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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Aliança Vaticano-Islão



Se não está a par das peculiaridades do actual Papa, aconselhamos o vídeo acima, e a nossa secção Papa Francisco
Confirmes, não creia em nós. Ouça o que mais John Paul Watson tem para dizer sobre o actual Papa (nomeado Defensor do Islão e admirador assumido do ISIS, que compara aos Apóstolos), e pense por si.

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Erdogan e o Papa formam Aliança anti-Trump para controlar Jerusalém 
Breaking Israel News - as notícias sob a perspectiva Bíblica (hiperligações no artigo original).
A recente reunião entre o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan e o Papa Francisco pode ter graves implicações para Jerusalém, já que ambos os líderes parecem estar a construir uma agenda com base na sua oposição conjunta ao reconhecimento do presidente dos EUA, Donald Trump, da cidade como a capital de Israel.
A reunião, que aconteceu no Vaticano, foi significativa na medida em que foi a primeira visita de um chefe de Estado turco desde que as relações diplomáticas entre o Vaticano e a Turquia foram estabelecidas em 1960.
Um comunicado divulgado pelo Vaticano diz que ambos os líderes também usaram a ocasião para "discutir o estatuto de Jerusalém, destacando a necessidade de promover a paz e a estabilidade na região (Médio Oriente) através do diálogo e da negociação, no respeito dos direitos humanos e do direito internacional".


Curdos protestaram perto do Vaticano,  enquanto o Papa recebia o responsável pelo genocídio deste povo.

Tanto Erdogan como o Papa Francisco se opõem à decisão do presidente dos E.U.A. Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Erdogan respondeu à iniciativa de Trump pedindo uma reunião de emergência da Organização de Cooperação Islâmica. A cimeira, realizada em Istambul, declarou "Jerusalém Oriental como a capital do Estado da Palestina" e exortou "todos os países a reconhecerem o Estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada".


Na corrida islâmica para re-estabelecer o Califado Global, interrompido há menos de um século, os turcos depositam grandes esperanças de que Erdogan reerga o Império Otomano.

A Organização de Cooperação Islâmica também declarou a decisão de Trump "nula e sem efeito legal" e "uma ameaça deliberada a todos os esforços de paz" que dará um ímpeto ao "extremismo e ao terrorismo".
Erdogan, que falou por telefone com o Papa nessa ocasião, expressando as suas preocupações sobre Jerusalém, exortou o Vaticano na reunião da passada segunda-feira  a ajudar a Turquia e o mundo muçulmano a "preservar o estatuto de Jerusalém".
"Precisamos de trabalhar juntos para preservar o estatuto de Jerusalém", disse Erdogan ao Papa Francisco. "As mensagens que transmitirá ao mundo católico sobre este assunto são importantes", disse Erdogan, enfatizando que ambos os líderes concordaram em continuar os esforços conjuntos.


Se o Papa Francisco admira Maomé e o ISIS, o ditador Erdogan admira abertamente Hitler. E age em conformidade:

 

Actualmente, a Turquia ocupa a presidência da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), uma coligação de 57 Estados muçulmanos. O islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo com 1,6 biliões de seguidores, e uma aliança com o catolicismo, que tem 1,2 bilião de adeptos em todo o mundo, pode vir a exercer uma força formidável para promover uma agenda anti-israelita sobre Jerusalém.
Além disso, embora o Vaticano tenha uma influência enorme internacionalmente, não tem forças armadas. Essa deficiência poderia ser compensada por uma aliança com a Turquia, que tem o maior poderio militar da região.


"Islão não é terrorismo" - dizem Erdogan e o Papa Francisco, enquanto os cristãos estão a ser alvo de um Holocausto que ameaça suplantar o dos judeus sob o nazismo.

Prolífico autor e educador sobre o Fim dos Tempos, o rabino Pinchas Winston observou que uma aliança entre catolicismo e islamismo estava predita, como um passo essencial no processo de Mashiach (Messias).
O rabino Winston referenciou uma obra que detalha o processo da redenção messiânica, chamado Kol Hatur (Grito da Rola). Foi escrita no século 18 por Hillel Rivlin de Shklov, um discípulo próximo do rabino Elijah ben Solomon Zalman, o rabino principal dessa geração, conhecido como Vilna Gaon.
"Este encontro não faz sentido historicamente ou logicamente, visto que que o Islão e o Catolicismo estiveram em guerra por um milénio", disse o rabino Winston ao Breaking Israel News. "Especialmente não faz sentido já que eles lutaram em Jerusalém durante toda a Idade Média durante as Cruzadas".
"Mas, como estamos na era de Geula (Redenção), eles estão a aproximar-se, precisamente como descrito pelo Gaon de Vilna ".



O Rabino Winston explicou que a vinda de Mashiach consiste principalmente em duas etapas. O retorno a Israel ocorre durante a primeira etapa, com Moshiach ben Yosef (Messias da casa de José) e a segunda etapa com Mashiach ben David (Messias da casa de David).
"Moshaich ben Yosef e Moshiach ben David são descritos como o shor (touro) e o chamor (burro) para Mashiach, do lado da kedusha (santidade)", observou. "Os seus homólogos são Esaú e Ismael, que são o shor e o chamor do lado da tumah (impureza)".
"Assim como os dois Messias aparecerão no final dos dias, Esaú, que é representado pela Igreja Católica, e Ismael, que é representada pelo Islão, aparecerão juntos no fim dos dias".
Apesar do conflito entre eles durante um período de cerca de 1.500 anos, Ishmael e Esau realmente forjaram uma aliança há quase 4.000 anos, quando o último se casou com a filha do primeiro.

 Então Esaú foi a Ismael e levou Mahalath, filha do filho de Ismael, filho de Avraham, irmã de Nebaioth, para ser sua esposa.

O rabino Winston explicou que essa união improvável constituída por duas forças opostas será facilitada pelo erev rav (multidão mista), em grande parte constituída por judeus de extrema-esquerda.

"A função do erev rav é reunir Esaú e Ismael", acrescentou. "Hoje, eles são as pessoas que se opõem à conexão de Israel com Jerusalém. A extrema-esquerda deveria opor-se aos valores islâmicos, mas eles estão a aliar-se com o Islão e a reunir Oriente e Ocidente".

"O Gaon de Vilna disse que, no fim dos dias, haverá um grande número de judeus que aceitarão a causa de Esaú e Ismael às portas de Jerusalém".

O Papa Francisco pode realmente ver uma agenda global islâmica como digna de apoio.
O Papa na segunda-feira presenteou Erdogan com um "anjo da paz" num medalhão de bronze, que é visto abraçando os hemisférios do norte e do sul enquanto derrota um dragão.


O Papa recebe o mega-terrorista Mammoud Abbas no Vaticano com honras de Estado. O que diria o Mundo se o Papa recebesse o bin Laden?


"Este é o anjo da paz que estrangula o demónio da guerra", disse o Papa a Erdogan enquanto lhe dava o medalhão. "É um símbolo de um mundo baseado na paz e na justiça".

O Papa Francisco presenteou o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com um medalhão similar no Vaticano em Maio de 2015. Nessa ocasião, o Papa disse que o "anjo da paz" estava a "destruir o malvado espírito de guerra" e elogiou Abbas por ser um "anjo da paz".

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 LEI ISLÂMICA EM AÇÃO




domingo, 19 de novembro de 2017

ISIS mostra Papa decapitado, quer "sangue de cristãos" e ameaça Vaticano


"Sangue cristão" - é uma tradição islâmica. Respeitem, seus islamofóbicos!

Dias depois de apelar a ataques automóveis contra o Vaticano, os media do Estado Islâmico (ISIS) publicaram um cartaz ameaçando os "Adoradores [Sic] da Cruz" e mostrando o Papa Francisco I decapitado. (SITE Intel)


O Papa Francisco é o Papa mais pró-islâmico e pró-submissão da História moderna. Mais uma prova de que a submissão e a acomodação ao islamismo é percebida como fraqueza e dá lugar a mais demandas, mais conquistas, e mais ataques pela causa do Islão.
 Pamela Geller

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ISIS promete "sangue cristão" enquanto antevê ataque ao Vaticano
Bridget Johnson, PJM,  14 de Novembro de 2017
 (Vídeo ISIS)
Os media pró-ISIS fizeram hoje circular um cartaz que mostra um veículo que avança sobre o Vaticano carregado de armas, prometendo "sangue de cristãos".

"Por isso esperem..." são outras palavras escritas na imagem da Wafa 'Media Foundation.

A ilustração mostra o ponto de vista de um motorista cujo BMW se aproxima da Basílica de São Pedro, circulando de noite pela Via della Conciliazione. No banco do passageiro: uma espingarda, uma pistola e uma mochila. No espelho retrovisor, um rosto coberto.

Os seguidores do ISIS têm favorecido os ataques durante os feriados religiosos, como foi o caso do ataque de 2015 contra uma festa de Natal no Condado de San Bernardino por Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik, bem como o ataque de camião cometido por Anis Amri contra um mercado de Natal em Berlim.


A Wafa 'Media Foundation, na semana passada, lançou um cartaz intitulado "O Espectro do Terrorismo", afirmando em Inglês: "Vocês pagarão um preço muito caro pela vossa guerra contra o Islão". A mensagem acrescentou: "Vamos vingar-nos do sangue dos muçulmanos na vossa terra, vamos matar os jovens antes de os mais velhos darem por isso"
ISIS aos Jihadistas: "Não se exibam nem procurem a fama,  atinjam-nos violentamente escapem"

Os cartazes da Wafa são distribuídos em grande parte no Telegram. Um lançamento recente foi intitulado "Manhattan" e tinha com um pano de fundo edifícios em chamas e uma carrinha - significativamente maior do que a que o terrorista Sayfullo Saipov alugou na Home Depot - e mostrava um jihadista armado, de pé, a observar a cena.
Enquanto esse jihadista tinha uma espingarda, Saipov brandiu uma arma de paintball e uma arma de chumbos - e tinha uma arma de choques na carrinha - antes de ser baleado no abdómen por uma bala real de um agente da Polícia de Nova Iorque.

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 Criámos uma pequena secção sobre o

Veja também a nossa secção Papa Francisco.

A quem queira estar diariamente informado sobre a jihad global, sugerimos a visita regular ao site Geller Report, de Pamela Geller. Quem tiver dificuldades no Inglês, basta usar a função de tradução automática.


https://pamelageller.com/

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CURIOSAS COINCIDÊNCIAS QUE VALERIA A PENA ANALISAR, SE NÃO ESTIVÉSSEMOS, TODOS OS NÃO MUÇULMANOS, SOB PERMANENTE SUSPEITA DE "ISLAMOFOBIA":
Os terroristas dos ataques ao Bataclan, Stade de France e outros: eram muçulmanos
Os terroristas do ataque ao Charlie Hebdo e ao Hypercasher em Paris: eram muçulmanos
O bombista no autocarro em Tel Aviv: era muçulmano
O terrorista do sapato: era muçulmano
Os decapitadores dos dois reféns japoneses: eram muçulmanos
As atiradores do café na Austrália: eram muçulmanos
O atirador de Fort Hood: era muçulmano
O bombista da cueca: era muçulmano
Os decapitadores do soldado Lee Rigby, em Londres: eram muçulmanos.
Os bombistas dos comboios de Madrid: eram muçulmanos
Os bombistas do metro de Londres: eram muçulmanos

Os bombistas discoteca em Bali: eram muçulmanos 
Os atacantes do Teatro em Moscovo: eram muçulmanos
Os bombistas do voo 93 da Pan-Am: eram muçulmanos
Os sequestradores do avião da Air-France: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos em Beirute: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos na Líbia: eram muçulmanos
Os bombistas suicidas de Buenos Aires: eram muçulmanos
Os assassinos dos atletas olímpicos israelitas em Munique: eram muçulmanos
Os atacantes da Embaixada dos Estados Unidos no Quénia: eram muçulmanos
Os atacantes das Torres Khobar, na Arábia Saudita: eram muçulmanos 
Os terroristas da escola russa de Beslan: eram muçulmanos
Os terroristas do World Trade Center: eram muçulmanos
Os terroristas de Bombaim e Mumbai, na Índia: eram muçulmanos
Os sequestradores do navio Achille Lauro: eram muçulmanos
Os terroristas do 11 de Setembro de 2001: eram muçulmanos
Os atacantes do centro comercial no Quénia: eram muçulmanos.
Os assassinos que massacram ou massacraram povoações inteiras de "infiéis" nas Filipinas, Quénia, Sudão, Timor-Leste, Síria, Iraque, Egipto, Líbia, etc., etc.: são muçulmanos
E muito, muito mais...
"Em breve seremos a maioria!" - garante esta muçulmana enraivecida. Aqui é em New Jersey, Estados Unidos, mas é assim em todo o Mundo.

COMO É O CONVÍVIO ENTRE RELIGIÕES NÃO ISLÂMICAS:
Budistas que vivem com Hindus = sem problemas
Hindus que vivem com os cristãos = sem problemas
Hindus que vivem com judeus = sem problemas
Cristãos que vivem com xintoístas = sem problemas
Xintoístas que vivem com confucionistas = sem problemas
Confucionistas que vivem com Baha'is = sem problemas
Bahá'ís que vivem com judeus = sem problemas
Judeus que vivem com ateus = sem problemas
Ateus que vivem com budistas = sem problemas
Budistas que vivem com Sikhs = sem problemas
Sikhs vivem com Hindus = sem problemas
Hindus que vivem com Baha'is = sem problemas
Bahá'ís que vivem com cristãos = sem problemas
Cristãos que vivem com judeus = sem problemas
Judeus que vivem com budistas = sem problemas
Budistas que vivem com xintoístas = sem problemas
Xintoístas que vivem com ateus = sem problemas
Ateus que vivem com confucionistas = sem problemas
Confucionistas que vivem com Hindus = sem problemas
Já percebeu a ideia...
"A Sharia só pode ser estabelecida com armas" - informa o terrorista islâmico. Na Austrália têm-se sucedido as manifestações públicas de raiva e as desordens, porque as autoridades já começaram a prevenir o terrorismo islâmico.

COMO É O CONVÍVIO QUANDO HÁ MUÇULMANOS EM CENA:
Muçulmanos que vivem com Hindus = Problema
Muçulmanos que vivem com budistas = Problema
Muçulmanos que vivem com cristãos = Problema
Muçulmanos que vivem com judeus = Problema
Muçulmanos que vivem com Sikhs = Problema
Muçulmanos que vivem com Baha'is = Problema
Muçulmanos que vivem com xintoístas = Problema
Muçulmanos que vivem com ateus = Problema
Muçulmanos que vivem com os muçulmanos = GRANDE PROBLEMA
Poderíamos ilustrar com séculos de História e milhares de exemplos de intolerância total dos muçulmanos, contra os infiéis e entre eles.

Mais 30 cristãos executados por não quererem pagar a jyziia, o imposto exigido aos "infiéis" para financiamento da "guerra santa" aos "infiéis".

ONDE É QUE OS MUÇULMANOS NÃO ESTÃO FELIZES
Eles não estão felizes em Gaza
Eles não estão felizes no Egipto
Eles não estão felizes na Líbia
Eles não estão felizes em Marrocos
Eles não estão felizes no Irão
Eles não estão felizes no Iraque
Eles não estão felizes no Iémen
Eles não estão felizes no Afeganistão
Eles não estão felizes no Paquistão
Eles não estão felizes na Síria
Eles não estão felizes no Líbano
Eles não estão felizes na Nigéria
Eles não estão felizes no Quénia
Eles não estão felizes no Sudão
Eles não estão felizes em NENHUM país muçulmano


A famosa Amira Abase, uma jovem muçulmana privilegiada, imigrante em Inglaterra, ficou famosa por ser uma "noiva jihadista" (uma daquelas raparigas que fogem para o Califado para casarem com terroristas) e por causa das suas reacções de júbilo aquando do massacre na estância balnear na Tunísia

ENTÃO, ONDE É QUE OS MUÇULMANOS ESTÃO FELIZES?
Eles estão felizes na Austrália
Eles estão felizes em Inglaterra
Eles estão felizes na Bélgica
Eles estão felizes em França
Eles estão felizes em Itália
Eles estão felizes na Alemanha
Eles estão felizes na Suécia
Eles estão felizes nos EUA e no Canadá
Eles estão felizes na Noruega e na Índia
Eles estão felizes em quase todos os países que não sejam islâmicos!
Manifestações  islâmicas com as proverbiais promessas de decapitação. Eternamente indignados com a nossa liberdade, com a nossa democracia, com a nossa religião, com a nossa alimentação, com o nosso vestuário, eles não vão embora!

E QUEM É QUE OS MUÇULMANOS CULPAM QUANDO NÃO ESTÃO FELIZES?
E quem é que eles culpam, por serem infelizes nos seus países? Não o Islão! Não as suas lideranças! Não a eles mesmos! Eles culpam os países onde são felizes!!! E eles querem mudar os países em que são felizes, para que se tornem como os países de onde vieram porque lá não eram felizes!

GRUPOS TERRORISTAS EM NOME DA RELIGIÃO:
JIHAD ISLÂMICA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
ISIS: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
AL-QAEDA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
TALIBAN: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA 
HAMAS: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
HEZBOLLAH: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
BOKO HARAM: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
AL-NUSRA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ABU SAYYAF: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
AL-BADR: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
IRMANDADE MUÇULMANA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
LASHKAR-E-TAIBA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
FRENTE PELA LIBERTAÇÃO DA PALESTINA: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA  
ANSARU: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
JEMAAH ISLAMIYAH: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ABDULLAH AZZAM BRIGADES: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ETC., ETC., ETC., ETC., ETC.. NÃO HÁ NENHUM GRUPO TERRORISTA RELIGIOSO DE OUTRA RELIGIÃO. NO ISLÃO HÁ CENTENAS.

Como pode haver quem continue a acreditar no que os media são pagos para papaguear: que o Islão é perfeito, e que os terroristas é que o compreendem mal? Porque é que a quase totalidade do terrorismo global é cometido em nome do Islão?


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Papa: Direitos dos 'migrantes' muçulmanos acima da segurança nacional

O Papa disse recentemente: "Podemos falar hoje sobre uma invasão árabe" da Europa. Mas cá está ele activamente a encorajar essa invasão. Achará o Papa que os 'migrantes' muçulmanos não incluem aqueles que desejam destruir a sociedade existente por meio da jihad e impor a sharia?
Ele disse que "o islamismo autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência", por isso ele deve pensar que os 'migrantes' muçulmanos na Europa estão aí para envolver os nativos num abraço amoroso.

"Deixa-os, eles são guias cegos. E se um cego conduz um cego, ambos cairão num poço."
(Mateus 15:14)
Robert Spencer/JihadWatch


"Papa: os direitos dos migrantes superam as preocupações de segurança nacional"
de Nicole Winfield, Associated Press, 21 de Agosto de 2017 

    CIDADE DO VATICANO (AP) - O Papa Francisco exortou na segunda-feira os países a melhorarem grandemente a sua recepção aos migrantes e impedirem as expulsões colectivas, dizendo que a dignidade dos migrantes e o direito à protecção superam as preocupações de segurança nacional.

    
A mensagem politicamente apontada de Francisco foi feita em vista do dia mundial dos refugiados da Igreja Católica de 2018, comemorado em 14 de Janeiro. Chega no meio do crescente sentimento anti-imigrante na Europa em face das sucessivas ondas de chegadas de migrantes e ataques extremistas islâmicos.

    
Na mensagem, Francisco exigiu que os governos recebam, protejam, promovam e integrem migrantes, dizendo que a mensagem de amor de Jesus está enraizada em acolher os "estranhos rejeitados de todas as épocas".

    
Ele exigiu um processo simplificado de concessão de vistos humanitários e temporários e rejeitou as expulsões arbitrárias.

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Que o Vaticano insista em tratar os terroristas islâmicos da Fatah e outros que matam judeus, como "parceiros para a paz", compreende-se. É um sonho antigo, quer do Islão quer do Cristianismo serem senhores de Jerusalém, a Cidade Santa. Ambos o tentaram e conseguiram, inúmeras vezes. Ter Jerusalém significa, para as duas religiões, que são as "legítimas" versões revistas e melhoradas do original.
Além disso, os judeus já duram há 5 milénios. Impérios ergueram-se e foram reduzidos a pó, e Israel persiste, em cumprimento das profecias. Matar ou deixar morrer os judeus todos para reinar finalmente sobre a Terra Santa é uma ideia agradável às duas religiões e acaba-se finalmente com esses chatos que têm a irritante mania de viver.
Mas porque raio quererá tanto o Papa que os europeus continuem a morrer? Fará parte de algum acordo que não conhecemos? Porque será que o Papa se está totalmente nas tintas para o Holocausto dos Cristãos, que são chacinados à média de 1 a cada 5 minutos? Esses infelizes, que preferem morrer a negar a Deus, parecem ser moeda de troca de qualquer coisa.


O líder máximo do Catolicismo foi distinguido com o título de defensor do Islão pelo líder de 80 a 90% de 1,8 biliões de muçulmanos, os sunitas.

Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Os filhos dos judeus são chacinados todos os dias, como desde sempre, e mais ainda agora que Israel voltou a ser independente, para gáudio das Bestas. Mas isso é apenas a ordem natural das coisas. Judeus, moscas, mata-se e pronto.
Mas se tolerarmos isto, os nossos filhos serão os próximos! E aí vai doer. Já dói, vejam o sangue inocente que corre por essa Europa. Para gáudio das Bestas. 


Holes in your head today
But I'm a pacifist
I've walked La Ramblas
But not with real intent

And if you tolerate this
Then your children will be next

Os Esquecidos:

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!




O Papa Francisco recebeu uma honra notável na semana passada quando Ahmed al-Tayeb, o Grande Imã de al-Azhar no Cairo, lhe agradeceu pela sua "defesa do islamismo contra a acusação de violência e terrorismo".

Algum outro Papa de Roma na história do Cristianismo já foi anunciado como um "defensor do islamismo"?

Claro que não. Mas a Igreja Católica percorreu um longo caminho desde os dias do Papa Calisto III, que prometeu em 1455 "exaltar a verdadeira fé e extirpar a seita diabólica do depravado e infiel Maomé no Oriente".


 Se as viagens no tempo fossem possíveis e o Papa Francisco pudesse encontrar-se com Calisto III, Calisto poderia "esperar um soco", porque Francisco I não é apenas um defensor do Islão, é um defensor da lei islâmica, que estabelece a pena de morte por blasfémia: depois de os jihadistas islâmicos terem assassinado os redactores da revista satírica Charlie Hebdo, por estes terem desenhado Maomé, Francisco I justificou obliquamente os assassinatos dizendo que "é verdade que  não se deve reagir violentamente, mas, apesar de sermos bons amigos, se um empregado meu disser uma palavra de maldição contra a minha mãe, ele pode esperar um soco, é normal. Não se pode fazer piadas com as religiões dos outros. Essas pessoas provocam e depois algo pode acontecer. Na liberdade de expressão, existem limites".

Assim, para o Papa, o assassinato de pessoas por violarem as leis da blasfémia da Sharia é "normal" e não é terrorismo. "O terrorismo cristão não existe, o terrorismo judaico não existe e o terrorismo muçulmano não existe. Eles não existem", disse Francisco num discurso em Fevereiro passado. "Há indivíduos fundamentalistas e violentos em todos os povos e religiões - e com generalizações intolerantes eles tornam-se mais fortes porque se alimentam de ódio e xenofobia".


Portanto, não há terrorismo islâmico, mas se alguém fizer "generalizações intolerantes", pode "esperar um soco". O Papa, como a Organização da Cooperação Islâmica, parece pensar que o problema não é o terror da jihad, mas os não-muçulmanos falarem sobre o terror da jihad. Os muçulmanos seriam pacíficos se os não-muçulmanos simplesmente se censurassem e auto imprimissem as restrições de blasfémia da Sharia em relação à crítica do Islão.


O Papa Francisco não tem paciência
para aqueles que discutem tais assuntos: "Não gosto de falar sobre violência islâmica, porque todos os dias, quando leio o jornal, vejo violência". Ele disse, de acordo com o Crux, que "quando lê o jornal, ele lê sobre um italiano que matou a noiva ou a sogra". O pontífice acrescentou: "São baptizados católicos. Eles são católicos violentos". Ele disse que se falasse sobre "violência islâmica", então ele teria que falar também de "violência católica".

Essa comparação não faz sentido, pois os católicos italianos que matam noivas ou sogras não agem de acordo com os ensinamentos da sua religião, enquanto que o Alcorão e o ensino islâmico contêm numerosas exortações à violência.


Mas o Papa Francisco, defensor do Islamismo, não pode preocupar-se com tais minúcias. Também não parece estar particularmente preocupado com o facto de que todas as suas declarações falsas sobre a ideologia motivadora por trás da enorme perseguição muçulmana aos cristãos nos últimos anos apenas permitem e aceleram essa perseguição, pois, se essa ideologia não for identificada e confrontada, ela continuará a florescer.


O Papa de Roma, que os católicos consideram ser o chefe terrestre da Igreja, deve ser um defensor do Cristianismo, não um defensor do Islamismo, a religião que tem estado em guerra com o Cristianismo e a civilização judaico-cristã desde os primeiros dias. Que qualquer líder cristão que seja chamado "defensor do Islão" só realça o absurdo da nossa era e a fraqueza do mundo livre.  

Alguém consegue imaginar qualquer líder muçulmano a ser chamado "Defensor do Cristianismo"? Claro que não: os líderes muçulmanos estão conscientes, ao contrário do seu apaixonado defensor no Vaticano, de que o Islão exige a guerra contra os infiéis, e não a defesa dos seus pontos de vista teológicos.

O Papa Francisco não está apenas desastrosamente errado sobre um facto óbvio que é reforçado pelas manchetes de todos os dias. Ele também está a enganar o seu povo sobre uma questão de extrema importância e mantendo-o ignorante e complacente com uma ameaça crescente.



"Deixa-os. Eles são guias cegos. E se um cego conduz um cego, ambos cairão numa cova."
(Mateus 15:14).



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NOTA: Este imã que honrou o Papa com tão elevada distinção, é a autoridade máxima do Islão sunita, a maior confissão muçulmana, que congrega entre 80 e 90% de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos existentes no Mundo. Para se ter uma ideia do carácter do indivíduo (um pró-terrorista e anti-semita convicto, que é apresentado ao Mundo como um "moderado") basta que se leia este post:



"É muito mais fácil agir como se os críticos do Islão tivessem algum problema com os muçulmanos enquanto pessoas, do que aceitar a incómoda verdade de que o Islão é diferente."


Ficam aqui alguns posts que dão uma ideia do Holocausto dos Cristãos e da indiferença com que ele é acompanhado, por culpa das elites políticas e religiosas. Pedimos desculpas, porque os islamofascistas do Google/YouTube retiram regularmente os vídeos, no estrito cumprimento da lei islâmica, que determina que DIZER  A VERDADE SOBRE O ISLÃO É DIFAMAÇÃO:

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos

O Papa e os Cristãos do Oriente: Crónica de uma Renúncia

O Papa Mau e o Profeta Cool



Trump salva CRISTÃOS: daí tanto ÓDIO


Walid Shoebat, ex-muçulmano e ex terrorista "palestino", grande Amigo de Israel, é um convertido ao Cristianismo que tenta explicar ao Mundo Livre a REALIDADE do Islão: