Se não está a par das peculiaridades do actual Papa, aconselhamos o vídeo acima, e a nossa secção Papa Francisco.
Confirmes, não creia em nós. Ouça o que mais John Paul Watson tem para dizer sobre o actual Papa (nomeado Defensor do Islão e admirador assumido do ISIS, que compara aos Apóstolos), e pense por si.
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Erdogan e o Papa formam Aliança anti-Trump para controlar Jerusalém
Breaking Israel News - as notícias sob a perspectiva Bíblica (hiperligações no artigo original).
A recente reunião entre o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan e o Papa Francisco pode ter graves implicações para Jerusalém, já que ambos os líderes parecem estar a construir uma agenda com base na sua oposição conjunta ao reconhecimento do presidente dos EUA, Donald Trump, da cidade como a capital de Israel.
A reunião, que aconteceu no Vaticano, foi significativa na medida em que foi a primeira visita de um chefe de Estado turco desde que as relações diplomáticas entre o Vaticano e a Turquia foram estabelecidas em 1960.
Um comunicado divulgado pelo Vaticano diz que ambos os líderes também usaram a ocasião para "discutir o estatuto de Jerusalém, destacando a necessidade de promover a paz e a estabilidade na região (Médio Oriente) através do diálogo e da negociação, no respeito dos direitos humanos e do direito internacional".
Curdos protestaram perto do Vaticano, enquanto o Papa recebia o responsável pelo genocídio deste povo.
Tanto Erdogan como o Papa Francisco se opõem à decisão do presidente dos E.U.A. Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Erdogan respondeu à iniciativa de Trump pedindo uma reunião de emergência da Organização de Cooperação Islâmica. A cimeira, realizada em Istambul, declarou "Jerusalém Oriental como a capital do Estado da Palestina" e exortou "todos os países a reconhecerem o Estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada".
Na corrida islâmica para re-estabelecer o Califado Global, interrompido há menos de um século, os turcos depositam grandes esperanças de que Erdogan reerga o Império Otomano.
A Organização de Cooperação Islâmica também declarou a decisão de Trump "nula e sem efeito legal" e "uma ameaça deliberada a todos os esforços de paz" que dará um ímpeto ao "extremismo e ao terrorismo".
Erdogan, que falou por telefone com o Papa nessa ocasião, expressando as suas preocupações sobre Jerusalém, exortou o Vaticano na reunião da passada segunda-feira a ajudar a Turquia e o mundo muçulmano a "preservar o estatuto de Jerusalém".
"Precisamos de trabalhar juntos para preservar o estatuto de Jerusalém", disse Erdogan ao Papa Francisco. "As mensagens que transmitirá ao mundo católico sobre este assunto são importantes", disse Erdogan, enfatizando que ambos os líderes concordaram em continuar os esforços conjuntos.
Se o Papa Francisco admira Maomé e o ISIS, o ditador Erdogan admira abertamente Hitler. E age em conformidade:
Actualmente, a Turquia ocupa a presidência da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), uma coligação de 57 Estados muçulmanos. O islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo com 1,6 biliões de seguidores, e uma aliança com o catolicismo, que tem 1,2 bilião de adeptos em todo o mundo, pode vir a exercer uma força formidável para promover uma agenda anti-israelita sobre Jerusalém.
Além disso, embora o Vaticano tenha uma influência enorme internacionalmente, não tem forças armadas. Essa deficiência poderia ser compensada por uma aliança com a Turquia, que tem o maior poderio militar da região.
"Islão não é terrorismo" - dizem Erdogan e o Papa Francisco, enquanto os cristãos estão a ser alvo de um Holocausto que ameaça suplantar o dos judeus sob o nazismo.
Prolífico autor e educador sobre o Fim dos Tempos, o rabino Pinchas Winston observou que uma aliança entre catolicismo e islamismo estava predita, como um passo essencial no processo de Mashiach (Messias).
O rabino Winston referenciou uma obra que detalha o processo da redenção messiânica, chamado Kol Hatur (Grito da Rola). Foi escrita no século 18 por Hillel Rivlin de Shklov, um discípulo próximo do rabino Elijah ben Solomon Zalman, o rabino principal dessa geração, conhecido como Vilna Gaon.
"Este encontro não faz sentido historicamente ou logicamente, visto que que o Islão e o Catolicismo estiveram em guerra por um milénio", disse o rabino Winston ao Breaking Israel News. "Especialmente não faz sentido já que eles lutaram em Jerusalém durante toda a Idade Média durante as Cruzadas".
"Mas, como estamos na era de Geula (Redenção), eles estão a aproximar-se, precisamente como descrito pelo Gaon de Vilna ".
O Rabino Winston explicou que a vinda de Mashiach consiste principalmente em duas etapas. O retorno a Israel ocorre durante a primeira etapa, com Moshiach ben Yosef (Messias da casa de José) e a segunda etapa com Mashiach ben David (Messias da casa de David).
"Moshaich ben Yosef e Moshiach ben David são descritos como o shor (touro) e o chamor (burro) para Mashiach, do lado da kedusha (santidade)", observou. "Os seus homólogos são Esaú e Ismael, que são o shor e o chamor do lado da tumah (impureza)".
"Assim como os dois Messias aparecerão no final dos dias, Esaú, que é representado pela Igreja Católica, e Ismael, que é representada pelo Islão, aparecerão juntos no fim dos dias".
Apesar do conflito entre eles durante um período de cerca de 1.500 anos, Ishmael e Esau realmente forjaram uma aliança há quase 4.000 anos, quando o último se casou com a filha do primeiro.
Então Esaú foi a Ismael e levou Mahalath, filha do filho de Ismael, filho de Avraham, irmã de Nebaioth, para ser sua esposa.
O rabino Winston explicou que essa união improvável constituída por duas forças opostas será facilitada pelo erev rav (multidão mista), em grande parte constituída por judeus de extrema-esquerda.
"A função do erev rav é reunir Esaú e Ismael", acrescentou. "Hoje, eles são as pessoas que se opõem à conexão de Israel com Jerusalém. A extrema-esquerda deveria opor-se aos valores islâmicos, mas eles estão a aliar-se com o Islão e a reunir Oriente e Ocidente".
"O Gaon de Vilna disse que, no fim dos dias, haverá um grande número de judeus que aceitarão a causa de Esaú e Ismael às portas de Jerusalém".
O Papa Francisco pode realmente ver uma agenda global islâmica como digna de apoio.
O Papa na segunda-feira presenteou Erdogan com um "anjo da paz" num medalhão de bronze, que é visto abraçando os hemisférios do norte e do sul enquanto derrota um dragão.
O Papa recebe o mega-terrorista Mammoud Abbas no Vaticano com honras de Estado. O que diria o Mundo se o Papa recebesse o bin Laden?
"Este é o anjo da paz que estrangula o demónio da guerra", disse o Papa a Erdogan enquanto lhe dava o medalhão. "É um símbolo de um mundo baseado na paz e na justiça".
O Papa Francisco presenteou o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com um medalhão similar no Vaticano em Maio de 2015. Nessa ocasião, o Papa disse que o "anjo da paz" estava a "destruir o malvado espírito de guerra" e elogiou Abbas por ser um "anjo da paz".













