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segunda-feira, 28 de março de 2016

Paquistão: muçulmanos assassinam 72* cristãos que celebravam a Páscoa

 

* Ontem escrevemos 53 cristãos, hoje actualizámos o título para 72, mas os mortos continuam a avolumar-se. Os feridos são às centenas. Enquanto isso, em Israel, milhares de cristãos nacionais e de todo o Mundo celebraram a Páscoa em Paz.
Os Taliban  assumiram a responsabilidade por mais esta tragédia e especificaram que os seus alvos eram os cristãos. O demónio fez-se explodir deliberadamente ao pé de um parque infantil, de modo a ceifar vidas de crianças. O Islão é a Religião da Paz, de facto!

Comentário de um utilizador do YouTube:
É chocante e terrível que muitos meios de comunicação ocidentais reportem este ataque terrorista sem reconhecerem que o grupo alvo são a minoria cristã, que celebrava a Páscoa. Este tipo de notícias politicamente correctas mostram a a falta de rigor, verdade e moral dos media.
Enfiam a sua agenda politicamente correcta e escondem a verdade - que os muçulmanos mais uma vez mataram cristãos no Paquistão - desta vez num domingo de Páscoa, quando as vítimas comemoravam a ressurreição de Jesus Cristo. Este grupos muçulmanos grupos que fazem estes actos repugnantes são gente cobarde e má, que pensam que matando os cristãos - que eles consideram adoradores de ídolos - vão para o Céu. Isto demonstra quão doentios são os ensinamentos do Alcorão, infelizmente. 
Outro utilizador comenta:
"Não podemos dar a outra face. Eles estão a matar-nos".
E outro ainda:
"Eu acho que as minorias do Paquistão devem adquirir metralhadoras AK-47 para se defenderem e ripostarem. Nenhum animal social e pacífico pode confiar nestes predadores que professam ser mais puros do que os outros".
Fazemos nossas estas palavras. Os media escondem que se tratou de mais um ataque islâmico. Do pouco que ainda vemos de TV, a notícia passou à pressa, no final dos noticiários, e mereceu menos atenção do que uma abóbora gigante no Entroncamento. Sobretudo, é preciso não antagonizar o Islão. "Senão é pior...".
Os cristãos e as outras minorias têm que começar a defender-se, pois as autoridades não os defendem.




"Tragédia atinge Lahore: Explosão no Parque Gulshan-e-Iqbal  mata 53 e fere 30 na Páscoa", First Post, 27 de Março de 2016:

"A área estava lotada porque os cristãos celebravam a Páscoa e muitas famílias foram passear para o parque quando a explosão ocorreu." (...)

    
A explosão ensurdecedora - aparentemente causada por um bombista suicida - ocorreu cerca das 18:30, quando o parque estava repleto de famílias, sobretudo mulheres e crianças, disseram as testemunhas em choque.


   
A área estava lotada porque os cristãos celebravam a Páscoa, e muitas famílias passeavam no parque quando a explosão ocorreu. O número de mortos ainda pode subir, pois há muitos feridos em estado crítico. Na verdade, jornal paquistanês Amanhecer twittou que o número de mortos foi de pelo menos 53.
O estado de emergência foi declarado em todos os hospitais do governo em Lahore, segundo o jornal.

   A
ARY News disse que cinco a seis quilos de explosivos podem ter sido usados na explosão, que foi ouvida numa grande parte de Lahore, capital da província de Punjab.

    
Alguns relatórios disseram que a bomba poderia ter sido afixada numa motocicleta estacionada ....

- Esta é uma notícia dentre as muitas que diariamente nos dão conta da matança dos infiéis, que decorre há 1.400 anos, desde o começo do Islão:

O TERRORISMO GLOBAL

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Bodes Expiatórios

São muito bonitos os prémios para Malala, mas continuamos a temer pelas retaliações contra outras meninas inocentes. Os taliban afirmam (como de costume), que o problema é que as pessoas não entendem a beleza do Islão.

 


Taliban: Malala ganha prémios por "trabalhar contra o Islão"
AFP, 10 de Outubro
  Miranshah (AFP) - Os taliban paquistaneses disseram esta quinta-feira que a activista adolescente Malala Yousafzai não tinha feito "nada" para merecer um prestigiado prémio de direitos humanos da União Europeia e prometeram tentar novamente matá-la.
    O Parlamento Europeu atribuiu o prémio Sakharov de direitos humanos à rapariga de 16 anos, que se tornou um embaixadora global pelo direito de todas as crianças irem à escola, desde que sobreviveu a uma tentativa de assassinato pelos taliban.

    Malala sobreviveu ao tiro na cabeça desferido por um pistoleiro em 9 de Outubro do ano passado, e é vista como a mais cotada candidata ao prémio Nobel da Paz, que será anunciado na sexta-feira .

    "Ela não fez nada. Os inimigos do Islão estão a premiá-la porque ela deixou o Islão e se tornou secular", disse o porta-voz dos Tehreek (taliban paquistaneses), Shahidullah Shahid por telefone de um local não revelado.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Malala não teme


 


 - Os taliban proibiram a escolarização das raparigas. Malala Yousafza, que declara não temer ninguém na sua luta pelo direito à instrução, contrariou a ordem. Os taliban consideram que a tentativa de assassinato não se deveu à sua luta pela instrução. Afiram que ela troçou do Islão ao desobedecer á ordem. Quata subtileza...

- Agora que Malala foi proposta para o Nobel, qual será a reacção dos taliba?

- Ainda há poucos dias, como aqui noticiámos, o movimento islamista Boko Haram ("Não à Educação Ocidental"), atacou um colégio na Nigéria. O número de mortos já vai em 65.

- Em Portugal continua a haver grupos étnicos que proibem ou limitam a instrução das raparigas, e que as casam antes da idade adulta. Nem as autoridades nacionais nem as europeias se preocupam com o facto, que, tanto quanto sabemos, é enquadrado nas "especificidades culturais" desses grupos.

- Entretanto, na Suíça, Maximilian Janisch, de 10 anos, entrou no curso de Matemática da Universidade de Zurique.
Tolerância: "Taliban dizem que vão tentar matar Malala Yousafzai novamente "

Dean Schabner e Christina Ng para a ABC News, 6 de Setembro:      
Os taliban não alvejaram Malala Yousafzai por causa da sua defesa da educação das raparigas, mas sim orque ela "atacou o Islão", e o grupo irá tentar matá-la novamente, se puder, disse o porta-voz oficial dos taliban no Paquistão à ABC News.

    "Nós alvejámos Malala Yousafzai porque ela atacou o Islão e fez piadas sobre o Islão; se a encontrarmos, vamos tentar matá-la e vamos sentir-nos orgulhosos da sua morte", disse Shahidullah Shahid à ABC News. "Nós não a atácamos por ela querer espalhar a educação na sua área, mas por fazer piadas acerca do Islão, e isso é motivo suficiente para a atacarmos."

    
Malala tinha 11 anos quando tomou posição contra os taliban. Tinha sido emitido um decreto que obrigava as escolas de meninas a fechar. Ela começou a defender o direito de ir à escola, a escrever um blogue anónimo para a BBC, e apareceu num
documentário do New York Times.
   O seu pai, Ziauddin Yousafzai, dirigia uma escola para meninas no Vale do Swat, e foi assassinado pelos taliban. A visibilidade e Malala colocou-a em risco.

    
Quando os taliban a atingiram, na manhã de terça-feira, 9 de Outubro de 2012, Malala viajava num autocarro escolar no distrito noroeste paquistanês de Swat.

    
Um homem armado chamou-a pelo nome e atirou três vezes.

    
A bala por pouco não atingiu o cérebro de Malala, que foi levada para o Queen Elizabeth Hospital, em Birmingham, Inglaterra, seis dias depois do ataque.
Passou quase três meses no hospital e precisou de várias cirurgias.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Outros tráficos de órgãos

"Uma multidão queimou vivos dois europeus – um deles francês – na ilha de Madagáscar e linchou um habitante local. Os três eram suspeitos de traficarem órgãos humanos depois de uma criança ter sido encontrada morta numa praia, informou a polícia."
Público

O assassínio de crianças em África para tráfico de órgãos e práticas feitiçaria de tradicional é conhecido. E faltam palavras para descrever tal horror. Estes homens, implicados ou não nesses negócios abomináveis, não tiveram direito a julgamento.

Ainda bem que este caso chegou à Imprensa mainstream. Uma opinião pública esclarecida faz avançar o Mundo. Outros casos, infelizmente, não chegam. Um exemplo:


"PAQUISTÃO - Após as bombas , as atrocidades contra os cristãos , o tráfico de órgãos sobre vítimas de Peshawar ?" 
Da Agenzia Fides , 27 de Setembro 


    
Karachi (Agência Fides) - Após o ataque bombista suicida que vitimou 80 pessoas na igreja de Todos os Santos, em Peshawar, a situação permanece tensa na sociedade paquistanesa. Os cristãos disseram que estavam "horrorizados" com os rumores que ligam as bombas em Peshawar ao grande problema do tráfico de órgãos. Segundo membros de ONGs e da sociedade civil no Paquistão, citados pela Fides, alguns dos "chacais", paramédicos presumivelmente locais, parecem ter aproveitado o alto número de mortos e feridos, para roubar os corpos das vítimas e explorá-los para o comércio ilegal de órgãos". "Se isto for verdade, significa que há criminosos que se aproveitam do sofrimento das vítimas cristãs de uma forma verdadeiramente uma blasfema e sacrílega", observa o padre Mario Rodrigues, um sacerdote de Karachi.

 

Depois  bombardeio da igreja cristã, os muçulmanos colheram os órgãos das vítimas

    
"Lançamos um apelo à para uma investigação séria por parte da polícia", conclui.

   
O Paquistão aprovou uma lei para regulamentar os transplantes de órgãos em 2010, para contrariar a sua reputação como
"destino líder"  para o turismo de transplante, e para acabar com o tráfico ilegal de órgãos humanos.
Após a aprovação da lei, o tráfico ilícito abrandou, mas em 2011 muitos casos de transplantes ilegais surgiram novamente. Em Julho passado, com base nos dados de um "negócio florescente", o Supremo Tribunal emitiu directivas pedindo ao governo provincial para agir e fazer cumprir a lei. 
De acordo com as investigações da Polícia, 42 centros médicos envolvidos em transplantes de órgãos ilegais foram identificados no Punjab. 
(Agência Fides 27/09/2013)

domingo, 29 de setembro de 2013

Saga de um muçulmano idealista

 


À saída da missa de domingo passado em Peshawar, os terroristas islâmicos paquistaneses mataram 80 cristãos. Durante a semana mataram 17 pessoas num ataque a um autocarro que transportava funcionários do Governo. Hoje chega a notícia de pelo menos 38 mortos em novo ataque. O número de feridos só nestes três ataques terroristas é incontável. O que querem os taliban (estudantes de Teologia islâmica)? A Sharia no lugar da Constituição, as leis islâmicas no lugar das leis civis.

Neste revelador artigo, um muçulmano paquistanês, idealista, tenta levar as pessoas a participar numa vigília pelas 80 vítimas cristãs do massacre da Igreja de Peshawar, domingo passado. Consegue angariar 40 seguidores, metade dos que morreram. Tenta então obter o apoio de um imã para condenar o ataque, e colhe uma desilusão. A esta hora, continua a tentar, e talvez consiga.
O que é pena é que, no Mundo Islâmico como no Ocidente, os esforços oficias se concentrem em condenar o debate e qualquer acção real contra as crenças e premissas que levam ao terrorismo islamista.
Que haja muitos muçulmanos moderados e conscientes como este, são os nossos votos, pois só com os moderados o terrorismo em nome do Islão poderá acabar:

"Eu pedi ao meu Imã para condenar a Explosão na Igreja  Peshawar, e você? "
  Jibran Nasir para o Express Tribune,28 de Setembro

    
Como a maioria das pessoas ao meu redor, fiquei chocado, revoltado e indignado com a explosão na Igreja de Peshawar, um ataque terrorista durante a missa dominical A tragédia ocorreu num momento em que essas pessoas procuravam estar mais perto de Deus, a partilhar medos, preocupações, emoções e segredos.
Só de imaginar que não se pode ter este tempo pessoal com o Deus Todo-Poderoso já é preocupante.

    
O primeiro pensamento que me veio à mente foi fazer uma vigília  para homenagear os falecidos. Decidi iniciá-la. Na terça-feira, apenas 40 pessoas se juntaram a mim fora do Clube de Imprensa. Acendemos velas, orámos e proferimos palavras de protesto. Meia hora depois, percebi que estava a pregar aos convertidos, e que, apesar de ser necessário criar empatia com os lesados, a vigília foi em grande parte inútil.

 
Em seguida, ocorreu-me que a solução de todos os problemas está na educação.

 
Num país de maioria muçulmana, onde as minorias estão a ser submetidos a atrocidades sem fim, eu perguntava-me como poderia passar a palavra sobre o que o Islão nos ensina em termos de direitos das minorias.

    
A resposta foi simples - por meio da mesquita. Esta é a única instituição onde  60 a 70% da população deste país está "informada" sobre o Islão
 
Lancei então uma campanha no Facebook, pedindo a amigos para visitarem as mesquitas locais e solicitarem aos seus imãs para condenarem a explosão de Peshawar, e para falarem sobre os direitos das minorias no Islão nos seus sermões de sexta-feira.
As orações de sexta-feira são a maior congregação semanal dos muçulmanos, e a melhor maneira de interagir com cada possível classe/sector/segmento da sociedade, por isso parecia-me uma boa ideia. Tive algumas respostas positivas, mas muitas preocupações expressas e temores de recusa dos imãs. Eu não podia culpá-los por se sentirem desencorajados. A gente nunca pode realmente saber como o imã vai reagir.

    
Quarta-feira, no entanto, decidi fazer o teste por conta própria.

  
Fui à mesquita do meu bairro, mas nenhum dos meus conhecidos estava disposto a ir comigo falar com o imã. Quando souberam que eu iria pedir-lhe para condenar o ataque suicida na Igreja de Todos os Santos, e que isso os obrigaria a darem o seu ponto de vista sobre os taliban paquistaneses, começaram a hesitar.

    Sentei-me com o Imã após as orações e tentei levar adiante a minha proposta, da maneira mais suave possível, e julgar a reacção dele. A conversa de 30 minutos que se seguiu foi frustrante. Um pedido para condenar um ataque contra a igreja transformou-se num debate sobre os EUA, os taliban, Malala e a Primavera Árabe .

    
No entanto, eu sou persistente, e acredito que esta é a única maneira de criar a mudança.

    
Finalmente a minha paciência deu frutos. Obtiveo apoio de um homem idoso que viu sabedoria nas minhas opiniões e ajudou-me a persuadir o imã. Por fim, ele lá concordou em discutir os direitos das minorias no Islão, no seu Jumma Bayan (sermão de sexta-feira), com a condição de discutir os direitos da maioria também.

    
Este passo, por pequeno que seja, foi um passo, ainda assim.

    Na sexta-feira, deixei o meu escritório para ir fazer as minhas orações na mesquita do bairro. Cheguei tarde, mas procurei encontrar um local em frente ao imã.

    
O imã reparou em mim e sorriu.

    
Poucos minutos depois, ele começou a falar sobre o conceito de justiça no Islão e disse que, como muçulmanos, não devemos fazer discriminação, mesmo que isso diga respeito a um não-muçulmano. No entanto, não houve condenação do ataque da igreja de Peshawar, e não houve qualquer referência aos direitos reais das minorias.

    
Esperava por muito mais, e fiquei de coração partido, muito desanimado. Pensei que talvez o imã ainda falasse sobre o ataque terrorista no encerramento do serviço religioso. Não o fez.

    
No momento, quando a cerimónia terminou, senti a necessidade de abordar o imã e pedir-lhe para rezar pelas minorias e pela protecção dos seus lugares de culto. Mas reconsiderei, pois se desse esse passo estaria a mostrar-lhe o seu erro, e perderia um canal de comunicação.

 E
sperei entre a multidão para falar com ele em particular. Ele sorriu e disse:

    
"Eu tentei levantar a questão. Você ouviu?"

    
Eu claramente não parecia convencido. E disse-lhe:

    
"Imã Sahib, que tal discutir os direitos das minorias religiosas? Eu vim até aqui para ouvi-lo falar sobre os direitos dessa gente."

    
Ele disse:

    
"Eu vou fazer isso na próxima Jumma".

    
"Então eu virei aqui fazer as minhas orações na próxima Jumma", foi a minha resposta.

    
Eu aprendi e percebi que, para pedir a alguém que pregue a tolerância, eu
também preciso ser tolerante e paciente. Não importa quantos Jummas sejam precisos para informar e educar a nossa sociedade; afinal, Roma e Pavia não se fizeram num dia.

 
Tento consolar-me com o facto de que, pelo menos, o imã trouxe aflorou o assunto - algo que não teria acontecido se eu não me tivesse aproximado dele. Como eu disse, são pequenos passos ...

    
Depois da minha experiência, muito poucos dos meus amigos foram às suas mesquitas locais falar com os seus imãs. Como resultado, apenas os imãs de quatro mesquitas em Karachi concordaram em discutir o assunto.

    
É uma luta dura, mas é a boa luta e tem que ser combatida. O caminho é longo e difícil.

domingo, 22 de setembro de 2013

SALVEM OS CRISTÃOS



No dia de hoje, o ataque jihadista mais devastador deu-se no Paquistão. À saída da Missa de Domingo. Os militantes islamistas esperaram pela saída dos cristãos e activaram os explosivos, matando 70. A organização radical Jundullah reivindicou o atentado.

Os militantes islamistas radicais têm nos judeus e nos cristãos as suas vítimas preferenciais, porque não reconheceram o seu profeta. No Paquistão, como no Egipto e noutras paragens, os cristãos, que ainda são um número considerável, estão a sofrer fortes ataques por parte dos islamistas radicais. Assassínios, queimas de crentes (vivos), violações, raptos, tortura, destruição de igrejas, cobrança da 'taxa de infiéis' (a famosa jizya), tentativas de incriminação em crimes de blasfémia, são alguns dos problemas que as comunidades cristãs encontram.

A organização SALVEM OS CRISTÃOS (clique na imagem abaixo, sff) é das poucas que a nível mundial se atreve a denunciar a selvática e implacável perseguição aos cristãos. O responsável é Walid Shoebat, ex-terrorista islâmico e ex-membro da Irmandade Muçulmana, convertido ao Cristianismo, hoje grande apoiante da paz, da efectiva convivência religiosa e do Estado de Israel.



O Ocidente - religiões cristãs incluídas - estabeleceu que tudo o que esteja relacionado com o Islão é tabu. O medo de melindrar os muçulmanos instalou uma ditadura de silêncio, ocasionalmente quebrada por gente corajosa como por exemplo Walid Shoebat. As organizações islâmicas a que se convencionou chamar "moderadas", entendem também que a violência diária assinada por islamistas radicais não deve ser comentada, "porque constitui uma grande dor para os verdadeiros muçulmanos". A despeito do tamanho da "dor", não ficaria mal aos clérigos muçulmanos condenarem energicamente actos como este, ainda que seja um tanto difícil fazer uma média de 5 condenações diárias (a média de ataques da Religião da Paz). Nem o activo sheik David Munir aguentaria um ritmo desses...

O medo que os cristãos paquistaneses sentem:



Ontem no Quénia, terroristas islâmicos mandaram sair os muçulmanos e abriram fogo indiscriminadamente sobre crianças, mulheres e homens que ali se encontravam. O número de mortes é agora de 59 e os feridos graves cifram-se em 175. Há pelo menos 30 reféns nas instalações. As Forças de Defesa de Israel foram chamadas pelo Quénia para colaborar na tentativa de neutralização dos terroristas, atendendo à experiência que têm de lidar com este tipo de terrorismo. A operação é particularmente difícil, pois o objectivo máximo destes terroristas é a própria morte.

Desde o 11 de Setembro de 2001, com os ataques de 11 de Setembro que explodiram as Torres Gémeas em Nova Iorque, que uma Jihad (guerra santa) global foi lançada por grupos de militantes islamistas radicais, que lutam pelo domínio total da sua religião sobre o planeta, o Califado Global.

O ataque de Nova Iorque coincidiu com o aniversário da derrota das forças islâmicas na Batalha de Viena, e pretende marcar uma nova era de conquistas. Os atentados mortais cifram-se, à hora em que escrevemos, em 21629.

Na semana passada, por exemplo, a contabilidade foi a seguinte:

Relatório semanal da jihad global
de Setembro 14 a Setembro 20 de 2013
Ataques jihadistas:
56
 Allahu Akbars*:
6
 Mortos:
511
Feridos Graves:
573
 *Ataques Suicidas



Os ataques ocorrem numa média de 5 por dia, uns mais devastadores que outros.

A lista de mortos e feridos é astronómica. A lista dos ataques, por mês e por ano, com os métodos usados, os locais onde ocorreram e as vítimas, está no site A Religião da Paz:



LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2004

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2005

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2006

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2007


LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2008

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2009

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2010

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2011

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2012

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2013 (1º SEMESTRE)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Amigo Paquistanês


O título do Público: "Drones americanos matam 17 pessoas no Paquistão"

Quem morreu:  "Dezassete pessoas, a maioria combatentes da rede Haqqani, o mais encarniçado dos grupos islamistas activos no Paquistão" (filial da Al-Qaeda)

A reacção da população: "Há muito que os ataques de aviões não tripulados – uma operação coordenada pela CIA e o Pentágono – alimentam a hostilidade da população paquistanesa contra os EUA."

O que disse disse o chefe do Estado-Maior do Exército afegão, Sher Muhammad Karimi “Os EUA não começaram sozinhos os ataques de drones” (...) o Paquistão “fornece a lista” de rebeldes a eliminar. (...) Islamabad quase nunca fornece dados sobre taliban afegãos (que Cabul sempre suspeitou serem apoiados pelos militares paquistaneses), mas apenas de rebeldes paquistaneses e acrescenta: se o Paquistão quisesse, a guerra no Afeganistão “terminaria em algumas semanas”.

O que não é notícia: Hoje, no Paquistão, taliban fizeram mais um dos habituais ataques contra esquadras da Polícia. Foi perto da cidade de Peshaware e mataram seis polícias, numa batalha que durou horas.

O Governo "amigo" do Paquistão fica sempre contrariado quando são atingidos terroristas islâmicos. Quando o terrorista Osama bin Laden foi descoberto a viver em luxuoso complexo no Paquistão também foi assim.

A generalidade da Imprensa informa que foram 16 os mortos, todos jihadistas, e que o alvo foi um «tribunal» onde os taliban aplicavam a Sharia.



Foi visível a desolação no Paquistão quando bin Laden foi finalmente descoberto e liquidado. "Eu teria aberto fogo sobre os americanos para o defender!» - declarou um vizinho, furioso.

domingo, 30 de junho de 2013

É tão bom ser pequenino


 
É tão bom ser pequenino,
Ter pai, ter mãe, ter avós,
E ter esp’rança no destino
E ter quem goste de nós.


Rimsha Masih, de 14 anos, ficou detida numa prisão de segurança máxima no Paquistão, em Agosto de 2012. A acusação era falsa. Mas, depois de ameaças de morte, ela e a família tiveram de abandonar o país. - Público

O venerável Imã Kahild Jadoon terá colocado as páginas queimadas do Corão nas mãos da menina



A menina cristã paquistanesa, lembramos, tem um atraso mental. Aproveitando-se disso, um clérigo muçulmano colocou-lhe nas mão umas páginas queimadas do Corão e chamou a vizinhança. Como em certos países a Justiça, além de cega, é estúpida, não há contexto que valha para dirigir a sua aplicação, e se o facto é que blasfémia é crime no Paquistão, ela teria de facto queimado o Corão. E pronto! Há que matá-la!

Entretanto, descobriu-se a tramóia, e é o clérigo que se sujeita a ir desta para melhor. Contudo, o ódio religioso é incompatível com a razão e a justiça. E Rimsha não estava em segurança no seu país. Teve que ir para o Canadá, terra de infiéis, de decadência moral, de odiados Cruzados, terra do Mal - como todo o Ocidente, como todo o mundo livre e democrático. Mas onde a comunidade muçulmana é a que mais cresce. E com ela crescem as ameaças terroristas. Ainda recentemente no Canadá a Polícia desmontou um atentado que estava planeado para fazer explodir linha de comboio, comboio e passageiros, numa acção que os autores pretendiam "espectacular e pensada para causar uma enorme carnificina".

A quem odeia, a verdade não aquece nem arrefece. Ou talvez aqueça - os ânimos. Tomemos como exemplo o caso das Cruzadas, apontadas como um dos motivos mais fortes para a presente guerra santa islâmica contra o Ocidente.Os muçulmanos esquecem convenientemente que as Cruzadas foram uma resposta à guerra santa islâmica. E não uma iniciativa dos cristãos e da Europa. Idem para as recentes expedições anti-terroristas dos Aliados, que os islamistas interpretam como um ataque gratuito e sem motivo contra o "povo muçulmano".

Também neste caso, a populaça vê Rimsha não como a vítima inocente de uma pérfida conspiração, mas como a causadora da desgraça de um clérigo muçulmano.

No Paquistão e nos tempos que correm, é difícil fazer uma actualização constante das acções terroristas islâmicas. Os autocarros que vão pelos ares, os trabalhadores da Organização Mundial de Saúde que são abatidos por vacinarem crianças, os turistas assassinados porque os estrangeiros "são para matar", os casos e os números são tão avultados que acabam por provocar uma dormência do horror e da indignação.



Rana Tanveer contou esta história no Express Tribune, ontem.

Aasia Bibi, acusada de blasfémia em condições altamente suspeitas, está no corredor da morte, no Paquistão:

Aasia Bibi é uma cristã paquistanesa que continua a aguardar a execução, apesar de a acusação de ter sid considerada infundada.
Bibi, de 45 anos, está presa desde 19 de Junho de 2009, quando os seus vizinhos muçulmanos a acusaram de fazer comentários depreciativos sobre o Santo Profeta.O então governador do Punjab, Salmaan Taseer, visitou Bibi na prisão e denunciou a sua condenação como infundada, injusta e improcedente.
Dois meses depois, Taseer  e Aasia Bibi tinha esperança numa rápida libertação, quando o governador foi morto por uma rajada de balas disparadas pelo seu próprio guarda-costas.

Dois anos e meio depois, Bibi ainda aguarda uma data para a audiência do seu apelo para ser libertada.
Aslam Pervez Sahotra, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão, apelou ao Chefe de Justiça do Paquistão para que o recurso de Bibi seja ouvido o mais cedo possível. Não recebeu resposta.
Aslam disse que Aasia Bibi enfrenta ameaças de terrorismo dos outros presos e carcereiros na prisão de Sheikhupura e relatou que ela foi espancada por um funcionário da prisão em Outubro de 2011.
"Para sua segurança, e por causa das muitas lacunas na sua condenação, o recurso deve ser ouvido IMEDIATAMENTE. Estamos esperançosos de que seja absolvida pelo Supremo Tribunal", disse ele.

Isto não pode deixar de nos fazer lembrar os tempos da Inquisição, quando bastava uma  acusação para que qualquer cidadão estar metido em problemas. As diferenças são que a Inquisição ficava muito aquém da jihad islâmica, que despacha mais gente num ano que a Inquisição em 350, em tempos de obscurantismo geral...

Agradecemos ao Público ter feito a hiperligação para este post.

domingo, 23 de junho de 2013

O pecado da escalada




No Paquistão a jihad abateu mais 10 pessoas. Nesse país são atacadas pessoas todos os dias por delitos tais como ser de outra religião, ouvir música, dançar, e outros crimes tão graves quanto estes, que segundo o veredicto infalível dos taliban (os "estudantes de teologia" islamistas), são altamente ofensivos para a sua divindade, Allah.

O motivo particular apontado pelo grupo terrorista islâmico Jundullah foi o de que "todos os estrangeiros são considerados inimigos", o que é sem dúvida um motivo bastante razoável para eles. Não sabemos qual seria a opinião destes estudantes de teologia se os paquistaneses ao redor do mundo começassem a ser abatidos também...

Além das nove vítimas estrangeiras (podem ser mais, que a região é remota e as notícias demoram a chegar), foi abatido o guia paquistanês - este certamente pelo pecado da escalada.

Desta vez aparentemente foram sunitas que atacaram, e nos últimos 6 anos assassinaram cerca de 6 mil cidadãos paquistaneses, em grande parte xiitas. Quando os adeptos da religião da paz se travam de razões sobre quem é mais pacífico, o resultado é este...



Já imaginamos a habitual conclusão dos "tolerantes" de plantão, que concluirão que "a culpa foi dos montanhistas", porque "já sabiam que eles são assim e não tinham nada que ir lá para a terra deles".

Os mesmo tolerantes que são capazes de nos descompor de racistas para baixo se sugerirmos que as comunidades islâmicas a viver no Mundo Livre são uma ameaça para a nossa segurança.

O Paris-Dakar já não se realiza em África por causa do terrorismo islâmico. Agora será o Paquistão a ficar interdito aos montanhistas e aos estrangeiros em geral. O Paquistão, tal como a generalidade dos países islâmicos e regiões islamizadas no norte de África, no Médio Oriente e na Ásia, são já áreas onde um ocidental  corre grande risco de vida.

Na Europa e na América já existem vastas áreas onde as leis nacionais não têm efeito e onde o islamismo domina por completo - como ainda recentemente vimos nos motins da Suécia, cuja motivação foi apenas o ódio aos "infiéis".

A Suécia tem actualmente 15% da população constituída por imigrantes muçulmanos:



Com a Europa, o Canadá, os Estados Unidos e o Mundo Livre em geral em acelerado processo de islamização, o terrorismo está cada vez mais às nossas portas. Atentados em grande escala como os de Nova Iorque, Madrid, Londres, Bali, Boston, vão sendo complementados por acções menos ambiciosas mas mais frequentes, que não nos é possível reportar nem uma pequena parte. Aqui é um jovem decapitado, ali é um cidadão espancado por estar a comer uma sandes de presunto (proibido pela teologia islâmica), acolá é um gang de jihadistas violadores, etc., etc., etc..

Não nos cansamos de repetir que desde o ataque de 11 e Setembro, que encetou mais uma guerra santa islâmica contra o mundo, Tem morrido mais "infiéis" num ano do que pessoas mortas pela tão odiada Inquisição em 350. 

A quem queira consultar as listas detalhadas aconselhamos o site www.thereligionofpeace.com, que leva a cabo a penosa contabilidade dos números negros da jihad global.

Entretanto e por cá, a receptividade ao mágico e misterioso Islão é elevada. Os festivais arábicos e islâmicos encantam multidões. É "fixe e avante"...


Uma entusiasta da cultura islâmica no festival homónimo, em Mértola...

P.S. - O site A Religião da Paz/ The Religion of Peace elegeu esta como a foto da semana, a qual ilustra eloquentemente os encantos do mágico e misterioso Islão:

 
"O Islão é a única religião na qual um membro é encorajado a atar explosivos ao corpo, chacinar dezenas de pessoas num local de culto cheio de gente, e não ter a noção de que tal comportamento possa ser considerado estranho (quatro ocorrências na semana passada)"