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domingo, 29 de abril de 2018

Porque é que os islamistas estupram mulheres cristãs *





A propósito do post anterior:



Nas nossas secções JIHAD SEXUAL, MULHERES e CRIANÇAS, e também  ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA e ISLÃO - O QUE O OCIDENTE PRECISA SABER, temos avisado incessantemente sobre a realidade do Islão. Os muçulmanos desprezam-nos e odeiam-nos tanto, que até nos fazem ingerir os seus dejectos - ver JIHAD FECAL.
Como nós, milhares de bloggers e activistas anti-jihad tentam demonstrar, através de exemplos, através de estatísticas, através da exposição da lei islâmica e das pregações dos clérigos muçulmanos, que o Islão, segundo as leis do Mundo Livre, é uma ideologia criminosa. Como o Nazismo, tão justamente verberado.
Mas há quem tenha sempre desculpas para a barbárie islâmica. Ou porque é de extrema-esquerda e anseie pela aliança com o Islão. Ou porque é nazi e anseie pela reedição da aliança islamo-nazi. Ou porque tem medo e julga que os muçulmanos o vão poupar se ficar caladinho. Ou porque acredita no que os JORNALISTAS vomitam na TV, na Rádio e nos jornais.
Para essas pessoas, cada caso de estupro de mulheres ou crianças (e são aos milhões agora aqui na Europa) motivado pela lei islâmica, é um "caso isolado" e "não tem nada a ver com o Islão".
Tem tudo a ver com o Islão, como vamos mais uma vez demonstrar neste post.
As duas neo-feministas de que falámos no post anterior, apoiantes da substituição populacional na Europa, não foram poupadas por serem serventuárias do Islão. Os facilitadores da islamização serão os primeiros a ser eliminados. Porque os maometanos entendem - e bem! - que quem trai uma vez, voltará a trair.


Porque é que os islamistas estupram mulheres cristãs
Fonte: Porisrael.org Artigo original do © israelnoticias.com | Autorizado para divulgação incluindo esta mensagem e o endereço: https://israelnoticias.com/islam/islamicos-violan-mujeres-cristianas.
Em menos de duas semanas, membros do Estado Islâmico sequestraram mais de 3.000 mulheres e meninas não-muçulmanas (cristãs e yazidis). [1]
As mulheres são forçadas ao dilema de se casarem ou serem vendidas como escravas sexuais. Os homens que se recusam a converter-se ao islamismo são executados. A Amnistia Internacional informou que as vítimas, algumas delas apenas bebés, foram roubadas de cidades invadidas por jihadistas fortemente armados. A porta-voz da Amnistia Internacional, Donatella Rovera, declarou em 15 de Agosto de 2014: "As vítimas são de todas as idades. Os islamistas britânicos demonstraram a sua alegria pela captura de mulheres e meninas e sua venda".


- "Esta tem 15 anos, deixa cá vê-la..." - diz um.

- "Vê-lhe os dentes" - diz o outro.


Estado Islâmico vende escravas sexuais no Facebook

"Escrava desflorada, vende-se, idade 13. Corpo: magro, alto. Preço: 9,000 dólares" - Estado Islâmico

Estado Islâmico queima 19 meninas vivas em gaiolas por recusarem ser escravas sexuais

Etc., etc., etc....

Na jurisprudência islâmica, quando a jihad é declarada, os jihadistas, do ponto de vista da lei islâmica, a sharia, estão totalmente habilitados a tomar as mulheres ao "inimigo infiel".
Os jihadistas declararam jihad (guerra santa islâmica) contra os cristãos e os muçulmanos de outras seitas, e por isso é "legal", segundo a perspectiva islâmica, estuprar Cristãs, Yazidis e Muçulmanas xiitas, todas consideradas "infiéis", e levá-las como escravas sexuais.
Esta norma é baseada no Alcorão, na vida e na prática de Maomé, na interpretação que é feita pelos líderes religiosos do Islão e por todas as suas escolas de jurisprudência.

Mães e filhas yazidi arrastadas para servirem de escravas sexuais - mais um vídeo permanentemente retirado pelo YouTube/Google:

 
O Alcorão decreta, e com validade para todos os tempos, o poder do homem sobre as suas esposas, quatro no máximo:
Alcorão 2: 223: Tuas mulheres são um campo para ti. Vem então, ao teu campo, quando desejares, colhe algo para ti mesmo! Teme a Alá e sabe que o encontrarás! E anuncia as boas novas aos crentes!
O Alcorão decreta regras sobre escravos:
Alcorão 4: 3: Se tens medo de não ser justo com os órfãos, casa-te com as mulheres de que gostas: duas, três ou quatro. Mas, se tens medo de não agir com justiça, então casa-te apenas com uma ou com as tuas escravas. Assim, é melhor evitar fazer o que é errado.
Alcorão 4: 23-24: De agora em diante, tuas mães, tuas filhas, tuas irmãs, são proibidas ... E mulheres casadas, a menos que sejam tuas escravas. Mandato de Alá!
Alcorão 23: 1-6: Bem-aventurados os crentes, que se abstêm do comércio carnal, excepto com suas esposas ou com suas escravas, caso em que não incorrem em reprovação.

Na visão islâmica, os infiéis são inferiores, podem ser estuprados, espancados ou mortos. Aqui é um "migrante" muçulmano que achou por bem ensinar uma húngara como se deve viver:

 

O Alcorão permite que todos os seus fiéis tenham escravas:
Alcorão 33: 52. De agora em diante, não será lícito levares outras mulheres, ou mudar de esposas, mesmo que gostes de sua beleza, excepto tuas escravas. Alá vê tudo.
Alcorão 70: 28-31: Ninguém deve sentir-se a salvo do castigo do seu Senhor, que se abstenha de relações sexuais, excepto com suas esposas ou suas escravas, nesse caso não violam a lei.
Maomé tinha mais "privilégios" sexuais do que o resto dos fiéis
Alcorão 33: 50: Profeta! Fizemos lícitas, para ti as esposas a quem deste dotes, a quem Alá te deu como despojos de guerra (...) e toda a mulher crente, se oferecida ao Profeta e o Profeta quiser casar-se com ela. É um privilégio teu, não dos outros crentes - nós já sabemos o que nós impusemos aos últimos em relação a suas esposas e escravas, para que vocês não tenham medo. Alá é perdoador, misericordioso.
Entre os muitos casos de escravas sexuais de Maomé, destaca-se a judia Rayhana. Maomé, entre 624 e 627, ordenou e participou na decapitação de mais de 2.500 homens das tribos judaicas Banu Quraida, Mustaliq e Khaybar por se recusarem a converter-se ao islamismo. As mulheres judias foram forçadas a converter-se ao islamismo, e tendo rejeitado a conversão ao islamismo, foram tratadas como escravas sexuais. Rayhana, no mesmo dia que seu marido e pai foram decapitados pelo próprio Maomé, foi forçada a converter-se ao Islão, e, não aceitando o Islão, Maomé tomou-a como escrava sexual e estuprou-a naquele dia. [2]

Muçulmanos nas ruas da Europa exigem as mulheres europeias como escravas sexuais (despojos de guerra). Os europeus não acreditam que seja a sério, apesar da epidemia de estupros:



Concepção islamista da mulher cristã
El predicador islamista egipcio Ahmed Mahmud Abdullah, conocido como Abu Islam, y propietario de la cadena televisiva Al- Umma, es un líder religioso musulmán que está considerado por los fieles más devotos del Islam como un reputado erudito, sabio islámico y un héroe entre las filas islámicas. El 13 de febrero de 2013, Abu Islam impartió una charla en su canal televisivo Al-Umma sobre religiones comparadas en la que declaró que “El cristianismo surgió de la adoración del pene y las mujeres cristianas tienen perros y gatos y los educan para reemplazar sexualmente a sus maridos y jugar maritalmente con ellos, afirmado que todas las mujeres cristianas son unas prostitutas”.
El  clérigo musulmán wahabita saudí Muhammad Al- Arifi, emitió una fatua islámica) Yihad Al Nikah,  “la guerra santa del sexo para la mujer”, en la que añadía en su fatua que está permitida la violación de mujeres de otras religiones que no fuesen musulmanas (judías y cristianas) por los yihadistas en Siria. [4]
El hadiz de Abu Dawud 2141 explica que “Una vez se le dijo a Muhammad que las mujeres se habían envalentonado con sus maridos por lo que él concedió el permiso para que las golpearan. Cuando algunas mujeres se quejaron, Muhammad señaló: que ellas no son de las mejores entre vosotras. Estaba disgustado con las mujeres que se quejaban, y no con los maridos que les pegaban. En otro momento el hadiz de Abu Dawud (2142) agrega: A un hombre no se le debe preguntar ¿por qué pega a su mujer?”
Muhammad golpeaba a Aisha. En el hadiz Muslim 4:2127 leemos, Aisha, la esposa preferida de Muhammad, dijo: Una noche, pensando Muhammad que Yo estaba dormida, Muhammad salió. Yo le seguí secretamente. Cuando él se dio cuenta de lo que Yo había hecho, Me golpeó: Él me pegó en el pecho, lo cual me provocó mucho dolor, y luego me dijo: ¿Acaso pensaste que Alá y Su Mensajero iban a actuar de otro modo contigo?
El Corán alienta a los hombres a pegar sus mujeres o sus esposas, porque “las mujeres son inferiores a los hombres”, y deben ser gobernadas por éstos. Corán 4:34: Los hombres tienen autoridad sobre las mujeres en virtud de la preferencia que Alá ha dado a unos más que a otros y de los bienes que gastan. Las mujeres virtuosas son devotas y cuidan, en ausencia de sus maridos, de lo que Alá manda que cuiden. ¡Amonestad a aquéllas de quienes temáis que se rebelen, dejadlas solas en el lecho, pegadles! Si os obedecen, no os metáis más con ellas. Alá es excelso, grande.
El  hadiz de Sahih Al Bujari 72:715, relata “Aisha dijo: que en una ocasión una mujer acudió a Muhammad para pedir justicia. Aisha dijo que la mujer vino usando un velo verde, y se quejó a ella (Aisha) de su marido, y le mostró una mancha verde en su piel causada por golpes. Entre las mujeres, era una costumbre el respaldarse mutuamente, por lo cual cuando llegó Muhammad, Aisha le dijo: Nunca he visto sufrir tanto a una mujer como a las mujeres creyentes. ¡Mira! ¡Su piel está más verde que su ropa! Pero Muhammad no se conmovió por el sentimiento de alarma de Aisha ante las contusiones de la mujer: Muhammad la contestó: el marido debe de pegar a su mujer en otros sitios del cuerpo, para que no se note”.
Este trato con respecto a la/s esposa/s está permitido por el Corán y lo aconsejan multitud de líderes religiosos del Islam. Con la Shari´a, está permitido ser mucho más violento con las esclavas sexuales.
La esclavitud sexual en países musulmanes
No sólo tienen esclavas sexuales los miembros del Estado Islámico, Boko Haram, y tantos otros grupos islámicos, sino también hay estados musulmanes en los que se pide legalizar la esclavitud sexual de cristianas, como es el caso de la activista política kuwaití  Salwa Al-Mteiri que reclamó recientemente una ley que permitiese la compra de prisioneras de guerra con el fin de convertirlas en esclavas sexuales. Ella le preguntó a un mufti saudí [5]: ¿Cuál es la ley con respecto a las esclavas? El muftí me dijo que la ley exige que exista un país musulmán atacando a un país cristiano – perdón, un país no-musulmán – y tomando prisioneros de guerra. Le pregunté si estaba prohibido convertirlos en esclavos, y él dijo que el Islam no prohíbe la posesión de jóvenes esclavas. Todo lo contrario.
También, aquí en Kuwait, pregunté a eruditos religiosos y expertos sobre este tema, y ellos me dijeron que para el hombre promedio, el hombre buen religioso, la única manera de evitar las relaciones prohibidas con las mujeres es la compra de jóvenes esclavas. …
Tengo grandes esperanzas de que esa ley sea legislada. Al igual que ellos permiten tener criados, deberían permitir tener esclavas y legislar una ley adecuada a este respecto. No queremos que nuestros hijos caigan en el abismo de la fornicación y similar inmundicia, Alá no lo quiera. Alá que lega, las cosas saldrán bien.
Hay países como Chechenia, que están en guerra con otro país [Rusia]. En tal caso, deber haber prisioneras de guerra [cristianas], así que ¿por qué no ir comprar a esas presas? ¿Es esto mejor para ellas que sacrificarlas [degollarlas] allá? Id y comprarlas, y venderlas a los comerciantes aquí en Kuwait.


Artículo original de © israelnoticias.com | Autorizado para su difusión incluyendo este mensaje y la dirección: https://israelnoticias.com/islam/islamicos-violan-mujeres-cristianas
Os islamistas acreditam que as mulheres infiéis são prostitutas. O especialista  em Islão Raad Salam Naaman explica [3]: "O pregador islâmico Ahmed Mahmoud Abdullah, conhecido como Abu Islam, proprietário da rede de televisão Al-Umma, é um líder religioso muçulmano que é considerado pelos fiéis  devotos do Islão como um estudioso de renome e um herói muçulmano. Em 13 de Fevereiro de 2013, Abu Islam deu uma palestra no seu canal de TV Al-Umma sobre religião comparada, na qual declarou que 'o Cristianismo surgiu a partir da adoração do pénis e que as mulheres cristãs têm cães e gatos e educam-nos para substituírem sexualmente os seus maridos, e afirmou que todas as mulheres cristãs são prostitutas".


Autoridade islâmica egípcia: "O Cristianismo é o culto do pénis, as mulheres cristãs treinam cães para substituírem os maridos, as mulheres infiéis devem ser estupradas", etc., etc...

O clérigo muçulmano Muhammad Al-Arifi, emitiu uma fatwa islâmica, Jihad Al Nikah, ou "Sexo e guerra santa para as Mulheres", em que afirma que é permitida a violação de mulheres de outras religiões que não sejam muçulmanas (judias e cristãs) pelos jihadistas na Síria. [4]

 
O Hadith de Abu Dawud 2141 explica que "uma vez disseram a Maomé que as mulheres se estavam a tornar desobedientes com seus maridos, então ele concedeu permissão para estas ser espancadas. Quando algumas mulheres reclamaram, Maomé disse que essas não eram as melhores. Ele estava enojado com as mulheres que reclamavam e não com os maridos que as espancavam". Em outro momento, o Hadith de Abu Dawud (2142) acrescenta: "Não se deve perguntar a um homem porque é que ele bate na mulher".
Maomé espancava Aisha. Em Hadith 4: 2127 lemos: "Aisha, a esposa favorita de Maomé, disse: Uma noite, Maomé pensou que eu estava a dormir e saiu. Eu segui-o secretamente. Quando ele percebeu o que eu tinha feito, ele bateu-me: Ele bateu-me no peito, o que me causou muita dor, e então ele disse: Tu achas que Alá e Seu Mensageiro iriam agir de forma diferente contigo?
O Alcorão encoraja os homens a espancarem a sua esposa ou esposas, porque "as mulheres são inferiores aos homens", e elas devem ser governadas por eles.
Alcorão 4:34: Os homens têm autoridade sobre as mulheres em virtude da preferência que Alá lhes deu a  eles e por causa dos bens que eles gastam. Mulheres virtuosas são devotas e cuidadosas, na ausência de seus maridos, daquilo que Alá manda cuidar. Admoestar aqueles a quem você teme se rebelar, deixá-los sozinhos na cama, bata neles! Se elas não te obedecerem, expulsa-as. Alá seja exaltado, óptimo.
O Hadith de Sahih Al Bukhari 72: 715, relata "Aisha disse que numa ocasião uma mulher veio a Momé para pedir justiça. Aisha disse que a mulher veio trajando um véu verde, e reclamou com ela (Aisha) do marido, e mostrou-lhe uma mancha verde na sua pele causada por golpes. Entre as mulheres, era costume apoiarem-se mutuamente, por isso, quando Maomé chegou, Aisha disse: Eu nunca vi uma mulher sofrer tanto quanto as mulheres crentes. Olha! A pele dela está mais verde que as suas roupas! Mas Maomé não foi movido pelo sentimento de alarme de Aisha para com as contusões provocadas nas mulheres: Maomé respondeu que o marido deve bater na sua esposa em outros locais do corpo, para  não se notar".

E ainda hoje é assim:


Tendo conta a visão islâmica das mulheres infiéis, é de espantar que os maometanos cá cheguem, e espanquem, estuprem e matem?


Estuprar por vezes não chega: 

Nigeriano enriquece culturalmente jovem italiana (em 18 partes)



Este tratamento em relação às esposas é permitido pelo Alcorão e é recomendado por uma multidão de líderes religiosos do Islão. Na Shari'a, é permitido ser muito mais violento com as escravas sexuais.

Escravidão sexual em países muçulmanos
Não só os membros do Estado Islâmico/ISIS têm escravas sexuais. O Boko Haram, e muitos outros grupos islâmicos tem-nas, mas também há Estados muçulmanos em que se está a legalizar a escravidão sexual das cristãs, como no caso da activista política do Kuwait, Salwa Al-Mteiri, que recentemente exigiu uma lei que permita a compra de prisioneiras de guerra para transformá-las em escravas sexuais [5]:

   


(...) No Kuwait, ela consultou peritos religiosos e estudiosos acerca da escravidão sexual, e eles disseram que, para o homem médio, para o bom homem religioso, a única maneira de evitar relações proibidas com as mulheres, é a compra de novas escravas.
  
A activista disse: "Tenho grandes esperanças de que esta lei seja promulgada. Assim como eles permitem ter escravos, eles devem permitir ter escravas sexuais e devem produzir uma lei adequada a esse respeito. Nós não queremos que os nossos filhos caiam no abismo da fornicação e porcarias semelhantes, que Alá proíbe".

"Há países como a Chechénia, que estão em guerra com outro país [Rússia]. Nesse caso, deve haver prisioneiras de guerra [cristãos], então porque não comprar essas prisioneiras? Isso não é melhor para elas do que sacrificá-las [degolá-las]? Vão lá, comprem-nas e vendam-nas a comerciantes aqui no Kuwait".




NOTAS:
[1] http://www.mirror.co.uk/news/world-news/islamic-state-fanatics-kidnap-more-4062810

[2] Guillaume, Alfred (1955). The Life of Muhammad: a translation of Ibn Ishaq’s Sirat Rasul Allah. Oxford University Press.


[5] ¿Feministas o corderas? por Eduard Yitzhak. Por Israel
As feministas amama o Islão:




P.S. - Sabia que o Portugal de hoje é uma teocracia? Conheça a divindade, o grande Xeque Cotoveladas: 

sábado, 21 de abril de 2018

Polícia religiosa feminina no Irão trata de um pequeno assunto *


Que pena que temos que as nossas valentes feministas, extrema-esquerdistas, apoiantes do Hamas e do islamismo, não vão para qualquer paraíso maometano!

"Larguem-me! Há 30 anos que vocês não nos deixam viver!" - grita a jovem iraniana espancada pela polícia religiosa feminina. Porquê? Porque não tinha a cabeça correctamente coberta pelo hijab, o que, como é sabido, pode provocar a ira do deus Alá!
Via Riposte Laique.
O Islão é maravilhoso! Sobretudo para as MULHERES!

Veja como as neo-feministas se espojam literalmente no chão a reverenciar o deus Alá, a escravatura sexual, a mutilação genital feminina,os "casamentos" de bodes velhos com meninas a partir de 1 ano de idade, o espancamento, a tortura e a execução indiscriminada de mulheres, etc.:



Veja como era horrorosa a vida no Irão antes da maravilhosa chegada do islamismo dos aiatolás e da "verdadeira" libertação da Mulher:

  

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Feministas americanas querem a lei sharia *


Vídeo do Facebook do Milo Yiannopoulos.

Será possível que estas senhoras, na Idade da Informação, não saibam qual é o estatuto da Mulher no Islão?
Será possível que o ódio a Donald Trump (por ser rico, conservador, cristão, heterossexual e branco) as leve a aliarem-se com os islamistas, mesmo que estes tratem as mulheres como menos do que objectos?
Veja as feministas americanas a arrojarem-se perante o Islão:


A maior parte das coisas que estas mulheres fazem (sair de casa sem acompanhante masculino da família, guiar veículos, usar calças, ter relações sexuais fora do casamento, usar maquilhagem, etc., etc.) são punidas assim pela lei islâmica, a sharia, desta forma (ou pior):


Esta senhora está a levar esta sova porque vestiu calças.
Visite a nossa secção  Mulheres e confira.
Uma ex-muçulmana explica o que vai na cabeça das feministas ocidentais de hoje:

ALGUNS CANAIS YOUTUBE (a Khadija Kafir é ex-muçulmana e tem muitos vídeos sobre as Mulheres no Islão):


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Azeite VIRGEM = Pornografia! *

Muçulmana acusada de pecado por publicar foto de azeite porque continha a palavra "virgem" 
Isto é ridículo, mas note-se que, quando este homem acusa esta mulher de pecado, fá-lo porque pensou em sexo quando ela disse "virgem"
Ela é a responsável pelos pensamentos que lhe vieram. Isto é semelhante à mentalidade por trás do hijab: uma mulher deve cobrir-se para remover a causa da tentação de um homem, e se ele é tentado, é culpa dela. 
A responsabilidade é sempre da mulher, nunca do homem. Portanto, isto não é apenas ridículo, mas profundamente misógino e profundamente islâmico.
Robert Spencer/JihadWatch 


Azeite virgem - pornografia islâmica!


"Uma mulher muçulmana foi acusada de cometer um pecado por publicar uma imagem de azeite porque continha a palavra 'virgem'" 
Gareth Davies, 16 de Outubro de 2017, MAILONLINE



Uma mulher muçulmana foi acusada de cometer um pecado por publicar uma foto de azeite porque continha a palavra "virgem".
A mulher, cujo perfil do Twitter apresenta as bandeiras da Jordânia, "Palestina" e Nova Zelândia, postou a foto no Snapchat e imediatamente recebeu uma resposta de um de seus seguidores. (...)
O homem, que mais tarde foi identificado pela mulher, disse: "Você não deve enviar fotos assim, porque contêm palavras como 'virgem' e isso faz um homem pensar sobre acções que você pode ter cometido".
Mais tarde ele tentou retroceder dizendo que sua mensagem era apenas uma "naseehah", que é uma palavra árabe para aconselhamento.
"Querida irmã. Eu simplesmente estava a dar-lhe conselhos sinceros em particular", escreveu ele no Twitter.
"Não há necessidade de expor essas coisas". ...


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Leia também:

Mulher que vai ao mar, vai adulterar!

Siga a LOUCURA:


Não - o caso é sério:



Esta do azeite pecaminoso até seria engraçada, se não fosse a realidade diária do Islão.
Na terça-feira, um "refugiado" iraquiano estuprou um menino de 10 anos "porque há 4 meses que não fazia sexo". Foi na Áustria.
E é todos os dias isto, em todo o Mundo.

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P.S. - Entretanto lembrámo-nos de quando Paulo Portas era Ministro dos Negócios Estrangeiros e andava pelo Médio Oriente a vender azeite:


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Muçulmano apanha táxi e deixa infiel morrer queimada

A lavagem cerebral das massas impede-as de questionarem o Islão e o comportamento islâmico. Sempre que os muçulmanos exibem aspectos da sua cultura que são inaceitáveis em sociedades que respeitam os Direitos Humanos, a mentalidade oficial apressa-se a arranjar desculpas.
Dentre os milhares de notícias que ilustram a  perversidade intrínseca do Islão, trazemos hoje esta à vossa apreciação. Os apologistas islâmicos dirão que "também há muçulmanos que tratam mal as mulheres". Decerto que sim, mas as nossas leis e a nossa mentalidade condenam-no. No Islão, encorajam-no. 
Se não é um zombie, julgue por si e lembre-se de que este caso é uma gota de água num oceano de horror:


Brooklyn: motorista muçulmano apanha táxi e abandona rapariga dentro de carro a arder em plena estrada
Um insensível desprezo pela vida humana. Harleen Grewal é um nome sikh. Na lei islâmica, a vida muçulmana vale explicitamente mais do que a dos não-muçulmanos. O manual  Shafi'i Sharia Confiança do Viajante determina: 
"A indemnização pela morte ou lesão de uma mulher é metade da indemnização paga por um homem. A indemnização paga por um judeu ou cristão é um terço da indemnização paga por um muçulmano. A indemnização paga por um zoroastriano é um décimo quinto da de um muçulmano" (O4.9). 
Os sikhs estão ainda mais baixo, pois não são pessoas do Livro
O Shahi'i madhhab não é a única escola da lei islâmica que ensina isto. O xiita sufí iraniano Sultanhussein Tabandeh explica: 
"Assim, se [o] muçulmano comete adultério, o seu castigo é de 100 chicotadas, rapar da cabeça e um ano de banimento. Mas se o homem não for muçulmano e cometer adultério com uma mulher muçulmana, a pena dele é a execução ... Do mesmo modo, se um muçulmano comete homicídio deliberadamente vitimando outro muçulmano, ele enquadra-se na lei da retaliação e deve ser condenado à morte pelos parentes. Mas se um não-muçulmano for assassinado por um muçulmano, a pena de morte não é válida. Em vez disso, o assassino muçulmano deve pagar uma multa e ser punido com o chicote ....".  
Como o Islão considera os não-muçulmanos como inferiores em crença e convicção, se um muçulmano mata um não muçulmano, então a sua punição não deve ser a pena de morte de retaliação, uma vez que a fé e a convicção que possui é mais elevada que a do homem que foi morto ... 
Também as penas de um culpado não-muçulmano de fornicação com uma mulher muçulmana são aumentadas porque, além do crime contra a moralidade, dever social e religião, ele cometeu sacrilégio, por ter desonrado uma muçulmana, e assim, desprezado os muçulmanos em geral, e por isso deve ser executado. 
"O Islão e os seus povos devem estar acima dos infiéis e nunca devem permitir que os não-muçulmanos adquiram domínio sobre eles" - Sultanhussein Tabandeh, 'Um Comentário Muçulmano sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos'. 
Esse tipo de ensino inculca atitudes. Saeed Ahmad deixou Harleen Grewal morrer porque ela era apenas uma sikh e apenas uma mulher, dois grupos aos quais ele foi ensinado a desprezar como inferiores?
- Robert Spencer/JihadWatch

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A notícia, com fotos, está em diversas publicações, como o New York Daily News:

Karan Singh Dhillon, 28 anos, o namorado enlutado de Harleen Grewal, 25 anos, que morreu esta sexta-feira em Queens.


Saeed Ahmad, 23 anos, embateu com o seu carro de luxo numa barreira de cimento e deixou Grewal, que seguia como passageira, morrer queimada.  



A naturalidade com que o muçulmano apanha o táxi enquanto a infiel morre queimada viva, fala por si:


"VEJA: o motorista apanha um táxi enquanto abandona a passageira morre dentro do carro em chamas na rodovia do Brooklyn" 
Esha Ray, Dale W. Eisinger e Larry McShane, New York Daily News, 14 de Outubro de 2017 
Um homem do Brooklyn deixou a passageira do seu carro presa dentro dos destroços flamejantes do seu carro e subiu friamente para um táxi que passava enquanto a mulher indefesa morria. 
Um arrepiante vídeo de telemóvel obtido pela WABC-TV News captou as imagens do insensível Saeed Ahmad, mandando parar um táxi amarelo no início da noite de sexta-feira depois de escapar das chamas que mataram a passageira Harleen Grewal
"Posso subir?" - o suspeito de homicídio involuntário perguntou calmamente enquanto o incêndio no seu luxuoso Infiniti 35G iluminava o céu na rodovia Brooklyn-Queens. 
Investigadores atordoados encontraram o corpo carbonizado de Grewal no banco do passageiro, quando as chamas se extinguiram. 
"É desprezível. Como pode alguém proceder assim?", perguntou um ultrajado Van Christakos, 69 anos, um vizinho da família da mulher morta. (...)
A família devastada de Grewal, de 25 anos, teve novo choque quando viu o vídeo um dia após sua morte. 
"Eu nem sei o que aconteceu!", gritou a mãe, Raj Grewal, na sua casa de Astoria. "É a minha filha! Ela era um anjo! Ela é um anjo!"
Ahmad disse à Polícia que namorava com Grewal, mas os amigos disseram que ele era apenas um conhecido que lhe deu boleia para casa. 
O namorado de Grewal, Karan Singh Dhillon, ficou em choque com a morte. 
"A minha querida namorada não merecia morrer assim", escreveu Dhillon no Facebook. "Os melhoras deixam-nos muito cedo"
Em entrevista ao Daily News, Dhillon descreveu Grewal como uma alma desinteressada que olhava sempre para os outros. 
"Ela faria qualquer coisa pelas pessoas", disse ele. "Ela era capaz de dar a roupa do corpo. Ela daria comida a alguém e ficaria com fome ".
Ahmad, de 23 anos, encaminhou o taxista para o Centro Médico Maimonides, ignorou a mulher presa dentro do veículo em chamas a poucos metros de distância e fugiu da cena, mostra o vídeo. 
O suspeito, ainda hospitalizado no sábado com queimaduras, foi acusado de homicídio culposo, homicídio criminalmente negligente, deixando a cena de um acidente fatal, e guiava em excesso de velocidade e com uma licença suspensa. 
A acusação do suspeito esteve pendente enquanto os médicos o tratavam por queimaduras no pescoço, braços e pernas. O irmão de Ahmad apontou os ferimentos como prova de que Saeed tentou auxiliar a vítima. 
"Depois de tentar ajudá-la a sair do carro, os seus braços ficaram queimados, o seu pescoço ficou queimado", disse Waheed Ahmad, 21 anos. "Ver uma pessoa morrer à nossa frente causa uma dor inimaginável".
O vídeo "só nos está a causar mais dor", disse Waheed ....

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- Mesmo perante o vídeo, o irmão tem a coragem de usar a taqyyia, a mentira sagrada do Islão. Inacreditável!
-  Na hora do aperto, os muçulmanos não boicotam Israel. Este dirigiu-se logo para um hospital judeu. Ai não...
- Sem conhecer a realidade do Islão, acha que nós estamos "cheios de ódio" este foi "apenas um caso isolado e que não teve nada a ver com o Islão"? Então:
Visite a nossa pequena secção


  
Islão - O que o Ocidente Precisa Saber

DIREITOS DAS MULHERES SOB O ISLAMISMO, UMA LISTA DE 4 VÍDEOS ELUCIDATIVOS DO "LEI ISLÂMICA EM AÇÃO":