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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

TODO ESTE BLOG NUM POST E NUMA IMAGEM

Andamos há 3 anos a tentar explicar o que esta imagem e este texto explicam em duas penadas. Programámos cessar as publicações regulares no nosso 3º aniversário, a 1 de Dezembro próximo. Este post é capaz de ser o ideal para encerramos.

Checkpoints para prevenir o terrorismo é apartheid! BOICOTEMOS ISRAEL!

Oh, espera aí... Isto é na Bélgica? Então tudo bem...

APLICAR A FRANÇA O QUE APLICAM A ISRAEL

Se aplicarmos lei igual, deve-se tratar a França agora como os franceses e europeus tratam Israel. Isto seria:


1. Toda esta semana nos fazermos de idiotas com os atentados. Que não saia (a notícia) em nenhum jornal.
 
2. Quando a França responder, aí começaremos a falar. Mas a falar mal da França, não do ISIS. 
3. Organizamos uma marcha contra a embaixada francesa pela desproporcionalidade em sua resposta. Cartazes com legendas “França imperialista”, “Fora franceses da França”, são de uso obrigatório. 
4. Exortamos Hollande a que se sente na mesa de negociações com o ISIS imediatamente para ouvir seus pedidos. 
5. Apoiamos o Conselho de Direitos Humanos da ONU em sua reunião de urgência após a condenável reação francesa, quando sancionar o país europeu por não se medir. 
6. Repetimos nos jornais e televisão uma história fraudulenta de que os muçulmanos viviam na França antes dos franceses. 
7. Exigimos ao Estado francês que mude sua bandeira, hino e demais simbologias nacionais porque não são representativas de todas as culturas que há na França e ofende os muçulmanos. 
8. Faremos documentais financiados pelo resto da Europa e Arábia Saudita sobre a pobre vida que os jovens magrebes vivem na França, e os trataremos como “vítimas do sistema”. 
9. Exigimos que a França seja repartida em duas: uma parte vai para os muçulmanos. “Dois Estados para dois povos”, como agrada aos europeus pró-palestinos. 
10. Paris deve ser divida em Paris ocidental em Paris oriental, esta última exclusiva para muçulmanos, e a primeira de matiz cosmopolita. 
11. Todo francês que viver no novo Estado, Al-França Jihadistão, deve ser assinalado como um colono invasor e transferido, até pelo próprio exército francês. Os produtos franceses neste lado devem ser etiquetados para que as pessoas saibam que estão consumindo imperialismo. 
12. Todo muçulmano que queira viver na França ocidental poderá fazê-lo em igualdade de condições. 
13. Denunciaremos a França como um regime apartheid, por estabelecer precauções de segurança para evitar futuros atentados provenientes da Al-França Jihadistão. 
14. Exigiremos da França a abertura total de fronteiras para o livre trânsito de muçulmanos. Exigiremos que não haja postos de controle nas fronteiras. 
15. Condenaremos o governo francês se ele decidir demolir as casas dos terroristas. 
16. Pediremos boicote, desinvestimentos e sanções contra a França se os franceses construírem casas do lado muçulmano. Os muçulmanos podem construir do lado francês sem problema. 
Creio que, com isto, a França vai ser julgada corretamente, com o mesmo padrão que usam para Israel, não? Se lhes ocorrer outras, acrescentem. Não podemos permitir que a França se mova um centímetro do caminho, embora alegue auto-defesa.

(Graça Salgueiro: Midia sem Máscara)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Onde estão os lamentos pelos judeus?

Jerusalém - Dor imensa no funeral de Yaakov Litman e seu filho Netanel, vítimas do terror, poucas horas antes dos atentados de Paris na sexta-feira à noite. (Tsafrir Abayov / AP) - Fizemos um post sobre estas duas vítimas do terrorismo em Israel. Todos os dias há novos ataques e novas vítimas.

ONDE ESTÃO OS LAMENTOS PELOS JUDEUS? 

Onde está a solidariedade para com os judeus vítimas do terrorismo islâmico? Quando fechamos os olhos às acções dos terroristas em Israel, estamos a dar uma aprovação implícita às suas tácticas bárbaras em outros lugares.   
Abri a o jornal canadiano National Post na segunda-feira de manhã e li estas palavras de Harriet Alida Lye, uma romancista e escritora freelancer que vive em Paris e no Canadá: 
"Ao contrário do ataque ao Charlie Hebdo em Janeiro passado, eu só queria informações em primeira mão – saber notícias de todos os meus amigos - porque tudo o resto me parecia inacreditável, anárquico.” 

"Em Janeiro, as coisas pareciam mais tangíveis. Os agressores tinham razões concretas, embora terríveis, para atacar as pessoas que atacaram. Desta vez, eu estava com medo de ler as notícias, porque agora se passa algo de incontrolável. Parte de algo muito maior. Desta vez, os alvos foram pessoas como eu e os meus amigos: jovens normais que gozam das liberdades normais". 
Sério? "Desta vez, os alvos eram pessoas como eu?". Quem eram eles em Janeiro? Apenas alguns islamófobos e alguns judeus?  
"Eles" não eram dos dela. Mas o terrorismo em Janeiro não foi diferente do terrorismo que Paris viveu esta sexta-feira, 13 de Novembro. Ou do terrorismo que atingiu Toulouse em Março de 2012, quando três estudantes judeus - Aryeh, de 6 anos; Gabriel, de 3 anos; e Miriam Monsonego, de  8 anos de idade - juntamente com o rabino Jonathan Sandler e três pára-quedistas, foram assassinados. 
Na época, François Hollande, que ainda não era primeiro-ministro da França, disse.
"Ninguém pode matar crianças no território da República [França] sem ser responsabilizado."  
O Estado Islâmico alertou para que os ataques de sexta-feira noite em Paris foram apenas "o começo da tempestade."  
França está a recuperar e a responder aos horrores do terrorismo e a acordar finalmente para a realidade. "Agora, os franceses comuns estão a começar a entender como nós, judeus, temos vivido nos últimos anos, e a realidade em Israel", disse Samuel Sandler, o pai do rabino Jonathan Sandler.  
O colunista Eric Reguly também disse que estes ataques em Paris foram diferente dos de Janeiro:  
"Estes ataques - seis no total, em diversos pontos de Paris – não foram como o assalto de Janeiro aos escritórios da revista satírica francesa Charlie Hebdo. Matthieu Da Rocha, de 25 anos, que trabalha em marketing digital disse: 'O ataque ao Hebdo foi um ataque direccionado contra uma única publicação e os seus meios de expressão... Mas este novo ataque foi contra todos e qualquer um, contra jovens parisienses ... O que nos deixa loucos com o que aconteceu é que este tipo de ataques não pode ser evitado'". 

Reguly lembra que o editorial de domingo do Libération - o jornal Parisiense co-fundado pelo filósofo do século XX Jean-Paul Sartre - pediu galhardia, dizendo:  
"Virar as costas aos nossos valores é começar a fugir à frente dos terroristas".  
Infelizmente, a França, assim como muitos dos países da União Europeia, viraram há muito tempo as costas aos seus valores de "liberdade e igualdade e fraternidade" . Durante a Segunda Guerra Mundial a França foi derrotada na sua Linha Maginot e sacrificou todos os seus judeus para apaziguar os nazis. Não entregou apenas os judeus estrangeiros; aproveitou a chance para reunir cidadãos franceses judeus e enviou-os para os fornos de Auschwitz. 

Leis anti-semitas em França, para agradar aos nazis. Muitos franceses usaram voluntariamente uma estrela amarela com a inscrição "AMIGOS DOS JUDEUS".


FALTA DE CORAGEM MORAL

Em Janeiro passado, a França - mais precisamente as suas lideranças - continuou a demonstrar falta de coragem moral. Hollande desrespeitou, humilhou e denegriu o primeiro-ministro de Israel, que tinha vindo para compartilhar sinceras condolências de Israel, não só para com os ataques ao Charlie Hebdo, mas para com os judeus que foram atacados e abatidos no supermercado kosher. Netanyahu fez mais visitas Shiva [a casas de luto] na vida do que Hollande vai fazer depois deste ataque.
Netanyahu tinha vindo para compartilhar a dor - dor com a qual Israel está muito familiarizado. No entanto, Hollande não toleraria isso. Ele expressou a preocupação de que a presença de Netanyahu no desfile, que incluiu 40 chefes de Estado, seria "divisiva". Porquê? Porque, aos olhos dos franceses, e tal como é propalado pelos seus meios de comunicação, o terrorismo em Israel deriva de uma disputa política. É por culpa de Netanyahu que não há paz no Médio Oriente, porque os judeus não querem sacrificar ainda mais terra por paz. 
Hollande, então, convidou presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e adicionou ao insulto o anúncio de uma reunião com ele. Abbas, o homem que incita a matar judeus em Israel - como se os terroristas muçulmanos fossem diferentes por serem do ISIS ou do Hamas ou da al Nusra ou da al Qaeda ou do Boko Haram ou de todos os outros que matam em nome do Islão.  
Agora Hollande diz que defende a protecção dos valores ocidentais - mas não em Israel, a luz da democracia no meio da miséria do Médio Oriente. Hollande aprovou a rotulagem dos produtos israelitas "originários de colonatos israelitas além das fronteiras de Israel antes de 1967". Hollande também está a liderar os esforços diplomáticos internacionais para pressionar uma resolução da ONU que levaria à criação de um Estado palestino independente dentro de dois anos. 

A França tem sido rápida a atacar Israel por defender as suas fronteiras. No ano passado, durante a Operação Protecção-Limite, o Ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian disse: 

"França apela a um cessar-fogo imediato ... para garantir que cada lado começa a falar com o outro, para evitar uma escalada que seria trágica para esta parte do mundo". 
Mas agora que o terrorismo atingiu a França de muito perto, Hollande grita:  
"É um acto de guerra que foi cometido por um exército terrorista, um exército jihadista, o Daesh [ISIS], contra a França. É um acto de guerra que foi preparado, organizado e planeado a partir do estrangeiro, com a cumplicidade do interior, que a investigação vai ajudar a estabelecer". 

"A França vai ser implacável com os bárbaros do Daesh", acrescentou. 
Agindo dentro da Lei, a França irá responder com "todos os meios necessários, e em todos os terrenos, dentro e fora, em coordenação com os nossos aliados".

NETANYHAU: NÃO HÁ "TERRORISTAS BONS"
Lola foi assassinada em Paris no dia 13. Adar foi assassinada em Israel no dia 22. Não há diferença entre terrorismo e  terrorismo.

Mais uma vez Israel apresentou as suas condolências ao povo da França. 
Netanyahu disse: "Um ataque a qualquer um de nós deve ser visto como um ataque contra todos nós ... O terrorismo é o ataque deliberado e sistemático a civis. Ele nunca pode ser justificado ... Não se pode lutar contra oterrorismo de forma selectiva. Não se pode dizer que estes são os bons terroristas e estes são os terroristas maus. Todos os terroristas são maus". 
Mas eu pergunto: Onde está o luto, o lamento, o rasgar da roupa, o canto do povo da França pelos judeus mortos em Israel? Como Netanyahu declarou: "Assim como temos condenado actos assassinos ao redor do mundo, eu também esperava que fossem emitidas condenações contra os assassinatos que ocorreram ontem [sexta - feira 13 de Novembro] de Ya'akov e Netanel Litman." 
Poucos dias antes das suas núpcias, apenas algumas horas antes dos ataques na França, uma noiva enterrou o seu pai, o rabino Yaakov Litman, e o seu filho Netanel, de 18 anos, que foram assassinados por terroristas covardes que odeiam o Ocidente, odeiam a liberdade e odeiam os judeus.
Onde estão as hordas de jornalistas para cobrir os ataques repugnantes em Israel? Nunca pode haver justificativa para assassinar pessoas que andam pelas ruas, que estão sentadas em cafés ou pizzarias, deitadas numa praia, conduzindo os seus carros, apanhando um autocarro, assistindo a concertos ou eventos desportivos. Quando fechamos os nossos olhos aos terroristas em Israel, nós damos aprovação implícita às suas tácticas bárbaras em outros lugares, e permitimos que se espalha a banalidade do Mal, só possível graças à cegueira voluntária ou ignorantia affectata. E isso acontece porque a vida de judeus não parece ter o mesmo valor que a vida dos outros. 
Vou terminar esta peça com as palavras da colunista canadiana Christie Blatchford no National Post: "Na manhã após os ataques de Paris, uma loja na esquina da minha casa inscreveu uma pequena frase na calçada: "L'amour est la réponse' "[O amor é a resposta]".
Blatchford então cita uma história, escrita pela jornalista americana Marie Brenner, descrevendo os distúrbios em Paris, em 26 de Julho de 2014, numa manifestação pró-Palestina (com alguns cartazes do Estado Islâmico, a preto e branco), que culminou com milhares de manifestantes cantando "Mort aux Juifs! Mort aux Juifs!" -  que significa "Morte aos judeus". 
A história fala sobre muito mais assuntos, é claro, mas o seu tema central foi que este motim, ou qualquer um dos outros dos que Brenner chamou o 'Verão do Ódio', foi o ponto de inflexão para muitos judeus franceses, que deixaram o país para irem para Israel. Os judeus são os canários na mina de carvão da Humanidade. Se l'amour est la réponse, então amar os judeus é uma das condições inabaláveis​. 

A Intifada é o pogrom do século XXI. As leis contra Israel são as leis anti-semitas do século XXI.  O terrorismo islâmico é o nazismo do século XXI. DE QUE LADO ESTÁ VOCÊ?




- Este é um artigo da autoria de  É capelã hospitalar inter-fé, vive no Canadá, nos arredores de Toronto. Escreve sobre religião e saúde mental no seu blog, "The Middle Ground: The Agora of the 21st Century". É autora do livro "De Regresso à Ética, Recuperando os Valores Ocidentais", que será publicado em breve pela Mantua Books.

domingo, 22 de novembro de 2015

Culpando Israel em 4 -3 - 2 - 1...




Logo a seguir ao Massacre de Paris, ficámos em contagem decrescente. Quem seria o primeiro a culpar Israel? Os primeiros foram a senhora Margot Wallström, a Ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia e alta responsável da União Europeia, a tal de que já tínhamos falado, por exemplo, por se rir da jihad sexual na Europa:

Rindo da Jihad Sexual na Europa - 1

Rindo da Jihad Sexual na Europa - 2

Ao mesmo tempo, o bando terrorista Fatah (igual ao ISIS ou a qualquer bando islamista), também culpava Israel (ver cartune acima).

Agoniados, não tivemos estômago para escrever sobre o assunto. Alguém o teve:


Quem precisa de factos? Temos Israel como bode expiatório!
Era apenas uma questão de tempo até que alguém aparecesse a culpar Estado judaico pelos ataques terroristas de Paris, como Jimmy Carter culpou Israel pelo massacre no Charlie Hebdo.

Por Ben-Dror Yemini
Ynet News


19 de Novembro de 2015


Era  claro que não teríamos de esperar muito tempo antes que alguém acusasse Israel pelos ataques terroristas em Paris.

Não são os assassinos os culpados. Eles estão simplesmente desesperadas. Os jihadistas globais estão extremamente preocupados com as opressões aos Direitos Humanos dos "palestinos". Eles não estão apenas preocupados, eles estão enlouquecidos. Eles estão dispostos a explodir o Mundo inteiro, a fim de expressarem o seu desespero, especialmente porque têm 72 virgens à espera deles para aliviarem o seu desespero. (...)

Foi Jimmy Carter, e não um Ministério dos Negócios Estrangeiros de um país qualquer, que perdeu a cabeça. Foi o ex-presidente da maior potência do mundo, ou pelo menos daquele que era o país mais forte do mundo, que esgrimiu esse argumento no início deste ano.
"O que acha sobre os assassinatos na redacção do Charlie Hebdo?" - perguntou-lhe o apresentador de TV Jon Stewart, que não é conhecido por ser um simpatizante de Israel. "Uma das razões para isso", respondeu Carter, "é o problema palestino. E isso aborrece as pessoas que se identificam de alguma forma com os povos árabes que vivem na Cisjordânia e em Gaza, e o que eles fizeram agora é o que lhes fizeram a eles."
 
www.paliestine.com

Nota nossa: A quem não nos leia habitualmente, lembramos que a Judeia e Samaria (a quem Carter chama "Cisjordânia") é território israelita; que Gaza foi dada aos terroristas (que fizeram dela um Inferno); que não existe nenhum país muçulmano que seja democrático ou tenha Direitos Humanos; que os árabes em Israel são INVASORES; e que a "Palestina" árabe nunca existiu:

Como é que nós não vimos isso? Os jornalistas do Charlie Hebdo foram assassinados por causa de Israel.

Uma coisa de que Jimmy Carter e a Ministra dos Negócios Estrangeiros sueca, Margot Wallström, devem ser informados, é que os jihadistas globais assassinam principalmente muçulmanos. E fazem-no numa base diária. As dezenas de muçulmanos que foram massacrados dentro de uma mesquita no norte da Nigéria, na semana passada, e durante um funeral no Paquistão dois dias antes, e durante um casamento em Bagdad dois dias mais tarde, etc, etc, são basicamente as vítimas da fúria islâmica, por causa da miséria dos "palestinos".
A Ministra dos Negócios Estrangeiros sueca Margot Wallström ligou os ataques terroristas de Paris com o 'desespero palestino'.

É verdade que 99 % das pessoas que vivem sob a influência do Islão radical pagaria qualquer preço para elevarem a sua vida ao nível da "miséria" dos "palestinos", mas isso não é importante. Nem os os factos não são importantes, enquanto Carter, Wallström, e outras pessoas que partilham as suas opiniões, e há umas quantas, saibam que têm um bode expiatório.

Israel é o culpado, é tudo por causa de Israel. Israel também é responsável pelo aquecimento global. Não, não é uma piada. É o que Clare Short, ex-ministra do governo britânico, alegou. É exactamente o que acontece com aqueles que sofrem de Judeofobia ou Zionofobia ou Israelofobia. É a mesma coisa.

Nota nossa: Clare Short, deputada britânica e ex-ministra que se demitiu por discordar da guerra no Iraque, culpou Israel pelo aquecimento global. O seu raciocínio é que, uma vez que Israel distrai o mundo com o seu comportamento indisciplinado, o mundo não pode gastar bastante tempo, atenção e recursos com a questão real: as alterações climáticas provocadas pelo Homem.

O que pode ser feito contra a insanidade que vem de cima, de algumas das elites do Mundo Livre? Como devemos lidar com reivindicações que são tão ridículas que seria embaraçoso refutá-las?

Bem, não devemos rir.


A mesma doença atingiu uma parte do Mundo Livre em 1930. Algumas das elites também foram atingidas por esta doença. Nessa altura, eram os judeus. Eles foram acusados ​​por todos os problemas. Hoje é Israel.


Wallström e Carter devem ser levados a sério. Eles devem ser denunciados em todas as instâncias, para que o desfecho não seja semelhante.

Nota de rodapé:


Escrevemos em 23 de Julho de 2014, em É DISTO que o meu Público gosta: quando a ameaça do ISIS ainda era motivo para troça: "Na Síria prossegue o genocídio, o roubo da propriedade, a profanação de templos, a onda de estupros e o êxodo dos cristãos. Notícia AQUI. A Imprensa publicana NEM PIA! Lembramos que há no novel Califado Global, que por enquanto é só Síria e Iraque, matadouros de cristãos. Os islamistas praticam os sacrifícios humanos e o canibalismo. A conhecida odiadora de Israel, a «jornalista» Sofia Lorena, do Al-Público, esteve na Síria e só cantou louvores aos canibais do ISIS...".

Figura destacada do Partido Socialista Francês, presidente do SOS Racismo de França, o senhor Malek Boutih compara o Islão radical ao Nazismo. 

O site DreuzInfo - entre outros milhares - tem publicado desde reportagens em Moulenbeek antes dos atentados, com os terroristas eles mesmos, na sua vida de marginalidade, até vídeos como os seguintes (ameaças prévias de palestinianistas contra o Bataclan e o impressionante "minuto de silêncio" como foi cumprido nas prisões francesas pelos prisioneiros muçulmanos):



sábado, 21 de novembro de 2015

'PACK YOUR BAGS AND F*** OFF'

UM MUÇULMANO DIGNO E CORAJOSO

Ahmed Aboutaleb, Presidente da Câmara de Roterdão, Holanda.
  
"Porque é que não vemos os clérigos e líderes comunitários muçulmanos a condenar o massacre de  Paris e os outros massacres e ataques?" - já há quem se atreva a perguntar, com muito a propósito, aliás. É que a coisa é raríssima.
Aqui está uma honrosa excepção:
Na sequência dos massacres ocorridos em Paris, no início deste ano, que atingiram a redacção da revista satírica Charlie Hebdo, e a mercearia judaica Hyper Casher,  o senhor Ahmed Aboutaleb, Presidente da Câmara de Roterdão, Holanda, holandês de origem marroquina, e muçulmano, disse aos seus irmãos de crença muçulmanos que, se não apreciam as "liberdades" da vida no Ocidente "podem arrumar as malas e ir à mer**".
Disse-o ao vivo na TV:  'PACK YOUR BAGS AND F*** OFF'!
As declarações não foram muito difundidas nos grandes media, mas tiveram alguma repercussão, e o senhor Aboutaleb continua de boa saúde, felizmente.
Se o problema é falta de coragem, fica aqui o exemplo de alguém que sabe pôr as coisas em perspectiva: 



UMA NÃO MUÇULMANA QUE CONFUNDE AS VÍTIMAS COM TERRORISTAS
A eurodeputada Ana Gomes, do Partido Socialista,  ao contrário do senhor Aboutaleb, apressou-se a absolver os terroristas, culpar as vítimas e culpar toda a gente - menos os terroristas:

Ana Gomes, que nunca se indignou com as representações de profetas de outras religiões,  apressou-se a dar razão aos terroristas. 


Ana Gomes, que não sabe ou finge não saber que 80% dos muçulmanos na Europa não trabalham e vivem confortavelmente à custa dos europeus que trabalham, apressou-se a culpar toda a gente - menos os terroristas e a sua ideologia.

 As vítimas do massacre no Charlie Hebdo:

 

As vítimas do massacre no Hyper Casher:

 


COMO OS MUÇULMANOS ESTÃO A INVADIR, OCUPAR E DESTRUIR A EUROPA
Infelizmente não legendado em Português, um de muitos documentários sobre a islamização da Europa, em quatro partes:
Parte 1 - Isolamento
Parte 2 - Lei Sharia ou Lei dos Estados? 0:44:01 
Parte 3 - Terror 1:23:21 
Parte 4 - Judeus da Europa  2:06:46

 
A dada altura, do documentário anterior, uma senhora diz que o Império Romano também foi destruído a partir de dentro, pelos bárbaros. O que a TV não lhe mostra, os bárbaros:


Ninguém, no Mundo Livre, que seja amigo da Liberdade e da Democracia, está interessado na religião, na cor da pele ou nas convicções particulares de cada um. Interessa que cada um respeite a Sociedade em que escolheu viver. Caso contrário, pode sempre seguir a sugestão do senhor Aboutaleb: FAZER AS MALAS E IR À ME***!

A Ana Gomes pode ir com eles.


ACORDEM, AMIGOS: 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Querido, Mudei a Mesquita!


Gustavo Santos é life-coach. A sua profissão é ensinar aos outros como é que se vive. É assim a modos que um imã, só que se calhar não é muçulmano.

Gustavo Santos ficou célebre pelo desvelo com que defendeu os terroristas que massacraram a Redacção do jornal satírico Charlie Hebdo:



A isto chama-se efectivamente SABER VIVER. O Tavinho percebeu que os muçulmanos vêm aí outra vez, e tratou logo de prestar vassalagem aos seus futuros Senhores - até para ver se se livra de alguma pequena decapitação (o que, parecendo que não, dá sempre jeito).



Durante décadas, o Charlie Hebdo satirizou todas as religiões, todas as figuras públicas e todas as ideologias possíveis e imaginárias. E foi uma barrigada de riso. Porque os alvos - já se sabia - jamais iriam pegar em metralhadoras e desatar a matar pessoas. O Tavinho, nomeadamente, nunca se indignou quando o Charlie "gozou sistematicamente com convicções alheias" não terroristas:


  
E ACABOU O FUTEBOL?

Se alguma coisa o imã Gustavo Santos e outras pessoas igualmente evoluídas nos ensinaram a todos, é que, sempre que os terroristas muçulmanos exterminam pessoas, alguma razão têm. Concretamente, nos ataques de Paris, o comunicado dos terroristas condenava essa abominação que constitui a prática do futebol (e o "imbecil do François Hollande", um "imbecil" que lhes deu guarida em França e que assistia ao jogo).


Jogadores da selecção francesa adorando a Alá


Eles já tinham avisado que, no Islão devoto, no Islão deles, o futebol é proibido, e até que iriam bombardear o próximo Campeonato Mundial. Nós passámos a palavra, neste post, para os amigos se deixarem desse hábito tão pernicioso que é jogar à bola.

Os terroristas, sempre bondosos, bem se cansaram a educar-nos: em Mosul, por exemplo, 13 adolescentes foram executados publicamente, com muita paz e muito amor, porque tiveram a infeliz ideia de assistir ao jogo de futebol da Taça de Ásia entre o Iraque e a Jordânia.

Os "crimes" foram anunciados em toda a cidade por altifalantes, e os pais dos jovens tiveram que se esconder, para não serem também executados - por culpa deles, que não ensinaram aos filhos que o futebol ofende a Alá!

Mas subsistem-nos algumas dúvidas relativamente ao código moral do Estado Islâmico & C.ia. Se, por um lado, o futebol é proibido, por outro, não é raro que, na sequência das habituais decapitações, os terroristas joguem futebol com as cabeças acabadinhas de cortar:

Muitos são os sites que mostram as fotos desta interessante modalidade desportiva.

Futebol com bola, dá direito a pena de morte, mas futebol com cabeça de infiel, não tem problema?
  
Gustavo Santos, tu que és a referência intelectual, cultural e moral da Humanidade, ajuda-nos, na tua imensa Sabedoria, a esclarecer este mistério. A última coisa que nós queremos é "gozar sistematicamente com convicções alheias", e, como vemos muito futebol, tememos ofender o Islão.

E A MÚSICA? ACABOU A MÚSICA?

O comunicado do Estado Islâmico também deixava expresso que o massacre no Le Bataclan se deveu a que lá se realizava "uma festa indecente". Em consequência disso, amorosamente, os terroristas foram lá e mataram aquela gente toda - o que se teria evitado se déssemos todos ouvidos aos Gustavos da vida e evitássemos ofendê-los!
Os Velvet Underground no Le Bataclan, em 1972, a pecarem.

Os islamofóbicos do site A Religião da Paz, por exemplo, perguntam:

"What other religion's most devoted members videotape themselves cutting people's throats while screaming praises to their god?".

("Em que outra religião os seus mais devotos membros se filmam a  cortar gargantas de pessoas enquanto gritam orações ao seu deus?").

Ora lá está... Os cidadãos que são tão amorosamente decapitados neste encantador vídeo, cometeram um pecado inadmissível: foram a uma festa, ouviram música e divertiram-se! E depois queixam-se!

Mas se por um lado eles matam as pessoas por ouvirem música, por outro gravam vídeos com música, a publicitar e anunciar as suas amorosas chacinas. O que fazer?
 
Iluminem-nos, ó Gustavos deste Mundo, que tantos e tão omniscientes sois! Como é que a gente joga à bola? Com bola ou com cabeça cortada? Que música é que a gente pode ouvir ou não ouvir? Como é que a gente deve viver?

Gustavo Santos, sem turbante, acompanhado de uma pecadora sem burqa.

- Allah Akbar, meus semelhantes!


P.S. - Agora mesmo: notícias de mais mortos em Israel, dezenas deles no Mali, portugueses em Bruxelas confessam que "vivem no medo". O Mundo entenderá agora como vivem os israelitas todos os dias, ou, pelo contrário, continuará a achar boa ideia entregá-los numa bandeja aos terroristas, para os acalmar durante um mês ou dois? Derrotar o terrorismo islâmico é infantilmente simples. Derrotar uma opinião pública doutrinada no marxismo cultural, nas teorias da conspiração e no auto-ódio, isso é que é todo um desafio.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Grande Mufti justifica Massacre de Paris com "Islamofobia"

“E quando encontrares os infiéis, corta-lhes a garganta" (Alcorão 47:4)

 

O Grande Mufti da Austrália declarou que o massacre a sangue frio de 129 inocentes em nome de Alá constitui uma gravíssima chamada de atenção para todo o Mundo Muçulmano (25%  da Humanidade!), para que para que proceda a uma reflexão urgente, para que assuma as suas responsabilidades e para que tome uma posição firme e colectiva no repúdio e no combate ao terrorismo islâmico, de forma a eliminá-lo, de uma vez por todas. 
NÃO, NÃO, ESTAMOS A BRINCAR, É CLARO!!!
Esta alta autoridade islâmica (qualquer coisa de equivalente a um Cardeal no Catolicismo) fez saber que a culpa do massacre de Paris é da "Islamofobia", e que os 129 franceses foram assassinados em nome do Islão, porque tinham um medo "irracional" do Islão.
- Via The Religion of Peace / A Religião da Paz (também em Francês e Espanhol); escolha o idioma que mais lhe agrada e estude a História, a Filosofia e a Praxis Islâmica. É que se faz cada vez mais tarde...

Festa rija no Mundo Muçulmano une inimigos mortais - xiitas e sunitas: O diário iraniano Vatan Emrooz publicou na sua capa de 15 de Novembro de 2015, uma foto de um corpo coberto com uma mortalha na frente de um café parisiense, apresentado como o cadáver de uma das vítimas do  massacre de 13 de Novembro, cometido pelo ISIS, com o subtítulo: "O FUTURO PRÓXIMO CHEGOU: O JANTAR ESTÁ PRONTO." 
Dreuz Info e MEMRI
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Agora mesmo, via 'OBSERVADOR':
Dois mortos em esfaqueamento por palestiniano em Israel
Dois homens foram mortos em Telavive num ataque com uma faca realizado por um palestiniano, que foi ferido e detido, indicou a polícia.

57% dos árabes israelitas diz que o ISIS não é um grupo terrorista e que os representa. E se eu disser que NÃO É POSSÍVEL A NINGUÉM VIVER LADO A LADO COM OS MUÇULMANOS, também serei "islamófilo"?

A generalidade dos media nada diz, ou limita-se a dizer que "ocorreram esfaqueamentos em Israel". Exija aos media que contem a verdade. Escreva, telefone, insista! E participe na manifestação de apoio a Israel.

20.Jan.2015 - Soldados franceses montam guarda na frente da Catedral de Notre Dame, em Paris, a seguir aos ataques do Charlie Hebdo e Hiper Casher.

O Cardeal de Paris, nas cerimónias em memória das vítimas do Massacre, pediu aos muçulmanos que escolhessem - não alguns indivíduos, mas os muçulmanos no seu conjunto - se querem um Islão que "adora a Deus decapitando pessoas", ou um Islão ao serviço da Humanidade. Toda a gente viu na TV.

O Grande Mufti da Austrália, representante de milhões de muçulmanos, já declarou a sua escolha. 

13.Jan.2015 - A mãe e a irmã de Yoav Hattab, umas das vítimas do ataque a um mercado kosher de Paris, choram ao lado caixão antes do cortejo funerário, a seguir aos ataques do Charlie Hebdo e Hiper Casher.

Do blog LEI ISLÂMICA EM ACÇÃO, uma breve compilação do que é Islão, para contrapor à massiva campanha de branqueamento mediático:

Publicações em português sobre o islamismo e a jihad



E-books
Lei Islâmica (Sharia) para os não-muçulmanos ==> link

Jesus e Maomé, Diferenças Profundas e Semelhanças Surpreendentes ==> link

Jihad e o Reino de Deus ==> link 
Islamismo e a Trindade ==> link
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"Portugal é um país católico e nasceu exatamente do propósito de libertar o território e o seu povo cristão do jugo islamita." - O CÃO QUE FUMA.

 Fim do Ramadão de 2014 no Martim Moniz, Lisboa