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domingo, 11 de junho de 2017

7 Instantâneos do Ramadão de 2017


"REZEMOS POR": Uma amostra da lista de massacres islâmicos desde o 11 de Setembro.
Vamos meter a mão no pote do Ramadão de 2017 e retirar, completamente ao acaso, 7 bolas. Vamos abri-las e revelar o conteúdo. Apenas 7, numa tômbola de 90 ataques terroristas e 1076 mortos (contabilizados) em 16 dias de Ramadão. 
1 - Muçulmano ataca um casamento em Espanha, aos gritos de "Allahu Akbar!", e tenta atacar o padre antes de ser expulso da igreja pelos amigos do noivo.

     O estudante marroquino de 22 anos foi preso após o incidente em Valladolid, na Igreja de San Pablo no sábado passado.  A cerimónia foi interrompida por 20 minutos.  Os convidados temiam que pudesse ser um ataque terrorista e a polícia procurou explosivos.
Daily Mail


2 - Chefe da Polícia de Londres saúda diversidade das vítimas dos massacres jihadistas.


“Chefe da Polícia de Londres: A diversidade das vítimas demonstra a diversidade que faz Londres excelente"
Breitbart, 10 de Junho 10, 2017
"É desesperadamente triste e pungente, mas entre os que morreram há britânicos, franceses, australianos, canadianos e espanhóis. Em termos das testemunhas com que falamos até agora, das 300 pessoas, há cerca de 20 países de origem diferentes. E a população britânica de Londres vem de todos os tipos de origens e de todo tipo de fés e etnias".

Quão maravilhoso: todos estamos a morrer juntos, num mosaico gloriosamente multicultural. Fazer algo realista sobre a ameaça terrorista da jihad, para que possamos celebrar a nossa "diversidade" na vida e não na morte? Não! Isso seria "islamofóbico".


3 - Supremacistas islâmicos bloqueiam a cidade de Colónia, para os seus banquetes nocturnos de carne halal, de animais abatidos de forma bárbara, enquanto recitam as suas rezas ao deus Alá em altifalantes.
Os transeuntes, observam, em silêncio, na sua Terra, já perdida para os colonos.


4 - NOVA IORQUE: Homem aos gritos de "Allahu Akbar" destrói a porta da igreja, ameaça explodi-la e matar todos os cristãos.


O muçulmano Noel Droni, perguntou a um homem de 37 anos no exterior da Igreja de Times Square, na W. 51st St., se ele era cristão, disse a Polícia. Quando o homem disse a Droni que era cristão, Droni supostamente tirou uma chave de bocas da mochila e partiu a porta de vidro da igreja.

Pix 11 Ele gritou "Allahu akbar", árabe para "(O nosso) deus é maior", e depois prometeu violência, disse a polícia. "Eu vou explodir a igreja e matar todos os cristãos", disse ele, de acordo com documentos do tribunal.




5 -  Selecção nacional de futebol saudita recusa um minuto de silêncio pelas vítimas da jihad de Londres: "Os atacantes são mártires e vão para o paraíso"!

O Papa Francisco e o Arcebispo de Cantuária estão, sem dúvida, a caminho da Arábia Saudita para explicar à selecção nacional de futebol saudita que o verdadeiro Islão e a boa compreensão do Alcorão rejeitam todas as formas de violência.

"Aos seus olhos, os atacantes são mártires: o xeque islâmico afirma que a equipa nacional Arábia Saudita recusou o minuto de silêncio pelas vítimas do terror em Londres porque, segundo a lei da Sharia, não é pecado para um muçulmano matar um não crente"
Daily Mail Australia


VERGONHOSAMENTE, os comentadeiros branquearam o acto, afirmando que os minutos de silêncio são contra a cultura muçulmana. É uma total falsidade. Lembramos, por exemplo a reacção dos turcos ao minuto de silêncio após o Massacre do Charlie Hebdo:
"Antes do início do amistoso entre Turquia e Grécia, em Istambul, a torcida local vaiou e gritou "Alá é grande" durante o minuto de silêncio em homenagem aos mortos por terroristas islâmicos em Paris. A Turquia é considerada o país mais moderado do mundo muçulmano."


6 - Reino Unido: Muçulmano aos gritos de "Allah Allah!" e "Eu vou matar-vos a todos!" entra em bairro judaico. Não foi considerado relacionado com terrorismo.
 "Foi detido ao abrigo da Lei de Saúde Mental".

Claro. É apenas o surto global de doenças mentais.
Afinal, o que mais poderia ser? Porque é que um muçulmano - um membro da Religião da Paz e da Tolerância - percorreria uma área judaica a gritar que iria matar toda a gente? Muçulmanos a gritar que matarão judeus por Alá? É absolutamente inaudito!

Essa negação e ignorância deliberada por parte das autoridades britânicas resultará em nada menos do que a morte da Grã-Bretanha.4
Robert Spencer

"Um homem foi detido pela polícia no norte de Londres depois de percorrer uma área fortemente judaica gritando 'Allah Allah' e 'vou matar-vos a todos'"
 Mailonline, 8 de Junho de 2017



7 -  O "Prémio Jornalistas Contra a Discriminação" da União Europeia foi dado ao jihadista que atacou a Polícia com um martelo na Catedral de Notre Dame, pelos seis artigos pró-migrantes.
O "jovem argelino de 40 anos" estava a viver à custa dos contribuintes europeus, e era "estudante".


O "Prémio Jornalistas Contra a Discriminação" da UE foi atribuído em 2009 ao muçulmano Hamid Farid Ikken, um "jihadista altamente educado e muito viajado", por escrever artigos pró-migrantes.

Durante o ataque islâmico, Farid Ikken, "o jornalista
premiado gritou: "Isto é pela Síria", enquanto batia num agente da Polícia com um martelo, na frente da catedral mais icónica da França".

O Estado Islâmico prometeu infiltrar o fluxo de refugiados na Europa, e conseguiu; Violações em massa e massacres são o resultado. No entanto, as políticas suicidas de imigração são consideradas essenciais para a tolerância ocidental e a rejeição da discriminação. O ataque de Farid Ikken ilustra como essas políticas estão erradas.
Breitbart, 7 de Junho de 2017

Entenda de uma vez:


NÃO EXISTE NAZISMO "MODERADO".
NÃO EXISTE COMUNISMO "MODERADO".
NÃO EXISTE MAFIA "MODERADA".
NÃO EXISTEM GANGSTERS "MODERADOS".
NÃO EXISTEM ASSASSINOS "MODERADOS".
NÃO EXISTE ISLÃO "MODERADO".

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Líder muçulmano afirma que Massacre de Londres foi encenado pela Polícia




Entenda de uma vez:
NÃO EXISTE NAZISMO "MODERADO".
NÃO EXISTE COMUNISMO "MODERADO".
NÃO EXISTE MAFIA "MODERADA".
NÃO EXISTEM GANGSTERS "MODERADOS".
NÃO EXISTEM ASSASSINOS "MODERADOS".
NÃO EXISTE ISLÃO "MODERADO".

- Mais um post da série MASSACRE DE LONDON BRIDGE.

Quando foi o Massacre do Bataclan, em Paris, o Grande Mufti da Austrália disse que a culpa tinha sido da "islamofobia". Este foi ainda mais longe.
Já acontece aqui na Europa o que há 14 séculos acontece aos judeus, em Israel e em todo o mundo: os muçulmanos matam, celebram a matança, e dizem ter sido as vítimas. O Islão é pura esquizofrenia.
Aqui vai, para que se entenda o fosso de 1400 anos que separa os muçulmanos das pessoas normais:


Islândia: líder muçulmano afirma que os ataques de jihad de Londres foram organizados pela polícia
Via Jihad Watch

A redactora do Jihad Watch, Christine Douglass-Williams e eu falámos recentemente na Islândia, onde fui envenenado por um esquerdista que se apresentou como admirador, e que ainda não foi preso pela polícia islandesa (eles, sem dúvida, já teriam movido céu e terra para o prender se o alvo do envenenamento tivesse sido, digamos, Linda Sarsour, ou outro esquerdista que tivesse sido envenenado).
Este imã, Ahmad Sedeeq, esteve presente nas nossas palestras públicas. Ele tentou afirmar que as lapidações não  ocorrem nos países aderentes à Sharia e que a Bíblia contém versos violentos, e que reivindicamos a versão de Osama bin Laden do Islão como a versão normativa (isto depois de ter lido o Manual da Lei Islâmica, endossado pela Universidade de al-Azhar, sobre a necessidade de os muçulmanos fazerem a jihad violenta contra os infiéis). Ele é, em suma, apenas mais um enganador, e não um muito subtil ou capaz, mas, sem dúvida, não estava acostumado a encontrar um kuffar informado e determinado.
A Imprensa islandesa de esquerda ficou horrorizada por o termos confrontado e desafiado as suas meias verdades e mentiras. Eles assim o querem, assim o têm, e assim viverão a partir de agora. Em termos de engano, isto é apenas o começo. Quando os islandeses começarem a morrer em ataques de jihadistas, essa nação feliz e segura será tratada com um nível de engano e manipulação muito mais sofisticado.
 Robert Spencer


"Líder religioso muçulmano da Islândia considera que os ataques terroristas em Londres foram parcialmente encenados"
Traduzido de "Trúarleiðtogi múslima á Íslandi telur hryðjuverkin í London sviðsett að hluta", de Hjálmar Friðriksson, DV.is, 7 de Junho de 2017:    
O Centro Cultural Islâmico na Islândia, a segunda maior comunidade muçulmana da Islândia, compartilhou esta manhã na sua página do Facebook um vídeo afirmando que o ataque terrorista em Londres foi encenado.

    
O vídeo afirma a teoria da conspiração de que os vários actos e massacres terroristas foram encenados e que actores foram contratados para desempenhar o papel de vítimas (...)
    O próprio Centro Cultural escreve sobre o vídeo em inglês: "A tripulação da polícia foi apanhada num vídeo em que eles mudam de calças atrás de uma carrinha. Mais tarde, um deles está deitado na rua, fingindo ser uma das vítimas da London Bridge!". (...) Na página desta organização, entre outras coisas, está escrito em árabe: "Quem são os verdadeiros terroristas?".


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Vamos no 13º dia do Ramadão, o mês sagrado do Islão. Ataques terroristas conhecidos: 73. Mortos conhecidos: 809.
Dados do The Religion of Peace, devidamente documentados. Nenhuma outra religião andou a matar em nome das suas divindades, profetas ou escrituras.
A cada hora, mais notícias de ataques terroristas, a maior parte deles impedidos pela Polícia, honra lhe seja. Os jornalistas continuam a maquilhar a verdadeira natureza do Islão. Os políticos europeus continuam a esgadanhar-se para receberem mais "refugiados".


Esquerda e Islão, aliança para acabar com o Mundo Livre:

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Não, o problema em Londres não é "Extremismo Islâmico"



 
Primeira Ministra Theresa May falando no 10 de Downing Street, 4 de Junho, 2017.

Os muçulmanos querem impor a lei da sharia no Ocidente - o que significa que todos os islâmicos são "extremistas". A esquizofrenia ocidental sobre o islamismo radical está em plena exibição na Grã-Bretanha, após as últimas atrocidades jihadistas, o terceiro ataque nos últimos três meses. 
Três terroristas atiraram uma carrinha contra uma multidão na London Bridge, e depois, em fúria, atacaram brutalmente os pedestres enquanto se esforçavam para que cada golpe matasse um infiel "para Alá". 
Teresa May pôs o seu chapéu da primeira ministra para anunciar que o seu governo "lidera os principais esforços internacionais para derrotar a ideologia do extremismo islâmico em todo o mundo". 
May também ajustou os seus óculos cor de rosa e proclamou que o "extremismo islâmico é uma ideologia que prega o ódio, semeia a divisão e promove o sectarismo". 
E que o "extremismo islâmico" é uma ideologia que afirma que os nossos valores ocidentais de liberdade, democracia e direitos humanos são incompatíveis com a religião do Islão. 
E como poderia o discurso de político ocidental politicamente correcto estar completo sem a insistência de May de que esta ideologia é (digam todos connosco!...) - "uma perversão do Islão e uma perversão da verdade"?

(Suspiro).

O que sabe Theresa sobre o Islão, para decidir o que é e o que não é uma perversão do Islão? Muito pouco, apostamos. Caso contrário, ela não balbuciaria sobre o "extremismo islâmico", um termo vindo directamente do Departamento de Redundâncias. 
Se você é um islamista no Ocidente, você é, por definição, um extremista. Um islamista é um muçulmano que acredita que o Islão exige a imposição da sharia, do antigo sistema societário totalitário e do código legal do Islão. 
"Islamista" é um termo que usamos no Ocidente, com a esperança de que, por haver muçulmanos que são pessoas tolerantes e pró-ocidentais, não deve ser inevitável que o próprio Islão - ou pelo menos algumas interpretações do Islão - seja fundamentalista, literalista e supremacista.


 

Pode ser um grave erro adoptar essa esperança, especialmente porque foi elevada a uma política aparentemente irreformável. A existência incontestável de indivíduos muçulmanos moderados traduz-se necessariamente numa doutrina coerente e viável de islamismo moderado? 
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, para citarmos apenas um líder muçulmano muito influente, diz que não: a invocação do "Islão moderado" pelo Ocidente é "feia", diz ele, porque "o Islão é o Islão, e mais nada". 


Erdogan é um apoiante da Irmandade Muçulmana e do ISIS.

Erdogan é um aliado próximo da Irmandade Muçulmana, a organização islâmica mais influente do mundo. Se ele está certo de que existe apenas um verdadeiro Islão, tenha a certeza de que esse Islão não é amigável com o Ocidente. Erdogan descreve o chamamento ocidental para que os imigrantes muçulmanos se assimilem nas suas novas sociedades europeias como "um crime contra a Humanidade". 
Enquanto isso, muitos estudiosos do Islão observam que a agressividade, a intolerância com os não-muçulmanos e a subjugação de mulheres, são indiscutivelmente enraizadas nas escrituras islâmicas. Onde houver Islão, inevitavelmente haverá islamistas. E quando esses islamistas atingem uma massa crítica de população (que pode ser consideravelmente inferior a 50%), inevitavelmente haverá activismo da sharia. 
Eles podem estar certos. Nós não queremos que eles estejam. Mas a esperança não é uma estratégia de segurança nacional - mesmo que tenha sido a estratégia de segurança nacional do Ocidente por um quarto de século. 
Obviamente, existem gradações de extremismo. Alguns islamistas são jihadistas violentos. Alguns apoiam os jihadistas violentos, mas evitam a própria violência. Alguns podem rejeitar a violência (ou pelo menos dizer que o fazem) e pretendem buscar a imposição da sharia apenas pela persuasão pacífica. Alguns podem mentir sobre as suas intenções, fingindo opor-se à violência e à imposição da sharia, ou fingindo que a sharia é realmente moderada, pacífica e perfeitamente compatível com as noções ocidentais de liberdade, democracia e direitos humanos. Mas todos eles querem sharia. 
Se você é um muçulmano que quer que a lei britânica seja suplantada pela lei islâmica, essa não é uma posição moderada, mesmo que você não esteja preparado para atirar uma carrinha contra uma multidão de infiéis. Se é daí que você vem, você é um extremista muçulmano - um islamista.
Falar de "extremistas islâmicos" é um absurdo, ou uma forma de correcção política projectada para ocultar uma posição que se sabe que não faz sentido, mas que alguém se sente obrigado a adoptar.
Como acreditamos que a primeira-ministra May não é ignorante, apostamos na última: ela usa o termo "extremistas islâmicos" como código para "terroristas", embora ela saiba, no fundo, que isso não faz sentido.

Os terroristas jihadistas não matam sem motivo. Eles matam para um fim: a saber, para impor a sharia.

A ideologia que os motiva não endossa a violência pela violência. A violência destina-se a que o Islão cumpra o imperativo divino de que a vida seja vivida sob as restrições da sharia. Essa é a ideologia.
O problema que a S.ra May tem é que essa é uma ideologia compartilhada por muitos muçulmanos que não são terroristas. A Grã-Bretanha, como muitos na América, quer abraçar esses muçulmanos como "moderados", apesar da sua hostilidade contra a sociedade e contra as lei ocidentais.
Theresa May prefere não reconhecer que os muçulmanos, mesmo que não sejam jihadistas, são pilares do sistema de apoio ideológico em que o jihadismo prospera - eles são, como alguns disseram, o mar no qual os tubarões jihadistas nadam. E sem o qual os tubarões não poderiam sobreviver.
Não são apenas a Al Qaeda ou o Estado Islâmico que dizem que o Islão é incompatível com a compreensão ocidental dos direitos humanos. Em 1990, os 57 governos-membros da Organização da Conferência Islâmica (agora renomeada Organização de Cooperação Islâmica) emitiram a Declaração do Cairo dos Direitos Humanos no Islão.
Esses representantes dos 1,6 biliões de muçulmanos do mundo tomaram essa iniciativa precisamente porque o Islão não podia aceitar a chamada Declaração Universal de Direitos Humanos promulgada em 1948 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que  é incompatível com as duas principais disposições da Declaração do Cairo: o artigo 24, que afirma: "Todos os direitos e liberdades estipulados nesta Declaração estão sujeitos à Shari'ah islâmica"; e o artigo 25, que acrescenta: "A Shari'ah islâmica é a única fonte de referência para a explicação ou esclarecimento de qualquer dos artigos desta Declaração".


O entendimento ocidental de liberdade e democracia sustenta que as pessoas têm o direito de se governar. Traçamos uma linha entre o secular e o sagrado, rejeitando o estabelecimento de uma religião de Estado. Pelo contrário, como explicado pelo Xeque Yusuf al-Qaradawi, talvez o estudioso da sharia sunita mais influente do mundo, "o secularismo nunca pode ter aceitação geral numa sociedade islâmica", porque "a aceitação do secularismo significa o abandono de Shari'ah, a negação da orientação divina e a rejeição das injunções de Alá".
Qaradawi elaborou (no seu livro, "Como as Soluções Importadas Prejudicaram Desastrosamente a Nossa Umma"): "O Islão é um sistema abrangente de trabalho (Ibadah) e legislação (Shari'ah)". Declarou ele: "O apelo ao secularismo entre os muçulmanos é o ateísmo e a rejeição do islamismo. Um governo que não se baseie na  Shari'ah é uma pura apostasia".
Para que não nos esqueçamos, a apostasia do Islão é uma ofensa capital na lei islâmica. É punido como tal não apenas por organizações terroristas, mas por governos em países com maioria muçulmana. No Médio Oriente, pelo menos, a sharia não é considerada Islão extremista. É o Islão.

Jovem muçulmano que deixou o Islão para se converter ao Cristianismo é degolado, na Tunísia. Isto não é"extremismo" nem "doença mental", nem "reacção à pobreza" ou outros absurdos ocidentais - é o Islão:

 

Por isso,  primeira-ministra May, não é "extremismo islâmico" que é incompatível "com os nossos valores ocidentais de liberdade, democracia e direitos humanos". É a própria religião do Islão. Quem o afirma são líderes dos governos islâmicos e os líderes religiosos islâmicos.
Não é preciso concordar com eles ou reconhecer que a deles é a única interpretação do Islão. Mas deve-se conceder que a sua interpretação não é uma perversão - e que eles sabem muito mais sobre o assunto do que os políticos não-muçulmanos no Ocidente.
A Sra. May está meio certa. Somos confrontados com uma ideologia. Mas é o supremacismo da sharia, a crença de que a lei islâmica deve ser imposta à sociedade. Limitar a nossa atenção aos jihadistas violentos é queremos ficar voluntariamente cegos ao que inspira os jihadistas. Isso é o que tem de ser confrontado, se é que temos o estômago para isso.
Fonte.



Reflicta:

Aos 12 dias do Ramadão de 2017, 67 ataques em nome do deus Alá e 712 mortos (dos ataques que chegam ao conhecimento público):


Mais nenhuma religião atacou ou matou ninguém. Os muçulmanos acreditam genuinamente que devem matar por Alá, e que ao fazê-lo, estão a fazer um favor ao Mundo, espalhando a Verdade.
Como pode haver quem defenda o direito de esta ideologia ser pregada no Mundo Livre? Como pode haver quem defenda que temos a obrigação de dar abrigo e alimentar os nossos carrascos, que chegam mascarados de "refugiados"?

terça-feira, 6 de junho de 2017

CNN encena manifestação muçulmana anti-ISIS

- BBC e o Mundo repetem.

P.S. - Actualizado com vídeo da EMBAIXADA DA RESISTÊNCIA (no final).


"Estou 100% certo de que a comunidade muçulmana na Europa não comunga dos valores dos terroristas, como ficou bem patente naquela manifestação a que assistimos no domingo" - acaba de dizer um senhor na Televisão. 

A "manifestação" a que o senhor faz referência, foi esta meia dúzia de gatos pingados, contratados pela CNN para se "solidarizarem" com as vítimas do Massacre de London Bridge, que nos intervalos das fotografias nem conseguiam conter a imensa felicidade que os inundava e riam abertamente (eu vi na TV, enquanto os papalvos cantavam em coro o Don't Look Back in Anger, "para derrotar o terrorismo").
Aqui está o vídeo:


Escreveu Pam Geller:
A CNN teve que encená-la. Porque nunca há protestos muçulmanos contra a jihad ou a mutilação genital feminina ou o apartheid de género ou o apartheid de credo ou o anti-semitismo islâmico.

Ainda estamos todos para ver a CNN, a BBC ou qualquer um dos potentados mediaticos irem aos hospitais e entrevistarem as vítimas, ou falarem com as meninas feridas e mutiladas que sobreviveram ao ataque terrorista no concerto pop de Manchester.


A CNN fabrica a sua narrativa. Bem diante dos seus olhos. Mas a CNN cobriu o nosso protesto contra a CUNY, por convidar uma antisemita pró-terrorista (Linda Sarsour) para proferir o discurso inicial? Oh, não. Apesar de terem participado milhares de pessoas.

Aqui se vê a manipulação mediática totalmente encenada e efectivamente dirigida, de um grupo de muçulmanos fingindo um protesto contra os ataques da Ponte de Londres.





Para a História, para os biliões de espectadores em todo o Mundo, os muçulmanos repudiaram o Massacre de London Bridge. Os jornalistas (salvo raras excepções), são uma corja miserável.

VERGONHOSO:







Longe da encenação mediática, os muçulmanos de Londres celebravam o Massacre:


80% dos muçulmanos de Londres apoiam ISTO *  

 E isto tudo são "trocos", meu amigos...


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Paul Joseph Watson sobre o Massacre de London Bridge - TRADUTORES DE DIREITA

As pessoas que dizem a verdade sobre o Islão estão a ser presas. Aproveite enquanto é possível FALAR:

Watson disse tudo. Subscrevemos inteiramente. Há anos que o dizemos.
Canais de YouTube como os Tradutores de Direita, e outros que temos na barra lateral, fornecem informação que os media elitistas omitem, e desintoxicam eficazmente da propaganda promovida pelas elites globalistas, extrema-esquerdistas e islamistas. 
Se você não sofreu uma lavagem ao cérebro irreversível, que o faça trepar às paredes só de ouvir a palavra "Direita", aconselhamos uma detalhada visita ao site e canal YouTube dos Tradutores de Direita. Clique no logótipo abaixo: 

https://www.youtube.com/channel/UCJqOdpqndf1MPequlvDgGkA?spfreload=5

domingo, 4 de junho de 2017

Massacre de London Bridge - "Direi mesmo mais!" *

P.P.S. - As nossas preces foram ouvidas e os TRADUTORES DE DIREITA traduziram Stefan Molineaux:



Obrigado, TRADUTORES DE DIREITA
Alguém comentou: "Realmente, nem Hitler, com sua poderosa Luftwaff bombardeando incessantemente Londres, dia e noite, conseguiu quebrar a moral e determinação dos Britânicos de resistirem e vencerem as aparentes "inquebraveis" Forças alemãs! Mas bastaram as ideologias de esquerda se infiltarem, sorrateiramente na sociedade, e derrubaram a nação por dentro! O povo capitulou ao islã!".

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"E quando encontrares infiéis, corta-lhes os pescoços ..." 
 (Alcorão 47: 4)


 A Europa em fuga da Realidade.


Eram aí umas 10 e meia da noite quando a TV, casualmente ligada, interrompe a programação normal para anunciar um "incidente em Londres". Pela linguagem codificada percebi logo do que se tratava, e disse: "Mais um ataque islamista".

Os meus companheiros de circunstância irromperam em fúria e fizeram chover sobre mim as piores imprecações. De "fanático" a "racista", valeu tudo. As vítimas não lhes suscitaram um pingo de piedade. Todo o seu desvelo foi para a defesa do Islão, essa maravilhosa ideologia que, por ser tão maravilhosa e perfeita, é inquestionável!

Levantei-me, fui a computador, escrevi "London Bridge terrorist attack 3 June", escolhi um site de um jornal não politicamente correcto e não alinhado à esquerda, e soube imediatamente o que se passara:

48 pessoas atropeladas, há mortos no local, terroristas à solta pelas ruas a esfaquear pessoas e a gritar: "ISTO É POR ALÁ!".

Comuniquei  aos meus simpáticos convivas. Com o clássico sorriso do domador a fitar a fera, com a sua superioridade de ser pensante, perguntaram-me de que jornal vinha a informação.

- Do Daily Mail, disse eu.

Estrondoso coro de gargalhadas. Chacota geral. "Mas isso é um tablóide!!!". Enquanto na Ponte de Londres agonizavam pessoas atropeladas por terroristas.

A  realidade não existe quando é relatada pelo Daily Mail, pelo The Sun, ou por qualquer outro jornaleco proletário.

A realidade só existe após receber autorização do Al-Público ou da Al-BBC, que decretaram que os ataques terroristas islâmicos nada têm a ver com o Islão!




Enquanto nas ruas os muçulmanos degolavam inocentes, a Policia invadia os pubs e mandava as pessoas normais saírem com as mãos na cabeça. Há que ser politicamente correcto. Todos são igualmente suspeitos, não apenas os assassinos de barba salafista, camuflado e faca na mão, com bombas atadas ao corpo!...


Em cada canal, a parelha Dupond e Dupont que está sempre de prevenção ao branqueamento do Islão, ia resmungando os costumeiros diálogos surrealistas:

- "Nada leva a supor, até agora, que se trate de um ataque terrorista!" - ruminava um.

- "Não podemos tirar conclusões precipitadas!" - regougava outro.

Logo à noite devem estar a dizer que "sendo os autores do ataque nascidos na Europa, não se compreende este ataque". Um raciocínio tão pertinente como: "sendo o quadrado da hipotenusa igual à soma dos quadrados dos catetos, não se compreende este ataque".

Fui ao computador passados alguns minutos e informei os meus inteligentes, sofisticados, cultos e informados convivas de que já havia 7 mortos, alguns dos quais degolados com facalhões de 30 centímetros, por muçulmanos  aos gritos de "Allahu Akbar!".

Novas acusações de "racismo", "islamofobia", "fanatismo", "belicismo", "intolerância", etc.. A extensão da escolaridade obrigatória tem feito maravilhas pelo vocabulário das pessoas.

E novas gargalhadas de desdém, porque eu consultei o Daily Mail. Um tablóide.



"Não foi o Islão!".

"Direi mesmo mais: Não foi o Islão!".



Os locutores iam informando que "uma carrinha branca" tinha "aparentemente" atropelado pessoas.  Durante duas horas, a carrinha viajou sozinha, por artes mágicas. Só lá pela meia noite é que começou a fazer-se, timidamente, referência à possibilidade remota de existir um condutor.

Só bem depois da meia-noite foi informado que "havia pessoas esfaqueadas no pescoço". Bem sei que o Reino Unido é a pátria de Harry Potter, e que Hogwarts fica perto de Londres, mas facas que atacam sozinhas, é espantoso.

Num dos canais, já com os olhos piscos de sono, um venturoso comentador repetia que o ataque era "atípico", pelo que não era decerto um ataque terrorista. Dá a ideia de que lhe deram uma cartilha qualquer para ele debitar e que dali não podia sair. 

A palavra Islão não foi pronunciada. "Extremistas" poderão eventualmente ter cometido o acto.  Foram avistados "indivíduos mediterrânicos" em fuga.

Com o passar das horas, a conta-gotas, o que eu soube em 10 minutos consultando um jornal proletário, foi, timidamente, com infinitas cautelas, bem almofadado de eufemismos, sendo entregue às massas:

"Houve de facto um 'incidente'. Morreram 7 pessoas. Nada podemos fazer para evitar estes 'incidentes', que são característicos da nossa época atribulada. Desconhecem-se as causas do 'incidente'".

É o que diz a Imprensa séria, sem se rir.

A CNN, como toda a Imprensa "séria", diz hoje que "o motivo dos ataques é desconhecido". O Daily Mail continua a divulgar o que se vai sabendo de concreto (as tais fake news dos tablóides).

O número de mortos já vai em 9 - se os jornalistas sérios deixarem, é claro. Se eles decidirem que não houve mortos, ou até que não aconteceu nada, assim será.





O Professor Martelo, que acha o Islão "fascinante e "inspirador", já veio gargarejar o ramalhete de banalidades da praxe. 

A Primeira-Ministra Theresa May já foi à Televisão exalar que o ataque não teve nada a ver com o "verdadeiro Islão".

O que essa senhora sabe de Islão... Se calhar ainda mais que o Professor Martelo, que sabe Tudo!...



Na Era da Informação, é fácil saber o que é o Islão:



 Valentes libertadores do colonato de London Bridge, território ocupado pelo kuffar...



O Massacre de London Bridge, como todos os ataques jihadistas, está a ser celebrado pelo mundo islâmico afora, nomeadamente nas redes sociais, mas só jornalecos proletários como o The Sun se atrevem a noticiar. Por isso, é "mentira", apesar de ser verdade.

O indispensável Xeque Munir já está fazer os seus exercícios de aquecimento (à cotovelada) para ir à TV explicar que a verdadeira vítima é o Islão, cujo bom nome é usado por criminosos para cometerem estes actos, que só prejudicam o Islão e mais ninguém (nunca ninguém se faz passar por Amish, Bahai ou Adventista do Sétimo Dia para matar pessoas, é curioso...).

A indústria das flores, velas e ursinhos de peluche vai de vento em popa.

A Cátia Vanessa já meteu uma bandeira inglesa e um coração no status do Facebook.

Os hippies estão a ter um dia em cheio. Vão abraçar muitos muçulmanos, vão cantar "Imagine", "Everything Gonna Be Alright", "Don't Look Back in Anger", vão verberar Trump pela sua iniciativa de vedar a entrada de terroristas nos Estados Unidos, e vão fumar muitas ganzas.

Na TV, a ideia-chave é: "Nada podemos fazer!".

O que realmente interessa - dizem os políticos e os comentadores - é a influência de mais este ataque no resultado das eleições. E os eleitores são ameaçados para "resistirem à tentação securitária" e ao voto na "extrema-direita"...

- Era o que faltava, as pessoas velarem pela própria vida, pela dos seus entes queridos e compatriotas! Olha os egoístas, hein! 

- Era o que faltava, dar-se agora atenção a mais uma mão cheia de mortos! Pois se neste Ramadão, os mortos pelo Islão já são 510, em 46 ataques contabilizados!!!! 

- Era o que faltava, eleger-se um qualquer malvado de "extrema-direita", como "o Trâmpe", para ele deportar os 23 mil jihadistas conhecidos da Polícia no Reino Unido, deportar os pregadores de ódio, fechar as mesquitas que pregam o terrorismo e vedar a entrada a terroristas!!! Como é que nós iríamos viver??? Credo!!!

Agora que já mataram, a Polícia já teve autorização para ir deter (até agora) 12 islamistas. Antes de eles matarem, "não é possível fazer nada".

Os mesmos povos que há 70 anos avançavam contra as forças nazis-islamistas, sob balas e bombas, são agora mandados deixarem-se matar um a um, para não parecerem "islamofóbicos".

Vão à merda, senhores eurocratas, escravos do globalismo, do islamismo, do extrema-esquerdismo, e sobretudo da própria cupidez e absoluta ausência de carácter. Ou da própria imbecilidade, querendo ser benevolente.

Direi mesmo mais: VÃO À MERDA!





Já demos esta lista nos posts dedicados ao Massacre de Manchester, mas aqui vai de novo:

As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico

«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.
Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.
A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).
Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.
Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.
A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.
Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).
A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.
A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.
A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados


A especialista em saúde mental, do Bloco de Esquerda, Professora Doutora Joana Amaral Dias.

P.S. - Aguarda-se a todo o momento a declaração da especialista em saúde mental Joana Amaral Dias, a explicar, como sempre, que não houve terrorismo nenhum, mas apenas pessoas com doenças mentais, que nós, os malandros dos europeus, não acarinhamos devidamente.