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domingo, 6 de março de 2016

Mas afinal quem são os "palestinos"?



NUNCA existiu nenhuma Palestina árabe. Os Árabes invadiram a Terra de Israel em 1920 (ver lista de vídeos da época mais abaixo). 88% do território de Israel foi dado aos invasores Árabes para aí fundarem um país chamado Jordânia. A reivindicação de mais terra para um novo Estado Árabe em Israel é apenas outra forma de pedir a extinção de Israel e dos judeus. Israel é 0,5% do Médio Oriente, e está cercado de vizinhos que anseiam pela sua obliteração. Israel não pode dar mais terra aos terroristas, como fez em Gaza, e teve como agradecimento dezenas de milhar de mísseis e ataques indiscriminados sobre a população civil! 

Ainda hoje, na Europa, e especialmente em França, é simplesmente impossível expressar um ponto de vista "pró-Israel" nos media. No entanto, os meios de comunicação tradicionais publicam, todos os dias, artigos pró-"palestinos", sob uma aparência supostamente "independente" e "objectiva".
  
Há algum tempo, li um audacioso artigo de Harry Mandelbaum, um artigo que teve a incrível impertinência e a soberana audácia de lançar uma luz diferente sobre a narrativa consagrada pelos media. Pelo gosto pela provocação e para re-informar os nossos leitores, faço questão de o publicar:


Um erro típico que até mesmo os israelitas cometem, e que se deve corrigir, é chamar aos locais árabes "palestinos". Isso é dar a munições aos árabes, que eles usam para deslegitimar Israel. Isso corresponde a dizer: "Sim, estamos de acordo com vocês. Vocês estavam aqui antes de nós. Este é o vosso país e foi-vos roubado." É essa a lenda árabe, e se o mundo e Israel continuam a definir os árabes como "palestinos", estão a jogar o jogo deles.
É altura de fazermos uma actualização e pararmos de definir os árabes como "palestinos". Muitos árabes que vivem em Israel e ao redor, pretendem que o Mundo acredite que eles são os descendentes dos cananeus e/ou dos filisteus (por enquanto, eles ainda não chegaram a acordo quanto à sua origem ). Mas, na verdade, pouco importa. Mesmo que eles se ponham de acordo quanto às suas imaginadas raízes: as duas tribos não existem há cerca de 5.000 anos.
É  importante realçar que a maioria dos árabes da região são muçulmanos. Sabemos que o Judaísmo existe há mais de 5.700 anos (embora não exactamente na sua forma actual), sabemos que o Cristianismo tem 2.000 anos de idade, e sabemos que o Islão surgiu no século VII. Então, impõe-se a pergunta: afinal, quem são esses "palestinos"?

Se os árabes começaram a definir-se como "palestinos", é simplesmente porque eles não têm absolutamente nenhuma ligação a este lugar. Eles são da Jordânia, Egipto, Líbano e outros lugares, mas não deste local específico. Não são de Israel. Não é precisa muita pesquisa para constatar que a letra "P" nem existe no alfabeto Árabe, muito menos a palavra "Palestina". E que o nome "Palestina" foi criado pelo Império Romano. Os Romanos deram esse nome ao país depois de terem vencido a resistência judaica cerca de 75 A.E.C. - portanto, pelo menos, 600 anos antes do nascimento do Islão. O nome "Palestina" foi especialmente difundido após a derrota de Bar Kochba em 132.

A palavra "Palestina" foi inspirada pelos Filisteus, que eram um povo que vivia na região na Idade do Ferro (cerca de 1175 A.E.C.) e que invadiu a Judeia. As más línguas dizem que, se os Árabes escolheram esse nome, eles fizeram uma escolha muito adequada. "Antes de 1967 não existe nenhum artigo de jornal ou qualquer outra referência aos árabes  como "palestinos". O conflito no Médio Oriente era simplesmente conhecido como o conflito israelo-árabe, e não como conflito israelo-palestino ".


A invasão Árabe da Terra de Israel em 1920 está sobejamente documentada. Só não sabe a verdade quem não quer. Veja a lista de vídeos completa, que vale a pena.

Antes do renascimento do Estado de Israel em 1948, as únicas pessoas conhecidas como "palestinos" eram o povo judeu. Não o povo árabe. Os árabes, aliás, não queriam ser chamados "palestinos" porque não queriam ser associados nem aos judeus, nem ao domínio britânico da Palestina. Era um insulto. Se alguém chamasse "palestino" a um árabe, teria como resposta algo como: "Calma aí, eu sou árabe! Eu não sou judeu!".

Os árabes que viviam na região tornaram-se "palestinos" após a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Antes disso, quando a Judeia, Samaria e Jerusalém, foram ocupadas pela Jordânia, e Gaza foi ocupada pelo Egipto, nenhum árabe se via como "palestino". Mesmo Yasser Arafat, o famoso líder "palestino", ex-líder da OLP "palestina", não nasceu "palestino". Ele, que se definia como "refugiado palestino", nasceu no Cairo e toda a sua vida falou  árabe com sotaque egípcio.

Soldados judeus na II Grande Guerra - Foto do Museu do Soldado Judeu na Segunda Grande Guerra. Os judeus também se bateram na I Grande Guerra.

Arafat fez o serviço militar no exército egípcio e estudou na Universidade do Cairo, onde viveu até 1956. Ele nunca foi refugiado de onde quer que fosse e não era nativo da região. O nome completo de Arafat era Mohammed Abdel Rahman Abdel Raouf Arafat al-Qudwa al-Husseini. O sobrenome Al-Husseini indica que sua família veio originalmente de Jordânia.
Antes do final da década de sessenta, o termo "palestino" era usada pelo mundo para definir os judeus. Para todos - todos os meios de comunicação, todos os políticos, toda a gente - a Palestina era uma outra palavra para Israel, como Kemet é outra palavra para o Egipto. Até 1950, o jornal Jerusalem Post chamava-se Palestine Post.

O periódico da Organização Sionista da América  chamava-se "Nova Palestina". O Banco israelita Leumi chamava-se "Banco Anglo-Palestino". A empresa de Electricidade de Israel chamava-se "Companhia Eléctrica da Palestina".  Poderíamos também referir organizações como o "Fundo Fundação Palestina" ou a "Orquestra Sinfónica da Palestina". Todas essas empresas, essas organizações, foram fundadas e dirigidas por judeus. Nos EUA, a Juventude Sionista cantava "Palestina, minha Palestina", "Canção dos Escuteiros da Palestina" e "Canção da Primavera na Palestina". Os árabes estavam cientes de que "palestino" significava "judeu", simplesmente. E por isso não queriam que as pessoas os designassem assim.
Jogo de futebol entre Austrália e Palestina, no ano de 1939. Os jogadores da Palestina eram judeus, como todos os habitantes nativos. Palestina era o nome da Terra de Israel quando esteve sob domínio britânico, assim como a Suíça também é conhecida como Confederação Helvética:


Então, de repente, após a guerra de 1967, os árabes disseram que eram palestinos. A ideia veio de especialistas em relações públicas da KGB, na antiga União Soviética. O plano e a campanha foram preparados e orquestrados pelo Instituto Estadual de Estudos Orientais, cujo líder era Levgueni Primakov. Primakov era um espião, falava muito bem Árabe. Tinha trabalhado em vários países árabes, fazendo-se passar por repórter do jornal soviético Pravda.

- É hoje uma verdade histórica indiscutível que os comunistas soviéticos criaram a mentira da "Palestina árabe", assim como mantiveram regimes árabes na região - os chamados países Árabes Vermelhos - na sua esfera de influência, numa tentativa de conquistar o Médio Oriente para o Bloco Comunista. É por isso que a Esquerda ocidental odeia Israel e apoia a falsidade com que pretendem derrubar a única democracia do Médio Oriente.

Os media do bloco soviético começaram então a chorar pelos "pobres palestinos" e a clamar contra os "judeus perversos que roubaram o país aos pobres palestinos". A ideia dos "pobres palestinos" foi rapidamente adoptada pelos media de esquerda, especialmente durante o ano de 1968, um período propício para este tipo de propaganda. Depois de três anos de propaganda mediática, o egípcio Yasser Arafat fez um périplo apaixonado pelas universidades europeias e discursou na ONU, explicando que ele, um "palestino original" tinha visto roubar o seu país e tinha sido humilhado por esses "judeus Khazares".

O "povo palestino" saiu do nada e foi gradualmente instalado no vocabulário e na compreensão Europeia. Há que reconhecer que o plano funcionou bem simplesmente porque ele foi contra os judeus. Se a União Soviética e os árabes tivessem tentado explicar ao mundo que  os "espanhóis" tinham roubado Andaluzia aos indígenas, toda a gente teria rido. Mas quando se trata dos judeus...

Não nos equivoquemos; os europeus nunca gostaram dos judeus, e, por isso, apressaram-se a aceitar essa história dos "pobres palestinos espulsos pelos judeus". Israel lançou uma campanha para explicar os factos, mas não tinha meios para lidar com a máquina de propaganda árabe-soviética, bem apoiada pelos meios de comunicação de esquerda e pela mentalidade do Maio de 68. Ainda por cima, Israel tinha que virar os seus esforços para desenvolver este novo país, enquanto estava em guerra. Israel não podia ser ouvido.
Poster das Brigadas Judaicas, que combateram na II Grande Guerra. Nessa altura, Israel estava sob ocupação Britânica. De Israel (então chamado Palestina) vieram 15 batalhões de voluntários judeus, que deram o seu contributo para que o Bem vencesse o Mal. Os Árabes, esses, alinharam com Hitler e colaboraram no Holocausto.

Daí que hoje os árabes que se definam como "palestinos" e chorem porque "os judeus lhes roubaram a terra." Quando alguém afirma que "os judeus roubaram Judeia aos palestinos" esta frase faz algum sentido? Não faz estremecer de indignação qualquer pessoa informada? Então, porque é que nós ainda chamamos aos árabes "palestinos"? Simplesmente porque, mais uma vez, Israel e os judeus escolheram um compromisso para terem paz, para acalmar as coisas. Ensine os seus amigos a usarem as palavras certas, os judeus são os palestinos, os árabes são árabes, conclui Harry Mandelbaum.

Via EUROPE-ISRAEL

http://www.europe-israel.org/



É o que estamos a fazer, caro Harry Mandelbaum. Muita gente se espanta quando sabe (está escrito na barra lateral, aliás) que o nosso blogue não é de judeus, nem de israelitas. Foram os judeus que introduziram na nossa Civilização o conceito de tratar os outros como gostaríamos de ser tratados, sejam eles quem foram. Mal de nós se só defendêssemos "os nossos". Os nossos são todos, especialmente os perseguidos, os fracos e os injustiçados. É assim que os Patriarcas e os Profetas de Deus ensinam, no Livro mais famoso da História. E esse Livro, também é Made in Israel.

Se preza a Verdade, não deixe de ler e divulgar: MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

Um vídeo sobre o tema deste post: 


Só é pena não ser legendado em Português. Um youtuber comenta: "Toda essa conversa confunde as pessoas. Tudo que é preciso saber é; Árabes são da Arábia, e os judeus são da Judeia (Israel). Árabes/muçulmanos são conquistadores e expandem violentamente o Islão; os judeus não se importam se você come bacon ou trabalha no Sábado. Países árabes / muçulmanos têm registos em Direitos Humanos, muitas vezes são ditaduras, e Israel é uma democracia multi-étnica e liberal. Se os "palestinos" não gostam de checkpoints, devem parar de mandar os filhos entrarem em Israel com cintos de bomba, e parar de disparar mísseis contra quem lhes dá a chance de uma vida melhor: Israel".

Denis Prager explica como a questão é tremendamente simples:



É simples, mas, por conta da propaganda anti-Israel, sofrem milhares de vítimas inocentes, e o Mundo ainda as culpa: 


quinta-feira, 3 de março de 2016

Conflito Israelo-Árabe: Nova Traição Francesa


A destruição do Segundo Templo de Jerusalém, no ano 70 da Era Cristã, originou uma dispersão dos judeus (a Diáspora Judaica) que dura até aos dias de hoje.

Ao longo da História da Diáspora Judaica, que se seguiu à destruição do Segundo Templo em Jerusalém (ver post História de Israel - O Império Romano‏), os judeus têm sido alvo de atrozes perseguições e calúnias. Na Idade Média eram acusados de envenenar poços e de comer crianças. No tempo do Nazismo eram acusados de manipular a opinião pública através da Imprensa e de serem todos (sem excepção!) extremamente ricos. Problemas que costumam afectar as minorias, mas que afectam umas mais que outras.
Ao longo de 2 mil anos de dispersão pelo Mundo, os judeus ouviram muitas vezes: "Vão para a vossa terra!". Depois veio a restauração da independência de Israel, em 1947. Muitos judeus de todo o Mundo, fugindo às perseguições e à má vontade de sociedades que não os aceitavam, foram para Israel juntar-se aos seus irmãos que lá permaneceram.


Poder-se-ia pensar que a partir daí as pessoas que não gostam dos judeus se sentissem mais aliviadas. Afinal, os judeus já podiam "ir para a terra deles". Mas não. O que tem acontecido é o oposto. O Mundo não tem parado de gritar: "Saiam de Israel e entreguem o país aos Árabes!"
A História tem sido apagada e modificada em favor de um mito chamado "Palestina". "Palestina" foi o nome que os Romanos e os Britânicos deram a Israel. Até aos anos 70, ninguém jamais ouvira falar de uma "Palestina" Árabe. Esse mito foi criado pela União Soviética e pela Liga Árabe - como também já demonstrámos à exaustão.
Para além de todos (e têm sido muitos) os posts em que explicamos e demonstramos que NUNCA EXISTIU NENHUM ESTADO ÁRABE EM ISRAEL e que OS ÁRABES INVADIRAM ISRAEL EM 1920 (ver documentário com filmagens originais, parte 1 e 2) , aconselhamos a (re)leitura de:

Se o mundo islâmico não fosse tão grande, tão poderoso e tão petrolífero, o grãozinho de areia que Israel é, por comparação (Israel é e, área 0,02% do mundo islâmico), não mereceria tanta atenção. Mas o grande Império Islâmico não aceita um país não muçulmano no seu seio. E o Mundo alinha com o Império Islâmico. Alinha com o Golias, não com o David. Cobardia e oportunismo.

Só com uma lupa conseguimos distinguir Israel no meio da enorme mancha verde de países islâmicos. Mas a obsessão do Mundo para com Israel é inversamente proporcional.

O que nos traz aqui hoje é o comentário a mais uma traição do Mundo Livre ao pequenino Israel:


A TRAIÇÃO FRANCESA

A soberania foi dado aos Árabes sobre mais de 96% do território judaico anteriormente ocupado pelos Império Turco Otomano no Médio  Oriente. Os Judeus receberam a pequena Palestina, em reconhecimento dos seus laços históricos.

A França está a pressionar diplomaticamente a favor da criação de uma segunda entidade política árabe na Palestina (além de Jordânia, um país muçulmano inventado, que levou 88% do território de Israel). No entanto, a França já reconheceu - no Direito Internacional, em 1920 - a soberania de jure dos judeus sobre toda a terra desde o Rio Jordão até o Mar Mediterrâneo, incluindo a Judeia e Samaria, designadas erroneamente como "Cisjordânia".


A bandeira da Palestina (assim se chamava Israel enquanto Protectorado  Britânico) em 1939. Azul e branca, com a Estrela de David ao meio. Os judeus, povo nativo e cidadãos da Palestina Britânica, lutaram pelos Aliados nas duas Grandes Guerras do Século XX.

Como membro do Conselho Supremo  das Potências Aliadas pós - I Grande Guerra, a França, juntamente com a Grã-Bretanha, o Japão, a Itália e os EUA como observadores, teve o poder de disposição sobre o então Império Otomano, que ocupava todo o território do Médio Oriente.

O Conselho Supremo - no cumprimento da decisão de devolver a terra aos seus habitantes originais - deu soberania aos árabes em mais de 96% das terras anteriormente ocupadas pelos Turcos Otomanos no Médio Oriente. Ao mesmo tempo - em San Remo, Itália - foram dados direitos de soberania ao povo judeu sobre a pequena Palestina, em reconhecimento dos nossos laços históricos com a Terra. Palestina era o nome dado pelos ocupantes Romanos à pátria judaica, um nome baseado nos Filisteus, e sem qualquer relação com os árabes de hoje.

O nome Palestina-Eretz Israel, ou apenas Palestina, era sinónimo de uma nação judaica com mais de 3.000 anos de História, e era assim que a terra era vista em todo o mundo, inclusive na França, como se pode constatar na edição de 1939 do altamente respeitado dicionário Larousse. A bandeira da Palestina era azul e branca com uma estrela judaica dourada no meio.


O plano de partição nas Nações Unidas acabou por oferecer  88% do território de Israel aos Árabes. Os judeus alegraram-se com os seus 22%. Os árabes decidiram exterminar os judeus da face da Terra.

A França e os outros membros da Liga das Nações votaram em 1922 e aprovaram por unanimidade o Mandato Britânico da Palestina, que exigiu que a Grã-Bretanha facilitasse o retorno do povo judeu à sua pátria. O mandato também proibiu a cedência de terra para outros usos que não a soberania do povo judeu.

As fronteiras do Estado judeu foram definidas a partir do Rio Jordão até ao Mediterrâneo, embora originalmente o Estado judeu incluísse  também as terras a leste do rio Jordão.

Em Novembro de 1917, o governo britânico prometeu ao povo judeu, através da Declaração de Balfour, ajudar a estabelecer um lar nacional judaico no território conhecido como Palestina. Os judeus de todo o mundo dançaram nas ruas. O mundo islâmico preparou-se imediatamente para o extermínio dos judeus, começando pelos que viviam nos países muçulmanos.

A História do Mandato Britânico, no período entre 1917 e 1948, está amplamente documentada. Antes da perspectiva da restauração da independência de Israel, o território era um canto remoto e esquecido do Império Otomano, que não suscitava qualquer interesse ao mundo islâmico. Israel passou a ser importante com a independência.


Apesar de os árabes terem recebido mais de 96% das terras anteriormente ocupadas pelo Império Otomano  no Médio  Oriente, e apesar dos compromissos legais assumidos pelo Mandato, a Grã-Bretanha permitiu que um grande número de árabes inundasse  ilegalmente a pequena Palestina.

A maioria dos árabes que vivem hoje em Israel são descendentes de árabes nativos de mais de 20 outros países - não da Palestina - que entraram ilegalmente na Palestina sob o mandato britânico.

O mais prestigiado geógrafo francês, Vital Cuniet, registou que em 1882, havia apenas 141 mil árabes na Palestina.

"A população árabe da Palestina era pequena e limitada até reassentamento judaico que restaurou as terras estéreis e atraiu árabes de países vizinhos." - Isto foi afirmado pelo Presidente da Comissão Palestina Cristã Americana, Dr. Hermann Voss, em 1953.

"Esta imigração ilegal não provém do Sinai, mas também da Transjordânia e da Síria" - declarou o governador britânico na Palestina (1922-1933) sobre a imigração árabe, em Relatório da Comissão Real.
O Ministro do Interior do Hamas, Fathi Hamad, declara, na TV egípcia: "Metade dos palestinos vieram do Egipto e a outra metade veio da Arábia Saudita". E admite que os "palestinos" são um povo "inventado":

 


Os imigrantes árabes ilegais alegaram ser nativos

Após a sua entrada, os imigrantes árabes ilegais alegaram que eram as pessoas nativas. Esta mentira, juntamente com a constante violência árabe, foi usada pelos britânicos para justificar o cercear da imigração judaica, que o Reino Unido tinha sido mandatado pela Lei Internacional para facilitar!


1929 - Fanáticos árabes massacram judeus nas ruas de Jerusalém. Nada mudo. Nem mudará. Fanáticos são fanáticos.
 
A França e os outros membros da Liga traíram Direito Internacional e a sua missão sagrada, permitindo que a Grã-Bretanha impedisse os judeus de alcançarem a sua terra natal, antes, durante e depois do Holocausto. 

Este também foi o caso dos Estados Unidos, que, através da sua Convenção Anglo-Americana de 1924, eram obrigados a respeitar as disposições do mandato.

O libelo de sangue e de "roubo de terras"

A acusação que retrata Israel como um ocupante ilegal é a continuação da mentira árabe que vigora desde o período do mandato. É o "libelo de sangue e de 'roubo de terras'" de hoje. A violência árabe hoje é a mesma. O terrorismo árabe continua a ser usado para enganar o Mundo, como foi usado para justificar a permanente traição ao povo judeu e para bloquear a sua imigração para a sua pátria ancestral. 

Esta traição contra o povo judeu, perpetrada pela França e pelos outros membros da Liga das Nações, impediu os judeus escapassem ao Holocausto e se refugiassem na Terra de Israel, reconhecida como a pátria judaica pelo Direito Internacional nas décadas anteriores. Hoje, a mentira que é esconder a ocupação árabe e a violência árabe, está a ser usada ​​para a criação de outro Estado árabe na Palestina judaica-Eretz Israel - a Terra de Israel. O apoio da França a mais esta ocupação é um apoio às forças apostadas em destruir o Estado judeu.

 
A cultura ideológica do anti-semitismo da Alemanha nazi é adoptada pelo Hamas, pela Irmandade Muçulmana (apoiada pelo terrorista Barack Hussein Obama, que até tem diversos membros no seu gabinete) e pelo Hezbollah da malta da extrema-esquerda.


Por , activista pró-Israel, de Toronto, Canadá, co-fundadora de Canadian Jews e Friends of Yezidis.

Veja também: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS...


Nos dias de hoje, com toda esta e muito mais informação disponível, só persiste no erro quem quer.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O Êxodo Moderno dos Judeus Etíopes



Um assunto que tem fascinado os historiadores ao longo dos séculos e até ao dia de hoje, tem sido a comunidade etíope que se designa a si mesma como "Beta Israel". Estes etíopes dizem-se descendentes dos Antigos israelitas e mantêm costumes descritos na Bíblia Hebraica.

Apesar das controvérsias acerca da origem desta comunidade, conhecida como dos "judeus etíopes", eles são agora parte da vida em Israel, e têm também uma história de Êxodo.

No início dos anos 70, o governo anti-religioso da Etiópia tornou a vida da comunidade judaica insuportável. Segundo o rabino Menechem Waldman, "o regime proibiu a prática do Judaísmo e a aprendizagem do Hebraico, e prendeu os líderes comunitários sob a acusação de serem espiões Sionistas. Fome, violência, horrendas condições sanitárias - o sofrimento dos judeus etíopes chamou a atenção do Mundo, e o governo israelita começou a fazer planos para os libertar".

Milhares de judeus etíopes fugiram da Etiópia para o Sudão, ajudados pelo governo de Israel, tal como outrora os judeus fugiram da escravidão no Egipto. Cerca de 4 mil morreram na jornada, muitas mulheres foram violadas e muitos foram atacados.

Nos anos 80, uma ponte aérea transportou milhares de judeus etíopes para Israel, na Operação Salomão. A 21 de Maio de 1991, durante um período de de 36 horas, 34 aviões israelitas, incluindo IAF C-130 e aviões de carga da El Al, transportaram 14.325 judeus etíopes para Israel.

Um avião da El Al transportou 1.122 passageiros, estabelecendo o recorde mundial de mais pessoas transportadas numa só aeronave. Hoje, 130.000 judeus etíopes vivem em Israel. Mais de metade já nasceram em solo israelita. Tal como a História do Êxodo, esta é uma jornada da opressão para a liberdade.

Bizu Riki Mullu, um israelita etíope, diz: "Ninguém compreende melhor a História do Êxodo do que nós. Cada dia na Etiópia era passado a tentar fugir para Israel".

Tal como os judeus escravos no Egipto, os judeus etíopes tiveram que fugir num ápice e estiveram sempre desprotegidos até chegarem a Israel. Mullu acrescenta: "Quando pensamos em como os Antigos Judeus viveram no deserto até chegarem a Israel, lembra-mo-nos da nossa fuga da Etiópia".

Na Páscoa, os judeus de todo o mundo vêem o Êxodo como se o tivessem vivido eles mesmos. No caso dos judeus etíopes, essa vivência tem um significado ainda mais especial.


A tradição pascal etíope é diferente e única. Antes da Páscoa, os judeus etíopes partem todos os seus pratos e fazem novos, como símbolo de ruptura com o passado. Os judeus etíopes continuam também a sacrificar cordeiros, e a sua ceia de Páscoa é mais festiva e menos estruturada que a das outras comunidades. os judeus etíopes só começaram a beber os quatro copos de vinho desde que um grupo visitou a Europa no século XIX.

Uma tradição que se mantém igual é a de se remover os produtos hametz (fermentáveis), e no geral, o Seder (ceia) é celebrado como nos tempos Bíblicos. Nesta altura do ano em que os judeus de todo o mundo recordam a Páscoa, é importante honrar a tradição dos judeus etíopes e o seu Êxodo dos tempos modernos.

Texto original de Rachel Avraham


Breve comentário: A história destes refugiados, acossados por todos os países da região, vítimas das maiores atrocidades, e acolhidos como cidadãos de pleno direito em Israel, serviu (como tudo serve) para acusações internacionais de RACISMO (!!!!!), dirigidas a Israel! Relembramos o post  'Denegrindo Israel de novo'

A mesma Imprensa e a mesma opinião pública que ignoram deliberadamente e legitimam como traço cultural o genocídio dos não muçulmanos em terras de Islão, não param de martelar o absurdo que desmontámos no post supracitado. 

O antissemitismo é uma feroz doença mental. Com a nossa propensão de nascença para estarmos sempre ao lado dos fracos e dos oprimidos, dos injustiçados e dos caluniados, não poderíamos deixar de estar ao lado de Israel. Ainda que nos custe a vida, assim será, sempre. 

Mais vale morrer livre do que viver escravo. Foi essa a lição que o Povo de Israel exemplificou, quando fugiu do cativeiro egípcio. Coincidentemente, o Deus Único, o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, o Deus Verdadeiro, revelou-se logo a seguir, não a um homem, mas a todo um Povo, que transmitiu essa Boa Nova a todos os Povos do Mundo..
 

Após esta vida, não nos espera nenhum deus sanguinário de vingança e luxúria. Espera-nos, a TODOS, um Deus de Bondade. E Justiça...

domingo, 18 de agosto de 2013

TOLERÂNCIA ZERO para o Terrorismo!

A boa vontade e o desejo de paz dos islamistas é proverbial... Aqui com mais detalhe, e no vídeo seguinte, o amigo Sayed Hasan Nasralla, do grupo terrorista Hezbollah, reafirma que "Israel é um tumor canceroso":


Enquanto isso, em Israel tratam-se tumores cancerosos de facto, sem olhar a nacionalidades, religiões, etnias ou convicções; mas adiante:

Já imaginou o que é viver diariamente debaixo de ataques terroristas vindos de Gaza, da "Cisjordânia" de dentro do próprio Israel e de todo o mundo islâmico? Viver debaixo do ódio cego de milhões e milhões de indivíduos como este? Já! Decerto que já imaginou, se tem andado aqui pelo planeta Terra e tem estado a par das acções da Al-Qaeda e de outros grupos terroristas islâmicos.

Uma leitora isabelina acusava-nos aqui há tempos de não apresentarmos soluções para  problema do terrorismo global islâmico, recomendando-nos que aprendêssemos antes a aceitá-lo, para assim exercermos o dever ocidental de "respeitar as outras culturas, diferentes porém igualmente válidas".




Como temos um mau-feito de todo o tamanho, não achamos muito boa ideia "aceitar" que os terroristas rebentem com o Mundo Livre todo, que cometam todas as atrocidades que lhes apeteça, que tomem as mulheres "infiéis" como escravas sexuais (como já exigem abertamente em manifestações, aqui mesmo na Europa), que instituam a Sharia, etc... Feitios...


Uma das soluções capazes de suster o terrorismo e as provocações islamistas na nossa terra será tratar os terroristas como... terroristas. Alguém teve coragem de o dizer abertamente, assim como quem diz que o rei vai nu! E vai! O artigo completo e original está aqui, e merece atenção. Ehud Tokatly afirma sem rodeios que os terroristas devem ser tratados como piratas.

Aqui vai:
O paralelo histórico para as organizações terroristas de hoje são os piratas, que foram definidos na época do Império Romano como "inimigos da Humanidade". 
O Direito Internacional paralisa hoje as nações civilizadas na sua guerra contra o terrorismo. 
O ex-Chefe do Supremo Tribunal de Justiça de Israel, Aharon Barak afirmou uma vez: "Estamos a lutar contra terroristas com os braços amarrados atrás das costas. Mas, na minha opinião, os falsos liberais que alertam para que 'não devemos descer ao nível do inimigo', são pretenciosos, hipócritas e racistas.

Poucos de nós sabemos que as bases mais antigas do Direito Internacional visam supostamente fortalecer, e não enfraquecer, a guerra contra o terrorismo. O paralelo histórico de organizações terroristas de hoje são os piratas, esses bandos de salteadores que instilam medo no coração de passageiros em terra e mar, e foram definidas na época do Império Romano, como "inimigos da Humanidade".

Na Declaração de Paris de 1865, os poderes políticos declararam os piratas como criminosos. As Convenções das Nações Unidas de 1958 e 1982, definiram a pirataria como um crime internacional. A finalidade e o método de terroristas de hoje são idênticos aos dos piratas.

Isso significa que, pelo facto de eles lutarem contra a própria Lei, não têm direito à protecção oferecida aos cidadãos do país, ou à protecção do Direito Internacional. É por isso que a lei internacional permite que qualquer pessoa em qualquer lugar ataque, capture ou mate os piratas. A adesão e apoio a uma quadrilha  de piratas, exclui automaticamente os sujeitos da lei e priva-os de todos os seus direitos legais .. 
O advogado Douglas R. Burgess Jr. (The Dread Pirate Bin Laden, Assuntos Jurídicos, 2005) argumentou que, como a pirataria, o crime de terrorismo deve ser "definido e proibido internacionalmente, de modo que os terroristas sejam incluídos na lista de inimigos todos os Estados. Consequentemente, a mesma lei deve aplicar-se a todos aqueles que lhes ofereçam abrigo, e que assim também serão considerados criminosos e inimigos de toda a Humanidade".

Seja qual for a acção a ser tomada, a guerra contra o terrorismo será considerada legal.

Os terroristas devem entender que se violam qualquer lei, a lei deixa de existir para eles e já não lhes pode fornecer protecção. Se eles intencionalmente atacarem civis, eles devem entender que a parte contestada também pode atacá-los. Se eles sequestram pessoas para resgate, eles precisam entender que os seus próprios civis pacíficos também serão tomados em troca.


Por falar nisso, quem participa numa manifestação de apoio do Hezbollah, ao Hamas, à OLP ou a qualquer outra organização terrorista, tem que entender que ele ou ela vai tornar-se um alvo legítimo para a sua remoção ou prisão.
 
A Comunidade Internacional deve mudar as regras para os terroristas, e começar a agir contra eles e as suas comunidades, usando os seus métodos. Esta não é apenas uma coisa justa e moral a fazer, é também uma política legítima com base nos fundamentos do Direito Internacional.

Juristas dos países ocidentais em geral e de Israel em particular, devem parar de proteger os inimigos da Civilização e do Direito, e dedicarem as suas competências para a defesa da sociedade livre que os alimenta.

- Ora assim é que é falar! Esperamos que a isabelina leitora fique esclarecida, que haja mais gente a ler este artigo seminal e a acordar para vida, e que em particular Israel deixe de uma vez por todas de dialogar e tentar a paz com quem apenas almeja uma coisa na vida: a destruição do Estado Judaico!
Com terroristas só há uma política: TOLERÂNCIA ZERO!


Quando o terrorista global Osama bin Laden foi eliminado, eu mesmo testemunhei a ira descontrolada de muçulmanos meus conhecidos, bem como dos comunistas portugueses. Em Londres foi como o vídeo abaixo mostra. Estas pessoas são hóspedes do Reino Unido, 80% dos 50 milhões de muçulmanos europeus não trabalham, odeiam.nos com o ódio que vemos abaixo, e apoiam maioritariamente o terrorismo islamista. É inconcebível que o Mundo Livre admita sequer a presença desta gente que se regozija de cada vez que os "infiéis" são chacinados, como por exemplo nos atentados da Al-Qaeda em Londres, a 7 de Julho de 2005.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

De perder a cabeça!!!



Boas notícias!

O movimento supremacista islâmico «DECAPITEMOS QUEM INSULTA O NOSSO PROFETA - QUE A PAZ ESTEJA COM ELE» já tem página no Facebook!


Quando alguém se limita a relatar as acções terroristas islâmicas é apelidado de de racista, islamófobo, de extrema-direita, preconceituoso, é ameaçado, perseguido e sancionado pelos Governos ocidentais. Já o apelo à decapitação pura e simples dos infiéis, é bem-vindo e aplaudido!

Sites como www.thereligionofpeace.com, ou www.jihadwatch.org são regularmente postos em baixo sob acusação de "racismo" e "islamofobia".  No Reino Unido um homem foi preso por estar a vender t-shirts num comício da Liga de Defesa Inglesa apelando aos muçulmanos para cumprirem as leis nacionais ou se irem embora.

Neste vídeo, um grupo de clérigos de topo, no Egipto, decapita um rapaz pelo crime de se ter convertido ao Cristianismo e se ter recusado a voltar ao Islão. O vídeo é explícito, embora pare antes do golpe fatal e já não mostre os piedosos executantes a segurarem a cabeça cortada com júbilo.


(Alcorão 4:89) Eles querem tu não acredites, tal que eles não acreditam. Não tomes dentre eles aliados até que regressem à causa de Allah. Mas, se se recusarem, então aproveita e mata-os onde quer que se encontrem e não tomes dentre eles qualquer aliado ou ajudante.

E você, ainda acha que o Islão cabe no conceito normal de religião? Ou tem apenas medo de perder a cabeça?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Israel à lupa (literalmente)

Este post é para os meus amigos e outras pessoas que, por via da máquina de propaganda antissemita, ainda pensam que os judeus ocuparam arbitrariamente territórios «palestinianos». É uma explicação simplicíssima, portanto. Para começar, este mapa do Médio-Oriente:



Conseguiu descobrir Israel? Está a encarnado. As áreas «palestinianas» estão a verde. Israel é minúsculo! No entanto, os islamistas, os neonazis e outros inimigos, não o deixam em paz!

Agora veja o mundo islâmico, em intensidades de verde proporcionais ao grau de islamismo. Onde o verde é mais intenso são os Estados muçulmanos teocráticos puros e duros, onde a Constituição foi substituída pela sharia, onde não são permitidas outras religiões, onde é proibida a entrada de judeus e onde estes foram extintos, etc..:



Torna-se agora impossível detectar Israel sem uma lupa, mesmo para a visão mais apurada.

Os Hebreus são o povo nativo da Terra de Israel. A presença desse povo, dessa cultura e etnia, perde-se na noite dos tempos. Os Árabes na Terra de Israel foram um entre muitos povos invasores. Que por sinal avultam entre os mais ferozes. Os Babilónios esmagaram, exilaram e escarneceram dos Hebreus. Os Romanos expulsaram-nos em massa. Os Árabes e os Turcos lançaram o caos e a destruição. Outros povos invadiram a Terra de Israel, mas nenhum erradicou a presença nativa, hebraica.

Noutros tempos Israel foi bem maior. As vicissitudes da História fizeram encolher consideravelmente o território. Voltaremos a falar deste assunto. Por agora dê aí uma vista d'olhos nestes mapas,e compare a Terra de Israel dos tempos bíblicos com a de hoje:


Os judeus espalharam-se pelo mundo, por via das ocupações, perseguições e expulsões da sua terra. Mas fora desta também foram perseguidos. Entre o século XIII e o século XIX, registaram-se ondas de regresso de judeus, que se juntaram aos seus compatriotas que permaneceram, apesar das ocupações estrangeiras.

No século XIX, a ideologia do Sionismo preconizava não apenas o regresso dos judeus à Pátria, mas também a reconquista da soberania. Estava Israel sob mandato britânico quando esse sonho começou a concretizar-se, entre muitas vicissitudes. Veja este mapa, sff:


À semelhança dos Romanos, que chamaram «Palestina»* à Terra de Israel, os Britânicos também a designaram assim, daí falar-se do «Mandato Britânico na Palestina». No mapa de cima podemos ver a grande fatia que os britânicos entregaram  soberania árabe (rosa) e a porção de terra que ficou para uma divisão em dois Estados, um para Árabes e outro para Judeus.

* - O termo Palestina vem da terra dos Filisteus, um povo já extinto à época da invasão romana, que ocupara o território onde hoje fica a famosa Faixa de Gaza.

Vamos espreitar mais um mapa:


A solução de dois Estados em Israel, ainda que tal significasse ume enorme perda de território, foi celebrada efusivamente pelos judeus de todo o mundo. Os países árabes responderam com uma brutal invasão, no dia da proclamação da Independência. Israel não tinha forças armadas. E mesmo assim, ganhou essa guerra. E até alargou o seu território. Parafraseando um conhecido comentador desportivo, foi a força da técnica contra a técnica da força...

Desde então que o Mundo Árabe procura vingar essa derrota, e a ambição gorada de «precipitar todos os judeus no mar». Nas sucessivas guerras movidas pelo Mundo Islâmico, Israel tem vencido, conquistado território, e de seguida convidado os agressores a viver em paz, cedendo-lhes território:


Mais de 2/3 de território conquistado aos invasores, linhas de fronteira reconhecidas pelos armistícios, em troca de meros acordos verbais ou pouco mais que isso, e Israel continua a ser visto como país que «rouba terras aos outros»! O Mundo Árabe NUNCA aceitou uma única proposta de paz, persistindo no seu sonho de aniquilar Israel e extinguir os Judeus.

A «Palestina», enquanto Estado árabe e islâmico que reivindica como seu o território de Israel, foi uma invenção do conhecido terrorista Yasser Arafat, em 1964.
Os árabes residentes na Terra de Israel tiveram oportunidade de ter o seu Estado, no plano de partição, mas recusaram, preferindo a aniquilação total dos judeus. Os árabes vivem e trabalham livremente em Israel, gozando dos mesmos direitos dos judeus. Os refugiados das guerras movidas pelo Mundo Árabe contra Israel são mantidos pelos seus «irmãos» em vergonhosos acampamentos. Servem de propaganda anti-israel.

De cada vez que Israel cede território para a instalação do fantasioso Estado Palestiniano, os  países da região chamam seu a esse território.

Voltemos ao mapa do Médio Oriente:


O conflito não é, de facto, sobre território. A razão deste conflito é o princípio islâmico de que terra conquistada será sempre islâmica. A própria Península Ibérica, na opinião de muitos clérigos muçulmanos, deve ser «libertada», à semelhança de Israel. Esta ideia tem vasto apoio popular:

 

Talvez daqui a uns anos os europeus sintam na pele o que os israelitas sentem todos os dias. E aí compreenderão. Já começamos a ter sinais disso, porque a jihad, a guerra santa islâmica, grassa pelo mundo e não deixa a Europa de fora. Só que nós (ainda) não somos um minúsculo enclave de democracia e liberdade num oceano de totalitarismo e ódio religioso.