Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
"Caros Infiéis: Um Aviso para a América | Documentário completo
O Islão radical representa uma ameaça significativa à nossa liberdade. O aumento da rectórica antiamericana e da violência nas cidades e universidades é um resultado directo da doutrinação liderada por aqueles que perpetram uma guerra religiosa contra o Ocidente. O pequeno documentário de PragerU apresenta relatos em primeira mão daqueles que escaparam do domínio islâmico e vieram alertar a América.
Apresentando:
- Ayman Abu Suboh (mais tarde Dor Shachar), um 'palestino' que fugiu para Israel do terror do Hamas e mais tarde se converteu ao Judaísmo.
- Sophia Salma Khalifa, uma árabe muçulmana nascida em Israel que se mudou para os EUA para obter o seu mestrado na Universidade de Stanford.
- Omar Vieira, SEAL reformado da Marinha dos EUA que serviu durante 21 anos e liderou operações de alto risco no Afeganistão, Iraque e outros locais no Médio Oriente.
- Jason Tuschen, Chefe Mestre do Comando SEAL aposentado da Marinha dos EUA, que serviu por 27 anos e foi responsável pela execução da Estratégia de Segurança Nacional no Médio Oriente ."
Quem não perceber o Inglês, pode activar as legendas. Este será certamente mais um documentário destinado a ser censurado, por "discurso de ódio", que é como se chama hoje em dia a VERDADE.
É também mais um alerta aos consumidores da propaganda da Velha Imprensa: estamos a ser invadidos por estas mesmas pessoas, por esta mesma ideologia, e se não tomarmos medidas sérias, em breve enfrentaremos os memos problemas que os países que permitiram que a população islâmica atingisse e ultrapassasse os 10%, o ponto de não retorno.
Não esqueça: os Islamistas e os seus lacaios da esquerda não são apenas anti-Israel ou anti-América. Eles são anti-infiéis. Eles são anti-Civilização.
Aqui está a tradução de um artigo do jornal italiano La Verità,
que postou (na última quinta-feira) uma entrevista com um padre
católico romano, Pe. Mario Alexis Portella, sobre o problema islâmico,
especialmente à luz da sua recente viagem ao Iraque.
Nem todos os maometanos são terroristas, claro! Uns matam, os outros festejam:
Entrevista com Mario Alexis Portella impressa pelo jornal italiano La Verità em 22 de Novembro de 2018:
Eu vi os massacres no Iraque e digo: ter um diálogo com o Islão é impossível ”
O padre americano fala depois de ter publicado um livro "Islão: Religião de Paz? A violação dos direitos naturais e o encobrimento ocidental", sobre a “falsidade” da “religião da paz”.
Ele diz: “A violência está nas páginas do Alcorão. Não há uma autoridade única que fale por eles, isso facilita os extremistas”.
Este
vídeo do espectáculo público da decapitação de um sacerdote católico
na Síria está permanentemente a ser retirado, porque é considerado"discurso de ódio" mostrar os FACTOS:
Os
cristãos dos países islâmicos gritam ao mundo o seu pedido de socorro.
Mas o mundo está ocupado a condenar Israel por não se deixar massacrar
pelo Islão.
Entrevistador: Marcello Mancini.
Que tipo de diálogo se pode ter com aqueles que querem uma mulher como Asia Bibi morta - oseu crime foi oferecer um copo de água a mulheres muçulmanas?
Não é um diálogo com a religião, mas com aqueles que falam em nome da religião. Desde que Ataturk eliminou o califado em 1924, muitos islamistas aproveitaram o vácuo político para representar o Islão à sua maneira. Aqui fala-se de chefes de Estado e, acima de tudo, dos imãs. Como não há autoridade central a representar o islamismo, é difícil individualizar um interlocutor.
O Islão não é uma religião de paz, como dizem muitos muçulmanos. Como pode sê-lo se eles fazem ferozes “guerras santas” de conquista, promovem o terrorismo e sustentam a morte na guerra santa como “santa religiosidade”? E, no entanto, há um “encobrimento ocidental”, do qual o senhor fala no livro?
Os encobrimentos são por razões financeiras, simplesmente porque os chamados petrodólares são prioritários. Aqui é preciso ver os lucros obtidos com recursos naturais, como o gás. O raciocínio ocidental está de acordo com a realpolitik; os governos limitam a isso o seu relacionamento com os Estados nos quais os direitos humanos são sacrificados. Por exemplo, Donald Trump critica a religião islâmica, que gera o terrorismo, mas ao mesmo tempo vende armas à Arábia Saudita e à Nigéria; estes são dois países que sistematicamente violam os direitos humanos, não apenas contra os cristãos, mas contra os seus próprios povos.
Pe. Portella, o senhor é americano e esteve no Iraque. Viu como os cristãos são perseguidos e as igrejas reduzidas a nada. Que expectativas têm os cristãos sobre nós aqui no Ocidente?
Do lado deles, há uma grande desilusão, porque após a queda de Saddam Hussein em 2003 e a invasão americana, o Ocidente deixou-osem estado político de anarquia. Em diversas aldeias e cidades onde os cristãos ainda vivem, as milícias xiitas e curdas - muitas delas apoiadas pelo Irão - são oficialmente responsáveis pela segurança, mas na realidade não a fornecem. Por isso, os cristãos vivem com medo, porque são perseguidos pelos muçulmanos que agora ocupam os cargos vagos depois do ISIS. De facto, muitos sacerdotes são incapazes de se dedicar ao seu ministério pastoral, porque estão em luta contínua com os funcionários do governo local para defender os cristãos.
O Islão é uma religião envolvida numa guerra santa contra os infiéis. Somos todos infiéis e estamos em perigo. E ainda assim há muitos apologistas que continuam a justificar o Islão e a veicular histórias falsas.
Só temos que olhar para os textos islâmicos originais, que mostram a verdade sobre o Islão; esses textos, no entanto, são ignorados por estudiosos e activistas, que afirmam que são mal interpretados por aqueles que promovem o terrorismo e a islamização do mundo. Isso simplesmente não é verdade. Padre Portella, pode dar um exemplo?
Basta ler o conteúdo do quinto verso da chamada sura (o último capítulo fundamental do Alcorão) que indica como os muçulmanos devem comportar-se com cristãos, judeus e outros não-muçulmanos: E quando tiverem passado os meses sagrados, mata os politeístas onde quer que os encontres. Deves capturá-los, sitiá-los , e esperar em todos os lugares de emboscada. Mas se eles se arrependerem, estabelecerem a oração e derem esmolas, deixa-os ir no seu caminho. De facto, Alá é perdoador e misericordioso.
O senhor disse que a fraqueza do Ocidente tem sido essencialmente ter-nos despojado dos nossos direitos de liberdade de expressão, categorizando qualquer um que questione as intenções dos islamistas como islamofóbico.
Aqui é necessário distinguir um muçulmano de um islamista. O primeiro é aquele que se submete à religião do profeta Maomé, enquanto o segundo é um intelectual, como um imã que se encarrega de falar em nome do Islão. Em termos práticos, os islamistas infiltraram-se em postos do governo e lóbis, como as Nações Unidas, e a partir dessa posição estratégica eles conseguiram convencer os chefes de Estado a criminalizar qualquer tipo de crítica contra o Islão. Dessa maneira, eles podem inserir-se ainda mais na sociedade. O Papa Francisco foi acusado pelos seus críticos por ter traído a Igreja com o Islão? Quais são os seus pensamentos sobre isso?
O Papa fez muito bem em levar o Evangelho de Cristo ao mundo islâmico, como os seus predecessores Bento XVI e João Paulo II. O cristianismo, no entanto, baseia-se na paz e no amor de Deus, enquanto o islamismo justifica a matança e a guerra nos seus textos sagrados. Isso torna difícil individualizar um caminho construtivo com os muçulmanos. É mais um problema político do que religioso.
Francisco, no entanto, invocou o diálogo através de um entendimento recíproco entre muçulmanos e cristãos. Como podemos então dialogar com aqueles que não falam a mesma língua de paz?
O problema é com os seus representantes. Quando o Santo Padre se reúne com certos indivíduos, como o Imam Ahmed el-Tayeb, reitor emérito da Universidade al-Azhar - a universidade de maior prestígio do mundo sunita - não pode confiar no que ele diz; ele fala de paz com ele, mas quando el-Tayeb volta para o Egipto, ele diz outra coisa. O próprio presidente el-Sisi tentou convencer o el-Tayeb e o corpo religioso do mundo islâmico, em 2014, a ver e interpretar o Alcorão num contexto histórico, porque os muçulmanos não podem continuar num caminho que defende a violência do Alcorão. Mas ele foi bloqueado por el-Tayeb.
Existe algum tipo de perspectiva credível?
Para termos um diálogo recíproco, é necessário que os imãs que sustentam as palavras do Alcorão de maneira fundamentalista revejam o seu livro. Acima de tudo, eles devem corrigir os hadiths (os ditos e actos do Profeta) que justificam a violência. Pelo que explicou, eu entendo porque é que o discurso do Papa Bento XVI em Regensburg abalou certas pessoas. Ratzinger mencionou que Maomé, no início da sua pregação, havia permitido a liberdade de escolha. Assim que ele ganhou poder, no entanto, usou a espada para converter outros. Ele estava certo.
A reacção ao seu discurso demonstra que o Islão não tolera nenhuma análise crítica.
Padre Portella, que futuro têm os cristãos no Iraque? Os Estados Unidos ainda podem influenciar as questões políticas do governo central de tal forma que os cristãos possam ter os mesmos direitos que os muçulmanos e os curdos. Dito isto, mesmo que os cristãos iraquianos não confiem no governo americano, eles mantêm uma grande esperança em seus corações. A decisão de Trump de desistir do acordo nuclear com o Irão, instituído pelo presidente Obama, pode ser uma maneira de coibir o regime iraniano. Pressioná-los até economicamente a ponto de as milícias que eles sustentam perderem a influência e pararem de perseguir os cristãos.
Costuma-se dizer que o mundo está a tornar-se um lugar cada vez mais secular. David Cameron provocou reacção negativa quando usou a sua mensagem
de Páscoa para descrever o Reino Unido como "um país cristão".
Os
críticos apontaram que apenas 30% das pessoas no Reino Unido se
descrevem como religiosas, fazendo da Grã-Bretanha um dos países menos
religiosos do mundo. 53 % das pessoas dizem que não têm fé, enquanto 13% afirmam que são ateus comprometidos.
No
entanto, apesar da predominância do ateísmo e do humanismo no Reino
Unido, muitos podem ficar surpreendidos ao saber que não ter fé pode ser uma
questão de vida ou morte no mundo maometano. Em 13 países, você pode ser condenado à morte por não ter fé:
Em vários outros países, a
pena de morte não é uma punição formal nos livros oficiais, mas os
ateus e os humanistas são regularmente assassinados por extremistas religiosos por
causa das suas crenças.
Em países como Índia e Bangladesh, a Polícia foi acusada de tolerar esses assassinatos ao não os investigar adequadamente. Pelo
menos três bloggers ateus foram assassinados Bangladesh,
depois de escreverem artigos em que advogavam que a prova científica
deveria ser usada para formar opiniões sobre crenças religiosas.
Via:
Já não é a primeira vez que escrevemos sobre este assunto. Somos acusados de "incitar o ódio", apenas porque mostramos a VERDADE sobre o Islão. Os ateus que generosamente desejam "Allah Akbar e feliz Ramadão" aos maometanos, não gostam da verdade.
- Jovens turcos, modernos e "moderados", que não andam com toalhas na cabeça e facas na mão, apelam à execução sumária dos ateus;
- Os incensados "palestinos" (veja-se a linda e doce jovem de tchador) dizem sem rodeios que matariam eles mesmos os ateus;
- Maometano ataca ateu nos Estados Unidos.
A lista seria longa, é claro, e o lóbi islamista retira constantemente os vídeos...
Ainda há poucos dias um idoso foi espancado em França por um grupo de colonos maometanos porque levava na mão presentes de Natal. "Isto e o que fazemos aos infiéis!" - gritavam eles. Nem é necessário lembrar os massacres islâmicos contra mercados de Natal nos últimos anos aqui na Europa. Por via disso, hoje as celebrações natalícias são cercadas de barreiras de betão e aparato de polícia e tropa.
O Ramadão é quando os maometanos mais matam infiéis (têm bónus), mas é também quando demonstram o seu ódio a quem não pensa como eles e o seu supremacismo brutal. Na cabeça só têm o seu "OOOlohhh" e o seu "Qurrrrrrrrran"... Não vêem mais nada.
De cima para baixo:
- Maometano ataca café em Paris porque é Ramadão e as pessoas estão a comer.
- Maometano esmurra um infiel por este estar a fumar durante o Ramadão, pondo-o em estado de coma.
- Maometano em França parte garrafas de vinho num super-mercado. Porque é Ramadão.
Para
os islamistas, a existência de Israel como Estado judeu é um insulto
adicional à ofensa. Não é uma coincidência que quando um país de maioria
muçulmana muda de um governo secular para um governo islâmico, o ódio a
Israel aumenta consideravelmente.
Isso
aconteceu no Irão quando o regime secular do xá foi substituído pela
ditadura teocrática dos aiatolas. O mesmo está a acontecer na Turquia
desde que o Partido da Justiça e Desenvolvimento Islâmico governa o
país.
Islamitas árabes que chamam a si mesmos 'palestinos', queimam uma bandeira israelita. (Foto: Ashraf Amra / Imagens APA)
A ofensa de Israel
A ofensa de Israel ao Islão é que Israel existe como Estado não-islâmico numa região que no passado era parte integrante do mundo islâmico.
Para o Islão, o mundo é dividido em duas partes, Dar al-Islam ("a Casa do Islão") e Dar al-harb ("a Casa da Guerra").
Dar al-Islam são todas as terras governadas por muçulmanos e governadas pela Sharia, a lei sagrada islâmica. Os não-muçulmanos só podem viver lá se os muçulmanos permitirem e tolerarem.
Um território que fez parte do Dar al-Islam deve fazer parte dele para sempre, e se os muçulmanos perderam o controle, (como aconteceu no que hoje é Israel e a Andaluzia, na Espanha), a situação é puramente temporária e deve ser corrigida mais cedo ou mais tarde, usando qualquer meio.
Dar al-harb é o mundo exterior, ainda não conquistado pelo Islão, com o qual existe um estado perpétuo de jihad, ou guerra santa, que pode ser interrompida por tréguas quando isso é considerado conveniente e prudente.
Israel, o território governado hoje por uma maioria judaica, foi durante séculos uma parte do Dar al-Islam, e, portanto, o facto de que hoje há lá um governo não-islâmico é uma ofensa intolerável.
Árabes 'palestinos' queimam uma bandeira israelita durante os ataques islâmicos contra as forças de segurança israelitas na fronteira de Gaza com Israel, a leste de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 6 de Abril de 2018. (AFP PHOTO / SAID KHATIB)
O insulto de Israel
O insulto de Israel ao Islão é o facto de que os judeus, historicamente considerados dhimmis, governam os muçulmanos.
Dhimmi é o nome que o mundo islâmico deu aos judeus e cristãos que viviam nos seus países. A sua presença era tolerada, de acordo com a lei da Sharia, em troca do pagamento de impostos especiais, limitação de direitos e aceitação da discriminação social.
Um muçulmano não poderia ser condenado pelo assassinato de um dhimmi, mas um dhimmi era executado se ele simplesmente levantasse a mão contra um muçulmano, mesmo em legítima defesa.
Os dhimmis não podiam testemunhar nos tribunais para se defenderem. Se um dhimmi fizesse sexo com uma mulher muçulmana, ele era condenado à morte. Os dhimmis tinham que usar roupas especiais para serem facilmente reconhecidos e eram proibidos de ter empregados muçulmanos. Em resumo, os dhimmis eram considerados inferiores aos muçulmanos.
Um islamita palestino lança o fogo a bandeiras israelitas, em 10 de Abril de 2018, a escassos metros da fronteira entre Israel e Gaza, a leste de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza. (AFP PHOTO / Mohammed ABED)
Formalmente, já não existe a categoria de dhimmi nos países islâmicos de hoje, mas na prática a intolerância legal e social continua. As minorias religiosas são discriminadas, (a Arábia Saudita proíbe os cristãos de construir igrejas e templos) e os "infiéis" são perseguidos (Bahai no Irão, cristãos em Gaza, etc.).
A MÁFIA do Youtube/Google, Facebook, etc., que controla a Internet e os media, está permanentemente a retirar os vídeos que mostram os clérigos maometanos, os terroristas, os políticos islâmicos e os muçulmanos comuns a declararem que Portugal e Espanha são deles.
As nossas secções Portugal/ Portugal e Espanhasão uma dor de alma de vídeos retirados. Retirando as provas, os canalhas podem dizer que "é tudo mentira". O Islão e o Comunismo sempre foram assim.
Pode ver este vídeo, ainda online, das manifestações no Egipto pela reconquista da nossa Península:
Os "guerrilheiros da justiça social", que pregam a política de portas abertas à invasão islâmica e o ódio aos Estados Unidos e a Israel, serão os primeiros a ser eliminados.
É que os muçulmanos percebem que os traidores que traíram o seu próprio povo, nem para dhimmis servem.
É nesse contesto que se inserem as regulares decapitações rituais de jornaleiros ocidentais com uma vida inteira de bons serviços à causa da islamização global, e de outros traidores abjectos.
Os terroristas entram na Europa disfarçados de "refugiados".
É a única coisa em que concordamos com os muçulmanos: os traidores merecem a morte. Promover a islamização do Mundo Livre é colaborar com o inimigo em plena guerra.
Israel fez parte do Império Otomano. Após a dissolução desse império, os países que dele faziam parte (re)conquistaram a independência. E ninguém se opõe. Mas o pequenino Israel, apesar de ter abdicado de 88% do seu território (que é hoje a Jordânia) em favor dos colonos árabes, é alvo de contestação. Pelo motivo que este artigo explica.
Os palestinianistas não percebem que Portugal e Espanha estão no mesmo barco que Israel. A seguir a Israel, são os territórios a conquistar, porque outrora os maometanos também colonizaram a nossa Península.
A TV da "Autoridade Palestina" ensina as crianças e o povo que não há alternativa que não a obliteração de Israel:
E os anti-semitas de todo o Mundo batem palmas, ignorando que o que começa com os judeus nunca fica pelos judeus. Já podemos vê-lo diariamente na Europa, onde os muçulmanos, acabados de chegar, já reivindicam os nossos países.
Devemos parar de usar a palavra auto-escolhida pelos muçulmanos -
“islamofobia” - para provocar o temor: isso
destrói a comunicação. Devemos usar uma palavra mais acessível e factual que preserve as oportunidades de
construção e aprendizagem de pontes: “Islamonáusea”. Isso não torna a
comunicação impossível, mas permite que os hóspedes muçulmanos das nossas sociedades ocidentais compreendam os aspectos de seu comportamento que nos agoniam.
Não é de admirar que os muçulmanos usem a palavra “islamofobia” com
tanta frequência. Faltando-lhes argumentos convincentes, charme ou
contribuições construtivas para a sociedade, ser temido é a única maneira
de ganharem pelo menos algum tipo de respeito. O termo islamofobia, medo
do Islão, aponta para o que os muçulmanos querem, não para o que os
não-muçulmanos sentem. Quem tem medo do Islão, afinal?
"Xenofobia", um medo irracional do que é estranho ou estranho, também
não funciona. A
aversão ao Islão não vem do desconhecimento da religião; na
verdade, é exactamente o oposto. Não há motivo para temer ser chamado
racista, já que nem o islamismo nem os muçulmanos são uma raça.
A nossa linguagem precisa de um termo que descreva o que muitas pessoas
que pensam criticamente sentem sobre o Islão de acordo com os seus próprios
termos, não de acordo com o que os muçulmanos desejam que sintamos ou
com o que o establishment do Politicamente Correcto diagnostica, para nos assustar e
permitir que mais eleitores da esquerda entrem nos nossos países. Precisamos
de um termo que convide simultaneamente os muçulmanos a
perceberem o que precisam mudar no seu comportamento e religião, se
quiserem sair de um embaraçoso último lugar na evolução das
Civilizações e ganharem algum respeito real entre a comunidade mundial.
Reacção natural
Como em muitas outras situações nauseantes, a islamonáusea é uma reacção
normal e natural a algo anormal, e não o contrário.
O reflexo da náusea é inato, e é biologicamente natural e saudável
sentir desconforto emocional e corporal com qualquer coisa desagradável,
insalubre ou prejudicial.
Não há nada de fóbico ou racista em sentir náuseas ao ouvir sobre os
massacres islâmicos realizados por Maomé e os seus muitos e devotos seguidores ao longo da História e em todo o mundo, até hoje. O mesmo vale
para o relacionamento sexual de Maomé com uma menina de nove anos e o
corte de membros e apedrejamentos em nome de Alá e suas leis da Sharia.
Pensando na prática epidémica de endogamia forçada dos muçulmanos (que
prejudica a inteligência e aumenta o risco de doenças psiquiátricas) -
muitas vezes e muitas gerações seguidas - também pode haver sentimentos
desagradáveis no abdómen. Também não há vergonha em sentir náuseas
quando se testemunha o extremo controle social, violência e assassinatos cometidos para submeter e aterrorizar centenas de milhões das suas
mulheres e impedi-las desfrutarem os seus direitos humanos de escolherem os seus
próprios parceiros sexuais, roupas e estilo de vida.
Os muitos apelos ao ódio, violência e assassinato de não-muçulmanos
comandados pelo impecável Alcorão são completamente repugnantes.
Imaginar o auge da evolução como um califado islâmico do tamanho do
planeta não é apenas um completo embaraço para a raça humana; pode
também fazer com que alguém perca o apetite.
Exemplos
A palavra Islamonáusea pode ser usada para descrever um sentimento de
náusea, repugnância, desprazer, desconforto ou aversão, que surge por si
só quando se depara com o Islão ou com a cultura islâmica, ou seja lá o que
for ou quem a represente.
Exemplos do uso da palavra: "Eu não tenho medo do Islão, eu tenho
islamonáusea". “Eu não quero minaretes na minha cidade. Eles dão-me
islamonáusea”. “Eles contraíram islamonáusea de todos os imigrantes
muçulmanos e decidiram mudar-se para outro bairro”. “Ler o Alcorão me
dá islamonáusea”. “Ele adquiriu o islamonáusea e decidiu deixar o seu
emprego na prisão”. "Fico com islamonáusea quando testemunho todos esses
crimes de honra". "Eu tenho islamonáusea só de pensar em comida Halal". "Eu tenho islamonáusea ao ver todos os muçulmanos aos saltos cima e
para baixo, dando tiros para o ar, tentando assustar-nos, de modo a fazerem-nos respeitar o seu
comportamento infantil".
Prevalência
O primeiro uso da palavra que pude rastrear, é de 7 de Julho de 2005, num comentário no site Jihadwatch.org. Uma pessoa que se chama Sheik Canuck, escreveu um comentário a
um artigo sobre a reacção positiva dos muçulmanos aos atentados suicidas
em Londres nesse mesmo dia:
"Eu não tenho islamofobia, eu tenho islamonáusea, estou cansado de todos
eles".
A primeira vez que ocorreu num jornal dinamarquês foi numa carta
de um leitor ao Nordjyske Stiftstidende (NDT: link retirado, ou o jornal já teria ido pelos ares) em 30 de Dezembro de 2011,
intitulada "Temos náuseas".
O termo atraiu alguma atenção quando o comediante, ateu e crítico do
Islão, Pat Condell, o usou num vídeo de 2009 chamado "Apologistas do mal":
A Islamonáusea merece o seu próprio artigo na Wikipédia. Ajude a integrar a
islamonáusea nos nossos dicionários usando a palavra em blogues, em artigos
e em Cartas ao Editor, e no discurso quotidiano.
Relembramos: Não existem "muçulmanos moderados" e "muçulmanos radicais". Existem muçulmanos que seguem o Islão (a esmagadora maioria) e muçulmanos que, felizmente, não aplicam os mandamentos bárbaros do Islão:
Não existem assassinos moderados, violadores moderados, terroristas moderados, etc..
Nota prévia: este artigo já tem 2 anos, mas as coisas não mudaram. O ISIS/Estado Islâmico está derrotado enquanto Estado e Exército (Obrigado, Trump!), mas o Islão não foi reformado (nem nunca será, pois tal é impossível).
Os cristãos, que já existiam como religião organizada 500 anos antes de o Islão ter sido fundado, estão mais uma vez a ser alvo preferencial da jihad, pois o Islão sente-se forte e por isso está na "Casa da Guerra".
Os judeus nunca deixaram de ser alvos preferenciais, pois Israel foi a única
nação do Médio Oriente que não se deixou islamizar. Israel já existia como Estado independente 2500 anos antes de o Islão ter sido fundado.
Judeus e cristãos estão a celebrar as suas respectivas Páscoas. Lembramos que uns e outros continuam a ser perseguidos e massacrados pelo Islão, hoje como desde há 1400 anos.
A diferença entre nós, "infiéis", e eles, a "Religião da Paz".
A nossa obrigação é ajudá-los, apoiá-los moralmente pelo menos, e não nos deixarmos infiltrar pela "Religião da Paz". Judeus e cristãos, e "infiéis" em geral, não reagem ao ódio e à violência com ódio e violência. O que vos trazemos, é, como sempre, a realidade dos factos. Sabemos que a reacção de quem nos lê à conquista islâmica se faz pela cidadania e nunca pagando na mesma moeda. É isso que nos distingue dos muçulmanos.
"Não entendo porque é que o Mundo não levanta a voz diante de actos de tamanha crueldade". — Gregório III, Patriarca da Igreja Greco-Católica Melquita.
A Casa Branca disse que estava a preparar-se para acusar o Estado Islâmico de cometer genocídio contra minorias religiosas, identificando diversos grupos, como por exemplo os Yazidis, como vítimas. No entanto, ao que tudo indica, os cristãos não serão incluídos.
- NDT: Abordámos este tema inúmeras vezes; o islamista Obama(visite a secção que lhe é dedicada) facilitou o genocídio dos cristãos.
O relatório de uma ONG afirma que um cristão é massacrado a cada cinco minutos no Iraque, e que "militantes do Estado Islâmico no Iraque estão a utilizar igrejas cristãs como câmaras de tortura, onde cristãos são forçados a converter-se ao Islão ou morrer".
- NDT: Abordámos este tema inúmeras vezes; o Papa Francisco (visite a secção que lhe é dedicada) comparou o ISIS aos Apóstolos, tem encorajado a colonização islâmica do mundo e foi distinguido com o título de "Defensor do Islão" pela maior autoridade islâmica do mundo.
Quando o Papa Francisco se encontrava na tribuna das Nações Unidas discursando para o mundo, as suas energias mais uma vez foram dedicadas à defesa do meio ambiente. No seu discurso, que se estendeu por cerca de 50 minutos, o Papa só uma vez se referiu à perseguição dos cristãos, e na mesma frase, os sofrimentos dos cristãos foram mesclados com os sofrimentos supostamente iguais dos "membros da religião maioritária", ou seja, dos muçulmanos sunitas. Os sunitas não estão a ser massacrados, decapitados e estuprados por conta da sua fé, nem as suas mesquitas estão a ser bombardeadas e incendiadas, os muçulmanos também não estão a ser encarcerados ou assassinados por apostasia, blasfémia ou proselitismo.
"O que está a acontecer no Líbano é uma tentativa de substituir a população existente pelos sírios e 'palestinos' (muçulmanos)". — Gebran Bassil, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Líbano.
Durante todo o mês de Setembro, à medida que mais e mais cristãos eram massacrados e perseguidos por causa da sua religião, não só pelo ISIS/Estado Islâmico, mas também pelos muçulmanos "comuns" dos quatro cantos do planeta, um contingente cada vez maior de pessoas e organizações clamava para que alguma medida fosse tomada.
Enquanto isso, aqueles que estavam em condições de fazer alguma coisa, particularmente o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o Papa Francisco, nada fizeram.
"Perguntamos ao mundo ocidental: porque não levantais a voz diante de tanta crueldade e injustiça"? - foi a pergunta do Cardeal Angelo Bagnasco, Presidente da Conferenza Episcopale Italiana.
Gregório III, Patriarca da Igreja Greco-Católica Melquita disse o seguinte: "Eu não entendo porque é que o mundo não levanta a voz diante de actos de tamanha crueldade".
Na mesma reportagem ficamos a saber que "os activistas dos direitos humanos estão a ver o que está a acontecer. Os líderes estrangeiros estão a ver. E mais de 80 membros do Congresso dos EUA estão a ver. Juntos, eles estão a pressionar o líder do Mundo Livre (o Presidente Obama) para declarar que há um genocídio de cristãos em curso no Médio Oriente ".
Em resposta, a Casa Branca disse que estava a preparar uma declaração acusando o ISIS/Estado Islâmico de cometer genocídio contra as minorias religiosas, dando nomes aos bois e identificando diversos grupos, como por exemplo os Yazidis, como vítimas.
Aparentemente os cristãos não serão incluídos como vítimas, pelo facto, segundo sustentam funcionários alto nível da administração Obama, de os cristãos "ao que tudo indica, não se encaixarem no alto padrão estabelecido na definição de genocídio".
Um de muitos, muitos posts que este blogue tem dedicado ao genocídio dos cristãos, o grupo humano que mais vítimas conta na jihad global em curso:
Na imagem acima: muçulmanos sunitas com a marca na testa e no braço direito, para serem identificados como "a não matar" pelo ISIS. As casas dos cristãos foram previamente marcadas, antes da chegada do ISIS. Muitos cristãos que escaparam, contam, atónitos, que "toda a vida se deram bem com os vizinhos muçulmanos". Não sabiam o que é o Islão, apesar de terem sido invadidos pelos muçulmanos há 1400 anos.
Entretanto, o Padre Behnam Benoka, iraquiano, explicou em detalhe numa carta enviada ao Papa Francisco os horrores pelos quais os cristãos do Médio Oriente estão a passar. Para sua grande alegria, o Papa telefonou ao padre e disse-lhe: "Eu jamais vos abandonarei". Nas palavras de Benoka: "Ele telefonou-me. Ele disse-me de forma bem precisa, 'é claro que eu estou ao vosso lado, jamais vos abandonarei... Farei o que estiver ao meu alcance para vos ajudar'".
No entanto, no final de Setembro quando o Papa Francisco se encontrava na tribuna das Nações Unidas discursando para o mundo, a sua energia mais uma vez foi dedicada à defesa do meio ambiente. Durante todo o seu discurso, que se estendeu por cerca de 50 minutos, o Papa apenas uma vez se referiu à perseguição dos cristãos, e mesmo assim eles não receberam uma atenção especial, tanto que, sem tomar fôlego, na mesma frase, os seus sofrimentos foram mesclados com os sofrimentos supostamente iguais dos "membros da religião maioritária", ou seja, os muçulmanos sunitas (o único grupo que não deverá ser atacado pelo ISIS/Estado Islâmico, uma organização sunita):
"Sinto-me na obrigação de reiterar os apelos em relação à dolorosa situação em que se encontra todo o Médio Oriente, Norte da África e outros países africanos, onde cristãos, juntamente com outros grupos culturais ou étnicos e até mesmo membros da religião maioritária que não desejam envolver-se pelo ódio e pela insensatez, foram forçados a testemunhar a destruição dos seus lugares de culto, património cultural e religioso, dos seus lares e das suas propriedades, além de se defrontarem com a opção de fugir ou pagar com a própria vida a adesão ao bem e à paz, ou então pagarem com a escravidão".
Abaixo: Padre católico decapitado por jihadistas na Síria, enquanto a multidão muçulmana rejubila. Nem todos os muçulmanos são terroristas, é claro. Uns decapitam, outros aplaudem.
Conforme mostra o resumo do mês de Setembro, os "membros da religião maioritária", no caso os sunitas, não estavam a ser massacrados, decapitados e estuprados por causa da sua fé, nem as suas mesquitas a ser bombardeadas e incendiadas, nem estavam a ser encarcerados ou assassinados por apostasia, blasfémia ou proselitismo.
Enquanto o genocídio dos cristão decorria sem ser contrariado, estava tudo bem e Obama era um deus. Depois chegou Trump, que em menos de 1 ano dizimou o ISIS, e é como se tivesse chegado o Diabo em pessoa.
- NDT: Alguns casos de chacina de cristãos. Não esqueça que existem matadouros de cristãos para consumo da carne humana (sim, falamos de canibalismo, que é aprovado pelo Islão). Na nossa secção ESTATÍSTICAS MUÇULMANAS (por exemplo), pode conferir que mais de 80% dos muçulmanos aceitam as leis islâmicas, incluindo a obrigação de matar e escravizar os "infiéis", incluindo a escravatura sexual.
Selvageria e Massacre
Uganda: Três muçulmanos espancaram e estupraram uma cristã de 19 anos de idade. A jovem estudante regressava a casa, vinda do St. Mary's Teachers College, em Bukedea, quando foi emboscada por três homens mascarados. "Eu tentei gritar, mas um deles tapou a minha boca enquanto o outro me esbofeteava à medida que me arrastavam para fora do caminho", contou a vítima.
"Ouvi um deles dizer aos outros que eu deveria ser morta porque os meus pais abandonaram o Islão". Um deles ainda disse: 'Mas nós não temos certeza se ela é cristã'". Por isso, em vez de a assassinarem, estupraram-na e espancaram-na com tal violência que ela ainda está sob cuidados médicos num hospital.
- NDT: a pena para quem deixa o Islão é a morte.
Estados Unidos da América: Freddy Akoa, um cristão de 49 anos de idade, profissional da saúde em Portland, Maine, foi cruelmente espancado até à morte na sua própria casa por três muçulmanos. Ao lado do corpo de Akoa foi
encontrada a sua Bíblia manchada de sangue.
O falecido apresentava cortes e
ferimentos por todo o corpo, além de um traumatismo craniano que o levou à morte. Tinha 22 costelas fracturadas e o fígado dilacerado. O
documento oficial da polícia atesta que Akoa "foi espancado e pontapeado na
cabeça, e também foi golpeado na cabeça com alguma peça do mobiliário
durante o ataque que persistiu sem tréguas durante horas". Os
três criminosos eram refugiados muçulmanos de origem somali. Ultimamente,
tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, ficou-se a saber que vários
"refugiados" eram na realidade terroristas islâmicos, alguns com
ligações com o Estado Islâmico (ISIS). (A facção do Al Shabaab, a
principal organização jihadista da Somália, jurou recentemente fidelidade
ao ISIS).
Síria: Um cristão da aldeia de Qaryatain, na província de Homs, foi executado pelo ISIS/Estado Islâmico, por recusar aceitar as condições impostas aos aldeões cristãos, serem dhimmi
(serem cidadãos de segunda classe, serem "tolerados").
O ISIS também
assassinou um sacerdote cristão, esquartejou o seu corpo e enviou as
partes do corpo à sua família dentro de uma caixa. O ISIS
tinha sequestrado o padre e exigido o pagamento de um resgate no valor
de 120.000 dólares à sua família, que depois de dois meses, conseguiu juntar o
dinheiro. Porém, após o pagamento do resgate, o ISIS não cumpriu a sua palavra,
assassinando o padre com requintes de crueldade.
Paquistão: A família muçulmana de uma mulher que se converteu ao Cristianismo e se casou com um cristão, assassinou
o seu marido e feriu gravemente a jovem. Aleem Masih, de 28 anos de idade casou-se com Nadia depois dela ter se convertido ao Cristianismo.
Depois do casamento o casal fugiu da aldeia, uma vez que a
família da jovem queria "vingar a vergonha que a filha lhes trouxe, por
ter desistido do Islão e ter casado com um cristão", segundo o
advogado que tratou do caso. Com o passar do tempo o pai de Nadia
Muhammad Din Meo e os seus cúmplices arranjaram maneira de sequestrar o casal ,
levando os cônjuges para uma propriedade agrícola perto dali.
"Primeiramente os muçulmanos torturaram o casal com pontapés e socos, em
seguida deram três tiros em Aleem Masih, uma das balas acertou-lhe no
tornozelo, a segunda apanhou-o nas costelas e a terceira teve como alvo o seu
rosto", segundo o advogado.
"Nadia levou um tiro no ventre". Os parentes
muçulmanos deixaram o local acreditando que tinham assassinado o casal.
"Os agressores retornaram à aldeia e proclamaram publicamente que
tinham vingado a humilhação e restaurado o orgulho dos muçulmanos
através do assassinato, a sangue frio, do casal". A Polícia, contudo, ao
chegar à propriedade agrícola encontrou Nadia ainda respirando. "Ela
foi levada para o General Hospital em Lahore, onde está a lutar pela vida,
depois de passar por uma cirurgia muito complicada na qual duas balas
foram retiradas do seu abdómen".
Um enorme contingente de muçulmanos
estava reunido em frente ao hospital quando a mulher gravemente ferida
chegou. "Os desordeiros, alguns deles empunhando armas, gritavam
furiosamente palavras de ordem anti-cristãs... Eles também elogiavam
Azhar por ele ter restaurado o orgulho da Ummah (comunidade) muçulmana,
dizendo que ele tinha garantido o seu lugar no Paraíso por ter assassinado
um infiel".
Filipinas: Suspeita-se que terroristas islâmicos do grupo jihadista Abu Sayyaf realizaram um atentado à bomba contra um autocarro na cidade predominantemente cristã de Zamboanga em 18 de Setembro, que matou uma menina de 14 anos de idade e feriu outras 33.
Fontes dos serviços de informações já tinham alertado que o grupo Abu Sayyaf tinha
como alvo cidades e comunidades com grandes contingentes de cristãos.
Apenas 20% dos habitantes de Zamboanga são muçulmanos, o restante é praticamente todo
formado por cristãos (na sua maioria católicos).
Egipto: A mãe de um padre copta foi roubada e assassinada na cidade de Fekria em Minya.
Ataques de Muçulmanos contra Igrejas Cristãs
- NDT: também temos feito inúmeros posts e compilações de vídeos de ataques contra igrejas cristãs, em todo o Mundo, incluindo a Europa. Aqui é em França:
A activista LGBT, pró-islamização da Europa e etc., Julie Le Goic, propôs a atribuição de 40 meninos de coro ao Padre Hammel.
Estados Unidos da América: No Domingo dia 13 de Setembro, Rasheed Abdul Aziz de 40 anos de idade foi preso por ameaçar
a Igreja Baptista Missionária de Corinto em Bullard, Texas. O muçulmano americano empunhava uma arma de fogo e estava vestido com traje completo
de combate incluindo capacete com camuflagem, calças de camuflado,
casaco e botas tácticas, quando entrou na igreja por volta das 13
horas. De acordo com o Pastor John Johnson, Aziz disse que Alá tinha lhe
ordenado "matar infiéis" e que "gente vai morrer hoje". O pastor
acrescentou: "eu acredito que a intenção dele, quando se dirigiu à nossa
igreja, era a de matar alguém".
Tanzânia: No espaço de uma semana seis igrejas foram incendiadas e reduzidas a cinzas.
Em 23 de Setembro três igrejas foram incendiadas: a Living Waters
International Church, a Buyekera Pentecostal Assemblies of God e a
Evangelical Assemblies of God Tanzania Church. Três dias depois, em 26
de Setembro, mais três igrejas foram incendiadas: a Evangelical Lutheran
Church, a Kitundu Roman Catholic Church e a Katoro Pentecostal Assemblies
of God Church.
De acordo com fontes locais, "as pessoas acordaram no dia
27 de Setembro e deparam com os seus santuários reduzidos a cinzas...
Os cenários são sempre os mesmos, desconhecidos arrombam a porta,
empilham objectos no altar, deitam gasolina em cima e ateiam fogo. Eles
fugiram sem que ninguém tivesse visto nada, de modo que continuam como
desconhecidos". As nações da África Oriental são compostas, na sua
maioria por cristãos e muçulmanos, embora haja controvérsias em relação à
proporção de cada um deles.
Na Indonésia, o massacre de cristãos é permanente, como nós, portugueses, pudemos assistir durante 25 anos, de coração despedaçado, em Timor:
Belém: Muçulmanos atearam fogo ao Mosteiro de São Charbel. Sobhy Makhoul, Chanceler do Patriarcado
Maronita de Jerusalém disse que se "tratou de um incêndio criminoso, não
de um incêndio causado por uma falha eléctrica (como querem as
autoridades locais), tratou-se de vandalismo sectário perpetrado por
radicais muçulmanos". O fogo não causou fatalidades nem ferimentos,
felizmente o edifício estava desocupado e em obras, mas os estragos
são evidentes e a comunidade cristã local obviamente teme mais
violência. O líder maronita acrescentou: "o ataque é anti-cristão, assim
como muitos outros incidentes que ocorrem em todo o Médio Oriente.
Grupos extremistas operam na região, incluindo células do Hamas".
- NDT: Israel é o único lugar no Médio Oriente onde os cristãos estão seguros e gozam dos mesmos direitos que os outros cidadãos, independentemente de religião, etnia, género, seja o que for. Israel é o único país livre e democrático do Médio Oriente.
Iraque: Um relatório
que confirma o massacre de um cristão a cada cinco minutos no Iraque,
complementa que "militantes do Estado Islâmico no Iraque estão
a utilizar igrejas cristãs como câmaras de tortura, onde os cristãos são
forçados a converterem-se ao Islão ou morrer".
Síria: Poucos dias depois de capturarem a cidade de Qaryatain, o ISIS/Estado Islâmico destruiu
um mosteiro católico da Antiguidade e deitou fora os restos mortais de um santo
reverenciado. O grupo terrorista sunita emitiu um ultimato aos cristãos
de Qaryatain para que pagassem a jizya (dinheiro da extorsão), se convertessem ao Islão ou deixassem a cidade.
Iêmen: Das 22 igrejas em
funcionamento em Aden antes de 1967, quando a cidade era uma colónia
britânica, poucas permanecem abertas, são raramente utilizadas por
trabalhadores estrangeiros e refugiados africanos. A Igreja de São José,
que foi incendiada, era uma delas.
Indonésia: No Domingo dia 27 de Setembro, a Igreja GKI Yasmin em Bogor realizou o seu centésimo serviço ao ar livre
desde 2008, quando os muçulmanos locais começaram a reclamar da
existência da igreja. Muito embora a igreja estivesse em situação
totalmente regular, as autoridades fecharam-na. Em Dezembro de 2010, o Supremo Tribunal da Indonésia determinou que a
igreja fosse reaberta, mas o presidente da câmara de Bogor recusou-se a cumprir a
ordem e manteve-a fechada. Desde então a congregação realiza os serviços
dominicais nas residências dos membros e de vez em quando na rua,
diante da zombaria e dos ataques das turbas muçulmanas.
Jihadistas do Estado Islâmico durante a destruição do milenar Mosteiro Mar Elian em Qaryatain na Síria.
O que os nossos políticos e seus jornalistas amestrados nos querem enfiar na cabeça é que estes actos se devem a "uma minoria de muçulmanos que não compreende o Islão". Para além de o Islão e os seus clérigos aprovarem e incitarem o ataque aos "infiéis", a tal "pequena minoria" pode traduzir-se quase todos:
Ataques Muçulmanos contra a Liberdade Cristã(Apostasia, Blasfémia e Proselitismo)
Uganda: Uma senhora de 36 anos de idade, mãe de oito filhos, pediu orações depois de os muçulmanos daquela região a terem forçado
a retornar ao Islão, sob pena de perder os filhos e ser morta. Apesar de Madina
se ter mantido fiel ao Cristianismo depois de o seu marido a ter abandonado há
uma década por ela renunciar o Islão, ela voltou ao Islão em Setembro:
"Os parentes do meu marido ameaçaram matar-me e tirar-me os filhos se eu me recusasse a voltar para o Islão. Eles disseram:'Nós não vamos perder as nossas crianças para o Cristianismo. Preferimos matar-te e trazer as crianças de volta...
'. Eu não tenho para onde ir com os meus filhos, de modo que resolvi voltar
ao Islão para salvar os meus filhos e a mim mesma. Eu sei que um dia Issa
(Jesus) se lembrará de mim".
Reino Unido: Um paquistanês, a sua esposa e os seus seis filhos estão a passar
por "um pavoroso suplício nas mãos dos vizinhos que os consideraram
blasfemos". O "crime" deles é terem-se convertido ao Cristianismo, isso
há mais de 20 anos.
Apesar de serem "prisioneiros em sua própria casa e serem atacados na rua, terem o para-brisas estilhaçado repetidamente
e ovos arremessados contra as janelas" a família cristã disse que tanto
a Polícia quanto a Igreja Anglicana não providenciaram nenhum apoio
razoável e "relutam em tratar o problema como crime de intolerância
religiosa".
Nissar Hussain, o pai, disse: "As nossas vidas estão a ser
sabotadas e isso não deveria acontecer no Reino Unido. Nós vivemos numa sociedade livre e democrática e o que eles estão a fazer contra nós é
abominável".
A família Hussain é considerada "blasfema" pelos vizinhos muçulmanos.
A família Hussain é constantemente atacada, mas as autoridades nada fazem.
Turquia: Desde 27 de Agosto nada menos que 15 igrejas receberam
ameaças de morte por "negarem Alá". Mesmo assim, "ameaças não são
nenhuma novidade para a comunidade protestante que vive neste país e
quer educar os seus filhos aqui", segundo líderes da Igreja. Temos ex-muçulmanos, muitos deles membros desta congregação, apóstatas
do Islão, que já foram ameaçados com a decapitação.
As mensagens acusam os
cristãos de terem "escolhido o caminho que nega Alá" e "de terem
arrastado outros a acreditarem no mesmo que vocês... Sendo hereges vocês
cresceram em número graças a seguidores ignorantes". Uma das mensagens
retratava a bandeira do Estado Islâmico com as seguintes palavras:
"infiéis pervertidos, a hora em que nós iremos cortar suas cabeças está
próxima. Que Alá receba a glória e o louvor".
A Turquia, membro da NATO, possível futuro membro da União Europeia, apresentada ao grande público como país muçulmano "moderado": os adeptos turcos no estádio vaiam o minuto de silêncio pelas vítimas do Massacre de Paris (Bataclan e Stade de France), com urros de Allahu Akbar:
É esta a tal "maioria de muçulmanos que condena o terrorismo".
Paquistão: A Polícia prendeuPervaiz Masih, um funcionário cristão de uma olaria, no Distrito de Kasur
na província de Punjab, depois de um homem de negócios muçulmano,
concorrente seu, o ter acusado falsamente de insultar Maomé, o profeta do
Islão.
Pervaiz, pai de quatro filhos, incluindo um bebé de sete meses,
fugiu da sua casa depois de Muhammad Kahlid ter apresentado a queixa, dizendo que
ele havia feito comentários ofensivos sobre Maomé durante uma
discussão.
Os polícias detiveram quatro parentes de Pervaiz, em seguida
arrastaram a sua esposa para o meio da rua e rasgaram-lhe as vestes enquanto
tentavam arrancar informações sobre o paradeiro do seu marido. Os
polícias também espancaram cristãos locais e invadiram residências na
cidade de Pervaiz para obter informações. Pervaiz acabou por se entregar à Polícia para que os seus parentes fossem soltos.
O Ocidente recusa tomar consciência da dura realidade do Islão:
Etiópia: Um grupo de 15 cristãos adolescentes foi atacado e preso por se dedicar à evangelização
no leste da Etiópia. Paralelamente seis líderes cristãos foram
considerados culpados de "incitarem distúrbios, destruírem a confiança
do povo nas autoridades governamentais e disseminarem o ódio".
Os seis
homens, membros do comité administrativo da igreja, escreveram uma carta
à liderança nacional da igreja em 11 de Março, descrevendo a
perseguição que estavam sofrendo por serem cristãos que vivem numa região de maioria muçulmana. Eles reclamaram da discriminação nas
oportunidades de emprego, demissão sem justa causa, tratamento hostil no
ambiente de trabalho, incêndio de igrejas, ataques contra as pessoas e
ameaças de morte. O teor da carta foi passado à Imprensa local e
amplamente difundido, provocando a prisão e condenação dos seis.
Dhimmitude:
Alemanha: De acordo com um relatório,
"muitos cristãos refugiados da Síria, Iraque e Curdistão estão a ser
intimidados e atacados por refugiados muçulmanos. Em diversos centros
para refugiados estabelecidos por autoridades locais, a lei da Sharia
está a ser imposta sobre a minoria cristã, vítima de bullying".
Gottfried Martens, pastor de uma igreja ao sul de Berlim, disse que
"muçulmanos muito religiosos estão a espalhar a seguinte ideia nos
centros para refugiados: a lei da Sharia rege-nos onde quer que nos
encontremos". Martens expressa uma preocupação em especial em relação
aos muçulmanos que se convertem ao Cristianismo, apóstatas que de
acordo com a lei islâmica devem ser mortos: "há uma chance de 100% que
essas pessoas serão atacadas".
Líbano: os cristãos estão a ser ultrapassados
em número pelos refugiados muçulmanos da Síria e do Iraque e correm
perigo de perderem o seu lugar no seu próprio país, segundo o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Líbano, Gebran Bassil: "O que está a acontecer no
Líbano é uma tentativa de substituir a população existente pelos sírios
e 'palestinos' (muçulmanos)".
Pelo facto de a população cristã do Líbano
ser, e assim tem sido historicamente, minoria, Bassil diz que os seus
direitos estão a ser ameaçados porque "alguns estão a procurar o domínio dos
muçulmanos sobre os cristãos" (um cenário que também está a ocorrer nos EUA).
Numa entrevista anterior, Bassil disse que a comunidade cristã do Médio
Oriente como um todo está a ser corroída "em larga escala": "No
Iraque isso aconteceu durante mais de 20 anos e vimos que 90% dos
cristãos saíram do Iraque. Na Síria não dispomos de levantamentos
actualizados por conta do caos que grassa naquele país. Não
temos condições de avaliar. Sabemos que houve e que está a haver muita
imigração interna e externa, fora os deslocamentos... Mas o que é certo é
que igrejas foram destruídas e muitos já partiram".
Brigitte Gabriel, cristã libanesa refugiada nos Estados Unidos, explica o que é o Islão e que o Islão fez ao seu país e à sua família:
Reino Unido: Noureden Mallaky-Soodmand, um iraniano de 41 anos de idade, deveria ser deportado
para o Irão após ter sido preso por fazer ameaças e brandir armas nas ruas de
Londres. Mesmo assim ele não foi deportado, ao que tudo indica porque a
embaixada iraniana estava fechada. Foi realojado a 400 km
de Londres, em Stockton-on-Tees.
Em 2 de Abril, empunhando uma adaga, ele andava pelas ruas de Londres a atacar pessoas, às cegas, num surto de loucura,
gritando:
"Eu sou muçulmano e vou cortar a m*** das vossas cabeças ,
seus fdp***... Eu sou o ISIS e a minha gente vai cortar-vos os tomat**,
seus cristãos... Eu vou matar-vos, eu vou matar-vos a todos. Eu vou cortar-vos a
cabeça e f****- vos a todos!".
Noureden Mallaky-Soodmand foi apanhado a atacar pessoas à facada nas ruas de Londres. Ainda há poucos dias andava outro muçulmano a atacar "infiéis" com uma espada, mas a versão oficial é que "não se tratou de terrorismo".
O senhor Noureden Mallaky-Soodmand e os maometanos em geral, são violentos? Na visão deles, estão apenas a seguir o exemplo do seu profeta e os mandamentos sagrados da sua religião:
Dhimmitude Egípcia
Ataques de muçulmanos contra cristãos foram desencadeados em dois
vilarejos separados em Samalout, ao norte do distrito de Minya. Um dos
ataques, aparentemente ocorreu como "represália"
à construção de uma pequena igreja. Numa aldeia, cinco coptas
ficaram feridos, em outra aldeia, muçulmanos amontoados em uma série
de carros atacaram uma cerimónia cristã de casamento. Três cristãos coptas
ficaram feridos e nas redondezas meninas cristãs sofreram assédio
sexual.
No site de Raymond Ibrahim (ele mesmo um cristão egípcio, refugiado nos Estados Unidos) poderá encontrar um registo mais completo dos massacres contra os cristãos egípcios. O que ele descreve neste artigo é uma amostra.
Neste vídeo, podemos ver muçulmanas em êxtase após mais um massacre de cristãos à bomba numa igreja (reportado aqui - ATENÇÃO, IMAGENS FORTES). Se isto não é Diabo em pessoa, não sabemos o que seja:
Um de muitos vídeos de um de muitos casos de meninas e mulheres cristãs estupradas por grupos de muçulmanos à luz do dia, por entre urros de ALLAHU AKBAR, no Egipto, como ordena a religião islâmica e como acontece aqui na Europa:
Na pseudo-Mesquita de Al-Aqsa, o respectivo imã prega a jihad sexual contra as mulheres europeias, que estão a sofrer o mesmo destino; os clérigos islâmicos há muito que apelam ao "dever" de estuprar mulheres israelitas, como documentado neste blogue.
Em 20 de Setembro, um grupo de muçulmanos da aldeia de
al-Oula, perto de Alexandria, atacou residências cristãs e uma igreja,
depois de a Polícia ter tentado devolver terras roubadas por um muçulmano ao
proprietário legítimo, um cristão. Assim que a Polícia chegou ao local
para executar a ordem, foi atacada e fugiu. "Após a fuga das forças
de segurança", segundo um líder da igreja, "uma enorme multidão cercou a
igreja e começou a atirar pedras contra ela. Em seguida atacaram quatro
residências de cristãos. Pelo menos dois cristãos
ficaram gravemente feridos, um deles teve a coluna vertebral fracturada.A família El Houty (a família muçulmana que se apropriou de terras
cristãs) usou microfones na mesquita local e em vilarejos vizinhos para
convocar os muçulmanos das redondezas, dizendo que a Polícia veio para expropriar as terras e entregá-las aos cristãos".
Mariam, uma estudante cristã copta, que sofreu discriminação, tornou-se notícia
na grande Imprensa egípcia e criou um escândalo. Conhecida como "Estudante Zero",
ela foi descrita por ex-professores como uma "estudante brilhante" que
tinha planos de se tornar médica. O aproveitamento dela atingiu 97% nos
primeiros dois anos de estudo e a expectativa era de resultados
semelhantes no último ano.
Mariam ficou em choque quando descobriu que não tinha passado: a sua nota final foi zero. Ela fez questão de ver os
resultados das provas, o que lhe foi negado. Quando o caso veio à tona e
se tornou manchete, ela conseguiu ver as provas. Tanto ela quanto outros,
incluindo especialistas em caligrafia, disseram que a caligrafia dos
exames não era dela.
Mariam Malak, 19 anos, continua à espera de Justiça.
Dhimmitude Paquistanesa
Uma família cristã foi quase queimada viva numa tentativa de arrasar a sua casa pelo fogo, por parte de muçulmanos. Pelo facto de
Boota Masih, de 38 anos de idade, juntamente com a sua esposa e família
se terem recusado a abandonar sua casa e entregá-la a
alguns muçulmanos, eles foram violentamente espancados. Em seguida os
muçulmanos derramaram gasolina na casa, atearam fogo, e
trancaram Boota e sua família num quarto. Os Masih partiram uma
janela e conseguiram escapar através dela. Apesar de haver testemunhas, a Polícia local relutou em fazer um boletim de ocorrência e como se isso
não bastasse, de acordo com os advogados, prendeu Masih sob acusações
falsas.
A família Masih após o ataque.
O senhor Boota na sua casa, destruída pelos muçulmanos.
Os trabalhos mais degradantes continuam a ser reservados
aos cristãos e a outras minorias. O exemplo mais recente vem de um
anúncio de vagas do Instituto de Cardiologia de Punjab em Lahore. Na
lista de vagas todos os postos de trabalho estão abertos a todos, menos
os de "serviços sanitários", como por exemplo a limpeza de retretes:
somente candidatos não-muçulmanos são qualificados para esse posto de
trabalho. De acordo com advogados, "trata-se de uma forma
de opressão directa, racismo e preconceito contra as minorias religiosas
do país", acima de tudo cristãos, hindus e muçulmanos não-sunitas.
Paquistão: Limpeza de retretes é o emprego reservado APENAS a cristãos hindus e sikhs.
Estes casos citados por Raymond Ibrahim são apenas exemplos. Shama Bibi e Shehzad Masih, um casal cristão, foram assassinados no Paquistão depois
que uma turba de muçulmanos os ter acusado falsamente de profanarem uma cópia do Alcorão:
Bibi usava roupas que não queimavam, então a multidão a envolveu-a em algodão A multidão espancou-os e trancou-os num forno de tijolos. Parentes afirmam que o casal estava a trabalhar na fábrica em regime de escravidão.
Familiares choram a morte do casal cristão.
Sobre esta Série de Artigos
Embora nem todos, nem mesmo a maioria dos muçulmanos esteja
envolvida, a perseguição aos cristãos está a aumentar. A série
"Perseguição Muçulmana aos Cristãos" foi desenvolvida para reunir
alguns dos casos de perseguição que aparecem a cada
mês.
Ela documenta o que a grande Imprensa frequentemente deixa de noticiar.
Ela postula que esse tipo de perseguição não é aleatória e sim sistemático, e que ocorre em todos os idiomas, etnias e lugares.