sábado, 16 de novembro de 2013

Espiral jihadista na China


 


Depois do ataque jihadista da Praça da Paz Celestial, as tentativas da China para se defender contra a jihad global são tomadas como novas provocações, e tornam-se pretexto para novos ataques jihadistas. 

A mentalidade desta gente faz muito lembrar a de certos grupos sociais que cometem um delito (um roubo, um furto, uma agressão, uma burla, um assassínio, etc.), e que, caso sejam admoestados por isso, encetam uma espiral de vingança que durará até ao fim dos tempos.  

Os taliban volta e meia decapitam escritores e jornalistas por contarem a verdade. Estas pessoas estão de tal modo fanatizadas, que vêem o mal, não no terrorismo que praticam, mas em quem o divulga.

Igualmente fanatizados estão aqueles que perante o número avassalador de 21883 ataques terroristas islâmicos ocorridos desde o 11 de Setembro, com número incalculável de mortos e feridos, continuam a  negar que esteja em curso uma jihad, uma guerra santa muçulmana - por mais que os radicais islamistas o afirmem.

"Esquadra de Polícia atacada na China, 11 mortos"

AGI, 16 de Novembro

     (AGI) Pequim, Nov 16 - Pelo menos 11 pessoas foram mortas num ataque por um grupo de homens armados contra uma esquadra de polícia em Serikbuya, uma cidade na região autónoma chinesa de Xinjiang, localizada a aproximadamente 400 quilômetros a sudoeste da capital da região, Urumqi. De acordo com a Imprensa Oficial do Estado de Xinhua, nove homens armados com machados e facas conseguiram matar dois polícias e feriram outros dois, antes de serem abatido por outros agentes.

Naturalmente, a morte destes jihadistas, será vingada...

Mas este ataque só é notícia por ter sido na China, onde eles ainda não tinham chegado.

Vejamos a contabilidade da semana em termos de terrorismo islamista:

Relatório Semanal da JihadNov 02 - Nov 08
Ataques Jihadistas:
56
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
320
 Feridos Graves:
640
 *Ataques Suicidas

O que faz o Ocidente, o que fazem os infiéis de todo o mundo, atingidos por este flagelo diário e constante?
Tentam pateticamente agradar aos terroristas, produzindo apaixonadas declarações de "tolerância" e "multiculturalismo" - que merecem da parte destes um divertido desdém, nas palavras de Robert Spencer.
Outros, ainda mais distanciados da realidade, culpam a religião em bloco. Mas nem se atrevem a ir culpar os muçulmanos, nem têm exemplos de outras religiões para contrapor a este descalabro. É mais que bem-pensantismo, é esquizofrenia!
Nada como um exemplo:
Esta é a visão Ocidental das coisas:

 

Esta é a visão islamista:
Sheik da Arábia Saudita declara: Mulheres muçulmanas podem enfrentar a pena de morte se casarem com não-muçulmanos
 IPT Notícias 09 de Julho de 2009

O Sheikh Muhammed Salih Al-Munajjid emite as suas fatwas na televisão saudita. Recentemente, o site de Al-Munajjid emitiu uma resposta à seguinte pergunta: "Como é que uma mulher deve ser punida se ela se casar com um cristão? Como se deve proceder?"

A resposta resume-se em poucas palavras: Cruelmente.

De acordo com a equipa clerical de Al-Munajjid:

     "Não é admissível que uma mulher muçulmana se case com um kaafir (não-muçulmano), seja ele judeu, cristão ou idólatra, porque o homem tem autoridade sobre a esposa, e não é admissível que um kaafir tenha autoridade sobre uma mulher muçulmana. Porque o Islão é a religião verdadeira e todas as outras religiões são falsas."
(...)
Fonte: A Religião da Paz
O venerável sheikh (uma espécie de David Munir lá do sítio), é célebre por ter emitido fatwas a condenar o turismo, a promover os assassínios de honra pelo 'crime de fornicação', e por ter condenado o Rato Mickey à morte:

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