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quarta-feira, 19 de junho de 2024

França: "Migrantes" enriquecem francesa grávida

França: "Migrantes" atiram francesa grávida para fora do autocarro 



Eles ODEIAM-NOS:


Vale a pena visitar diariamente esta página do X:

EUROPE INVASION


Assim vai o enriquecimento cultural na Europa. 
Ontem, um repórter da SIC não quis ser enriquecido e está a ser acusado de "racismo":


terça-feira, 18 de junho de 2024

França: menina judia de 12 anos estuprada por antissemitas


Três rapazes foram presos em França após terem estuprado uma menina de 12 anos, depois lhe terem chamado “judia imunda”.

O ataque ocorreu no início desta semana num prédio abandonado em Courbevoie, um subúrbio de Paris, informou o Le Figaro.

Ao voltar para casa com uma amiga, a vítima teria sido atacada por dois rapazes 12 e 13 anos que a espancaram e a atiraram ao chão, antes de a terem agredido sexualmente.

Um dos agressores tinha a imagem de uma bandeira israelita queimada e comentários antissemitas no seu telefone, informou o Le Parisien.

Os rapazes disseram à vítima de 12 anos que a matariam se ela denunciasse o crime à Polícia.

 

 Condensado de: THE JEWISH CRONICLE

Tomámos conhecimento deste caso (que é apenas um dentre muitos) no canal Mundo em Revolução:


Com a propaganda antissemita que grassa nos media tradicionais, casos como este estão a multiplicar-se. 
Em Londres, por exemplo, um indivíduo tentou raptar crianças judias:

 

Imagens nítidas de CCTV mostram os momentos terríveis da tentativa de sequestro de uma criança e de um bebé judeus. A aliança esquerdista/islâmica tornou o mundo um lugar terrível e maligno para os judeus e para qualquer pessoa que se oponha ao seu totalitarismo brutal e violento, escreve Pamela Geller.

A mesma Londres onde um judeu foi hoje cuspido por pedir a libertação dos reféns dos terroristas do Hamas - a Polícia protegeu o terrorista e enxotou o judeu:



Vídeo do canal de Tom Gross

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Muçulmanos atacam e matam em festival em França. Imprensa ESCONDE.

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:

 

“Eles vieram para nos massacrar”: multidão de "migrantes" armados com machetes atacam adolescentes no Village Hall de Crépol,  em França - um morto, vários esfaqueados


A França está em choque com o ataque a Crépol: 10 rapazes com facas e cutelos atacaram o festival da cidade. Você terá que cavar fundo para descobrir a verdadeira história – a Imprensa encobre os muçulmanos e os seus motivos. 


Muçulmanos argelinos em França atacaram adolescentes franceses com facas durante uma festa em Crepol. Vários feridos e um morto, Thomas, 16 anos. Eles odeiam-nos.

Radio Genoa


Thomas Perotto (16 anos) vivia em Crépol. Sábado à noite foi à sala de espectáculos da sua terra. À saída, os adolescentes foram atacados por uma gangue de colonos muçulmanos armados com facalhões.

Thomas morreu na ambulância aérea. Outros 17 foram esfaqueados.

Violência colonialista na Europa 

Eduard Hobden


 Via:

Na Imprensa portuguesa, numa breve busca que realizámos, NEM UMA PALAVRA. 

Na Imprensa internacional, uma breve alusão, qualificando este ataque terrorista islâmico como "uma rixa entre jovens" e acusando quem diz a VERDADE de ser de "extrema-direita".

A causa deste ataque terrorista é a mesma de sempre: o Islão!

Este ataque em NADA difere do Massacre de 7 de Outubro em Israel, ou de qualquer masssacre que os muçulmanos perpetram, continuamente, há mais de 1400 anos. 

Quando as vítimas são apenas judeus, a Imprensa culpa Israel. 

Quando são seres humanos , a Imprensa CALA-SE ou MENTE para proteger o Islão. Para alguma coisa é paga... 


Veja o nosso post anterior: 

O que pensam os muçulmanos?



COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

ISLÃO: MAIS DE 670 MILHÕES DE MORTOS INOCENTES

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

 

(Mas o problema da Humanidade é que Israel existe)

ESTATÍSTICAS ISLÂMICAS:

 

44283 ATAQUES TERRORISTAS DESDE O 11 DE SETEMBRO.

SEMANA DE 11 A 17 DE OUTUBRO DE 2023:

25 ATAQUES,130 MORTOS, 36 FERIDOS, 8 PAÍSES ATACADOS.

OUTUBRO DE 2023:

154 ATAQUES, 1859 MORTOS, 4394 FERIDOS, 26 PAÍSES ATACADOS.


LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

JIHAD WATCH

RAYMOND IBRAHIM

GELLER REPORT


Tal como fez tantas vezes com o ISIS (até Trump ter acabado com esse câncro) a extrema-esquerda mundial está nas ruas a apoiar o Hamas, a exigir um novo Holocausto, o fim de Israel e a islamização do Mundo Livre.

ezes com o ISIS (até Trump ter acabado com esse câncro) a extrema-esquerda mundial está nas ruas a apoiar o Hamas, a exigir um novo Holocausto, o fim de Israel e a islamização do Mundo Livre.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Marine Le Pen obrigada a exame psiquiátrico por criticar o terrorismo *


Maometanos na Europa: espalham o terror, exploram os "infiéis", exigem "Islão em vez de democracia", e... acusam os nativos de "falta de respeito"! A União Europeia concorda e a sharia já cá governa...

As elites globalistas da União Europeia decidiram que a Europa deve islamizar-se. E estão dispostas a TUDO. Para já, a encarcerar os opositores do consagrado axioma de que "tudo o que de mau o Islão faça, não existe!".

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa



A CENSURA do nosso blogue e das vozes conservadoras em geral, é o começo. 

Criticar o Terrorismo Configura "Doença Mental"

por Guy Millière
8 de Outubro de 2018 

Original em inglês: Is Criticizing Terrorism "Mental Illness"?

- Um relatório de 615 páginas foi recentemente publicado, escrito por Hakim El Karoui, conselheiro de Macron, encarregado de projectar as novas instituições de um "Islão da França". O relatório define o islamismo como uma "ideologia totalmente distinta do Islão" e jamais aborda as ligações do islamismo com o terrorismo. 

- O relatório também insiste na urgência em divulgar o "verdadeiro Islão" na França e adoptar o ensino do árabe no ensino médio das escolas públicas. A requisição do tribunal para que Marine Le Pen se submeta a uma avaliação psiquiátrica para definir se ela é ou não sã, indica que as autoridades francesas podem estar revivendo o antigo método da "psiquiatria" usado pelos soviéticos para silenciarem dissidentes e opositores políticos. 

- A ofensiva legal contra Marine Le Pen foi, na realidade, somada à ofensiva financeira. Ainda que Le Pen não vá para a prisão, a lei foi usada para abrir a possibilidade de declará-la inelegível para as eleições do Parlamento Europeu previstas para maio de 2019.


Marine Le Pen, líder do Partido Frente Nacional, da direita francesa, publicou tweets críticos ao grupo terrorista Estado Islâmico, com fotos das suas vítimas assassinadas. Por isso ela foi acusada pelo crime de "disseminar imagens violentas" e ordenada por um tribunal a submeter-se a uma avaliação psiquiátrica para determinar se ela é ou não sã. (Foto: Jens Schlueter/Getty Images).


Em 16 de Dezembro de 2015 um jornalista francês comparou uma das principais estações de rádio ao Partido Frente Nacional, da direita da França, ao Estado Islâmico (ISIS) dizendo que existe uma "comunhão de espírito" entre eles e que ambos pressionam aqueles que os apoiam a "se fecharem em suas próprias identidades". Marine Le Pen, presidente do partido Frente Nacional, comentando a respeito de um "escorregão verbal inaceitável", pediu à estação de rádio o direito de resposta. Na sequência ela publicou imagens no Twitter que mostravam corpos das vítimas do Estado Islâmico, acrescentando: "O ISIS é isto!"
A Imrensa francesa imediatamente a acusou de postar imagens "indecentes" e "obscenas" e logo depois o governo francês instruiu o Departamento de Justiça a indiciá-la. Em 8 de Novembro de 2017 a Assembleia Nacional francesa também suspendeu a imunidade parlamentar dela.
Poucos meses depois um juiz, sob determinação do governo francês, acusou Marine Le Pen de "disseminação de imagens violentas", citando o artigo 227-24 do Código Penal Francês, que define o crime de:

"... disseminar... uma mensagem de natureza violenta, incitar o terrorismo, pornografia ou que possa violar gravemente a dignidade humana ou incitar menores a participarem de jogos que os coloquem fisicamente em perigo ou comercializar esse tipo de mensagem."

Como parte do processo, Marine Le Pen recebeu uma notificação do tribunal determinando que ela se submeta a uma avaliação psiquiátrica para definir se ela é ou não sã. Ela recusou cumprir a determinação, afirmando que mostrar os horrores cometidos pelo Estado Islâmico não é incitamento ao assassinato e que fotos de vítimas do terrorismo não podem ser equiparadas à pornografia.
A requisição do tribunal indica que as autoridades francesas podem estar a reviver o antigo método da "psiquiatria" usado pelos soviéticos para silenciarem dissidentes e opositores políticos.
No momento, Le Pen pode ser presa onde quer que esteja, a qualquer momento, e pode estar sujeita a até cinco anos de prisão.
Quando candidata à presidência em maio de 2017, ela conquistou 34% dos votos no segundo turno da eleição. Condená-la à prisão poderia provocar a ira dos seus correligionários, portanto, não se espera que ela vá para o xilindró.
O mais provável é que haja uma campanha para intimidá-la e, se possível, destruí-la politicamente. Há poucas semanas, o governo francês pediu aos magistrados responsáveis ​​pela investigação de "crimes financeiros" que confisquem dois milhões de euros (US$2,3 milhões) de dinheiro público concedidos ao partido de Marine Le Pen, que desde então suspendeu praticamente todos os compromissos públicos.
A ofensiva legal contra Marine Le Pen foi, na realidade, somada à ofensiva financeira. Ainda que Le Pen não vá para a prisão, parece que a lei foi usada para abrir a possibilidade de declará-la inelegível para as eleições do Parlamento Europeu previstas para Maio de 2019.
O presidente francês Emmanuel Macron sabe que hoje o partido de Le Pen é o maior partido de oposição na França e que Le Pen é a principal política da oposição. Ele considera-se o principal protagonista da visão "progressista" da Europa e o principal inimigo daqueles que querem resistir à islamização, à imigração desenfreada e aos que querem defender a soberania nacional, visões que ele descreveu como "leprosas" e "ventos malignos".
Ele criticou verbalmente o vice-primeiro-ministro italiano e ministro do interior, Matteo Salvini, bem como o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que estão a criar uma aliança europeia de movimentos nacionalistas dos quais faz parte o partido de Le Pen.
Antagónico, Macron defende sanções europeias contra a Hungria e a Polónia caso esses países se recusem a aceitar mais migrantes.
Macron avalia que uma vitória da aliança Salvini/Orban não seria somente uma humilhação para ele, mas também que a vitória do partido de Le Pen na França poderia significar o colapso final do esfarelamento da sua presidência (cujo índice de aprovação, caiu  6 pontos no último mês e agora está com 23%). Ele não tem como acabar com a aliança Salvini/Orban, mas tem condições de influir no processo político da França.
A postura de Macron contra Le Pen também pode ser uma investida do seu governo para evitar mais violência islâmica na França. Actualmente, livros e publicações que fazem referência à dimensão violenta inerente ao Islão são boicotados e estão ausentes das livrarias (o Alcorão, no entanto, ainda se encontra profusamente disponível).
Organizações que combatem a islamização da França e da Europa são judicialmente fustigadas. Pierre Cassen e Christine Tasin, líderes do principal site anti-islamização francês, Riposte Laïque ("Resposta Secular"), têm que perder um tempo enorme no tribunal, sendo corriqueira e pesadamente multados. Para evitar que o site fosse fechado, eles tiveram que tirá-lo da França e da União Europeia realocando-o em outro lugar.
Um relatório de 615 páginas foi recentemente publicado, escrito por Hakim El Karoui, conselheiro de Macron, encarregado de projectar as novas instituições de um "Islão da França".
O relatório define o islamismo como uma "ideologia totalmente distinta do Islão" e jamais aborda as ligações do islamismo com o terrorismo. O relatório também insiste na urgência em divulgar o "verdadeiro Islão" na França e adoptar o ensino do Árabe no ensino médio das escolas públicas.
Na Imprensa francesa, foi praticamente eliminada qualquer menção à ligação do Islão com a violência. Quando um muçulmano desfere um ataque à facada e grita "Allahu Akbar" ("Alá é Supremo"), a publicação da nota oficial antes mesmo de qualquer investigação, invariavelmente, declara que o acontecido "não tem nada a ver com o Islão" e não há "nenhum indício de terrorismo".
Na sequência, todos os meios de comunicação citam cegamente o comunicado. No último ataque desse tipo, ocorrido em 9 de Setembro em Paris, sete pessoas ficaram feridas, quatro gravemente. (NDT: O Massacre de Estrasburgo foi posterior a este artigo).
Recentemente, o autor Éric Zemmour falou na televisão sobre a alta proporção de jovens muçulmanos entre os presos na França e a ascensão do antissemitismo muçulmano nos subúrbios do país.
O Conseil supérieur de l'audiovisuel (CSA), regulador das rádios e TVs da França, advertiu a estação que Zemmour proferiu "observações estigmatizantes sobre os muçulmanos" e que a estação sofreria enormes consequências caso ele as repetisse.
Um apresentador francês de um programa de entrevistas fez circular um abaixo-assinado exigindo que Zemmour seja totalmente excluído dos media franceses. O abaixo-assinado colheu mais de 300 mil assinaturas em uma semana.
Zemmour questionou se o gulag soviético deveria ser reaberto especialmente para ele ou se ele teria que optar pelo auto-exílio. Ele recebeu tantas ameaças de morte verossímeis que ele já se encontra sob protecção policial 24 horas por dia.
O cientista político Jean-Yves Camus ressaltou que, embora não concorde com as opiniões de Marine Le Pen, "em toda parte e sempre, dizer que um opositor político é 'louco' abre as portas ao totalitarismo".
O advogado Regis de Castelnau, escreveu na revista mensal Causeur:

"Há um país na Europa onde o principal partido de oposição, após o confisco dos seus recursos financeiros, vê sua presidente interpelada judicialmente para se submeter a uma avaliação psiquiátrica. É a Rússia de Putin ou a Hungria de Orban? Não. É a França".
Castelnau salientou que a lei usada para acusar Marine Le Pen é comummente utilizada para acusar "pervertidos" e "psicopatas" e que a "perícia psiquiátrica" ​​é solicitada porque as condenações criminais são frequentemente acompanhadas pela obrigatoriedade de se submeter a tratamento psiquiátrico.
"Todos aqueles que zombam dos problemas dos seus adversários políticos", ressaltou ele, "deveriam prudentemente lembrar-se que se consentirem com ataques às liberdades políticas, logo poderá ser a vez deles".

Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, é autor de 27 livros sobre a França e a Europa.
Artigo publicado no INSTITUTO GATESTONE, um site que deveria ser de consulta diária, de leitura obrigatória para quem pretende resistir à Idade das Trevas que se abate de novo sobre a Europa.




Este cidadão maometano do vídeo abaixo, presa de um dos proverbiais ataques de jihad súbita, que costumam levar a esfaqueamentos, decapitações, tiroteios, bombas, atropelamentos, estupros, mutilações, espancamentos, etc., etc., é inquestionavelmente são. Olhem para ele, nos Campos Elísios, cheio de saúde mental:

 

Quem chama a atenção para a natureza verdadeiramente demoníaca do Islão (que consegue ser ainda pior que o Comunismo e o Nazismo) é que precisa de tratamento psiquiátrico compulsivo...

domingo, 9 de dezembro de 2018

Coletes Amarelos em França - Primavera Europeia? *

 

P.S. - Sugerimos a tradução deste vídeo.

A verdadeira razão por trás dos protestos em massa dos "coletes amarelos" em Paris
O globalismo (ver o último vídeo deste post) impôs a migração muçulmana em massa… e agora querem que os contribuintes da classe média financiem a população muçulmana (que não trabalha e vive à custa ds contribuintes) por meio do aumento dos impostos sobre os combustíveis. Não tem nada a ver com a chamada "Mudança Climática/Aquecimento Global", como eles querem que o público acredite. 
Paris é varrida por protestos em massa contra o globalismo e a migração muçulmana, com dezenas de milhares, ou mais, de cidadãos irados nas ruas.
De acordo com as últimas pesquisas da Harris Interactive, 71% da população francesa apoia os movimentos de protesto. Em outras palavras, 71% estão com os coletes amarelos. A popularidade de Macron, por sua vez, é de 18%.

Marine Le Pen ultrapassa Emmanuel Macron


Os muçulmanos exploram os europeus:


Alemanha, Suíça e Holanda: entre 80% e 99% dos "refugiados" vivem à custa dos infiéis



 Tanto que mostrámos o caos gerado pelos "refugiados" em França...

https://destroyislamnow.wordpress.com/


As prioridades do cagalhão Macron... 



A TV, os jornais, os sites do sistema na Internet, estão cheios de apelos à ajuda aos "refugiados".
- Não explicam porque é que a guerra é na Síria mas a maior parte dos "refugiados" não vêm da Síria.
- Não mostram a destruição, o crime e o terrorismo que os "refugiados" trazem (a maior parte dos terroristas vem da Síria, aliás).
-  Não questionam porque é que os 57 países muçulmanos recebem ZERO "refugiados".
-  Escondem a realidade de que a invasão islâmica da Europa nada tem a ver com razões humanitárias, até porque:

Sírios: custa 10 vezes mais ajudá-los na Europa do que nos países vizinhos


Os jornalistas têm feito lavagem cerebral de massas, mas isso está a acabar:



Análises interessantes sobre a situação em França:




Entenda o que é o globalismo e o seu plano conjunto com o Islão e o comunismo:


 


Há muito que avisamos:

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


A Invasão que eles escondem -conclusão

 
https://destroyislamnow.wordpress.com/2014/07/16/muslim-rioters-in-france-should-be-jailed/

Não temos muitas ilusões, no entanto. Tudo indica que estamos apenas no início de uma guerra civil na Europa. Extremistas de esquerda e de direita, neo-nazis e islamistas estão a cavalgar a onda de protestos, e tememos o pior.


Entretanto, assine a petição, que já há governos a recuar do pacto das fronteiras abertas por causa destas "simples" petições:

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Maometano degola professor em França *



Ainda hoje dávamos conta (mais uma vez) do anti-semitismo que assola a França:

Anti-semitismo e Muay Thai 


Os judeus continuam a ser mal amados em França, apesar de serem ordeiros, trabalhadores, cidadãos normais como os outros (apesar de pertencerem a uma religião minoritária), que amam e servem o seu país, e que são muito pouquinhos (menos de 500 mil). 
Já os recém-chegados supremacistas maometanos, soldados do Islão, que são alguns milhões e caminham para ser 15% da população, gozam de toda a simpatia, apesar de estarem a destruir o país e de matarem a torto e a direito (sobretudo judeus).
Agora mesmo, mais um ataque mortal em solo francês, mas a coisa é diária. O jornal The Sun, popularucho, dá a notícia. A Imprensa séria não liga nenhuma. Para não prejudicar a imagem do Islão.
Os gritos e uivos contra Israel - mesmo no Muay Thai - isso sim, é coisa boa!


APUNHALADO ATÉ À MORTE: Professor de Colégio de Paris DEGOLADO por estudante jihadista. 
O assassino é um cidadão paquistanês. Preparemo-nos para uma avalanche de jornaleiros a pregarem sobre "islamofobia", "medo de represálias" (que nunca acontecem), e depois, a pièce de résistance: "doença mental"!
Os maometanos vêem-nos como seres inferiores, e consideram ter direito de vida e de morte sobre nós.

https://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad

A razão para a degola deste professor foi que este terá, segundo o maometano, mostrado uma imagem de Maomé numa aula, o que o Islão proíbe, sob pena de morte.


John Dowling

Professor irlandês degolado em ataque fatal por estudante expulso que não passou nos exames
O irlandês John Dowling estava prestes aposentar-se quando foi esfaqueado até à morte.
Peter Allen, The Sun, 5 de Dezembro de 2018, às 19h44

Um professor irlandês que ensina Inglês em Paris foi hoje esfaqueado até à morte por um ex-aluno que não conseguiu passar nos exames.


O terrível assassinato de John Dowling, 66 anos, num possível acto de vingança, ocorreu na universidade privada Leonardo Da Vinci, no distrito comercial ocidental de La Defense.


"A vítima foi esfaqueada várias vezes depois de sair da faculdade para almoçar", disse uma fonte investigadora.

“Pelo menos um dos cortes foi na garganta e ele morreu no local. Um homem de 37 anos foi preso no local e permanece sob custódia.”
 
Até agora, o suspeito não foi identificado; é um cidadão paquistanês que foi expulso da Universidade no Verão de 2017, depois de não ter conseguido passar o ano académico.

Ele é conhecido por ter permanecido na área no ano passado, e estava em contacto com aqueles que administravam o colégio.



É este o novo "normal" na Europa, e tende a ser cada vez pior, se não fizermos nada:

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195


Alguns sites sobre a jihad global:


sábado, 1 de dezembro de 2018

Marine Le Pen ultrapassa Emmanuel Macron *


"Extrema-direita" é um termo difamatório que os media atribuem a qualquer um de que eles não gostem, ou seja, qualquer um que se oponha à agenda globalista, socialista e pró-jihad, das elites políticas e dos media.
Marine Le Pen quer salvar a França, como uma sociedade livre na qual os cidadãos se sintam seguros para andar nas ruas. Para isso, eles chamam-na de "extrema-direita".
Querer defender o seu próprio país agora é uma posição de "extrema direita".
Isto na verdade equivale a uma admissão tácita de que as elites dos media, que colocam esse rótulo nos defensores da liberdade, são, francamente, traidores. As posições que eles estigmatizam são simplesmente as de segurança nacional básica. 
Pamela Geller



O presidente da Macron quebra mais um recorde histórico. Ele é agora o mais impopular de sempre. Uma nova sondagem mostra também que Marine Le Pen o superou em popularidade.

O movimento "Coletes Amarelos" está a levar a cabo protestos em todo o país desde o dia 17 de Novembro, contribuindo para a impopularidade de Macron.

Taxa de aprovação na mesma altura da Presidência:

Mitterand (PS-S & D): 48%
Chirac (UMP-EPP): 35%
Sarkozy (UMP-EPP): 48%
Hollande (PS-S & D): 29%
Macron (LREM-ALDE): 26%


Os protestos tiveram mais de 100.000 pessoas bloqueando entradas e saídas nas principais rodovias, e, no fim de semana, grande parte do centro de Paris foi bloqueada.
A líder populista do movimento Rassemblement National, Marine Le Pen, apoia os coletes amarelos.
De acordo  sondagens BVA, Le Pen é agora mais popular que Macron. Le Pen tem 27%  e Macron apenas 26%.




França, sondagem BVA:

Classificações de aprovação (presidente + líderes do partido)

Le Pen (RN-ENF): 27% (+3)
Macron (LREM-ALDE): 26% (-3)
Dupont-Aignan (DLF-EFDD): 25%
Ruffin (PD- *): 23%
Besancenot (NPA-LEFT): 22% (+1)
Hamon (G.s.-S & D: 21% (-2)

Trabalho de campo: 21/11/18 - 22/11/18
Tamanho da amostra: 1.258


A popularidade de Macron está ainda mais baixa que a do ex-presidente François Hollande e é ainda pior quando se compara com a do último presidente francês conservador, Nicolas Sarkozy, que teve a aprovação de quase um em cada dois eleitores franceses.

A França está no meio a uma grande turbulência, com o aumento do imposto sobre combustíveis, imposto por Macron. Isso aumentou a sensação de distanciamento e de ele trabalhar para as elites.



https://voiceofeurope.com/2018/11/marine-le-pen-now-more-popular-than-emmanuel-macron-poll-shows/


- Veja também o Independent.
Os franceses parecem finalmente fartos de trabalhar para os invasores muçulmanos. É provável que sigam o exemplo dos Estados Unidos, Brasil, Áustria, Itália, Europa de Leste, e abandonem o socialismo e a política suicida de fronteiras abertas. Esperemos que tal decorra sem incidentes graves.

VIVE LA FRANCE LIBRE!

Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Cidadãos Portugueses contra a assinatura do Pacto Global para a Migração


https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195




Assine agora para evitar ter que sair assim às ruas daqui a uns anos:

segunda-feira, 26 de março de 2018

França - Sobrevivente do Holocausto queimada viva por muçulmano *

PARIS: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos de idade esfaqueada repetidamente e queimada até à morte por vizinho muçulmano
Bare Naked Islam - A sobrevivente do Holocausto de 85 anos, identificada apenas como Mireille Kanol (à direita), foi queimada viva na noite de sexta-feira. 
O seu corpo incinerado apresenta pelo menos 11 ferimentos de faca. A Polícia tem um suspeito sob custódia, identificado como um seu vizinho muçulmano de 35 anos que a vítima aparentemente conhecia desde a infância.  

Jewish Voice - A vítima tinha repetidamente alertado a Polícia de que estava a receber ameaças de morte desse vizinho muçulmano, mas nenhuma medida foi tomada para protegê-la ou investigar. 
Foi encontrada morta por bombeiros no seu apartamento na Rua Philippe August, no 11º distrito de Paris, no leste da cidade. 
Um exame forense do apartamento mostrou que o assassino lançou o fogo em pelo menos cinco áreas distintas daquele espaço.

Mireille foi vítima do ódio aos judeus, que é cada vez mais visto nos subúrbios, tendo como pano de fundo a radicalização islâmica, o ódio a Israel, mas também o ódio à França.
Este caso está a ser encoberto, como foi o brutal assassinato de Sarah Halimi pelo seu vizinho muçulmano.
No ano passado, a comunidade franco-judaica ficou abalada com o assassinato em Paris da aposentada Sarah Halimi, de 65 anos. Halimi (abaixo) foi espancada no seu apartamento, também no 11º arrondissement, por um assaltante muçulmano e atirada de uma janela do terceiro andar.

Como no caso de Sarah Halimi, também neste caso, as autoridades francesas são muito reticentes em relacionar o assassinato a um motivo anti-semita.
Houve uma onda de anti-semitismo e terrorismo em França nos últimos meses. As pinturas de rua de suásticas e o incêndio de dois açougues Kosher em Creteil, o corte do rosto de uma jovem em Sarcelles, uma carta anónima e ameaças contra a sinagoga em Saint-Maur são apenas alguns incidentes anti-semitas recentes.


Tablet - Noémie Halioua, uma jornalista francesa da Actualité Juive e autora do recém-lançado livro O Caso Sarah Halimi, publicado pela Cerf Books, disse que há  semelhanças entre os dois ataques. "Podemos ver claramente que há uma repetição trágica", disse ela.
“Não há medidas para levar as coisas a sério e erradicar o mal. De facto, a História repete-se e não há consciência, seja em Trèbes ou com esta velha senhora. A conexão é o jihadismo islâmico. E, no entanto, nenhuma decisão foi tomada”.



O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Yves Le Drian, visita o Salão dos Nomes no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, durante a sua visita oficial a Israel. 26 de Março de 2018.

Times of Israel - Uma neta de Mireille Kanol, Noa Goldfarb, escreveu no Facebook que a sua avó foi assassinada por um vizinho muçulmano.
"Há vinte anos, saí de Paris sabendo que nem o meu futuro nem o do povo judeu pode ser encontrado lá", escreveu Goldfarb, que vive em Herzliya, Israel.
“Mas quem pensaria que eu estava a deixar os meus parentes onde o terrorismo e a crueldade levariam a tal tragédia. A avó foi esfaqueada até à morte 11 vezes por um vizinho muçulmano que ela conhecia bem, que se certificou de atear fogo à sua casa e não nos deixou nem um objecto, uma carta, uma fotografia, para nos ajudar a lembrá-la. Tudo o que temos são as nossas lágrimas e uns aos outros".


Jihad Watch - França: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos, de origem judaica, assassinada, apartamento queimado, vizinho ameaçara queimá-la viva.  

Em 2015, o líder judeu francês Roger Cukierman disse: "Toda a violência, e devemos dizer isso, todos os actos violentos hoje são cometidos por jovens muçulmanos".   

A França estará já suficientemente diversificada? Não! Esta pobre mulher apresentou queixas na Polícia sobre o vizinho que ameaçou queimá-la. Claramente nada foi feito. Actuar por causa dessas queixas teria sido "islamofóbico".


França: muçulmanos dentro, judeus fora

Etc....

 Mireille Kanol 

França: um ataque anti-semita, um canário numa mina

Nem todos os muçulmanos são terroristas, embora o Islão ordene os ataques aos "infiéis", e não haja qualquer reforma desses mandamentos. Nem todos os muçulmanos são terroristas, mas quem poderia travar o terrorismo islâmico (as lideranças religiosas) não o faz. Com raríssimas e muito honrosas excepções.