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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Chelsea lembra vítimas do Holocausto e outras histórias


O Chelsea Football Club observou o Dia Mundial das Vítimas do Holocausto, em memória dos seis milhões de homens, mulheres e crianças judeus que foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial e mais milhões de pessoas mortas na perseguição nazi e genocídios subsequentes. 
No início deste mês, o clube anunciou uma nova campanha para consciencializar e educar jogadores, funcionários, adeptos e a comunidade em geral sobre o anti-semitismo no futebol, que foi lançada no jogo da Premier League de quarta-feira contra o Bournemouth. A iniciativa é apoiada pelo proprietário do clube, Roman Abramovich.


Como parte da iniciativa, o Chelsea recebeu o sobrevivente do Holocausto, Harry Spiro (Membro do Império Britânico), para compartilhar a história das suas experiências com jogadores e equipa técnica, em Cobham.
Cesar Azpilicueta partilhou os seus pensamentos sobre a experiência de conhecer Harry e a sua história.
"Foi muito inspirador para todos nós conhecer as  suas experiências e a vida dura que o levou à Inglaterra", disse Azpilicueta. "Todos devemos aprender com ele porque ele é uma pessoa que lutou muito".
"O futebol é um desporto que é seguido em todo o mundo. Temos muitas pessoas de diferentes países e diferentes religiões que tiveram vidas muito diferentes. É importante para todos nós conviver, viver com respeito e dizer não ao anti-semitismo e ao racismo. Todos podemos desempenhar um grande papel, dentro e fora do campo, e através do futebol, tornar o mundo melhor".

Jogadores e equipa técnica ouvem o sobrevivente do Holocausto Harry Spiro.

Toda a gente no Chelsea tem orgulho de fazer parte de um clube diversificado. Os nossos jogadores, funcionários, adeptos e visitantes do clube vêm de uma ampla gama de origens, incluindo a comunidade judaica, e queremos garantir que todos se sintam seguros, valorizados e incluídos.
Através desta campanha, estamos a trabalhar com organizações e indivíduos no país e no exterior, incluindo: Holocaust Educational TrustJewish Museum of LondonCommunity Security Trust, Kick It OutCongresso Mundial Judaico e Casa Anne Frank. Também estabelecemos um comité de especialistas que nos apoia no desenvolvimento desta campanha. O comité é liderado pelo presidente do Chelsea, Bruce Buck.
O Dia Memorial do Holocausto é lembrado todos os anos em 27 de Janeiro, o dia em que o infame campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, foi libertado.
É uma oportunidade para lembrar as atrocidades do passado e garantir que tais horrores não sejam repetidos.
O Holocaust Educational Trust é a principal instituição de caridade do Reino Unido que trabalha para aumentar a consciencialização e educar sobre o Holocausto. Clique para saber mais.
O programa da jornada de quarta-feira à noite teve conteúdos relacionados com a campanha contra o anti-semitismo no clube, incluindo uma capa especial, um prefácio de Abramovich e reportagem sobre a visita de Harry Spiro a Cobham. Mais informações no site.
- Do site oficial do Chelsea F.C., com, tradução nossa, hiperligações no artigo original. 

 
Em Setembro de 2017 houve um incidente com cânticos anti-semitas visando os adeptos do Tottenham, um clube que congrega as simpatias de muitos adeptos judeus ingleses.

Os adeptos do clube têm sido repetidamente acusados ​​de fazerem declarações, gestos e entoarem cantos  anti-semitas.

Os jogadores do Chelsea Charly Musonda, Eden Hazard Ross Barkley, participam na iniciativa contra o anti-semitismo como parte da campanha Building Bridges (Construindo Pontes).

Em 2013, Yossi Benayoun, o meio-campista israelita que jogou no Chelsea, disse que o tratamento que os adeptos lhe dispensaram foi o pior que experimentou na sua carreira.
No início desta temporada, adeptos gritaram slogans anti-semitas durante uma partida da Premier League contra o Leicester City.
A fundação juvenil do Chelsea organizará oficinas de igualdade e diversidade nas escolas primárias para falar sobre o Judaísmo e a cultura judaica.
Um programa de educação será lançado para apoiantes que foram banidos por anti-semitismo, num esforço para "os ajudar a entender o impacto das suas acções". A participação no curso poderá potencialmente levar a uma redução no cumprimento das proibições impostas a esses adeptos.
Os adeptos, funcionários e jogadores do Chelsea visitarão os antigos campos de concentração, será realizada uma exposição no museu do clube sobre a história dos judeus britânicos no futebol e o sobrevivente do Holocausto, Harry Spiro, vai visitar o clube para contar a sua história.
Num comunicado, o WJC disse: "O Congresso Mundial Judaico aprecia profundamente os esforços abrangentes feitos pelo Chelsea Football Club para aumentar a consciencialização sobre as perigosas manifestações do anti-semitismo e do racismo no desporto".
"Nunca é demais salientar a importância de um dos clubes desportivos mais proeminentes do mundo, que lidera vigorosamente a tarefa de abordar esta questão crucial".
Pollock disse: "Infelizmente, o anti-semitismo continua a ser um problema sério na nossa sociedade. Todos os esforços feitos para o combater devem ser aplaudidos e bem-vindos, e estamos encantados e orgulhosos por trabalhar com o Chelsea Football Club para dizer 'não' ao anti-semitismo".

- Excerto de uma notícia do THE JC.


 
Os adeptos do Chelsea, conhecidos por serem os mais anti-semitas de Inglaterra, saberão que o seu líder, Roman Abramovich, é judeu?

 
José Mourinho, lendário treinador do Chelsea e amigo de Israel, aqui com Shimon Peres. Mourinho tem estado presente em campos de férias de futebol, para crianças, treinando jovens israelitas (judeus, árabes, beduínos, drusos, cristãos e outros, em, Israel todas as pessoas são iguais, independentemente da "raça" ou da religião).

Benayoun: o antisemitismo dos fãs de Chelsea é"do pior"

Yossi Benayoun (Foto David Lee). 

O futebolista do Chelsea, Yossi Benayoun, revelou que o abuso anti-semita que lhe é dirigido  pelos adeptos do clube é o pior que ele já experimentou na sua carreira de 20 anos. 
O internacional de Israel descreveu como, em uma partida fora de casa contra Liverpool, o mês passado, os adeptos do Chelsea lhe chamaram "judeu" como insulto e "outras coisas  piores", quando ele entrou em campo para substituir um companheiro. 
Numa entrevista dada em Israel, ele disse: "Estava a aquecer, preparando-me para a substituição, quando comecei a ouvir insultos de um ou dois fãs ... que se converteram em palavras ameaçadoras como 'judeu de m....' e outras coisas piores"
Ele acrescentou: "Nunca encontrei nada assim antes em toda a minha carreira. Joguei em Espanha e na Premier League e em todo o mundo com a selecção israelita, mas nunca encontrei nada assim".
Na época, o Sr. Benayoun reclamou junto dos funcionários do Chelsea, que prometeram analisar o caso. 
Ele disse esta semana: "Suponho que temos que aceitar que há adeptos  racistas em todo o mundo, que podem atacar-nos a qualquer momento, mas ainda assim, não é agradável".



Em todo o mundo e em todas as "raças" há racistas, mas realmente ninguém consegue aceitá-lo completamente. Aqui, Kevin Constant do A. C. Milan abandona o jogo, devido aos insultos motivados pela cor da sua pele:




Uma das manifestações mais ostensivas de supremacismo islâmico e do apoio esmagador dos maometanos à jihad/"guerra santa" foi a vaia monumental e os gritos de 'Allahu Akbar' com que os adeptos da selecção turca violaram o minuto de silêncio pelas vítimas do Massacre de Paris (Bataclan e Stade de France):


Na sequência deste episódio lamentável a UEFA proibiu mais minutos de silêncio por vítimas da jihad islâmica... Um episódio entre muitos, na longa história de submissão da UEFA (e do Mundo Livre) ao islamismo.

O Chelsea tem acolhido muitos jogadores anti-semitas. É conhecido o hábito do maometano egípcio Mohamed Salah, de não apertar a mão a jogadores israelitas ou judeus:



Apesar dos constantes ataques terroristas islâmicos,  e do apoio esmagador dos maometanos, orgulhamo-nos de que no Mundo Livre os seguidores da "Religião da Paz" nunca sofreram represálias. No caso particular do futebol, a postura hostil dos jogadores maometanos é conhecida. Ver por exemplo:  
Benzema (o que não canta o Hino) volta a atacar...
Ribery, Benzema e Govou, foram seleccionados?

Há mesmo futebolistas maometanos  que mostram o seu apoio ao Nazismo dentro do campo, como é o caso do maometano e nazi Anelka:

Anelka faz a saudação neo-nazi.

Os jogadores maometanos (mesmo os apoiantes declarados da jihad, do supremacismo islâmico, do anti-semitismo) não são incomodados, nem sequer com insultos. Ainda bem que assim é, mas é interessante notar que a Europa continua a odiar os judeus, que sempre contribuíram para o bem-estar dos europeus; e a amar os maometanos, que sempre foram, como hoje, uma ameaça à nossa existência. 


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Lito Vidigal confirmado no Maccabi Telavive

Mais um treinador cá da terrinha no Médio Oriente. Desejamos a Lito e aos Macabeus as maiores venturas e esperamos que esta seja mais uma ponte entre Portugal e Israel, dois países que têm muito em comum

Via A BOLA:
«Vou para um clube fantástico» - Lito Vidigal
Apesar de muito reservado nos comentários sobre a sua saída do Arouca para o Maccabi Telavive, logo após o jogo com o Benfica, Lito Vidigal já abordou a mudança no site do emblema israelita. «Estou satisfeito e animado por representar um clube tão fantástico. Quero agradecer a todos, em especial o proprietário, Mitchell Goldhar, pela confiança que mostraram em mim. Posso prometer trabalhar incansavelmente para ter sucesso», anunciou.

Jordi Cruyff, diretor desportivo do Maccabi Telavive e filho do falecido astro holandês Johan Cruijff, também se congratulou com a aposta em Lito Vidigal. «Lito estava no nosso radar há já algum tempo. Traz conhecimento tático, ética de trabalho e a ambição ideal para um clube com as nossas aspirações. Creio que com o apoio de todos os adeptos, Lito ajudará o Maccabi a atingir as suas metas», resumiu.

O proprietário do Maccabi, o bilionário canadiano Mitchell Goldhar, 55 anos, projeta também futuro risonho para o treinador luso-angolano. «Há muito trabalho pela frente e acredito que o treinador se encaixa o nosso clube. Quero felicitá-lo e desejar-lhe sucesso na sua nova aventura.»


África, Portugal, Israel: Conheça Lito Vidigal
Iniciou a sua carreira de técnico pelos clubes mais modestos, e, ao longo das últimas temporadas, orientou clubes menos famosos de toda a Europa.
É uma nova era para o Amarelo & Azul, com Lito Vidigal nomeado Treinador Principal do Maccabi Tel Aviv. Em homenagem à sua chegada, decidimos dar uma primeira olhadela no homem que nasceu em Angola, África, mas cuja carreira tem sido principalmente em Portugal.
José Carlos Fernandes Vidigal, mais conhecido como Lito, nasceu em Luanda, Angola, em 1969. Vidigal jogou como defesa central durante a maior parte da sua carreira na Liga Portuguesa, principalmente pelo Campomaiorense e pelo Belenenses, onde participou em 144 jogos ao longo de sete temporadas. Também tem 16 participações na Selecção Nacional de Angola, incluindo a Taça Africana de 1998. Para os adeptos de trivia futebolístico, o seu irmão José Luis Vidigal jogou pela Selecção Nacional de Portugal.
Imediatamente após a sua aposentadoria como jogador, Vidigal decidiu iniciar a sua carreira de treinador em 2004. O angolano começou pelo fundo, e trabalhou até chegar ao topo da Liga Portuguesa, na última década. Começando pelo Pontassolense e pelo Ribeirão, na Segunda Divisão, e chegou ao topo em 2008, quando liderou o Estrela da Amadora e a União de Leiria, terminando a campanha de 2009/10 no 9º lugar.
Em Janeiro de 2011, Vidigal foi nomeado treinador da Selecção de Angola, e guiou os Palancas Negras na Taça das Nações Africanas. Infelizmente, a campanha foi interrompida, pois a equipa não conseguiu ultrapassar a fase de grupos, terminando em 3º lugar, com os mesmos pontos do Sudão, que continuou. A próxima paragem de Lito foi o AEL Limassol, de Chipre, em 2013, e na temporada seguinte retornou ao clube no qual deixou a sua marca como jogador, o Belenenses.
Após a temporada de 2014/15, na qual liderou o plantel até à Europa, Vidigal partiu para o Arouca, onde também guiou a equipa para uma aparição histórica nas competições europeias, após um quinto lugar na Liga. Começará agora a escrever o próximo capítulo da sua fascinante carreira em Israel, com o Maccabi Tel Aviv.
Boa sorte Lito!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Muçulmanos festejam derrota da França no EURO... esfaqueando portugueses!


O L'Équipe, timidamente, lá noticiou a forma como os colonos muçulmanos em França festejaram a derrota francesa.  Os festejos incluíram o ataque a adeptos portugueses, à paulada e à facada (6 foram hospitalizados, e um está em estado muito grave).

Euro 2016: Depois da vitória de Portugal, incidentes nos Campos Elíseos


Após o lançamento de projécteis e incêndios de contentores de lixo, a Polícia interveio repetidamente nos Campos Elíseos, na noite de domingo para segunda-feira.

Na noite de domingo para segunda-feira, nos Campos Elíseos, a celebração da vitória de Portugal foi perturbada por vários incidentes e marcada por uma grande confusão. Após a final, centenas de fãs portugueses reuniram-se ao pé do Arco do Triunfo, a pé ou de carro, entoando os seus cânticos, acenando com as suas bandeiras e soltando fumos e fogos de artifício, para comemorar o primeiro título internacional da sua equipa.
Mas, como já tinha acontecido antes antes em torno da fan-zone e perto do Trocadero, vários incidentes ocorreram e as forças de segurança intervieram em várias ocasiões, nomeadamente na sequência do lançamento de projécteis, foguetes e pirotecnia e fogos nos caixotes de lixo. Os incessantes ataques desta multidão estragaram a festa. Várias pessoas foram presas, e pelo menos uma pessoa ficou ferida.

Além dos fãs portugueses, a multidão era composta de muitos adeptos e grupos de jovens vestidos com as cores do PSG e de clubes ingleses, muitos deles brandindo bandeiras argelinas e marroquinas.

    "Um, dois, três, viva a Argélia!" gritam na frente dos fãs atónitos adeptos portugueses:



    - Remy Buisine (@RemyBuisine) 11 de Julho de 2016
L´Équipe via EUROPE-ISRAEL.

http://www.europe-israel.org/


A Imprensa portuguesa - submissa como poucas - continua a esconder que os autores das agressões aos adeptos portugueses foram colonos muçulmanos, e que o motivo foi, como sempre, o supremacismo islâmico e a natureza bárbara e colonialista do Islão. E assim, de negação em negação, a Europa vai morrendo de dia para dia.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

"O Futebol volta a ser Cristão" - Conclusão

Ronaldo e Messi 
Influência internacional
Internacionalmente, o Cristianismo é a religião dominante no futebol. Os dois monstros da bola, Cristiano Ronaldo e Messi, são católicos, e os sul-americanos são muito religiosos, muitos deles cristãos evangélicos. A tendência parece reforçar-se de uma geração para a seguinte.
Jogando no Estrangeiro, especialmente no sul da Europa, os jogadores franceses encontram um Catolicismo mais forte e integrado na vida dos clubes. Quando o Real Madrid ofereceu ao Papa Benedito XVII uma camisola com a inscrição "Benedito 16", Benzema também assinou, como todos os outros jogadores do Real.
Ao longo dos anos, jogadores emblemáticos usaram slogans cristãos após a vitória dos seus clubes em competições da Europa: Kaká (2007), Falcão (2011), David Luiz (2012), Alaba (2013), Neymar (2015). O fervor religioso dos brasileiros é visível no campo, com orações em acção de graças (vitória no Campeonato do Mundo de 2002, Taça das Confederações em 2009 ...) e até mesmo depois de uma derrota (o humilhante desaire dos 7-1 contra a Alemanha ). Gestos criticados pelas autoridades da FIFA e por alguns jornalistas (...).
Observamos o regresso da religiosidade, mesmo nas selecções de países seculares respeitáveis, tais como Inglaterra, Holanda ou Alemanha. Este interesse na fé por parte dos atletas revela uma necessidade universal de sentido e de pontos de referência, no mundo pouco sadio de futebol.


Um post nosso sobre o mundo pouco sadio do futebol:

Vão-se Qatar!


Em 6 de Junho, o jovem brasileiro Neymar, que ganhou a Liga dos Campeões com o Barcelona, ​​usou uma faixa na cabeça com a inscrição "100% Jesus", para celebrar a vitória. A inscrição foi depois censurada pela FIFA, no vídeo para a cerimónia da Bola de Ouro:
 

A chegada de jogadores internacionais ao PSG formou uma cultura cristã. O capitão e pastor brasileiro Marcos Ceará baptizou o seu companheiro de equipa Blaise Matuidi.
No PSG, onde a maioria dos jogadores é cristã, os franceses benzem-se antes de cada jogo: Yohan Cabaye, Lucas Digne, Blaise Matuidi. Não é um gesto banal, diz o último: "Eu não sou supersticioso, eu sou crente".

***
Estamos a  testemunhar o surgimento de uma fé cristã mais assumida entre os futebolistas, ainda que pouco predispostos sociologicamente. Os franceses são menos demonstrativos do que os seus compatriotas da América do Sul, mas este fenómeno é tão novo que ainda vai a tempo de se aprofundar. Sinais da cruz, tatuagens e declarações não fazem o homem, mas mostram que assumirem-se como cristãos já não é motivo de vergonha para os futebolistas franceses.

Livros sobre o assunto: « Racaille Football Club » de Daniel Riolo (2013) e « Dieu Football Club » de Nicolas Vilas (2014) relatam testemunhos interessantes, mas não os mais recentes desenvolvimentos religiosos.
© Gaïa para www.Dreuz.info
Fonte : Gloria.tv

NOTA NOSSA: Achámos por bem traduzir este artigo, mas não por proselitismo religioso, já que o nosso blog não tem filiação religiosa. A nossa intenção foi a de partilhar este retrato animador da reacção à islamização da Europa. Neste momento tão grave em que se joga a continuação da nossa Civilização, as forças do Bem devem ser unidas, encorajadas e louvadas.

terça-feira, 12 de julho de 2016

"O Futebol volta a ser Cristão" - 3

Continução de:

"O Futebol volta a ser Cristão" - 1

"O Futebol volta a ser Cristão" - 2

Recordando o Mundial do Brasil: "Os muçulmanos Ribery, Benzema e Govou, foram seleccionados, apesar de implicados num escândalo de sexo com uma prostituta menor. mas isso, já se sabe, só é grave se for o católico romano Berlusconi!".


"O FUTEBOL VOLTA A SER  CRISTÃO"


Explicar um fenómeno novo

O grande número de conversões permitiu a dada altura pressagiar um triunfo do Islão no futebol francês. O sociólogo Stéphane Beaud escreveu em 2011 (em jargão sociológico):
"Num contexto em que aumenta em certos bairros o número de filhos de argelinos ou marroquinos, que se tornaram o grupo maioritário em termos de morfologia social, estes conseguem impor mais eficazmente as suas normas religiosas e sociais, especialmente nesse momento de hesitação na definição da identidade que é a adolescência."
"Em bairros com alta (e crescente) representação de norte-africanos, é manifesta a maior visibilidade do Islão (mesquitas, açougueiros halal, etc.), a prática dominante desta religião, o controlo social ampliado do cumprimento das proibições e a conversão de grupos minoritários (pessoas originárias das Antilhas, os chamados "gauleses", etc.)".

Da autoria do escultor franco-argelino Adel Abdessemed, a estátua celebratória da cabeçada de Zinedine Zidane em Marco Materazzi, foi adquirida pelo Qatar, e deveria ser exposta no Museu Árabe de Arte Moderna, em Doha, numa exposição intitulada "A Idade de Ouro"...
Mas acabou por ser retirada, após uma campanha que a denunciava como "idolatria", que é interdita pelo Islão.
Escrevemos, a propósito:

O Fosso Civilizacional Ocidente x Islão 


Alguns anos mais tarde, o fenómeno oposto aparece: "Hoje, os jogadores católicos franceses interessam-se mais por Deus, e não se escondem. Eles seguem o exemplo dos muçulmanos e dos jogadores da América do Sul" - confirmou um dirigente de um clube que deseja permanecer anónimo.

A ostentação da religião pelos muçulmanos, provavelmente, "desinibiu" os outros. A religião tornou-se um assunto frequente, mais do que a política: "Os jogadores de futebol passam muito tempo em viagem, e conversam sobre religião e sobre as suas respectivas culturas. Eles são curiosos e abertos. Há muitas troca de ideias entre eles", disse o mesmo dirigente.
Trata-se de uma forma de reacção de identidade: se os outros jogadores se dizem muçulmanos, então o que somos nós? Não podemos dizer: "Nada". Então dizemos que somos cristãos.
Esta identificação é em parte o resultado dos excessos do Islão comunitário. O Mundial de 2010 foi o auge. O grupo dos convertidos tornou-se cada vez mais reivindicativo: Ribery, Anelka, Abidal.
O "francês" da equipa nacional, Yoann Gourcuff, foi desprezado por motivos étnico-religiosos,  foi condenado ao ostracismo. Sendo uma minoria, o branco deve ser assimilado e converter-se ao Islão (à imagem de Ribery), caso contrário permanecerá permanecem isolado. Ou então, pode identificar-se com outra comunidade de fé e reencontrar a sua cultura original. Este último desenvolvimento tem sido ajudado pelo testemunho de jogadores estrangeiros.

 (CONTINUA)

Veja o nosso post:

Anelka, a «vítima»


Anelka fazendo a saudação neo-nazi.

Veja também o post:

Ribery, Benzema e Govou, foram seleccionados?


em que mostrámos vídeos de jogadores franceses que se recusam a cantar o hino nacional (ou que riem e cospem durante o mesmo), que afirmam que não se consideram franceses e que protagonizam sucessivos escândalos (nomeadamente sexuais), e perguntámos:

"Alguns seleccionados odeiam a França.  Então, porque é que vivem e jogam lá?".

segunda-feira, 11 de julho de 2016

"O Futebol volta a ser Cristão" - 2

Continuação de:

"O Futebol volta a ser Cristão" - 1

Em 6 de Junho, o jovem brasileiro Neymar, que ganhou a Liga dos Campeões com o Barcelona, ​​usou uma faixa na cabeça com a inscrição "100% Jesus", para celebrar a vitória. A inscrição foi depois censurada pela FIFA, no vídeo para a cerimónia da Bola de Ouro.

"O FUTEBOL VOLTA A SER  CRISTÃO"
Não é raro ver jogadores franceses de origem Africana ou Caribenha falarem sobre a sua fé. É habitual, por exemplo, encontrar o atacante da Guiana Jean-Claude Darcheville na missa dominical.
É ainda mais impressionante ver jogadores franceses brancos afirmarem a sua identidade cristã. Estes jovens jogadores estão sociologicamente distantes da imagem do católico: eles não vêm de um meio 'selecto' ou do ensino superior, e têm os gostos musicais do seu tempo (rap para os mais jovens). Na França secular, a Igreja é uma pequena tendência. O que torna as suas profissões de fé inesperadas.

 Jean-Claude Darcheville

Debuchy: "Eu sou católico e praticante, mesmo não indo à igreja regularmente. Mas oro todas as noites pelos meus. Acredito profundamente em Deus e no que ele pode trazer para a minha família. Isto é o que eu peço nas minhas orações".

  
Mathieu Debuchy

Cabaye: "A minha fé é uma parte muito grande da minha vida. Tenho a sorte de viver uma vida bela, desportiva, humana e de família também. Eu tenho tudo o que quero, mas sei que, durante a noite, tudo pode parar. Agradeço a Deus pela vida que Ele me deu e peço-Lhe para continuar fiel e ser poupado da Mal. Sempre fui mais ou menos crente, mas cresço cada vez mais com a minha fé. Hoje eu não posso viver sem ela".
"A minha avó era crente. Em casa, sempre vi cruzes, imagens de Maria, Bíblias, mas ela nunca nos obrigou a professar a sua fé". Cabaye, que lê a Bíblia durante as viagens da equipa nacional de França, acrescentou: "Eu oro sozinho de manhã, à tarde, e à noite. E também leio livros para desenvolver a minha fé".

 Yohan Cabaye
Giroud: "Sou muito crente. A minha mãe apresentou-me à religião e escolhi ser baptizado católico. Aos 21 anos, fiz uma tatuagem no braço direito com um Salmo tirado da Bíblia latina, que significa: "'O Eterno é o meu pastor, nada me faltará'". (...)

 Olivier Giroud

Thauvin: "Sou baptizado, mas não éramos católicos praticantes, especialmente na minha família. Aos 13 anos, antes de um jogo, senti dores. Orei, e no dia seguinte já não sentia nada, e pude jogar normalmente. Desde esse momento, oro. Tento ir mais vezes à igreja, pelo menos nas principais datas. A religião é assunto pessoal, não costumo falar com os meus colegas de equipa sobre o tema".

 Florian Thauvin

Griezmann, falando das suas tatuagens cristãs: "Eu uso-as, porque na minha família somos todos muito religiosos. Eu sou religioso".
 Antoine Griezmann
Cabella, crente não praticante, falando do embarque do Menino Jesus de Montpellier: "Eu não esqueço de onde venho".
 Remy Cabella
Yohan Cabaye deu testemunho de sua fé na Notre Dame de Treille (que frequentou regularmente durante sua carreira de 10 anos no Lille) em plena Quaresma, um período que ele dedica "a viver um pouco Paixão do Senhor, estar tão perto quanto possível".
Estas declarações mostram níveis muito diferentes de prática, mas um desejo comum de se chamar cristão. Estes jogadores estão longe de ser todos exemplares, mas entre eles, os mais praticantes são também aqueles com o melhor comportamento.

 (CONTINUA)

(Podem estar longe de ser exemplares, mas estão muito acima dos múltiplos escândalos protagonizados pelos jogadores muçulmanos da selecção francesa - sexo com menores, chantagem, deslealdade para com o país que representam, etc., etc..).

Benzema (o que não canta o Hino) volta a atacar...



NOTA NOSSA: Depois de termos tido seleccionadores nacionais menos exigentes consigo e com os jogadores, em termos morais (e consequentes escândalos dentro e fora dos relvados), a  religiosidade de Fernando Santos parece ter contagiado a selecção nacional lusitana, que tem tido uma conduta exemplar. E acaba de se sagrar Campeã da Europa...