Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Nota: Agora que este blogue foi desbloqueado pela censura islamo-comunista do Youtube, verificamos que largas centenas de pessoas voltaram a visitar-nos. Apesar de estarmos há uns 6 meses no AMIGO DE ISRAEL 2.0.
Este é o nosso post inédito mais recente:
Via:
Uma das características do Islão é a extrema crueldade para com os animais. As Forças Armadas e a Polícia de Israel arriscam frequentemente vidas humanas para salvar animais dos maus tratos dos maometanos. Neste caso entrarem mesmo em Gaza para salvar cachorrinhos torturados e atirados para o lixo. Mas os maus são os judeus. E os bons são os maometanos.
Também é interessante verificar que as pessoas e as associações dedicadas à protecção dos animais não têm uma única palavra para condenar as atrocidades islâmicas cometidas contra os animais. Os mesmos cidadãos que pedem a pena de morte para toureiros e aficionados têm acesso de cólera desvairada quando se lhes mostra como o Islão trata os animais.
Visite a nossa pequena mas ilustrativa secção ANIMAIS
Os queridos "palestinos" em especial, adoram torturar animais, acusando-os de serem Sionistas:
Este é mais um dos casos que a Imprensa não conseguiu esconder, mas que divulga de forma habilidosa. Esta muçulmana teve uma crise histérica e exigiu que os cães fossem retirados do avião porque o Islão assim o ordena.
O Islão odeia cães (mas o que é que o Islão não odeia, excepto terror e morte?):
"Uma
vez Gabriel prometeu ao Profeta (que ele o visitaria, mas Gabriel
não veio), mais tarde ele disse:" Nós, anjos, não entremos em uma casa
que contenha uma imagem ou um cão ". - Sahih Bukhari 4.54. 50
"Ibn
Mughaffal relatou: O Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele)
ordenou o assassinato dos cães, e depois disse:" E eles (os outros cães)? E
então fez a concessão de se poder manter o cão para a caça e o cão para a segurança do rebanho e disse: Quando o cão lambe o utensílio,
lave-o sete vezes e esfregue-o com a terra na oitava vez."- Sahih Muslim 551
Anila
Daulatzai parece, pelo menos às vezes, usar o hijab e, em 2014-15, eraProfessora Assistente Visitante de Estudos de Mulheres e Estudos
Islâmicos (cóf! cóf!)na Harvard Divinity School.
Enquanto era retirada do avião por conduta desordeira, gritava que se matava: "Mas eu sou professora! O que estão vocês a fazer?".
É sempre HILARIANTE ver como a malta da extrema-esquerda, tão campeã da igualdade, puxa pelos galões quando pressente que é posta em causa a sua inerente superioridade em relação à populaça:
Melania
Capitán, de 27 anos, jovem caçadora e conhecida blogger, foi encontrada morta
esta madrugada, numa quinta em Huesca, em Aragão, Espanha. Mel, como era conhecida pelos amigos e
no mundo da caça, pôs termo à vida.
Há uns meses, associações de defesa dos animais
vieram a público criticar os atos ditos "cruéis" da caçadora. Recentemente,
a jovem denunciou as ameaças que sofreu por parte das associações, nas redes
sociais. Depois de conhecida a morte da caçadora, vários comentários foram
feitos nas redes sociais, muitos deles, em forma de insulto. Três dias antes do
incidente, Mel havia publicado uma imagem do seu cão, na página de Facebook,
com um texto fazendo alusão ao calor que se fazia sentir naquela tarde. Nessa
mesma publicação, e depois de já conhecida a morte, algumas pessoas comentaram,
em tom de insulto.
"Está calor porque estás a arder no inferno",
escreve uma utilizadora. "Apodrece no inferno e obrigada por deixares de
assassinar animais inocentes, só por ego e cobardia", continua.
"Fizeste um favor à humanidade, adeus!", conclui. "Ela está
viva, não se preocupem. O que aconteceu é que deixou a caça e está agora no
casting para o Walking Dead, esperem pela próxima temporada", escreveu
outro utilizador. "Estava tão amargurada que teve de se matar (…) menos
mal que se matou a ela mesma, e não pobres animais (…) foi o melhor que fez
ultimamente", podemos também ler.
Melania
Capitán, a caçadora mais famosa do mundo, já tinha denunciado em 2015 que recebia
ameaças.
"Recebo ataques desde 2015 mas agora
tornaram-se insuportáveis", disse Mel num dos vídeos que publicou no
Facebook.
"Vamos calar-te com uma bala" e "espero que alguém te
espanque e te dê quatro meses de coma", são alguns dos comentários que se
podem ler nas redes sociais da jovem.
Mel chegou mesmo a ter problemas no
emprego com as atitudes de quem não aceitava o seu hobbie. Três pessoas
dirigiram-se ao trabalho da mulher e pediram ao chefe que esta fosse despedida.
Há alguns anos criou um Facebook para partilhar as aventuras na caça
mas de imediato começou a receber ameaças e insultos de defensores dos animais.
é dos mais lidos de sempre. E fala de um caso real - um entre tantos - de amigos dos animais, que se indignam com a tourada, mas não se indicam com o abate halal.
Que se indignam com o abate do cão Excalibur, em Espanha, mas não se indignam com o tiro ao cão, e outras torturas praticadas pelos idolatrados "palestinos":
- Temos uma pequena secção ANIMAIS. Dê uma vista de olhos.
Esta gente só se indigna selectivamente - e de preferência em frente a um bitoque, pois é gente que gosta muito da "chicha", como um conhecido comediante comunista português (muito talentoso, por sinal) que está sempre a gabar-se do seu amor à "chichazinha", mas que também se regozija com a morte de caçadores.
Esta gente está contente com a o suicídio desta jovem. Esta gente chora pelos animais abatidos, mas está-se completamente nas tintas para os seres humanos abatidos pelo jihadismo. É tabu, não falam disso - a não ser para desculparem os terroristas. Os "amigos dos animais" não se importam com os animais torturados pelos muçulmanos ou pelos seus camaradas comunistas.
Os "amigos dos animais" nunca jamais abriram ou abrirão a boca para protestar contra as tradicionais atrocidades islâmicascontra os animais. Não são amigos dos animais. Amigo dos animais sou eu. Eles são inimigos das pessoas.
"O animalismo é uma postura pouco conhecida no
âmbito do marxismo cultural e consiste, basicamente, na vitimização
extrema dos animais e na criminalização do ser humano. Defende um
veganismo agressivo e uma campanha de ódio contra quem consome produtos
animais e seus derivados. Segundo os seguidores destas ideias, o
"especismo" (termo fabricado por eles para atingir seus objetivos)
consiste na crença de que os animais são inferiores aos humanos, ou
merecedores de menos direitos sendo que eles (os animalistas) se colocam
na posição de anti-especistas. Apenas mais um dos inúmeros exemplos da
estratégia maquiavélica de “dividir para conquistar” que vem sendo
aplicada com maestria pelos marxistas, nos mais diversos segmentos
sociais, há décadas - negros contra brancos, mulheres contra homens, etc
."
Neste documentário, traduzido pelos TRADUTORES DE DIREITA, podemos ver o descalabro a que as coisas estão a chegar:
P.S. - No Islão, todos os animais são torturados, mas fica aqui uma amostra do que eles fazem aos cães, por ordem do seu deus Alá:
Em mês de Ramadão, temos dado algum destaque à pseudo-religião islâmica e aos seus horrores, que diariamente assolam o mundo. Mas não são apenas os seres humanos a sofrer com esta ideologia patológica. O modo como os muçulmanos tratam os animais é igualmente repugnante. Veja a nossa secção ANIMAIS.
Dinamarca - crueldade extrema com os animais nos guetos muçulmanos: cabeças arrancadas aos gatos, gatinhos cortados e intestinos puxados para fora
O abate Halal é um exemplo cruel da visão da cultura islâmica sobre os direitos dos animais. O tratamento de animais dentro de áreas dominadas pelos muçulmanos é outro.
AVISO: Este artigo contém descrições gráficas da crueldade animal. Jovens, crianças e adultos sensíveis podem querer evitar ler este conteúdo.
"Eu vi gatos sendo pontapeados como bolas de futebol. Eu vi gatos com as pernas arrancadas e olhos vazados. Vi gatos com as cabeças esmagadas, outros com a pele arrancada, outros com as pernas e as costas quebradas".
É assim que uma mulher que trabalha com a Protecção Animal Dinamarquesa descreve o horrível tratamento de animais nas áreas dominadas pelos muçulmanos em Vollsmose, um subúrbio de Odense, a terceira maior cidade da Dinamarca.
"O pior que eu vi foi um monte de gatinhos rastejando com as entranhas de fora, porque os muçulmanos lhes abriram as barrigas", diz ela.
Therese. S. Wilbert, directora da Danish Cat Protection, concorda que a área não é segura, especialmente para gatos:
"Em Vollsmose, o grau de abuso para com os gatos é pior do que em outros lugares da Dinamarca. Geralmente são crianças menores de dez anos de idade que abusam dos animais", diz ela. Wilbert diz que apenas em 2016, a Cat Protection recebeu 20-25 relatórios sobre abuso animal em Vollsmose, "mas muitos casos não são relatados, pelo que a quantidade de crueldade animal provavelmente é muito maior".
É difícil para as autoridades ajudar os animais, uma vez que a área é muito insegura. Quando uma voluntária da Agência Dinamarquesa de Protecção Animal entrou na área para salvar um gato abusado, ela foi atacada pelos moradores locais de origem migrante. O ataque foi filmado.
"Um grupo de jovens atacou uma trabalhadora de serviços de protecção animal quando ela entrou em Vollsmose para resgatar um gato que havia sido ferido.
Os jovens detiveram a ambulância de animais, abriram a porta da ambulância, roubaram a chave de ignição, arrancaram o cabelo da mulher e gritaram na sua cara. A luz traseira do carro foi esmagada e o carro foi amolgado. A mulher teve que deixar o gato e fugir, para sua própria segurança".
Desde este ataque, a Agência Dinamarquesa de Protecção Animal já não envia pessoas para a área para ajudar animais abusados.
O ataque à ambulância animal em Vollsmose foi filmado, mostrando os locais que atacavam a mulher, arrancando os seus cabelos descobertos e forçando-a a deixar a área.
OS MAIS FOLCLÓRICOS ENTRE OS "AMIGOS DOS ANIMAIS" NÃO TÊM UMA PALAVRA PARA OS ABUSOS SOBRE OS ANIMAIS PRESCRITOS PELO ISLÃO OU PRATICADOS PELOS MUÇULMANOS.
VEJA UMA VASTA COMPILAÇÃO DE BARBÁRIE ISLÂMICA SOBRE OS ANIMAIS:
E ilustra bem que a generalidade dos activistas dos direitos dos animais (com excepções, entre as quais me incluo), não estão nada interessados em defender os animais. São apenas uma extensão do marxismo cultural e estão interessados em dar o seu contributo para a destruição da Civilização, e se possível dos humanos:
Rios de sangue, o sonho islâmico. Se fosse em Israel, abria os telejornais todos!
Se o estado de evolução de uma Civilização pode ser avaliado pelo modo como trata os animais, o Islão excede todos os limites de malvadez.
Em nome do politicamente correcto, no Ocidente é proibido questionar o tratamento que os animais recebem no Islão. E os que por cá comem carne, são obrigados a comer carne halal*, proveniente de animais abatidos com o máximo sofrimento possível, como ordena o Islão.
Daí também que o grosso da lamentável
classe profissional dos Jornalistas (muito bem paga pelas potências petrolíferas) omita todas as notícias sobre os
maus tratos aos animais perpetradas pelo Islamismo (o que não é de
admirar, pois até as atrocidades contra pessoas eles escondem o quanto podem).
Nos países islâmicos, mesmo os animais que não são para consumo - como por exemplo cães, gatos, burros, etc. - são perseguidos, torturados (nomeadamente crucificados), exterminados, estuprados(vídeo removido, substituímos por outro: o costume, os muçulmanos odeiam a verdade), etc.. Tudo no cumprimento da lei islâmica.
Não vemos muitas notícias destas na Imprensa politicamente correcta (e esta é apenas uma dentre milhares).
Os cidadãos de Dhaka testemunharam uma visão horrível por ocasião da celebração do Eid al-Adha na terça-feira.
Chuvas e animais sacrificados por toda a cidade criaram uma cena terrível de rios de sangue nas ruas da cidade.
Inundações em muitas partes da cidade misturaram-se com sangue após os sacrifícios dos animais, criando a cena perturbadora. As partes inundadas da cidade davam uma impressão parecida com rios de sangue.
Apesar das chuvas intermitentes, os cidadãos aglomerados nas mesquitas
ofereceram orações e prosseguiram com os sacrifícios rituais:
É possível que este vídeo amanhã já não esteja disponível. Os vídeos que mostram a realidade da lei islâmica devidamente ilustrada com FACTOS, são sistematicamente removidos pelo poderoso lóbi islamo-esquerdista.
Um leitor do India Today escreve:
Esta é a verdadeira face do Islão .. Matar, matar e matar ... não há amor pela vida no Islão... e estes "seculares" nunca se atrevem a levantar quaisquer problemas com os rituais islâmicos, que não são menos bárbaros do que os dos tempos medievais., quando as tribos muçulmanas sacrificavam seres humanos ...
Todo omundoestá a tornar-se ISLÂMICO, porque os mosquitos reproduzem-se... E vejam o resultado: sangue por toda parte!
Se este festival macabro tivesse lugar no Mundo Livre, seria fortemente contestado. E se fosse em Israel, morreriam judeus por todo o Mundo. Mas os muçulmanos, esses, podem. Porque eles "têm a sua cultura".
Mais fotos do India Today:
Gostaríamos de saber a opinião dos extrema-esquerdistas pintados de verde do PAN (Partido dos Animais e da Natureza) sobre este lindo espectáculo...
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E como é que queremos que os jornalistas falem das atrocidades contra
os animais, se eles omitem tudo quanto podem das atrocidades contra
pessoas, nomeadamente o Holocausto, o canibalismo e os matadouros de cristãos?
Israel só pode contar com a água da chuva para a sua sobrevivência. Do seu minúsculo território, uma grande parte é deserto. Não tem muita terra arável, e luta com temperaturas extremas e pluviosidades baixas. Mesmo assim, o povo judeu, após a restauração da sua independência, em liberdade na sua Terra, fez florir o deserto. O pequenino Israel exporta bens alimentares, veja-se bem. E ainda consegue ser dos países do mundo com mais área dedicada a reservas naturais.
São estas e outras características que nos fazem ter uma simpatia especial por este país e por este povo tão peculiares e determinantes na História das Civilizações. E agora, como amigos dos animais e da Natureza em geral que somos, temos mais um motivo para nos alegrarmos com Israel. É que o Estado Judaico pode em breve vir a ser o primeiro país do mundo a abolir o comércio e produção de peles de animais.
Israel é também o país líder mundial em percentagem de oferta de produtos vegetarianos e veganos, uma tendência global que aplaudimos, para bem do nosso futuro colectivo e da saúde.
Mas a relação de respeito dos judeus para com a Natureza não é de agora. A Torá (os 5 primeiros Livros
do Antigo Testamento) contém a primeira legislação
ambientalista da História. A Torá proíbe a crueldade para com os animais, prescrevendo que o seu abate para a alimentação humana seja o mais possível rápido e indolor.
Dos famosos 613 Mandamentos (mitsvot) que os judeus observantes devem cumprir, encontramos na Torá dois que são específicos
para as aves: proíbem que se recolha os ovos quando a ave mãe estiver no ninho, e que se espante a ave antes de tirar os filhotes. O sábio judeu Maimónides
escreveu no seu "Guia dos Perplexos" que o objectivo dessas duas prescrições não é tanto ensinar a recolher ovos, mas dar uma
lição de sensibilidade: "Se tivermos de sair de nosso caminho para
espantar a ave mãe de modo a não lhe causar sofrimento ao ver seus ovos
sendo recolhidos, muito mais devemos ser cuidadosos ao lidarmos com os
seres humanos."
A Torá preconiza a sensibilidade com todos os seres vivos, desde há milénios. Esse conceito é
chamado Tzar Ba’alei Chaim (Sofrimento das Coisas Vivas), e
diz essencialmente para não se magoar ou matar qualquer criatura viva se não for necessário. Muitos contos
talmúdicos narram a história de grandes Sábios que demonstraram compaixão para com os animais. Segundo
os ensinamentos cabalistas, há motivos mais profundos no cumprimento dos mandamentos da compaixão para com os seres vivos: é que cada uma dessas acções faz avançar o Mundo para mais
perto da era da perfeição espiritual conhecida como Mashiach, ou Era
Messiânica. Judeus ou não judeus, não é difícil a uma pessoa de Bem concordar. Então, faça a sua parte.
Nuria Gago, com os olhos arregalados - uma de muitas celebridades espanholas contra o abate de Excalibur. Porque é que esta gente arregala os olhos e faz estas caras de que um zombie lhe papou o cérebro, é para nós um completo mistério!
Há uns meses tivemos manifestações de gente que chorava, gritava e se rojava pelo chão, em protesto contra o abate do cão Excalibur, em Espanha. O animal pertencia à enfermeira espanhola Teresa Romero, contaminada com ébola, e as autoridades de saúde ordenaram o abate - não sabemos se bem, se mal.
Tratámos o assunto no post Keffiyehs ao alto pelo cão Excalibur!, onde postámos vídeos dos esquerdistas-palestinianistas-bloquistas, com os seus lenços à moda do terrorista Yasser Arafat - um herói para esta gente. Vale a pena dar uma vista de olhos, para quem se interessa pelas subtilezas do comportamento humano.
Nunca vimos foi esta gente esboçar o mínimo protesto contra o extermínio de cães em Espanha, por parte dos invasores muçulmanos, ou contra a sua exigência expressa de que os nossos queridos béu-béus sejam banidos de Espanha - e do resto do mundo (1).
No Islão, os cães são proibidos (mas o que é que não é proibido no Islão???...), e por isso, as groupies do Pablo Iglesias ficam-se de rabinho entre as pernas, num frémito saboroso de antecipação da hora em que terão o mesmo destino que os cães. "É a cultura deles, matar os cães e matar-nos a nós, 'tás a ver? Temos que respeitar, senão... somos racistas e colonialistas."
Em Hebron, Israel, patrulhas da polícia "palestina" abatem cães a tiro, como forma de diversão, e atiram-nos para o lixo, alguns ainda vivos. Não querem protestar, camaradas?
Não querem protestar, e arregalar os olhos, camaradas?
E mais esta: George Herridge, 71 anos, britânico, cego, foi mandado sair do autocarro porque os muçulmanos entraram em histeria por causa do seu cão guia. No Canadá, a muçulmana Abir Hamade, 24 anos, matou o jovem poodle Morgan à facada, porque o bichinho é "ritualmente impuro". Temos que respeitar. É a cultura deles...
Imagem da Internet, de uma rapariga bonita, como a Ana
A Ana é mais que vegetariana. É vegana. Não comeria uma sardinha ou um caracol se disso dependesse a sua vida. Nem usaria uma corda feita de pêlo de animal para escapar de uma queda num precipício. Não usa NADA de origem animal. Porque ama os animais.
Nada contra. Cada qual sabe de si. Eu mesmo gosto muitos dos animais e poupo-os a todo e qualquer sofrimento desnecessário.
A Ana é, por exemplo, contra a tourada.
Nada contra. Pessoalmente acho que a tourada faz tanta falta no mundo como a fome.
Já a Ana, festeja efusivamente a morte de toureiros, criadores de gado, e aficionados. Toureiro que fique total ou parcialmente paralisado, que morra ou fique transformado num vegetal, numa cama de hospital, é motivo de festa para a Ana, e para muitas Anas.
Enfim, não será o mais elegante, mas quem vai para lá sujeita-se. E a alegria da Ana não piora nem melhora o sofrimento dos acidentados.
A Ana está sempre nas manifestações anti-tourada e pelos direitos dos animais.
Mostrei-lhe o processo de abate 'halal', que é o processo muçulmano de matar os animais para consumo. Resume-se da seguinte maneira: com o máximo sofrimento possível, em honra do deus Alá.
Mostrei-lhe este vídeo e muitos outros do mesmo calibre:
Mostrei-lhe o site com os vídeos de tortura animal mais horrível que existe. Trata-se de gado que é enviado para os habitantes da República islâmica Terrorista de Gaza se divertirem a torturar.
Não fazem nada, recebem milhões de todo o mundo que gastam em terrorismo, e, como forma de diversão, para além de torturarem e matarem judeus, supliciam animais:
Mostrei-lhe qual a norma islamista na forma de tratar os animais. mesmo os que não são para consumo - como por exemplo cães, gatos, burros, etc. - sãoperseguidos, torturados (nomeadamente crucificados), exterminados, estuprados(basta decapitar o animal a seguir, que o pecado fica perdoado), etc.. Tudo no cumprimento da lei islâmica.
Reacção da Ana? NENHUMA!
Não fez manifestações, não assinou petições, não divulgou, NADA! Balbuciou timidamente que "é melhor não mostrar estas coisas, para não despertar o ódio". E que "ao fim e ao cabo, é a cultura 'deles', e temos que respeitar".
A Ana denuncia a tourada como tortura, e lembra que 'não é cultura'.
Já a tortura animal cometida pelos muçulmanos, não é tortura! É ...'cultura'!
Mas se a ideia de comer animais deixa a Ana furibunda, o que dirá ela do acto se comer pessoas?
ATENÇÃO: IMAGENS EXTREMAMENTE CHOCANTES DOS MATADOUROS DE CRISTÃOS NA SÍRIA:
Reacção da Ana?
"Pooooooois.... é chaaaaaato...".
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana é apaixonadamente contra todas as religiões. E demonstra-o, verbaliza-o abertamente. No Islão, os ateus são executados. A Ana não pia contra o Islão.
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana é apaixonadamente feminista. E demonstra-o, verbaliza-o abertamente. No Islão, as mulheres são tratadas como gado (e vimos acima como é tratado o gado no Islão). A Ana não pia contra o Islão.
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana é apaixonadamente pelos direitos dos homossexuais. E demonstra-o, verbaliza-o abertamente. No Islão os homossexuais são enforcados, ou obrigados a mudar de sexo, em cirurgias bárbaras. A Ana não pia contra o Islão.
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana é apaixonadamente pacifista. Quando Israel é castigado com milhares de mísseis, quando as crianças israelitas são degoladas pelos terroristas islâmicos, quando os infantários, as escolas, os hospitais, os autocarros, as casas, as ruas de Israel estão sob as bombas e as balas dos terroristas do Hamas, a Ana não pia. Porque a Ana não pia contra o Islão.
Não vi a Ana indignar-se quando esta família israelita (como tantas outras) foi chacinada. Se tivesse sido um caracol, ou dois piolhos, a Ana teria dado saltos!
Mas a máquina de propaganda palestinianista comunista antissemita pegou na foto da chacina da família Fogel, e mostrou-a como sendo de vítimas da presente operação israelita anti-terrorismo em Gaza. E a Ana saltou de raiva.
A foto em questão - uma de muitas...
Mostrei à Ana o site paLIEStine, um dos que se dedicam à hercúlea tarefa de desmontar a propaganda global antissemita. Expliquei-lhe que esta imagem, que tanto a impressionou, é da família israelita mais acima, chacinada pelos terroristas do Hamas.
Mas a Ana não percebe.
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana é apaixonadamente antissemita. E vai à manifestação de apoio aos terroristas do Hamas.
Não se interessa pela História de Israel e pelos mitos e factos do conflito entre o mundo islâmico e o Estado Judaico. Não pára um instante para pensar o que faria Portugal, se tivesse um território terrorista vizinho a bombardear-nos diariamente e a fazer incursões, raptar, torturar e assassinar os nossos cidadãos, as nossas crianças, iguais aos filhos dela.
Como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana evita cuidadosamente saber dos escudos humanos que os terroristas do Hamas usam, dos espancamentos, torturas e execuções dos concidadãos que não querem andar ao molho com os terroristas, dentro das escolas, dos hospitais, das ambulâncias, a disparar sobre os soldados israelitas.
Assim, quando os soldados respondem ao fogo dos terroristas, eles têm mortos para mostrar ao mundo. E quando não os têm, inventam-nos!
A Ana jamais iria a uma manifestação contra qualquer grupo ou Estado terrorista Islâmico ou Comunista.
Porque, como toda a gente da sua faixa ideológica-social, a Ana tem o bichinho do romantismo de esquerda, acha a vida numa sociedade livre e democrática muito maçadora, e vê os terroristas do Hamas com o mesmo romantismo com que vê o terrorista genocida cobarde "Che" Guevara. Os terroristas são «cool».
Apesar de serem canibais, e a Ana ser vegana.
E por isso a Ana vai à manifestação, para matar o bicho do romantismo e do antissemitismo da esquerda-tofu.