes. Mas não são do Hamas.

É preciso escolher Israel – tanto pela causa de Israel como pela nossa.

O resto é cobardia, aldrabice, desprezo e estupidez.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Está tudo dito (11)

Mais um dia, mais um conjunto de quatro cartoons que retratam, até à medula, o que até hoje se esteve a passar no conflito Hamas-Israel. Sei que dá que pensar e nos dias de hoje há poucas pessoas que gostem de o fazer (é muito mais fácil gritar slogans), mas há que tentar fazer passar a mensagem da verdade.

 





E num presente para todos os desinformadores do Al-Público:

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Mentiras do Al-Público


as mentiras neste jornal já nem são disfarçadas


O panfletário jornal oficial de divulgação da causa do grupo terrorista Hamas em Portugal, o Al-Público, já nem consegue disfarçar que está sempre a mentir no que concerne ao conflito Hamas-Israel. Desta vez, reportando-se ao inexistente ataque de Israel a uma escola em Gaza, intitula uma notícia com as seguintes palavras: "Israel assume ataque a mais uma escola da ONU". Contudo, nada, nada no corpo da desinformação travestida em notícia refere que Israel o tenha assumido (algo que não o fez como pode ser verificado por uma busca no Google), parecendo, dessa forma, que isso é apenas uma nojenta, execrável e descarada mentira do seu autor que apenas está a aumentar o ódio anti-semita (basta ver os comentários a tal peça), talvez por assumir que é essa suposta admissão o que leva, como diz a segunda parte do título desta peça de desinformação, a que Israel esteja a "muda[r] peças da estratégia militar".


o ídolo do autor da mais descarada mentira dos últimos anos na imprensa portuguesa
 
É inacreditável até onde pode ir o mal ou o amor pelo mal. Se preza a verdade e o bem, contacte, com todo o civismo próprio de quem sabe estar do lado da verdade, o provedor de tal jornal e denuncie o que aqui acabo de relatar.
 
provedor@publico.pt


UPDATE 1: As imagens que correram mundo acerca de tal inexistente ataque são totalmente falsas e manipuladas. Um jornalista do The Telegraph confirma isto mesmo ao referir que a única e mínima evidência do ataque aos terroristas do Hamas que circulavam em motos carregadas de explosivos encontram-se na rua adjacente à escola.

domingo, 3 de agosto de 2014

Israel ataca escola da ONU, ou as tretas do costume *****

Israel, hoje de manhã, atacou dois terroristas do Hamas que circulavam em motociclos carregados de explosivos que, ao deflagrarem, atingiram uma escola da ONU. Esta imagem de um tweet de um jornalista do The Wall Street Journal evidencia isto mesmo:


O que é que diz o Al-Público? Simples: «um míssil lançado a partir de um avião atingiu a entrada de uma escola em Rafah», causando «pelo menos dez pessoas morreram e cerca de 30 ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo a uma escola gerida pela ONU na Faixa de Gaza». Não, não senhores "jornalistas" do órgão de desinformação do Hamas em Portugal (nem o se desculparem com as "agências" os exime de serem rigorosos): Israel não atacou nenhuma escola; Israel atingiu dois terroristas e se estes não estivessem carregados de explosivos ninguém na escola da ONU teria falecido ou ficado ferido. Isto mesmo é admitido pelo Ministro dos Negócios estrangeiros britânico (quando censura Israel por realizar um ataque "nas vizinhanças" de tal escola) e, espante-se, o The New York Times e o The Washington Post. Como é evidente, pedir a Israel para não atacar terroristas que circulam, cheios de explosivos, em zonas com civis é apenas estar a convidar estes a continuarem a instrumentalizar os civis como escudos humanos.
  
quer estar informado sobre o que se passa no conflito Hamas-Israel?
não leia o órgão de desinformação do Hamas em Portugal
UPDATE 1: sublinhado a amarelo

UPDATE 2: As imagens que correram mundo acerca de tal inexistente ataque são totalmente falsas e manipuladas. Um jornalista do The Telegraph confirma isto mesmo ao referir que a única e mínima evidência do ataque aos terroristas do Hamas que circulavam em motos carregadas de explosivos encontram-se na rua adjacente à escola.


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Hamas rompe cessar-fogo (novamente)

Após o muito badalado cessar-fogo humanitário de 72 horas que entrou em vigor hoje, dia 1 de Agosto de 2014, o Hamas ignora esse mesmo cessar-fogo, lança rockets sobre Israel e rapta um soldado israelita que estava a destruir túneis do Hamas (como o acordo para tal cessar-fogo permitia), naquilo que até os USA, cada vez mais alinhadas com os financiadores do Hamas e com este, classificaram de "bárbara" e "absolutamente ultrajante quebra do cessar-fogo" (o mesmo se diga do, ainda mais alinhado com o islão, Ban Ki-moon). Ou seja, e em termos de rompimentos de cessar-fogos, Hamas 5 - Israel 0, mostrando, mais uma vez a todos que queiram ver, a dimensão do amor do Hamas pela população de Gaza que era quem mais beneficiaria por tal cessar dos combates. Título da notícia, não assinada, no Al-Público? Simples: Não houve cessar-fogo na Faixa de Gaza, onde morreram mais 30 pessoas (entretanto mudado para Não houve cessar-fogo na Faixa de Gaza, onde morreram mais de 50 pessoas).
 
Ou seja: nada de dizer quem rompeu com o dito cessar-fogo (nem no corpo da notícia, onde a informação sobre esse facto é colocada na boca do primeiro ministro de Israel) e, sobretudo, voltar imediatamente as atenções para as malvadezas de Israel com a referência às mais trinta vítimas que, segundo o ministério da des-informação do Hamas, ocorreram em Gaza. Sejamos francos: deve-se dar os parabéns ao Al-Público pela sua coerência na sua sistemática tentativa de demonizar Israel e desculpabilizar os terroristas do Hamas.

Imagino que esta constante referência ao Al-Público até possa parecer uma fixação, mas só o seria se fosse injustificada. Bem preferiria não ter que me referir a tal publicação, mas a sua persistente toada anti-semita e filo-hamas, embora já aborreça, não mo permite. A verdade está, e estará sempre, à frente de tudo o mais.

 
o Hamas preocupa-se com os habitantes de Gaza
ou
os porcos voam mesmo


UPDATE 1: sublinhado a verde.
UPDATE 2: imagem
UPDATE 3: sublinhado a violeta

"O Hamas não queria esta guerra"

 
 
a delicada jornalista do Al-Público teve mais uma epifania de mentiras filo-hamas

Nem sem bem como é que este libelo propagandístico camuflado como uma notícia me passou desapercebido mais de uma semana. Imagino que será por a publicação em que surgiu ser uma tal cascata de textos filo-islâmicos de desinformação que mesmo um rio da dita possa passar inadvertido. De que publicação se trata? o Al-Público, é evidente. Poderiam haver dúvidas?
 
 
o órgão oficial de (des)informação do Hamas em Portugal 
ainda dá dinheiro para o mesmo?
  
Como nós sabemos, o Hamas criou uma complexa e multimilionária rede de túneis para atacar Israel, que se estima ter absorvido 40% do orçamento do governo (ilegal) do Hamas, mas a autora daquele libelo afirma categoricamente, certamente fruto de "inside informations", que «O Hamas não queria esta guerra». Não, tais túneis eram, está-se mesmo a ver, para ir comprar vegetais nos kibutz de Israel.
 
Como sabemos, o Hamas foi acumulando e acumulando armamento cada vez mais sofisticado provindo da Síriado Irão, mas a autora daquele libelo afirma categoricamente, certamente fruto de "inside informations", que «O Hamas não queria esta guerra». Não. Nada disso. Tal armamento era para atacar o Egipto.
 
Como sabemos, o Hamas tem formado os seus terroristas na Malásia para efectuarem ataques em parapentes sobre Israel, mas a autora daquele libelo afirma categoricamente, certamente fruto de "inside informations", que «O Hamas não queria esta guerra». Não. Nada disso. Tal formação era apenas para se prepararem para quando o parapente se tornar uma modalidade olímpica.
 
Como sabemos... ou melhor: como julgávamos saber, pois deve ser totalmente falso que, como disse Daniel  Pipes (especialista no Médio Oriente), «provindo do nada, em 11 de Junho, o Hamas, rompendo uma trégua relativa desde Novembro de 2012, começou a lançar rockets».
  
 
somos todos burros menos a senhora Sofia "amo Saddam" Lorena

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Os deslocados de que não se (quer) fala(r)

Em mais um panfleto de propaganda pró-Hamas chamado "Gaza, a 'maior prisão ao ar livre do mundo'", o Al-Público veio, desta vez, chorar os supostos 200.000 "palestinianos" que tiveram que abandonar as suas casas e, por Gaza ser densamente povoada (e, por exemplo, Telavive, continuamente sob a mira dos indiscriminados rockets do Hamas, não o é?*) e, não obstante, não se vêem imagens dos mesmos: «excepto as imagens dos refugiados em fuga», diz a autora deste tesourinho deprimente de propaganda.
 
Esta última afirmação já em si é falsa: o que não tem faltado nos últimos dias nas televisões e jornais é imagens de "palestinianos" a saírem de suas casas (lamentavelmente, muitos outros têm sido impedidos de o fazerem pelos terroristas do Hamas) frequentemente armadilhadas, com as suas cumplicidades, pelo Hamas.
 
 
verde é a cor da desinformação pró-Hamas 
 
Mas pior do que isto é que o Al-Público, mais uma vez é selectivo no que informa os seus leitores. Não, não me refiro às dúzias de civis mortos em mais um bárbaro ataque de muçulmanos no Oeste da China que foi totalmente ignorado por este órgão de desinformação português (a este tema regressarei em breve), talvez por os autores dessas mortes serem muçulmanos e, já se sabe, os muçulmanos são sempre as vítimas, e se não o são, há que silenciar esse facto.

Refiro-me aos 300.000 cidadãos de Israel que são refugiados devido aos ataques do Hamas. Destes o Al-Público não deseja que reze a história.
 
 
a simpática autora do libelo de desinformação nem com os seus belos óculos vê a realidade
 
 
* Gaza tem 360 km2 para uma população estimada em 1.500.000 pessoas; ou seja 4166 pessoas por km2; Telavive tem 400.000 pessoas a viverem numa área de 52 km2, ou seja 7700 pessoas por km2.

Um exemplo do que é o Al-Público

Joaquim Vieira foi jornalista em vários órgãos de imprensa e provedor do leitor do jornal Público. Hoje em dia dedica-se a difamar judeus.

terça-feira, 29 de julho de 2014

O tumor cancerígeno do Público



O tumor deixou metástases


Na devida altura chamámos a atenção para este senhora, MENTIROSA, ODIADORA DE ISRAEL, BRANQUEADORA DO TERRORISMO ISLÂMICO, QUE SE SERVE DA NOBRE PROFISSÃO DE JORNALISTA PARA DAR FORÇA À JIHAD GLOBAL.

No post

Filo-Muçulmana

perguntámos: 

'Quem manda no filo-muçulmano "Público"?'

E ainda hoje não sabemos. 

Desmontámos as MENTIRAS repugnantes desta senhora, que teve o desplante de, entre outros feitos, publicar este famoso mapa de propaganda terrorista-islamista, como sendo verdadeiro:

 

O carimbo 'MENTIRAS', e a respectiva desmontagem, é do Philipe Assouline. A tenebrosa Margarida publicou este peça velha e relha de propaganda islamonazi como sendo verdadeira!

Pensávamos, na nossa incurável ingenuidade, que seria impossível ser-se mais abjectamente pró-terrorista islamista e antissemita do que os artigos de Margarida Santos Lopes davam a entender. 

Estávamos enganados. Caímos das nuvens quando seguimos este link que o nosso companheiro de blog, em mais um dos seus excelentes posts, indicou. 

Fez-nos lembrar a Viúva Branca. Não temos palavras nem indignação que cheguem para exprimir o que pensamos de uma mulher como esta ter acesso a um dos mais conhecidos e prestigiados jornais portugueses. 

Será Portugal uma República Islâmica?  Hitler terá ressuscitado e é director daquele que costumamos designar como Al-Público?

Não nos atrevemos a imaginar de que será capaz uma mulher como esta. E, como se não bastasse, tem uma quantidade enorme de sequazes, que, na referida publicação, continuam a sua  campanha. Vivemos tempos estranhos. E perigosos.

 

Auto-mutilação

Ontem quando mais uma histeria colectiva nos media alinhados com o Hamas veio dizer que Israel tinha bombardeado o hospital Al-Shifa em Gaza (ou pelo menos, e nesta notícias corrigida pelo menos 2 vezes ao longo do dia 28 de Julho, não identificando os responsáveis por tal acto, dando, assim, a entender que fora Israel), pareceu-me, de imediato, que se estavam a precipitar, não menos porque o Hamas, sempre ávido em fazer sightseeings pelos cenários pallywoodescos com os jornalistas (por mais que, ou devido ao facto de, estes estarem a ser intimidados e ameaçados), impediu que os jornalistas se aproximassem do local. Está confirmado que se precipitavam. Imagens de satélite, que este still frame exemplifica delineando o que se vê no filme, comprovam-no.


Onde estão os berradores da esquerda a pedir ao Hamas para deixar de auto-mutilar o povo que diz querer defender? A pedir que o Hamas deixe de matar civis inocentes em Gaza? E onde estão os jornalistas a pedirem para poderem trabalhar livremente? Não estão, pois não? isso mostra, mais uma vez, a sua hipocrisia e demagogia e, sobretudo, o seu inveterado anti-semitismo.