Em entrevista à CNN, a senhora Zubeidat Tsarnaeva, mãe dos dois terroristas que puseram bombas na Maratona de Boston, afirma alto e bom som que "não se importa que os filhos tenham morrido, não se importa de morrer, e que Allahu Akbhar!"
Vem este post a propósito de mais uma PALHAÇADA de Barack Hussein Obama & C.a. Chamámos a atenção recentemente para que Obama proibiu as investigações ao terrorismo islâmico, em 2011:
E temos repetidamente feito eco das ligações de Obama e da sua família ao Islão e à Irmandade Muçulmana (o seu irmão Malik é um notório apoiante do terrorismo, da Irmandade, e um financiador do terrorismo islâmico global).
Ora a Rússia informou os Estados Unidos de que Tamerlan Tsarnaev "era um seguidor do
islamismo radical e um crente acérrimo" e que este "mudou drasticamente desde 2010, quando se preparava deixou os
Estados Unidos para se juntar a grupos
clandestinos não especificados."
Esses "grupos clandestinos" só poderiam ser, nesse contexto, grupos terroristas islâmicos. Os russos essencialmente disseram ao FBI que Tamerlan Tsarnaev era
um jihadista, e isso não foi suficiente para o FBI o manter sob
vigilância?
O FBI desinteressou-se de Tamerlan e do irmão porque não tinha
sido "encontrado nada de substantivo que os ligasse a um grupo terrorista". A
possibilidade de um ataque independente, sem filiação, não ocorreu aos especialistas do FBI.
O
FBI claramente falhou neste caso, e tem alguma responsabilidade pelo
atentado de Boston, mas, em última análise, a responsabilidade recai sobre
Barack Obama e John Brennan, que asseguraram que os agentes permanecessem plenamente ignorantes do Islão e da jihad, quando proibiram qualquer menção a ambos na formação anti terrorista. Sem terem preparação, como poderiam os agentes do FBI avaliar correctamente o que os russos lhes disseram?

Temos neste blog um marcador sobre o ataque terrorista islâmico na Maratona de Boston, e chamamos a atenção para o post sobre o triplo assassinato cometido pelo terrorista islâmico Tamerlan Tsarnaev, que assassinou três judeus (os seus três ÚNICOS amigos), para assinalar condignamente o aniversário do 11 de Setembro, que marcou o início da presente guerra santa aos infiéis.
Sob a lei que proíbe qualquer investigação ao terrorismo islâmico, este triplo assassinato passou incólume. Foi abafado. E a seguir veio o ataque de Boston. Cortesia de Barack Hussein Obama.
"Algures no Quénia, uma aldeia sente a falta do seu idiota"!
"A Rússia não compartilhou todos os detalhes sobre o suspeito da ataque de Boston, diz relatório"
Michael S. Schmidt e Eric Schmitt para o
New York Times, 09 de Abril
WASHINGTON - O governo russo recusou fornecer ao FBI informações sobre um dos suspeitos do ataque à bomba na Maratona de Boston, que provavelmente levaria a mais extensa análise, pelo
menos dois anos antes do ataque, segundo o relatório de um
inspector-geral.
As autoridades russas tinham dito ao FBI, em
2011, que o suspeito, Tamerlan Tsarnaev, "era um seguidor do islamismo
radical e um crente acérrimo" e que o Sr. Tsarnaev "tinha mudado
drasticamente desde 2010, quando deixou os Estados
Unidos para se juntar a
grupos secretos indeterminados".
Mas, depois de uma investigação inicial pelo FBI, os russos recusaram vários pedidos de informações adicionais sobre o Sr. Tsarnaev,
de acordo com o relatório, que teriam permitido impedir o ataque terrorista.
Na época, as autoridades policiais americanas acreditavam que o Sr. Tsarnaev representava uma ameaça muito maior para a Rússia.
O
novo relatório do inspector geral descobriu que só após o atentado de Boston é que os russos partilharam com o FBI informação adicional, incluindo a informação de uma conversa
por telefone que as autoridades russas tinham interceptado entre o Sr.
Tsarnaev e a sua mãe em que se discutiu a jihad islâmica.
- Lembramos que nesse telefonema a mãe do terrorista aconselhava o filho a ir lutar contra Israel, e que a referida senhora se encontrava no seu país, fugida à justiça americana, por avultados roubos em lojas. Uma família às direitas, portanto!
"Descobrimos que os russos não forneceram todas as informações que
tinham sobre ele na época, e com base em tudo o que estava disponível, o
FBI fez tudo o que podia", disse um alto funcionário americano.
Tsarnaev, que foi morto tentando fugir da polícia, e o seu irmão,
Dzhokhar, são, segundo se crê, os únicos suspeitos do ataque, que
matou três pessoas e feriu mais de 200, perto da linha de chegada da Maratona. O Departamento de Justiça disse em Janeiro que iria pedir a pena de morte para Dzhokhar Tsarnaev.
- Lembramos que
Tamerlan foi acidentalmente atropelado pelo irmão.
Dzhokhar, o sobrevivente, refugiou-se num quintal, dentro de um barco, onde escreveu uma extensa confissão do acto terrorista, um manifesto de supremacismo e terrorismo islâmico.
As autoridades federais descobriram poucas evidências de ligações dos irmãos a uma organização terrorista internacional. Agentes do FBI que viajaram para o Daguestão, uma região da Rússia no
Cáucaso do Norte, onde Tamerlan Tsarnaev foi em 2012, durante um
período particularmente violento, não encontraram nada que mostrasse
que ele recebeu treino ou incentivo de terroristas.
"Neste momento parece-nos que eles eram extremistas violentos caseiros", disse o alto funcionário. "Nós certamente não estamos em posição de descartar nada, mas neste
momento não encontramos nada de substantivo que os ligue a um grupo
terrorista".
- Ou seja: com a proibição de investigar o terrorismo islâmico, deixaram o atentado acontecer, e continuam a ver navios! Triste retrato de um país à deriva, por ter um péssimo comandante!
O
relatório produzido pelo inspector-geral (...) ainda não foi tornado público, mas os membros do Congresso serão informados quinta-feira, e alguns dos resultados são esperados antes de terça-feira, o
primeiro aniversário dos atentados.
O seu conteúdo foi descrito por vários altos funcionários americanos,
que falaram sob condição de anonimato, porque o relatório não foi
divulgado publicamente.
O relatório é semelhante ao relatório interno do FBI realizada após o bombardeio. Na referida análise, o departamento descobriu que os seus agentes
haviam sido impedidos de conduzir uma investigação mais extensa por causa
de leis federais e das directrizes do Departamento de Justiça, que os
impedem de utilizar instrumentos de vigilância, como escutas
telefónicas, em investigações como as realizadas a Tsarnaev antes
dos atentados.
"Se soubéssemos o que os russos sabiam, provavelmente teríamos sido capazes
de fazer mais com as nossas directrizes de investigação (...) ", disse um alto funcionário.
O inquérito exonera em grande parte o FBI, mas diz que os
agentes na área de Boston, que investigaram as informações fornecidas pelos russos em 2011,
poderiam ter realizado mais algumas entrevistas quando examinaram a
informação.
- Os terroristas aproveitam-se da democracia e dos direitos constitucionais para combaterem a democracia e os direitos constitucionais. E porque é que os países democráticos são obrigados a receber "emigrantes" como estes, que constituem perigo manifesto para segurança nacional?
O relatório também recomenda vários passos que o FBI deve
tomar para compartilhar de forma mais eficaz a informação com as
autoridades estaduais e locais, disseram os funcionários. O FBI trabalhou com os chefes de polícia de todo o país
durante o ano passado, no sentido de compartilhar melhor a informação, e
já adoptou várias das recomendações, de acordo com as autoridades.
Quando o FBI divulgou, logo após o atentado, que tinha recebido informações dos russos,
os republicanos do Congresso, e alguns democratas, incluindo o deputado
William Keating, de Massachusetts, criticaram a agência de segurança por não ter continuado
segui-lo quando ele viajou para o Daguestão, e por não o ter interrogado
quando voltou, em 2012.
"São pessoas como esta que não devemos deixar fora da nossa vista, e
isso foi um erro", disse o senador Lindsey Graham, republicano da
Carolina do Sul. "Eu não sei se as nossas leis foram ineficientes ou se o FBI falhou, mas estamos em guerra com os radicais islâmicos, e temos que nos defender."
- Um reaccionário, este Graham! Primeiro, porque é republicano; e
segundo, porque afirma que o seu país está em guerra com os chamados
"radicais islâmicos".
Como parte da investigação a Tamerlan Tsarnaev em 2011, os agentes do FBI examinaram os seus registos criminais e educacionais e a sua história de busca na Internet.
(...) Uma investigação similar foi realizada após o tiroteio
de 2009, em Fort Hood, no Texas, em que 13 pessoas foram mortas. Depois
do tiroteio, um ex-diretcor do FBI, William H. Webster, realizou uma
revisão formal da investigação sobre o atirador, Nidal Malik Hasan,
antes e depois do ataque. Essa revisão concluiu que o FBI tinha menosprezado a ameaça, e isso levou a
mudanças na forma de actuar das agências de informações.