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domingo, 13 de maio de 2018

Boicote a Israel: Eurovisão e os nazis do Bloco de Esquerda



O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, em manifestação anti-semita e de apoio ao grupo terrorista Hamas, acompanhado do seu camarada Mamadou Ba, um senegalês instigador de ódio, que diz que a Europa é uma prisão a céu aberto, mas não se vai embora para o Paraíso. Na mesma manifestação estiveram outros bandidos, como o camarada Arnaldo Matos, apoiante entusiástico dos terroristas do ISIS.
Veja o que realçámos a amarelo no artigo abaixo, e confirme que o ataque a Israel vem agora do próprio Estado português. Das simpatias do Pofessor Martelo já sabíamos...

Por favor, visite o site do SOL, pois este artigo merece muitos cliques.


João Lemos Esteves


Confirma-se que o Bloco de Esquerda é o partido mais xenófobo e racista do sistema político português em sentido amplo.


1.Quando julgávamos que a política portuguesa já atingira o seu grau mínimo de decência e honestidade, eis que o Bloco de Esquerda (com a conivência – nunca é demais salientar – de uma parte hoje significativa do PS) consegue bater um novo recorde. Ainda se revela apto a deixar-nos perplexos com o seu radicalismo, fanatismo e ódio.
Ódio contra povos, ódio contra pessoas – ódio, enfim, pela diferença. Desta feita, o Bloco de Esquerda – que já não esconde que é um aliado convicto e incondicional do movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) que pretende aniquilar o Estado de Israel e o seu povo – resolveu andar a distribuir panfletos, no exterior do recinto do Festival da Eurovisão, apelando ao boicote à canção de Israel, interpretada por Netta Barzilai. O nome desta causa, sempre muito nobre, dos meninos do Bloco é mesmo “Israel, Zero Points”.
2.Mas o que indigna tanto os meninos radicais do Bloco? O facto de a música ser uma afirmação dos direitos das mulheres, um apelo à justiça social e à igualdade de oportunidades – realidades absolutamente deploráveis para os nossos bloquistas, os nossos vermelhinhos-júniores!
Direitos das mulheres? Fascismo! Igualdade de oportunidades? Direitolas!
Até porque é uma cantora israelita: por conseguinte, um cidadão ou uma cidadã israelita não pode lutar pelos direitos humanos, nem pela afirmação das mulheres – se é de Israel, só pode ser congenitamente pecaminosa! Se é de Israel, é para abater – eis a lógica dos nossos radicais vermelhos-júniores do Bloco de Esquerda.
Ora, confirma-se que o Bloco de Esquerda é o partido mais xenófobo e racista do sistema político português em sentido amplo (abrangendo quer os partidos com representação parlamentar, quer aqueles que não lograram representação institucional).
3.Porquê? Fácil: odeiam um povo, odeiam pessoas concretas (de carne e osso, não meras abstracções de que falam os teóricos políticos revolucionários de que tanto gostam), odeiam uma cultura – apenas pela sua proveniência geográfica. O Bloco odeia apenas porque provém de Israel.
O Bloco quer discriminar apenas em função da origem geográfica: dúvidas não subsistem, destarte, sobre o discurso racista, xenófobo e de apelo à discriminação do Bloco de Esquerda. Moralmente, o Bloco de Esquerda e a extrema-direita, de inspiração nazi (nacional-SOCIALISTA), são almas gémeas – ambos professam o ódio, ambos incitam à discriminação e à xenofobia, ambos vivem da exploração de narrativas perversas que criam para sustentação própria.
A razão avançada pelo Bloco de Esquerda – a mando, porque o Bloco de Esquerda é um partido com muitos “patrões”, embora o negue, do movimento BDS – é que uma eventual (e provável) vitória da canção de Israel significará “branquear a violência e o ataque aos direitos das mulheres de Israel, porque Israel é um Estado discriminatório”.
Discriminatório? Israel dispõe de uma Tribunal Constitucional que muitos reputam ser o mais activista do mundo na defesa dos direitos humanos (tendo sido seu Presidente uma das mentes jurídicas mais brilhantes à escala global, Aharon Barack); inclui, no respectivo ordenamento jurídico, leis contra a discriminação, ao nível das mais progressistas do mundo; garante liberdade de imprensa, liberdade de pensamento e expressão, o que contribui para a formação de uma opinião pública activa, exigente e deveras crítica; é uma democracia, sendo os titulares dos cargos políticos eleitos pelo povo; os direitos dos homossexuais são garantidos e efectivamente protegidos, as mulheres têm um estatuto de igualdade jurídica face aos homens.
Se a preocupação dos radicais do Bloco de Esquerda é, de facto, os direitos das mulheres – então, por que razão não defendem os direitos das mulheres palestinianas que são oprimidas no seu pais? Que têm um estatuto jurídico de inferioridade? Pois, isso já não interessa…
4. Na verdade, o que anima o Bloco de Esquerda é o seu sectarismo radical, o seu fanatismo xenófobo, o seu anti-semistismo que o equipara moralmente à extrema-direita nazi. Por coincidência, escrevemos no “i” da passada terça-feira que o anti-semitismo é o “Mein Kampf da esquerda portuguesa” – mal sabíamos nós o quão actual o referido texto se acabaria por revelar! O Bloco de Esquerda voltou a marcar pontos no campeonato do ódio, do apelo à discriminação e do anti-semitismo primário, próprio dos tempos que marcaram o período mais negro da história europeia.
Pior: tudo isto se sucede no mesmo dia em que a Caixa Geral de Depósitos vai patrocinar, através da Culturgest, uma iniciativa da BDS e de grupos de apoio à Palestina que foram criados à sombra do Bloco de Esquerda e da ala mais radical do PS (que hoje é maioritária). O objectivo da conferência é, tão somente, o de reiterar o ódio a Israel – apelando ao boicote económico, social, cultural e científico a Israel.
Reiterando que Israel não passa de uma criação capitalista diabólica, feita de gente que só pensa em dinheiro e em explorar os outros. Adolf Hitler não diria melhor. O Bloco de Esquerda marcará presença em peso na Culturgest – no entanto, a administração da Culturgest, que só pode ser, numa interpretação benévola, muito ingénua, continua a achar que o encontro é meramente científico e cultural.
5.Ora, convidamos os caríssimos leitores – e, já agora, a administração da Fundação Caixa Geral de Depósitos – a ler o artigo 13.º, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa: “ ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica ou condição social”.
O que é que o Bloco de Esquerda faz? Apela ao ódio, à discriminação a Israel e a todos os cidadãos provenientes de Israel, apenas baseada na proveniência geográfica – donde, o Bloco de Esquerda apela à violação do princípio constitucional fundamental da igualdade. E a Caixa Geral de Depósitos acolhe hoje uma iniciativa que tem como mote o apelo ao desrespeito da Lei Fundamental da República Portuguesa.
 Onde é que estão as autoridades? O que vão fazer as autoridades administrativas e judiciárias portuguesas? Provavelmente, nada – afinal, trata-se do Bloco de Esquerda. E ao Bloco de Esquerda, tudo - mas mesmo tudo! – é permitido. Para o Bloco, não há leis…
6. É curioso aqui recordar que o André Ventura por defender que a lei se deve aplicar a todos, inclusive à comunidade cigana, teve de ir depor ao Ministério Público. E a Comissão para a Cidadania e Igualdade apresentou queixa contra o candidato do PSD à Câmara Municipal de Loures por incitamento ao ódio.
E agora? Apelar à discriminação contra cidadãos apenas por provirem de Israel não é incitamento à discriminação? Os meninos do Bloco de Esquerda estão a cometer um crime (porque, neste caso, o que pretendem é uma verdadeira discriminação, sem qualquer fundamentação racional, apenas o ódio e o preconceito contra Israel) e um atentado a um princípio fundamental da Constituição da República Portuguesa.
Vamos aguardar com serenidade a reacção da Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial sobre este discurso de ódio do Bloco de Esquerda, em conluio com o movimento BDS (que, aliás, o Presidente Macron prometeu criminalizar e já tem a sua actividade interdita em alguns estados dos EUA, precisamente, pelo incitamento ao ódio que patrocinam).
7.Uma coisa é certa: a Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial terá que agir. Não mais poderá ficar calada, impávida e serena, como se nada fosse com ela. Temos de acabar de vez com esta bandalheira que é um país para o Bloco de Esquerda e para o PS – e outro país, mais limitativo e exigente, para os outros.
Já agora: o Presidente da República, que citou o artigo 13.º da Constituição no Parlamento, na segunda-feira, não tem nada a dizer?
Ele que até vai ao balneário do Estoril Open (mal o atleta tinha acabado de tomar banho!), que coloca no site oficial da Presidência uma foto com o atleta de toalha à cintura (caso único no mundo, por certo!) – não tem nada a dizer sobre o crescente discurso de ódio, anti-semita, em Portugal? Patrocinado, aliás, por um partido que é preponderante na actual solução governativa?
Caro Presidente Marcelo, já agora, conviria que se pronunciasse sobre assuntos que verdadeiramente…interessam!
8.Por último, resta-nos, com a nossa conhecida benevolência e crença nas capacidades humanas, desejar que o Bloco de Esquerda se regenere. Que possa deixar de estar refém do discurso da extrema-direita mais pura e dura.
Meus caros esquerdistas radicais, que Israel (o exemplo de democracia no Médio Oriente) deixe de ser o “Toy” dos vossos jogos de ódio, não sejam “stupid boys!”.
P.S – Já que não podemos votar em Portugal, votemos na Netta, até para dar uma lição de moderação e equilíbrio aos “boys” do Bloco de Esquerda e à ala do PS que é conivente com o ódio e a xenofobia!

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Os anti-semitas boicotam. Israel contribui para o bem da Humanidade. 



sexta-feira, 16 de março de 2018

A hipocrisia de Stephen Hawking

"As vivos devemos respeito, mas aos mortos devemos apenas a verdade".
- Voltaire

Stephen Hawking morreu. Como todas as pessoas, possuía qualidades e defeitos. As qualidades são conhecidas, e merecem profunda admiração. Infelizmente, Stephen Hawking era também um anti-semita, apoiante do grupo islamo-nazi BDS, que persegue e difama Israel.
Era também um hipócrita.
Mas o propósito deste post não é sublinhar os defeitos de Hawking. Tão-pouco é manifestar baixos sentimentos em relação a ele. É apenas lembrar que a inteligência, a cultura, a fama, o talento, o reconhecimento social, não são garantia de autoridade moral. O ódio contamina as mais notáveis qualidades.
Nota: ver post-scriptum.

 Stephen Hawking e a sua primeira Esposa

Paralisado por uma doença degenerativa, o controverso astrofísico britânico Stephen Hawking, que incitava o ódio contra Israel, morreu na quarta-feira aos 76 anos.
Em 2013, Stephen Hawking decidiu boicotar uma conferência israelita para protestar contra a ocupação de territórios em disputa, uma ocupação legal de acordo com as Leis Internacionais. O que o cientista não disse foi que se ele pôde comunicar, foi graças à tecnologia israelita, e ele não queria boicotá-la.
A sua hipocrisia foi imediatamente exposta, e ele foi ridicularizado por observadores que apontaram que o famoso cientista usava a tecnologia israelita no equipamento informático que lhe permitia funcionar.
Hawking, que sofria de uma doença motora neuronal há 50 anos, dependia de um sistema de base informática desenvolvido pelo ramo israelita da Intel, desde 1997, para se comunicar.
A Intel confirmou-o em comunicado de Imprensa. Justin Rattner, director de tecnologia da Intel Israel, disse em 2013:
"Temos um relacionamento de longa data com o professor Hawking. Estamos ansiosos para continuar a trabalhar em estreita colaboração com ele para melhorar o seu sistema de comunicação pessoal".
Que ironia! Foi através de um sistema de comunicação israelita que o professor Hawking conseguiu anunciar um boicote à ciência israelita e aos cientistas judeus. A China envia às famílias dos presos fuzilados a factura a bala usada na execução. Hawking pediu aos cientistas israelitas para lhe fornecerem a tecnologia que o ajudava a boicotá-los.
"A decisão de Hawking de se juntar ao boicote contra Israel é bastante hipócrita para um indivíduo que se orgulha de toda a sua realização intelectual. Todo o seu sistema de comunicações baseado em computador é executado num chip projectado pela equipa israelita da Intel. Eu sugiro que, já que ele realmente quer boicotar Israel, então também deve retirar o Intel Core i7 do seu tablet ", disse Nitsana Darshan-Leitner da Shurat HaDin.
Mas assim ele não poderia dizer às pessoas que boicotava Israel.

- Pamela Geller

Reiteramos o apelo a todos os inimigos de Israel e odiadores de judeus, para que boicotem o Estado judaico e tudo quanto venha dos judeus. Se possível no campo médico. Não sejam hipócritas, como o Stephen Hawking.

Olavo de Carvalho explica que o Stephen Hawking, apesar de inteligente, não era omnisciente nem perfeito:



POST-SCRIPTUM

Visto que este post está a despertar muito interesse, resolvemos completá-lo com um excerto do artigo "Stephen Hawking, as imperfeições de um grande homem":
(...) O seu brilho científico não se traduziu na compreensão dos aspectos morais e éticos da agenda árabe do ódio contra o povo judeu. As pessoas continuam a cometer o erro que Paul Johnson, um dos principais historiadores e autores britânicos, identifica fascinantemente no seu livro "Intelectuais". Johnson conta as histórias das grandes mentes dos séculos 18, 19 e 20, pessoas como Rousseau e Marx e Ibsen e Tolstoy e Hemingway e Sartre e Orwell e Baldwin e Chomsky e outros ... todos eles "sem excepção, eram pessoas miseráveis, ​​que viveram vidas deploráveis, ​​e muitas delas eram culpadas de depravação e severo comportamento anti-social".
Rousseau, que forneceu as ideias modernas de educação e a crítica do capitalismo, era paranóico, egoísta e tinha cinco filhos que mandou para um orfanato - onde a taxa de mortalidade era superior a 90% - assim que nasceram. Percy Bysshe Shelley, o grande poeta inglês, usou a poesia para espalhar mensagens políticas e morais - mas também se casou com uma garota de 16 anos, que quatro anos depois trocou por outra mulher, após o que a sua primeira esposa cometeu suicídio. Karl Marx apoiou o proletariado, mas não teve nada a ver com ele. O único proletário que Karl Marx conheceu pessoalmente foi a pobre empregada que trabalhou para ele durante décadas e nunca foi paga pelo seu trabalho, excepto em alojamento e comida, e dois dos seus três filhos suicidaram-se. Tolstoi - o autor mestre de Guerra e Paz e Anna Karenina - costumava sair com prostitutas, sofria de doenças venéreas, era promíscuo e viciado em jogo.
Depois de estudar a vida dos génios mais brilhantes das gerações passadas, Johnson chega a esta conclusão notável: "Cuidado com os intelectuais. Não só eles devem ser mantidos longe das alavancas do poder, eles também devem ser objecto de suspeita particular quando  se propõem oferecer conselhos colectivos".
Génios também têm limitações. Não sugiro que Hawking fosse igualmente culpado de falhas morais pessoais. Quero enfatizar, no entanto, que um cientista tão grande quanto ele, também tinha um ponto cego. O seu brilho não lhe impediu o anti-sionismo, senão o anti-semitismo. Mentes brilhantes podem cometer erros estúpidos. E o facto de que Hawking tomou partido pela causa árabe é tão insignificante no sentido moral como os anúncios publicitários de uma determinada marca de carros preferida por uma actriz bem conhecida. O brilhantismo não se estende necessariamente a outras fronteiras de sabedoria além da própria especialidade. (...)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Opinião: Espanha clama pela "solução de dois Estados", mas não na Catalunha


A Espanha continua a pressionar por uma "solução de dois Estados" - mas apenas na Terra de Israel, não na Catalunha.

Por: Jeff Jacoby, The Boston Globe

No referendo de 1 de Outubro, o povo da Catalunha votou esmagadoramente a favor da independência em relação à Espanha, a nação que ocupa a sua terra natal há gerações. Madrid fez tudo o que pôde para evitar que a Catalunha legitimasse a sua busca pela independência por meio do referendo, incluindo o envio de milhares de soldados para bloquear os locais de votação. Na violência que se seguiu, os eleitores foram espancados com bastões, arrastados pelos cabelos e alvejados com balas de borracha. Cerca de 900 civis foram tratados devido a lesões.
Desde o ataque do dia das eleições, o governo espanhol duplicou a sua oposição à autodeterminação catalã. O primeiro-ministro Mariano Rajoy, que invoca o artigo 155 da Constituição espanhola, reivindica o direito de demitir os funcionários eleitos da Catalunha e assumir o controle directo de Madrid. Um ministro advertiu na segunda-feira que a Espanha usará a força, se necessário, para obrigar a Catalunha a submeter-se.
Porquê tal hostilidade para com o anseio catalão de autodeterminação? O povo da Catalunha é uma população distinta, com a sua própria cultura, língua e costumes. A sua soberania não deve ser conferida pacificamente, em vez de lhe resistir brutalmente?
Por outras palavras:  Espanha não deve aceitar uma solução de dois Estados? 
Afinal, o governo espanhol proclama sem hesitação o apoio à soberania 'palestiniana'. Os líderes da Espanha, como a ex-ministra dos Negócios Estrangeiros, Trinidad Jimenez, insistem em que a chave para a paz no Médio Oriente "depende da convivência de dois Estados". Em 2014, os legisladores espanhóis adoptaram uma resolução que reconhece a 'Palestina' como um Estado e exortando a União Europeia a fazer o mesmo.



Da mesma forma, a China apoia os 'palestinos', mas não os tibetanos
O mesmo se passa com a China. Em Julho, o presidente chinês, Xi Jinping, acolheu Mahmoud Abbas em Pequim e aprovou uma "solução da questão 'palestina' com base na solução de dois Estados". Mas, em nenhuma circunstância, a China contemplará uma "solução de dois Estados" para os tibetanos, um povo antigo com uma identidade linguística, cultural e religiosa única.
O que acontece com a Espanha, o Iraque e a China, acontece com vários países do mundo. Muitas populações têm fome de soberania nos seus países tradicionais. Há movimentos para a independência na Escócia e na Córsega e em Taiwan, por exemplo, e entre os Tamils ​​do Sri Lanka, os Quebequenses no Canadá e os flamengos na Bélgica. Em nenhum desses casos, as potências mundiais e as organizações internacionais apelam para uma "solução de dois Estados". Pelo contrário: a pressão internacional geralmente vai contra os movimentos de independência, por mais dignos que sejam.
Somente quando se trata de 'palestinos', a comunidade internacional fica obcecada por uma "solução de dois Estados". E não é porque os 'palestinos'  estejam qualificados para a soberania. A Autoridade Palestina, disfuncional, violenta e corrupta, é totalmente inadequada para criar um Estado.
A agitação sem fim para criar um Estado 'palestino' é um reflexo da eterna inquietação do mundo com os judeus - e, desde 1948, com o Estado judeu. Se os 'palestinos' vivessem na Espanha, no Iraque ou na China, não teriam mais apoio internacional do que os catalães, os curdos ou os tibetanos. Provavelmente teriam até muito menos.
As nações obtêm a independência por vários meios. Existem critérios legais formais para alcançar a independência, mas o Direito Internacional desempenha um papel muito menor no nascimento de novas nações do que a política de poder e a força militar. A qualidade de Estado não é adquirida através da repetição sem sentido do chavão "Solução de dois Estados!", mas através de trabalho, paixão, paciência, diplomacia e sorte excepcional.
Mesmo assim, não há garantias. Os judeus esperaram 2.000 anos para terem um Estado próprio. Os catalães, os curdos e os tibetanos esperam ainda.

- Via UNITED WITH ISRAEL. Publicado originalmente no Boston Globe. Destaques nossos.


Mapa de Israel (a amarelo, quase impossível de ver) cercado de países Árabes/Muçulmanos (a encarnado) que simplesmente não toleram a existência de judeus, e muito menos de Israel, que já existe há milénios, muito antes de qualquer país islâmico ter sido criado (sob as cinzas dos povos conquistados e exterminados).

 Veja também:

O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel


E a nossa secção MITOS SOBRE ISRAEL.


NOTA: O nosso blogue está a ser sabotado, não sabemos por quem, porque não temos capacidade nem dinheiro para apurar tal coisa. Se lhe interessa algum artigo ou vídeo em particular, vá guardando, porque isto é capaz de estar perto do fim. Obrigado.

terça-feira, 17 de maio de 2016

UNICEF ao serviço do terrorismo islâmico


Vivemos os tempos do Fim. As forças do Mal (islamistas, comunistas, nazis, fascistas, etc.) cerram fileiras, e usam de todos os estratagemas para intoxicarem a opinião pública e espalharem a mentira. Controlam a Imprensa, as Universidades, e apossam-se de organizações cuja imagem positiva usam para levar a cabo os seus intentos: o assalto final à Democracia e à Liberdade. Vivemos a Batalha Final.

UNICEF, AGENCE FRANCE-PRESS E OUTROS ISLAMONAZIS
Doutrinação das crianças muçulmanas no ódio aos judeus - não preocupa a UNICEF! O que UNICEF quer é que morram mais crianças israelitas!

A aliança estratégica entre as organizações não governamentais (ONG) anti-Israel e a Imprensa, é evidente em mais uma peça de propaganda da famigerada AFP/ Agence France Press:  
Israeli security forces ‘killed 25 Palestinian children’ in three months, UNICEF says.”  - "Vinte e cinco crianças palestinas foram mortas nos últimos três meses de 2015, durante uma onda de violência, diz a UNICEF".
Traduzimos parte desta peça de propaganda neo-nazi:
 "Um relatório da UNICEF disse que a organização está preocupada com o uso excessivo da força em incidentes onde crianças palestinas foram mortas a tiro pelas forças de segurança israelitas, depois de supostamente realizarem ataques por esfaqueamento.
A UNICEF  disse que mais de 1.300 crianças palestinas ficaram feridas durante o pico dos ataques, quase todos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, enquanto três crianças israelitas ficaram feridos na Cisjordânia e em Jerusalém Ocidental."
 
Isto é, obviamente, uma mentira atroz! Na nossa secção INTIFACADA, temos mostrado o incitamento dos clérigos e dos líderes terroristas (com destaque para Mammoud Abbas, o querido do Ocidente). Temos mostrado os vídeos dos ataques, as celebrações das mães dos terroristas quando os filhos são abatidos pela Polícia. Temos mostrado os judeus assassinados.

LEVA FACADA E É ACUSADO DE "TERRORISMO"!

Houve até um caso em que um israelita retirou a faca que o terrorista lhe cravou no pescoço e abateu o atacante, impedindo assim que ele atacasse mais inocentes. A Imprensa islamista - e a Imprensa em geral - relataram o caso como um acto de "terrorismo cometido por Israel":


Diariamente carregamos os vídeos das matanças levadas a cabo pelos terroristas islâmicos ditos "os palestinos", e diariamente eles são deitados abaixo por um YouTube também conivente com o terrorismo.
 Por favor, assine a nossa carta para Emmanuel Hoog, o CEO da Agence France-Presse (AFP)

Este é dos poucos vídeos que ainda subsistem, mas um dia destes também será alvo da censura islamofascista - é isto que as crianças muçulmanas são ensinadas a fazer desde o berço - matar judeus, aspiração máxima de qualquer muçulmano. Crianças tentam matar judeus no comboio:


Meninos terroristas


Isto entusiasma qualquer Che Guevara das retretes da Estação de Santa Apolónia, co'a breca!!!

O relatório de que vos falamos hoje é atribuído à UNICEF, mas a organização nazi-friendly AFP não diz que é apenas mais um boletim trimestral de propaganda, produzido por um "grupo de trabalho" liderado pelo UNICEF, que inclui um verdadeiro catálogo de ONG's com uma vasta história de actividades anti-semitas e anti-Israel:

O que a UNICEF, a AFP, e outras ONG's islamófilas, terroristófilas, islamistas, e anti-semitas afirmam, é que os terroristas que as forças de segurança de Israel abateram durante a presente INTIFACADA são "criancinhas inocentes", abatidas ao acaso, pelas ruas.

Uma estratégia cansada, mas que resulta junto da opinião pública. Por exemplo, na Operação Protecção-Limite, os terroristas que Israel abateu, foram quase todos contados como criancinhas inocentes. Há gente que acredita, porque se a UNICEF e a AFP dizem, então é verdade!

É o caso desta doce criancinha, tão fofinha, a cheirar a pó de talco:

Gaza - o "civil inocente" do dia

Por favor, assine a nossa carta para Emmanuel Hoog, o CEO da Agence France-Presse (AFP)

 UM EXEMPLO

Dafna Meir foi uma das muitas inocentes assassinadas por uma dessas encantadoras "criancinhas", um desses heróis que a Imprensa tanto ama. 

Aqui em baixo, o viúvo e os filhos órfãos, que provocam indignação, porque não foram a correr meter o pescoço à disposição da doce criancinha "palestina":

Dafna Meir era uma pessoa. Sabia?

Para a Imprensa, para a ONU, para a generalidade dos políticos e dos analistas, Dafna não era uma pessoa. O terrorista assassino e que é "a vítima":

 Manchetes Assassinas 


Por favor, assine a nossa carta para Emmanuel Hoog, o CEO da Agence France-Presse (AFP) 

 

OUTRO EXEMPLO

Os judeus não apenas são assassinados, como ainda são acusados de matarem criancinhas, exactamente como na Idade Média, quando eram queimados na fogueira - e ainda assim acusados de serem eles os assassinos!

Esta outra "criancinha" pede indicações a um segurança, retira um facalhão da mala e tenta assassiná-lo:



O segurança sacou da pistola e alvejou a terrorista.
Foi mais um ataque da presente ofensiva terrorista em Israel.
Os cabeludos do Bloco de Esquerda, os Estalinistas do Partido Comunista, as jornaleiras da Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público, os cripto-nazis do pasquim "O Diabo", os cabeças-rapadas nazis, e a Imprensa em geral, gritaram em coro indignado: "MULHER ÁRABE É ATACADA A TIRO POR ISRAELITA".
E as pessoas incautas de todo o mundo resmungaram, enquanto engoliam mais uma garfada de comida: "Lá estão os malvados dos judeus a matar gente inocente...".
O mega-terrorista e oligarca corrupto Mahmoud Abbas foi mais uma vez rosnar que se tratou de mais um "crime de guerra de Israel". E a ONU apoiou-o.
 Foi o que relatámos em:

Cá Vamos Cantando e Rindo

MAIS UM EXEMPLO, MAIS UMA INOCENTE CRIANCINHA:

 

  Uma criancinha inocente que só matou dois judeus, benzódeus!

O terrorista Muhannad Halabi enterneceu o coração do mundo. E sabe porquê? Porque ele, na sua inocência de criança, matou dois judeus, o rabino Neemias Lavi, 41 anos, pai de sete filhos, e Aaron Bennett, 24 anos, pai de um. Adelle Bennet, a Esposa, ficou ferida no ataque

O terrorista, a "criancinha", foi naturalmente abatido, ou continuaria a esfaquear. A UNICEF e a canalha da extrema-esquerda, islamista e neo-nazi, chora baba e ranho - pelo terrorista, obviamente!

O monstro que pariu este terrorista assassino, cantando de alegria pela morte do seu rebento:


 

Mãe de terrorista abatido canta de alegria


Isto enternece qualquer militante de Esquerda!!!

TINHA 19 ANOS, COMO ALGUNS TERRORISTAS:

O jovem Binyamin Yakobovich, de 19 anos, agente da Polícia Fronteiriça de Israel, morreu, na  sequência dos graves ferimentos recebidos quando foi atropelado em mais um ataque terrorista.


Binyamin Yakobovich

Para a UNICEF, para a AFP, esta vida não tem valor. Tinha a mesma idade das "criancinhas" que tanto enternecem os admiradores do terrorismo islâmico. Mas este, que foi assassinado pelos terroristas, é o mau!

Binyamin tinha 19 anos


Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!

Isaías 5:20


 ISRAEL VIVE!


E CONTA CONSIGO! 

Por favor, assine a nossa carta para Emmanuel Hoog, o CEO da Agence France-Presse (AFP)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

VÍDEO - Como a polícia israelita lida com as excursões de neo-nazis

Cortesia e profissionalismo das Forças de Segurança de Israel 

Como há alguns anos aqui mostramos, com inúmeros vídeos, há excursões de extrema-esquerdistas e islamistas a Israel, propositadamente para irem provocar os polícias e os militares israelitas, na esperança de obterem alguma reacção que possam filmar e usar para caluniar e denegrir Israel.
Quando não conseguem ser detidos por injúrias e agressões às autoridades, costumam pelo menos obter vídeos que podem intitular poeticamente como "palavras contra armas". Gostávamos de os ver fazerem o mesmo em qualquer outro país do Mundo - sobretudo nos países islâmicos e comunistas, que eles tanto adoram!
Há até quem faça vida profissional dessa actividade, quer entre os terroristas quer entre a extrema-esquerda e jornaleiragem Ocidental.

Só os agentes da autoridade israelitas têm que suportar este tipo de provocações sem poderem reagir.
Neste vídeo, podemos ver um grupo de anti-semitas de extrema-esquerda que queria atravessar um posto de segurança na Judeia e Samaria, em Israel, enquanto provocava o pessoal de segurança, recusando-se a responder a perguntas padrão.
O bando nazi filmou todo o encontro, a fim de desacreditar as forças de segurança israelitas.  O agente policial de Israel lidou com a situação da maneira mais profissional e educada imaginável.  
Como amigos de Israel, não nos parece que esta seja a melhor política. Israel não tem qualquer obrigação de suportar no seu território apoiantes do terrorismo islâmico e antissemitas como estes. Connosco no poder, os lobitos iam todos uivar para a casa da mãezinha deles. Não faziam Farinha!

 

P.S. - Ainda agora: notícias de mais um ataque contra judeus, frustrado pelas forças policiais . Desta vez foi nos Estados Unidos. Há dias foi em Itália, onde alguns muçulmanos queriam atacar a Embaixada de Israel e o Vaticano. E é assim todos os dias. A maior parte dos casos nem chegam ao conhecimento público.
Parabéns, FBI! Obrigado, Forças de Segurança dos países livres e democráticos! Só os criminosos, os terroristas e os esquerdopatas (passe a redundância) é que não gostam da Polícia. As pessoas decentes são pelo Bem e contra o Mal. A Polícia existe para nos defender a todos do Mal.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

A Guerra contra a Páscoa

Na véspera das comemorações da Páscoa Judaica (a celebração que vemos retratada na famosa Última Ceia de Cristo):

 Moisés atravessando o Mar Vermelho à Frente do Povo Judeu.

A Guerra contra a Páscoa  

Quem são os judeus? Uma religião? Uma etnia? Um povo? A questão assumiu uma urgência especial no nosso tempo. No centro do ataque anti-Sionista está a noção de que os judeus não são um povo, mas apenas uma fé. Essa premissa é normativa em todo o mundo Árabe, e especialmente no movimento nacional palestino, cuja totalidade das facções - da Fatah ao Hamas - negam a existência de um povo judeu distinto, com direito de soberania nacional.

O ciclo do ano judaico conta uma história diferente. A Páscoa celebra o nascimento do Povo Judeu, o início de uma narrativa histórica coerente. Shavuot, dois meses depois, celebra a entrega da Torá no Monte Sinai, imprimindo o Povo Judeu com um caminho distinto para Deus. Os judeus, então, são um povo com uma fé específica. Nessa ordem.

O Seder (Ceia) da Páscoa reforça implicitamente essa hierarquia de identidades. O ritual essencial do Seder é a releitura do Êxodo - "Como se vocês mesmos deixassem o Egipto" – e a mensagem é: Não há Judaísmo sem o povo judeu e a sua História.

O meu antigo professor, o rabino David Hartman, observou que a definição de heresia judaica do Hagaddah nos oferece uma definição precisa da identidade judaica. A "criança má" do Hagaddah refere-se ao povo judeu como "tu" em vez de "nós". Ao contrário do Cristianismo e do Islão, por exemplo, onde a heresia é a rejeição da crença, para o Judaísmo, a heresia é a auto-exclusão da comunidade.
 

Como judeu religioso, acredito que o nosso relacionamento com Deus é o núcleo, a finalidade, da existência judaica. Acredito que a vida judaica contemporânea foi empobrecida pela diminuição do Divino, pelo abandono da busca do Deus vivo nas nossas vidas pessoais e colectivas.

E, no entanto, o próprio Judaísmo concede legitimidade ao primado da nacionalidade sobre a fé. A centralidade da nacionalidade na identidade judaica explica a estranha anomalia do judeu ateu. Cristãos ou muçulmanos que rejeitam a doutrina religiosa deixam de ser parte da sua comunidade de fé; não existe tal coisa como um ateu cristão ou um ateu muçulmano. No entanto, os judeus que rejeitam as crenças judaicas mais básicas, mas ainda se identificam com o povo judeu e os seus valores e o seu destino, são universalmente considerados entre os judeus como um de nós.

Paradoxalmente, é dada primazia à nacionalidade sobre a fé, para o bem da própria fé: o Povo Judeu é o portador do Judaísmo. E assim, a nacionalidade é uma categoria religiosa essencial.

A centralidade da nacionalidade para o Judaísmo, é explicada, em parte, pela diferença entre uma fé universalista e uma fé particularista. Todas as três religiões monoteístas compartilham o mesmo objectivo: a revelação da presença de Deus neste mundo. Mas o Judaísmo, mais uma vez, funciona de maneira um pouco diferente. Qualquer pessoa pode, naturalmente, converter-se, e tornar-se um judeu, mas o Judaísmo nunca foi destinado a ser uma fé universal, apenas a fé de um povo específico - cuja finalidade é ser uma vanguarda espiritual dentro da Humanidade para o seu resgate final. O Judaísmo é uma estratégia particularista para um objetivo universalista.
(A conversão é um meio religioso para o objectivo da união ao povo judeu. Rute, a moabita, protótipo do judeu convertido, disse a sua sogra, Naomi: "Teu povo será o meu povo, teu Deus será meu Deus." - nessa ordem).

No início, o Judaísmo Reformista tentou tornar o Judaísmo numa fé sem um povo e uma terra, mas, posteriormente voltou a uma compreensão mais clássica da identidade judaica. Mesmo os ultra-ortodoxos, que geralmente põem uma interpretação estrita da lei judaica acima do bem-estar do povo judeu, aceitam a nacionalidade como um princípio religioso nuclear.


 O Seder culmina com a afirmação: "No próximo ano em Jerusalém", um lembrete de que a História Judaica que começa no Egipto termina na Terra de Israel. Um povo específico ligado a uma terra específica, para o bem supremo de todos os povos e todas as terras.

Vista do Domo da Rocha, no Monte do Templo, na Cidade Velha de Jerusalém, em 29 de Setembro de 2015.

Esta semana, quando os judeus de todo o mundo se preparam para a Páscoa, a guerra contra a nacionalidade judaica - contra a própria Páscoa – teve um desenvolvimento particularmente feio. Uma resolução da UNESCO sobre Jerusalém negou qualquer ligação judaica com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações – o Muro foi identificado entre aspas, ao contrário do seu termo muçulmano, Al Buraq.

A resolução – apoiada, entre outros, pela Suécia, França e Espanha, cujos líderes professam amizade para com os judeus - dá legitimidade tácita à campanha de terror palestina dos últimos meses. Ignora o facto de que Israel proíbe os judeus de orarem no Monte. Que os grupos palestinos destruíram sistematicamente artefactos antigos judeus no local.

Mas acima de tudo, a resolução da UNESCO apaga-nos da nossa própria História.
Segundo a UNESCO, não houve templos no Monte do Templo, o Monte não é o local mais sagrado do Judaísmo, o Muro não é o coração da oração judaica. De todas as tentativas de nos destruir ao longo da nossa História, a campanha contra a História em si é a mais desonesta.

A Páscoa sugere esta definição dos judeus: Nós somos uma história que contamos a nós mesmos sobre quem nós pensamos que somos. O presente ataque à História Judaica é tão perigoso precisamente porque atinge o cerne da Páscoa. Se perdermos a História, o sentido da justeza básica da nossa narrativa, vamos perder a essência do nosso ser.


http://blogs.timesofisrael.com/the-war-against-passover/
Yossi Klein Halevi - Times of Israel

19 de Abril de 2016