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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Ministro dos Transportes Iraquiano: "Aeroporto Sumério com 5 mil anos"!


O ministro dos Transportes iraquiano Kazem Finjan disse que Dhi Qar foi o primeiro aeroporto do mundo, construído há 5000 anos pelos Sumérios.
Numa conferência de imprensa em 30 de Setembro de 2016, o Ministro Finjan disse que o aeroporto sumério foi utilizado para viagens espaciais e ajudou os sumérios a descobrirem o planeta Nibiru. As suas declarações foram transmitidas pela TV Nasiriyah, e a estação de televisão NRT transmitiu um trecho.

Excertos:

Kazem Finjan:

"A maioria dos moradores de Dhi Qar talvez não saiba, mas o primeiro aeroporto construído no planeta Terra, 5000 anos antes da era cristã, foi aqui em Dhi Qar. Se vocês não acreditam em mim, leiam o livro do grande historiador Zecharia Sitchin, que era um especialista em estudos sumérios, leiam os livros de Samuel Kramer, ou o livro de HG Wells (sic) sobre o tema: History Begins from Sumer/A História começou na Suméria."
"O livro fala do primeiro aeroporto construído no planeta, que se encontrava neste local. Este é o local de aterragem mais seguro, porque alguns factores climáticos que limitam a capacidade de manobra de uma aeronave são inexistentes no aeroporto de Dhi Qar."
"Não só o aeroporto: a extensão do céu que cobre Dhi Qar é segura para aeronaves, já que não existem influências atmosféricas negativas. A atmosfera em Dhi Qar é toda positiva."
"Quando os sumérios se estabeleceram aqui, eles estavam plenamente conscientes de que a atmosfera aqui era adequada para o voo espacial. Foi a partir daqui que as naves espaciais sumérias descolaram em direcção a outros planetas. Os sumérios foram os primeiros a descobrir o 12º  planeta, que a NASA reconheceu há poucos dias, chamado Nibiru, que completa a sua órbita em torno do Sol a cada 3600 anos."

MEMRI - Instituto de Pesquisa dos Meios de Comunicação do Médio Oriente; via EUROPE-ISRAEL.

O aeroporto.


Vivendo e aprendendo...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Está tudo dito (16)

Mais alguns cartoons (para ver os anteriores buscar no canto superior do ecrã por "cartoon") que evidenciam muito do que se está a passar presentemente em todo o mundo graças ao islão e ao Pateta Cor de Rosa, mas particularmente em Gaza e no Iraque. Darão que pensar? Assim o espero. Assim gostaria.
 



quarta-feira, 23 de julho de 2014

"Imaginemos se...." e os cristãos de Mosul

Ontem à noite, jantando com alguns colegas de trabalho, perguntei-lhes se sabiam o que se estava a passar na Bolívia (país, note-se, pelo qual nutro especial carinho, tendo-me apenas servido do seu nome para fins retóricos). Disseram-me que sim, que sabiam que havia sido aprovada uma legislação que legaliza o trabalho de crianças de 10 anos. Disseram que isso era uma loucura, mas que já não se espantavam com nada do que o seu presidente dizia e fazia.
 
Disse-lhes que não, que não era isso, antes o facto de terem dado um ultimato a todos os muçulmanos para se converterem ao Cristianismo, pagarem uma taxa para serem protegidos de "acidentes", ou, então, saírem do país, pois caso contrário seriam mortos. Ficaram perplexos, mas rapidamente disseram que isso nunca seria posto em prática.
 
Disse-lhes que estavam enganados; que as autoridades haviam assinalado, com um símbolo vergonhoso e tão infame quão as estrelas amarelas que os judeus tinham que usar na Alemanha nazi, todas as casas de cristãos. Aí eles riram-se, dizendo que eu estava a brincar com eles, pois se isso fosse verdade, e tendo em consideração o eco que essa publicação dá a vítimas cristãs, já tinham lido abundantemente sobre isso no PÚBLICO. Eu disse que esse jornal até tinha referido isso, envergonhadamente e de passagem, numa única peça com um título que em nada dava a entender o que se estava a passar.
 
Eles não se deram por vencidos, dizendo que a comunidade internacional nunca deixaria isso acontecer. Também aí mostrei que eles estavam enganados: que os cristãos bolivianos haviam cortado a água e a electricidade nas zonas onde os muçulmanos viviam e estes já saíram, num êxodo de proporções bíblicas, da Bolívia e que mesquitas que foram construídas logo após o surgir do islão tinham sido destruídas, juntamente com outras mais recentes, tendo tudo isto levado a um doloroso lamento por parte do máximo responsável muçulmano.
 
Eles, então, ficaram verdadeiramente chocados e perguntaram-me o que podiam fazer. Apontei-lhes para cinco coisas que podiam fazer de imediato.
 
Só depois de termos saído para a rua é que lhes disse que para compreenderem o que se estava a passar deviam trocar "Bolívia" por "Mosul"; "muçulmanos" por "Cristãos"; "islão" por "Cristianismo" (e vice-versa) e, por fim, "mesquitas" por "igrejas". Eles ficaram revoltados: assim já não queriam ter nada a ver com isso. É a vida que temos, pois para se evitar coisas como essa era preciso erradicar todo o islão, pois este é intrinsecamente violento e intolerante. Eles, quanto a isto, têm razão: tudo o que se passou na "Bolívia"/"Mosul" decorre dos mais ortodoxos textos islâmicos e da sua mais ortodoxa interpretação, por mais que Margarida "sharia" Lopes tenha dito no seu "Aldrabado dicionário do islão" que isso já não se aplicava. Mas disse, também, que não podiam cruzar os braços, pois podemos ignorar o mal, mas nunca poderemos ignorar as suas consequências.
 
 
os futebolistas do ISIS preparados para jogarem futebol com algumas cabeças de cristãos
(se há uma coisa que o "diabo" não suporta, é ser gozado)

terça-feira, 17 de junho de 2014

'Dantes havia cristãos no Iraque'

Há combates a 60 km de Bagdad, o que inquieta o governo iraquiano, Washington e Teerão. Quem está no terreno tem preocupações mais imediatas. Os cristãos, para começar.

Cristãos iraquianos assistem à missa véspera de Natal na igreja caldeia de São José, em Bagdad, 24 de Dezembro, 2013. (Reuters) 
Porque estarão os cristãos iraquianos a fugir? O Estado Islâmico do Iraque e da Síria quer criar um Estado islâmico governado pela Sharia. Sendo o Islão a religião mais pacífica e tolerante do mundo, não deveriam eles estar descansados em suas casas? Será que eles são uns islamofóbicos que não ouvem as sábias lições de moral da Isabel G.? Será que não lêem os livros e os artigos das jornalistas do Público? Será que desconhecem as prédicas do xeque David Munir?
Ou será que eles vêem o que a Sharia é, com os seus próprios olhos, e sabem que a narrativa dominante está errada?

"Os cristãos iraquianos fogem de suas casas devido à pressão dos militantes"
Associated Press, 16 de Junho de 2014


Cristãos iraquianos refugiados nas montanhas

    
Nos últimos dez anos, os cristãos iraquianos fugiram repetidamente para esta antiga aldeia de montanha, em busca de refúgio contra a violência, e  em seguida, voltaram para casa, quando o perigo diminuiu.
Agora estão a fazê-lo de novo, porque os militantes islâmicos avançam em todo o norte do Iraque. Desta vez, alguns dizem que não voltarão para suas casas.
(...) A comunidade cristã do Iraque é quase tão antiga como a própria religião, mas foi devastada, desde a invasão de 2003 liderada pelos EUA. Durante os últimos 11 anos, pelo menos metade da população cristã fugiu do país, de acordo com algumas estimativas, para escapar de ataques frequentes de militantes sunitas contra os cristãos e as suas igrejas. (...)


O Mosteiro, em Alqosh é dos últimos redutos para onde os cristãos iraquianos podem fugir
 

    "Eu não vou voltar", disse Lina, que fugiu de Mosul com a sua família quando os militantes a tomaram, e veio para Alqosh, cerca de 50 quilómetros a norte.

    "Todos os dias íamos para a cama com medo", disse a mulher de 57 anos de idade, abrigada numa casa para pessoas deslocadas. "Em nossas próprias casas não tínhamos descanso". Como outros cristãos que fugiram, falou sob a condição de ser identificada apenas pelo primeiro nome, por temer pela sua segurança.
    Os cristãos estão a abandonar e a deixar vazias comunidades que remontam aos primeiros séculos da religião, incluindo igrejas caldeias, assírias e arménias. Na semana passada, cerca de 160 famílias cristãs - principalmente de Mosul - fugiram para Alqosh. (...)
    Alqosh, que remonta pelo menos ao século 1 a.C., é um amontoado de casas pintadas em tons pastel, situadas na base de uma alta colina escarpada, entre planícies e campos de trigo. A população da aldeia de 6000 pessoas é cerca de metade cristãos e metade curdos.
Localizada perto da zona autónoma curda do norte do Iraque, combatentes curdos, conhecidos como peshmerga. mudaram-se para a cidade para a proteger.

    
Muitos cristãos estão a optar pelas regiões curdas, relativamente liberais e prósperas, como a aposta mais segura.

    
"Todos os cristãos preferem ficar no Curdistão", disse Abu Zeid, um engenheiro. Ele também disse que não volta para Mosul.

    
"É uma pena, porque Mosul é a cidade mais importante para os cristãos no Iraque", acrescentou. Mosul é dito ser o local do sepultamento de Jonas, o profeta, que a tradição diz que foi engolido por uma baleia.

   O
Iraque teria mais de 1 milhão de cristãos antes da invasão de 2003 e da deposição de Saddam Hussein. Agora, estima-se que apenas 450.000 permanecem dentro das fronteiras do Iraque. Os cristãos são alvo de repetidas investidas dos islamistas em Bagdad e no norte. O cardeal católico caldeu foi sequestrado
e morto por extremistas em 2008. Igrejas de todo o país foram bombardeadas repetidamente.

    
O êxodo de Mosul - uma cidade de maioria sunita que durante a presença americana no Iraque foi um reduto da Al-Qaeda - foi ainda mais dramático. De uma população pré-2003 de cerca de 130.000 cristãos, ficaram apenas cerca de 10.000, antes de os combatentes do Estado Islâmico invadirem a cidade há uma semana.

    
Abu Zeid estimou que agora apenas 2.000 cristãos permanecem na cidade.

    
"Eles não têm futuro aqui", disse George Demacopoulos, o director do Centro de Estudos Cristãos Ortodoxos na Universidade Jesuíta de Fordham, em Nova Iorque.

    
"Não há solução de curto prazo", disse ele em entrevista por telefone. "Eu acho que a única receita para uma solução a longo prazo é uma espécie de estabilização política da região levada a cabo sem força militar".

    
Os cristãos que não deixaram o Iraque muitas vezes fogem de suas casas para outras partes do país, quando o perigo é maior, na esperança de retornar mais tarde.

    
Boutani, o presidente da câmara, disse que esta foi a sexta vez em 11 anos que os cristãos de outras áreas vieram para Alqosh em busca de refúgio. Ele próprio fugiu para aqui, vindo de Bagdad, em 2009, após um bombardeio da igreja na capital.

    
Esta é a terceira vez que Adnan, 60 anos, proprietário de uma sapataria em Mosul, busca abrigo em Alqosh. Veio pela primeira vez em 2008, após um padre em Mosul ter sido morto. Veio novamente em 2010, após boatos de um ataque iminente sobre os cristãos. Ele e a sua família retornaram depois de as autoridades de segurança iraquianas garantirem a segurança dos cristãos.

    
"Eles disseram: vamos protegê-los", lembrou. "Mas agora - onde está o governo?".

    
O Vaticano há anos que manifesta preocupação com a fuga de cristãos do
Médio Oriente, expulsos pela guerra, pobreza e discriminação.

 Papa Francisco I na  Jordânia
    Durante a sua recente viagem à Jordânia, o Papa Francisco encontrou-se com  cristãos iraquianos e sírios, e denunciou as guerras, armas e conflitos que os obrigaram a deixar as suas casas. 
"Todos nós queremos a paz!" - disse Francisco a um grupo de refugiados perto do rio Jordão. "Eu pergunto-me: quem está a vender armas a estas pessoas para fazerem a guerra?"

- Temos apontado diversas vezes o financiamento (assumido, público) de Obama aos jihadistas na Síria e no Egipto. Mas Hillary Clinton não deixa os seus créditos por mãos alheias - ainda hoje, saiu a notícia dos mísseis vendidos por Hillary e usados para abater um helicóptero norte-americano.

Frei Gabriel Tooma
    Em Alqosh, os recém-chegados e os moradores reúnem-se em oração na missa dominical na Igreja caldeia da Virgem Maria da Colheita, realizada por Frei Gabriel Tooma.

    
No piso da igreja foi espalhado um mosaico feito de feijão, lentilha, trigo e outros produtos da área, reunidos para comemorar a próxima colheita. Antes do serviço, voluntários apressaram-se para terminar as imagens de Jesus e de Maria, e foram preenchendo os detalhes do rosto do Papa Francisco, esboçado com feijão branco.

    
"As pessoas têm medo do que está para vir", disse Tooma. "Temo que chegará em breve o dia em que as pessoas vão dizer: 'Dantes havia cristãos no Iraque'".


Visitantes do Mosteiro, em tempo de paz.
    Enquanto caminhava com a sua esposa e filha pelo mosteiro de S. Hormoz, do século VII, construído na colina com vista para Alqosh, Abu Zeid disse que foi a Mosul na sexta-feira, para ver se a sua casa ainda estava de pé.

    Alguns dos militantes no controle da cidade tentaram mostrar que os cristãos eram bem-vindos.

    Homens armados pararam e perguntaram-lhe se ele era cristão, disse Abu Zeid. Quando ele acenou com a cabeça que sim, um homem armado disse-lhe: "Bem-vindo à sua casa".
- O Islão encoraja cada muçulmano a fazer a sua própria interpretação do Alcorão. É um aspecto muito louvável dessa religião. Por outro lado, infelizmente, não há uma condenação unânime da violência por parte dos respectivos clérigos. Uns condenam-na, outros, exortam os muçulmanos a praticá-la. De vez em quando chegam notícias de clérigos muçulmanos assassinados por repudiarem a jihad. Neste sábado, dia 14 de Junho de 2014, este mesmo grupo terrorista que está a ameaçar a soberania da Síria e do Iraque, executou 12 imãs que se recusaram a prestar-lhe lealdade. Foi na cidade iraquiana de Mosul.

Peregrinos cristãos para Alqosh. Podiam bem ser senhoras portuguesas em visita a Fátima.
    A igreja caldeia de Mosul foi saqueada, disse ele, e viu homens armados arrastarem os ladrões da igreja e mandarem-nos devolver os bens roubados.

    Ele e os outros cristãos deslocados duvidam das manifestações de boa vontade. Ainda assim, alguns disseram que não têm escolha a não ser voltar.

    "Tenho 60 anos de idade", disse Adnan, o vendedor de sapatos. "Seria difícil começar tudo de novo".


Haverá  futuro para os cristãos no Médio Oriente?

Ore por eles.

domingo, 15 de junho de 2014

Arabian Knights



 Arabian Knights
At your primitive best



 "Activistas postam fotos de assassinatos em massa no Iraque"

por Qassim Abdul-Zahra e Sameer N. Yacoub, Associated Press, 15 de Junho de 2014



O líder do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS), Abu Bakr al-Baghdadi, tem um doutoramento em estudos islâmicos. No entanto, em todo o estudo do Islão que ele teve que fazer, ele não encontrou nada que proibisse o assassinato em massa daqueles considerados inimigos do Islão.

Poderá ser por causa de passagens do Alcorão como esta?  
"A pena para aqueles que travam uma guerra contra Alá e Seu Mensageiro e espalham a corrupção na Terra é serem mortos ou crucificados ou que as suas mãos e pés sejam cortados de lados opostos ou que sejam exilados da terra. Isso é uma vergonha para eles neste mundo; e para eles no outro é um grande castigo" 
Alcorão (5:33)
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Inúmeras vezes temos sido acusados de "fomentar o ódio"; nós e todos os que denunciam a barbárie jihadista (e louvam os muçulmanos moderados - como os 12 imãs que foram assassinados anteontem pelo ISIS, por recusarem a violência).
Supomos que, por outro lado, a divulgação de imagens de genocídios - desde que feita pelos jihadistas - seja um contributo para a paz...
A quantidade de notícias das atrocidades no Iraque, na Síria, no Paquistão, é de tal ordem, que nos seria impossível relatar. Mais abaixo indicamos sites que fazem o acompanhamento possível da Guerra Mundial em curso. Uma guerra peculiar, que a população ocidental teima em admitir que existe. Como aconteceu na última, aliás. As pessoas só acordaram quando viram os nazis a marchar na sua rua.

Jihadistas divulgam imagens de execuções em massa de soldados iraquianos - PÚBLICO

 Comentário de um leitor:
"O que é que aconteceu ao Público? Finalmente decidiu-se a mostrar o que é jihad? Não era sem tempo! (Claro que certos comentadores conseguem ver nestas notícias "culpa nossa", dos ocidentais. São "raciocínios" que já conhecemos)."
Pois seria de louvar, se o Público não estivesse apenas a apoiar as tontas acrobacias políticas do irmão Obama:

Obama: Jihad ou Água de Coco?


ISLÃO - O QUE O OCIDENTE PRECISA SABER!


De Mosul ao Califado Global

 

 Robert Spencer fala hoje sobre a queda do Iraque e os passos largos para o Califado Global

O Iraque e a vertigem do fanatismo - PÚBLICO

Este vídeo é de 12 de Junho de 2014 e mostra uma multidão de iraquianos em fervoroso apoio ao grupo terrorista ISIS, que luta pelo Califado Global, enquanto um dos líderes da organização faz um discurso. O líder do ISIS terminou os seus comentários com uma rajada de balas, perante os aplausos da multidão:


Líder do ISIS (Estado Islâmico do Iraque e Levante, ligado à al-Qaeda): "Vamos estabelecer um Estado governado pelo Alcorão e pela Sunnah! Por Alá, nós faremos a nossa Jihad, só para apoiar a religião de Alá!".

Tudo quanto é gente bem pensante dirá que tudo isto se deve à pobreza e à ignorância (apesar de o chefe do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, ser doutorado em estudos islâmicos), e que eles não entendem bem o Islão (apesar de os mais destacados clérigos muçulmanos pregarem a guerra e a morte dos infiéis).

É a narrativa politicamente correcta: "O especialistas dizem que o Islão é pacífico, e que estes indivíduos é que não o percebem bem. Por isso, está tudo bem! Podemos dormir descansados!".



Transcrição do vídeo:


    Comandante ISIS mascarado, acenando com uma metralhadora: "Por Alá, nós faremos a nossa Jihad só para apoiar a religião de Allah".

    Multidão: "Allah Akbar!".

   Terrorista do ISIS: "Derrotaremos os americanos e seus aliados!" ...  
    Multidão: "Allah Akbar!".
   
   Terrorista do ISIS: "Derrotaremos os americanos e seus aliados!" ...

  Terrorista do ISIS: "Pela vontade de Alá, estabeleceremos um Estado governado pelo  Alcorão e pela Sunna!"
Multidão: "Allah Akbar!"
Terrorista do ISIS: "Todos vocês, honrados muçulmanos, são os soldados do Estado islâmico!".
          Multidão: "Allah Akbar!"

          Etc..

Não são meras palavras de ordem. A jihad global prossegue, com o blackout amigo dos media, ao ritmo de 23159 ataques desde o 11 de Setembro, causando mais mortes (só mortes) por ano do que a Inquisição causou em 350.

Em sites como Jihad Watch, ou Bare Naked Islam (entre tantos outros), poderemos encontrar notícias como esta:

"Cabeças decapitadas de polícias e soldados juncam as bermas das estradas de Mosul, onde o ISIS impõe a Sharia. Bagdad promete resistir"
 Jill Reilly e Kieran Corcoran, Daily Mail, 12 de Junho, 2014

- Ontem o ISIS executou 12 imãs iraquianos que não partilhavam da sua visão violenta da jihad. 


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um dia normal no Iraque...

 Cafebomb.jpg

 Jihadistas sunitas matam 48 xiitas em ataque suicida
Um dia como todos os dias no Iraque, apenas mais umas linhas na Imprensa mainstream, com referências vagas a "camiões-bomba" e "ataques", e sem nenhuma referência a quem fez a matança, e porquê. 
A jihad islâmica é uma realidade que a Imprensa internacional esconde deliberadamente do público. Confrontados com estes ataques, os cidadãos Ocidentais encolhem os ombros, culpam os Estados Unidos ou as religiões. No entanto, esta é a única religião que nos nossos dias continua a promover matanças em massa. Entre facções rivais e sobretudo dirigidas aos «infiéis».
 Os terroristas, na linguagem politicamente correcta da nossa Imprensa, passam a ser chamados "militantes". Os atentados terroristas são nomeados vagamente como "ataques". A motivação islamista, omite-se. Com uma piscadela de olho, estabelece-se uma relação causa-efeito entre a presença de tropas norte-americanas e o terrorismo. O Ocidente procede com o terrorismo islamista como uma criança que fecha os olhos na esperança de que assim o perigo desapareça.
Em certos casos, a loucura chega ao ponto de culparem Israel por estes ataques suicidas - como se os israelitas treinassem suicidas! Como se os mártires de Allah, os bombistas suicidas, não fossem uma prática islâmica completamente assumida!
Noutro dia, aquando dos atentados suicidas no Líbano, houve logo quem culpasse Israel. Entretanto, um dos terroristas suicidas já foi identificado como palestino... Mas a lebre foi levantada e vai ficar a correr por muitos e bons anos. O que interessa a realidade quando esta contraria os nosso preconceitozinhos, hein? Nada! Absolutamente nada!
 Vamos então transcrever um artigo sobre mais um capítulo da matança diária no Iraque e no mundo muçulmano:
  Camião-bomba: ataques matam pelo menos 48 no Iraque
por Sinan Salaheddin para a Associated Press , 21 de Novembro:

    
BAGDAD (AP ) - Um camião-bomba atravessou um mercado de vegetais ao ar livre no nordeste do Iraque, no mais mortífero de uma série de ataques desta quinta-feira, e matou pelo menos 48 pessoas, disseram as autoridades.

    
A explosão na cidade de Sadiyah, a cerca de 140 quilómetros a nordeste de Bagdad, é o último de uma onda de ataques que varreu o Iraque desde Abril, empurrando a violência para níveis não vistos desde que o país esteve à beira de uma guerra civil em 2006 e 2007.

    
Dois policiais disseram que testemunhas viram um homem estacionar o camião contendo a bomba no mercado, e pedir aos trabalhadores para descarregarem os legumes antes de deixar o veículo. Os oficiais disseram que 31 ​​pessoas foram mortas e pelo menos 45 pessoas ficaram feridas no ataque ....

    
Enquanto isso, um homem-bomba fez detonar o seu cinto carregado de explosivos num posto de controle do exército na cidade de Taji, ao norte de Bagdad, matando seis soldados e ferindo 12.

   
No bairro de Kasra In, em Bagdad, uma bomba colocada no carro de um oficial do exército matou o seu filho e feriu cinco pedestres civis, um polícia e um oficial médico. O polícia não estava no carro no momento da explosão, disseram as autoridades.
    A explosão de um carro bomba seguida de outras duas bombas numa área comercial do bairro ocidental de Amiriyah, em Bagdad, matou oito civis e feriu 15.

   
No bairro de Bayaa, em Bagdad, homens armados atacaram um supermercado, matando os dois irmãos proprietários. Dois clientes foram feridos.

    
Todos os funcionários falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a divulgar informações aos jornalistas.

    
Os ataques aconteceram um dia depois de uma série de explosões coordenadas atingirem áreas comerciais, principalmente xiitas, em Bagdad e nos arredores da capital, matando pelo menos 35 pessoas e ferindo 120.

    
Quinta-feira passada, um homem-bomba atingiu um grupo de xiitas reunidos em Sadiyah para comemorar a morte
de um santo xiita do século sétimo. O ataque matou pelo menos 32 pessoas e feriu 75.

    
Não houve reivindicação imediata de responsabilidade pelos ataques, mas ataques suicidas e atentados em larga escala - especialmente contra as forças de segurança ou mercados lotados em áreas xiitas - são uma táctica favorita do ramo local da Al-Qaeda e dos insurgentes sunitas. Os extremistas sunitas lançam tais ataques porque vêem os xiitas como hereges.
 Aqui na Europa já não andamos a matar-nos mutuamente por causa da religião há uns séculos. Com uma população de 50 milhões de muçulmanos, talvez devamos estar atentos ao alastrar destes conflitos para cá. E talvez devamos fazer um esforço para entender qual é o verdadeiro problema de Israel no Médio Oriente: estar no meio de povos que entre eles se tratam assim, e  cujo único ponto em comum é o ódio a Israel.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Violência Religiosa

 

"Vaga de atentados em Bagdad faz pelo menos 66 mortes" - Presumir-se-ia que agora, após a saída dos EUA, a mortandade acabasse. Tanto mais que no entender de certa opinião pública bem-pensante, os EUA andaram pelo Iraque a alvejar indiscriminadamente homens, mulheres e crianças, enquanto mastigavam pastilha elástica e saqueavam poços de petróleo.

Um leitor do Público, afecto a essa opinião sobre a intervenção do "Grande Satã", exprime-se assim na respectiva caixa de comentários:

"É este o Iraque livre e democrático que os americanos libertaram e deixaram para a posteridade! As armas de destruição maciça, a maior mentira da história nos últimos tempos, estão à vista! Alguém sabe quantas dezenas se não centenas de milhares de vítimas já morreram no Iraque? E na Síria vamos para o mesmo caminho, com a vergonhosa atitude da Europa, ontem tomada".

Poupando-nos uma trabalheira, o Anónimo Antónimo responde assim:

"Xiitas e sunitas matam-se barbaramente depois da saída das tropas americanas e a culpa é dos EUA? Presumo que preferisse a situação anterior, quando o Saddam, para promover a união do povo Iraquiano, não hesitava em assassinar e torturar centenas de milhar de pessoas - os curdos que o digam. Mas claro, a culpa é dos americanos. Uma coisa é discordar da segunda invasão iraquiana - como eu discordo, e defendo a prisão de Bush, Rumsfeld e Chenney pelos actos criminosos que cometeram - mas daí a achar que não fossem os americanos e o povo iraquiano viveria fraternalmente, tudo beijinhos e abraços? Santa paciência".

As notícias vão caindo, diariamente, e as pessoas vão-se insensibilizando. Hoje 10 mortos, amanhã mais 10. depois de amanhã outros 10. Nesta segunda-feira, o mês de Maio assinalava no Iraque a horrorosa contabilidade de 503 mortos e 1273 feridos graves, e não foram norte-americanos que mataram e estropiaram, mas xiitas e sunitas entre si. O terrorismo islâmico tem por causa a RELIGIÃO. Ou melhor: um conceito bárbaro exclusivista de interpretara Religião. 

www.thereligionofpeace.com

Temos fanáticos religiosos no Ocidente também. felizmente não resolveram pegar em armas e matar "infiéis" ou quem não venere Deus de modo aos seus olhos "aceitável". É lamentável a violência verbal e o ódio, mesmo que não se traduza em ataques físicos. É pena é que a condenação social atinja todas as religiões... menos uma!


domingo, 19 de maio de 2013

130


130 mortos em quatro dias. Números que nos chegam todos os dias e que no final de cada ano perfazem genocídios. Violência entre xiitas e sunitas no Iraque. Ainda há quem entenda que a culpa é dos Americanos, não se sabe bem porque carga de água, porque os confrontos são, como sempre, motivados por questões de intolerância religiosa.

Diz um americanófobo leitor do Público:

  1. Thank America !!! 

    Reforça outro, também afeito, como os islamistas radicais e os comunistas ortodoxos, ao hábito de culpar a América por todos os males do Mundo:


  2. NAo pode ser... A Democracia nao foi levada para la pelos USA?? Como pode ser??? 

    Respondem dois leitores (que nos pouparam trabalho): 
     
    1. O problema iraquiano é um religioso e étnico. Como se viu na ex-Jugoslávia e na Índia/Paquistão, às vezes a solução é mesmo a partição territorial em estados mais pequenos. Estados multi-étnicos e multi-religiosos raramente funcionam e quando o fazem, geralmente, é sob a batuta de uma ditadura, como no caso iraquiano, em que Saddam controlava com punho de ferro quaisquer divergências sectárias e religiosas com a polícia e o exército. O mesmo se passa na Síria, na China, Sudão (agora dividido em 2). Um dos poucos casos, que me recorde agora, de sucesso é o de Singapura...

    1. Lá vêm os EUA e esqueceu-se de Israel ,a serem culpados das guerras entre facções religiosas no mundo árabe !Os EUA derrubaram um ditador, e deixaram o pais preparaddo para uma democracia . Agora se eles não querem , se preferem matarem-se uns aos outros por questóes religiosas/poder e problema deles . A maior parte do povo não quer esta guerra e preferiria viver em paz e em democracia , mas os grupos sectários armados liderados por gente que quer o poder, não deixa . Quando o fanatismo religiosos, especialmente o belicose Islamismo, está acima dos interesses do povo que apenas quer viver em paz , esta matança não vai parar.Realmente fica sempre a questão no ar :Sera que é possivel um mulçumano fundamentalista viver em democracia enquanto as sua mentes forem medievais ??.Tém que tentar !! 

      É esta a diferença entre a Democracia e a Civilização versus o fanatismo religioso e a barbárie. Estes leitores do Público não saíram à rua para cortar cabeças de quem não lhes partilha as opiniões. 

      Israel está cercado por regimes e grupos terroristas islâmicos, e tem dentro do seu território outros tantos, mais os que lá trabalham e ainda se queixam por serem revistados na fronteira, não vão trazer armas ou coletes de bombas, como tantas vezes acontece. É isto que gostávamos que as pessoas entendessem, antes de culparem Israel por todos os males do mundo, como culpam a América. E antes que estejam na situação de Israel...