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sexta-feira, 24 de março de 2017

Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

Bélgica: Muçulmano que tentou esmagar infiéis levava  gás líquido, metralhadoras e facas no carro
O Daily Mail chama ao agressor um "muçulmano francês". Na verdade, ele mesmo negaria vigorosamente ser francês. Ele considera-se não um francês, não um europeu, mas um orgulhosos colono e um cidadão da umma global islâmica.


Há 1 ano, um massacre na Bélgica.  

Nos jornais, os comentadores, os especialistas, os opinadores, os jornalistas - os palhaços deste circo macabro, em suma - continuam a perguntar-se porque o que terá levado o terrorista de Londres, que "nasceu no Reino Unido, era casado, tinha filhos e era professor de Inglês", a atropelar uma multidão e degolar um polícia.
O facto de o ISIS ter reivindicado o ataque, o facto de ele ser um muçulmano  a cumprir o dever de guerra santa, o facto de ele ter várias condenações anteriores por ter atacado "infiéis", passa ao lado das "análises".
É como se durante a Segunda Grande Guerra tentássemos analisar as acções das tropas alemãs excluindo à partida a ideologia nazi. 


Entretanto, mais um ataque com carro e faca, um dia depois do de Westminster (e de vários ataque menos falados*).
* Por exemplo: 
"Polícia belga abate terrorista muçulmana. E se fosse em Israel?"
Mais um muçulmano que pega num carro carregado com armas e explosivos e carrega sobre a multidão de "infiéis". 
Porque terá sido? Qualquer análise que inclua o Islão como motivação deve ser à partida excluída porque é "racista" e "pode provocar o ódio". E que Alá nos livre de "provocar o ódio"!!! Mais depressa nos deixaremos todos esmagar e degolar, mais depressa daremos as nossas mulheres e filhos para escravos sexuais dos islamistas, do que correremos o risco de sentir ódio!!! Crescente Credo!

"Muçulmanos francês preso após tentar atirar um carro carregado com gás líquido, metralhadoras e facas contra a multidão, a alta velocidade numa movimentada rua comercial de Antuérpia"
de Gareth Davies, Mailonline, 23 de Março de 2017:
(...) A polícia belga, que confirmou que mais pessoal de segurança havia sido enviado para a área, disse que o carro ia a alta velocidade e que os pedestres tiveram que fugir para evitar ser atingidos.
(...) O ataque ocorre apenas algumas horas depois de três pessoas terem sido mortas em Londres por um terrorista que atropelou pedestres e ciclistas nas imediações do parlamento, antes de apunhalar um polícia até à morte.
(Nota nossa: já são quatro, as vítimas mortais)
A polícia belga prendeu o homem, chamado Mohamed R, de 39 anos, esta quinta-feira, depois de este ter tentado atropelar a multidão a alta velocidade, numa área comercial na cidade portuária de Antuérpia, por volta das 11 horas.
O suspeito, que não foi confirmado como um muçulmano, mas que tem o nome do profeta dessa religião e é dito ser um dissidente norte-africano, usava um camuflado quando foi preso. 
Forças de segurança belgas encontraram uma metralhadora e outras armas (...) no carro. 
O Ministério Público Federal também disse que as unidades de desactivação de bombas estavam no local para examinar o veículo. 
"O suspeito é Mohamed R, nascido em 8 de Maio de 1977, de nacionalidade francesa e residente na França", disse o comunicado.


Porque será que este tunisino a viver à custa do contribuinte francês, de nome Mohamed, fez este ataque em nome do ISIS? Eis uma pergunta misteriosa, que provavelmente nunca será respondida... Possivelmente foi devido ao aquecimento global. Ou ao Donald Trump e à "escalada do populismo". Talvez tenha sido por ser Sagitário com ascendente Peixes.


Aliás, daqui a uma semana já ninguém se lembra. Haverá novos ataques para fazer esquecer os anteriores, e os "especialistas" do costume ruminarão as mesmas banalidades durante horas a fio, iludindo a QUESTÃO ESSENCIAL. É para isso que são pagos.

 A VOZ DO SENSO-COMUM:




Mesmo quando os próprios muçulmanos explicam com todas as letras ao que vêm, há quem ache que é nosso dever acatar e submeter-mo-nos:

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Polícia belga abate terrorista muçulmana. E se fosse em Israel?

Em cima, as autoridades belgas abatem uma terrorista. Em baixo, as autoridades israelitas abatem uma terrorista. Os belgas agiram bem. Os israelitas são "assassinos". O terrorismo é o mesmo.

22 de Agosto, Uccle, Bélgica. Uma muçulmana desata aos gritos de "Allahu Akbar" e a atacar pessoas à facada (o "Islão nosso de cada dia"...).
A Polícia belga abateu-a. É o que a Polícia deve fazer quando terroristas se lançam sobre cidadãos inocentes.
Mas se tivesse sido em Israel, esta aplicação correcta do protocolo policial e do senso-comum, levaria o nome de "execução arbitrária":

Dois vídeos do mesmo ataque:

 

Vai fazer um ano que as lideranças islâmicas apelaram à intensificação da matança de judeus. Demos a essa campanha genocida neo-nazi a designação de INTIFACADA

Como sempre, a Comunidade Internacional regozija-se com a matança de judeus:

'Autoridade Palestina' manda degolar judeus e o Mundo aplaude

Por isso, porque o Nazismo continua vivo e recomenda-se, quando a Polícia de Israel faz exactamente o mesmo que a Policia da Bélgica, chove o ódio: 

Dia do Ódio a Israel na ONU - 1

Dia do Ódio a Israel na ONU - 2

Dia do Ódio a Israel na ONU - 3

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

"Ó Alá, aniquila os odiosos cristãos! Que não fique um único!"


"Ó Alá, aniquila os odiosos cristãos! Ó Alá, mata-os todos! Que não fique um único!"
Um rapaz de 15 anos andou pelas ruas de Verviers a gritar este e outros mimos, que incluíram preces ao deus Alá pelos terroristas islâmicos, para que dizimassem todos os "infiéis". (Se um não-muçulmano fosse gritar coisa semelhante num bairro islâmico, onde é que estaria agora?...).

O rapaz é filho de um imã pregador de ódio, que está sob ordem de expulsão ministerial, confirmou segunda-feira o secretário de Estado do Asilo e Migração, Theo Francken.
 

Tal pai, tal filho... Tais PAIS, tais FILHOS!
 
Sendo a classe profissional dos jornalistas constituída maioritariamente por gente de esquerda, não pode correr o risco de destruir a sua própria ideologia, pois conhecer a verdade sobre o islamismo destruiria a esquerda.

O GRANDE MISTÉRIO...
Vivemos uma situação deveras intrigante. Todos os dias, alegados "desequilibrados mentais", "jovens que se sentem excluídos", "jovens radicalizados por forças desconhecidas", e outros "casos isolados", assassinam, estupram mulheres e crianças, espancam, roubam, destroem, cantam o seu ódio à nossa Civilização.
Os líderes políticos e religiosos muçulmanos (como o pai deste rapaz de Veviers) encorajam, pregam e aplaudem publicamente o terrorismo, a jihad, o cumprimento do Islão à letra - e quem o não leva assim é morto, é o que o Alcorão prescreve!
 

E no entanto, temos uma elite pensadeira, que se acha sofisticada, e que continua, entre cafés e quilos de jornal I, Expresso, DN, Al-Público, a interrogar-se sobre as origens dos tais "casos isolados".


"Porque será que os muçulmanos nos andam a matar?..." - perguntam-se as pessoas cultas e sofisticadas, que são ateístas (obviamente, ou não seriam cultas e sofisticadas!) mas que acreditam que "Islão é Paz" como um dogma religioso!

Entendam isto de uma vez por todas:
A razão - a ÚNICA razão - para o terrorismo islâmico, é o Islão:

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão

  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

Não vamos sobrecarregar este post com mais informação. Os assassinatos à machadada, os espancamentos brutais, os atropelamentos, os bombistas suicidas, as violações de mulheres e crianças, os genocídios, os "infiéis" metidos em jaulas e queimados vivos, continuam. Em todo o Mundo. A Imprensa  convencional esconde-lho. Mas há quem o mostre:


sábado, 23 de abril de 2016

Bélgica - Muçulmanos dançaram para festejar massacre


O primeiro-ministro Charles Michel confirmou que houve muitas manifestações de apoio de muçulmanos aos ataques de Bruxelas.

"O Conselho de Segurança Nacional relatou manifestações de apoio aos ataques em diferentes partes do país. É um facto", confirmou no domingo Cauderlier Frederick, porta-voz do primeiro-ministro Charles Michel, citado pelo La Libre e pelo DH , em resposta às observações do Ministro do Interior, Jan Jambon, publicadas no sábado no jornal flamengo De Standaard.
(...)
Agora repare como o Primeiro-Ministro da Bélgica leva um puxão de orelhas dos muçulmanos,que assim demonstram que são eles, na prática, quem manda na Bélgica:
"Esses são factos que não podem ser negados por nenhuma forma de idealismo", disse o Primeiro-Ministro. Mas aos seus olhos, o Ministro do Interior não quis generalizar.
O Primeiro-Ministro Michel foi questionado pelos deputados socialistas Ahmed Laaouej e Emir Kir sobre as declarações do ministro Jambon, para saber se as subscrevia.
No final da tarde, depois de sair de uma reunião com o primeiro-ministro e os ministros seniores do governo, incluindo Jan Jambon, uma das organizadoras da marcha contra o terror, Fátima Zibouh, preferiu, no entanto, destacar o espírito construtivo da reunião.
Fátima Zibouh disse que preferia passar a mensagem de "valorização da diversidade cultural, em vez de me deter sobre sound bites que ferem, o que afectou a comunidade muçulmana e Molenbeek".
Fonte e vídeo
Portanto: os muçulmanos matam, festejam, e nós ainda temos que lhes pedir desculpas!
A Bélgica e a Europa, hoje, invadidas pelo cancro islâmico (ver texto abaixo).
O Ministro do Interior belga, o flamengo e nacionalista Jan Jambon, disse no sábado, 16 de Abril que "uma parte significativa da comunidade muçulmana dançou por ocasião dos ataques." 
Ele vê nesta ocorrência uma evidência do fracasso político de integração de estrangeiros na Bélgica, como explica na entrevista ao diário flamengo De Standaard. (...) "Eles atiraram pedras e garrafas contra a Polícia e a Imprensa no momento da prisão de Salah Abdeslam. Esse é o verdadeiro problema."
"Os terroristas, podemos detê-los, removê-los. Mas eles são apenas uma pústula. Debaixo há um cancro muito mais difícil de tratar. Podemos fazê-lo, mas não do dia para a noite", diz ainda o ministro, que afirma dispensar o "pensamento politicamente correcto" e "chamar os bois pelos nomes."

Jambon também explicou que o "perigo" relacionado com a radicalização dos jovens das terceira e quarta gerações de imigração está agora "muito profundamente enraizado", porque a Bélgica "ignorou os sinais de aviso durante anos" . [...]
Fonte
Atentado terrorista islâmico: Primeiro-Ministro ouve ralhar dos muçulmanos porque o seu Governo admitiu que os muçulmanos festejaram a carnificina!

Há um ano, o Fernando avisava que o Islão tinha a faca e o queijo na mão. De "caso isolado em caso isolado", a Europa sucumbe sob o terrorismo, sob a jihad, sob o Islão. Daqui a um ano falamos. Se ainda não tivermos ido pelos ares em mais algum "caso isolado".

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Molenbeek: 90% dos estudantes consideram terroristas de Bruxelas e Paris como heróis

 
 
Yves Goldstein, Chefe de Gabinete de Rudi Vervoort (Partido Socialista Belga), não poupou nas palavras em relação a alguns jovens muçulmanos. Citado pelo New York Times, ele também denuncia as políticas de integração dos últimos anos.
 
"As nossas cidades enfrentam um problema enorme, talvez o maior desde a Segunda Guerra Mundial. Como podem pessoas nascidas em Bruxelas ou Paris chamar heróis aos que que espalham a violência e  o terror? É uma pergunta que deve ser feita", diz ele.

Apologia do terrorismo

O Conselheiro Municipal (também do PS belga) vai ainda mais longe, nomeadamente com base em testemunhos de professores que trabalham em Molenbeek e Schaerbeek: "90% dos estudantes com idades entre 17 ou 18 anos de idade consideram os terroristas de Bruxelas ou Paris como heróis", disse ele, sempre citado pelo jornal americano.

Yves Goldstein (38) cresceu em Schaerbeek. Filho de um casal de judeus que fugiram do Nazismo, é líder do grupo socialista no Conselho Municipal de Schaerbeek. É também o chefe de gabinete de Rudi Vervoort, o Ministro Presidente da Região de Bruxelas.
 


Na manhã dos ataques terroristas em Bruxelas, Ivar Mol, professor belga, twitou: "Como é que uma pessoa pode continuar a ensinar, quando os alunos muçulmanos na nossa aula estão a festejar?". Em resposta, três polícias bateram-lhe à porta e pediram-lhe para "não para postar mais tweets  desse tipo."
 

(...) "Eu acho que há um grande problema com alguns dos jovens muçulmanos que mostram simpatia pelo Estado Islâmico. Não devemos fazer incidir a nossa atenção apenas sobre as dezenas de muçulmanos radicalizados que estão dispostos a realizar um ataque, mas especialmente sobre este grupo muito amplo de muçulmanos que não desaprovam os actos terroristas".

Para Goldstein, que fala sem reticências de um assunto sobre o qual o seu partido prefere não se aventurar muito, o modelo multicultural falhou: "Esta mistura de diferentes culturas em Schaerbeek e Molenbeek é um fracasso".
 
 

Uma raridade: um socialista que reconhece a realidade.
 

(...) Além disso, ele denunciou o surgimento de guetização dos bairros e a uniformidade étnica. "Há bairros onde os jovens não convivem senão com irmãos de fé islâmica, e que na escola apenas convivem com as mesmas pessoas. Que ligação têm eles têm com a Sociedade, com a verdadeira diversidade?", pergunta.

Sem querer estigmatizar o Islão, ele também aponta para a responsabilidade e mesmo a negligência da classe política. Ele reprova-lhes - incluindo-se a si mesmo - terem autorizado o crescimento de guetos onde a raiva, o crime e o radicalismo se tornaram comuns. "Um terreno fértil para os recrutadores do Estado Islâmico", concluiu.
 
 
EUROPE-ISRAEL - 7SUR7

Muçulmanos nas salas de aula europeias (pequena amostra):

 
Na cultura islâmica apenas a FORÇA é respeitada. O Humanismo é visto como sinal de FRAQUEZA. Daí a incompatibilidade insolúvel entre a civilização deles e a nossa.
Nas escolas islâmicas os jovens aprendem a desprezar e odiar os "infiéis", e os métodos pedagógicos são estes, e piores:
 


Lavagem cerebral em escola islâmica na Europa:
 


terça-feira, 5 de abril de 2016

Bélgica: "Judeus, lembrem-se do massacre de Khabar!"



Monstros sanguinários à solta na Europa. Adeus, Europa.

Bélgica: Quando os islamistas gritavam impunemente cânticos anti-semitas: "Judeus, lembrem-se do massacre de Khabar!" sob a bandeira de Daesh!

A Bélgica acordou agora para o grau de desenvolvimento do Islão radical. No entanto, as autoridades belgas deixaram os islamistas espalhar o seu ódio em bairros predominantemente muçulmanos.

Neste vídeo, de uma manifestação islamista em Borgerhout, perto de Antuérpia, um pregador exorta os jovens gritando cânticos anti-semitas, aos 14 minutos: "Judeus, lembrem-se do massacre Khabar!" (em memória do extermínio dos judeus pelo profeta Maomé). Tudo isto impunemente, perante as câmaras e os fotógrafos... enquanto exibem orgulhosamente a bandeira do Estado Islâmico.

O pregador islâmico em questão é um conhecido recrutador do Daesh, para a Jihad na Síria ... 

Como é que as autoridades belgas deixaram este tipo de pregadores do ódio actuar livremente?

Em França podem ver
-se as mesmas cenas, com cantos anti-semitas camuflados como "pró-palestinos", na frente de dezenas de polícias, que não se atrevem a intervir.





Enquanto foram apenas os judeus o alvo do supremacismo e do terrorismo, ninguém se preocupou. E mesmo agora, que os seres humanos propriamente ditos começam também a sofrer os efeitos da islamização, o Poder não se preocupa muito. Muitos Governos da Europa são-no graças ao voto muçulmano.

Também a ideia - bastante popularizada - de que se deixarmos os bárbaros aniquilarem os judeus eles nos pouparão, é errada. As autoridades europeias e a esquerdalhada dos media têm-se rojado aos pés dos islamistas e têm-lhes feito todas as vontadinhas, condenando Israel por este EXISTIR. Em vão. O Islão manda matar TODOS os não-muçulmanos.


http://www.europe-israel.org/

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Benjamin Natanyahu pronuncia-se sobre o atentado terrorista em Bruxelas



"Benjamin Natanyahu se expressa diante do recente atentado terrorista em Bruxelas. Não muitos lideres mundiais têm sobre os seus ombros um Estado sob constante ameaça de terroristas, e o que se passa entre Israel e seus vizinhos não se trata de uma "antipatia amigável" para ver quem joga melhor futebol, como o que acontece entre a Argentina e o Brasil. Para Israel, negociar com os países ao seu redor, é desenvencilhar soluções diplomáticas com os grupos terroristas no poder (Hamas; Hezbollah; etc) que se recusam a reconhecer Israel como nação soberana - e mais, promulgam a extinção do Estado Judaico. Natanyahu sabe o que esses grupos almejam mais do que ninguém, e por isso suas palavras são dignas de todo o crédito."
Tradutores de Direita

Muçulmano do Centro de Crise de Bruxelas diz que Israel não existe

ACTUALIZADO EM 1.4.2016:


 Funerais das vítimas israelitas dos ataques de Bruxelas

Esta não é a primeira vez que as autoridades belgas 'riscam' Israel do mapa em favor da "Palestina". Em Novembro de 2015, as autoridades fiscais enviaram uma carta para "Tel Aviv - Palestina".

Em Agosto de 2014, um médico de Antuérpia recusou-se a tratar uma mulher de 90 anos e um café nas proximidades de Liège afixou uma placa a dizer "Permitida a entrada a cães, mas não a Sionistas". Destes dois casos falámos neste blogue. Perto da Bélgica, em França, os polícias muçulmanos recusam-se a participar na protecção de sinagogas.

O áudio do telefonema (também pode encontrá-lo, por exemplo, AQUI):


Um voluntário judeu que dava assistência às vítimas israelitas feridos nos ataques terroristas islâmicos de Bruxelas na semana passada foi recebido com anti-semitismo, em vez de ajuda, pelo telefonista do Centro de Crise.

No incidente, que foi relatado pela primeira vez pela comunidade judaica belga Joods Actueel, foi solicitada assistência para ajudar a mover os feridos israelitas para um hospital em Israel.

O operador, que se identificou apenas pelo nome muçulmano Zakaria, disse ao voluntário judeu que as vítimas israelitas não poderiam ser enviadas de volta para Israel, que só poderiam ser enviadas de volta à "Palestina".

As família das vítimas ficaram chocadas com a resposta, dizendo que "A Bélgica está a ficar como o Irão".

O IPG, o Centro de Crise da Bélgica para os ataques de Bruxelas, dispensou o funcionário em causa na sequência deste incidente.

O que se segue é a tradução da conversa, conforme publicado pelo blog 'Novo Anti-Semita':

XXX: Boa tarde, o meu nome é XXX, sou voluntário no comité de coordenação judaica de Antuérpia. Estamos contactar-vos porque temos pessoas ... temos 2 pessoas da comunidade judaica que ficaram feridas nos ataques no aeroporto.
Centro de Crise: Sim senhor

XXX: Eles estão preparados para serem transportados de volta para Israel. Os nossos voluntários estão com eles e a cuidar de tudo, mas recebemos a informação do hospital de que precisamos de papéis especiais da Polícia para que eles possam deixar o país. Isso está correcto e devemos fazer isso? Pode dizer-me mais sobre isso?

CC: Isso está efectivamente .. Vou dar uma olhadela. Portanto ... eles vão voltar para a Palestina.

XXX: Palestina não, Israel.

CC: Sim, dantes chamava-se Israel, mas agora é Palestina, é claro.

XXX: Você poderia repetir isso de novo, por favor? Qual é o nome?

CC: Esse ... Palestina.

XXX: Posso saber o seu nome, por favor?

Cc: Claro, Zakaria.

XXX: E você só conhece a Palestina?

CC: Desculpe?

XXX: Você não conhece Israel, apenas a Palestina?

CC: Eu sei que os judeus foram para lá, que a Palestina os recebeu ... que há uma guerra entre Israel e Palestina, é claro. E a ocupação ... é o que está nas notícias.

XXX: Você pode responder à pergunta que fiz, ou não?

CC: Naturalmente, claro. Portanto, eles vão voltar para a Palestina assim que obtenham autorização. Pronto, anotado.

XXX: Posso saber o seu nome de novo, eu não entendi muito bem.

CC: Zakaria.

XXX: Zakaria?

CC: Está correcto.

XXX: Zakaria o quê? Qual é o seu sobrenome?

CC: Não sou obrigado a dizer.

XXX: OK.

XXX; Muito obrigado.

CC: De nada. Adeus.




- Se é novo nestas coisas,  esclarecemos que "Palestina" foi o nome da Terra de Israel quando esteve sob domínio Romano e Britânico. Os muçulmanos invadiram Israel em 1920 - como estão agora a invadir a Europa. Confira:

Mas afinal quem são os "palestinos"?


Leia ou releia também:

Muçulmana rasga bandeira de Israel na homenagem às vítimas de Bruxelas

Clérigo muçulmano espezinha memorial pelas vítimas de Bruxelas aos gritos de "Palestina!"

 

Os ataques terroristas islâmicos de Bruxelas têm exactamente os mesmos motivos que os ataques terroristas islâmicos em Israel: ódio aos "infiéis" e conquista das suas terras. Perante a impassibilidade das autoridades, diversos islamistas têm espezinhado e rasgado a bandeira de Israel nos memoriais às vítimas de Bruxelas e exposto a bandeira dos terroristas.

terça-feira, 29 de março de 2016

Federica Mogherini - Lágrimas de uma palhaça


Mogherini chora pelas vítimas belgas, mas não pelas israelitas
A Chefe da Política Externa da União Europeia, Federica Mogherini, não tem nenhum problema em apoiar o Irão ou os terroristas islâmicos que diariamente atacam Israel, e não derrama lágrimas pelas vítimas israelitas do mesmo terrorismo que atingiu a Bélgica. Mas soluça ao saber dos ataques do ISIS na Bélgica.
É patente a hipocrisia de Federica Mogherini, Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, que parece preocupar-se tanto com os Direitos Humanos. Os cristãos no Iraque, na Síria ou no Paquistão, os cristãos em África, os judeus em Israel, todos os "infiéis" do Mundo, não podem contar com uma geração de políticos de que a senhora Mogherini é emblema.
Ao facilitar o acordo nuclear com o Irão, Mogherini ajudou a que esse país, um dos principais abusadores dos Direitos Humanos no Mundo, continuasse a espalhar o terrorismo e o islamismo radical. Ao não condenar veementemente as organizações terroristas dos colonos islâmicos em Israel (pelo contrário - considera-os interlocutores normais), a senhora Mogherini promove o terrorismo islâmico global.
Não se pede que ela considere os israelitas e os judeus, os africanos ou os paquistaneses, como seres humanos, pois isso é impossível para ela e para boa parte da classe política. Mas, no próprio interesse e no das pessoas que aparentemente ela considera gente, é uma má jogada apoiar terroristas!


segunda-feira, 28 de março de 2016

Muçulmano espezinha memorial pelas vítimas de Bruxelas aos gritos de "Palestina!"

Mais um venerável muçulmano (com idade para ter juízo) leal e perfeitamente integrado na vida europeia :


Não é um desses jovens - coitadinhos - que, muito contrariados, só chacinam "infiéis" por causa do "Capitalismo", e de viverem em "bairros periféricos", e essas coisas que os analistas tão bem explicam (os portugueses em França viviam em barracos feitos de chapas de zinco, e nunca andaram a matar ninguém, mas os analistas é que sabem).

Muçulmano espezinha o memorial pelas vítimas da jihad em Bruxelas aos gritos de "Palestina!"

     Durante a homenagem aos mortos nos ataques terroristas da semana passada,
na grande praça de Bruxelas, um homem posicionou-se no meio da multidão e repetidamente gritou "Palestina!" e outros slogans jihadistas.

     Foi vaiado enfaticamente pela multidão  redor do memorial improvisado no sábado, cheio de flores, velas e mensagens escritas.

     Dana Regev, que capturou o momento em vídeo, observou que o agitador foi levado, o que mereceu uma salva de palmas daqueles que homenageavam as vítimas dos atentados terroristas de terça-feira no aeroporto e estação de metro de Bruxelas.
Fonte:  The Blaze

Depois de uma muçulmana ter rasgado a bandeira de Israeloutros terroristas têm feito o mesmo, demonstrando a monstruosidade da sua ideologia: ao mesmo tempo que vão FINGIR que homenageiam as vítimas (celebram longe das câmaras) não escondem o ódio que os leva a massacrar judeus em Israel:

Simbólico: Agora mesmo, em Bruxelas, os terroristas islâmicos pisam a bandeira de Israel e brandem a sua bandeira. O que fazem com Israel e com a sua bandeira, é o que fazem com o resto do Mundo: pisam-no, destroem-no, para o substituírem pela bandeira do Islão!

- O ódio aos judeus é o pilar maior do islamismo. E é assim, desde a fundação do Islão, há 1.400 anos. Os islamistas, e até os próprios autores dos ataques, afiançam e acreditam que foram os judeus que os fizeram. Obsessão, monomania, esquizofrenia.

POST-SCRIPTUM: O senhor que se pôs aos gritos, segundo diversas fontes, é um imã, um clérigo muçulmano.

domingo, 27 de março de 2016

Muçulmana rasga bandeira de Israel na homenagem às vítimas de Bruxelas


"O que a incomodou mais neste ataque terrorista foi o facto de a bandeira de Israel ter sido depositada em solidariedade com o povo belga. Esta é a essência da obsessão anti-Israel".
Um canal de Televisão francês, num serviço memorial realizado em memória das vítimas do terrorismo em Bruxelas, na Place de la Bourse, mostrou uma activista anti-Israel removendo e rasgando uma bandeira israelita que tinha sido colocada no local em solidariedade com as vítimas.

O canal de televisão francesa RTL exibiu as cenas durante o memorial de quarta-feira, mostrando a activista retirando a bandeira dentre várias bandeiras de outros países, amassando-a, rasgando-a, e depois escondendo-a sob uma bandeira "palestina". Assista à filmagem aqui:

 

"Obtive o vídeo de um estudante judeu, em Bruxelas, que assistia na TV à transmissão ao vivo do local do ataque", disse Ido Daniel, que lidera os esforços para combater o anti-semitismo, na União Nacional de Estudantes Israelitas.

"Assim que obtive o vídeo, divulguei-o nas redes sociais. Esta é a única maneira que temos para lutar e revelar os verdadeiros rostos desses activistas e no que eles se focam, num momento tão terrível", disse ele ao jornal israelita Yedioth Ahronoth.
A activista, acrescentou Daniel, "não se preocupa com as vítimas do terrorismo ou com a catástrofe que ocorreu na sua cidade apenas 24 horas antes. O que a incomodou neste ataque terrorista foi o facto de a bandeira de Israel fazer parte de uma manifestação de solidariedade com o povo belga. Esta é a essência da obsessão anti-Israel".

Por: JNS.org via UNITED WITH ISRAEL
Também em Espanhol.