Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Em breve, quiçá possam viver uma linda história de amor como esta, em que uma noiva em idade legal islâmica para casar*, demonstra toda a sua alegria em assinar o contrato de casamento:
* Aisha tinha 6 anos e Maomé tinha 54, quando casaram, protagonizando aquela que é, segundo o Islão, a mais bela história de amor de sempre!
Hoje é dia de eleições para a o Parlamento Europeu.
Uma das palavras-chave que trazem pessoas ao nosso blogue são "canção tradicional palestina". Uma busca estranha, porque jamais existiu um país chamado "Palestina". Esse era o nome pelo qual Israel também era conhecido.
Mas já que o querem, aqui vai o melhor que se pôde arranjar:
"Judeus malditos são "Macacos Selvagens, Porcos Miseráveis Destinados à Humilhação", canta menina "palestina"
Como é que alguém pode sonhar com a paz no Oriente Médio quando os jovens "palestinos" sofrem lavagem cerebral com tal ódio?
Durante uma conferência realizada em Gaza no Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino em 29 de Novembro, uma garota "palestina" recitou um poema que se referia aos judeus como "macacos selvagens, porcos miseráveis e criaturas malignas destinadas à humilhação".
Ela disse que eles são como rebanhos de gado estúpido e que Jerusalém “cospe o seu lixo” porque é uma virgem pura.
Ela acrescentou: “Eu não temo o espingarda, mas contanto que eu tenha o meu braço e as minhas pedras, eu não vou vender a causa palestina ”.
A conferência foi ao ar na TV Al-Jazeera do Qatar:
7.Pode citarpelo menos umlíder palestinoantes deArafat?
8.APalestina alguma vez foi reconhecida comoum país cujaexistência, entãoou agora, não deixa margemainterpretação?
9.O queera a línguada Palestina? 10.Qual eraa religião predominanteda Palestina? 11.Qual era o nomede sua moeda? Escolhauma dataqualquerna história e diga qualeraa taxa de câmbioda moedapalestinianaem relação ao dólardos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ouaoyuanchinês na referida data. 12.E, finalmente,dadoque este paísnão existe actualmente, queé o que causouo seu desaparecimentoe quando éque ocorreu? Você que lamenta o"afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f,quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?
A
televisão oficial "palestina" procede à lavagem cerebral de uma geração
inteira, fazendo-a crer que a melhor coisa que podem fazer é morrer.
Com que sonham as crianças "palestinas"? Segundo a mais recente campanha da Autoridade Palestina (PA), a resposta é "morrer".
A
glorificação da morte tem sido um pilar dos líderes "palestinos" desdehá
décadas, mas o uso de vídeos musicais e a segmentação de um público cada
vez mais jovem elevaram o nível da lavagem cerebral.
Um
novo vídeo de música lançado pela "Autoridade Palestina" apresenta um jovem intérprete que se dirige aos jovens ouvintes num frenesim emocionado, em que o cantor exorta mais e mais milhões de pessoas a juntarem-se às campanhas de assassinato e terrorismo porque, como ele diz, "a morte é doce para mim".
Seria
mais correcto, porém, dizer que a morte é doce para "vós", uma vez que,
como na maioria dos casos de lavagem cerebral, os líderes não arriscam as suas próprias vidas.
1 - Tal como acontece com os líderes do ISIS ou da Al-Qaeda, os líderes da "Autoridade Palestina" ou do Hamas não se arriscam. Mandam as crianças e os jovens morrerem pelos seus sórdidos ideias, enquanto se refocilam na opulência:
2 - Não são apenas os terroristas "maus" de Gaza que assim procedem. Os terroristas "bonzinhos", como o senhor Mammoud Abbas/Abu Mazen, passeia a sua majestade entre palácios enquanto exorta e aplaude o terrorismo suicida infantil:
3 - Nem são apenas os líderes terroristas que procedem assim com as suas crianças. Os pais "palestinos" concebem os filhos expressamente para os usarem como assassinos e para fins de propaganda, como este pai que, enquanto filma, manda o filho em direcção aos soldados israelitas, na esperança de que estes o matem:
Ou como esta mãe que leva o filho para ser tratado num hospital israelita e revela que o seu sonho é que este um dia volte para se fazer explodir:
4 - Quem odeia Israel dirá logo que é porque os Árabes são muito pobrezinhos, coitadinhos, que mandam os filhos morrer. Para além de ser uma mentira grosseira
Foi no Iraque, em protesto contra as tropas iraquianas que estavam a limpar o país do ISIS. Foi em defesa do seu querido Califado.
No senso-comum, é louca, é amoral, é diabólica. Mas quando matam israelitas são heróis e heroínas.
6. O Youtube/Google, que, como o Facebook e o Twitter, estão completamente ao serviço do islamismo, removem os vídeos que postamos, destruindo posts que tanto trabalho nos dão a fazer. Mas permitem a proliferação das peças de propaganda Pallywood.
Por exemplo, neste vídeo podemos ver uma velhinha árabe a fingir que chora, e os foto-jornalistas ocidentais a fotografarem, para depois produzirem peças de fino recorte nazi:
Daqui a uns tempos, este vídeo está fora do YouTube, e em sua substituição estará um slide show a dizer que a velhinha chora porque os israelitas são muito mauzões.
A esta industria global de difamação de Israel chama-se PALLYWOOD. E há quem ESCOLHA acreditar nestas sujas mentiras. Confira:
A Esquerda idolatra Abbas, Arafat, o Hamas, o Hezzbollah, o ISIS, a Al-Shabab... tudo o que seja genocida, terrorista, assassino, psicopata. Como dantes idolatrava as FP-25, as Brigadas Vermelhas ou o Baader Meinhof. O terrorismo é "cool".
Ser a favor dos terroristas é ser "diferente". É uma actividade particularmente querida dos meninos-bem pedantes.
É a versão adulta de chocar as criadas lá de casa indo à cozinha ler-lhes Schopenhauer em voz alta.
O problema é que a Esquerda domina os media e formata as massas. A Esquerda idolatra os assassinos e cai com unhas e dentes sobre quem os combate.
Ele tem 80 anos, ela tem 12. Casaram-se. Ela está radiante, não está? É o Islão.
Egipto: clérigo muçulmano diz que os pais podem casar as suas filhas recém-nascidas
Porquê? Porque o casamento infantil é islâmico.
"O islamismo não tem barreira de idade no casamento e os muçulmanos não têm que pedir desculpas aos que se recusam a aceitar isso" - Ishaq Akintola, professor de Escatologia Islâmica e Director dos Direitos dos Muçulmanos, Nigéria.
"Não existe uma idade mínima de casamento para homens ou mulheres na lei islâmica. A lei em muitos países permite que as meninas se casem apenas a partir dos 18 anos de idade. Esta é uma legislação arbitrária, e não a lei islâmica" - Dr. Abd Al-Hamid Al-'Ubeidi, especialista iraquiano em Direito islâmico.
"Não há idade mínima para que as meninas possam casar-se, mesmo que estejam no berço" - Dr. Salih bin Fawzan, clérigo proeminente e membro do mais alto conselho religioso da Arábia Saudita.
Poucas coisas estão mais abundantemente comprovadas na lei islâmica do que a permissibilidade do casamento infantil. A tradição islâmica regista que a esposa favorita de Maomé, Aisha, tinha seis anos quando Maomé casou com ela e nove quando consumou o casamento:
"O Profeta escreveu o (contrato de casamento) com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o seu casamento com ela quando ela tinha nove anos e ela permaneceu com ele por nove anos (ou seja, até à sua morte)" (Bukhari, 7.62.88) .
Outra tradição tem a própria Aisha a contar a cena:
"O Profeta comprou-me quando eu era uma menina de seis (anos). Nós fomos a Medina e ficámos na casa de Bani-al-Harith bin Khazraj. Então fiquei doente e o meu cabelo caiu. Mais tarde o meu cabelo cresceu (novamente) e minha mãe, Um Ruman, veio até mim enquanto eu estava a brincar num balancé com algumas das minhas amigas. Ela chamou-me, e eu fui com ela, sem saber o que queriam fazer comigo. Ela pegou-me pela mão e fez-me ficar na porta da casa. Eu estava sem fôlego, e então, quando a minha respiração ficou outra vez normal, ela tomou um pouco de água e esfregou o meu rosto. Então ela fez-me entrar na casa. Ali, na casa, vi algumas mulheres Ansari que diziam: 'Os melhores desejos e a Bênção de Alá e boa sorte'. Então ela entregou-me e eles prepararam-me (para o casamento). Inesperadamente, o Apóstolo de Alá veio até mim e a minha mãe entregou-me a ele, e naquela época eu era uma menina de nove anos de idade". (Bukhari 5.58.234).
Maomé tinha nesse momento cinquenta e quatro anos de idade.
Casar meninas jovens não era assim tão incomum naquele tempo, mas porque no Islão Maomé é o exemplo supremo de conduta (ver Corão 33:21), ele é considerado o modelo até hoje. E assim, em Abril de 2011, o mufti de Bangladesh Fazlul Haque Amini declarou que aqueles que tentavam aprovar uma lei que proibia o casamento infantil nesse país estavam a dar má fama a Maomé:
"Proibir o casamento infantil irá pôr em causa o casamento do sagrado profeta do Islão, [colocando] o carácter moral do profeta em controvérsia e desafio".
Ele acrescentou uma ameaça: "O Islão permite o casamento infantil e não será tolerado que algum governante tente tocar nessa questão em nome de dar mais direitos às mulheres".
O Mufti disse que 200 mil jihadistas estavam prontos para sacrificar as suas vidas por qualquer lei que restringisse o casamento infantil.
Gaza: Casamento em massa com "noivas" de 6 anos:
Da mesma forma, o influente site Islamonline.com em Dezembro de 2010 justificou o casamento infantil invocando não apenas o exemplo de Maomé, mas o Alcorão também:
"O Nobre Alcorão também menciona o período de espera [i.e. para uma esposa divorciada se casar novamente) para a esposa que ainda não teve menstruação, dizendo: "E aqueles que não esperam a menstruação entre as suas mulheres, em caso de dúvida, então o período é de três meses e [também para] aquelas que ainda não tiveram a primeira menstruação" [Alcorão 65: 4]. Uma vez que esta lei não foi abolida, podemos concluir deste versículo que é permitido ter relações sexuais com uma meninas pré-púberes. O Alcorão não é como os livros de jurisprudência que mencionam quais são as implicações das coisas, mesmo que sejam proibidas. É verdade que o profeta fez um contrato de casamento com Aisha quando ela tinha seis anos, no entanto, ele não fez sexo com ela até aos nove anos de idade, de acordo com o al-Bukhari."
Outros países tomam o exemplo de Maomé como base das suas leis em relação à idade legal do casamento para as meninas. O artigo 1041 do Código Civil da República Islâmica do Irão afirma que as meninas podem ser compradas para casar antes dos nove anos e casarem aos nove:
"É proibido o casamento antes da puberdade (nove anos lunares completos para meninas). O casamento contraído antes de atingir a puberdade com a permissão do tutor é válido desde que os interesses da família sejam devidamente observados".
De acordo com Amir Taheri em 'The Spirit of Allah: Khomeini e a Revolução Islâmica '(pp. 90-91), o próprio Ayatollah Khomeini do Irão casou-se com uma criança de dez anos quando tinha vinte e oito anos. Khomeini chamou ao casamento com uma menina pré-púbere "uma bênção divina" e aconselhou os fiéis a darem as próprias filhas em conformidade: "Façam o vosso melhor para garantir que as vossas filhas não vejam seu primeiro sangue em vossa casa".
Quando ele assumiu o poder no Irão, baixou a idade legal casamento das meninas para os nove anos, de acordo com o exemplo de Maomé.
"Clérigo muçulmano salafista diz que os pais podem casar-se com as suas filhas recém nascidas"
por Mariam Nabbout, StepFeed, 18 de Setembro de 2017
Na semana passada, o pregador salafista egípcio Muftah Mohammad Maarouf, também conhecido como "Abu Yahya", afirmou que é absolutamente bom que uma menina recém nascida seja casada por seu pai - mesmo em idade tão jovem.
Sim, você ouviu bem. A declaração foi feita durante uma entrevista de TV ao vivo num programa em que se discutia um polémico projecto de lei destinado a baixar a idade matrimonial no Egipto para 16 anos.
De acordo com o pregador, se nenhum dano for feito a uma mulher, então nada deve impedir que ela se case, independentemente da idade.
O reverendo Abu Yahya
"Eu não sou o único a dizer isso, na Sharia islâmica não há idade definida para o casamento quando se trata de mulheres", disse Maarouf.
Quando o apresentador do o pressionou com: "Se isso for verdade, qualquer idade seria boa para o casamento, 2 meses ou 1 ano", o pregador respondeu chocantemente:
"Mesmo que ela tenha apenas 1 dia de idade".
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Quando estes homens chegam ao Ocidente, continuam as suas práticas pedófilas:
Breves Notas
- A luxúria e a aberração sexual pedófila é uma das maiores forças do Islão, uma ideologia virada para a satisfação dos piores instintos do homem, sobretudo os sexuais. Muitos jovens ocidentais juntam-se ao ISIS e a outros grupos terroristas para poderem ter escravas sexuais, nomeadamente crianças.
- Obviamente que nem todos os muçulmanos casam as filhas recém-nascidas. Masa ideologia islâmica aceita o casamento com crianças, e em certos casos bem novinhas (em muitos casos a partir de 1 ano de idade). O Islão não tem uma autoridade central comparável ao Papa, pelo que fica ao critério de cada líder dar os conselhos que entenda. Por exemplo:
- Os muçulmanos são ensinados desde o berço a odiar e desprezar cristãos e judeus, pelo que, ao chegarem ao Mundo Livre, as nossas mulheres e crianças são as primeiras vítimas dos apetites sexuais. A epidemia de estupro islâmico que varre o Mundo Livre é uma das consequências da invasão; uns quantos exemplos nas nossas secçõesCRIANÇAS, MULHERES e JIHAD SEXUAL.
- Os hippies-halal, a extrema-esquerda, os neo-nazis, as neo-feministas de extrema-esquerda, os neo-gays de extrema-esquerda, convivem muitíssimo bem com estas práticas islâmicas. O que os irrita é que Israel se defenda dos seus camaradas terroristas do Hamas ou do ISIS... Ideologias aberrantes são aliadas naturais.
Vídeo de mercado de escravas sexuais, com os islamistas felizes da vida, como pode ver-se. O ISIS, em obediência ao Alcorão, continua a mutilar, matar, estuprar e vender mulheres e crianças como escravas sexuais:
A captura de meninas infiéis e o seu uso como escravas sexuais é um mandamento do Alcorão.De acordo com a lei islâmica, os homens muçulmanos podem tomar "cativas da mão direita" (Alcorão 4: 3, 4:24, 33:50).
O Alcorão diz:
"Ó Profeta! Olha! Nós
te oferecemos as tuas mulheres a quem pagastes os seus dotes, e as
que a tua mão direita possui, daquelas a quem Alá te deu como despojos de
guerra" (33:50). 4: 3 e 4:24 estende este privilégio aos homens muçulmanos em geral.
O
Alcorão diz que um homem pode fazer sexo com as suas esposas e com essas
escravas:
"Os crentes devem vencer. Aqueles que se
humilham em suas orações, que evitam conversas vãs, que são activos em actos de caridade, que se abstêm do sexo, excepto com aquelas que se juntam a eles no
vínculo matrimonial, ou (as cativas) que possui a sua mão direita, pois
(no caso dessas) são livres da culpa." (Alcorão 23: 1-6)
A violação das mulheres cativas também é sancionada na tradição islâmica:
Abu
Sirma disse a Abu Sa'id al Khadri (Alá, ele agradou-lhe): Ó Abu Said, ouviste o Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) mencionando
al-alaz? Ele
disse: Sim, e acrescentou: Nós saímos com o Mensageiro de Alá (que a
paz esteja com ele) na expedição ao Bi'l-Mustaliq e levámos cativas
algumas excelentes mulheres árabes. E nós as desejámos, pois sofremos a ausência das nossas esposas (mas, ao mesmo tempo), nós também desejámos resgate por elas. Então,
decidimos ter relações sexuais com elas, mas observando o 'azl (retirar o
órgão sexual masculino antes da emissão de sémen, para evitar a
concepção). Mas nós dissemos: estamos a fazer um acto enquanto o Mensageiro de Alá está entre nós. Porque não perguntar-lhe? Então
pedimos ao Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e ele disse:
Não importa se vocês não o fizerem, pois toda a alma que tiver de nascer até ao dia
da ressurreição, nascerá. (Sahih Muslim 3371)
É também na lei islâmica:
"Quando uma criança ou uma mulher é levada
em cativeiro, elas tornam-se escravas pelo facto da captura, e o
casamento anterior da mulher é imediatamente anulado." (Umdat al-Salik
O9.13)
O
xeque egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni declarou em Maio de 2011 que
"estamos na era da jihad", e isso significava que os muçulmanos devem ter
escravos. Numa entrevista subsequente, ele elaborou:
"A jihad é apenas entre muçulmanos e infiéis. Destruições, escravos e prisioneiros só devem ser levados a cabo na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos no passado conquistaram, invadiram e assumiram os países. Isto
é aceite por todos os estudiosos - não há desacordo sobre isso com
nenhum deles, desde o menor até ao maior, sobre a questão de tirar
despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, e incluem homens, mulheres, crianças, riqueza e assim por diante".
"Quando
um mercado de escravos é erguido, é um mercado em que são vendidos
escravas e escravos sexuais, que são chamados no Alcorão pelo nome milk al-yamin, "o que a tua mão direita possui" [Alcorão 4:24 ]. Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor e não foi abolido. Os milk al-yamin são os escravos sexuais. Você vai ao mercado, vê a escrava sexual e compra-a. Ela torna-se como sua esposa, (mas) ela não precisa de um contrato (de
casamento) ou de um divórcio como uma mulher livre, nem precisa de um
wali. Todos os estudiosos concordam com este ponto - não há desacordo de nenhum deles. [...]"
"Quando eu quero uma escrava sexual, eu vou simplesmente ao mercado, escolho a mulher de que eu gosto e a compro-a".
Um dos nossos posts mais lidos de sempre, ilustrado com os vídeos dos autores destas sábias considerações a citarem o Alcorão e a lei islâmica em defesa da escravidão sexual, bem como dos muçulmanos aqui na Europa a exigirem nas ruas as nossas mulheres, filhos e filhas como escravos sexuais:
Na
mesma época, em 25 de Maio de 2011, um político do sexo feminino, Salwa al-Mutairi, também se pronunciou a favor da
prática islâmica da escravidão sexual de mulheres não muçulmanas,
enfatizando que a prática concorda com a lei islâmica e os parâmetros da moral islâmica:
"Um comerciante disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não seria negligente com ela, e que o Islão o permite. Ele estava a falar a verdade. Eu levei a situação [do homem] aos muftis em Meca. Eu
disse-lhes que eu tinha uma pergunta, já que eles são homens que se
especializaram no que é halal (permitido pelo Islão) e disse que o homem era bom e que amava as
mulheres. Eu disse: "Qual é a lei dos escravos sexuais?" O
mufti disse: "Com a lei dos escravos sexuais, deve haver uma nação
muçulmana em guerra com uma nação cristã, ou uma nação que não é da nossa
religião, da religião do Islão. Deve haver prisioneiros de guerra". "Isso é proibido pelo Islão?", perguntei.
"Absolutamente não. Os escravos sexuais não são proibidos pelo islamismo. Pelo contrário, os escravos sexuais estão sob uma lei diferente da mulher livre. A mulher livre deve estar completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode ficar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto
a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não -
ela só precisa ser comprada pelo seu marido, e é tudo. Portanto, a escrava sexual é diferente da mulher livre".
Um imã do Quebeque declarou recentemente que a decisão que permite as escravas ainda está em vigor.
Este é um dos vídeos continuamente retirados pelos islamofascistas do YouTube/Google, onde se pode ver muçulmanos nas ruas da Europa, os queridos "refugiados", a exigirem as nossas mulheres e as nossas filhas como "despojos de guerra":
“Um olhar aterrorizante sobre a vida das crianças no Estado Islâmico”
Para as crianças do outro lado do Mundo, o pesadelo não abranda.
Shadi,
de cinco anos, a sua irmã mais velha e o seu irmão, estão entre milhares
de crianças que viram mais terrores do que a maioria de nós combinados, nas suas curtas vidas. Crianças vendidas como escravas sexuais, atentados suicidas, sangue, tripas, tortura e mutilação.
Mas acima de tudo, eles encararam a morte nos olhos.
"Escrava Sexual Desflorada à venda, 13 anos", lê-se num anúncio num mercado de jihadistas online. "Corpo: magro, alto. Preço: $ 9,000. "
Para as crianças dos territórios islâmicos controlados pelo Estado Islâmico no Iraque e na Síria/ISIS, esta é a realidade. O pesadelo. Todos os dias. "Um dia, Shadi encostou uma faca contra a garganta da nossa irmãzinha", a
irmã mais velha de Shadi, Hadya, conta o confronto no programa Dateline,
que será exibido hoje à noite. "Ele tê-la-ia esfaqueado, se a minha mãe não o tivesse parado. Ele disse: "Eu vou cortar-lhe a garganta, ela é minha" .... "O Estado Islâmico envia crianças contra as nossas tropas para se explodirem em atentados suicidas", disse um soldado iraquiano. O soldado disse acreditar que a maioria tem entre 10 e 15 anos.
"É um desastre para as crianças", disse uma professora que fugiu de Mosul. "As crianças estão mentalmente impregnadas com essa ideologia".
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Muçulmanos na Europa informam que o estupro de mulheres "infiéis" será legalizado assim que eles cheguem ao poder (em breve, portanto).
TRÊS NOTAS IMPORTANTES:
1 - A ONU, que emite dezenas de condenações contra Israel todos os anos, só emitiu ainda UMA condenação contra o ISIS. Só para que não se diga que nada fizeram.
Entre 2006 e 2015, a ONU emitiu 57 condenações contra Israel (por querer existir) e NENHUMA contra bandos terroristas como o Hamas, a Al-Qaeda, a Jihad Islâmica ou o Hezbollah. A ONU É UMA VERGONHA!
2 - O ISIS goza da simpatia da maioria do BILIÃO E 800 MILHÕES DE MUÇULMANOS. Veja por exemplo:
3 - O líder dos muçulmanos sunitas (80% a 90% do bilião e 800 milhões de muçulmanos), que nomeou o Papa Francisco "Defensor do Islão", recusa-se a considerar o ISIS um grupo terrorista: