Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Motociclistas americanos comemoram a transferência da Embaixada do seu país para Jerusalém.
Jerusalém é a capital de Israel, ininterruptamente, desde o Rei David, há mais de 3000 anos.Pegue nos livros de História, de Arqueologia, ou numa Bíblia, e confirme.
A Bíblia menciona Jerusalém 650 vezes. O Alcorão, nem uma.
Mas agora os maometanos lembraram-se de reivindicar Jerusalém, porque o seu profeta, Maomé, costumava voar noite adentro montado num buraq (uma criatura com corpo de cavalo, asas e cabeça de mulher), e terá provavelmente aterrado no Muro das Lamentações.
Então, porque se diz agora que no século 7 um senhor poisou na muro que resta do Templo Sagrado de Jerusalém, Jerusalém é dos maometanos! Lógico, não é?
Dos 86 corpos diplomáticos nacionais que convidados para a abertura da embaixada, 40 responderam que participarão, incluindo os embaixadores da Hungria, República Checa, Áustria e Roménia.
Os outros ficam a fazer companhia ao buraq. Bom proveito!
Pode acompanhar em baixo a cerimónia em directo:
Os judeus nunca mais perderão a soberania de Jerusalém. Graças a Trump e a muita gente boa, nomeadamente cristãos amigos de Israel.
Transcrevemos abaixo (com destaques a amarelo nossos) o artigo de Paulo Tunhas no Observador. Já tivemos este artigo em destaque na barra lateral, com ligação para o Observador, mas pedimos aos nossos leitores, ainda assim, que cliquem no original, que merece ter muitas visitas. Caso o autor ou o site pretendam, retiraremos de imediato este post. Prestamos homenagem a este comentador e a todas as pessoas que põem a sua consciência acima do receio das represálias do sistema.
A decisão de Trump sobre Jerusalém rompe com a hipocrisia vigente quando
se fala do Médio Oriente, que tudo na aparência igualiza para na
verdade sistematicamente condenar Israel desde o princípio.
Sendo, na aparência, um dos poucos portugueses que não é cidadão dos
Estados Unidos da América, pouco falo de Donald Trump. No máximo, com as
raríssimas pessoas com quem falo de política, o que me vem à cabeça é
dizer que, com a excepção de Donald Trump, tudo conspira para me fazer
simpatizar com Donald Trump. Não é um raciocínio muito elaborado, mas
confesso que ao ler notícias em jornais onde, a partir de uma fotografia
de Trump com os atacadores do sapato direito desapertados, se elaboram
desenvolvidas doutrinas sobre a sua política nacional e internacional, é
aquilo de que sou capaz.
No entanto, o seu reconhecimento ontem
de Jerusalém como capital de Israel, no seguimento de uma decisão do
Congresso americano datada de 1995, levou-me a sentir com ele um acordo
que antes nunca experimentei inteiro. Porque, na malsã atmosfera de
hipocrisia política em que se vive, o gesto não é despiciendo e
manifesta, contrariamente ao que por aí imediatamente se escreveu,
alguma sensatez. Traz problemas? Traz, sem dúvida. Mas representa a
possibilidade de um novo início das coisas, que rompa com a hipocrisia
vigente quando se fala do Médio Oriente, que tudo na aparência igualiza
para na verdade sistematicamente condenar Israel desde o princípio. Não
digo que a hipocrisia não seja por vezes necessária em política (e, de
resto, nas relações humanas em geral) e não tenha, em certas situações,
bons frutos. Acontece que neste caso preciso nenhuma necessidade a guia e
os frutos são maus.
Em 2003, publiquei conjuntamente com Fernando
Gil um livro intitulado Impasses, seguido de Coisas vistas, coisas
ouvidas, por Danièle Cohn. O livro lidava com a reacção ocidental ao 11
de Setembro e ao terrorismo islâmico, incluindo um capítulo sobre a
segunda guerra do Golfo. Antecipando tudo o que se dirá e escreverá por
estes dias acerca de Israel, fui reler algumas páginas então escritas.
Reproduzo aqui uma passagem do livro. Dada a sua extensão, decidi omitir
as referências ao que então era a opinião comum do muito que se
publicava. Guardo apenas uma que é particularmente ilustrativa. Miguel
Sousa Tavares explicava por essa altura que Israel é “a maior ameaça à
paz mundial”, continuando: “Se algum dia o planeta implodir, vai ficar a
devê-lo a Israel e à dependência política do establishment americano
relativamente ao lobby israelita dos Estados Unidos”. Israel, note-se, é
“a maior ameaça à paz mundial”. O que se segue, entre aspas, é o que no
livro é dito em relação a essa doutrina comum, com que teremos de
voltar a conviver em breve, sobre Israel. Limitei-me, tirando pequenos
detalhes, a alterar o texto num ponto: duas afirmações citadas vêm agora
com os seus autores devidamente identificados. (Quando escrevemos o
livro, Fernando Gil e eu optámos por não referir directamente os
autores, porque o que nos interessava era estabelecer o quadro geral de
uma atitude dominante na opinião publicada no que respeitava ao pós-11
de Setembro.)
“A questão de Israel é infinita. Os pontos serão
portanto aqui selectivos. O ódio a Israel não foi sempre, muito pelo
contrário, uma característica da Esquerda. Ele acompanha-se da
descoberta, nessa mesma Esquerda, de uma paixão, a que nada
historicamente a obrigava, pelo terrorismo. Israel é uma sociedade
democrática (segundo qualquer um dos critérios ao nosso dispor:
critérios que remontam ao exemplo do exercício da sociedade ateniense no
século V a. C.), rodeada de sociedades que, segundo esses mesmos e
exactíssimos critérios, não são, nem de perto nem de longe,
democráticas.
“O ódio a Israel relaciona-se com uma tendência
relativamente recente de uma parte substancial da Esquerda a, em
linguagem e em acto, abandonar os patamares da democracia. O ódio a
Israel – e, diga-se por fim, a palavra ódio não é exagerada – tem a ver
com o desprezo crescente que essa mesma parte da Esquerda ostenta pelos
regimes do Ocidente e pelas democracias representativas (“socialmente
fascistas”, nas palavras do Prof. Boaventura Sousa Santos). Israel é
objecto do desprezo que só timidamente – e por vez ou outra mais
atrevidamente – se enuncia em relação à democracia em geral.
“Percebe-se.
Israel: sociedade democrática responsável por si mesma. Israel:
sociedade onde os actos do Governo são fiscalizados e censurados através
do voto. Israel: sociedade onde os cidadãos livremente se manifestam
contra as decisões políticas do seu Governo. Israel: sociedade onde a
vida dos cidadãos é livre, onde, entre outras, as coisas do amor são
abertamente discutidas. Israel: sociedade onde o masoquismo
“suicida-ideológico” não faz parte dos costumes políticos e onde, como
optimamente Alain Finkelkraut escreveu um dia, não se encontra nenhuma
disposição para “expiar os horrores da história ocidental”, porque
parece aos seus cidadãos – e não se vê como lhes negar autoridade para
essa reflexão – “terem sofrido eles próprios mais do que lhes calhava
nesse capítulo. Israel (ainda nas palavras de Alain Finkelkraut):
“pequena nação: pequena em superfície; pequena em número de cidadãos;
pequena no sentido mais profundo em que a sua existência não se encontra
automaticamente garantida, em que permanece contestada trinta e cinco
anos depois da criação do Estado [Finkelkraut escrevia em 1983]”.
Israel: sociedade cuja auto-defesa – os problemas são esses, e não os
mais alambicados da “auto-estima” – se joga dia-a-dia, contra
terroristas que assassinam cegamente. Israel: voltemos ao princípio –
sociedade democrática.
“O ódio a Israel é o ódio recalcado que uma
parte do Ocidente vota a si mesmo. Não é acidental que as críticas à
democracia e as críticas a Israel se fundam no mesmo gesto. Elas
transcendem largamente a preocupação com os sofrimentos que
palestinianos ou israelitas experimentam no seu dia-a-dia. De facto,
nada disso conta – nada disso tem de contar. O que interessa é a questão
da existência, pura e simples, de Israel: é ela que está perpetuamente
em causa. Tal como a da democracia.
“O jornalista (Miguel Sousa
Tavares) que escreve que Israel é “a maior ameaça à paz mundial”, diz,
sem obviamente o dizer com as palavras todas, que a democracia é a maior
ameaça à paz mundial. Quando, levado pelo seu alegre raciocínio,
conclui: “se algum dia o planeta implodir vai ficar a devê-lo a Israel”,
diz (continuando a não se servir das palavras todas) que a democracia é
a causa da destruição do mundo. E pode bem ser que venha a ter razão.
Esperemos que não, mas pode ser que sim. Em todo o caso, não convinha
que falasse como se estivesse a falar defendendo a democracia: o que ele
pede é que se abdique de tudo. Não de várias coisas acidentais e
secundárias, nem sequer daquilo que poderíamos pensar, com razão ou sem
ela, ser o essencial – mas de tudo; nada mais e nada menos do que de
tudo. Está, em suma, a pedir uma coisa impossível. Em primeiro lugar,
impossível para ele mesmo. Mas não está, sem dúvida, a ser original.”
Citei
esta longa passagem – escrita, repito, em 2003 – porque o que vem aí
vai ser mais do mesmo. Não é que Israel não seja continuamente
demonizada. É-o, de facto, sem interrupção. Não há cantor pop que não se
veja policiado pelos profissionais dos “boicotes”. Mas a intensidade
aumentará por estes dias. Entre outros por aqueles que, em nome de
“negociações de paz” que se perpetuam de modo puramente fantasmático,
desejam a todo o custo manter uma ficção que lhes é conveniente: a da
possibilidade de um acordo entre quem quer continuar a existir e aqueles
que apenas desejam a destruição. O que Trump fez tem pelo menos um
mérito: introduzir um novo princípio num estado de coisas onde nenhuma
solução verdadeiramente era possível. Pelo menos, com Jerusalém como
capital de Israel, as coisas ficam mais claras. O que a médio prazo só
pode ser bom.
Vitaminas contra a desinformação generalizada dos media, escravizados ao sistema:
Porque é que a nova política do presidente Trump é tão importante
O presidente Donald Trump anunciou que os EUA
reconhecem oficialmente Jerusalém como a capital de Israel e que o
Departamento de Estado iniciará o processo de mudança da embaixada para
Jerusalém a partir de Tel Aviv.
Pode não ser claro, a princípio, porque é que esta mudança de política é tão importante. Jerusalém é, afinal, a capital de facto de Israel. O Parlamento israelita (Knesset) está lá, assim como o gabinete do
primeiro-ministro, a residência do presidente, o Supremo Tribunal e
todas as agências executivas. Os israelitas consideram Jerusalém como sendo a capital, mesmo se os Estados Unidos não a reconhecessem como tal. Na prática, a mudança é simbólica. Mas, como tal, ainda é extremamente importante.
Para entender o porquê, é importante compreender a História da cidade. O Antigo Testamento descreve em 2 Samuel 5 como o Rei David conquistou a cidade e a tornou a sua capital, há mais de 3000 anos.
Mais
tarde descreve em 1 Reis 8como o filho de David, o Rei Salomão,
construiu o Templo Sagrado em Jerusalém e instalou lá a Arca da Aliança.Desde então, os judeus sempre se viraram para Jerusalém nas suas orações diárias. É o centro da fé judaica e o núcleo da História judaica.
A
Bíblia também conta a História de como os judeus foram exilados de
Jerusalém pelos Babilónios, e depois voltaram para reconstruir o Templo.
Outro exílio aconteceu no ano 70 da Era Cristã, quando os Romanos destruíram o Segundo Templo e a própria cidade.Ainda assim, muitos judeus permaneceram, e os judeus em todo o mundo
rezaram durante 2.000 anos pelo retorno a "Sião".
Os judeus são o maior
grupo étnico em Jerusalém há quase 200 anos e a maioria desde meados
do século XIX.
Francamente, só é ignorante quem quer:
Jerusalém também é sagrada para os cristãos e para os muçulmanos, embora seja menos central para qualquer destes. E sob a soberania israelita, todas as religiões gozaram sempre da liberdade de adoração nos seus respectivos locais sagrados. O Monte do Templo - ou Haram ash-Sharif, para os muçulmanos - só foi
fechado quando houve ameaças de segurança iminentes, já que os radicais às
vezes usam esse site sagrado para atacar os judeus que adoram no
Muro das Lamentações - o último remanescente do Templo.
Os
judeus começaram a retornar à região em grande número no final do
século XIX como parte do movimento sionista, que visava restabelecer
Israel como um Estado moderno e como um refúgio para os judeus
perseguidos da Europa. Em 1917, o governo britânico apoiou o estabelecimento de uma "Casa Nacional" judaica no que era então chamado Palestina (embora os
árabes da região não se chamassem "palestinos"), em terras sob controle
britânico desde a Primeira Guerra Mundial.
Nando Moura explica, para quem queira entender:
A comunidade judaica de Jerusalém, então, expandiu-se para além da Cidade Velha e desenvolveu bairros a oeste.
Em
1947, as Nações Unidas votaram para aprovar a partição do Mandato Britânico da Palestina a
oeste do rio Jordão em dois Estados - um judeu, um árabe. Jerusalém deveria ser uma cidade internacional, sob o controle de nenhum dos lados. Os judeus aceitaram o plano e declararam a independência em 1948; os árabes rejeitaram o plano e declararam a guerra em vez disso.
Durante
essa guerra, as forças árabes lutaram para romper a conexão entre a
comunidade judaica de Jerusalém e as comunidades judaicas mais a oeste. Havia apenas uma estrada para Jerusalém, e estava constantemente sob ataque. Na
Cidade Velha, os judeus foram desbaratados pelas
tropas jordanas - que, treinadas pela Grã-Bretanha, eram as melhores do
mundo árabe. A Jordânia ocupou a Cidade Velha e arrasou o bairro judeu, limpando etnicamente os seus habitantes.
De 1948 a 1967, Jerusalém foi dividida em duas partes. No lado oeste, Israel estabeleceu sua capital numa cidade moderna. No lado oriental, a Jordânia governou a Cidade Velha e os bairros árabes circundantes da Judeia e Samaria/Cisjordânia. Nunca houve discussão sobre o estabelecimento de um Estado "palestino" na chamada Cisjordânia ou uma capital "palestina" em Jerusalém. Os judeus foram proibidos de ter acesso aos locais sagrados da Cidade Velha, especialmente o Muro Ocidental, conhecido como o Muro das Lamentações.
Na
Guerra dos Seis Dias de 1967, Israel - sob ameaça directa de destruição
pelos Estados árabes ao redor - obteve uma vitória surpresa e assumiu o
controle da Península do Sinai, da Cisjordânia/Judeia e Samaria e dos Montes Golan. As tropas israelitas também conquistaram toda a Jerusalém, reunindo-a e libertando a Cidade Velha. Mas os Estados árabes ainda se recusaram a negociar com Israel, e a
maioria dos países recusou-se a colocar as suas embaixadas lá, por medo de
antagonizar os "palestinos".
Na
década de 1990, quando as negociações formais começaram entre Israel e
os "palestinos", Jerusalém foi uma das questões mais difíceis - mais
difícil do que as questões das fronteiras e dos refugiados "palestinos". Embora
o Congresso tenha aprovado o Acto da Embaixada de Jerusalém em 1995, deu
ao presidente o poder de assinar uma renúncia a cada seis meses,
atrasando o movimento da embaixada. A ideia era preservar o status quo em Jerusalém para não comprometer as negociações de paz em curso.
Mas,
como os funcionários da administração explicaram aos repórteres na
terça-feira, depois de mais de duas décadas, ficou claro que o
reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel não foi jamais um obstáculo real para a paz. Era
claro para todos que a parte ocidental de Jerusalém, pelo menos,
estaria sob a soberania israelita em qualquer acordo de paz concebível.
A ideia de que toda a cidade seria negociada era pouco mais do que uma concessão para as demandas "palestinas" mais extremas.
Como
tal, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel e movendo a
embaixada dos EUA, há apenas um reconhecimento da realidade. Mas também é uma decisão corajosa, mostrando que os EUA ficarão em pé
com os nossos aliados, independentemente de ameaças terroristas.
A decisão do presidente Trump também representa uma garantia da soberania israelita em pelo menos parte de Jerusalém. Como tal, representa o cumprimento de milhares de anos de oração
judaica e mais de um século de esforços sionistas para estabelecer e
proteger um Estado judeu na pátria ancestral do povo judeu.
Não
é exagero dizer que, para os judeus, o reconhecimento de Jerusalém como
capital de Israel é um evento de significado quase Bíblico. E somos testemunhas disso.
"É público e notório que a mídia, amparada pelo marxismo cultural que
permeia nosso sistema educacional, tem feito um grande estrago na mente
dos jovens ao longo das últimas décadas. Quase que diariamente,
escutamos no rádio ou na TV, algo envolvendo “violação de direitos” do
“povo palestino” ou coisa análoga. Por outro lado, todo tipo de notícia
envolvendo ameaça, atentado ou declarações hostis contra Israel é
imediatamente censurada ou relegada as notas de rodapé, quase sempre com
excesso de eufemismos.
Você acreditaria se disséssemos que um teste decisivo para o sucesso de
uma sociedade é sua atitude em relação a Israel? Bom, é verdade. Como
George Gilder explica, um bom indicador do progresso de uma sociedade
pode ser relacionado ao comportamento da mesma, ou seja, se a mesma
inveja e ressente do sucesso alheio ou celebra e tenta reproduzi-lo. Os
países que passam no chamado "Teste de Israel" tendem a prosperar, os
demais tendem a passar por sérias dificuldades.
Israel é o único país no Mundo que tem o mesmo nome, fala a mesma Língua, professa a mesma fé e habita a mesma terra há mais de 3,000 anos.
Há 3,000 anos, Jerusalém foi estabelecida como a capital de Israel. Foi atacada 52 vezes, ocupada 23 vezes, saqueada 39 vezes, destruída e reconstruída 3 vezes e capturada e recapturada 44 vezes.
3,000 anos depois, continua a ser a capital de Israel.
"Jerusalém é a capital de Israel há 3.000 anos. Tem sido a capital do Estado judeu por 70 anos", disse Netanyahu ao presidente francês, Macron.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente francês, Emmanuel Macron, encontraram-se em Paris no domingo, iniciando uma discussão centrada no reconhecimento histórico do presidente Donald Trumpde Jerusalém como capital de Israel .
Macron expressou "desaprovação" da decisão de Trump, chamando-lhe de "perigosa para a paz".
"Não parece servir, a curto prazo, a causa da segurança de Israel e os próprios israelitas", disse Macron.
Netanyahu elogiou os laços e a colaboração entre Israel e a França em muitas questões, incluindo a busca pela paz, segurança e prosperidade na região.
"Isso significa que Emmanuel Macron e eu concordamos em tudo? Ainda não, estamos a trabalhar nisso. É uma questão de tempo", afirmou Netanyahu.
"Paris é a capital da França. Jerusalém é a capital de Israel. É a capital de Israel há 3.000 anos . Tem sido a capital do Estado judaico por 70 anos", declarou Netanyahu, dizendo que "Israel respeita a História da França e as suas escolhas, e sabemos que, como amigos, vocês respeitam as nossas".
Netanyahu acrescentou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel "também é essencial para a paz".
"Penso que a paz exige ser construída com base na verdade, nos factos do passado e do presente. Esta é a única maneira de construir um futuro pluralista e bem-sucedido", afirmou o primeiro-ministro israelita.
Netanyahu observou que se pode ler sobre o vínculo dos judeus com Jerusalém "num livro muito prestigiado, chamado Bíblia. As pessoas podem lê-lo na Bíblia. E podem ouvi-lo na História das comunidades judaicas em toda a nossa Diáspora - 'No ano que vem em Jerusalém, no próximo ano em Jerusalém'".
Reconhecendo o óbvio
"Onde mais é a capital de Israel, senão em Jerusalém? Onde está o nosso Knesset, o nosso Parlamento? Onde está o nosso Supremo Tribunal, a sede do nosso governo, o Gabinete do Primeiro Ministro, o escritório do Presidente? Não estão em Beer Sheva, não estão em Ashdod. Essas são cidades maravilhosas, mas a capital é em Jerusalém. Sempre foi a nossa capital", declarou.
"Jerusalém nunca foi a capital de qualquer outro povo. Penso que, quanto mais cedo os 'palestinos' começarem a lidar com essa realidade, mais cedo caminharemos para a paz ", concluiu.
"Hoje, Jerusalém é a sede do moderno governo israelita. É o lar do Parlamento israelita, do Knesset, bem como do Supremo Tribunal israelita. É a localização das residências oficiais do primeiro-ministro e do presidente. É a sede de muitos ministérios do governo", afirmou Trump.
"Jerusalém é a capital que o povo judeu estabeleceu desde os tempos antigos", disse Trump. "Hoje, Jerusalém é a sede do governo de Israel".
"Hoje, finalmente reconhecemos o óbvio, que Jerusalém é a capital de Israel. Isso não é mais do que um reconhecimento da realidade. É também a coisa certa a fazer", afirmou.
Os maometanos reivindicam Jerusalém e todo o território de Israel, da mesma forma que reivindicam a França e todo o Mundo, pois é parte integrante do Islão a invasão, a colonização, a conquista e a submissão dos povos a Alá.
Não acredita? Basta estudar a Teologia e a História do Islão; e pode começar por aqui (isto no caso de a realidade diária do terrorismo, da jihad global, das atrocidades islâmicas - estupro, mutilação, tortura, raptos, execuções, canibalismo, sacrifícios humanos, etc., etc. - não chegar):
A França, que já teve um império global, e que continua a manter um império-confetti, é dos países que mais gosta de aplicar um grande tau-tau a Israel em público, porque Israel não dá mais terra aos colonos muçulmanos.
"A França tem a maior Zona Económica Exclusiva (ZEE - espaço marítimo sobre a qual um Estado costeiro exerce direitos de soberania de exploração aproveitamento de recursos) no mundo!Com a ocupação dos territórios conquistados em todo o mundo, os "territórios ultramarinos", a França tem um império marítimo real: Guiana, Guadalupe, Martinica, Reunião, Polinésia Francesa, Mayotte, a Nova Caledónia. Os Kanaks de Nova ... Caledónia, ou os nativos da Guiana não estão à espera de ver a França lutar contra a sua colonização das Nações Unidas."
Se amanhã desembarcasse em França um alto representante do Canadá, de Malta, do Luxemburgo, de El Salvador, de Vanuatu, do Uruguai, da Coreia do Norte, da Tunísia, do Vaticano, de S. Marino, do Mónaco, de qualquer outro país do Mundo!, e o serventuário da islamização, o homem de mão do Sistema, Emmanuel Macron, se pusesse a dar-lhe lições sobre como governar o seu país, mandavam interná-lo.
"124 países estão envolvidos em disputas territoriais, incluindo inúmeras ocupações: algumas consideradas legítimas, outras não. No entanto, 123 desses países escolheram as suas próprios capitais sem qualquer dúvida do resto do mundo. Somente Israel é tratado de maneira diferente."
Netanyahu é um herói de guerra, mas nem o seu treino militar nem a sua experiência de combate nos comandos de elite o devem ter preparado para aturar Macrons...
- Consulte a nossa secção JERUSALÉM, que anda animada. Já que os jornaleiros do mundo inteiro estão em Israel a fotografar terroristas que espumam de raiva, nós vamos fazendo o contraponto da histeria. Gratos pela preferência!
"A União Europeia, esses cobardes, estão a fazer tudo o que podem para que um movimento terrorista pró-‘palestino’ possa ter supremacia sobre um movimento pró-israelita", disse o presidente checo Zeman.
O presidente checo, Milos Zeman, acusou os países da União Europeia (UE) de serem "cobardes" na sua resposta ao reconhecimento histórico do presidente Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel.
"A União Europeia, esses cobardes, estão a fazer tudo o que podem para que um movimento terrorista pró-‘palestino’ possa ter supremacia sobre um movimento pró-israelita", disse Zeman, de acordo com a AFP.
Zeman disse esta sexta-feira que estava feliz com o anúncio de Trump e que ele próprio se manifestou a favor de que Praga mude a embaixada checa de Tel-Aviv para Jerusalém, numa visita há quatro anos.
Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel na quarta-feira, uma decisão que enraiveceu os “palestinos”, mas que foi saudada como histórica por Israel.
A maioria dos países europeus expressou a sua oposição ao anúncio do Trump, e a chefe diplomática da UE, Federica Mogherini, alertou na quinta-feira que a decisão de Trump teve um "impacto potencial muito preocupantee pode levar a região para tempos mais escuros do que os que já vivemos".
Mogherini acrescentou que "as aspirações de ambas as partes devem ser cumpridas e uma maneira deve ser encontrada através de negociações para resolver o status de Jerusalém como a futura capital de ambos os Estados".
NDT: O que diria a italiana Federica Mogherini se os israelitas lhe ordenassem que dividisse Roma com os colonos muçulmanos? É tão fácil mandar em casa alheia, desde que essa casa seja a pequenina casa dos judeus...
Os muçulmanos não pretendem dividir coisa nenhuma. Pretendem, desde sempre, obliterar Israel e extinguir os judeus. As "negociações de paz" sempre foram apenas e só manobras de diversão para entreter o Mundo, enquanto o terrorismo prossegue, inalterável:
A República Checa reconheceu na quarta-feira Jerusalém ocidental como a capital de Israel, seguindo as mudanças de política de Trump na cidade.
De acordo com uma declaração publicada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Checa, o país "actualmente, antes da assinatura da paz entre Israel e a 'Palestina', reconhece que Jerusalém é, de facto, a capital de Israel, nas fronteiras da linha de demarcação a partir de 1967".
Israel tem a soberania do oeste de Jerusalém desde a Guerra de Independência de 1948 e o Estado judeu reunificou a cidade após a Guerra dos Seis Dias de 1967.
A República Checa acrescentou que, "juntamente com outros Estados membros da UE, seguindo as conclusões do Conselho de Assuntos Externos da UE", considera "que Jerusalém é a futura capital dos dois Estados, ou seja, o Estado de Israel e o futuro Estado da 'Palestina'".
Os checos romperam as fileiras com os membros da UE que defendem uma política de não reconhecer Jerusalém como a capital do Estado judeu sem um acordo de status final entre Israel e os "palestinos".
No entanto, o anúncio checo diferiu da mudança de política dos EUA, na medida em que a República Checa condicionou a deslocalização da sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém com os resultados das negociações israelo-"palestinas", enquanto Trump expressou a intenção incondicional de mover a embaixada americana, embora não imediatamente.
A iniciativa do governo checo sobre Jerusalém segue a aprovação da legislação do Parlamento checo em Maio que reconhece Jerusalém como a capital de Israel.
Em Abril, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia tomou uma iniciativa semelhante, reconhecendo "Jerusalém ocidental" como a capital israelita.
- Hiperligações no artigo original.
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Se amanhã desaparecessem os judeus e Israel, o Mundo Ocidental perderia a sua obsessão mais querida e o seu bode expiatório preferido, 5 vezes milenar...
"Eichmann: O quê, que não devemos odiar os Israelitas?
Heydrich: Não, mas que não devemos preencher tanto as nossas vidas com esse ódio, que, quando eles desaparecerem, não tenhamos mais nada por que viver."
Nota: O nosso blogue não esposa nenhuma religião. Só temos falado de religião do ponto de vista da cultura geral (as festividades religiosas judaicas, os Templos Sagrados de Jerusalém, etc..). A Religião e Israel estão ligados historicamente, como todos sabemos. Pareceu-nos contudo interessante a tradução deste artigo. Avisamos que é uma visão religiosa de um grupo religioso.
Para saber o essencial sobre os Templos Sagrados de Jerusalém, leia ESTE POST, sff.
E lembramos que a declaração de Trump não é nada de novo, mas como é o Trump, caem-lhe em cima...
Presidente Trump: "Seja um Rei Ciro!"
Presidente Donald Trump: "Esteja com Israel na construção o Terceiro Templo em Jerusalém. Como o Rei Ciro da Pérsia, em 536 AEC".
"Telefone ao Papa e peça-lhe a devolução da Menorá do Templo e dos outros objectos sagrados. Que regressem a Jerusalém para
serem usados por Israel no Terceiro Templo Sagrado, que será
construído em breve, como o Rei Ciro fez quando devolveu ao Templo a Menorá e os objectos que estavam na Babilónia para serem usados no Segundo Templo". O
Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel abençoou o
presidente Donald Trump após a sua eleição como o próximo presidente a
liderar os Estados Unidos da América. Hoje, estamos a abençoar o presidente Donald Trump com uma antiga
bênção judaica: "Bem-aventurado, SENHOR nosso, Rei dos Reis, por
compartilhares a Tua honra com os seres humanos".
Muitos
em Israel pensam e acreditam que a eleição do presidente Donald Trump
não foi um acidente, mas sim uma parte importante dos eventos do fim dos
tempos que estamos a viver nesta época tão significativa da História moderna.
O presidente Trump apareceu de repente do nada. Ele nunca foi um membro activo ou um funcionário em nenhum dos partidos políticos nos Estados Unidos. Ele
veio com uma visão completamente diferente de todos os outros
candidatos nas recentes eleições e mostrou-se especialmente diferente do presidente
que serviu antes dele.
A sua
visão para a América é basicamente retornar à visão dos pais fundadores
da América, uma visão baseada e adoptada a partir do mandato Bíblico
estabelecido pelos Profetas de Israel.
Mais
do que isso, o presidente Donald Trump foi eleito pelo povo americano
com grande entusiasmo e expectativa, especialmente em relação à sua
visão e política para o maior aliado dos Estados Unidos: Israel.
Permitam-nos
dizer neste ponto, considerando o facto de que estamos a viver uma era muito "racional e intelectual na História", quando tantas pessoas
e nações rejeitaram qualquer compreensão espiritual autêntica e
colocaram o D-US a um canto das suas vidas e esqueceram que existe apenas Um Que guia a Humanidade: é apenas D-US, nosso Criador, que lidera o Universo.
Foi D-US Quem causou essa escolha "revolucionária" nos Estados Unidos, que levou à eleição de Donald Trump.
Em relação a todas as circunstâncias invulgares, queremos dizer que a eleição do presidente Donald Trump foi um evento milagroso. Apesar
de Donald Trump não o ter dito, foi apenas D-US Quem o dirigiu a
levar a cabo tal visão de retornar às raízes da fundação americana,
baseadas na visão Bíblica. Ele
sabia muito claramente que esse era o desejo do povo americano e ele
soube colocar esse desejo na sua visão para a América, e pronunciá-lo abertamente e claramente, sem medo. (...)
Trump: "Na América não adoramos o governo, adoramos a Deus".
Muitas
vezes no passado, quando eu, Gershon Salomon, falei com os nossos
maravilhosos amigos na América, compartilhei com eles o que D-US colocou
no meu coração em relação à América: "A América foi fundada por D-US há
mais de duzentos anos para ser uma
nação que veio do 'Velho Mundo' para estabelecer na América uma nova
comunidade baseada em raízes Bíblicas e com uma visão Bíblica para o seu
futuro. A
América também foi fundada para manter-se estreita e profundamente ligada a
Israel, uma vez que ambos os países têm os mesmos valores, para que possam cumprir
a sua missão de restabelecer o Reino do D-US de Israel na Terra que D-US nos deu numa aliança eterna. A
missão divina eterna de Israel é:
"... ser uma nação santa, um reino de
sacerdotes e uma luz para as nações" (Êxodo 19: 5,6, Isaías 42: 2; 49:
6) e compartilhar a Palavra de D-US com o mundo inteiro".
Israel é chamado agora por D-US para completar essa missão. A
reconstrução do Templo Sagrado em Jerusalém é a condição para isso, e os
Estados Unidos são agora chamados por D-US para ficarem ao lado de Israel para
completar a missão que mudará o rosto de toda a Humanidade de acordo
com a Palavra profética de D-US na nossa geração (Isaías 2: 2-4; Miqueias 4: 1-4).
Não é um acidente que a América esteja com Israel há tanto tempo. No
entanto, os presidentes americanos antes do presidente Trump frequentemente não entenderam que a missão da América em relação a
Israel não pode ser cumprida sem reconhecer verdadeiramente a divina
missão de Israel entre as nações.
O
presidente Obama cometeu um erro profundo ao não reconhecer Jerusalém
como a eterna capital de D-US e do povo de Israel, e ao não entender que
toda a Terra de Israel foi dada por D-US somente ao Seu povo, Israel, para
um propósito eterno. Em vez disso, ele iniciou e apoiou a pressão ímpia sobre Israel para dividir a Terra e estabelecer um Estado ímpio dito "palestino" no meio da Terra Santa de Israel.
O presidente Donald Trump entende o que os ex-presidentes não
entenderam: o desejo genuíno do povo americano de se manter lado
a lado com Israel.
O
Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel apela ao
Presidente Trump para cumprir completamente todas as suas promessas a
Israel. Ele
também é chamado a cumprir a expectativa da mudança da embaixada americana para Jerusalém. Essa é uma necessidade fundamental para a América. Ao fazer isso, o presidente Trump será testado por D-US, pela História e pelo povo americano. Exortamo-lo a não temer qualquer oposição que tente pressioná-lo a mudar
qualquer das suas promessas, especialmente no que diz respeito a
Jerusalém e à sua nova política em relação a Israel. O presidente deve saber que D-US está com ele enquanto ele confiar em D-US e não em poderes humanos, e enquanto cumprir as suas promessas e a sua nova
política em relação a Israel.
O Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israelapela ao Presidente Donald Trump para estar com Israel na sua missão de
construir o Terceiro Templo Sagrado no Monte do Templo Sagrado em
Jerusalém e cumprir o chamado do Senhor de Israel a fazê-lo na vida da nossa geração, sem demora. Será o melhor dia para toda a Humanidade quando Israel convidar o
Senhor de Israel e do Universo a habitar em Sua Santa Casa em Jerusalém,
no meio da vida de Seu povo, Israel, e de todo o Mundo.
A visão profética de milhares de anos sempre apontou para que na nossa
geração se cumprirá o "Fim dos Tempos", e se abrirá uma era nova e única, uma era de verdadeira paz mundial quando D-US reinar no meio da sua capital em Jerusalém e abençoar toda a Sua Criação. Presidente Donald Trump, leia e dê atenção a esta grande e maravilhosa profecia do Senhor de Israel sobre a nossa geração:
"E
acontecerá nos últimos dias que o Monte da Casa do Senhor será
estabelecido no topo dos montes, e será exaltado acima dos montes, e
todas as nações fluirão para ele. E muitas pessoas irão e dirão: "Venham, e subamos ao monte do SENHOR, para a casa dos D-US de Jacob; e Ele nos ensinará os caminhos dEle, e iremos nos Seus caminhos; porque de Sião sairão a Torá, e a palavra do Senhor de Jerusalém. E
ele julgará entre as nações, e decidirá por muitas pessoas; e elas transformarão suas espadas em arados e suas lanças em tesouras de poda; nação não levantará espada contra a nação, nem mais aprenderá a guerra
... Mas se sentarão cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua
figueira; e ninguém os temerá; porque a boca do Senhor dos exércitos falou. "(Isaías 2: 2-4, Miquéias 4: 1-4).
Há cerca de um ano, soaram misteriosas trombetas em Jerusalém:
O que foi, não sabemos!
Presidente Trump, o D-US de Israel colocou nos nossos corações compartilhar consigo o seu chamamento para que permaneça com Israel para construir o Terceiro Templo Sagrado em
Jerusalém na vida da nossa geração. Este
é um óptimo teste para si e para Israel, mostrar a D-US que confiamos
no D-US Todo-Poderoso de Israel e do Universo,sem medo da oposição que
virá de todos os cantos do mundo. Este
também é um teste para toda a Humanidade, que determinará se confiamos em D-US ou confiamos em poderes de carne e osso.Este será o teste mais sagrado de sempre para toda a Humanidade.
O
Movimento Fiel do Monte do Templo apela a todos para não temermos
nenhum dos inimigos de Israel, mas sim confiarmos apenas no Deus
Todo-Poderoso de Israel e nas Suas promessas. Convidamos todos a serem testemunhas de como todos os inimigos de Israel cairão e desaparecerão como poeira no vento, como
nos tempos Bíblicos.
Presidente Donald Trump, não perca o convite de D-US para cumprir neste tempo especial. Tenha
certeza de que D-US estará consigo, ficará consigo e abençoá-lo-á, exactamente como abençoou outro grande líder em 536 AEC,
o Rei da maior potência dessa época, Ciro da Pérsia.
Por
favor, dê atenção ao Livro de Ezra na Bíblia Sagrada e leia o que o Rei
Ciro fez em seu tempo, o que D-US está agora a convidá-lo a fazer. Leia Ezra 1: 1b-8 e Jeremias 44:28; 45: 1-6:
Esdras – Capítulo 1
1 No primeiro ano
do reinado de Ciro, rei da Pérsia, a fim de que se cumprisse a palavra
do Senhor falada por Jeremias, o Senhor despertou o coração de Ciro, rei
da Pérsia, para redigir uma proclamação e divulgá-la em todo o seu
reino, nestes termos:
2 Assim diz Ciro, rei
da Pérsia: O Senhor, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra e
designou-me para construir um templo para ele em Jerusalém de Judá.
3 Qualquer do seu
povo que esteja entre vocês, que o seu Deus esteja com ele, e que vá a
Jerusalém de Judá reconstruir o templo do Senhor, o Deus de Israel, o
Deus que em Jerusalém tem a sua morada.
4 E que todo
sobrevivente, seja qual for o lugar em que esteja vivendo, receba dos
que ali vivem prata, ouro, bens, animais e ofertas voluntárias para o
templo de Deus em Jerusalém.
5 Então os líderes
das famílias de Judá e de Benjamim, como também os sacerdotes e os
levitas, todos aqueles cujo coração Deus despertou, dispuseram-se a ir
para Jerusalém e a construir o templo do Senhor.
6 Todos os seus
vizinhos os ajudaram, trazendo-lhes utensílios de prata e de ouro, bens,
animais e presentes valiosos, além de todas as ofertas voluntárias que
fizeram.
7 Além disso, o rei
Ciro mandou tirar os utensílios pertencentes ao templo do Senhor, os
quais Nabucodonosor tinha levado de Jerusalém e colocado no templo do
seu deus[1].
8 Ciro, rei da Pérsia,
ordenou que fossem tirados pelo tesoureiro Mitredate, que os enumerou e
os entregou a Sesbazar, governador de Judá.
(...)
No poderoso Deus de Israel, nós confiamos! Uma chamada de atenção especial para os Amantes de Sião e Israel na América e em todo o mundo: Como
podeis ver, estamos a viver um momento especial na História
da Humanidade, em todo o mundo, que nunca ocorreu antes. Esta é a Era que os profetas de Israel chamaram o "Fim dos Tempos".
D-US
está a preparar o Seu povo de Israel e do Mundo inteiro para o clímax
desta época: a construção do Terceiro Templo Sagrado em Jerusalém, de
onde o Senhor de Israel reinará sobre todo o Mundo e toda a Humanidade.
O
Movimento Fiel do Monte do Templo e da Terra de Israel está a trabalhar
intensamente para responder aos desafios desta época especial. O
Movimento Fiel está a trabalhar dia e noite para cumprir os seus
dois objectivos principais: Primeiro, atender o chamamento de D-US para
reconstruir o Templo Sagrado em Jerusalém sem demora, para ser uma "Casa
de Oração para todas as nações" (Isaías 56: 7). Em
segundo lugar, atender o chamamento de D-US a Israel para estar pronto
para cumprir a sua missão: "... ser uma nação santa, um reino de
sacerdotes e uma luz para as nações" (Êxodo 19: 5,6; Isaías 42: 6; 49: 6).
Agora,
somos chamados a duplicar os nossos esforços para impulsionar o
cumprimento do chamamento de D-US para reconstruir o Templo Sagrado em
Jerusalém. Não podemos nem imaginar como será cumprido sem o seu encorajamento, em pé com o Movimento Fiel e ajuda financeira. Juntamente com o Senhor de Israel e com todos vós, podemos fazê-lo, e devemos fazê-lo. (...)
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Obama reafirmou, como os seus antecessores, que Jerusalém é a capital eterna de Israel, e que a embaixada deve ser mudada para lá. E ninguém se indignou: