sexta-feira, 24 de maio de 2013

Estocolmo não está a arder

Mas para lá caminha. Com 15% de emigrantes islâmicos, o calor já se nota, os bombeiros vão apagando os fogos lançados aos automóveis de quem trabalha, e os políticos vão debitando a habitual ladainha de que é apenas uma minoria de desordeiros. Foi assim nos motins de Paris, nos de Londres, nos da Margem Sul em Portugal, e assim será até que as pessoas acordem.


Quando as pessoas acordarem irão perceber que temos uma Europa com 52 milhões de imigrantes islâmicos, que entendem que é naturalíssimo viver à custa do Estado Social, ou seja, de quem trabalha. A segunda geração, criada em casa com princípios diametralmente opostos aos valores europeus e ocidentais, nutre o mesmo desprezo pelos países de acolhimento. para sermos mais claros, citemos por exemplo o princípio muito difundido entre a juventude islâmica na Suécia: "Quem mata um polícia vai para o Paraíso". Afinal, nós, europeus, não passamos de infiéis.

Experimente-se dizer a estas pessoas que nos odeiam para voltaram para a terra delas. A resposta é certa: "Eu nasci cá! Sou sueco/alemão/português/francês/britânico, etc..". Exactamente como britânico de 28 anos o que anteontem matou  um jovem soldado infiel em Inglaterra. Com um cutelo.

Esta peça é sobre jovens islâmicos na Alemanha:




E esta é uma de muitas sobre a islamização da Suécia: 

2 comentários:

  1. Mais alguns factos actuais da (futura) nação islâmica da Suécia:

    http://frontpagemag.com/2013/dgreenfield/6-muslims-sentenced-to-community-service-for-gang-rape-of-15-year-old-swedish-girl/

    http://shariaunveiled.wordpress.com/2013/06/17/muslims-earn-sweden-the-title-of-rape-capital-of-the-world/

    http://www.thejournal.ie/swedish-rape-overturned-infidelity-check-804481-Feb2013/


    Para quem acha que isto é um fenómeno novo para o qual as autoridades não estão devidamente informadas e preparadas para enfrentar, aqui fica um artigo de 2005:

    http://majorityrights.com/weblog/comments/muslim_rape_wave_in_sweden/

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  2. As autoridades estão tolhidas pelo politicamente correcto.

    Oportunamente vou dar destaque a esses linques.

    Abraço,

    IB

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