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domingo, 8 de outubro de 2017

Japão: Israel consultor de segurança das Olimpíadas de 2020


O Japão recorreu a Israel como consultor em anti-terrorismo para os Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio.
Visando os Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio, o Japão tem Israel como consultor para o combate ao terrorismo neste evento desportivo global. 
As autoridades japonesas de segurança e informações visitaram recentemente Israel para assistirem a uma conferência internacional sobre o combate ao terrorismo islâmico que foi facilitada pela Directoria Operacional da Polícia de Israel, informou o Israel Hayom.

"O mundo pode aprender muito com a nossa experiência com o terrorismo", disse um alto funcionário da Polícia ao jornal israelita. "Mas hoje também há muito que podemos aprender com o resto do mundo".
De acordo com a Polícia de Israel, as forças de segurança japonesas actualmente não possuem experiência em Língua Árabe, e com uma maior compreensão da Língua, o Japão poderá abordar melhor possíveis situações de reféns e monitorizar as comunicações entre os terroristas muçulmanos.
O Japão e Israel assinaram um tratado de investimento bilateral em Fevereiro para fortalecer os seus laços diplomáticos e comerciais. O ministro das Finanças israelita, Moshe Kahlon, e o ministro japonês dos Negócios Estrangeiros, Fumio Kishida, assinaram o pacto negociado entre Jerusalém e Tóquio de Maio de 2015 a Dezembro de 2016, durante uma cerimónia no Ministério das Finanças em Jerusalém.

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COMENTÁRIO

1 - Terrorismo, nos dias que correm, é terrorismo islâmico. Os media podem ocultá-lo, os políticos podem ornamentar o discurso, mas na hora da verdade, terrorismo é a jihad islâmica. A realidade é inexorável.

2 - O Japão, uma das potências económicas globais, não hesita em recorrer a Israel. Mas em Portugal, o Partido Comunista Português prefere ver os agentes da Polícia e a população assassinados pelos islamistas do que renunciar ao seu anti-semitismo incrustado que é apanágio da ideologia comunista:

Partido Comunista Português, sempre, sempre ao lado do terrorismo!

Estarem-se nas tintas para a vida ou morte das pessoas não é novidade nenhuma, pois o Comunismo e o Islamismo partilham, juntamente com o Nazismo, a particularidade de serem ideologias genocidas.

3 - Na ONU; o Japão (como quase todos os países do mundo) verga-se ao peso do islamismo que domina a instituição, e vota condenações contra Israel -  porque Israel tem essa estranha mania de existir:

O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel

"O Japão deixou de ser expansionista desde que as suas últimas aventuras lhe renderam uma bomba atómica ... Antes disso, o Japão atacou a Coreia, Taiwan e a Manchúria chinesa. Durante a Segunda Guerra Mundial, ocupou grande parte do Sudeste da Ásia: Burma, Tailândia, Malásia, Indochina, Indonésia, Filipinas ... e a Guerra do Pacífico e o ataque em Pearl Harbor, no Havai. O Japão manteve a soberania sobre as ilhas de Ryukyu, conquistadas em 1872, das quais a mais conhecida é Okinawa."

4 - No Japão, propagar o Islão é CRIME:

No Japão, não há Islão...

É por isso que o Japão não tem problemas de terrorismo. Olaré!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

No Japão, não há Islão...




- É claro, que os adeptos do politicamente correcto preferem que as nossas sociedades sejam lentamente aniquilados pelo supremacismo islâmico, e que os cidadãos do Mundo Livre sejam diariamente fustigados pelo terrorismo. Tudo em nome da "não discriminação".  
Já agora, porquê discriminarmos a seita Aum Shinrikyo, do japonês Shoko Asahara? Bem vistas as coisas, o total de assassínios cometidos pelos seguidores do Shoko com o gás sarin, foi de 27. Só cristãos, o Islão mata 33 cristãos por hora, em média. É só fazer as contas!


Numa altura em que o terrorismo muçulmano assola o mundo, como há  muito não se via, talvez útil dar uma olhadela num país que não sofre o mesmo destino, e analisar exactamente porquê...

Em 2011, os muçulmanos sunitas foram responsáveis pelo maior número de ataques terroristas e mortes, pelo terceiro ano e consecutivo. Mais de 5.700 actos terroristas foram cometidos por muçulmanos sunitas, responsáveis ​​por quase 56 % de todos os ataques e cerca de 70 % das 12,533 mortes.


Os outros 24 % das mortes devem-se aos muçulmanos xiitas. Então, em 2011, os muçulmanos foram responsáveis ​​por 94 % das mortes globais em ataques terroristas. Desde 2011, com o ISIS em cena, o número de ataques terroristas muçulmanos cresceu acentuadamente, juntamente com a participação de muçulmanos no terrorismo mundial, que está em constante crescimento e se aproxima dos 100%.

Em 2013, segundo o Departamento de Estado dos EUA, um total de 9.707 ataques terroristas islâmicos ocorreram em todo o mundo, resultando em mais de 17.800 mortos e mais de 32.500 feridos. Além disso, mais de 2.990 pessoas foram sequestradas ou tomadas como reféns.


17.800 mortes deveram-se apenas a três grupos terroristas muçulmanos, os Taliban, ISIS e o Boko Haram. E existem no mundo mais de 50 grupos terroristas muçulmanos activos.
Os terroristas muçulmanos pode orgulhar-se: a sua parte nos ataques terroristas mundo está agora perto de 100%.

Parece que não há um único país onde os muçulmanos não mostrem a sua verdadeira face ... Mas há um país em que não é assim. É um dos países mais desenvolvidos da Terra, e a sua natureza democrática é reconhecida em todo o mundo, um verdadeiro aliado dos EUA e membro da OTAN. No entanto, não houve um único ataque terrorista perpetrado por muçulmanos nesse país.
Além disso, não houve um único, mesmo pequeno, motim, perturbação ou protesto, não importa quantas caricaturas do profeta Maomé tenham sido publicadas.

O nome deste afortunado país é Japão.


Claro que o Japão conseguiu este excelente resultado através de uma política de integração super eficaz, através da utilização das mais avançadas tecnologias para monitorizar a actividade terrorista, e gastando biliões de ienes na construção de milhares de mesquitas e escolas islâmicas em todo o Japão, promovendo a proibição de carne de porco em todos os locais públicos, introduzindo horas separadas para meninos e meninas nas piscinas em todas as escolas públicas, e os médicos do sexo masculino japoneses não se atrevem tocar as suas pacientes do sexo feminino!, as mulheres muçulmanas beneficiam de uma assistência social imensa de cada vez que têm uma criança, os tribunais Sharia foram introduzidas no sistema judicial do Japão, e o Alcorão é considerado um Livro Sagrado no Japão ...


Não... nada disso! O que o Japão fez para evitar problemas relacionados aos muçulmanos foi muito mais simples e mais barato: o Japão está praticamente fechado aos muçulmanos.

Oficialmente, a imigração para o Japão não está fechada para os muçulmanos. Mas o número das autorizações de imigração oferecidas aos candidatos de países islâmicos é muito baixo. A obtenção de um visto de trabalho não é fácil para os adeptos do Islão, mesmo que sejam médicos, engenheiros ou gestores enviados por empresas estrangeiras que actuam na região. Como resultado, o Japão é "um país sem os muçulmanos".


Não há estimativa confiável sobre a população muçulmana japonesa. No entanto, as alegações de que há trinta mil muçulmanos, feitas por alguns pesquisadores, são, sem dúvida, um exagero. Alguns afirmam que há apenas algumas centenas.


Instado a dar uma estimativa sobre o número real de muçulmanos no Japão, o ex-presidente da Associação Islâmica do Japão, Abu Bakr Morimoto, respondeu: "Para dizer francamente, no Japão há apenas mil muçulmanos. Se incluirmos aqueles que se converteram por causa do casamento, mas que não praticam, o número será de alguns milhares."

Um dos líderes da comunidade muçulmana no Japão, Nur ad-Din Mori, foi perguntado: "Qual a percentagem da população total do Japão são muçulmanos?". Ele respondeu: "A resposta no momento é: Um em cada cem mil".

A população do Japão é de 130 milhões de pessoas, portanto, se esses líderes muçulmanos estão correctos,  deve haver cerca de 1300 muçulmanos. Mas mesmo aqueles muçulmanos que obtiveram autorizações de imigração e viveram muitos anos no país tem chances muito escassas de se tornarem cidadãos japoneses.

O Japão proíbe oficialmente a exortação às pessoas para adoptarem a religião do Islão (Dawah), e qualquer muçulmano que incentive a conversão ao Islão é visto como o proselitista de uma cultura estrangeira indesejável. Os "promotores do Islão" muito activos enfrentam a deportação e pena de prisão.


A língua Árabe é ensinada por muito poucas instituições académicas; há apenas um instituto: o Instituto Árabe Islâmico, em Tóquio. Mesmo a Universidade Internacional do Japão em Tóquio não oferece cursos de língua Árabe.


Importar o Alcorão em Árabe é praticamente impossível, e a única
versão permitida é a "adaptada", em Japonês.

Até recentemente, havia apenas duas mesquitas no Japão: em Tóquio e Kobe. Agora, o número total de locais de oração muçulmanos no Japão é contado em cerca de 30 mesquitas individuais e cerca de uma centena de salas de apartamentos reservados para orações.


A sociedade japonesa espera que os muçulmanos rezem em casa: se se "prostrarem" nas ruas ou praças estão previstas multas bastante elevadas, e os participantes podem ser deportados.Muitas vezes, as empresas japonesas que buscam trabalhadores estrangeiros fazem notar que não estão interessadas ​​em muçulmanos.


Não há sequer um vestígio de Lei Sharia no Japão, e comida halal é extremamente difícil de encontrar.

Fonte: JewsFacts

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Israel e Japão Fortalecem Laços



'Vocês Enfrentem a Coreia do Norte ... Nós Enfrentamos o Irão", disse Netanyahu ao homólogo japonês.
Numa visita de quatro dias ao Japão, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, salientou os objectivos comuns de ambas as nações, em reuniões com líderes políticos e empresariais.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está em Tóquio, numa visita de trabalho de quatro dias ao Japão com sua esposa Sara, e reuniu-se com os membros da Associação Parlamentar de Amizade Israel-Japão, liderada pelo membro do Parlamento Gen Nakatani. 
Israel e Japão Compartilham "Vínculo Comum" .

Almoço do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu com Gen Nakatani, presidente da Associação Parlamentar de Amizade Israel-Japão, e outros membros do Parlamento do Japão. (Foto: Kobi Gideon Flash / 90)

"Há um elo comum entre Israel e Japão", disse Netanyahu. "Israel e Japão são ambos países de progresso, sociedades tecnológicas e democráticas. Vocês enfrentam a Coreia do Norte, que é um regime desonesto com armas nucleares", afirmou Netanyahu.

"Nós enfrentamos a possibilidade de o Irão, que é um regime desonesto, vir a ter armas nucleares. Eles estão a cooperar entre eles e nós devemos cooperar entre nós. Quero elogiar-vos por manterem a tocha da amizade israelo-japonesa viva, e cada vez mais forte. E vai ficar ainda mais forte com esta visita. Estou confiante nisso".

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu com o ministro japonês da Economia, Comércio e Indústria Toshimitsu Motegi, em Tóquio. (Foto por Kobi Gideon Flash / 90)

Netanyahu: A Ciber ​​Segurança "Transcende Tudo"

No começo do dia, trabalhando para melhorar a colaboração económica entre Israel e Japão, Netanyahu reuniu com líderes empresariais da Panasonic, incluindo o Presidente do Conselho de Administração, Shusaku Nagae, o Director Yoshiko Hamazaki, o responsável de  Vendas Hiroki Miyaji e o Director de Relações Internacionais Genichiro Shimada.

"Há uma área que transcende tudo e afecta tudo, e esta é a questão da segurança cibernética", declarou Netanyahu na reunião de cooperação. "Todos os sistemas que eu vi aqui são sistemas informatizados; todos eles são vulneráveis. A cibersegurança é uma necessidade crescente e uma necessidade central para os vossos negócios. Isso é algo que Israel está a desenvolver aos poucos, numa escala global, e estamos abertos a participação não só dos governos, mas também das empresas. As maiores empresas do mundo neste campo e áreas afins estão a chegar agora a Israel para investir em segurança cibernética, e nós convidamo-vos a fazerem o mesmo ".

Netanyahu deve reunir-se com o seu homólogo japonês, o primeiro-ministro Shinzo Abe segunda-feira à noite.

United With Israel

- Nota nossa: Saudamos com muito agrado esta cooperação. A Europa e os Estados Unidos de Obama & C.a, tão hostis a Israel, devido aos preconceitos que todos conhecemos, é que ficam a perder.