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sábado, 5 de janeiro de 2019

Suécia: "Primeiro levaram os judeus"...



 IsraelWithTheWest
MALMO, Suécia - Há alguns anos, o jornal London Guardian chamou à Suécia a sociedade mais bem-sucedida que o mundo já conheceu. Mas a Suécia hoje está transformada, por via do grande fluxo de imigrantes do Médio Oriente. 
A terceira maior cidade da Suécia, Malmö, fica do outro lado de Copenhaga, na Dinamarca. Para os visitantes, Malmö parece calma, simpática, talvez um pouco chata; em outras palavras, essencialmente sueca. 
Mas sob a superfície, Malmö tem sérios problemas. No sábado, quando Israel jogou contra a Suécia numa partida de ténis da Taça Davis em Malmö, cerca de 6.000 esquerdistas, árabes, muçulmanos e anarquistas protestaram contra a presença israelita na cidade, e centenas atacaram a Polícia. 
Quase nenhum fã conseguiu entrar para ver a partida, porque as autoridades temiam interrupções ou possíveis violências contra a equipa israelita. 



A imigração maciça de um quarto da população sueca da cidade tornou Malmö hoje um quarto muçulmana, e pode transformá-la numa cidade de maioria muçulmana dentro de poucas décadas. 
Um dos nomes mais populares de bebés não é Sven, mas Mohammed.
A carne de porco foi retirada de alguns cardápios escolares.
Quer aprender a guiar? Pode frequentar a "Jihad Driving School" de Malmö.




Apesar da aparência normalmente plácida de Malmö, o multiculturalismo não deu certo.
Na secção Rosengaard de Malmö, habitada principalmente de imigrantes, bombeiros e serviços de emergência já não entram sem protecção policial. 
O desemprego em Rosengaard é de 70%. Uma onda de criminalidade alimentada por imigrantes afecta uma em cada três famílias de Malmö a cada ano.
O número de violações triplicou em 20 anos.




Malmö tem sido tão complacente com os muçulmanos imigrantes que um político muçulmano local, Adly Abu Hajar, declarou que "o melhor Estado islâmico é a Suécia!". 
Judeus não podem andar pelas ruas.
Não peça aos judeus de Malmö para darem à cidade a mesma avaliação brilhante. Judeus que ousem andar pelas ruas com as suas yarmulkes correm o risco de serem espancados. 




"É verdade. Os judeus não podem andar pelas ruas de Malmö e mostrar que são judeus", disse Lars Hedegaard.
Hedegaard vive do outro lado de Malmö, em Copenhaga, na Dinamarca, onde foi colunista de um dos maiores jornais da Dinamarca. 
Ele disse que as manifestações pró-Israel em Malmö, como as que ocorreram no começo deste ano, foram recebidas com pedras, garrafas e bombas, pelos árabes e pelos esquerdistas. 
"Eu estava lá para cobrir a manifestação; uma manifestação pró-israelita com cerca de 400 ou 500 pessoas", disse Hedegaard à CBN News. 
"Judeus e não-judeus apoiando Israel, e eu vim para fazer reportagem. A Polícia permitiu, eu diria que uns 100 'palestinos' ou árabes gritassem e ameaçassem que lançariam bombas contra nós. Uma bomba caseira caiu a cerca de dez metros de mim, e explodiu com um grande estrondo. Eu pensei que a Polícia iria tirá-los do caminho. Eles não fizeram isso. Eles apenas os deixaram ficar lá".


Maonetanos na Suécia: "Não queremos democracia! Só queremos Islão!".


O sueco Ted Ekeroth ajudou a filmar as contra-manifestações da esquerda e dos árabes. Ele viu árabes atirando pedras contra um sobrevivente do Holocausto de 90 anos. "Eu filmei o chefe de Polícia e perguntei porque é que eles não reagiam", disse Ekeroth. 
"Porque é que eles não fazem nada? E ele simplesmente respondeu: 'É o direito deles, de acordo com a Constituição sueca.'"
"Nós aparentemente não temos o mesmo direito, porque fomos forçados a sair de lá. A nossa manifestação por Israel é sempre pacífica, e a deles é sempre o oposto - Morte, ódio e assassinato de judeus". 
"Eles vêm e gritam slogans. Pode ser tudo, desde slogans árabes incitando ao assassinato de judeus, até em sueco e dinamarquês, 'Matem os judeus'". 




A Polícia sueca não investiga as tentativas de assassinato de Lars Hedegaard por parte dos maometanos.


Aliança política contra Israel
Como em todo o mundo ocidental, alguns da esquerda, juntamente com árabes, muçulmanos e anarquistas, formaram uma aliança política contra Israel e os judeus. Eles manifestam-se juntos e eles votam juntos.
Os "migrantes" são a grande razão para que os democratas de direita da Suécia sejam o partido político que mais cresce no País.
Matthias Karlsson é o secretário de Imprensa dos democratas suecos: "Em muitas partes da Suécia, as pessoas estão fartas", disse Karlsson. "As coisas estão a ir longe demais e as pessoas querem tomar uma posição".
Fascistas e fanáticos?
Os democratas suecos, que defendem os valores cristãos tradicionais e os limites à imigração, foram estigmatizados pela Imprensa sueca como "fascistas" e "fanáticos".
Erik Almqvuist é o líder nacional da juventude dos democratas suecos. "A Imprensa tentou retratar-nos como extremistas e racistas", disse ele. "As pessoas pensam que somos quase inumanos".
Almqvuist enfrenta regularmente ameaças, e quase foi morto recentemente num ataque à facada. "O modelo multicultural na Suécia polarizou a sociedade", explicou Almqvuist. "Temos uma polarização política. Temos também uma polarização étnica. E os extremos estão a crescer, sendo cada vez mais difícil chegar ao consenso."

- Artigo de 2011.  Hoje as coisas estão piores...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Suécia: "Migrante" estupra criança porque "estava à procura de alguém para estuprar"


"Migrante" adulto estupra violentamente uma criança sueca de 9 anos "porque estava à procura de alguém para estuprar" 
O africano que estuprou uma criança sueca disse que estava à procura de alguém para estuprar naquele dia, e não se importou que fosse uma criança, segundo o Fria Tider.
O homem de 30 anos, que foi acusado de violentar brutalmente uma menina de 9 anos em Malmö no começo do ano, foi sentenciado pelo Tribunal Distrital por estupro agravado de uma criança, na sexta-feira.
A pena será de seis anos de prisão e expulsão, mas depois de 15 anos, o estuprador pedófilo é bem-vindo de volta.
Foi isto que o promotor escreveu no documento que institui o processo:
"Ele atraiu a criança para um depósito de lixo e trancou a porta. Ele lutou com ela no chão, bateu-lhe na cara, tirou-lhe a roupa da parte inferior do corpo e segurou-a pelas pernas.
"Ele estrangulou-a e infligiu-lhe uma contusão no pescoço, para que ela sentisse dor e tivesse dificuldade em respirar. Ele ainda ameaçou espancá-la se ela não parasse de gritar."
O homem, que na Imprensa tem sido descrito como "pai de crianças pequenas", admitiu o crime.
De acordo com o julgamento, ele estava na área “a procurar uma rapariga para estuprar, e não se importava que fosse uma criança”. Ele queria ter relações vaginais com ela e, portanto, disse-lhe para "abrir" as pernas durante o ataque.
O homem é cidadão da Líbia, mas tem residência permanente na Suécia desde Novembro de 2010.
Ele tem três filhos menores na Suécia e já foi condenado várias vezes por crimes violentos e predatórios, sem ser expulso.
A pena será a prisão por seis anos e expulsão do país por 15 anos. Ele também deve pagar € 17.000 em danos à menina.
É também condenado por agressão menor, dois casos de assédio sexual, roubo, delitos menores de drogas e uma violação com faca.

 FONTE:



Também sob censura islamofascista, como nós.


A Suécia é hoje a capital europeia dos estupros e o segundo país do mundo nesse capítulo, só atrás da Nigéria. Os autores, como na Nigéria, são os invasores maometanos. 
Os defensores acérrimos da islamização da Europa, manipulados pelos media, gritam e berram que não são apenas os maometanos que estupram. O que é verdade. Mas o Islão é a única religião/ideologia que aprova, encoraja e pratica o estupro dos "infiéis". 
E que necessidade ou obrigação temos nós, europeus, de entregar os nossos filhos e mulheres à fúria animalesca dos supremacistas islâmicos? 
E porque é que os maometanos estão na Europa? Porque na Líbia (de onde este maometano é nacional) há guerra, e são todos muito pobrezinhos? Nem a famosa guerra da Síria é na Líbia (ou em Marrocos, Nigéria, Somália, Paquistão, Tunísia, Líbano, Turquia, Argélia, Afeganistão, Iraque, Eritreia, etc., etc..), nem se resolveria os problemas importando, como se está a fazer, milhões de colonos hostis, brutais, selváticos, que interpretam a nossa solicitude como fraqueza.

Suécia: Condenações por oposição à islamização DECUPLICAM


Suécia investe na condenação de pessoas que criticam a migração: condenações aumentam dez vezes 
O chefe do grupo de monitorização do "discurso de ódio" online “Näthatsgranskaren”, Tomas Åberg, recebe dinheiro dos impostos dos contribuintes para denunciar em massa pensionistas e outras pessoas que escrevem criticamente sobre a migração no Facebook
Agora ele alega que os seus relatórios para a Polícia resultaram em quase 150 condenações por discursos de ódio.  
“1.218 relatórios policiais 2017-2018. 144 frases de discurso de ódio, de 214 notificações. Muitos estão à espera de ser processados!”. 
escreve o “Näthatsgranskaren”(The Online Hate Speech Monitor) no Twitter
O grupo também afirma que as suas operações financiadas pelo Estado levaram a um aumento de dez vezes no número de condenações por discursos de ódio na Suécia, informa o Fria Tider


Tomas Åberg

Ao longo do ano, eles “pesquisaram, colaboraram e fizeram palestras, entre outros, sobre a conferência do Conselho da Europa sobre o discurso criminoso de ódio online”, conforme afirmam. 
A autoridade MUCF, que financia organizações extremistas de esquerda como a Expo, concedeu até agora mais de € 150.000 para o Online Hate Speech Monitor
O grupo é dirigido por Tomas Åberg, que há alguns anos foi investigado por extrema crueldade contra animais, mas escapou das acusações, evitando ser processado. 


A crueldade para com os animais geralmente aponta para perfil de psicopata. 


A maior parte da contribuição do MUCF vai para pagar seu salário. 
Na Primavera passada, Åberg foi indicado ao prémio “Herói Sueco” por um dos principais jornais da Suécia, o Aftonbladet
No entanto, a nomeação foi retirada quando se descobriu que ele havia torturado os seus próprios animais até à morte. 
O facto de o evento “Herói Sueco” ter sido patrocinado pela companhia de seguros Agria, provavelmente teve algo a ver com a decisão de desqualificá-lo.

 FONTE:




Também debaixo de CENSURA islamofascista, como nós.




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Director usa vestido na escola - para “quebrar as normas”


Henrik Theorin, director da escola de Hagaskolan, Umeå, na Suécia, usa verniz para as unhas e, às vezes, um vestido para trabalhar.

"Eu quero mostrar aos alunos que está tudo bem quando um homem usa um vestido, se ele quiser", disse Theorin à SVT. Não, não é uma piada tardia de 1 de Abril.
Numa entrevista à SVT, onde ele também mostra o seu vestido, Henrik Theorin diz que tudo começou quando a escola fez a sua própria Semana do Orgulho.

"Acho importante mostrar aos alunos que devemos procurar saber quem somos", diz ele. "Não o faço todos os dias, mas quero mostrar que é possível quebrar os padrões", diz ele.

O director masculino diz que usa verniz no trabalho de vez em quando "há alguns anos". Ele pode ter sido inspirado por Fredrik Plahn, ex-director de pré-escolas e escolas em Tyresö.

Plahn foi elogiado nos media quando, em 2014, anunciou no Facebook que no trabalho usava verniz de unhas de “todas as cores do arco-íris” . O objectivo era, segundo Plahn, “desafiar a heteronorma”.

Hoje, Fredrik Plahn está a trabalhar como director na multicultural escola de Botkyrka, e não se sabe se continua a usar verniz no novo local de trabalho.

Via:

https://voiceofeurope.com/2018/11/swedish-headmaster-wears-dress-to-school-to-break-norms/


O VOICE OF EUROPE é um site a que aconselhamos  a visita regular. No canto superior direito do site pode seleccionar o idioma e ler em Português. É um prato cheio!
Odiado pelo Comunismo, pelo Islamismo e pelo Globalismo, que o consideram "islamofóbico", "nazi", "racista", "fascista", "homofóbico" (enfim, todo o jargão que eles usam para proscrever quem diz a VERDADE) este site faz o ponto diário da destruição da Europa pelas hordas maometanas de senhora Merkel, e pelas modas dementes como a famigerada "ideologia de género".
O senhor Fredrik Plahn, creditado como inspirador desta linda pedagogia, não usa vestidos nem verniz na escola onde agora trabalha. Ou seria imediatamente assassinado pelos seus alunos maometanos.
É este um dos paradoxos mais flagrantes da extrema-esquerda: odeiam os países ocidentais e capitalistas, onde as pessoas podem ser homossexuais, bissexuais, transsexuais, travestis, à sua vontade e sem que ninguém as incomode; e são apaixonados pelas ditaduras comunistas e islamistas, onde essas pessoas são perseguidas, presas, torturadas e executadas.
Dê uma vista de olhos na loucura que vai pela Suécia nos vídeos seguintes e ouça o que o John Paul Watson tem para dizer.
Na Suécia, o governo neo-feminista de extrema-esquerda promove, logo nas escolas, o conceito de que não existem dois sexos, mas sim que cada pessoa deve "procurar saber quem é", ao mesmo tempo que promove a ideologia mais misógina e homofóbica da História: o Islão!


O avô tem quatro mulheres e a avó não é um fantasma


  



NÃO PERCA MESMO!!!!!:


E envie aos seus amigos bloquistas, petistas e outros lunáticos...


.......................................................

Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Cidadãos Portugueses contra a assinatura do Pacto Global para a Migração


https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

sábado, 30 de setembro de 2017

O avô tem quatro mulheres e a avó não é um fantasma



Suécia: novos livros para crianças em idade pré-escolar promovem a poligamia e o niqab
 
    
Dois novos livros infantis são lançados na Suécia ... Chamam-se "O Avô tem Quatro Mulheres" e "A Avó Não É Um Fantasma".
Quando se pensava que a Suécia não poderia descer mais... Os novos livros infantis estão a ser vendidos na Feira do Livro de Gotemburgo, promovendo a poligamia e o uso do niqab para crianças de até três anos. Por outras palavras, a subjugação da sharia das mulheres está a ser inculcada em crianças em idade pré-escolar e está a ser tolerada na Suécia como norma.


No ano passado, o "Gotemburgo aceitou mais crianças refugiadas desacompanhadas do que qualquer outro lugar do país". Essas crianças refugiadas precisarim de se habituar aos hábitos e à cultura do país de acolhimento, mas em vez disso ensinam-lhes que é perfeitamente bom ter quatro esposas e que as mulheres devem andar cobertas como os "fantasmas".

Meninas de 11 anos e menos continuam a ser compradas e vendidas aos muçulmanos na Suécia e na Europa, para "esposas" - Express. Lembramos que o governo da Suécia é extrema-esquerdista, islamófilo e FEMINISTA!

Livros que negam que a igualdade das mulheres não deveriam ter lugar na Suécia ou em qualquer democracia, mas a Suécia continua na sua espiral descendente. Também foi anunciado no ano passado que a Suécia foi "atingida por uma onda de noivas menores de 11 anos".
Jihad Watch

"Sociedade arruinada:  o subúrbio de Gotemburgo de Mölndal está em destaque nesta semana após a jovem assistente social Alexandra Mezher, de 22 anos, ter sido esfaqueada até à morte num ataque frenético no centro migrante infantil onde trabalhava" - Mailonline.


Crianças aprendem o Islão: "O avô tem quatro mulheres e A avó não é um fantasma".
Dois novos livros infantis foram lançados na Suécia, e incluem, entre outras coisas, multiplicação e cultura somali muçulmana. Chamam-se "O avô tem quatro esposas" e "A avó não é um fantasma" e são destinados a crianças muito novas.
De acordo com o Notícias Sociais, a editora Cultura Nórdica da Somália está a vender os novos livros infantis na Feira do Livro em Gotemburgo.
Os livros são escritos pelo autor Oscar Trimbel.
"A avó não é um fantasma" é sobre Omar, que conhece a sua avó que vem da Somália. A avó anda toda tapada, mas não é um fantasma.
"Quando é Halloween, Omar veste-se como os fantasmas, como qualquer outra criança. Ele quer que a avó venha com ele porque vai ser divertido" - o livro é apresentado no site da Adlibris.
O segundo livro infantil, "O avô tem quatro esposas", trata da poligamia. A capa é adornada por um homem barba muçulmano com as suas quatro esposas ao fundo .......

 

O autor.

    O autor Oscar Trimbel trabalhou na década de 1980 na campanha contra a Sida na Somália. Ilustrou canções folclóricas somalis e fez aguarelas sobre a sua estadia no país.

    Os dois livros foram publicados pela Book Machine em Agosto deste ano. A idade de leitura apropriada é dita ser de 3-6 anos.
 FriaTider, 29 de Setembro de 2017-

sábado, 24 de junho de 2017

Suécia: Mutilação Genital, Estupro, Sharia e o Fim


Suécia: 150.000 mulheres sofreram Mutilação Genital; grandes áreas sob o domínio islâmico

Viver sob o único "governo feminista" do mundo está a tornar-se cada vez mais perigoso, especialmente para as mulheres. Grandes partes do país, incluindo a capital, Estocolmo, são efectivamente governadas por muçulmanos aderentes à Sharia.
Um novo relatório fornece informações perturbadoras sobre as mudanças no tecido da sociedade sueca que seguiram um influxo sem precedentes de refugiados e migrantes muçulmanos.
O relatório é parcialmente escrito pela SVT, órgão de informação estatal sueco, e conclui que pelo menos 150 mil mulheres na Suécia sofreram mutilação genital. Este procedimento brutal pode envolver a remoção parcial ou completa do clitóris (isto é, clitoridectomia, clitorectomia ou infibulação), além da excisão dos lábios também. Muitas vezes, esta operação é realizada em condições de higiene precárias e sem anestesia.
As autoridades ficam atónitas com o elevado número de mulheres e jovens que foram submetidas à MGF. Um relatório de 2015 concluiu que "apenas" 38 mil mulheres sofreram mutilação genital. Este aumento acentuado provavelmente resulta da determinação dos políticos suecos de cumprirem a Convenção da ONU sobre Refugiados e os regulamentos da UE sobre as quotas de refugiados.
A Suécia tem uma população de 10 milhões (cinco milhões de mulheres e meninas).
A tolerância e a abertura sueca entraram no debate internacional, já que o presidente americano Donald J. Trump usou o país como exemplo de como os refugiados e a migração dos países islâmicos corroem o Estado de Direito e contribuem para a formação de enclaves islâmicos, mesmo sociedades fortes como as democracias da Europa do Norte.
Grandes áreas da Suécia estão agora sob o domínio islâmico de facto. Estocolmo, a capital da Suécia, está quase completamente cercada por áreas (comumente chamadas de "zonas não-go") que são verdadeiramente governadas por gangues muçulmanos e "polícias" islâmicos que impõem a sharia. "Existem regiões onde hoje em dia reina a ilegalidade em Estocolmo", disse um chefe de Polícia nervoso, Lars Alvarsjø. "Existem algumas áreas em que parece que perdemos o controle".
Lars Alversjø diz que "o sistema jurídico, que é um pilar de toda sociedade democrática, está a entrar em colapso na Suécia". Per Magnus Ranstorp, pesquisador de terrorismo e radicalização no Colégio Nacional de Defesa da Suécia, elabora: "Nas piores áreas, os extremistas assumiram completamente o controlo. Todo o senso de justiça e paz estão ameaçados pelo facto de que a Polícia está a perder e as coisas estão a piorar. A Suécia está numa situação desastrosa ".

Em áreas sob o domínio islâmico na Suécia, os direitos humanos estão a deteriorar-se rapidamente, especialmente para as mulheres. A mutilação genital feminina é apenas um horrível exemplo de uma mudança geral na sociedade sueca, na sequência da chegada de um grande número de refugiados ou migrantes muçulmanos.
"Em muitas áreas, a auto-nomeada polícia da sharia ameaça e persegue as mulheres, impondo-lhes a lei islâmica, a Sharia. Ameaças e assédio podem ser consequências se a mulher não for casada, se as suas pernas não estiverem cobertas ou se estiverem a beber um copo de álcool na sua varanda. Vizinhos, estranhos, mesmo crianças e adolescentes, ameaçam as mulheres a seguir a Sharia. Se as mulheres não cumprem, a polícia sharia aumenta a sua intimidação. Uma mulher conta como um grupo de homens subiu ao seu apartamento usando o tubo de drenagem e confrontou-a na sua própria casa porque ela se recusou a cumprir as suas demandas".
Jihad Watch10news.one




Assim vai a Suécia (8 vídeos):
 

O jogo árabe do estupro, um 'must' na Suécia:



Síndrome de Estocolmo:

 

Refugiado islâmico rouba e mata sueco, e afasta-se a rir:



Etc...

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Esta é a Suécia que eles queriam. Agora têm-na.


 "O meu país é o teu país" - a lavagem cerebral começa no infantário!


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Suécia: Polícia em busca do atacante que matou 4 pessoas (mortes confirmadas até agora) com um camião
A polícia sueca divulgou esta foto do homem que está a procurar. Se o agressor for muçulmano, como é quase certo, este é o resultado directo das políticas de imigração da Suécia. Se ele é um muçulmano nascido na Suécia, isso só mostra que que os muçulmanos não se integram, e odeiam quem os recebe e os sustenta. Este ataques são inteiramente da responsabilidade do governo sueco, por adoptar a política de islamização do país e demonizar os que se opuseram a ela. Esta é a Suécia que eles queriam. Agora têm-na.
Robert Spencer/ Jihad Watch



E é assim:

Jihad automóvel em Israel volta a matar

Olha! Mais Jihad Automóvel na Bélgica!

Olha! Mais Jihad Automóvel em Itália!

 Olha! Jihad Automóvel em todo o Mundo!

Etc..
Como alguém escreveu hoje, "os muçulmanos que fazem estes ataques são as serpentes. Os outros, são a erva". E não podemos culpar a pobre erva, não é verdade?...
O governo socialista feminista pós-feminista das hippies suecas tem proclamado repetidamente, em campanhas publicitárias intensivas, que quer "novos suecos":
A Suécia antes e depois da invasão islâmica:
  
Como estes há muitos outros vídeos, bem elucidativos. Confira também na nossa secção SUÉCIA, como este país, outrora o paraíso da social-democracia, uma sociedade livre e aberta, está hoje na Idade das Trevas islâmica.


Esta é mais uma oportunidade para empregar alguns minutos a estudar o Islão, e a desprogramar-se da narrativa dos media:
"Sequência de vídeos que mostram o pensamento globalista de líderes islâmicos, no intuito de estabelecer um Califado (governo islâmico) mundial. Com o enfraquecimento da sociedade ocidental (e suas estruturas como a religião, família, etc) produzida por grupos globalistas e de esquerda (como os socialistas), isto se torna bastante viável. Mais informações sobre a expansão islâmica no mundo e o califado mundial": 


Os "refugiados" são homens jovens em idade militar, são conquistadores, que trazem algumas mulheres e crianças para fazer figuração para os jornalistas ocidentais complacentes:



O dogma politicamente correcto de que o Islão é pacífico e apenas alguns muçulmanos são terroristas é uma grosseira MENTIRA. O Islão é inerentemente violento, terrorista, genocida, e sempre o foi:



A verdade é tão horrível, tão inconcebível para o Ocidente da Democracia, da Liberdade, dos Direitos Humanos, que as pessoas fuzilam o mensageiro, chamam louco a quem mostra a VERDADE, recusam-se a ver até os vídeos, repetem vacuidades sobre "paz e amor", e vão a correr mudar a bandeirinha no perfil do Facebook após cada ataque terrorista:





A esmagadora maioria dos muçulmanos apoia a jihad:

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

(Video) 3 "migrantes" transmitiram estupro de sueca em directo no Facebook



Uppsala. Suécia. Domingo de manhã, um grupo de imigrantes transmitiu uma sessão de estupro ao vivo no seu Facebook. A mulher estuprada parecia totalmente inconsciente. 
Três pessoas foram presas por suspeitas de violação agravada. 
Foi na madrugada de domingo, quando a Polícia recebeu um alerta informando que um grupo de imigrantes estava a estuprar uma sueca quase completamente inconsciente, na cidade de Uppsala. 
O estupro, que estava a ser difundido num grupo fechado no Facebook, foi interrompido pela Polícia. 
Quando a Polícia revistou a casa, três pessoas foram presas por suspeitas de violação agravada. 
Todos têm idades entre 20 e 25 anos.
(Se não são sírios, não são, obviamente, refugiados sírios! E se são sírios, são desertores, na melhor das hipóteses. Os corações esquerdistas sangram por estes demónios...).


Mais um vídeo que será CENSURADO pelo YouTube em breve, porque mostra as bestas a regozijarem-se após a violação em grupo.

Um dos protagonistas do crime é um 'migrante' chamado Emil Khodagholi
Khodagoli vive em Uppsala e já é conhecido da Polícia. 
Entre outros motivos, por tráfico de drogas, roubo e assalto. 
Uma jovem que viu o vídeo ao vivo (e que foi uma das pessoas que alertaram a Polícia) disse que um dos estupradores também estava a filmar o ataque com o seu telemóvel e a divulgá-lo no Snapchat.
De acordo com relatos não confirmados, mais de 200 pessoas viram o estupro, mas apenas duas notificações foram submetidos à Polícia. 
No final do vídeo, um dos homens disse à mulher: "Você foi violada!" e "Três contra uma!  Ahhahahahah!". 
Várias imagens do evento começaram a circular na web. 
Uma foto mostra o que parece ser a vítima ainda completamente vestida, na cama com um homem. 
Outra mostra um dos supostos perpetradores de violação exibindo uma imagem no seu telemóvel.






Repare-se que um dos bárbaros tem uma arma de fogo. O que não constitui problema nenhum para a Esquerda. Só os nativos europeus vítimas destes monstros é que não podem ter armas! Os bárbaros podem, porque "é a cultura deles, pá, tás a ver, se a gente lhes tira as armas para nos matarem e as nossas mulheres e filhas para eles violarem, a gente somos racistas, topas?".






Este último senhor é agente da Polícia sueca.

Fonte: EUROPE-ISRAEL.


Este é um dentre milhares e milhares de casos. Os "migrantes" não são migrantes. São jovens desertores, terroristas, violadores, criminosos e colonos islamistas. 

Visite o canal da Khadija Kafir, que tem bastantes vídeos sobre a Suécia islamizada. Viste a nossa secção Jihad Sexual, apesar de o lóbi islamo-esquerdista retirar sistematicamente os vídeos, o que só prova como essa gentalha é diabólica.

Quem delira de gozo com estes estupros são as feministas e a esquerda em geral, que os consideram um factor de enriquecimento cultural e um auxiliar precioso para a destruição das sociedades livres. Confirme, sobretudo no 4º vídeo abaixo.

Há quem diga que não são apenas os muçulmanos que estupram. Mas a verdade é que em alguns países, 100% dos milhares de estupros são cometidos por eles:


A Capital Europeia da Jihad Sexual

Além disso, na "cultura" islâmica, as mulheres não muçulmanas foram feitas para serem estupradas.

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

O imã da Mesquita de Jerusalém é um dos clérigos muçulmanos que incitam ao estupro das mulheres não muçulmanas:

"Sémen e Lixo" - o apelo do imã de Jerusalém foi ouvido!


No Reino Unido, os muçulmanos já violaram mais de 1 milhão de crianças. E a Polícia nada pode fazer, ou é despedimento certo.








REPETIMOS: Este foi apenas um caso, entre MILHARES de crianças e de mulheres estupradas pelos "refugiados". 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Matar à facada NÃO É terrorismo! *

* - Dependendo de quem são as vítimas...
O Primeiro  Ministro da Suécia Stefan Lofven cumprimenta o mega-terrorista Mahmoud Abbas, o cérebro do Massacre das Olimpíadas de Munique e de outros massacres, o multimilionário à nossa custa, que recompensa e condecora assassinos de judeus.

Longe vão os tempos em que a Suécia era famosa pela sua social-democracia, pela excelência do seu Estado Social, pela curiosidade científica das suas beldades relativamente ao Zezé Camarinha, pela sua arquitectura anódina, ou por essa sofisticada forma de tortura que são os filmes de Ingmar Bergman.

Hoje, a Suécia ostenta outros atributos. É vice-campeã mundial de estuprosLidera orgulhosamente a islamização da Europa, com o enriquecimento cultural daí decorrente (até de pitorescas decapitações no IKEA a Suécia hoje beneficia!!!). E até tem um governo composto por hippies de birkenstocks e patchouli, que apoiam o terrorismo islâmico (como mostrámos no post anterior)!

A camarada Asa, Vice Primeira-Ministra da Suécia, (a Marisa Matias lá do sítio), chorou baba e ranho quando teve que comunicar que a entrada de terroristas na Europa iria ser um bocadinho dificultada, devido ao Massacre de Paris. 

E SE FOSSE O P.M. SUECO O ESFAQUEADO?


Uma garfada na testa - será terrorismo? 

Apenas um dia depois de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,  ter registado o seu protesto em relação às declarações ignorantes da Ministra dos Negócios Estrangeiros sueca, foi a vez de Stefan Lofven, o Primeiro-Ministro, declarar que  os ataques à facada de terroristas islâmicos contra cidadãos israelitas não constituem terrorismo.
"Não, não é terrorismo", disse Lofven à agência noticiosa sueca TT esta segunda-feira.

"Há uma classificação internacional sobre o que constitui ou não constitui terrorismo. Tanto quanto eu sei, os ataques à facada em Israel não são definidos como terror", continuou Lofven.

O senhor Lofven, que, ao que consta, não cheirava a whisky nem a haxixe, fez estas declarações no dia seguinte a ter recebido um telefonema de protesto de Benjamin Netanyahu (link United With Israel) relativamente aos discursos de apoio ao terrorismo feitas pela senhora Margot Wallstrom, Ministra dos Negócios Estrangeiros.

Não queremos aqui apelar à violência, mas seria uma experiência sociológica interessante que alguém espetasse um pequeno garfo na testa do senhor Lofven.  Só uma garfadinha. Nada de facalhões afiados, como em Israel. Só para sabermos como classificaria ele a ocorrência.

E SE FOSSE A MARGOT A ESFAQUEADA?

Margot Wallstrom


Margot Wallstrom (que também tem boa testa para uma garfadinha) tem afirmado o terrorismo islâmico global se deve a que Israel não trata bem os "palestinos", (link United With Israel) e também tem acusado Israel de levar a cabo "execuções extra judiciais" de "palestinos" supostamente inocentes (link United With Israel) . Por "execuções extra judiciais de inocentes", a senhora Margot entende os terroristas que são abatidos pela Polícia quando estão a assassinar israelitas. 
Temos feito alguns posts sobre a Intifada das facas. 
“Há um padrão moral para Israel e outro para o resto do Mundo” - disse Netanyahu na reunião semanal do partido Likud. Ah, a ingenuidade judaica... É bem pior que isso, senhor Benjamin! Eles querem outra vez a Solução Final! Não com a crueza da do Hitler, claro, que os suecos são gente civilizada. Uma Solução Final lá longe, da vista e do coração, com bombas iranianas ou facas egípcias e jordanas. Uma coisinha assim que mal se dá por ela vista aqui da Europa.

Há três meses que os israelitas são diariamente atingidos por ataques terroristas islâmicos dos "palestinos"(link United With Israel) a maior parte deles à facada. 21 israelitas já morreram e 215 ficaram feridos. Um número superior de terroristas suicidas tem ido para o paraíso de Alá, sob os gritos de regozijo da família, amigos, conhecidos e correlegionários.
A SUÉCIA CULTURALMENTE ENRIQUECIDA
A Suécia experimenta já as maravilhas do enriquecimento cultural, à medida que a percentagem de muçulmanos aumenta. Desde cidadãos espancados na via pública por serem infiéis, aos sempre pitorescos ataques de indignação islâmica, passando pela supra referida jihad sexual  e pelos proverbiais gangs-sharia, tudo é colorido e vibrante!

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