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domingo, 12 de junho de 2016

David Munir, sobre apóstatas, adúlteras e homossexuais...



 Matou 50 pessoas - está absolvido pela Imprensa. 

Ramadão em Orlando, Florida: muçulmano assassina 50 (50!!!!!) pessoas! 

Terrorismo de Ramadão - Estado Islâmico é Islão


O terrorista islâmico que assassinou 50 inocentes num bar gay em Orlando, Florida, Estados Unidos, já está absolvido pelos media. O senhor não gostou de ver homens aos beijos na cidade de Orlando, onde vive, e  vai daí, exprimiu o desagrado da sua cultura para com essas modernices.

E temos que respeitar a cultura alheia, não é?... Mas só nós, os "infiéis"...

ENTREVISTA COM A MÁXIMA AUTORIDADE ISLÂMICA EM PORTUGAL

O conhecido David Munir é o mais admirado e adulado líder religioso em Portugal. Aqui há tempos afinfou uma valente cotovelada na mulher. Pode acontecer a qualquer um ou a qualquer uma, perder a cabeça e agredir a companheira ou companheiro. É feio, mas pode acontecer. O problema é que no Islão isso é permitido e aconselhado - veja a nossa pequena secção  MULHERES. E note que este blogue nem é sobre Islão. Só damos umas pinceladas breves.

Quando convidado a explanar a sua versão tão "tolerante" do Islão, basta aparecer uma jornalista que não esteja disposta a  submeter-se, e o David Munir não dá uma para a caixa:

"Fernanda Câncio, no dia 31/08/2010, para o canal Q do meo, programa Agora a sério, entrevistou o imã da mesquita de Lisboa, o Sheik David Munir, sobre as leis Islâmicas que condenam à morte: apóstatas, adúlteras e homossexuais.
Este vídeo mostra a falta de argumentos, e atrapalhação, do Sheik frente à jornalista, que lhe infligiu um merecido "xeque-mate"."





Embrulhou-se todo a falar dos homossexuais - como do resto:

 


Como é possível que o Mundo Livre aceite que sejam pregadas no seu seio ideologias que apoiam a execução de apóstatas, supostas adúlteras e homossexuais?

Já para não falar dos aldrabões... 

O ISLÃO E A MENTIRA "SAGRADA"

SABER ESTAS QUATRO PALAVRAS ÁRABES PODE SALVAR A NOSSA CIVILIZAÇÃO




Aos 1:02:00 minutos um imã explica o que se deve fazer aos homossexuais. Não são todos os imãs que assim pensam, mas nas Sociedades livres não podemos dar-nos ao luxo de não saber o que eles pregam nas mesquitas. Ou teremos mais chacinas como a de hoje em Orlando.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O Xeque Vai Nu

OS MUÇULMANOS TUDO COMPRAM: A NOTÍCIA DE TV SOBRE AS AGRESSÕES DO MUNIR À ESPOSA FORAM BANIDAS. E AINDA FALAM DA CENSURA DO ANTES DO 25 DE ABRIL. AGORA É PIOR. AQUI EM BAIXO ESTAVA O VÍDEO, QUE AGORA É IMPOSSÉVEL ENCONTRAR:



Companheira do sheik Munir agredida, em Lisboa
O Alcorão na Surata 4.34 diz: "... àquelas de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes". 

COITADO DO MENTIROSO

"Coitado do mentiroso
Mente uma vez, mente sempre
Mesmo que fale verdade
Todos lhe dizem que mente"

De tanto mentir sobre o Islão,  agora há quem não acredite que o xeque não espancou a Mulher. Assuntos de alcova não nos interessam.

O nosso problema não é com uma crise doméstica, que acontece a qualquer um, seja qual for a sua religião. O nosso problema é com a invasão do Mundo Civilizado por parte de uma ideologia bárbara que torna normal usar as mulheres como menos que objectos.




O ISLÃO E AS MULHERES

E mais disse Policarpo e disse-o muito bem: 
"Só é possível dialogar com quem quer dialogar, por exemplo com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil", disse D. José Policarpo durante a tertúlia.
Respondendo a uma pergunta da anfitriã sobre se o diálogo inter-religioso em Portugal tem estado bem acautelado, o Cardeal Patriarca sublinhou que, no caso da comunidade muçulmana, "estão-se a dar os primeiros passos".
"Mas é muito difícil porque eles não admitem sequer [encarar a crítica de que pensam] que a verdade deles é única e é toda", sustentou.

(Sua Iluminescência Incandescente e Perfeita em Todas as Suas Perfeições, pediu-lhe explicações, conforme relatou o inimitável e Al-Jazeeresco  Al-Público.)


O QUE REALMENTE INTERESSA

Este é o nosso problema: Órfãos cristãos iraquianos.  A organização RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS), criada pelo ex-terrorista islâmico Walid Shoebat, continua a desenvolver a sua cruzada incansável.

O Papa Mau e o Profeta Cool - A 12 Setembro 2006, o Papa Bento XVI fez uma palestra na Universidade de Regensburg, na Baviera, intitulada "A Fé, a Razão e a Universidade: Memórias e Reflexões", em que denunciou o Islão como uma religião caracterizada pelo fanatismo. A transcrição integral está AQUI, no site do Vaticano.


O XEQUE VAI NU


Do OBSERVADOR, COM O NOSSO APLAUSO A UMA MULHER OUSA DIZER QUE O SHEIKH VAI NU!

A cotovelada islâmica


Cada vez mais desconfio do contrário. Que o Islão é uma religião amante da violência e dos maus tratos aos mais fracos, enquanto a maioria dos muçulmanos é, essa sim, gente pacífica.


Comecemos pelo mantra politicamente correto. O Islão é uma religião de paz e amor, que inspira a amizade, a entreajuda, a clemência, a generosidade e mais umas quinhentas coisas cheias de flores e querubins imaginários à sua volta. E depois há umas pessoas ruins, só por triste acaso muçulmanas, que se entregam às mais variadas formas de violência, num arco abrangente que vai de cotoveladas no nariz da amantíssima mulher até ataques terroristas que ceifam civis, passando por escravizar sexualmente mulheres ditas infiéis e decapitar voluntários de organizações humanitárias.
É assim, não é? Não é. Cada vez mais desconfio do contrário. Que o Islão é uma religião amante da violência e dos maus tratos aos mais fracos (desde logo, os não muçulmanos indefesos no meio de muçulmanos), enquanto a maioria dos muçulmanos é, essa sim e sobretudo quando não religiosamente atiçada, gente pacífica que não retira grande prazer de matar desconhecidos ou violentar terceiros. (A natureza humana tem contas a prestar de atos muito questionáveis, mas apesar de tudo a psicopatia não é um mal generalizado.)
Nós é que no Ocidente, de tão histéricos que ficamos com a necessidade de não merecermos os epítetos de racistas ou intolerantes, teimamos em fingir que as religiões são todas moralmente equivalentes. Peguemos na índia, por exemplo, onde há religiões para todos os palatos. Temos os jainas – que não podem sequer ser agricultores para não matarem os germes da terra – e temos os sikh – que são com frequência guerreiros e propensos a pegar em armas para se defenderem do que veem como ataques à sua religião. (Lembram-se de Indira Gandhi?) Só um tolo pode pretender que os sikhs são tão pacíficos e respeitadores de todas as formas de vida como os jainas.
Mas na iluminada Europa nada disso interessa. Os casamentos com crianças sancionados pelo Islão não têm nada a ver com o facto de Maomé se ter entregue a essa boa prática. O Corão recomenda decapitar infiéis e o ISIS é-lhe obediente, mas que tem isso a ver com a religião muçulmana? Os clérigos muçulmanos com frequência incitam à violência e ao ódio contra os ocidentais, aplaudem ataques terroristas, usam as mesquitas e as madraças para radicalizarem jovens e os tornarem em terroristas wannabe? Ora fica evidente que qualquer religioso muçulmano só prega o afeto universal por toda a espécie humana, animal e vegetal.
E foi certamente também por este azar estranhamente reincidente de o Islão (paz e amor, etc., não esquecer nunca) ter religiosos dados à violência que, quando surgiram as notícias das cotoveladas que o xeique Davir Munir terá dado à sua mulher, logo vi pelo twitter lembretes de que a violência doméstica não escolhe religião. E é verdade, não escolhe. Mas também é verdade que o prestimoso Islão aprova que um marido dê um corretivo à esposa endiabrada se esta for desobediente e o marido já a tiver avisado da sua má conduta por duas vezes (que magnânimos).
Trago este caso de David Munir – que passa por moderado islâmico (e o drama é que deve ser mesmo moderado) – e as reações que fui apanhando porque é o costume por cá quando se trata de amarrotar e rasgar em pedacinhos os direitos humanos das mulheres das comunidades muçulmanas que residem na Europa. (Que é um daqueles assuntos que me põem sempre em modo sikh.)
Os jornais praticamente não noticiaram que a mulher do mais conhecido religioso muçulmano do país chegou às urgências do hospital com o rosto todo ensanguentado e queixando-se do marido. Já o xeique afirmou que a mulher é bipolar (vá lá, não foi contra uma porta nem escorregou numas escadas) e disse tratar-se de uma questão pessoal. Ora não é. Independentemente do que diga o Islão, a violência doméstica é um crime público em Portugal, não assunto conjugal.
Mas estas curiosas características das comunidades islâmicas residentes na Europa são com frequência vistas assim, coisas de gente estranha e exótica a quem não podemos pedir que se porte como os civilizados europeus. E se os exóticos transgridem, em vez de serem punidos criminalmente (como os outros cidadãos e residentes), deixamo-los sossegados, que não se espera mais de tal gente do que barbárie. Sobretudo, não vale a pena estender a proteção das leis dos países europeus a estas criaturas do deserto, é melhor entenderem-se entre si como lá nas grutas ou nas tendas dos seus países de origem.
Por isso há uns anos tivemos uma juíza alemã que recusou um divórcio a uma mulher muçulmana, também vítima de violência doméstica, apesar de a lei alemã o permitir. Para esta lunática germânica, o que devia reger a vida daquele casal habitante da Alemanha era o Corão e não as leis alemãs. Londres está transformado num centro europeu de mutilação genital feminina e nunca houve qualquer acusação e prisão pela prática desse crime contra mulheres e meninas. O anterior Arcebispo da Cantuária – com a perturbante falta de compaixão que não raras vezes os religiosos, os católicos incluídos, exibem – propôs que a sharia regesse as comunidades islâmicas britânicas. As mulheres, evidentemente, seriam as vítimas diletas de tão oportuna ideia.
Para mim, estes defensores destes guetos da idade das trevas onde as mulheres muçulmanas viveriam aprisionadas (no meio da Europa) são opositores ativos dos direitos humanos e da liberdade das mulheres (todas). Preparemo-nos. Eu já estou à procura da nova Emmeline Pankhurst.

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E QUE VIVAM AS MULHERES!
LIVRES!

sábado, 8 de agosto de 2015

Companheira do sheik Munir agredida, em Lisboa


O Alcorão na Surata 4.34 diz: "... àquelas de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes". 


"Líder islâmico agride mulher à cotovelada"
  CORREIO DA MANHÃ

É claro que acontece com gente de outras religiões. Antigamente, havia até mulheres cá em Portugal que diziam com orgulho: "se o meu marido me bate, está a bater naquilo que é dele"

É claro que por ter vindo no jornal não significa forçosamente que seja verdade, e o senhor pode muito bem estar inocente, nunca se sabe. Pode ter sido um momento de desatino, a que qualquer pessoa está sujeita, pode ter sido muita coisa. Contudo, se trazemos aqui o caso, é porque o senhor sheikh é useiro e vezeiro em mentir, quando interrogado sobre o tratamento das mulheres no Islão, dizendo sempre que "as mulheres são tratadas como flores" e omitindo a realidade:

E a realidade é que o Islão é, nos tempos actuais a ÚNICA religião que encoraja o espancamento das mulheres. Se duvida, veja a nossa secção MULHERES

E não apenas o espancamento. Os muçulmanos, à luz de certos decretos religiosos são autorizados por exemplo a COMER (no sentido literal) as próprias mulheres.

Quanto às infiéis, basta que se diga que o espancamento brutal, o estupro, o assassínio, de mulheres não muçulmanas, os mercados de escravas sexuais, são comuns em boa parte do mundo muçulmano  (com o aval religioso):
Uma pequena busca no youtube disponibiliza centenas de vídeos com clérigos muçulmanos a explicarem como se espanca uma esposa como deve ser - até nas Televisões ocidentais o fazem, sob os aplausos do politicamente correcto, que simplesmente A-DO-RA a "diversidade cultural".


Como este há centenas de outros exemplos registados em vídeo. E isto é Esposa. Quando se trata de criada ou "infiel", imagine como é... O Islão permite e aconselha.

Na TV do Reino Unido já se faz a apologia do espancamento "humano" do Islão:


 

quinta-feira, 5 de março de 2015

A minha liberdade ofende-te, Munir?

Aquando dos bárbaros e selváticos ataques em Paris contra o Charlie Hebdo e um supermercado judaico -- no qual um muçulmano (em vez de tentar dizer aos atacantes que estavam a ser, segundo disse depois, "maus muçulmanos") se escondeu cobardemente (pois sabia bem que um muçulmano que compactua com um infiel deve ser tratado como um destes) e, não obstante, acabou por ser apodado  de "herói" -- perpetrados  por muçulmanos ortodoxos e devotos, David "Taqiyya" Munir encheu (com a complacência dos mesmos) jornais, rádios e televisões com a lengalenga de que "a minha liberdade (leia-se: de quem, não sendo muçulmano, acha normal criticar o islão) acaba onde começa a liberdade do outro (leia-se: a de um muçulmano)".
 
 
"Taqiyya" Munir talvez com uma maciça dose de base a disfarçar a zebibah
e a alegrar-se com a sua habilidade de enganar os mais distraídos
 
Não sei se se deu a devida atenção a esta afirmação. Se, em geral, a mesma pode ser tida como correcta, na prática, e no caso de David "Taqiyya" Munir, está-se diante da afirmação de que a liberdade do não muçulmano ofende a religião do muçulmano. Por outras palavras: trata-se de dizer algo como "a minha religião maometana sobrepõe-se à liberdade de um não-muçulmano". Eis, camuflada sob a capa de uma afirmação aparentemente legítima, uma insidiosa afirmação do totalitarismo, despotismo e neo-colonialismo islâmico. Dar eco a tais afirmações é, em última análise, ser complacente com o fim da civilização ocidental.

sábado, 10 de janeiro de 2015

David 'Taqya' Munir


P.S. Vídeo que os canalhas islamo-nazis do YouTube retiraram (ver abaixo) em que um clérigo maometano de alto escalão ensina como é que o se deve decapitar os infiéis.


“E quando encontrares os infiéis, corta-lhes a garganta"  (Alcorão 47:4)

Não poderia David Munir admitir que o Islão tem uma componente violenta, mas que está ultrapassada?

Não poderia David Munir deixar de apoiar tacitamente o Hamas, que é o que faz quando se recusa a considerá-lo um grupo terrorista?

Não poderia David Munir (que não é parvo), deixar de dizer que Israel pratica "genocídio" sobre Gaza, quando se passa exactamente o oposto?

A gente só pergunta. Daí o ponto de interrogação no título do post.



"Maomé é o apóstolo de Alá. Os que o seguem são implacáveis para os infiéis e compassivos uns para com os outros" - Alcorão 48:29 - O conhecido Munir está a precisar de Fosgluten!


David Munir, imã da mesquita de Lisboa, veio dizer que os ataques em Paris são contra o Islão, etc., que o seu profeta era pacífico, e por aí fora.

"Chamaram-lhe de feiticeiro, chamaram-lhe de poeta, chamaram-lhe de ilusionista, aquelas pessoas que não concordavam com a sua mensagem. E o profeta respondeu-lhes com tolerância, ignorou muitas das vezes, nunca foi agressivo com nenhum deles".

Está no CORREIO DA MANHÃ.

O xeque "esqueceu-se" de mencionar a longa lista de pessoas que Maomé assassinou pessoalmente que mandou assassinar. Está aqui.

"Esqueceu-se" também de que o Islão manda matar e escravizar todos os não muçulmanos, como está sobejamente demonstrado no Alcorão e noutros escritos do Islão. E como temos aqui citado e demonstrado à saciedade. Quem duvida, que leia o Alcorão e verifique por si mesmo.

Do blog LEI ISLÂMICA EM ACÇÃO, uma breve compilação, para que as ALDRABICES do conhecido Munir não caiam em ouvidos crédulos:

Publicações em português sobre o islamismo e a jihad



E-books
Lei Islâmica (Sharia) para os não-muçulmanos ==> link

Jesus e Maomé, Diferenças Profundas e Semelhanças Surpreendentes ==> link

Jihad e o Reino de Deus ==> link 
Islamismo e a Trindade ==> link
Islamismo e a Cruz de Cristo ==> link 

Livros
Segredos do Alcorão ==> detalhes e comentário





Os Fatos sobre o Islã ==> detalhes
A Hora da Verdade Sobre o Islã ==> detalhes 

Por dentro da Jihad ==> detalhes

Filho do Hamas - Relato Impressionante sobre Terrorismo, Traição, Intrigas Políticas e Escolhas ==> detalhes


Vídeos
DVD Obsessão - A Guerra do Islã Radical Contra o Ocidente ==> detalhes
também disponível no YouTube aqui e aqui.

DVD - A Verdade Sobre o Conflito no Oriente Médio ==> detalhes

Este excelente site desmonta a propaganda islamista ponto por ponto. Conta a História do Islão e do seu fundador com vastas fontes.

Não esqueça também a nossa secção ISLÃO, e sites como:



e em Inglês:


http://themuslimissue.wordpress.com/

Mais um bocadinho de Alcorão que Munir "esqueceu":

"Aqueles que prejudicarem Alá e Seu Mensageiro, Alá os amaldiçoa neste mundo e no próximo, e já lhes preparou um castigo humilhante". (33:57).  
"Malditos eles serão. Onde quer que sejam encontradas, elas serão presos e todos mortos." (33: 61)
"Que haja humilhação neste mundo para eles." (05:45) 

Clérigo muçulmano explica, na sua mesquita, como se deve decapitar um infiel como deve ser:


Lembramos que:

"O Islão não é uma religião"

E que os muçulmanos têm o direito de vida e de morte sobre nós, a escumalha, os "infiéis":


"Quanto aos cativos, o emir [governante] tem a opção de tomar a acção mais benéfica segundo quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte, cortando-lhes o pescoço, a segunda, escravizá-los e aplicar as leis de escravidão em relação à sua venda e alforria, a terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros, e a quarta, para mostrar bondade,  é perdoá-los. Allah (que seja louvado), diz: "Quando encontrares aqueles [infiéis] que negam [a Verdade = o Islão , então corta-lhes [os seus] pescoços" (Alcorão sura 47, verso 4)" - Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah (As Leis de Governança Islâmica), trans. por Dr. Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Publishers Ltd., 1996, p. 192.


Lembramos também que David Munir, quando interrogado sobre se considera o Hamas (o bando que tem como objectivo extinguir os judeus, como manda o Alcorão) é um grupo terrorista, se recusou a responder. E que quem cala, consente!

Não esqueçamos também que:
O xeque Munir (de cuja mesquita têm saído "combatentes" do Estado Islâmico) diz sempre que o Islão respeita o Cristianismo e o Judaísmo, que não há nenhum conflito religioso no mundo, e que a jihad islâmica é uma coisa que não se sabe bem o que é, mas que não tem nada a ver com o Islão.
O Islão é exçlusivista, supremacista e intrinsecamente terrorista, como demonstram os FACTOS e a teologia islâmica. A taqyiia (ou taqya, para simplificar), a mentira sagrada, é um dos aspectos dessa "teologia":

Um "belo truque"

 


Para os que não estejam dentro destas coisas, aconselhamos, para começar:
"Este documentário mostra como o discurso dos que defendem o islamismo contraria a essência do próprio islamismo. São exibidas citações do Corão e das Hadiths (Tradição Religiosa Islâmica) comentadas por especialistas no assunto e por um ex terrorista. Eles concluem e comprovam de maneira convincente que o terrorismo é consequência natural da prática do Islamismo que ordena seus seguidores matar, literalmente, todos aqueles que não seguirem a fé islâmica."

Escravatura, escravatura sexual, genocídio, tortura, canibalismo, terrorismo, tudo isso e muito mais, é permitido, encorajado e parte integrante do Islão, como temos demonstrado em milhares de artigos, com provas tangíveis, citações do Corão, vídeos de clérigos em discurso para consumo interno - e não em exercício da taqyiia.


P.S. - Um dos mais mediáticos apoiantes tácitos do massacre no Charlie Hebdo é aqui o amigo Gustavo Santos:


Um cérebro, este rapaz, não desfazendo...

Na caixa de comentários do Facebook deste menino andou lá também o conhecido islamonazi Nuno Guerreiro Lobito, a aplaudir a chacina de cartoonistas e dos seus odiados judeus, em nome do Islãozinho.


POST-SCRIPTUM - Outro que vem tacitamente apoiar a chacina contra o Charlie e contra outros inocentes, é o conhecido padre islamófilo e comunista Leonardo Boff

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Boa viagem, David Munir!



O cartunista muçulmano (que, como todos os muçulmanos e o Alcorão, advoga a extinção dos judeus), diz ao desenhador dinamarquês que é ofensivo desenhar o Maomé.
- Arquivo de Cartunes.

DUPLO PADRÃO RIMA COM ISLÃO

O clássico duplo padrão islâmico é sempre um "must"! Não têm conta as exposições de cartunes e arte antissemita nos países deles. Mas se alguém desenha o seu bendito profeta - nem é preciso fazer uma piada, basta representá-lo, em desenho, pintura, teatro, etc.! - tem automaticamente uma sentença de morte sobre si!


Sacos de lixo ambulantes riem-se numa exposição de cartunes antissemitas, em Teerão

E eles não pretendem apenas fazer humor e cultura. Eles defendem a chacina  total dos judeus e de todos os não muçulmanos. Conversão, submissão, escravidão, ou morte, é assim a regra do Islão. Se duvida, informe-se.

"POR FAVOR, VÃO-SE EMBORA!"

Os cartunes dinamarqueses. A falta de sentido de humor e a não permissão de opiniões e pontos de vista diferentes, é sempre reflexo de espíritos atrasados ou alienados.
A propósito da "polémica" dos cartunes dinamarqueses, em 2005, o site Face of Muhammed (A Cara de Maomé), escreveu, em 2006:

Por favor, vão-se embora!


Caros muçulmanos,

Se não gostam do meu país, por favor vão-se embora.
Se não gostam da maneira como as nossas mulheres se vestem, por favor vão-se embora. 
Se não gostam da nossa separação entre política e religião, por favor vão-se embora. 
Se apoiam respostas violentas às críticas ao Islão, por favor vão-se embora. 
Se apoiam o terrorismo, sob qualquer forma ou meio, por favor vão-se embora. 
Se não aceitam desenhos satíricos nos nossos jornais, por favor vão-se embora. 
Se não apoiam a democracia e a liberdade de expressão, por favor vão-se embora do meu país!
Eles não foram. terão de ser deportados.

TEMPESTADE DE ISLAMOFILIA

Na sequência do caso dos cartunes, o idiota dinamarquês Jens Byskov, com um cartaz a pedir desculpas aos muçulmanos por estes andarem a chacinar inocentes. É esta a imagem da submissão.

Era de esperar. Muita Imprensa, após este ataque, está "preocupada" com o possível "aumento da islamofobia" (!!!).

Uma amostra da tempestadde de islamofilia dá-a um leitor da Lura do Grilo:

New York Times: “What What We Don’t Know: The reason Charlie Hebdo was targeted”

Financial Times: “Some common sense would be useful at publications such as Charlie Hebdo”

Variety: “Charlie Hebdo carnage will likely fuel the racism and anti-Islam sentiment which has been on the rise in France”


Telegraph: “Charlie Hebdo attacks: Anti-Islam parties are now on the march across Europe”

Outra do Telegraph de hoje: “France faces rising tide of Islamophobia”

NY Daily News: "Charlie Hebdo terror attack victims were cartoonists, journalists who defiantly pushed the envelope even after their offices were firebombed in 2011"

Apostamos que haverá IDIOTAS que virão até pedir desculpas aos muçulmanos. Na Dinamarca houve-os. É de saudar, contudo, que houve jornais que perceberam que ter medo é pior. O Correio da Manhã, por exemplo, publicou uma miscelânea de cartunes do Charlie Hebdo, focando várias personalidades, religiões e casos da actualidade internacional. E os jornalistas deram a cara pela liberdade de Imprensa e pela cultura. Apesar de haver leitores que acham que ninguém se deve meter com o Islão, porque "quem semeia ventos colhe tempestades"!




AS BESTAS REGOZIJAM-SE




No mundo islâmico, a habitual euforia celebratória, que vai do ISIS às redes sociais. Exemplos:

"O Charlie Hebdo foi atacado... Nem me aquece nem arrefece! Mas é bem-feita. Cada um tem o que merece."
"É para aprenderem por dizer que o corão é merda" "10 mortos e 5 feridos, mais tarde ou mais cedo iriam pagar pelas caricaturas"
"Os filhos da p*** do Charlie Hebdo mereciam a morte 100 vezes. Bem-feita."
"O bordel Charlie Hebdo. Ahah estou muito contente com o que aconteceu aos filhos da p*** racistas. Ahahahahaha vou-me rir na sepultura deles"

A APOLOGIA DO MEDO


 "TOLERA OS INTOLERANTES, INFIEL!" - a situação é tão simples quanto isto!

Gustavo Santos, mental coach e apresentador do programa "Querido, Mudei a Casa", já veio defender que a Imprensa deve submeter-se ao Islão. Um pensamento muito perigoso, porque é o que a Imprensa mais tem feito, e a que não se submete tem este fim. O Gustavo, decerto não familiarizado com estas coisas, não percebeu que a SUBMISSÃO da Imprensa é apenas o começo:


"Liberdade de expressão é uma coisa, desrespeito gratuito e egóico pelas mais altas crenças dos outros, sejam elas quais forem, é outra. Infelizmente, um e outro ponto colidiram hoje. Que uns sejam apanhados e severamente julgados pelo que fizeram e que outros, os que tiveram sorte e ficaram, assim como tantos outros que fazem carreiras a ridicularizar a verdade de quem não conhecem de lado nenhum, aprendam alguma coisa com isto!
Opinar sim, questionar também, agora gozar sistematicamente com convicções alheias é que me parece despropositado. Além disso, sempre que desrespeitamos alguém desta forma, estamos a trazer uma potencial ameaça para a nossa vida!
Cuidem-se!
Boa tarde!"

Ninguém "gozou sistematicamente", Gustavo! Os cartunes vieram em 2011, na sequêncioa da mortandade global promovida pelos muçulmanos, a propósito do filme "A Inocência dos Muçulmanos", que apenas dizia o que eles mais temem: a VERDADE!

"Nós também sabemos ser life coachers e estamos aqui para ajudar o Gustavo.
Claro que tem toda a liberdade de expressão para escrever/dizer o que lhe apetecer, mas nós quisemos ajudá-lo a expressar-se melhor. Um abraço!"



PELA BOCA MORRE O XEQUE

Mas nem tudo são más notícias. Para além de não considerar o Hamas um grupo terrorista, e de terem saído da sua mesquita alguns "combatentes" do ISIS, o amigo Munir disse qualquer coisa como "se não estão contentes por viver num país liberal então que se vão embora para outro em que se sintam mais à vontade."

"O Charlie Hebdo foi atacado... Nem me aquece nem arrefece! Mas é bem-feita. Cada um tem o que merece." "É para aprenderem por dizer que o corão é merda" "10 mortos e 5 feridos, mais tarde ou mais cedo iriam pagar pelas caricaturas" "Os filhos da p*** do Charlie Hebdo mereciam a morte 100 vezes. Bem-feita." "O bordel Charlie Hebdo. Ahah estou muito contente com o que aconteceu aos filhos da p*** racistas. Ahahahahaha vou-me rir na sepultura deles"


Boa viagem, Munir!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Bingo islâmico acerca do ISIS

Estava a passear ao lado da mesquita de Lisboa, onde pontifica um tal senhor David "Mentiras-Pegadas" Munir, e apesar de, segundo a surah 2:219, o jogo ser proibido pelo islão (tirando para aqueles milhões de muçulmanos que fazem do jogo o seu modo de vida), vi esta máquina de bingo a ser descarregada.


 máquina bingo-matrix, modelo musical 


Tendo caído um dos papeis que serão colocados dentro das bolinhas numeradas que entrarão para tal máquina, digitalizei o mesmo e coloco-o aqui. Estranho apenas o facto de algumas das tiradas presentes no mesmo já terem sido usadas ontem à noite na RTP Informação.



cartilha para taqiyya acerca do ISIS

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

“Maomé nunca reagiu com violência, sempre mostrou amor”

Faz hoje precisamente um ano que esta entrevista do Xeque David Munir foi publicada no iOnline:


O imã da mesquita central de Lisboa defende que o vídeo anti-islão colocado no YouTube e que tem gerado protestos violentos no mundo islâmico é ofensivo, mas recorda que o islão é sinónimo de paz


Numa altura em que mais de 20 países árabes protestaram contra o vídeo do YouTube “A inocência dos muçulmanos”, provocando confrontos violentos e mais de 50 mortos frente a representações diplomáticas dos EUA e de outros países ocidentais, o imã da mesquita central de Lisboa fala pela primeira vez à imprensa sobre a tensão que se vive um pouco por todo o mundo islâmico. Numa entrevista por email, o xeque David Munir garante que o islão é sinónimo de paz e que Maomé “sempre mostrou amor pelo próximo”.


Da percepção que vai tendo através do contacto próximo que mantém com a comunidade islâmica em Portugal, qual é o sentimento geral relativamente ao vídeo anti-islão?
Infelizmente, temos visto ultimamente várias provocações contra o islão, o que é de lamentar.
E enquanto imã da mesquita central de Lisboa, que análise faz do vídeo?
Creio que a única análise que pode ser feita é a de que existe uma ignorância total sobre o que é o islão. O vídeo em causa constitui uma forma de islamofobia e de desrespeito pelo nosso profeta. Não deixa de ser ridículo.
Existe alguma iniciativa programada, no seio da comunidade portuguesa islâmica, no sentido de contestar o vídeo que consideram ofensivo?
Os muçulmanos que vivem em Portugal respeitam as leis e são cidadãos exemplares. Ser muçulmano é ser um bom cidadão. Achamos que devemos continuar a mostrar uma conduta exemplar na sociedade em que vivemos e na qual estamos integrados, respeitando o outro e esperando também ser respeitados.
Mas têm, certamente, debatido o assunto dentro da comunidade?
Sim. Temo-lo feito nas palestras das sextas-feiras, por altura do sermão (”Khutba”) ou nos encontros entre amigos, muçulmanos ou mesmo com pessoas que têm outras crenças – naturalmente, sempre dentro de um princípio que é a convivência sã, que procuramos cultivar e que encorajamos.
O filme não poderá ser entendido simplesmente como uma sátira?
Não. O profeta Muhammad (Maomé) é visto pelos muçulmanos como um homem exemplar para nós e mesmo para a humanidade. Na verdade, tudo o que é dito no vídeo não passa de mentiras que constituem um atentado à conduta e à ética exemplar do nosso profeta. Todo o conteúdo é ofensivo. Ofender os muçulmanos parece ser, aliás, o único objectivo de quem o fez. A intenção é, claramente, passar uma imagem falsa do islão e do seu profeta.
Como é que a comunidade islâmica lida, tradicionalmente, com a questão do humor? Como se definem as fronteiras entre o que pode ser considerado humor e o que pode vir a constituir uma ofensa?
A liberdade de cada um termina onde começa a do outro e este é um princípio fundamental em qualquer sociedade. Há que respeitar a crença do outro, seja ela qual for. Os crentes também têm de respeitar os não crentes e aqueles que têm dúvidas sobre a sua fé. O Corão diz, a certa altura: “A crentes e não crentes, as dádivas do Senhor não serão negadas a ninguém.”
Que significado tem o profeta Maomé para os muçulmanos?
O profeta Muhammad é considerado o último profeta da série de mensageiros que Deus enviou. Como já referi, o profeta Maomé é o nosso modelo. A mensagem que nos trouxe é uma mensagem divina universal, tal como as que foram trazidas pelos profetas que vieram antes dele, nomeadamente Abraão, o patriarca dos mensageiros de Deus, Moisés e Jesus. Nós, muçulmanos, procuramos respeitar todos os profetas igualmente e, portanto, não aceitamos uma ofensa a qualquer dos enviados por Deus aos homens para lhes ensinar o bom caminho.
Mesmo achando o vídeo ofensivo, justificar-se-ão os actos de violência a que se tem assistido em vários locais?
Na verdade, já muitos teólogos muçulmanos condenaram esses actos por serem ofensivos ao nosso profeta. Como é dito repetidamente no Corão, paz é a palavra do Senhor. Numa das passagens do nosso livro sagrado diz-se inclusivamente que “Deus não ama os agressores”. O islão ou islam – que deriva de salam – é paz. E há, aliás, vários exemplos da vida do nosso profeta que mostram que, mesmo tendo sido incomodado e maltratado, Maomé nunca reagiu com violência. Pelo contrário, sempre mostrou amor pelo próximo.
A tensão gerada em torno do vídeo pode levar a situações mais preocupantes?
A situação já é preocupante, porque sempre que há desrespeito pelo outro a sociedade torna-se insegura. Como, aliás, pregam todas as religiões, há que respeitar o outro e ser respeitado. Há que aceitar aqueles que têm crenças diferentes e mesmo aqueles que não têm qualquer crença ou que têm dúvidas em relação à sua fé. Só assim poderemos edificar uma sociedade em que todos vivamos em harmonia na paz do Senhor.
Tendo em conta os incidentes e as consequentes pressões, qual será agora o melhor caminho para resolver esta situação?
Penso que uma das formas será ignorar o assunto e não dar muita atenção a provocações, pedindo a Deus que os ilumine e nos dê a nós a necessária paciência – que é, verdadeiramente, uma virtude perante o Criador.
Também defende a retirada do vídeo da internet?
Tem havido esse apelo.

 Há alguns pontos na entrevista do sr. David que eu gostaria de abordar. Bem, na verdade, gostaria de lhe perguntar para explicar melhor praticamente tudo o que disse (ele não é particularmente hábil na forma como se esquiva a responder a praticamente tudo), mas vou limitar a minha abordagem apenas ao que considero mais "gravoso".

Há que respeitar a crença do outro, seja ela qual for. Os crentes também têm de respeitar os não crentes e aqueles que têm dúvidas sobre a sua fé. O Corão diz, a certa altura: “A crentes e não crentes, as dádivas do Senhor não serão negadas a ninguém."


Parece bonito, pacífico e tolerante, não é? No total existem 245 versos positivos acerca de, ou para, os não-muçulmanos. O problema vem depois. Cada um dos versos do Corão com uma mensagem positiva acerca de, ou para, os não-muçulmanos foi revogado, não deixando sequer um verso positivo acerca de, ou para, os não-muçulmanos. Para todos os 245 existe um verso que o contradiz. Excetuando 7 versos que são revogados em suras (capítulos) diferentes, todos os outros são revogados na mesma sura (capítulo). Os media dão ênfase aos versos positivos acerca dos "Adeptos do Livro" (judeus e cristãos, os povos que tinham recebido revelações divinas), no entanto até isto é ilusório: segundo a perspetiva islâmica, os judeus e cristãos,  apenas recebem a "bondade islâmica" caso admitam que os seus textos sagrados estão corrompidos, que apenas o Corão é a verdade e que Maomé é um profeta das religiões Judaicas e Cristãs. Claro está que se fizerem isso deixam de ser judeus e cristãos, passam a ser muçulmanos. Portanto não há nada de positivo para os não-muçulmanos. Há, no entanto, 527 versos intolerantes dos não muçulmanos e 109 versos que apelam a que os muçulmanos façam guerra contra os não-muçulmanos.


O profeta Muhammad é considerado o último profeta da série de mensageiros que Deus enviou. Como já referi, o profeta Maomé é o nosso modelo.

 O profeta Maomé é considerado o último profeta pelos muçulmanos. Os judeus não o reconheceram como profeta por não ser judeu (é difícil ser profeta judeu sem sequer ser judeu) e os cristãos não o reconheceram como profeta porque Jesus afirmou ser o último profeta (uma pequena curiosidade: segundo a crença islâmica, no Fim dos Dias Jesus voltará, destruirá todas as cruzes e matará todos os judeus e cristãos). Quanto a Maomé ser considerado o modelo para os muçulmanos, isso é verdade. No Islão, Maomé é conhecido como al-Insān al-Kāmil (o humano perfeito) and uswa hasana (um excelente exemplo de conduta). Ele disse repetidamente aos seus seguidores para seguirem a sua Suna (exemplo) e o Corão asserta o seu caráter como sendo “nobilíssimo” (68:4). Os muçulmanos são encorajados a imitar Maomé e as suas ações o mais próximo que conseguirem como forma de demonstrar a sua devoção a Alá. Maomé casou-se com uma criança de 6 anos e consumou o casamento quando esta atingiu 9 anos de idade. Como tal, em países onde impera a lei islâmica existe pedofilia sancionada pela religião. Maomé é responsável pela morte de milhares de pessoas que se recusaram a submeter ao Islão, o resultado disso é a aprovação religiosa da morte de inocentes cujo único crime é não serem muçulmanos.. Maomé possuía, comprava e vendia escravos. Como tal, hoje em dia a escravatura é aprovada pela lei religiosa. Maomé era homofóbico, como tal a execução de homossexuais é aprovada pela religião. Maomé agredia as suas esposas, o resultado hoje em dia é que a violência contra mulheres é aprovada pela religião. Maomé é o modelo para os muçulmanos, mas não é de modo algum um bom modelo.


A mensagem que nos trouxe é uma mensagem divina universal, tal como as que foram trazidas pelos profetas que vieram antes dele, nomeadamente Abraão, o patriarca dos mensageiros de Deus, Moisés e Jesus.

Comparação de Jesus e Maomé:


Característica
Jesus
Maomé
Combate
Nunca lutou
Lutou diversas vezes
Chamamento
Quando ouviu a voz de Deus foi ao deserto jejuar e fortalecer-se
Quando ouviu Alá (através de Gabriel) tentou matar-se por pensar que estava possuído por demónios
Identidade
Agia como Deus
Confessava ser homem
Matança
Nunca matou
Matou diversas pessoas
Casamento
Nunca se casou
Casou-se com cerca de 20 mulheres
Ministério
Foi enviado diretamente por Deus
Foi enviado por um anjo (Gabriel)
Milagres
Realizou diversos, tendo inclusivamente ressuscitado mortos
O único milagre que ele alegou foi o próprio Corão em si
Profecias
Há dezenas de profecias sobre a sua vinda
Não há menção da sua vinda
Sacrifício
Sacrificou-se voluntariamente para salvar outros
Matou outras pessoas para sobreviver
Pecado
Nunca pecou
Era pecador
Escravos
Nunca possuiu
Possuiu diversos, comprava e vendia, mas comprava mais do que vendia
Nascimento
Teve um nascimento único e  milagroso
Nascimento normal
Mulheres
Tratou-as de forma igual aos homens
Disse que elas tem apenas metade da capacidade mental de  um homem
Paz
Foi chamado de ‘Príncipe da Paz’
Declarou guerra aos não-crentes
Discípulos
Os seus discípulos morreram pela sua fé
Os seus discípulos mataram pela sua fé
Inimigos
Perdoou os que o mataram
Mandou matar críticos e  inimigos, alguns apenas com base em suspeitas
Inimigos (2)
Ordenou que amássemos os que nos perseguem
Ordenou que trouxessem terror ao coração dos inimigos
Deus
Indicou ser a incarnação de Deu
Disse que Alá é o único Deus
Satanás
Tendo sido tentado por Satanás, repreendeu-o e expulsou-o
Foi vítima de magia e numa certa ocasião Satanás pôs palavras na sua boca sem que ele se apercebesse da diferença entre as palavras de Satanás e de Gabriel.
Oração
Disse: “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois comprazem-se em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. E, orando, não usei de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos”.
Disse que passar à frente de alguém que ora anula a oração deste, que aquele que olhar para cima durante a oração ficará cego, que aquele que não se prostrar adequadamente a sua oração não será aceite e que aquele que orar mais alto que o líder (Imame) Alá transformará seu rosto na cara de um burro.
Últimas palavras
“Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem”. “Está consumado”
“Que Alá amaldiçoe Judeus e Cristãos por construirem locais de adoração no túmulo dos profetas"


Apesar de todas as diferenças, o Xeque David afirma convictamente que a mensagem de Maomé é a mesma de Jesus.



O islão ou islam – que deriva de salam – é paz. E há, aliás, vários exemplos da vida do nosso profeta que mostram que, mesmo tendo sido incomodado e maltratado, Maomé nunca reagiu com violência. Pelo contrário, sempre mostrou amor pelo próximo.

Islão deriva de paz? Tem graça, já ouvi outros imãs afirmarem que deriva de "submissão". Maomé nunca reagiu com violência? Essa é boa. Ibn Hisham, um dos mais antigos editores da Sira (biografia de Maomé) de Ibn Ishaq (historiador islâmico árabe que colecionou tradições orais e compilou a base da primeira biografia de Maomé) omitiu partes do trabalho de Ibn Ishaq que ele entendeu serem negativos ou não-autênticos mas deixou ficar as histórias de Abu Afak and Asma bint Marwan, críticos de Maomé que foram assassinados por ordem deste. Historiadores muçulmanos, tanto no passado como no presente, consideram-nos eventos genuínos na vida de Maomé. Abu Afak, um poeta judeu (supostamente) com 120 anos de idade foi morto por compor poemas satíricos acerca de Maomé. Após o assassinato de Abu Afak, Asma bint Marwan compôs um poema onde acusava o Islão e os seus seguidores de assassinarem os seus oponentes. Pagou-o com a vida. Ka'b ibn al-Ashraf foi outro poeta crítico de Maomé. Tal como os anteriores, foi morto por ordem deste. O assassinato de Ka'b ibn al-Ashraf está descrito no Sahih al-Bukhari, a coleção de hadiths (lendas e histórias sobre a vida de Maomé) tida como mais confiável.

Das duas uma: ou Xeque David, apesar de ter dedicado a vida a estudar o Corão, Suna e Hadiths revela um desconhecimento grosseiro dos seus conteúdos, ou ele proferiu, conscientemente e propositadamente, afirmações que sabe à partida não serem verdadeiras.