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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Trump homenageia vítimas do 11 de Setembro

Nota: Agora que este blogue foi desbloqueado pela censura islamo-comunista do Youtube, verificamos que largas centenas de pessoas voltaram a visitar-nos.  Apesar de estarmos há uns 6 meses no AMIGO DE ISRAEL 2.0.
Este é o nosso post inédito mais recente:
Presidente Trump lidera momento de silêncio pelas vítimas de 11 de Setembro
Via Newsletter da Casa Branca



Há dezoito anos, a América e o mundo mudaram para sempre. Confrontados com uma série de actos covardes de terror, os Estados Unidos mais uma vez demonstraram ao mundo a força inigualável da determinação e o poder indomável de carácter.
O presidente Donald J. Trump e a primeira-dama Melania Trump - juntamente com os americanos em todo o país - honraram e lamentaram as quase 3.000 vidas perdidas.

 

No relvado sul da Casa Branca, o presidente e a primeira-dama lideraram um momento de silêncio a partir das 8:46 da manhã - o horário exacto em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center. A eles juntaram-se as famílias das vítimas daquele dia, enquanto a bandeira da Casa Branca flutuava a meio mastro por trás deles.

Pouco depois, o Presidente a Primeira Dama viajaram para Arlington, Virgínia, onde o Presidente falou na Cerimónia de Homenagem às Vítimas do 11 de Setembro, no Pentágono. Dirigindo-se às famílias das vítimas e aos membros das Forças Armadas, ele explicou como este dia está gravado na alma de todos os americanos. O Presidente Trump testemunhou os eventos em Nova Iorque, como morador da cidade.

"Lembro-me vividamente da primeira vez que ouvi as notícias", disse ele, acrescentando que estava à janela quando viu o segundo avião colidir com o World Trade Center. Logo depois, como muitos outros nova-iorquinos, ele desceu ao Ground  Zero, procurando ajudar no que fosse possível.

“Mas para as famílias que se juntam a nós, este é o seu aniversário de perda pessoal e permanente. É o dia que se repetiu na sua memória milhares de vezes", disse ele.

“Vocês esperaram, oraram, responderam ao telefonema mais temido e a vossa vida mudou para sempre. A cada um de vocês: A Primeira Dama e eu estamos unidos convosco no vosso pesar. Viemos aqui sabendo que não podemos apagar a dor ou reverter o mal daquele dia sombrio e miserável, mas oferecemos tudo o que temos: a nossa lealdade inabalável, a nossa devoção eterna e a nossa promessa eterna de que os vossos entes queridos nunca serão esquecidos".

No meio do ataque, o mundo também testemunhou o incrível poder da força e determinação americanas. Isso pode ser visto na perseverança dos corajosos socorristas em Nova Iorque e no Pentágono, bem como nos 40 passageiros e tripulantes a bordo do voo 93.

Um desses heróis foi o coronel aposentado do Exército Rick Rescorla, que deu a vida para salvar muitos outros. Depois de uma carreira militar brilhante, servindo na Guerra do Vietname, Rick tornou-se responsável pela segurança do World Trade Center. Em 11 de Setembro, Rick morreu enquanto resgatava pessoas na Torre Sul.


 Rick Rescorla

Estima-se que as suas acções naquele dia salvaram 2.700 vidas. Nesta manhã, o presidente Trump honrou o incrível sacrifício de Rick, concedendo-lhe a Medalha de Cidadão de Mérito.

“O futuro da nossa nação é garantido pela vigilância do nosso povo: os bravos homens e mulheres que atravessaram os portões do inferno para salvar os feridos. . . Cada uma das suas vidas conta uma história de coragem e carácter, virtude e bravura, resiliência e resolução, lealdade e amor”, afirmou o Presidente.

"Esta manhã, fazemos um voto sagrado de continuar esse nobre legado".

......................................................



Este ano, o presidente Trump também assinou uma lei com a autorização permanente do Fundo de Compensação às Vítimas do 11 de Setembro, que cumpre o dever sagrado da América de proteger e apoiar as vítimas, as suas famílias, os socorristas e todos aqueles na linha de frente das operações de resgate e recuperação no Ground Zero.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

9/11 - E se tivéssemos agido assim com o Nazismo? *

Uma guerra sem fim à vista. Um artigo de Robert Spencer no FrontPage (tradução nossa):
Robert Spencer sobre o 11 de Setembro: Neste dia, 7 de Dezembro de 1957

E se a Segunda Guerra Mundial tivesse sido combatida como a jihad global está a ser?
    Imaginemos que hoje é 7 de Dezembro de 1957, o 16º aniversário do ataque de Pearl Harbor, e o presidente Adlai E. Stevenson fala na TV. Ele olha resolutamente para as câmaras e diz:
        Caros compatriotas americanos: lembramos, e nunca esqueceremos, as 2.403 vidas que nos foram tiradas com tanta crueldade. Estamos unidos em oração e em gratidão pela força que nos alentou durante estes 16 anos.

        Acima de tudo, permanecemos fiéis ao espírito deste dia, defendendo não só o nosso país, mas também os nossos ideais. 16 anos volvidos desde o início desta luta, não caímos jamais na tentação de demonizar e estigmatizar nações inteiras pelos actos de alguns extremistas. Os alemães não são nossos inimigos. Os japoneses não são nossos inimigos. Estamos a lutar contra os pequenos remanescentes de ideologias extremistas que infelizmente sequestraram as nobres tradições da religião xintoísta no Japão e o do nacional-socialismo na Alemanha. E prevaleceremos. Mas prevaleceremos de mãos dadas com os moderados japoneses e alemães que foram as primeiras e mais numerosas vítimas desses extremistas.

        É por isso que hoje, depois de consultar os representantes do Conselho Para as Relações Sino-Americanas e o Centro de Direitos da Pobreza Nazi, publiquei uma proclamação declarando este 16º aniversário desse dia terrível como um Dia de Solidariedade Contra a Germanofobia e a Sinofobia.
     Fizemos o luto pela perda de vidas inocentes nos nossos campos de batalha na Califórnia e no Connecticut, mas grupos como os extremistas xintoístas e nazis sabem que nunca serão capazes de derrotar uma nação tão grande e tão forte como a América. Por isso, eles tentam aterrorizar-nos, na esperança de poderem alimentar o medo, para que nos voltemos uns contra os outros e mudemos quem somos ou como vivemos.
     E é por isso que é tão importante hoje que reafirmemos o nosso carácter de nação, rejeitando todo o ódio e medo. Se hoje virem um representante do Japão imperial ou da Alemanha nazi, dêem-lhe um abraço. Mostrem-lhes que somos maiores que o ódio dos extremistas em ambos os lados. Pois sabemos que nossa diversidade - a nossa herança comum - não é uma fraqueza; é, e sempre será, uma das nossas maiores forças. Que Deus abençoe os Estados Unidos da América.

   
Peço desculpas a Adlai Stevenson por colocar estas parvoíces na sua boca. Os eleitores democratas da sua época não eram tão espectacularmente insanos quanto os actuais (grande parte da verborreia aqui usada foi retirada directamente de uma das arengas de Barack Obama sobre o 11 de Setembro).
     Mas as coisas estão realmente tão más hoje como eu fiz parecer com este discurso imaginário? Esta guerra dura há 16 anos. É muito tempo. E, apesar de todas as reminiscências e elogios, considerações e lamentações, praticamente ninguém explicou a que se deve esta guerra, pelo simples motivo de que praticamente ninguém, entre as elites políticas e mediáticas a compreende.
   Toda a intelligentsia ocidental, a totalidade das nossas elites políticas e mediáticas, recusam-se firmemente a reconhecer exactamente o que é a ideologia motivadora dos terroristas e de onde ela vem. 
   E porque eles fizeram o diagnóstico errado, eles continuam a aplicar os remédios errados.
   Políticas que não lidam com o problema real continuam a ser aplicadas e re-aplicadas, ao custo de milhares de vidas americanas, biliões de dólares americanos e nada há para mostrar que justifique todo esse sacrifício, a não ser a perda forte e contínua do poder e prestígio americanos.
   Os jihadistas que atingiram os EUA em 11 de Setembro de 2001 fizeram avanços imensos desde então, não porque sejam fortes, inteligentes ou capazes, mas porque nós somos fracos, de vistas curtas e firmemente resolvidos a não lutar contra eles, e em vez disso em mantermos o nosso estado de negação sobre quem são e o que eles querem.
   Todos os passos dados contribuíram não para os determos mas para os ajudarmos a alcançarem os seus objectivos.

    
Uma das principais razões pelas quais esta guerra se desenrola ainda, 16 anos após o 11 de Setembro, estava implícita no discurso do "Presidente Stevenson": milhões aceitam passivamente o dogma de que falar com honestidade e precisão sobre os motivos e objectivos da jihad é descer ao "racismo" e ao "fanatismo", e pôr em perigo os muçulmanos inocentes.
   16 anos depois do 11 de Setembro, ainda é quase inaudito falar-se da jihad, pois não há ainda no mainstream uma discussão sincera sobre os motivos e objectivos dos jihadistas.

  
16 anos depois do 11 de Setembro, e mesmo após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o Ocidente livre continua de todo o coração comprometido com a negação, com a ignorância deliberada e com políticas auto-destrutivas, ao ponto de suicídio.
   À luz disto, o surpreendente não é que esta guerra tenha durado tanto tempo, mas que tenhamos perdido tanto tempo. A menos que a paisagem política se altere consideravelmente e esta negação seja decididamente rejeitada e descartada, dias sombrios, muito sombrios, se aproximam.



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O site The Religion of Peace faz a compilação permanente dos ataques terroristas islâmicos mortais desde o 11 de Setembro:



O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, quando as mentalidades eram diferentes das actuais. Eles estão em guerra connosco. Nós oferecemos-lhes abraços e flores.
Aos "pacifistas", queremos informar que por fecharmos os olhos, o perigo NÃO DESAPARECE! 

Logo após o ataque terrorista de 11 de Setembro de 2001, os muçulmanos tomaram as ruas (aqui é na celebrada Gaza) para comemorar, como se vê:


 Veja também:

Visite a nossa secção:

domingo, 11 de setembro de 2016

Imagine um Mundo sem Islão

O 9/11 e o Chapéu de Alumínio Colectivo


15 anos após o 11 de Setembro de 2001, registaram-se, até agora, 29,197 ataques terroristas (contabilizados) em nome do Islão e do seu deus Alá - ver THE RELIGION OF PEACE.
Na semana de 3 a 9 de Setembro, foram cometidos 40 ataques em nome do Islão, em 14 países. 299 mortos, 428 feridos, 8 ataques por bombistas suicidas.
O resultado de uma ideologia que declara amar a morte como as outras amam a vida - como proclamava Osama bin Laden e proclamam os lideres terroristas da organização conhecida como a "Palestina".
270 milhões de inocentes assassinados em honra do deus Alá, desde que o Islão viu a luz do dia.
Só cristãos, são executados em média 11 a cada hora. Mais a institucionalização da lei sharia, com o seu cortejo de horrores (execuções sumárias, tortura, mutilações, escravatura, estupro, canibalismo, condenações à morte por "crime" de apostasia, etc., etc..).
O Islão é tão inaceitável como o Nazismo ou o Comunismo.
O Nazismo foi (e é) aliado do Islão e o Comunismo também. Ideologias e pessoas maléficas gostam de acamaradar.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O 9/11 e o Chapéu de Alumínio Colectivo *



Um documentário sobre a reacção árabe e iraniana ao 9/11 Incorpora filmagens de várias estações de TV e satélite no Médio Oriente . É  narrado pelo aclamado actor Ron Silver. Este é um excerto.

"Quando as torres gémeas desabaram... os meus pulmões encheram-se de ar e eu respirei de alívio, como nunca tinha respirado nunca antes."
     Ali 'Uqleh 'Ursan,
     Presidente da Associação de Escritores Sírios Árabes.
     Al-USBU 'Al-Adabi (Damasco)
     15 de Setembro de 2001

Desde os ataques de 11 de Setembro de 2001, o Instituto de Pesquisa dos Media do Médio Oriente tem acompanhado, traduzido, e divulgado tudo o que foi dito e escrito na Imprensa árabe e iraniana sobre esse dia. Proeminentes jornalistas, membros da academia, figuras religiosas e até mesmo líderes do governo e funcionários, têm alimentado as teorias da conspiração sobre o que "realmente" aconteceu.A colecção já está disponível em formato PDF e inclui uma compilação de artigos e editoriais da imprensa árabe e persa mainstream, assim como transcrições de programas de televisão.

 - O documentário e os artigos podem ser visualizados e descarregados AQUI.


As teorias da conspiração islâmicas encontram eco na esquerda ocidental, e  entre os antissemitas em geral, que culpam os judeus literalmente por TUDO de mal que acontece no Mundo. Ainda que as filmagens tenham sido divulgadas, que centenas de milhar de pessoas tenham testemunhado o embate dos aviões, que as investigações sejam públicas e conclusivas, e que os próprios terroristas tenham assumido a autoria, há fanáticos e desequilibrados que continuam a negar os atentados de 11 de Setembro.

Osama bin Laden, o cérebro assumido do atentado e líder da Al-Qaeda, é visto por essa gente como uma vítima inocente e um herói.



Este jornalista saudita explica as evidências mais básicas de que Israel não esteve "por detrás" dos atentados. A começar pela reivindicação dos mesmos pela Al-Qaeda. Mas muitos ocidentais sem instrução, hippies esquerdistas new-age e adeptos do chapéu de alumínio anti extra-terrestres, ainda acreditam nessas teorias idiotas, que são um insulto à inteligência humana.

E depois, há aquela sensação voluptuosa de se "saber" o que os outros não sabem. "Toda a gente pensa que a Al-Qaeda fez o atentado, mas eu cá é que 'sei' que não foi". Enfim, quando o doente não colabora, a psiquiatria pouco pode fazer...

Muçulmanos nos Estados Unidos festejam o massacre de 11 de Setembro, apelam à destruição dos Estados Unidos e de Israel. Louvam Osama bin Laden como um herói, que "não fez nada de contrário ao Corão", gritam pela morte à democracia e aos "infiéis", e.. afirmam que "o Islão é a Religião da Paz"!

Uma nota curiosa, e triste, é a limpeza de todos os comentários que condenem o 11 de Setembro, em jornais tão insuspeitos como o CORREIO DA MANHÃ. As pessoas podem dizer onde estavam no 11 de Setembro, mas se se referem aos autores, ou descrevem os festejos (os que estavam em países islâmicos), os comentários "evaporam-se". Ainda há pouco, no artigo hiperligado, um leitor contava os festejos histéricos que presenciou na Turquia. O comentário foi imediatamente retirado.

Em compensação, passam destes comentários:

Esta implosão feita pela a Mossada e da CIA no dia do Yom kupper dia Nacional de israel,para justificar a invasão do Iraque...é a enorme mentira do seculo 21 sobre quem realmente fez o atentado


'abme' sabe TUDO! E o CORREIO DA MANHÃ já se borra todo ao ouvir a voz do dono.


Portanto: Foi uma "implosão", não houve aviões, não houve ataque terrorista, não houve reivindicação dos ataques pelo bin Laden e pela Al-Qaeda, não houve imagens dos terroristas a embarcarem, não houve nada do que o Mundo viu e do que se provou. É tudo uma conspiração "feita pela a Mossada e da Cia do Yom kupper dia Nacional de israel".

Quando os vídeos da Internet sobre os lagartos espaciais judeus substituem a informação, quando não há educação, e quando o cérebro é fraco, o resultado é este.

Hão-de estar a ser decapitados, como o islamista Foley, e a culpar Israel, os judeus, os Estados Unidos, a CIA e a "Mossada".

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O primeiro HERÓI do 11 de Setembro *



A primeira vítima do 11 de Setembro, um ex-oficial do IDF, foi um herói
Daniel Lewin, cidadão israelita e ex-oficial das Forças Armadas, foi a primeira vítima dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001. Foi morto a bordo de um dos aviões, após ter tentado lutar contra os sequestradores.

Daniel serviu por quatro anos nas Forças de Defesa de Israel, na Sayeret Matkal, unidade de combate de elite do IDF. Deixou o Exército após alcançar a patente de capitão, graduou-se pelo Instituto de Tecnologia Technion, em Haifa, e recebeu uma bolsa de estudo para iniciar os estudos de pós-graduação em Filosofia no MIT. Enquanto esteve no MIT, ajudou a descobrir algoritmos inovadores para permitir aos sites lidarem com o tráfego intenso. Vários sites deixam de funcionar quando têm tráfego intenso e ele descobriu como distribuir o tráfego entre vários servidores. Co-fundou a Akamai Techonologies, que teve clientes como a Microsoft, Yahoo, Google e Apple.

Daniel Lewin tinha 31 anos, era casado, pai de dois filhos, tinha uma carreira militar, académica e profissional brilhantes. Era um homem digno e bom. Morreu a tentar salvar os inocentes que iam a bordo.


Na manhã de 11 de Setembro de 2001, Daniel estava sentado no assento 9b da classe executiva, no voo da American Airlines 11, a caminho de uma reunião de negócios em Los Angeles. Os sequestradores nunca imaginaram que poderiam vir a ser confrontados com um soldado israelita de elite, quando tentaram assumir o controlo do avião.

Os terroristas islâmicos Mohamed Atta (à dir.) e Abdulaziz al-Omari (ao centro) passando pela máquina de raios-x do Aeroporto Internacional de Portland (Maine), pouco antes de embarcarem para o Aeroporto Internacional de Boston, de onde tomariam o Voo American Airlines 11 rumo à Nova Iorque.

Relatórios da Comissão FAA do FBI, sobre o 11 de Setembro, indicam que Daniel entrou em acção para tentar impedir Mohamed Atta de entrar no cockpit. Daniel não teria notado Satam al-Suqami, que estava sentado atrás. Os relatórios sugerem que al Suqami assassinou Daniel por esfaqueamento na garganta.

Daniel Lewin foi oficialmente considerado como a primeira vítima dos ataques de 11 de Setembro. Deixou a sua esposa, Anne, e os seus dois filhos, Eitan e Itamar, que tinham respectivamente cinco e oito anos quando o pai foi morto.
Neste dia em que lembramos todas as vítimas dos ataques, vamos todos lembrar Daniel Levin, um soldado israelita de elite, morto heroicamente quando tentava impedir os ataques de se concretizarem.

A História de Daniel:

- É esta a diferença entre a civilização e a barbárie. Uns edificam, amam, contribuem para o Bem comum. Outros, destroem, odeiam e semeiam o caos e o sofrimento. De que lado está você?

9/11 - Manhã, Tarde e Noite *

MANHÃ


Toda a gente se lembra de onde estava e do que estava a fazer há 13 anos, neste dia...


A cena de 11 de Março deste ano, repetiu-se. Como em todas as datas "significativas":

8 da manhã, café da esquina, bicas a sair em ritmo de hora de ponta.

- Então, já se sabe alguma coisa?

- Ainda é cedo...

- Mas ELES ameaçaram.

- Ameaçam sempre, não é...

- Ai, Deus queira que não haja nada!

- O Obama já disse qualquer coisa, que não permitir...
Não há qualquer referência à autoria e ao mobile destes atentados, que iniciaram a presente jihad (guerra santa muçulmana), que, passados 13 anos, vai com:


 23803 atentados terroristas islâmicos desde o 11 de Setembro. Até agora. 

A lista, em detalhe:














Número incontável de vítimas. Decapitações, estupro colectivo, escravatura, escravatura sexual, raptos, tortura, profanação de artefactos sagrados e templos de outras religiões, execuções em massa, bombas, bombistas suicidas, espancamentos, esfaqueamentos, canibalismo, enterramento e incineração de pessoas vivas, amputações, crucificações, etc., etc., etc..

Não temos tempo nem espaço para mostrar tudo. Mas há quem tente mostrar tudo quanto pode. Por exemplo:


    No dia 11 de Setembro de 2001, o Mundo chorou as vítimas do atentado islamista. Os países islâmicos celebraram. E continuam a celebrar.

"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf

"When the twin towers collapsed... My lungs filled with air and I breathed in relief, as I had never breathed before."
'Ali 'Uqleh 'Ursan,
Syrian Arab Writers Association chairman
Al-Usbu' Al-Adabi (Damascus)
September 15, 2001
- See more at: http://www.memrifilms.org/9-11-five-years-later.php#sthash.7430M7pv.dpuf
TARDE

À hora de  almoço, os noticiários lembram a tragédia. Nem uma referência à autoria e ao mobile destes atentados, que iniciaram a presente jihad (guerra santa muçulmana).

Na TV, finalmente, vai-se vendo alguma coisa deste horror, mas só desde que o ISIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) começou a publicar as decapitações de "infiéis" e a ser impossível negar que o Iraque e a Síria já eram, que parte do Norte de África também já era, e que já ameaçam a Europa (a começar por Portugal e Espanha). 


Os irmãos muçulmanos Malik e Barack Obama.  Na foto da esquerda podemos ver o tesoureiro da jihad global com a famosa ècharpe dos terroristas «palestinos», que tem a inscrição "JERUSALÉM, ESTAMOS A CHEGAR".

Os apresentadores dos noticiários informam que Obama, o omnipresente, omnipotente e omnisciente deus das esquerdas, "já enviou" 475 militares para darem formação aos exércitos nacionais sírios e iraquianos. Podemos dormir descansados. Segundo o Al-Público, Obama "não hesita"! Uma descrição fabulosa do homem que, perante cada crise, vai jogar golfe!


No Iraque e na Síria, o Estado Islâmico chacina sistematicamente os cristãos, yazidis, curdos, e muçulmanos da seita "errada". São gente como nós. Não são "números" nem "notícias".

Não referem, os veneradores apresentadores, que o mesmo Obama retirou as tropas norte-americanas do Médio Oriente (após baixas inéditas, graças à incúria presidencial), que deixou material de primeira qualidade aos jihadistas, que financia e arma organizações terroristas como a Irmandade Muçulmana e o Free Syrian Army, que tem libertado os terroristas detidos em Guántanamo Bay, que mandou retirar todas as alusões ao terrorismo islâmico dos manuais de Defesa interna e externa dos Estados Unidos, que tem permitido a instalação de regimes fundamentalistas islâmicos nos países de onde os EUA se têm retirado, que se está nas tintas para o massacre de norte-americanos ás mãos dos islamistas (vide Beghazi), que o gabinete de Obama está cheio de membros da organização terroristas supremacista Irmandade Muçulmana, e muito menos referem a Jihad de Obama contra Israel, etc., etc., etc..

O deus Obama - dizem os mesmos apresentadores - declarou que o Estado Islâmico, não só não existe, como não é islâmico.

13 anos de terrorismo islâmico islâmico diário. 13 anos de negação. E continua!

E agora, o medo paralisante. A Europa sente que o Califado está a porta. E já vê as patrulhas-sharia nas ruas:




Pelas ruas das cidades europeias, bandos de muçulmanos já se constituíram em polícia religiosa, como as que existem nos seus países de origem. A Polícia, propriamente dita, já foge deles. As ruas, as escolas, a política, estão nas mãos deles. 


O mundo islâmico alastra de dia para dia. os muçulmanos vêem o Califado Global cada vez mais perto. Por incúria ou cumplicidade, Obama é o homem ideal para eles. P.S. - Não se esqueça de procurar Israel (( a grande potência expansionista que ameaça e oprime o mundo muçulmano) no mapa.

NOITE

A Europa caminha passos largos para a islamização, quer pela via demográfica, quer pela via militar. 



Há quem argumente que os terroristas islâmicos não compreendem o Islão.  para além de que estão a cumprir o que o seu livro sagrado determina e o seu profeta exemplificou, essa questão é capaz de ser um bocadinho secundária para quem é chacinado...

Ingénuos, os europeus e os ocidentais em geral, prodigalizam ao Islão gestos de "apaziguamento" - que eles interpretam como medo. Brevemente, se nada for feito, a Europa irá parar ao século VII muçulmano, de onde o Islão nunca saiu:




O 11 de Setembro, coincidindo com o quatrocentésimo aniversário da derrota dos bárbaros muçulmanos na Batalha de Viena, foi só o começo. O objectivo é este - e eles próprios o afirmam:

A Islamização da Europa e do Mundo


Para mais posts sobre a data de hoje, veja a nossa etiqueta 9/11 .

O 9/11 e as belas mulheres de Gaza

Lembrando o 11 de Setembro, lembrei-me do post nosso companheiro de blog Fernando, sobre as balelas de uma donzela histérica que, na mesa ao lado, interrogava como é que o mundo não se comovia pela tragédia que as "belas mulheres de Gaza" (sic) estavam a viver.

E lembrei-me desta bela mulher de Gaza - a única que estava nas ruas, por sinal, as outras estavam todas devidamente arrecadadas, como manda o livrinho - e que deliciou o mundo inteiro, juntando-se ao pesar geral no território:

 

domingo, 15 de setembro de 2013

John R. Houk sobre o 9/11 - Conclusão



 O 11 de Setembro deve lembrar que os Americanos estão em guerra com o Islão
John R. Houk
Um documento dos serviços secretos da Líbia foi agora apresentado pelo credível tradutor de Árabe Raymond Ibrahim. Este documento aborda as confissões de seis membros de uma célula egípcia da Ansar al-Sharia, que foram presos e provado o seu envolvimento nos ataques de Benghazi. Ibrahim relatou o seguinte sobre este documento:

Os resultados preliminares da investigação descobriram uma "célula egípcia", que esteve envolvida no ataque ao consulado - "com base em confissões de alguns dos detidos no local, seis pessoas, todos eles egípcios" do grupo jihadista Ansar al-Sharia ("Partidários de Lei Islâmica"), que foram presos.

De acordo com o relatório, durante os interrogatórios, os membros da célula jihadista egípcia confessaram informações muito sérias e importantes sobre as fontes de financiamento do grupo e os planeadores do assalto e queima do consulado dos EUA em Benghazi .... Entre as figuras mais proeminentes, cujos nomes foram mencionados pelos membros da célula durante as confissões, estava o presidente egípcio, Mohamed Morsi ... (Há mesmo que ler, ver e ouvir todas as evidências, no artigo - Egipto envolvido em ataques de Benghazi; por Walid Shoebat, Ben Barrack e Keith Davies; Shoebat.com; 2013/06/30 )


Fala-se sobre uma conspiração. Esta documentação oferece dados para converter a teoria em FACTO! 

Termino o artigo aqui, e com espanto. Apresentei dados concretos sobre a transferência de armas - inconstitucional -  da Líbia para os muçulmanos radicais na Síria. O que eu não entendo - ainda - é porque é que os terroristas ligados à Al-Qaeda chamados Ansar al- Sharia atacaram uma missão diplomática dos EUA que tratava de enviar armas para os seus companheiros terroristas islâmicos na Síria. Fala-se de um sequestro mal sucedido, do embaixador Chris Stevens, para forçar os EUA a libertar prisioneiros muçulmanos encarcerados em prisões americanas (ou mesmo Guantanamo), mas porque mordem eles a mão que os alimenta - pelo menos até o golo da vitória islâmica ser marcado?
E cá vamos nós - mais trabalho a ser feito bloggers industriosos. É sabido que os media mainstream não vão revelar detalhes, a menos que a verdade lhes bata nos olhos com violência.
JRH 9/11/13Por favor, apoiem SlantRight 2.0

sábado, 14 de setembro de 2013

John R. Houk sobre o 9/11 - 5

Barack Hussein Obama conseguiu para já transferir a liderança do Mundo Livre, dele mesmo para... Vladimir Putin! Um feito e tanto! Mas a derrocada não começou agora. Começou há um ano, no aniversário do 11 de Setembro, na Líbia. Se os cidadãos norte-americanos ACORDAREM, Obama não chegará ao final do mandato - e isso é o que de menos grave que lhe pode acontecer...



 O 11 de Setembro deve lembrar que os Americanos estão em guerra com o Islão
John R. Houk
Quem pesquisar um pouco sobre o Benghazigate começará a entender o raciocínio da "Paz a Qualquer Custo" com que Obama quer atacar regimes desonestos como o de Bashar al- Assad, na Síria. Se Assad conseguir o "hat-trick" com a ajuda da Rússia e da China, e ganhar a guerra civil, imagine-se a propaganda anti-americana que irá fluir.

Assad pode revelar que o presidente Barack Hussein Obama começou a armar os radicais rebeldes sírios muçulmanos, mesmo antes de sua reeleição em Novembro de 2012. O derrotado, deposto e executado ditador Muammar Gaddafi tinha um arsenal de armas químicas. Talvez Obama, através de seu braço clandestino, o revendedor Chris Stevens, tenha enviado algumas dessas armas químicas para o Exército Sírio Livre .
As coisas ficam ainda mais sombrias com novas evidências que vieram à luz e estão  extremamente bem documentadas em www.Shoebat.com:
«Um documento dos serviços secretos da líbia implica directamente o presidente Mohammed Mursi, líder destacado da Irmandade Muçulmana, nos ataques a instalações americanas em Benghazi, em 11 de Setembro de 2012. Aqueles que tentam desacreditar este documento ficam em apuros quando o mesmo é acoplado com o vídeo em tempo real que divulgámos em 13 de Setembro. Nesse vídeo, homens armados no local do ataque podem ser ouvidos declarando que foram enviados por Mursi.
Se nos basearmos no padrão da administração Obama, os ataques de Benghazi devem ser tratados como um crime, e não como um acto de guerra. Portanto, vamos avançar com as provas, que implicam o líder de um Estado-Nação (o Egipto) no ataque, obrigam a uma investigação, e a que um júri (a Câmara dos Deputados) decida se os funcionários da administração Obama devem ser indiciados pelo crime.
A evidência de envolvimento no ataque por parte de um líder da Irmandade Muçulmana - o presidente do Egipto Mohammed Mursi - é um bom lugar para começar. A seguir, um vídeo gravado a partir de um telemóvel no local dos ataques. Neste vídeo, homens armados são vistos a correr em direcção à câmara, contra outros homens armados. A dada altura - e em Árabe - um dos assaltantes diz : "Não atire! Fomos enviados por Mursi!". Mesmo sendo o vídeo em Árabe, pode-se ouvir distintamente a palavra "Mursi".

VIDEO : Mohammad Haraz / calamidade durante o ataque à embaixada de Benghazi .. Dr. Morsi (título traduzido pelo Google Translate)