Nota: Agora que este blogue foi desbloqueado pela censura islamo-comunista do Youtube, verificamos que largas centenas de pessoas voltaram a visitar-nos. Apesar de estarmos há uns 6 meses no AMIGO DE ISRAEL 2.0.
Este é o nosso post mais recente:
Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
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EM CIMA, UM VÍDEO DE PALLYWOOD, A INDÚSTRIA JORNALÍSTICA DE DIFAMAÇÃO DO MICROSCÓPICO ESTADO DE ISRAEL.
Não perca o nosso post anterior:
As 10 críticas mais estúpidas contra a actuação de Israel na fronteira de Gaza
José Manuel Fernandes no OBSERVADOR:
É fácil e popular culpar Israel por todos os massacres. Mais difícil é perceber que nunca haverá paz enquanto os palestinianos forem reféns de uma cultura de vitimização mitificada na sua “catástrofe”
Nakba. A palavra árabe para “catástrofe”. Nakba, o mito identitário que os palestinianos celebram – o mito que enquanto for glorificado tornará impossível a paz e continuará a alimentar uma espiral de violência sem fim. Como a desta semana.
Vimos as imagens de violência, sabemos que morreram dezenas de pessoas, ignoramos que eram quase todos (50 em 62) operativos do Hamas e logo culpamos acefalamente ora Israel, ora o Presidente Trump por ter decidido transferir a embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém. Mas quantos procurámos conhecer o significado de a campanha de manifestações e protestos ter sido baptizada como a “Grande Marcha do Retorno”?
E quantos fizemos estas perguntas simples: Retorno aonde? Retorno de quem? Retorno quando?
A resposta a estas perguntas dá-nos a chave para a eternização deste conflito sem fim. O retorno de que falam os promotores destas manifestações “não violentas” é o retorno dos palestinianos não aos territórios ocupados por Israel há meio século, na Guerra dos Seis Dias, mas a todo o território de Israel, a todo aquele território que resultou da guerra de independência de 1948. O retorno que reivindicam implica o puro e simples desaparecimento do Estado de Israel. O retorno com que sonham não comporta a presença de judeus no Médio Oriente.
A reivindicação do retorno está indissociavelmente ligada à celebração da Nakba, a “catástrofe”, ao que os palestinianos recordam como sendo a traumática expulsão de centenas de milhares de árabes das aldeias, vilas e cidades de Israel durante a guerra de 1948. A reivindicação do retorno traduz o desejo de voltar a travar essa guerra de há 70 anos na esperança de, desta vez, conseguirem o que na altura não conseguiram: empurrar literalmente os judeus para o mar até que não restasse na Palestina um só defensor da existência de uma pátria judaica.
Para compreendermos esta realidade não basta olharmos para as miseráveis condições de vida em Gaza ou elaborarmos longas tiradas sobre “a maior prisão a céu aberto do mundo”. É preciso recuar aos turbulentos anos de 1947 e 1948 e, em vez de remexermos nos arquivos e vasculharmos a memória à procura de quem cometeu mais brutalidades, mesmo atrocidades, nas diferentes guerras que cruzaram a Palestina entre o fim do mandado britânico e a consolidação do Estado de Israel – a guerra civil entre árabes e judeus, a guerra de ambos contra os ingleses e, por fim, a guerra do nascente estado judaico contra todos os estados árabes vizinhos –, ficarmo-nos pelo reconhecimento de que se criou então uma nova realidade. E essa nova realidade chama-se Estado de Israel.
Não tinha de ser como foi. A partição decidida pelas Nações Unidas, se tivesse sido aceite pelos árabes, teria garantido aos palestinianos um território mais vasto e Jerusalém teria ficado sob mandato internacional. Mas os árabes não aceitaram e os fundadores do Estado de Israel, com Bem Gurion à cabeça, prefiram aceitar, declarar a independência e depois lutar, mesmo que fossem escassas as hipóteses de, sozinhos, derrotarem cinco exércitos árabes (Egipto, Síria, Líbano, Jordânia e Iraque). Mas a verdade é que derrotaram.
Estima-se que, nessa altura, 700 mil árabes tenham fugido das suas casas nas zonas que ficaram sobre controle do novo Estado recém-proclamado.
A historiografia ainda hoje se divide sobre as razões fundamentais desse êxodo. Do lado palestiniano fala-se de limpeza étnica deliberada. Do lado israelita de uma fuga que teve muitos motivos mas que também foi incentivada pelos líderes árabes e palestinianos da época. Certo é que a maioria dos árabes fugiu então de suas casas, uns em pânico, outros por não quererem viver sob as novas autoridades, outros ainda forçados a partir pelo exército judaico.
Mas esses refugiados não foram os únicos que essa guerra gerou: ao mesmo tempo que os árabes fugiam de Israel, os países árabes expulsavam centenas de milhares de judeus que neles viviam, por vezes em comunidades com quase dois mil anos. O destino dessas vagas de refugiados é que foi diferente – tão radicalmente diferente que em boa parte explica a teimosa persistência do conflito.
Os refugiados judeus foram acolhidos por Israel e integrados no país que então nascia. Juntaram-se às vagas de refugiados que continuaram a chegar da Europa e da então União Soviética, e se a sua absorção nem sempre foi fácil, ela acabou por determinar o DNA do novo Estado.
Já os refugiados palestinianos foram – literalmente – atirados para campos de acolhimento provisórios mas onde ainda hoje vivem muitos dos seus descendentes. Os países árabes não os quiseram acolher. Os vizinhos árabes nem sequer permitiram a constituição de uma Palestina independente: depois da derrota dos exércitos árabes em 1948, a Jordânia anexou a região a que então se chamava Cisjordânia – hoje conhecida por Margem Ocidental – e o Egipto tomaria a seu cargo a Faixa de Gaza. Só quase duas décadas depois, na sequência da Guerra dos Seis Dias, Israel ocuparia esses territórios, assim como os Montes Golã, a norte, e a Península do Sinai, a ocidente.
Na prática os refugiados de 1948, espalhados por esses territórios assim como pela Jordânia e pelo sul do Líbano, ficariam como que reféns da estratégia árabe de nunca reconhecer Israel e de nem sequer aceitar a presença dos judeus na Palestina. Gradualmente a Nakba foi-se tornando no principal elemento da identidade palestiniana, uma identidade que não existia antes, nem no período do Império Otomano, nem sequer durante o Mandato Britânico.
Com o culto e a celebração da Nakba veio também a reivindicação permanente do retorno, alimentada quer pelo discurso dos líderes palestinianos (tanto dos moderados como dos radicais) e materializada em relíquias guardadas nos campos de refugiados e mostradas em manifestações ou aos jornalistas estrangeiros, como as chaves das casas abandonadas aquando do êxodo de 1948.
Alguns perguntarão se não é razoável aceitar esse “direito de retorno” como forma de facilitar a resolução do conflito. A resposta só pode ser negativa e importa perceber porquê.
Antes do mais, o que é que nos ensina a história, nomeadamente a história europeia dos século XIX e XX, o que é que ela nos mostra sobre como tem sido possível manter a paz neste nosso continente? Muitos responderão que foi a União Europeia, mas se investigarmos um pouco melhor veremos que, para que esta fosse possível, a Europa passou antes, no quadro da primeira e da segunda guerra, por um gigantesco processo de transferência de populações.
Recorro ao insuspeito Tony Judt e à sua obra fundamental Pós-Guerra — História da Europa desde 1945 para recordar como nesse período as fronteiras foram redesenhadas e as populações rearrumadas. Ocorreu primeiro, e desculpem a brutalidade dos termos, uma limpeza étnica genocidária promovida por alemães e soviéticos, depois uma limpeza étnica profiláctica pacificamente assumida pelos vencedores. É esta última que nos interessa, pois é aquela com a qual podemos estabelecer um paralelo.
Os números são impressionantes: a Bulgária transferiu 160 mil turcos para a Turquia; a Checoslováquia trocou com a Hungria 120 mil eslovacos por outros tantos húngaros; 400 mil jugoslavos viajaram do sul para o norte do país para ocupar o vazio deixado pela partida de 600 mil alemães e italianos; a Checoslováquia, para acabar com o “problema alemão”, expulsou três milhões de germânicos dos Sudetas, sendo que 267 mil morreram pelo caminho; 623 mil alemães foram também expulsos da Hungria, mais 786 mil da Roménia, meio milhão da Jugoslávia e mais de oito milhões da Polónia, neste caso sobretudo devido à definição de uma nova fronteira, 200 km mais a Ocidente do que a anterior.
O essencial destas “transferências de populações” foi decidido na cimeira de Potsdam entre as potências vencedoras e, ao contrário do que previu na altura Anne O’Hare McCormick, do New York Times, este não foi um “crime contra a humanidade” sobre o qual a história exerceu “uma vingança terrível” – foi quando muito, na interpretação de Tony Judt, um crime contra a humanidade que possibilitou uma nova história. Uma história de paz.
É possível encontrar no passado do próprio Médio Oriente outros episódios semelhantes (com destaque para as trocas de populações gregas e turcas na sequência da Primeira Guerra), mas não vou continuar a dar exemplos. A verdade é que ao nunca aceitarem que a Nakba criou uma realidade nova e um país novo – Israel –, os palestinianos nunca procuraram realmente construir o seu Estado, mesmo quando tiveram essa oportunidade.
A situação na Faixa de Gaza é disso gritante exemplo.
Em 2005 – ou seja, há já 13 anos – Israel retirou unilateralmente daquele território. Foi uma decisão do governo de um “falcão”, Ariel Sharon, e o exército teve de intervir para retirar os colonos que se tinham instalado naquele território que estava ocupado desde 1967. De imediato os palestinianos invadiram os colonatos e destruíram tudo à sua passagem. Passado pouco tempo os radicais do Hamas tomariam o poder em Gaza, expulsando a Fatah, e o território, que tem fronteira com o Egipto e poderia ter sido gerido com interferência mínima de Israel, passou a seu usado como plataforma para ataques usando mísseis improvisados ou promovendo infiltrações através de túneis escavados por baixo da vedação erguida na fronteira.
Claro que Israel tem muitas culpas em toda esta evolução e neste momento julgo que, lamentavelmente, a maioria dos seus cidadãos já nem sequer acredita numa solução de dois Estados, aquela que estava prevista nos Acordos de Oslo de há 25 anos. Não sei também se não teria sido possível evitar tantas mortes nos confrontos associados a esta “Grande Marcha do Retorno” (mas por isso mesmo não posso falar de “crime contra a humanidade”, conhecendo como conheço os métodos do Hamas e o seu absoluto desprezo pela vida dos “mártires” que mandou marchar em direcção à vedação fronteiriça).
Acontece que o meu ponto, neste artigo, não é esse. É sublinhar a impossibilidade de chegar a algum acordo de paz enquanto a identidade palestiniana estiver presa à Nakba e à reivindicação do direito de retorno, enquanto persistir numa cultura de vitimização e rejecionismo, o que significa que está prisioneira do conceito irredentista de que a própria existência de Israel é um acto de colonialismo e, por isso, um Estado ilegítimo que tem de desaparecer.
E também enquanto, para alimentar esse mito, os mais altos responsáveis palestinianos continuarem a defender que nunca houve judeus na Palestina, que nunca houve sequer um Templo de Salomão no monte onde hoje se situa a Esplanada das Mesquitas em Jerusalém ou mesmo que o Holocausto é uma invenção para justificar o apoio do Ocidente a Israel.
Trata-se de um discurso adoptado ao mais alto nível, mesmo pelos supostos moderados: ainda no passado dia 30 de Abril, num discurso ao Conselho Nacional Palestiniano, Mahmoud Abbas, o sucessor de Arafat, defendeu que Israel “é um corpo estranho nesta região” e que o Holocausto sucedeu por causa do “comportamento social” dos judeus, nomeadamente por serem banqueiros. É verdade que já pediu desculpa por essas palavras, mas será que podemos acreditar na sua sinceridade quando na sua tese de doutoramento contestou os números do Holocausto e acusou os sionistas de colaborarem com os nazis?
Poderão os palestinianos algum dia ultrapassar este trauma? Poderão algum dia encarar a Nabka como uma das bases da sua identidade mas não como uma catástrofe que tem de ser revertida e vingada? É que enquanto isso não suceder não terão condições para construir um Estado capaz de viver ao lado de Israel, nem para serem uma nação capaz de se rever nos seus feitos e não nas suas derrotas.
Por isso não se iludam: a “Grande Marcha do Retorno”, o protesto que encaminhou dezenas de milhares de pessoas contra as vedações que separam Gaza de Israel nunca poderia ser definido como uma manifestação pacífica, antes como um chamamento à guerra. E foi precisamente a isso que assistimos.
Por: Thomas Ice
Uma das tácticas utilizadas por aqueles que se opõem aos cristãos sionistas é dizer que a maioria dos judeus da actualidade não descende genuinamente de Abraão, Isaac e Jacob. Essa teoria errónea baseia-se nas conclusões equivocadas de que os actuais judeus se originam-se na História de uma nação medieval da qual algumas pessoas se converteram ao Judaísmo.
Os khazares foram uma nação constituída de linhagem basicamente turca, que viveu na região localizada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, durante os séculos VII a X d.C.[1] Aqueles que defendem a Teologia da Substituição, bem como muitos neo-fascistas, são atraídos por essa teoria, que lhes permite argumentar que os judeus não são, de facto, judeus.
A proposta da Teoria Khazar
James B. Jordan, defensor da Teologia da Substituição, fala sobre “a heresia do sionismo cristão”.[2] Ele declara que “os judeus da actualidade, na sua maioria, não são judeus de forma nenhuma: são khazares”.[3]
Jordan diz mais:
A raça khazar [ou khazariana] parece ser o pano-de-fundo original dos judeus asquenazitas do Leste Europeu. Naturalmente, afirmações desse tipo podem ser questionadas. O verdadeiro problema na discussão é a ideia de que ser judeu é um fenómeno sanguíneo ou racial. Isso não é correcto. Biblicamente falando, um judeu é alguém que foi inserido pactualmente na população de judeus por meio da circuncisão [...] Todas essas pessoas eram judias, porém apenas uma pequena parcela realmente possuía a herança sanguínea de Abraão [...] Isso é a prova conclusiva de que a aliança, não a raça, sempre foi o marco distintivo de um judeu.[4]
John L. Bray, outro defensor da Teologia da Substituição, assevera que “a pura realidade é que muitos dos judeus do mundo não apenas são judeus mestiços, mas nem mesmo são judeus sob qualquer condição”.[5]
Ele declara:
Além das descobertas sobre as origens judaicas do povo khazar, é preciso que consideremos, também, o fato de que, em virtude de casamentos entre etnias diferentes, cruzamentos raciais, etc., na atualidade há muito pouco que se possa chamar de “raça judaica”.[6]
Este caso específico de revisionismo histórico é usado para induzir à conclusão de que os judeus que vivem em Israel não são, de facto, descendentes de Abraão, Isaac e Jacob, e que, portanto, não têm nenhum direito legítimo de ocupar aquela terra nos dias actuais.
Não é de admirar que tal teoria seja muito atraente para os árabes, muçulmanos, negadores do Holocausto, skinheads neo-nazis, nazis e tantos outros que defendem a Teologia da Substituição no âmbito cristão-evangélico.
Trata-se de uma forma conveniente de descartar o presente Estado de Israel. Tal crença ensina que os judeus são basicamente uma etnia actualmente extinta. Por essa razão, na opinião dos defensores dessa teoria, fica anulada a concessão futura da terra de Israel aos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob como uma promessa que será cumprida por Deus.
Essa concepção pode produzir sérias implicações na compreensão que o crente em Cristo tem da Palavra de Deus. Jordan levanta esta pergunta: “Será que os cristãos que crêem na Bíblia supõem poder apoiar um Estado Judeu baseados em razões teológicas? Essa é a alegação de Jerry Falwell e da heresia do Sionismo Cristão”.[7]
Passemos, agora, ao exame da veracidade de tais alegações:
A análise da Teoria Khazar
Nenhuma pessoa esclarecida nesse assunto questionaria a existência de um país, durante a Idade Média, cujo nome era Khazaria, o qual se converteu ao Judaísmo no século VIII.
Contudo, a teoria de que os judeus asquenazitas (que correspondem a cerca de 85% da população judaica em todo o mundo) descendem originariamente dos khazares, por mais atraente que possa parecer a alguns, permanece como uma hipótese não provada (desprovida de qualquer evidência científica).
Em 1976, Arthur Koestler (um romancista judeu comunista) propôs essa teoria no seu livro intitulado The Thirteenth Tribe (que traduzido seria: A Décima-Terceira Tribo),[8] teoria essa que nunca foi levada a sério por nenhum linguista, nem pela maior parte dos outros cientistas.
Essa é a razão pela qual a propagação mais agressiva desse ponto de vista tem sido geralmente verificada dentro da esfera dos propagandistas que têm um eixo ideológico a que se apegar, e não pela comunidade científica.
À semelhança da obra intitulada Os Protocolos dos Sábios de Sião, um documento forjado que defende uma suposta conspiração judaica mundial, os proponentes da Teoria Khazar têm um imenso desejo de que ela seja verídica, embora não o seja.
Muitos estudiosos desse assunto crêem que somente a liderança do povo khazar se converteu ao Judaísmo, e alguns desses eruditos pensam que a razão de tal conversão se deveu ao facto de que muitos dos líderes já eram judeus que emigraram para lá em anos anteriores. Quando se espalhou a notícia de que a nação da Khazaria se tinha convertido ao Judaísmo, e pelo que se sabe, muitos judeus que viviam no Império Bizantino e no mundo muçulmano emigraram para a Khazaria, visto que frequentemente eram perseguidos nesses impérios e países de onde procediam.
Dessa forma, tal imigração aumentou o número de judeus naquela nação, que ficou conhecida por ter uma grande população judaica. Como a Khazaria, naquele tempo, era praticamente a única nação do mundo a proporcionar liberdade religiosa, ela contava com um enorme contingente de cristãos, de muçulmanos e de pagãos que nunca se converteram ao Judaísmo. Isso poderia favorecer a crença de que milhares de gentios foram incluídos e misturados na linhagem sanguínea judaica. Todavia, não foi o que aconteceu. Os judeus da Khazaria demonstram ter mantido uma linhagem sanguínea judaica tão forte quanto a de outros judeus da sua época.
Quando a nação entrou em declínio e foi conquistada, os judeus fugiram para outros países e a maioria não-judaica da população da Khazaria foi morta nas batalhas ou converteu-se ao Islamismo e ao Cristianismo. Ainda que os judeus, seguramente, tenham contraído matrimónios inter-raciais com os gentios na Khazaria, tal facto não invalida a sua identidade judaica, da mesma maneira que os casamentos inter-raciais praticados no Antigo Testamento não invalidaram a sua identidade judaica. O próprio Jesus tinha vários gentios na Sua linhagem genealógica. No entanto, Ele certamente era judeu.
Na época do Novo Testamento essas pessoas ainda eram reconhecidas como judeus – os descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. É a Bíblia que divide a Humanidade em judeus e gentios, denotando a linhagem de nascimento de uma pessoa. Alguém pode até renegar os aspectos religiosos do Judaísmo, mas não pode fugir da realidade genealógica de que eles nasceram dentro da raça judaica.
Durante o Holocausto, os nazis fizeram pouquíssima distinção entre judeus profundamente religiosos e judeus seculares; quando tiveram a oportunidade, eles procuraram aniquilar indiscriminadamente todos os judeus. O mesmo ocorre hoje em dia.
Os muçulmanos matam judeus, sejam estes religiosos ou seculares. Não faz diferença para eles. É preciso dar grandes saltos de desconsideração da lógica, o que muitos anti-semitas estão dispostos a fazer, para chegar à conclusão de que a teoria de Koestler merece crédito. Isso fica evidente quando se considera o facto de que, antes da teoria de Koestler ser publicada em 1976, ninguém deduzira que os judeus não eram de facto descendentes de Abraão, Isaac e Jacob.
Por mais que essa informação sobre os khazares fosse conhecida o tempo todo, especialmente pelos historiadores, ninguém, antes de Koestler, estabeleceu essa ligação de pontos. O facto de que alguém como John Bray faz longas citações extraídas de fontes judaicas para documentar a presença real dos judeus na Khazaria durante a Idade Média em nada comprova a tese de que a maioria deles era de origem gentílica. Crer nisso requer um salto muito grande sobre as verdadeiras evidências para chegar a uma teimosa conclusão.
A teoria de Koestler é infundada e pode ser tratada como nada mais do que uma mera hipótese fortuita com pouca ou nenhuma base. O parecer de historiadores e especialistas em genealogia a respeito do povo khazar tem sido, atualmente, confirmado com o desenvolvimento da utilização do DNA como um método confiável de análise da herança genealógica de uma pessoa.
Kevin Alan Brook,[9] um dos principais pesquisadores sobre os khazares, diz o seguinte:
Não precisamos mais dar ouvidos a especulações. Já é FACTO comprovado que os judeus alemães se misturaram com outros judeus, quando foram para o Leste. Também já ficou claro que os antigos israelitas possuíam os mesmos padrões de DNA-Y encontrados em comum entre os judeus sefaraditas, judeus asquenazitas, judeus curdos e judeus indianos, a despeito do facto de que, basicamente, esses padrões, em parte, possam ter-se originado, anteriormente, de algum lugar no Curdistão, na Arménia, ou no Iraque. Os padrões de DNA-Y, característicos do Médio Oriente, ocorrendo nos haplogrupos J e E, não podem ser explicados pela teoria dos khazares. Contudo, algumas evidências do DNA-mt e DNA-Y Levita podem ser explicadas por tal teoria.[10] A conclusão final de Brooks sobre as origens do povo khazar é a seguinte: Em suma, os judeus do Leste Europeu descendem de uma mistura de judeus alemães e austríacos, judeus checos e judeus eslavos orientais. É possível que os judeus eslavos orientais tenham as suas raízes tanto no Império Khazar, tanto quanto no Bizantino, daí a necessidade de um estudo mais aprofundado da vida judaica nessas terras. Porém, a maior e mais influente parcela de judeus do Leste Europeu provém da Europa Central. Por essa análise podemos demonstrar que o elemento étnico dominante entre os judeus do Leste Europeu é judeu – originário do antigo povo da Judeia no Médio Oriente. [11]
Conclusão
A Teoria Khazar tem sido completamente refutada, tanto pela pesquisa académica na história dos khazares quanto, mais recentemente, pela evidência genética, com a comprovação de que, em termos genéticos, de que os judeus procedentes de todas as partes do mundo são estreitamente aparentados com os judeus do Médio Oriente e não com gentios russos ou europeus orientais, nem com outras etnias daquela região.
Joel Bainerman faz a seguinte observação:
O Dr. Michael Hammer, baseado exclusivamente no cromossomo-Y (paterno), demonstrou que os judeus asquenazitas têm um relação de parentesco mais íntima com os judeus iemenitas, judeus iraquianos, judeus sefaraditas, judeus curdos e árabes, do que com populações cristãs europeias.[12]
A pesquisa legítima nesta questão revela que apenas um insignificante percentual de judeus tem alguma herança genética através da linhagem dos khazares. Conforme foi mostrado, parece que a Teoria Khazar é apenas isso, uma teoria, por sinal não muito bem elaborada.
A conclusão segura é a de que a maioria dos judeus que actualmente vivem em Israel e na Diáspora constitui-se de legítimos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Maranata!
(Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives)
Notas:youtube
Via Beth-Shalom
O Youtube e a Internet em geral estão cheios de teorias da conspiração anti-semitas. O anti-semitismo acompanha os tempos. Visto que é impossível desalojar Israel pela força, a nova "onda" é que os judeus não são judeus.
Aliás: toda a gente clama que é judeu - os Ingleses, os Sul-Americanos, os Índios, os Africanos Negros, todos, todos, todos são judeus... menos os judeus!
Isto é profundamente triste e potencialmente gerador de um novo Holocausto, e demonstra o estado de loucura que o nosso mundo atravessa.
Os judeus são uma família, uma tribo, uma religião, uma nação. Os judeus são descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Permanecem ININTERRUPTAMENTE, desde há 3800 anos, na Terra de Israel, que Deus lhes deu.
Mesmo os judeus da Diáspora, mantiveram, durante milénios, a sua cultura e a sua religião.
Durante séculos, os judeus foram censurados por "não se integrarem" - leia-se por manterem a sua cultura e a sua religião, por se tem mantido judeus. Hoje, e segundo esta teoria, são censurados por "não serem judeus".
Sempre acusados de uma coisa e do seu oposto: de serem capitalistas e comunistas, de viverem à parte e de se tentarem "inflitrar na sociedade normal", de não se converterem a outras religiões e de se converterem a outras religiões.
Como diz o texto, é a Bíblia que faz a distinção entre judeus e não-judeus.
Nunca ninguém se lembrou de acusar os ciganos de serem racistas - nasce-se cigano ou não se nasce; não se pode ser cigano por opção, conversão ou casamento.
Nunca ninguém se lembrou de acusar os hindus de serem racistas - nasce-se hindu ou não se nasce; não se pode ser hindu por opção, conversão ou casamento. Os hindus acham simplesmente engraçados os ocidentais que se "convertem".
Nunca ninguém se lembrou de acusar os japoneses de serem racistas - nasce-se japonês ou não se nasce; não se pode ser japonês por opção, conversão ou casamento. O Japão é uma Estado e uma Nação, tal como Israel, e é também uma religião nacional - o Xintoísmo - que, como o Hinduísmo e outras, não admite conversões.
O Judaísmo nunca foi racista. Por duas razões: porque não desconsidera as pessoas não-judias (pelo contrário; o judeu observante tem obrigação de respeitar os outros judeus, mas aos não-judeus ele é obrigado a amar). E porque sempre aceitou quem se quis juntar à tribo.
Pessoas menos informadas acham que os judeus são racistas por serem uma tribo - apesar de ser das poucas tribos (possivelmente a única) que aceita gente de fora. É, por isso, profundamente e tristemente irónico que a mais recente teoria anti-semita se baseie em questões raciais - em quem é que é judeu "de raça" e quem não é!
De repente, a questão da "raça", do DNA - uma questão tabu num mundo dominado pelo politicamente correcto, onde cada um decide o que é, passa a ser importante - passa a ser importante para decidir que os judeus não são suficientemente judeus, porque há mil e tal anos supostamente alguns indivíduos se converteram ao Judaísmo!!!
A acusação tradicional (e FALSA!) de que os judeus não aceitam convertidos, transforma-se no oposto: "Eles já não contam como judeus, porque aceitam convertidos!".
É a Fábula do Lobo e do Cordeiro revisitada. O Lobo acusou o Cordeiro de lhe sujar a água. O Cordeiro provou que não estava a fazê-lo, mas o Lobo argumentou: "Se não foste tu, foi o teu pai!". E comeu-o.
Há 70 anos, o Lobo comeu 8 milhões de Cordeiros na Alemanha Nazi - para não falarmos nos milhões comidos pelos comunistas. O Lobo está outra vez como fome.
E se as pessoas que acusam os judeus de não terem o direito de viver nessa ridícula migalha de terra que é hoje Israel, questionassem antes quem tem direito a viver na América do Norte e do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia, no Norte de África, no Médio e Extremo-Oriente?
Por exemplo: o muitos australianos que são contra a existência de Israel vivem num país-continente roubado aos nativos. Deve ser um problema de consciência.
Norte de África? Populações nativas exterminadas pelos Árabes, que as substituíram. Escaparam apenas os coptas, os verdadeiros egípcios, hoje cristãos.
Médio Oriente? Idem, à excepção de Israel, que os Árabes nunca conseguiram apagar do mapa, porque Deus não permite (Irritante? Não ralhe com os judeus, ralhe com Deus).
Austrália? Os nativos estão em reservas, uma espécie de parques para espécies em vias de extinção. Só em 1974 deixaram de ser considerados "fauna da Austrália".
Nova Zelândia, Rússia, Japão, China (o Tibete, invadido pela China, e os Tibetanos alvo de etnocídio e genocídio, não preocupam quase ...)... As Américas, onde foram extintos os habitantes que lá estavam antes dos Europeus, ou sobrevivem em "reservas"...
No mapa do mundo de hoje, vemos incontáveis Estados erguidos sobre as cinzas de sociedades arrasadas, de genocídios totais.
Israel é um dos mais antigos Estados - Nação do Mundo. Israel, que nunca invadiu nem atacou ninguém, é mandado extinguir-se e entregar-se ao genocídio, às mãos dos colonos árabes que invadiram a Terra Santa em 1920. Israel é obrigado pelo mundo a "dialogar" com terroristas sanguinários como Arafat, enquanto o resto do Mundo os mata os Bin Ladens, em tudo iguais.
Anti-semitismo é doença metal. E moral. E espiritual. É a marca distintiva de Amalaek e Edom.
Apesar dos grandes cortes de financiamento por parte dos Estados Unidos, a "Autoridade Palestina" comprou mais um luxuoso jacto privado no valor de 50 milhões de dólares para o seu líder, o mega-terrorista Mahmoud Abbas.
"Palestinos" compram jacto privado de 50 milhões para Abbas
Enquanto verbera a decisão dos Estados Unidos de cortarem a ajuda aos "palestinos", a AP comprou mais um jacto privado para Abbas.
Por: Margot Dudkevitch, World Israel News
A "Autoridade Palestina" (AP) anunciou que comprou mais um jacto privado de 50 milhões de dólares para seu líder, Mahmoud Abbas.
A compra ocorre quando os "palestinos" estão pedir assistência financeira à Europa e a outros países, na sequência da decisão dos EUA de reduzir fundos para a AP. De acordo com relatos na Imprensa "palestina", o avião deverá chegar dentro de algumas semanas a Amã, na Jordânia.
Explicando a compra, as autoridades "palestinas" disseram que 30 milhões vieram do Fundo Nacional Palestino e o restante do orçamento anual da AP.
O Mundo Livre envia milhões para o mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da organização terrorista Fatah e presidente da Autoridade "Palestina". Abbas gasta tudo em terrorismo contra Israel e em vida faustosa. Está a construir mais um palácio, em Surda, Ramallah, com uma área total de 27,000m2 e o módico custo de 13 milhões de dólares. Não é notícia.
Devido à completa deterioração do relacionamento AP-Estados Unidos nas últimas semanas, funcionários da Casa Branca disseram que os EUA estão a reexaminar seriamente a sua política de ajuda financeira aos "palestinos", mas insinuaram que, se Abbas retornar à mesa de negociações, isso poderá mudar.
Na sequência da decisão da administração Trump de reduzir cerca de 65 milhões de dólares em fundos para a Agência de Obras e Auxílios das Nações Unidas para Refugiados Palestinianos (UNRWA), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, também está a pressionar Washington para reduzir o financiamento para a AP.
Enquanto isso, a agência de notícias oficial "palestina" Wafa publicou no seu site uma carta ao governo Trump enviada por cerca de 20 organizações internacionais, principalmente com sede nos EUA, protestando contra a decisão de reduzir fundos para a UNWRA.
"Estamos profundamente preocupados com as consequências humanitárias desta decisão sobre a assistência a crianças, mulheres e homens", afirmou a carta. Eric Schwartz, presidente da Refugees International e ex-secretário adjunto de Estado, População e Refugiados dos Estados Unidos, foi citado na carta, dizendo que "esta decisão visa punir os líderes políticos 'palestinos' e forçá-los a fazer concessões políticas".
Claro que ler, assistir a vídeos, estudar, raciocinar, procurar a VERDADE, não está nos horizontes de toda a gente. Seguir encarneirado na lavagem cerebral dos media e repetir as imbecilidades das celebridades é mais fácil. É mais in, mais cool e mais trendy.
Os maometanos não toleram a existência de Israel, o único Estado judaico do Mundo. Como não toleram a existência de qualquer Estado não islâmico, e trabalham no projecto do Califado Global há 1400 anos. Com assinalável êxito. 1/4 da população do mundo é hoje maometana. A estratégia é simples: invadir, conquistar, converter pela força, exterminar quem se recusa. E punir com a pena de morte quem queira abandonar o Islão.
A reivindicação maometana sobre Israel (que é apenas 0,02% do mundo muçulmano, sendo os judeus apenas 0,17% da Humanidade) é a mesma que existe sobre a nossa Península Ibérica, que vem a seguir a Israel na lista de terras a reconquistar.
Não passa pela cabeça de ninguém sentar à mesa das negociações os líderes do ISIS, da Al-Qaeda, do Boko-Haram, juntamente com os líderes dos países que eles pretendem conquistar e submeter pela via do terrorismo. Mas a Israel é imposto que negoceie com terroristas como Mammoud Abbas (cujo currículo na área é extenso e conhecido).
A "Palestina" árabe, que jamais existiu, a não ser na propaganda soviética que se saiu com essa no final dos anos de 1960, é o pretexto actual para a eterna obsessão anti-semita.
Os países do Mundo, mesmo do mundo não islâmico, enviam biliões às lideranças terroristas islâmicas em Israel.
Um dos palácios do mega-terrorista Mammoud Abbas, praticante do genocídio e incitador do terrorismo suicida, que não é melhor que o bin Laden mas que VOCÊ ajuda a pagar, com os seus impostos, pois todos os países do Mundo contribuem com a sua "ajuda humanitária" aos pobres colonozinhos muçulmanos que apenas querem exterminar os judeus, os pobrezitos...
Os Árabes, em Israel, são invasores. E recentes. Em 1920, quando lhes cheirou que o Mandato Britânico da Palestina poderia vir a permitir a restauração da independência de Israel, acorreram de todos os países vizinhos a invadir a nação dos judeus.
Os Britânicos deram 88% da Terra de Israel aos colonos árabes, território que é hoje a Jordânia. Os nativos, ficaram com 12% da sua terra (que lhes foi atribuída por Deus há 5 mil anos, como consta da Bíblia, e é aceite por cristãos e maometanos), e que é por eles habitada ininterruptamente desde então.
Mas os Árabes continuam a querer despojar Israel da sua Terra, e a despojar o planeta de Israelitas. É esse o único motivo para todo este burburinho acerca do "conflito israelo-árabe".
Copiosamente batidos em todas as guerras que moveram ao micro Estado Judaico, mesmo quando fraco e desarmado, os países mometanos usam hoje a difamação global e investem redobradamente no terrorismo da Fatah, Hamas, Jihad Islâmica, Hezbollah e mil e um grupos jihadistas que procuram obliterar Israel.
O comunista Chico Louçã e o racista Mamadou Ba em manifestação de apoio ao Hamas. Comunistas e maometanos sempre unidos no apoio à jihad, sobretudo quando é contra Israel.
Tal como os maometanos, os comunistas usam em proveito da sua agenda e interesses pessoais os regimes democráticos e livres que pretendem destruir:
O casal Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e Nicolas Shashahani. Mais dois destacados líderes do movimento pró-terrorista, islamista e neonazi BDS (que pretende a erradicação de Israel e dos judeus). Mais dois "pobres" comunistas milionários. Mais dois HIPÓCRITAS:
Os cúmplices-chave dea difamação global de Israel são os jornalistas, que alinham ao lado dos terroristas e difundem a narrativa dos judeus maus e dos "palestinos" vítimas. Aconselhamos a leitura deste post e os vídeos onde se mostram as encenações de mortos e feridos, ao melhor estilo de Hollywood:
Os líderes terroristas levam vida de luxo, com contas bancárias bilionárias, mansões, aviões particulares, tudo o que um senhor da guerra maometano tem direito. Alguns exemplos (os que temem a VERDADE estão sempre a censurar os vídeos):
O terrorista E BILIONÁRIO Ismail Haniyeh, líder do Hamas, poster-boy da Esquerda, Che Guevara do Médio Oriente, passando o copo de whisky para a sua amante ocidental esconder dos fotógrafos.
O Hamas matou 160 crianças 'palestinas' para construir ostúneis do Terror - mas é amado com paixão pela Esquerda e pelos neo-nazis.
Mas na cabeça dos ocidentais, existe um imenso continente israelita, e um povo oprimido e faminto, que os malvados dos judeus mantêm prisioneiro, para se divertirem a fazer tiro ao alvo!
Em vez de aceitar a História e viver com ela, o líder "palestino" Abbas escolheu inventar factos, perpetuando a guerra "palestina" contra a existência de Israel.
O chefe da "Autoridade Palestina" (AP), Mahmoud Abbas, publicou um artigo no Guardian do Reino Unido para marcar o 100º aniversário da Declaração de Balfour, no qual desconsiderou os factos históricos e apresentou uma versão revisionista dos eventos.
A Declaração de Balfour, de 2 de Novembro de 1917, foi uma carta do Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico Arthur Balfour ao Barão Rothschild afirmando que "o governo de Sua Majestade vê com agrado o estabelecimento na Palestina de uma casa nacional para o povo judeu".
Em 1922, a Liga das Nações adoptou essa resolução e tornou o Mandato Britânico "responsável pela execução da declaração", o que levou à votação das Nações Unidas em 1947 e ao estabelecimento do Estado de Israel em 1948.
O governo do Império Otomano na Terra de Israel, bem como na maior parte do Médio Oriente, começou em 1512 e durou mais de 400 anos. Nunca houve uma entidade "palestina" na região. No entanto, Abbas, depois de verberar Lord Arthur Balfour por prometer "uma terra que não era sua para prometer", passou a descrever o povo palestino como "uma nação orgulhosa com uma rica herança de civilizações antigas e o berço das crenças Abraâmicas".
Contrariando o revisionismo histórico de Abbas, apenas um dia antes, a TV oficial da AP transmitiu uma entrevista com o historiador Abd Al-Ghani Salameh, que explicou que em 1917, na época da Declaração Balfour, não havia “palestinos”.
"Sempre houve uma luta histórica sobre a Palestina, e muitos queriam governá-la. Como é que as aspirações de governar afectam a existência palestina, as opções dos palestinos e as possibilidades de desenvolvimento dos palestinos?", perguntou o anfitrião do programa a Salameh durante uma transmissão especial dedicada ao aniversário do centenário da Declaração de Balfour.
"Antes da Promessa de Balfour (isto é, da Declaração), quando o domínio Otomano terminou (em 1917), as fronteiras políticas da Palestina como as conhecemos hoje não existiam, e não havia nada chamado povo palestino com uma identidade política como conhecemos hoje" disse Salameh na televisão “palestina”, de acordo com o Palestinian Media Watch (PMW), uma organização que monitoriza o incitamento “palestino”.
Salameh explicou que "as linhas de divisão administrativa da Palestina se estendiam de leste a oeste e incluíam Jordânia e o sul do Líbano, e que todos os povos da região [os palestinos] foram libertados do domínio turco e imediatamente mudaram para o domínio colonial, sem formar um povo ou uma identidade política palestina".
Confira os factos históricos
No seu artigo no The Guardian, Abbas continuou a fazer revisionismo histórico, afirmando que tinha 13 anos "no momento da expulsão de Safed". Isso contradiz as próprias palavras de Abbas em 2013, quando admitiu na televisão da AP que os moradores de Safed não foram expulsos, mas deixaram Israel em 1948 por iniciativa própria.
"O Exército de Libertação [árabe] retirou-se da cidade [Safed em 1948], fazendo com que as pessoas [árabes] começassem a emigrar. Em Safed, assim como em Hebron, as pessoas temiam que os judeus se vingassem do massacre [árabe] [dos judeus] em 1929.
O massacre de 1929 foi mais severo em Safed e Hebron. O povo (de Safed, em 1948) foi dominado pelo medo e isso causou que as pessoas saíssem da cidade de forma desordenada ".
As Forças de Defesa de Israel não se vingaram do hediondo massacre de 1929, no qual 67 judeus foram mortos em Hebron e 18 em Safed.
100 anos de rejeição árabe
Ao longo do século 20, os líderes árabes rejeitaram os direitos dos judeus, promoveram uma visão de mundo exclusivista de que a terra pertence apenas a eles e encorajaram ataques violentos contra a população judaica.
Esta rejeição da reivindicação legítima e internacionalmente reconhecida do povo judeu a uma pátria nacional na Terra Santa é a causa do conflito árabe-israelita.
"É o fio que liga todas as guerras, todas as atrocidades, toda a manobra diplomática e todos os actos terroristas iniciados pelo lado árabe, de 1917 até hoje", afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel.
"Mesmo agora, os “palestinos”, em vez de educarem as novas gerações para construírem um futuro de paz, continuam a tentar voltar atrás no tempo, re-litigar, negar e rejeitar a aceitação mundial da justiça da reivindicação do povo judeu” – completou o ex-ministro.
Abbas anunciou na Cimeira da Liga Árabe de Julho de 2016 a sua intenção de processar a Grã-Bretanha pela emissão da Declaração de Balfour.
A rejeição dos próprios líderes “palestinos” da Declaração de Balfour reflecte a negação consistente de qualquer direito do povo judeu à sua terra natal e, assim, afasta a paz.
A veemente oposição à Declaração de Balfour permaneceu enraizada na visão anti-histórica de que os judeus são estrangeiros na sua Terra e na falsa suposição de que eles não têm conexão com a Terra e nenhum direito de qualquer tipo a viver lá. Esta atitude de exclusivismo árabe continua a conduzir o conflito árabe-israelita até hoje.
Por: United with Israel (Com arquivos da PMW)
Desmontando o mito da Palestina Árabe
Os "palestinos" são conhecidos por fazerem afirmações ridículas de serem um povo antigo que remonta a milhares de anos. Existe alguma verdade nas suas reivindicações?
Este vídeo vai ao fundo do mito palestino que ganhou crescente credibilidade na arena internacional.
Ele determina de onde o termo "Palestina" veio e quando apareceu pela primeira vez.
Responde à questão de porque é que um grupo de pessoas sem ligação histórica ou étnica comum perpetuou um mito que tomou uma vida própria e lhe proporcionou uma grande legitimidade, aos olhos do mundo, na sua guerra contra Israel.
Não perca este vídeo educacional sobre o povo "palestino", um mito mantido pelo anti-semitismo:
1. Quando é que o país foi fundado e por quem?
2. Quais eram as suas fronteiras?
3. Qual era a sua capital?
4. Quais eram as suas cidades mais importantes?
5. Quais eram as bases da sua economia?
6. Qual era a sua forma de governo?
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixasse margem a interpretação?
9. Qual era a língua da Palestina?
10. Qual era a religião predominante da Palestina?
11. Qual era o nome da sua moeda? Escolha uma data qualquer na História e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.
12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?