Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
"Uma mulher foi violada em Alvalade, Lisboa, depois de um assalto ao estabelecimento comercial em que trabalhava. A Polícia Judiciária está a investigar este caso violento."
Será que saberemos alguma coisa sobre o criminoso, quando este for apanhado?
"O princípio do pluralismo cultural é equilibrado pelo regulador através da ponderação dos limites à liberdade de expressão, ao evitar o tratamento discriminatório ou estereotipado na representação de pessoas e respetivas comunidades - por exemplo, ao rejeitar expor a sua vulnerabilidade social e a propagação de estereótipos ou do discurso de ódio dirigida contra elas - ou impedimentos no seu acesso à comunicação social."
Tradução:
Se forem pessoas de grupos protegidos (sobretudo muçulmanos), evitem o mais possível divulgar os nomes ou mostrar as caras.
Se forem pessoas de grupos malditos (brancos, heterossexuais, europeus, cristãos, conservadores, malta do CHEGA, padres, etc.), divulguem o mais possível!!!
Um exemplo ao acaso:
Paulo Correia
Anas Kataya, sírio naturalizado francês que assassinou o portuense Paulo Correia, nunca teve a cara inequivocamente revelada pela Velha Imprensa (as fotos publicadas podem ser dele ou da vítima), a Imprensa chama-lhe, enganadoramente, "o JOVEM francês" (no intuito claro de proteger a Religião da Paz) e apanhou apenas 7 anos de cadeia (daqui um anito ou dois deve estar de regresso às lides).
O descaso de quem acaba de matar um homem, mas sabe que está acima da Lei:
Anas Kataya é um "jovem":
Mapa do Jovenstão:
Os jornaleiros amestrados não se cansam de ganir que as estatísticas demonstram que as actividades dos jovens não têm qualquer impacto na criminalidade nem no terrorismo nem em nada de mau! Só enriquecimento cultural:
O imigrante “pescador de cravos” que se considera empreendedor
Foi no dia 6 de junho,
durante uma arruada
na Póvoa de Varzim,
no âmbito das eleições
europeias, que o presidente
do CHEGA, André Ventura, foi
interpelado por um imigrante,
enquanto andava pelas ruas,
acompanhado pelo cabeça
de lista do CHEGA às euro-
peias, o embaixador António
Tânger Corrêa, e o resto da
comitiva. De acordo com o
imigrante, era oriundo do
“Bangladesh” e implorava por
“casas para outros imigrantes”.
Em conversa com André
Ventura, o imigrante alegou
que: “sempre que ele (André
Ventura) falava, era racista”.
Iqbal Hossain, o imigrante,
que de acordo com o Observador, tem 33 anos, já
se encontrava no local do
arranque da arruada na Póvoa
de Varzim, uma hora antes
da chegada da comitiva. De
mãos nos bolsos, esperava
André Ventura, que já sabia,
de antemão, que iria estar
presente.
Perto das 12h00,
hora da chegada do cabeça
de lista, Iqbal é visto a receber instruções de um dos
operadores de câmara da SIC:
“É com aquele senhor velhinho, mais baixo, que tens
de falar”, afirma o repórter
de imagem, referindo-se ao
embaixador.
Contudo, nesse mesmo momento, o imigrante é abordado por um membro da comitiva do CHEGA que o afasta do
local, na tentativa de perceber qual seria o motivo que o
prendia ali. Ao que Iqbal responde ter intenção de “falar
com André Ventura, porque
os imigrantes não têm casa e
sempre que o presidente do
CHEGA fala é racista”.
Ventura chega e com a
imprensa em alvoroço, Iqbal
aproveita para se juntar à
confusão, com o intuito de
tirar uma fotografia com o
presidente do CHEGA, tal
como tantos outros militantes e apoiantes do partido,
presentes no local.
André Ventura segue a prestar declarações à imprensa e
tira uma fotografia de família,
num coreto que se encontrava ali perto, altura em que
Iqbal volta a abordar o líder do
CHEGA: “85% dos pescadores
indonésios, em Portugal, não
tem casa e dorme nos barcos”.
Com as atenções postas
sobre ele, Iqbal continua:
“tenho uma filha que nasceu cá e mandei-a embora,
porque ouvi muitas pessoas a
reclamar”. “Estou muito triste, faço tudo direitinho, tenho
visto”, acrescenta.
Perante estas declarações,
André Ventura interrompe o
imigrante e diz compreender a situação, esclarecendo
que o partido defende que se
“cumpram as regras, você e
todos”, sem balizar nenhuma
nacionalidade. O presidente
do CHEGA explica ainda que
“o Estado não pode dar casas
a outras pessoas (fazendo
alusão aos imigrantes), quando não há para os nossos (referindo-se aos portugueses)”.
Ainda assim, Iqbal volta a
atacar Ventura e sublinha:
“sempre que fala é racista”,
sendo só nesta altura que
Ventura decide seguir com
a arruada – declarações e episódio foram apenas emitidas,
na íntegra, no canal de televisão CNN Portugal e nas redes
sociais do partido.
Para trás,
ficou Iqbal Hossain a conversar com a comunicação
social e, tal como se pode ver
na peça divulgada pela SIC
e SIC Notícias, Iqbal diz que
trabalha “nas estufas a cortar
cravos”, deixando para último
as declarações sobre ser
“pescador imigrante” e ter
mandado a filha embora de
Portugal, porque “as pessoas olham para mim e dizem:
imigrante, imigrante!”.
No entanto, nesse mesmo dia,
o CHEGA recebeu informações, por parte de um mo-
torista TVDE, que indicavam
que Iqbal é “dono de uma loja
na Póvoa de Varzim” e que
“orgulhosamente diz a toda a
gente que ele, a mulher e filha
recebem 300 euros, cada um,
pelo Estado”.
Após estas informações, o Folha Nacional
apurou, numa breve pesquisa
pelas redes sociais, que Iqbal
se considera um empreendedor e é seguidor de várias
páginas nas redes sociais, do
Bloco de Esquerda.
O Folha
Nacional descobriu ainda
que Iqbal, juntamente com
a mulher, são donos de um
estabelecimento, na Póvoa de Varzim e que, em 2023,
considerava “os portugueses
terem bom coração”.
Contudo, todas estas informações
foram apagadas, no dia seguinte à arruada, mas o Folha
Nacional foi ainda a tempo
de as guardar.
O imigrante é
ainda dono de duas empresas, tal como averiguado pelo
Folha Nacional, através do
site e informa: uma de comércio a retalho, em supermercados e hipermercados, e outra
de alojamento para turistas.
Note-se que esta última empresa é utilizada pela mulher
de Iqbal, através da sua conta
de Tiktok, para promover o
imóvel, onde o marido foi entrevistado, por vários meios
de comunicação – conta
essa com um post, no dia 25
de maio, onde mostra Iqbal
e a mulher a passear com a
filha (a “mandada embora de
Portugal”) no centro da Póvoa
de Varzim.
Na entrevista,
Iqbal encontra-se na cozinha
de um apartamento que, tal
como se pode ver pela peça
da SIC, trata-se de um imóvel
novo, com vários eletrodomésticos ainda por estrear.Exemplo disso, é o micro-ondas que ainda dispõe do
autocolante de origem.
Este foi o caso que marcou o
final da campanha, levando
André Ventura a acusar os
jornalistas da SIC, autores da
peça, de “inimigos do povo”,
pois ocultaram as declarações do presidente do CHEGA
e deturparam a veracidade
dos factos, dizendo mesmo
que “Ventura ouviu e seguiu
caminho”, deixando “para
trás os lamentos de um imigrante”.Já a CNN optou por
passar a peça completa.
Num vídeo nas redes sociais,
o presidente do CHEGA decidiu esclarecer o caso. André
Ventura afirmou que “alguém” plantou “o imigrante
com uma história fabricada”
e que “um canal de televisão
optou por não dar as (suas)
respostas”, escolhendo
passar apenas “a parte em
que o imigrante chora” e que
alega que “(ele) é racista”,
criticando o canal de “desinformação” e “manipulação”
da verdade.
Todavia, este
caso na Póvoa de Varzim não
foi um caso isolado. No início
da campanha do CHEGA,
numa arruada em Beja, André
Ventura havia sido abordado
por um outro imigrante. Desta
vez, o imigrante chamava-se
se Khan Babari, tinha na-
cionalidade paquistanesa e
perguntou ao líder do CHEGA
se tinha “planos para a imigração”, chegando mesmo a
admitir que fazia parte de um
“grupo de imigrantes ilegais”.
Andamos há uma dúzia de anos a avisar. O PS escancarou as fronteiras e o PSD ainda nada fez para as controlar. Os "migrantes" e "refugiados" (que maravilhosos eufemismos...) são, em boa parte, um verdadeiro Exército de Ocupação, formado por homens jovens, em idade militar, patologicamente hostis, doutrinados no ódio ao Mundo Livre e à Civilização.
O governo socialista PROIBIU a divulgação da identidade dos criminosos, quando estes pertencem a certas etnias e religiões. Por muitos malabarismos que os pulhígrafos façam, os documentos são claros e os testemunhos dos envolvidos também.
Se isto não é razão para votar CHEGA, então não temos mesmo cura, em Portugal e na Europa. Olhemos para Israel e não repitamos os erros desse país, que agora mesmo está a colher os frutos de tanta "tolerância".
Nenhuma novidade aqui, pois o Bloco e toda a extrema-esquerda apoiam o Hamas e são apaixonadamente antissemitas. Aliás, temos profusamente demonstrado que países financiam a extrema-esquerda ibérica, em especial o Bloco de Esquerda, o LIVRE e o Podemos.
No Dia da Recordação do Holocausto, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa, de visita à Universidade al-Azhar,
escreveu mais um capítulo abjecto na sua história de submissão ao
Islão, não dispensando uma tirada anti-semita completamente a
despropósito, mas necessária para mostrar obediência...
"O Presidente da República admitiu esta quinta-feira, no Egito, culpas de
"todos" pelo crescimento do autoproclamado Estado Islâmico e defendeu
que Portugal, ao contrário dos EUA, jamais transferirá a sua embaixada
para Jerusalém" -24sapo.
Clique no título acima para aceder ao site do ex-terrorista islâmico e hoje cristão e Amigo de Israel, Walid Shoebat. Clique, veja o vídeo (CUIDADO!!!!!!) e veja o que a mais alta autoridade do Islão aprova - porque é Islão.
Marcelo é uma personagem da estirpe do Obama ou do Papa Francisco. É simpático, o povo adora-o, sabe falar ao coração das massas, mas, como disse Paulo Portas, é diabólico. E já vendeu Portugal aos maometanos.
Nota em 20.10.2019: Este post está a ter muitas visualizações, agora que o Blogger/Google levantou o nosso castigo de 6 meses por mostrarmos FACTOS. Durante esse tempo, fizemos o blog AMIGO DE ISRAEL 2.0. Convidamos os nossos estimados amigos a visitá-lo.
O Partido Socialista ganhou as eleições autárquicas, e a nova mesquita de Lisboa vai avançar, paga pelos contribuintes, que nem são muçulmanos, nem foram ouvidos, e que serão as futuras vítimas dos problemas que de lá vão brotar, como acontece em todas as mesquitas do Mundo. Da actual mesquita já saíram vários terroristas para o ISIS, lembramos.Uma mesquita não é como uma igreja. Não querer mais mesquitas não é ser um intolerante religioso - é ter bom-senso.
Nota em 29.9.2019: Agora que o blogue foi semi-descensurado pelo Al-Google, este post está a liderar as visualizações. E os vídeos a desaparecer, CENSURADOS pelo lóbi islamista-comunista-globalista.Ficam aqui outros, que os canalhas também retirarão:
Kadafi: "Não precisamos de terroristas nem de bombistas. Com mais de 50 milhões de muçulmanos a Europa tornar-se-á um continente islâmico dentro de algumas décadas".
Paulo Santos, de 35 anos, acabara de sair do seu trabalho e estava a tomar uma refeição numa roulotte de cachorros, quando foi atacado de surpresa, com muita violência, por um grupo de "jovens".
O caso deu-se em Albufeira, Algarve, e Paulo Santos esteve em coma desde 6 de Setembro. Morreu passados 3 dias.
Também em Albufeira, um "refugiado" da Eritreia (que é onde se passa a guerra da Síria, como sabemos...), estuprou uma senhora sem-abrigo.
Como sempre, todos os cuidados e simpatias irão para os criminosos, não para a vítima.
Como sempre, quem se atrever a ser de opinião de que já temos bandidos e parasitas suficientes, e que não é necessário importarmos mais, será verberado como "racista", "xenófobo", "islamofóbico" e os mimos do costume.
Sigam as manifestações, os donativos e o dinheiro dos contribuintes para os "refugiados"!
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República:
Os cidadãos abaixo assinados vêm por este meio solicitar à
Assembleia da República uma recomendação com vista à revogação imediata
da decisão da Câmara Municipal de Lisboa de construir uma nova mesquita
na referida cidade (zona do Martim Moniz), tendo em conta os seguintes
considerandos:
1º Sendo Portugal constitucionalmente um estado laico, não se
afigura legal que estejam envolvidos dinheiros públicos num projecto que
prevê a construção de um complexo que integra um templo religioso. No
entender dos signatários, tal situação configura um favorecimento do
Islamismo (que, como se sabe, nem sequer é a religião da maioria dos
portugueses) em relação às outras religiões.
2º O referido projecto vai colidir com os tipos de construções
existentes na zona, contribuindo para a descaracterização da cidade, já
muito ferida por erros anteriores.
3º A construção do dito templo estará manifestamente a contribuir
para o alarme social, tendo em conta a situação de expansionismo do
extremismo islâmico que se vive no Médio Oriente e Norte de África e que
ameaça Portugal, a partir do momento em que se sabe que existem
radicais muçulmanos que defendem a integração da Península Ibérica num
grande califado islâmico (cf., p. ex.,
http://observador.pt/2014/08/12/um-califado-seculo-xxi/) e que já está
documentada a presença em Lisboa de muçulmanos que apoiam a entidade
terrorista que dá pelo nome de Estado Islâmico (cf., p. ex., programa
televisivo "Sexta às 9", de 26 de Setembro de 2014,
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=769655&tm=8&layout=122&visual=61).
Estão previstos mais 400 mil colonos muçulmanos para entrarem em Portugal este Verão. A extrema-esquerda actualmente no poder precisa de votos. E de um país literalmente em chamas, para erguer o Shangri-La Marxista sobre as cinzas.
Os inocentes que vão sendo mortos pelos islamistas, são para a esquerda uma mera medida de controlo populacional. Não há Gulag para exterminar o pessoal, há muçulmanos, que também fazem um trabalho jeitoso.
Aeroporto de Faro, Agosto de 2017.
O que nos vai safando é que os muçulmanos não estão interessados em viver em Portugal enquanto isto não estiver reconquistado para o Islão (como eles anunciam regularmente). Somos um país pobrezito e eles querem melhores mordomias, eles que não trabalham e vivem à custa dos europeus.
As milhentas fundações e esquemas diversos para arrecadar mais uns milhõezitos nesta negociata da invasão islâmica é que desesperam...
E assim, enquanto Portugal arde, a Constança chora, o Costa canta e dança no seu retiro de férias, vamos nós também, cantando e rindo, a dançar para o abismo.
Odeio pedofilia, estupro, espancamento de mulheres, escravatura, homofobia, misoginia, violência contra mulheres e crianças, assassinato de apóstatas,financiamento de grupos terroristas, tribunais-sharia, taqiyya (mentir e enganar em nome do Islão), anti-semitismo, orações pela violência, mutilação genital feminina compulsiva, orações pela destruição de Israel, racismo, segregação das mulheres. Eu gosto de cães, presunto e LIBERDADE de odiar o Islão e não as pessoas.
O Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350. Para além do estupro, da tortura, da mutilação genital feminina, da escravatura, do sexo com animais e cadáveres, do canibalismo e de outros horrores que o Islão permite, a ideologia de Maomé já vitimou mais de 670 milhões de inocentes.
99% dos países islâmicos não recebem "refugiados"- que não o são, obviamente; são homens em idade militar, vindos de todo o mundo islâmico, bem nutridos e de carteira recheada, com aparelhos electrónicos com imagens de decapitações de "infiéis", que vêm semear o terror e preparar o caminho da reconquista.
Homem tentou infiltrar-se numa
ambulância, onde a mulher, bombeira portuguesa, se encontrava.
Um homem de
nacionalidade marroquina, casado com uma bombeira de Ourém, planeou um atentado
contra o Papa Francisco, aquando da sua visita a Fátima, nos passados dias 12 e
13 de maio. A informação é avançada pelo semanário Sol, este sábado. O homem
fez várias compras de materiais suspeitos, tais como nitratos, uma substância
utilizada regularmente para produzir bombas artesanais. Sem saber que já estava
a ser vigiado, o indivíduo convenceu a mulher, bombeira portuguesa, a
infiltrar-se na ambulância que acompanhava de perto o chefe da igreja católica
em Fátima. A missão do homem marroquino falhou, uma vez que a sua ação foi
neutralizada pelas forças policiais, bem como a de outros suspeitos
referenciados. Acabou por ser enviado para Marrocos, o seu país de origem, e a
mulher foi afastada do serviço dos bombeiros por tempo desconhecido.
- Claro que isto nada teve a ver com o Islão. Aposto que o senhor era Adventista do Sétimo Dia, ou talvez membro da Igreja do Esparguete Voador.
- Por mais que eles se esforcem, a matar inocentes enquanto gritam Allahu Akbar, por mais que eles expliquem que querem matar todos os infiéis e por mais que eles nos matem, toda a gente sabe que não há coisa mais pacífica que Islão.
“Interpol circulates list of 173 suspected members of Isis suicide
brigade”
Lorenzo Tondo, Patrick Wintour e Piero Messina, Guardian, Julho 21, 2017
Interpol divulga lista de 173 muçulmanos treinados para ataques de suicidas jihadistas em nome do ISIS na Europa
"Um responsável europeu pelo contra-terrorismo disse que um dos propósitos de fazer circular a lista na Europa foi identificar aqueles que poderiam ter nascido e
sido criados em países europeus".
Alguns destes muçulmanos são de países europeus, e alguns não são. Aqueles
que não nasceram cá, vieram para a Europa como "refugiados", e você é um
"islamofóbico" racista e intolerante se se opuser a que eles venham invadir-nos e matar-nos.
Eles são combatentes inimigos que se juntaram a uma entidade que se
considera explicitamente em guerra com o Mundo Livre e que leva ataques terroristas contra
civis inocentes, como testemunhamos diariamente..
E não se contentando em louvar o Livro que inspira a mais mortífera ideologia da História (270 milhões de mortos e a aumentar TODOS OS DIAS), Marcelo ainda citou como sua passagem preferida a abertura do Alcorão, que contém as primeiras palavras da obra dedicadas ao ódio e à destruição dos judeus e dos cristão (uma constante ao longo do Alcorão e da História do Islão).
Marcelo é católico devoto, dos que beijam a mão ao Papa:
Marcelo não foi eleito para se submeter ao Islão. Marcelo não pode servir a dois senhores. Aos olhos dos muçulmanos, o acto de Marcelo representa submissão (veja o final deste post).
Do site RESPONDENDO AO ISLÃO, e como prometido, aqui fica a explicação, pela voz dos mais reputados doutores em Islão, de que os protagonistas da passagem preferida de Marcelo são os judeus e os cristãos (os que incorreram na ira de Alá e os que se transviaram - Alcorão 1 1:7):
O Alcorão abre com uma invocação, que os muçulmanos recitam diariamente nas suas orações, pedindo ao Criador que guie os fiéis no caminho recto e os impeça de seguir o caminho daqueles que se desviaram e incorreram na sua ira:
“Em Nome de Alá, o Misericordioso, o Louvor Compassivo pertence a Alá, o Senhor de todo o Ser, o Todo-misericordioso, o Todo-compassivo, o Mestre do Dia da Perdição. Só a Ti servimos; Só a Ti oramos por socorro. Guia-nos no caminho revto (Ihdina al-sirata al-mustaqeema), o caminho daqueles a quem Tu abençoaste (Sirata allatheena anaamta), não daqueles contra quem Tu estás irado, nem daqueles que se extraviam”. S. 1: 1-7
O que muitos não-muçulmanos podem não perceber é que a tradição islâmica entendeu que o versículo 7 se refere aos judeus como aqueles com quem Alá está irritado e aos cristãos como o povo que se extraviou.
Essa visão é reflectida na seguinte versão em Inglês do Alcorão:
“O Caminho daqueles a quem Tu tens concedido a Tua Graça, e não (o caminho) daqueles que incorreram na Tua Raiva (como os judeus), nem daqueles que se desviaram (como os cristãos)”. S. 1: 7 Hilali-Khan
Os muçulmanos costumam objectar, afirmando que essa não é mais do que uma interpretação sectária ou isolada, o que é desmentido pelas seguintes fontes islâmicas:
Adi bin Hatim: Eu perguntei ao Mensageiro de Alá sobre a Declaração de Alá: "Gharil maghdubi 'alaihim [não (o caminho) daqueles que incorreram na Tua ira", e ele respondeu: "Eles são os judeus". E 2: "Walad dallin (nem daqueles que se extraviaram)", e ele respondeu: "Os cristãos, foram eles os que se extraviaram".
[Este Hadith é citado por At-Tirmidhi e Abu Dawud]. (Dr. Muhammad Taqi-ud-Din al-Hilali e Dr. Muhammad Muhsin Khan, Interpretação dos Significados do Nobre Alcorão na Língua Inglesa com Comentários de Tafsir At-Tabari, Tafsir Al-Qurtubi e Tafsir Ibn Kathir e Ahadith de Sahih Al-Bukhari, Sahih Muslim e outros livros de Ahadith [Darussalam Publishers & Distributors, Riyadh, Lahore, Houston, Nova Iorque], Parte 1: De Surah 1 a 5, p. 30; sublinhados nossos).
E:
"O caminho daqueles a quem Tu tens favorecido, com orientação" (de alladhina junto com a cláusula relativa é substituído por [ghayri l-maghdubi 'alayhim]) não [o caminho] daqueles contra quem estás irado, a saber, os judeus, e nem dos que se extraviaram, ou seja, os cristãos. O significado subtil implicado por esta substituição é que os guiados não são nem os judeus nem os cristãos. "Mas Alá sabe melhor o que é certo, e para Ele é o Retorno e o Juízo [final].Que Alá abençoe nosso Senhor Maomé, sua família e companheiros e lhes conceda a paz eterna. Suficiente é Alá para nós; Um excelente Guardião é Ele. Não há poder e nenhuma força salvo em Alá, o Alto, o Tremendo". (Fonte: Tafsir al-Jalalayn, sublinhados nossos).
Mais:
(A senda daqueles a quem Tu foste favorecido), a Religião daqueles a quem Tu abençoaste com a Religião e que são os seguidores de Moisés, antes que as bênçãos de Alá os abandonassem, em que Ele os sombreou com uma nuvem branca e os enviou Sobre eles mel e codornizes quando estavam no deserto. Diz-se também que (o caminho daqueles a quem Tu favoreceste) se refere aos profetas. (Não daqueles que ganham a tua ira), e não a religião dos judeus, que incorreram na Tua ira, a quem deixastes e cujos corações não protegestes até que se tornaram complacentes. (Nem daqueles que se desviaram), nem a religião dos cristãos que procederam mal com o Islão. Amen: assim serão seus guardiões; Também se diz que Amen significa que seja assim. Diz-se também que isso significa: Ó nosso Senhor! Faz connosco como Te pedimos. E Alá tudo sabe'. (Fonte: Tanwîr al-Miqbâs min Tafsîr Ibn 'Abbâs, sublinhados a nossos).
Aqui está outra fonte:
Não o caminho dos que incorreram na Tua ira, nem daqueles que se extraviaram, guia-nos para o caminho recto, o caminho daqueles a quem concedeste a Tua graça, isto é, o povo da orientação, da sinceridade e Obediência a Alá e Seus Mensageiros. Eles são as pessoas que aderem aos mandamentos de Alá e se abstêm de cometer o que Ele proibiu. Mas ajuda-nos a evitar o caminho daqueles com quem Alá está irritado, cujas intenções são corruptas, que conhecem a verdade, mas se desviam dela. Além disso, ajuda-nos a evitar o caminho daqueles que foram desviados, que perderam o verdadeiro conhecimento e, como resultado, estão vagando erroneamente, incapazes de encontrar o caminho correcto.
Alá afirmou que os dois caminhos que Ele descreveu aqui são ambos equivocados quando Ele repetiu a negação "não". Estes dois caminhos são os caminhos dos cristãos e judeus, um facto com que o crente deve ter cuidado para os evitar. O caminho dos crentes é conhecimento da verdade e obediência a ela. Em comparação, os judeus abandonaram a prática da religião, enquanto os cristãos perderam o verdadeiro conhecimento. É por isso que a "raiva" desceu sobre os judeus, ao passo que serem descritos como "desviados" é mais apropriado aos cristãos. Aqueles que sabem, mas evitam implementar a verdade, merecem a raiva, ao contrário daqueles que são ignorantes. Os cristãos querem buscar o verdadeiro conhecimento, mas são incapazes de encontrá-lo porque não o buscaram nos recursos correctos.
É por isso que eles foram desviados. Devemos também mencionar que tanto os cristãos como os judeus incorreram na a ira de Alá e são desviados, mas a raiva é um dos atributos mais particulares contra os judeus.
Alá disse sobre os judeus:
(5:60).
O atributo que os cristãos merecem mais é o de serem desviados, assim como Alá disse sobre eles ...
(5:77).
Há vários Hadiths e relatos dos Salaf sobre este assunto ... e ele [Maomé] disse ...
<< Aqueles que mereceram a ira são os judeus e os que são levados pelo mal são os cristãos. >>
Este Hadith também foi colectado por At-Tirmidhi que disse que é Hasan Gharib.
Além disso, quando Zayd bin Amuf bin Nufayl foi com alguns dos seus amigos - antes do Islão - para Ash-Sham a procurar a verdadeira religião, os judeus disseram-lhe: Tu não te tornarás judeu a menos que suportes uma parte da raiva de Alá que nós merecemos". Ele disse: "Estou a procurar escapar da ira de Alá." Além disso, os cristãos disseram-lhe: "Se te tornares um de nós, terás uma parte no descontentamento de Alá". Ele disse: "Eu não o posso suportar." Então ele permaneceu na sua natureza pura e evitou adorar os ídolos e as práticas politeístas. Ele não se tornou judeu nem cristão. Quanto aos seus companheiros, eles tornaram-se cristãos porque eles acharam o Cristianismo mais puro do que o Judaísmo.
Waraqah bin Nawfal estava entre essas pessoas até que Alá o guiou pela mão do Seu Profeta, quando ele foi enviado como Profeta, e Waraqah acreditou na revelação que foi enviada ao Profeta, que Alá esteja satisfeito com ele. (Fonte: Tafsir Ibn Kathir, sublinhados nossos).
Na verdade, segundo o estudioso salafista Dr. Abu Ameenah Bilal Philips, esta foi a explicação unânime das três primeiras gerações de muçulmanos, incluindo Maomé:
... O estudioso tafser Jalaalud-Din as-Suyootee (d 1505 CE / 910 AH) observou o seguinte:
Tenho visto aproximadamente dez diferentes opiniões sobre o verso:
"Não o caminho daqueles em quem está a tua ira, nem aqueles que se extraviaram"
Há vários Hadiths e relatos dos Salaf sobre este assunto ... e ele [Maomé] disse ...
O Profeta e seus companheiros (sahaabah) e seus alunos (taabi'oon) todos relataram que o verso se referia a nenhum outro senão os judeus e cristãos. E (um dos primeiros estudiosos) Ibn Abee Haatim disse sobre o versículo: "Não sei de discordância entre os estudiosos de tafseer sobre isso." (Philips, 1. Tafser do Alcorão, Transmissão de Tafser, p.12 , Fontes: 1, 2)
Se Marcelo for a um templo hindu ou budista, a uma sinagoga judaica, a um Salão do Reino das Testemunhas de Jeová (jamais iria, e esses não fazem mal a ninguém, só aborrecem um bocadinho) etc., etc., etc., e citar uma passagem das respectivas Escrituras, ninguém aí presente achará outra coisa a não ser que se tratou de um gesto simpático, e que, se Marcelo não comunga da mesma crença em termos teológicos, partilha dos mesmos valores morais, que são basicamente os mesmos em todas as religiões - excepto no Islão, que é uma doutrina amoral.
Todos nós temos tendência a julgar os outros tendo como referência aquilo que somos. É por isso que maior parte das pessoas recusa acreditar que o Islão (como o Nazismo ao princípio ou como o Comunismo ainda hoje) seja tão perverso como é. E depois há os que sabem, mas acreditam que serão poupados pelos islamistas. Estão bem enganados; bastaria olharem para a História dos povos que na Europa, África, Médio Oriente, Ásia, foram e são submetidas e exterminados pela "Religião da Paz".
O Islão ordena que os fiéis mintam, finjam e iludam, para benefício da "Verdade":
Esta alta autoridade islâmica (vídeo abaixo), ensina como mentir. E conta a repugnante e estúpida história de um muçulmano que tinha um vizinho judeu.
O muçulmano convidou o judeu a converter-se, mas o judeu era alcoólico (naturalmente!), e no Islão é proibido beber álcool (no Islão é tudo proibido). O muçulmano assegurou ao judeu que no caso dele se abriria excepção. O judeu converteu-se (basta recitar uma frase) e a seguir o muçulmano disse-lhe: "Agora se beberes, morres! E se deixares o Islão também!". A pena para quem deixa o Islão ou para quem bebe álcool é a morte.
Imagine um padre, um pastor, um rabino, a pregarem uma doutrina destas! Do ponto de vista islâmico, mentir para levar as pessoas a aceitarem o Islão, é louvável, porque o Islão é a Verdade absoluta. Quando eles invadem um país e chacinam toda a gente que não se converte, acham que estão a proceder bem!
P.S. - Marcelo levou vários líderes políticos nacionais a este evento na mesquita. Assunção Cristas, a também católica e secretária-geral do CDS-PP, também foi. Será que ela está a par do papel da Mulher no Islão?
É claro que precisamos de petróleo, e temos que nos sujeitar todos a tolerar o Islamismo, apesar de este ser pior que o Nazismo e o Comunismo juntos. Mas um pouco de dignidade não fica mal a ninguém!