domingo, 13 de julho de 2014

Egípcios esperam que Israel destrua o Hamas

Um artigo extenso, mas esclarecedor, da autoria de Khaled Abu Toameh, árabe israelita. Vale a pena ler, especialmente o estilo de vida milionário dos terroristas do Hamas, donos de aviões particulares, hotéis, mansões, enquanto mandam o povinho fazer de escudo humano.



Mais vozes na semana passada vieram do Egipto e de outros países árabes, em apoio à operação militar israelita contra o Hamas na Faixa de Gaza.

"Obrigado e que Deus possa dar-nos mais pessoas como Netanyahu, para destruir o Hamas
", declarou Azza Sami do jornal egípcio Al-Ahram.

Isolado e sob ataque, o Hamas percebe
agora que perdeu a simpatia de muitos egípcios e árabes. Muitos vêem as atrocidades e massacres cometidos pelos islamistas diariamente no Iraque e na Síria e estão a começar a perguntar-se se as suas teses servem os interesses dos árabes e muçulmanos.

O presidente egípcio Abdel Fattah Sisi declinou apelos de 'palestinos' e outros árabes, de trabalhar no sentido de alcançar um novo cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

A Autoridade Palestina [AP], do presidente Mahmoud Abbas telefonou a Sisi e pediu-lhe para intervir para conseguir alcançar um "cessar-fogo imediato" entre Israel e o Hamas. Abbas mais tarde admitiu que o seu apelo a Sisi e a outros líderes árabes caiu
em ouvidos surdos.



Israelitas procuram abrigo quando soam as sirenes de Alerta Encarnado. Jerusalém, 5º dia da Operação Protecção Limite. (Foto: Miriam Alster/Flash90)

Egípcios 'encantados' por o Hamas estar gravemente ferido

A decisão da Sisi, de  não intervir na crise actual, não foi surpresa. Na verdade, Sisi e muitos egípcios regozijam-se por o Hamas estar gravemente ferido.

Alguns egípcios
expressam abertamente  a esperança de que Israel destrua completamente o Hamas, que vêem como um "braço armado da organização terrorista Irmandade Muçulmana".


- Este blog noticiou, aquando dos mega protestos no Egipto contra Irmandade Muçulmana, muita da actividade do Hamas no país. Entre outras "maravilhas", os terroristas assassinavam a tiro partidários da Irmandade, para culparem os militares. 

Sisi não perdoou ao Hamas a sua aliança com Irmandade Muçulmana e o seu envolvimento em ataques terroristas contra civis e soldados egípcios no ano passado.

Os egípcios
compreendem hoje que o Hamas e outros grupos islâmicos radicais representam uma séria ameaça para a segurança nacional. É por isso que as autoridades egípcias têm, ao longo do ano passado, tomado medidas duras de segurança não contra o Hamas, mas contra toda a população da Faixa de Gaza.

Estas medidas incluem a destruição de 
dezenas de  túneis de contrabando ao longo da fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egipto, e a designação do Hamas como organização terrorista.

É verdade que ainda existem muitos egípcios e árabes que simpatizam com o Hamas, principalmente porque o bando terrorista tem como alvo Israel. Mas na semana passada, diferentes vozes vieram do Egipto e de outros países árabes a apoiar publicamente apoiam a operação militar israelita contra o movimento islâmico na Faixa de Gaza.



A Mesquita Farouq (cheia de armas) foi destruída após um ataque aéreo no centro da Faixa de Gaza no sábado. Muitos egípcios apoiam a operação israelita. (Foto: Abed Rahim Khatib/Flash90)

O presidente egípcio espera que Israel termine o seu trabalho
 

Um número crescente de árabes e muçulmanos está farto de que os terroristas islâmicos imponham o seu reino de terror e intimidação no mundo árabe, especialmente no Iraque e na Síria. Eles vêem as atrocidades e massacres cometidos pelos islamistas, diariamente, no Iraque e na Síria, e começam a perguntar-se se estes servem os interesses dos árabes e muçulmanos.
 

O presidente egípcio Abdel Fattah Sisi
Sisi e outros líderes árabes agora estão agora "em cima do muro", e na esperança de que desta vez Israel conclua o trabalho e se livre do Hamas de uma vez por todas. Os funcionários da Autoridade Palestina em Ramallah, certamente que não vão derramar uma lágrima se o Hamas for esmagado e removido do poder na Faixa de Gaza.

- Lembramos que, desde que a Autoridade Palestina se aliou ao Hamas, os confrontos violentos entre os dois bandos terroristas alastraram, e que, em última análise, este ataque do Hamas contra Israel foi uma forma de demonstrar descontentamento por questões de DINHEIRO!

A reacção de alguns egípcios à operação militar israelita chocou o Hamas e outros palestinos. Como disse um porta-voz do Hamas: vergonhoso ver que alguns egípcios estão a apoiar publicamente a agressão israelita na Faixa de Gaza, enquanto os ocidentais estão a expressar solidariedade com os palestinos e condenam Israel."

- Deve ser porque os egípcios  experimentaram o reinado de TERROR da Irmandade Muçulmana e do Hamas (apoiados pelo terrorista islâmico Obama), ao passo que no Ocidente, jornais rádio e TV fazem coro no ódio aos judeus!

Dirigindo-se aos palestinos na Faixa de Gaza, o actor egípcio Amr Mustafa disse que estes não devem esperar qualquer ajuda dos egípcios. "Vocês têm que se livrar do Hamas, e nisso nós podemos ajudar-vos", disse ele. E também pediu ao Hamas para parar de se intrometer nos assuntos internos dos países árabes. "Retirem os vossos homens do Egipto, Síria e Líbia", exigiu Mustafa. "No Egipto, estamos hoje empenhados no combate à pobreza que foi causada pelas guerras. Já temos problemas suficientes. Não esperem que os egípcios vos dêem mais do que aquilo que já deram. Nós já aguentámos bastante mal que vocês fizeram ao nosso país".



Sucesso israelita em Gaza "será melhor do que o domínio do Hamas"

Em resposta à decisão do ministro da Defesa egípcio Sedki Sobhi de despachar 500 toneladas de alimentos e ajuda médica para os palestinos na Faixa de Gaza, o jornal egípcio El-Bashayer comentou:

"O padrão de vida de um cidadão de Gaza é muito maior do que o de um cidadão egípcio. Os pobres no Egipto são mais necessitados do que os pobres na Faixa de Gaza. Deixemos o Qatar gastar quanto quiser na Faixa de Gaza. Não devemos enviar nada, enquanto os egípcios estão a passar necessidades".


 - Lembramos que Israel continua a abastecer Gaza de alimentos, electricidade, água e diversos bens, e a tratar doentes de Gaza nos hospitais de Israel - como sempre fez.


Terroristas do Hamas com rockets apontados contra Israel (Foto: blog do IDF)

O famoso apresentador de TV e jornalista egípcio, Amr Adeeb, tem dito a muitos egípcios para "calarem a boca" depois das críticas ao "silêncio" de Sisi para com a guerra na Faixa de Gaza.
 
Adeeb lembrou que "o Hamas é responsável pela morte de soldados egípcios".
 
O ex-general egípcio Hamdi Bakhit foi citado como tendo expressado a sua esperança de que Israel volte a ocupar a Faixa de Gaza. "Isso seria melhor do que o governo do Hamas", disse ele.
 
O apresentador de TV egípcio Amany al-Khayat lançou um ataque mordaz  ao Hamas.
 

E apontou que o Hamas concordou com o pacto de reconciliação com a Fatah para obter salários para os seus funcionários na Faixa de Gaza.

- O dinheiro... sempre o dinheiro... relembramos o início destes ataques de Gaza e a sua motivação financeira:

Israel sob fogo

E a motivação  do Islamismo em geral:

A religião do CRIME

 

Jornalista egípcio agradece a Israel por atacar o Hamas

Al-Khayat disse que o Hamas procura retratar-se como vítima de um ataque israelita apenas a fim de obter autorização das autoridades egípcias para reabrir a fronteira de Rafah com a Faixa de Gaza. "Eles só querem que o Egipto abra a fronteira de Rafah", disse ele no seu programa.  


"O Hamas está preparado para fazer todos os moradores da Faixa de Gaza pagarem um preço alto, a fim de se livrar da sua crise. Não devemos esquecer que o Hamas é o braço armado do movimento terrorista Irmandade Muçulmana ".

- Lembramos que o Hamas é financiado pela União Europeia, Estados Unidos, Banco Mundial, diversas organizações (incluindo Igrejas cristãs), e que estoira as "ajudas ao povo de Gaza" em armas e munições para matar israelitas, e para financiar a sua vida de luxo, como hiperligámos em cima e mostramos continuamente neste blog.

A sua colega, Azza Sami, do jornal Al-Ahram, foi mais longe e agradeceu ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por autorizar o ataque ao Hamas. "Obrigado Netanyahu, e que Deus possa dar-nos mais pessoas como o senhor, para destruir o Hamas", escreveu ela.



Azza Sami, do jornal Al-Ahram
O que também é notável é a crítica egípcia ao Hamas pelo lançamento de mísseis contra a instalação nuclear em Dimona, no sul de Israel. Ahmed Qandeel, director do Programa de Estudos de Energia para os Estudos Estratégicos, denunciou o ataque contra Dimona como "idiota". Alertou que o ataque, se bem sucedido, teria um impacto negativo sobre toda a região e poria em perigo as vidas de muitos egípcios e árabes. "O Egipto deve tomar medidas de precaução", aconselhou. Em resposta, um egípcio escreveu: "Que Deus faça o Estado de Israel vitorioso na sua guerra contra o movimento terrorista Hamas, durante este mês sagrado do Ramadão".


O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, na conferência de imprensa de sexta-feira prometeu vencer a guerra contra o terrorismo do Hamas. (Foto: Haim Zach/Flash90)

O Hamas "tem contas em bancos suíços"

Ecoando o sentimento generalizado entre os egípcios, o jornalista Mustafa Shardi disse: "Nenhum país árabe tem feito pelos palestinos o que o Egipto fez. Porque é que o Hamas não vai ter com o (primeiro-ministro turco Recep Tayyip) Erdogan? Onde está Erdogan quando precisam dele? Porque está ele em silêncio? Se ele abrir a boca, eles (Israel e os EUA) vão acertar-lhe com um sapato.  


O povo egípcio pergunta: Onde estão os nossos concidadãos que foram sequestrados e levados para a Faixa de Gaza? O Hamas deveria pedir desculpas pelos mil túneis que foram usados ​​para contrabandear os recursos do Egipto. Eles têm aviões particulares e contas em bancos suíços".

Isolado e sob ataque, o Hamas agora percebe que perdeu a simpatia de muitos egípcios e árabes. Alguns líderes do Hamas falam agora de "traição" e "conluio" dos seus irmãos árabes, especialmente o Egipto.




O al-Mashtal é um hotel de 45000 mil dólares, no Mediterrâneo, com 222 quartos, piso de mármore, cinco restaurantes e até um piano bar. (Foto: hotelchatter.com)

Quando as autoridades egípcias relutantemente brevemente reabriram a fronteira de Rafah há poucos dias, o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhoum, apressou-se a declarar: "As autoridades egípcias abriram a fronteira de Rafah apenas para receber corpos. O Egipto está a impor um bloqueio à Faixa de Gaza e destruiu os túneis".

 - O indivíduo queixa-se de que o Egipto o impede de levar a cabo as suas actividades criminosas! Eloquente!

O ex-chefe de segurança da Autoridade Palestina, Mohamed Dahlan, previu que os egípcios não vão fazer nada para salvar o Hamas. "O Egipto não vai intervir para acabar com a guerra na Faixa de Gaza porque o Hamas continua a conspirar com a Irmandade Muçulmana contra o Egipto", disse ele. "O Hamas trabalha com a Irmandade Muçulmana contra o exército egípcio."

O Hamas está a pagar um alto preço por se intrometer nos assuntos internos do Egipto e de outros países árabes. Mas os palestinos que vivem sob o Hamas na Faixa de Gaza estão a pagar um preço mais pesado, em grande parte devido à sua incapacidade de se levantarem contra o movimento islâmico e exigirem o direito de viver uma vida melhor.

 


Autor: Khaled Abu Toameh, árabe israelita, jornalista, professor e documentarista, é um distinto parceiro sénior do Gatestone Institute. Este artigo foi reproduzido pela primeira vez no site do Gatestone Institute.



O IDF destrói mais um túnel de infiltração de terroristas de Gaza para Israel:

3 comentários:

  1. Fico muito feliz em saber que os muçulmanos estão abrindo os olhos para o perigo que o radicalismo islâmico representa, principalmente para eles mesmos.

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  2. Hitler foi tão ruim que não matou todos judeus!

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    1. Ora aqui temos um comentário que define o seu autor!

      Deus o abençoe, caro amigo. Que bem precisa...

      I.B.

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