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terça-feira, 31 de março de 2015

Portugueses a recrutar combatentes para a Síria e para o Iraque

Como o jornal online Observador é ainda pouco conhecido de muitos portugueses, merece transcrever-se, aqui e fazendo-se notar bem que o texto a azul é da exclusiva responsabilidade desse meio de comunicação social, uma notícia saída no mesmo há poucas horas (a vermelho algumas observações nossas).
 
 
 
Jihad: Há portugueses a recrutar combatentes para a Síria e para o Iraque
 
Não houve, em Portugal, qualquer registo de organizações terroristas ou de terrorismo nacional ou internacional, em 2014, mas as autoridades afirmam que há portugueses a recrutar combatentes para o Iraque e para a Síria, “o principal palco da Jihad internacional”.
 
As informações constam do Relatório Anual de Segurança Interna disponibilizado esta terça-feira (e que até às 20:00 desta mesma terça o Al-Público omitiu no seu jornal online). No documento lê-se que, durante o ano de 2014, verificou-se “um incremento da ameaça representada pelo terrorismo jihadista, de matriz islamista (alguém me quer dizer o exemplo de algum terrorismo jihadista que não tenha matriz islami(s)ta?), conotado com a Al Qaeda, com o Grupo Estado Islâmico (GEI) e grupos afiliados” (e com o exemplo do próprio maomé, não?).
 
A região da Síria e do Iraque transformaram-se no “principal palco da jihad internacional, particularmente na sequência da ascensão regional do GEI”, (e o Afeganistão?, e o Paquistão?, e a Somália? e o sul das Filipinas? e a Líbia? e o norte da Nigéria?) graças ao contingente vindo da Europa, entre os qual se contam alguns cidadãos portugueses e luso-descendentes.
 
As autoridades portuguesas dizem, no entanto, que não “há um envolvimento sistemático” de portugueses (parece que há poucos agentes infiltrados em algumas mesquitas do país, pois, caso contrário, não se dizia isto). Mas garantem que há “uma tendência de participação” de alguns cidadãos nacionais “convertidos em atividades de redes terroristas transnacionais”. Mais, existem não só portugueses a combater, mas também a recrutar combatentes ou elementos para se juntarem ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque (se há uma lista de pedófilos pois estes põem em risco a segurança de crianças, que haja uma lista de jihadistas e recrutadores para a jihad que colocam muita mais gente em perigo).
 
O Serviço de Informações e Segurança (SIS) tem trabalhado com várias polícias europeias e está atento aos “fenómenos de autoradicaliazação” e de ligações de portugueses a estes movimentos internacionais. Até agora, assegura o Gabinete Coordenador de Segurança liderado pela secretária geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, “não foram recolhidos indícios que revelem a intenção ou capacidade de grupos terroristas islamistas, de estruturas locais ou de indivíduos isolados para atentarem contra alvos, seletivos ou indiscriminados, no nosso país” ("não foram recolhidos indícios", ou não existem? a diferença é imensa).
 
Ainda assim, há riscos (oh, se os há... oh, se os há...). “Porém, há que considerar os riscos que emergem de processos de autoradicalização, nomeadamente através da internet (vigie-se a mesma e bloqueie-se todos os sites que realizam esses apelos; já! e o Al-Público online com a sua choradeirazinha amarela sobre as vitimazinhas islâmicas não acicata o desejo de se enveredar pela jihad?) e dos apelos à jihad individual, feitos pelos responsáveis do autodenominado Estado Islâmico”. 

sábado, 11 de outubro de 2014

O enigma do "auto-proclamado" ISIS

Cada vez mais iluminados jornalistas e opinion-makers nacionais (e não só) têm enveredado pela enigmática lengalenga de denominar o Estado Islâmico de "auto-proclamado". Os exemplos abundam:
 
* no Al-PÚBLICO (mas note-se que, apesar desta sua deriva pelo "auto-proclamado", o autor censura a prática do seu próprio jornal de manipular as palavras que já lhe levaram a passar de "muçulmano" para "islamita"; de "islamita" para "islamista"; de "islamista" para "jihadista"; etc., sempre num esforço de afastar o islão dos actos bárbaros que são cometidos em seu nome, tentando apresentar um islão de "Photoshop" para os ocidentais consumirem);
 
* na Rádio Renascença (que devia pautar-se pelo "seja o teu sim, sim; e o teu não, não");
 
* na Ajuda à Igreja que Sofre (idem, idem);
 
* na cada mais islamizada Euronews;
 


O objectivo é claro: continuar a branquear o islão, desejando dissociar as barbáries realizadas pelos membros do ISIS daquele. Mas isso é tão falso como dizer que Maomé não era muçulmano, pois o ISIS está a fazer o que Maomé fez e mandou fazer, fazendo, pois, com que o ISIS seja islâmico até à medula, fazendo incorrer em mentirosos, estúpidos e hipócritas todos aqueles que o denominam de "auto-proclamado", não o fazendo para a denominação (religiosa ou não) de qualquer outro país (de facto, alguém houve falar da auto-proclamada Dinamarca, ou da auto-proclamada República Islâmica da Mauritânia?).
 
 

jornalistas ocidentais a mostrarem a sua inteligência que os faz negar que o ISIS é islâmico
 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Israel atacado pelo Hezbollah

Israel foi atacado nesta Terça, dia 7 de Outubro de 2014 e por uma bomba de controlo à distância, na fronteira com o Líbano; dois soldados israelitas, que circulavam numa patrulha dentro de Israel, foram feridos com gravidade. O Hezbollah, essa ramificação do islão que deu origem a movimentos como o Hamas e o ISIS, já veio reconhecer a autoria desse acto. O silêncio do Al-PÚBLICO, e não só, acerca desse acto é total.
o que os "jornalistas" do Al-PÚBLICO têm diante dos olhos quando tratam assuntos que possam denegrir o islão
Mais uma vergonha para o jornalismo ocidental que, iludido de que será poupado no caso de uma mais do que provável tomada do poder no Ocidente pelos esbirros de Maomé (ao contrário deste corajoso sacerdote católico professor numa universidade pontifícia em Roma que diz que o ISIS é tão muçulmano quão Maomé), apenas está a contribuir para a sua sepultura. Tal como aconteceu com o trengo do soldadinho da paz britânico que acreditava que ia ser poupado à degolação apenas por ser amigo de muçulmanos (que, diz o Corão, não podem ser amigos de infiéis).

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada