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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Boko-Haram continua a atacar cristãos e muçulmanos anti-jihad


O Boko-Haram está a realizar um genocídio em África
Dia 19 de Ramadão - 194 ataques terroristas. 35 ataques bombistas suicidas. 1899 mortos. 2410 feridos. 
(Contabilizado pelo site The Religion of Peace/A Religião da Paz)

Que desgraça destacar? Destacamos esta, do 19º dia do Ramadão, que teve a particularidade de atingir muçulmanos:
Em Jos, no Quénia, o clérigo muçulmano Sani Yahaya, da organização Jama'atu Izalatul Bidi, instava os fiéis à convivência pacífica com as outras religiões. A objecção do bando terrorista Boko-Haram fez-se sentir sob a forma de duas bombas que deixaram 44 mortos e 67 feridos.
Potiskum, Quénia: Uma das igrejas atingidas ontem por bombistas suicidas. 
Também ontem, o Boko-Haram (a filial do ISIS em África, os tais do 'BRING BACK OUR GIRLS') regressou às aldeias que atacara três dias antes, matou 9 pessoas e incendiou 32 igrejas e cerca de 300 casas de cristãos.  
Os aldeões mataram 3 terroristas (esperemos que a ONU não emita uma condenação...).
Não está contabilizado o número de pessoas assasinadas por mulheres bombistas suicidas leais ao Boko-Haram na aldeia de Zabarmari, este sábado à noite.

Zabarmari, Quénia: As bombistas suicidas mataram número indeterminado de pessoas.

Só na passada semana, o Boko-Haram matou mais de 200 inocentes no Quénia.Os jihadistas abateram cristãos a tiro antes das orações do crepúsculo do Ramadão, alvejaram mulheres em suas casas, arrancaram homens e rapazes da cama e assassinaram-nos a coberto da noite. Uma das bombistas suicidas fez-se explodir numa mesquita, matando 12 fiéis.
O Daily Mail é dos jornais ocidentais que falam desta tragédia.

Lembramos que entre 2006 e 2015, a ONU emitiu 57 condenações contra Israel (por se defender de monstros como estes). No mesmo período, os monstros do Boko-Haram foram condenados pela ONU... NEM UMA VEZ! 


 Imagens dos ataques de ontem:


Imagens dos ataques das bombistas suicidas: 

 
Esta menina foi dada pelo pai ao Boko-Haram para se fazer explodir.  Conseguiu escapar:

  
O nome Boko-Haram significa "A educação ocidental é pecado". Consequentemente (enquanto mandam meninas explodir-se) é frequente atacarem escolas e chacinarem estudantes. Este foi um dos massacres de que falámos - eram estudantes de Agricultura:


Documentário sobre a Nigéria debaixo do flagelo jihadista:

 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Andreas Lubitz e Mohamed Kuno


A agonia da mãe de estudante assassinado na Universidade do Quénia

Sabe quem é Andreas Lubitz (à direita)? Claro que sim. É o homem que se julga que matou 150 pessoas nos Alpes.
Sabe quem é Mohamed Kuno? Claro que não. É o homem que se julga que matou 150 pessoas (até agora, há ainda desaparecidos...) no Quénia.
O terrorista que orquestrou a chacina na universidade do Quénia, é, segundo as autoridades, o ex-director da Universidade, Mohamed Kuno (em baixo). Elementos do bando terrorista islâmico Al Shabaab, fortemente armados, puseram os alunos em fila e foram perguntando: "És cristão ou muçulmano?".
Dizer que a cobertura jornalística da chacina na Universidade queniana tem sido pobre, é um elogio. Os telejornais mostraram de fugida o edifício da Universidade, ambulâncias, e... clérigos muçulmanos a lamentar o sucedido.
Lá pelo meio, e muito depressa (como aquelas vozes dos anúncios de carros que dão os detalhes do financiamento), disseram que os autores foram "combatentes", ou "militantes" do grupo Al Shabaab, com ligações à Al Qaeda.
O espectador, o ouvinte, o leitor, não merecem saber que o motivo de mais este ataque que dizimou cristãos teve como único motivo o Islão e a sua natureza supremacista e violenta.
O Corão proíbe os muçulmanos de matar outros muçulmanos (4:92) e contém várias exortações para matar (2:191, 4:89, 09:05, 47:4) ou subjugar (9:29) os não -muçulmanos.

Os noticiários continuam e continuarão a explorar cada detalhe do caso Andreas Lubitz. Os canais de documentários estão a repor séries sobre acidentes aéreos. A Imprensa desdobra-se em investigações sobre segurança aeronáutica.
O senhor reitor Mohamed Kuno (ex-líder de uma madrassa) ninguém saberá quem é. O motivo da chacina de cristãos, ninguém saberá.
O massacre diário de cristãos - o maior Holocausto da História, que está a extinguir sistematicamente os cristãos nos países islâmicos - decorre paulatinamente, com o silêncio cúmplice da Imprensa mundial.
A Imprensa, que foi DECISIVA para salvar Timor do regime islamista indonésio, não pia!

ALGUÉM SE LEMBRA?
Há cerca de 1 ano no centro comercial de Westgate, também no Quénia, os islamistas dizimaram mais de 100 cristãos:

Foi o que fizeram, também no Quénia, na cidade costeira de  Mpeketoniou, e depois no assalto a um autocarro de passageiros, e em todos os ataques que se sucederam: quem não sabe recitar o Corão é executado.
Os políticos ignoram, porque do mundo islâmico que vem muito petróleo e muito dinheiro. A Imprensa  ignora - porque tem medo, porque tem capital islâmico e porque tem gente que convictamente se está nas tintas para a sorte dos cristãos e outros «infiéis».
Em casos como este, nem há a questão da «Cisjordânia», nem a das Cruzadas, nem a do colonialismo europeu, para culpar. Ignora-se, e é tudo.

SALVE OS CRISTÃOS 

 
Mas VOCÊ pode não ignorar.
Pode por exemplo apoiar a organização RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS), e pode assinar a petição da United With Israel, contra o terrorismo islâmico. Faça a sua parte!

 A IGNORÂNCIA NÃO PROTEGE NINGUÉM!

P.S. - Vários "palestinos" armados foram decapitados por terroristas do ISIS, no campo de Yarmouk, Síria. Se Israel tivesse retaliado contra ataques terroristas do Hamas, não haveria papel que chegasse...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Jornais sérios e blogues obscuros

Atenção: o vídeo contém imagens que alguns podem achar perturbadoras:


Fomos à procura nos jornais de referência, nos jornais sérios, e nada. Mas compreende-se. O Público, por exemplo, tem coisas mais importantes a noticiar. Como por exemplo a alegada perda de popularidade do Facebook, que lhe merece artigo atrás de artigo... Possivelmente, e vendo melhor. se calhar este atentado terrorista nem aconteceu. Ou se aconteceu, é como se não tivesse acontecido. Afinal, se não vem nos jornais de referência, e apenas em "blogues obscuros" como este, não aconteceu. Além do mais, é sabido que fazer atentados terroristas em nome de Alá, é uma característica cultural que se deve respeitar. Enquanto que falar dos mesmos, é "incitar o ódio".
"Porta-vozes do supremacismo islâmico constantemente insistem que qualquer conexão entre o Islão e o terrorismo é incidental - há terroristas que por acaso são muçulmanos, mas não assassinos que são movidos a matar por textos e ensinamentos islâmicos de pregadores radicais. Esta tese é contrariada pelas declarações que praticamente todos os jihadistas islâmicos que já emitiram nos seus comunicados, e aqui a contradição é graficamente ilustrada."
- in jihadwatch
"Ataque a centro comercial no Quénia: filmagem arrepiante dentro do estabelecimento, mostra os terroristas a abaterem pessoas aleatoriamente"
John Hall para o Independent, 17 de Outubro
  Novas e chocantes imagens da CCTV mostram os terroristas abatendo ao acaso os clientes durante o ataque ao centro comercial Westgate, no Quénia, no mês passado.

    Num vídeo obtido pela CNN, um homem pode ser visto a esconder-se atrás de um quiosque de supermercado quando os terroristas invadem o estabelecimento.

    Enquanto os compradores fogem para salvar as suas vidas, um terrorista casualmente  aproxima-se do homem encolhido e dispara uma bala à queima-roupa.

    No segmento seguinte, o homem é visto a contorcer-se em agonia, deitado numa poça do seu próprio sangue. O atirador regressa e dispara mais tiros contra a vítima. Acredita-se que o homem morreu em consequência dos ferimentos.


    Noutra parte da filmagem da CCTV, uma família britânica - incluindo um menino de quatro anos que se notabilizou por ter dito a um dos terroristas que ele era "um homem muito mau" - são mandados sair por um dos terroristas.

    Uma mãe e os seus filhos são autorizados a sair. A mãe - que já tinha sido baleada na coxa por um terrorista - leva os filhos feridos num carrinho de compras. Atrás dela, segue uma adolescente encharcada de sangue, aterrorizada, e dois terroristas.

    O filme também mostra os terroristas calmamente conversando ao telemóvel, enquanto batem o centro comercial em busca de novas vítimas. O grupo terrorista al-Shabaab, filiado na al-Qaeda e com base Somália, insiste que manteve contacto com os homens durante todo o ataque.

 
Nos  raros períodos de silêncio, durante o cerco de quatro dias, os terroristas islâmicos  são vistos revezando-se para ajoelhar e rezar, enquanto os colegas, empunhando espingardas de assalto, ficam de guarda.


Alguns «sites obscuros» que se ocupam do levantamento do terrorismo islâmico:

A actual jihad (guerra santa islâmica) em que estas acções se inserem, começou com os atentados de 11 de Setembro de 2001, celebrados efusivamente no mundo islâmico:




Segue-se a lista possível dos atentados terroristas islâmicos ocorridos desde esse dia:


LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2004

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2005

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2006

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2007


LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2008

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2009

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2010

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2011

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2012

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2013 (1º SEMESTRE)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Notícias da Viúva Branca

Já aqui falámos sobre a 'Viúva Branca'. O Público dá conta de que a Interpol está atrás dela. O Mirror dá notícias sobre os familiares e a infância da terrorista:


Prime suspect: Samantha Lewthwaite


A família da Viúva Branca, Samantha Lewthwaite, está despedaçada pela vergonha da ligação terrorista da filha ao ataque de Nairobi
25 de Setembro de 2013 00:00
A família tem lutado para lidar com o desaparecimento da mãe de três filhos depois de o marido ter assassinado 26 pessoas nos atentados do 7 de Julho em Londres

Como soldado que serviu na Irlanda do Norte durante os anos 1970, no auge dos problemas, Andy Lewthwaite entende o dano terrível dos ataques terroristas.
Hoje transporta o fardo de ser o pai da terrorista internacional mais odiada* do mundo.
A sua filha Samantha - apelidada de Viúva Negra - terá desempenhado um papel fundamental no planeamento do massacre do Shopping Westgate em Nairobi.
* - Nota nossa: o artigo é transcrito, nós aqui não odiamos ninguém. 

Ela pode até ter morrido no tiroteio com soldados quenianos.

Ontem à noite, especialistas forenses ainda tentavam determinar se o corpo de uma mulher branca encontrado entre os militantes era desta mulher de 29 anos.

Durante anos, a sua família, de Aylesbury, Bucks, tem lutado para lidar com o desaparecimento da mãe de três filhos, depois de o marido, Germaine Lindsay, ter assassinado 26 pessoas nos atentados de Londres, o tristemente famoso 7/7.

O pa,i Andy, de 57 anos, agora a trabalhar no ramo da construção, tem outros dois filhos com a mãe de Sam Lewthwaite, Christine Allen. Não entende como é que a sua menina feliz se tornou aparentemente capaz de matar crianças.

Um vizinho disse: "O Andy está ciente de quão terríveis são os tiroteios indiscriminados. Para ele, imaginar a própria filha envolvida neste processo, é muito doloroso. Ele foi muito digno. Serviu o seu país. A sua filha está aparentemente a manchar tanto a sua reputação como a reputação do seu país".
 Samantha Lewthwaite
A família recusou falar, mas os vizinhos recordam a Viúva Branca como uma pessoa diferente. O empresário Niknam Hussein, de 50 anos, conheceu Lewthwaite quando ela era adolescente.

Ele disse: "Ela era calma e tímida. Não havia nada de extraordinário nela. O mais assustador é que ela era perfeitamente normal."

E continuou: "Como é que uma dona de casa e mãe, de repente, se torna a mentora de um ataque no leste de África? Ela veio de uma família unida. Mesmo depois do 7/7, ela ainda esteve com a família e sob protecção policial. Eles estão perplexos e zangados. Eles estão tão surpresos quanto eu."

Ontem, a pressão sobre a família ficou visível, quando a avó, Elizabeth Allen, de Banbridge, foi internada no hospital com problemas cardíacos.

Joan Baird, um vereador de Banbridge, que conhece a família, disse: "A Sra. Allen, com 85 anos, está doente por ter que lidar com tudo isto. A sua saúde está debilitada como resultado da pressão de todas as notícias sobre a sua neta."

A transformação de Lewthwaite numa das figuras de proa do grupo terrorista al-Shabaab, da África Oriental, é algo que poucos conseguem compreender.

Ela ainda estava na escola primária, quando a família se mudou da sua cidade natal na Irlanda do Norte para Buckinghamshire. Os pais separaram-se em 1995.

Raj Khan, de Aylesbury, disse: "Conheci-a em criança. Ela era muito inocente, tinha falta de confiança, era tímida mas acessível. Era uma seguidora e não uma líder. É por isso que eu acho absolutamente inacreditável que ela seja chefe de uma organização terrorista criminosa internacional".
 Samantha Lewthwaite
Quando adolescente, na Grange School em Aylesbury, Lewthwaite fez amizade com uma família muçulmana local, o que a ajudou a converter-se ao islamismo.
O seu interesse pela religião desenvolveu-se quando se matriculou num curso de graduação em Política e em Estudos das Religiões, em 2002, na Universidade de Estudos Orientais e Africanos de Londres. Deixou a universidade dois meses depois.
Conheceu o jamaicano (muçulmano convertido) Lindsay na internet, através de um chat islâmico, no mesmo ano, e casaram poucos meses depois.
Viveram na cidade natal de Lindsay, Huddersfield, West Yorkshire, mas voltaram para Aylesbury, em Setembro de 2003.
Seis meses mais tarde, o primeiro filho, um menino, nasceu. O segundo filho, uma menina, nasceu depois do 7/7 .
Depois de interrogada sobre os ataques suicidas de 2005, em Londres, nos quais 52 pessoas perderam a vida, a Viúva Branca voltou para a sua família, que estava convencida da sua inocência.
O pai Andy, o irmão mais velho Allan, e a irmã mais nova Sabrina, condenaram os atentados, e ficaram chocados com o papel que neles desempenhou o " marido amoroso " e " brilhante pai ", Lindsay.
Sam Lewthwaite desapareceu em 2009, logo após o nascimento do terceiro filho, cujo pai é Habib Ghani, de Hounslow, oeste de Londres. 
Ghani foi morto a tiro na Somália há duas semanas, no que foi entendido como uma rixa entre facções da al-Shabaab. 
Acredita-se que isso poderia ter estimulado Sam Lewthwaite a instar os chefes terroristas para avançarem com a atrocidade no Quénia. 
Crê-se que não foi por acaso que o ataque Nairobi aconteceu na véspera do julgamento de outro terrorista  britânico da al-Shabaab, Jermaine Grant, em Mombaça .
A Viúva Branca e Grant supostamente planeavam bombardear resorts de praia do Quénia, quando a Polícia entrou no seu apartamento alugado, em Dezembro de 2011.
Os polícias encontraram equipamentos e produtos químicos usados no fabrico de bombas, mas  Lewthwaite escapou.
As únicas pistas sobre o seu paradeiro desde que se ausentou, vieram através das suas provocações ocasionais contra o Ocidente no Twitter.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A Viúva Branca - 3 (Conclusão)


A parceria estratégica entre Quénia e Israel nesta crise mantém-se, mas Israel tem reduzida margem de manobra, por razões de respeito à soberania queniana (...)
Na frente da Imprensa, a organização terrorista Al -Shabaab já "ganhou", mesmo que venbham a ser eliminados um a um. Os media globais estão virados para Nairobi (...)
O ataque, embora menos complexo, tem muito em comum com o de Mumbai, na Índia, em Novembro de 2008, pelos terroristas da Taiba le Lashkar do Paquistão. Os dois grupos têm ligações estreitas com a Al Qaeda e com o Hamas palestino. Como no centro Chabad em Mumbai, aqui, as empresas israelitas têm sido os principais alvos. Os terroristas, em ambos os casos, aparecem em contacto permanente com os operadores externos que transmitem as suas notícias (os tweets ) afiançando que nunca irão negociar.
A mesma selecção entre muçulmanos e não muçulmanos foi feita para salvar os primeiros e matar tanto quanto possível dos últimos. A crise em Mumbai durou um total de 60 horas e já não está longe de levar o mesmo tempo.
A presença de forças israelitas em Nairobi foi notada, apesar do secretismo que se procurava. Comandos israelitas foram levados para o Quénia quando o centro comercial foi atacado. Nairobi invocou um pacto de segurança secreto entre os dois governos, o que garante a assistência militar de Jerusalém, desde o momento em que o governo queniano esteja sob a ameaça de uma potência estrangeira. (...)
Em Agosto, agentes do Mossad, juntamente com funcionários do FBI, participaram na investigação para determinar se um grande incêndio no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta foi ou não o resultado de um ataque terrorista. De acordo com relatos da Imprensa estrangeira, a Mossad tem uma vanguarda filial em Nairobi, cuja missão é manter estreitos laços de segurança com o Quénia e outros países da África Oriental.
A organização terrorista islâmica somali Al Shabaab, uma filial da Al Qaeda, escolheu um alvo israelita em Nairobi, Quênia. O ataque aos israelitas continua, portanto.(...)

Algumas imagens do ataque terrorista:

 
 
 
 
 
 


- Dos 70 cristãos mortos no Paquistão este domingo, quando saíam da missa, já nem se fala. Novas vítimas já caíram depois deles, ceifadas pelo terrorismo islâmico. E é assim todos os dias. 21636 ataques terroristas islâmicos desde o 11 de Setembro de 2001, à média de 5 por dia. Para acompanhar a compilação possível de ataques terroristas e a contabilidade em permanente actualização, veja por exemplo o site A Religião da Paz.

Este caso suscitou especial atenção dos media pelo suspense dos reféns e pela ajuda das forças norte-americanas e israelitas, que para muita gente é uma afronta, como tudo o que vem desses dois países, que suscitam ódios patológicos. Por estranho que pareça, há quem, mesmo perante os factos mais flagrantes, como é o caso, se recuse a acreditar que se trata de um atentado terrorista islâmico, por muito que os autores o reivindiquem e tudo o resto. A cegueira ideológica e o ódio doentio aos EUA e a Israel lançam as mais estúpidas teorias da conspiração, como é habitual.

Para muitos muçulmanos, esta acção terrorista é natural, justificada e louvável. Entendem esses muçulmanos (que esperamos sejam uma pequena percentagem do total do bilião e 600 milhões que existem), que acções como esta se justificam como represália contra a luta anti-terrorista. Repito: alguns muçulmanos justificam o terrorismo como legítima vingança contra a luta anti-terrorista.

O cúmulo do surrealismo atingiu-se quando os terroristas do centro comercial de Nairobi protestaram contra a presença das forças de segurança, alegando que assim o risco de os reféns serem executados era maior! Os cristãos paquistaneses que saiam da missa, que "crime" terão cometido?...

Como se não bastasse, há também uma significativa fatia da opinião pública ocidental que considera que falar do terrorismo islâmico é tema tabu, porque se se falar as acções terroristas podem aumentar. Para além de outras considerações de filosofia e moralismo baratos que já temos focado.

12  anos de terrorismo contínuo e global ainda não chegam para que os bem-pensantes percebam que 21636 "casos isolados", é muito "caso isolado". E que mais poderemos dizer? Se as pessoas não percebem, então não adianta explicar-lhes.

Em breve, a encantadora Viúva Branca irá para a galeria de heróis chic que os ocidentais veneram, fazer companhia ao Bin Laden e ao Dzokhar Tsarnaev, dois de muitos "inocentes injustamente incriminados pela CIA".

A Viúva Branca - 2

 

É apontada como a comandante do ataque terrorista ao centro Westgate de Nairobi. Lewthaite é a viúva de Jermaine Lindsay, que se explodiu durante os atentados de Londres em 7 de Julho de 2005, no metro de Londres, matando 26 pessoas.
Dizem que ela é uma das terroristas que na Somália se juntaram à Al Shabaab. O primeiro-ministro David Cameron interrompeu uma visita à residência real de Balmoral, araa realizar algumas sessões de emergência. Pelo menos seis britânicos sucumbiram aos ferimentos , como vítimas deste ataque terrorista.Por sua parte, o FBI começou a investigar a possibilidade da presença de pelo menos seis terroristas ocidentais, três americanos, um canadiano, um britânico e um finlandês, no ataque, de acordo com a NBC -News e a CNN. A investigação está em fase preliminar, e é provável que possa ser concluída antes do fim do impasse entre as forças quenianas e os terroristas.Uma conta de Twitter associada com a Al Qaeda e a Al Shabaab identifica esses americanos como Ahmed Mohamed Isse, 22 anos, de St. Paul, Minnesota; Abdifatah Keenadiid Osman, 24 anos, de Minneapolis, Minnesota, e Gen Mustafe Noorudiin, de 27 anos, de Kansas City, Missouri. Todos falam Árabe. Minnesota e Missouri são os principais centros de imigração da Somália e da África Oriental para os Estados Unidos. Alguns são convertidos, outros lutaram contra a América no Iraque.
 - Que país tão mauzão, os Estados Unidos, hein?...

Estamos, portanto, confrontados com a primeira " legião estrangeira ocidental terrorista" , composta de convertidos e emigrantes explorados pelas indústrias do terror para fortalecer o ciclo de adeptos do Islão que pdem asilo na Europa e nos Estados Unidos .
 - Que países tão mauzões, os países europeus, hein?...

Ao analisarmos friamente as causas políticas destes eventos, a postura conciliatória para com o Islamismo porparte da Administração Obama, o relaxamento do vocabulário anti-terrorista, para não ofender o Islão, ou as origens quenianas do Presidente e a sua juventude no país, são factores que contam.
No entanto, recentemente, o governo Obama reforçou  sua guerra secreta contra a Al Shabaab na Somália, reforçando a colaboração com os serviços de informações do país.

Os EUA mantêm também campos de treino para soldados ugandeses, que lutam contra as forças da Al Shabaab, e forneceu drones Predator a bases em Djibuti, aviões de combate e cerca de 2.000 soldados e civis americanos.

O impasse continua entre um grupo de 10 a 20 terroristas islâmicos e as forças de segurança quenianas, dentro do Westgate Shopping em Nairobi, pelo segundo dia, desde domingo, quando o número de mortos é de 69, com 205 feridos e 63 desaparecidos neste momento.

A polícia queniana lançou quatro assaltos sucessivos, permitindo-lhe evoluir e conter os islamistas numa área restrita. O ataque foi realizado com forças e helicópteros de elite, ao que os terroristas responderam com raiva, dizendo que a intervenção colocava a vida dos reféns em perigo.
- Melhor que isso só mesmo não terem atacado o centro comercial, não terem assassinado, ferido e tomado reféns!

Entre 49 e 63 pessoas estão desaparecidas e podem fazer parte deste grupo de prisioneiros civis. O resultado será provavelmente sangrento.

De acordo com a AFP, as forças israelitas entraram no interior do centro comercial, onde os terroristas filiados da Al Qaeda tomaram reféns, segundo autoridades de segurança ( AFP) .


O envolvimento directo das forças de segurança de Israel neste cerco é limitado ao papel dos peritos de estratégia, para possibilitar uma rápida resolução do caso. É improvável que as forças especiais israelitas operem com grande liberdade de manobra, tal o alvoroço dos media.


A Viúva Branca - 1

A misteriosa “viúva branca”

KenyaVeuve blanche



Ataque terrorista jihadista em Nairobi (Quênia): O chefe da quadrilha seria a "Viúva Branca", uma mulher britânica converteu ao Islão
Três cidadãos norte-americanos pertencentes à Al Qaeda, fazem parte dos atacantes. A chefe da quadrilha seria uma mulher britânico convertido ao Islão.

O Ministério das Relações Exteriores israelita recusou confirmar ou negar qualquer envolvimento directo na intervenção anti terrorista no Quênia.

Na noite de segunda-feira para terça-feira, o Ministério queniano do Interior disse deter o controle por todo o edifício, todos os reféns foram libertados, mas mesmo assim não quer correr qualquer risco .

O cerco da Polícia ao Westgate Shopping Nairobi terminou na noite de ontem em torno das 23:30h, quase 60 horas após o início do assalto por jihadistas. O governo do Quênia disse que todos os reféns do ataque, realizado no sábado por um grupo que reivindica ser o Al Shebab da Somália, foram libertados. Nairobi anunciou que matou três terroristas e tem suspeitos detidos. Denso fumo negro foi visto sobre o edifício segunda-feira após uma explosão.


O ataque, um dos mais sangrentos da história do Quênia, é o primeiro realizado por um comando " globalizado " .

Esta tarde de segunda-feira 23, depois de vários ataques consecutivos, os terroristas estão confinados no quarto andar, mas um denso fumo negro continua a escapar dessa área. A prova de que a situação ainda está longe, depois de 48 horas, de estar sob controle.


É provável que as forças islamistas multinacionais tenham ateado fogo aos colchões para retardar a progressão da polícia e do exército ...

Os terroristas afirmam ainda mantêm 89 reféns, enquanto o governo queniano diz que a maioria deles foram libertados. Entre os que permanecem, contam-se quatro franceses, dois israelitas e outros ocidentais ...

É um grupo bem organizado, estruturado, tem controle de métodos de captura, usa a internet de modo inteligente e constante, e está especialmente determinado a ir "até até ao fim", ou seja, cometer suicídio e matar os reféns. A hipótese avançada é de que eles poderiam ter guardado armas e explosivos previamente no edifício, apesar das advertências israelitas e norte-americanas sobre a vulnerabilidade da área.

Segundo a imprensa britânica , o chefe do gangue terrorista é Samantha Lewthwaite , mulher convertida ao Islão e filha de um oficial do exército britânico.
A terrorista inglesa  Sam Lewthwaite, conhecida como a Viúva Branca:
 
 

Jihadistas do Minnesota no ataque do Quénia


Forças do Quénia ainda combatem últimos atacantes do centro comercial

O que faltava agora era trabalhar para prevenir futuros ataques. Os amigos do radicalismo islâmico já especulam que "não há provas" de que os ataques tenham sido feitos por islamistas (!). E, como em ocasiões anteriores, os "bufos" são severamente ameaçados. É preciso esconder as ligações. Cá em Portugal como nos Estados Unidos, trabalha-se para tapar o sol com a peneira:
"CAIR Impede o FBI de investigar envolvimento de grupo terrorista da Somália  no ataque no Quénia"
Judicial Watch
    A filial Al-Qaeda que lançou o terror num centro comercial queniano, que resultou em dezenas de pessoas inocentes assassinadas, tem um defensor poderoso e influente nos Estados Unidos, o grupo muçulmano de "direitos civis", conhecido como o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) .

    
É improvável que os media mainstream venham a falar desta conexão, mas ela é profunda e envolve e envolve a radicalização dos jovens somalis nos EUA, como os que executaram o ataque no Westgate Shopping no norte Nairobi. O CAIR também tem exercido o seu poder para silenciar os críticos da Al-Qaeda do ramo Shabaab na Somália, que invadiram o centro comercial, mataram pelo menos 68 pessoas e fizeram dezenas de reféns.

    
Vários dos jihadistas envolvidos no ataque são somalis de Minnesota, de acordo com  notícias que têm vindo a público. Eles incluem Ahmed Mohamed Isse, de 22 anos, de St. Paul, e Abdifatah Osman Keenadiid, de 24 anos, de Minneapolis. Nos últimos anos, o FBI e o Congresso investigaram a radicalização da comunidade americana da Somália no Minnesota. A Al Shabaab recruta jovens nas mesquitas e envia-os para fora do país,  treinar e combater na Somália.

   
O CAIR, grupo testa de ferro do terrorismo islâmico que supostamente arrecada dinheiro para o Hamas, tem interferido com a investigação do governo dos EUA. Há alguns anos o CAIR prejudicou uma investigação do FBI sobre o desaparecimento de dezenas de homens somalis. Muitos membros da comunidade somali local, denunciaram as acções do CAIR, dizendo que o grupo estava a intimidá-los caso cooperassem com o FBI.

    
Durante depoimento no Congresso, o tio de um dos
homens desaparecidos,  disse que estes foram recrutados e radicalizados pelo CAIR para se juntarem aos jihadistas da Al Shabaab. O CAIR instruiu a comunidade americana da Somália para não cooperar com a aplicação da lei e apoiou cegamente a mesquita que radicalizou os desaparecidos. "O CAIR realizou reuniões com alguns membros da comunidade e disse-lhes para não falarem com o FBI, o que foi um murro na cara das mães dos somalis muçulmanos, que andavam a bater às portas dia e de noite, com fotos dos filhos desaparecidos, pedindo à comunidade para cooperar com a lei e dizer o que sabia sobre o desaparecimento dos jovens", disse Abdirizak Bihi ao Comité de Segurança Interna .

    O
CAIR também tentou silenciar os críticos da Al Shabaab em partes do Minnesota que foram atacadas pela filial Al Qaeda. Há alguns anos, o CAIR fez explodir dois activistas muçulmanos de Minneapolis por participarem num seminário ("Al Shabaab: Uma organização de terrorismo extremista islâmico") sobre o grupo terrorista islâmico na Somália. Entre outras coisas, o CAIR disse que o seminário não conseguiu distinguir entre o Islão e o terrorismo, e que oferecia informações imprecisas e tendenciosas sobre os muçulmanos e somalis ....


Este conhecido cartaz do CAIR incita os muçulmanos norte-americanos a não prestarem declarações à Polícia, em nome da "resistência"

Ver também:
"Muçulmanos do Illinois, Maine, Arizona, entre os terroristas do centro comercial no Quénia"
Creeping Sharia