sábado, 4 de janeiro de 2014

Nada?...


"Egipto investiga fantoche por incitamento ao terrorismo. Leu bem: fantoche!"
Público
Comentário de um leitor perante mais este artigo branqueador da organização terrorista Irmandade Muçulmana:
"O conteúdo da notícia não me parece espantoso por ai além. O que se me afigura reprovável será antes o titulo da notícia. Peca por falta de isenção, de sobriedade. Não informa, toma partido, e convida o leitor a tomá-lo também, à partida. Não me parece digno de um órgão de informação que pretenda ser sério."
O órgão será sério, mas alguns jornalistas aderiram abertamente ao Islão, caro amigo...
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Notícias como esta chegam do Egipto com regularidade deprimente, perante a indiferença da comunidade internacional, dos media  e das organizações de "direitos humanos."
"Homem copta morto pela Irmandade Muçulmana em ataque a Igreja na véspera de Ano Novo"
Amany Moussa para Copts United, 3 de Janeiro    
O Dr. Hisham Abdul Hamid, porta-voz da Autoridade de Medicina Forense, disse que Ihab Ghattas Tawadros, jovem copta, foi morto no ataque contra a Igreja de São Jorge em Ain Shams pela Irmandade Muçulmana. Ihab foi morto por uma bala na cabeça num ataque terrorista na véspera do Ano Novo.
 RescueChristians.org 

A chacina de cristãos às mãos dos muçulmanos está ser o maior Holocausto da História da Humanidade. O que diz certa Imprensa e certos jornaleiros disso?

Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm...  

Nada?...


Temos reportado alguma da barbárie da Irmandade Muçulmana na etiqueta Egipto. Mas nós não somos profissionais e não temos disponibilidade para relatar nem a centésima parte...

OUTRAS COISAS QUE CERTA IMPRENSA NÃO CONTA:

Iraque: muçulmanos dizimam comunidade Mandeísta com "cadeia infernal de ameaças de terrorismo, assaltos, estupros e conversões forçadas".
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"Há muito pouco conhecimento sobre o drama dos Mandeístas. Nós poderemos ser dizimados dentro de uma ou duas gerações sem que o mundo saiba sequer que existimos" - Sattar Hillo, líder dos Mandeístas.

"Discípulos de São João Baptista sob ataque"
por Karlos Zurutuza para a Al Jazeera , 18 de Dezembro de 2013:

    
Bagdad, Iraque - Como todos os domingos, os Mandeístas reúnem-se na margem ocidental do rio Tigre, vestidos com roupas brancas simples. Todos usam tamancos de madeira e alguns têm longas barbas brancas. Se não fosse o arame farpado em volta, esta poderia ser uma cena de há 2.000 anos. Na verdade, muitos dizem que é um milagre que a comunidade Mandeísta em Bagdad ainda exista em 2013.

    
Os portugueses, que chegaram ao sul do Iraque já no século XVII, apelidaram-os de "os cristãos de São João". Seguem os ensinamentos de João Baptista e afirmam ser independentes do Judaísmo, do Cristianismo e do Islamismo. (...)

    
"Os cristãos transformaram o
baptismo num sacramento, mas para nós é o centro de cada celebração, desde casamentos a funerais" - diz Sattar Hillo, chefe da comunidade Mandeísta à Al Jazeera, antes de ablução. "A água do rio é a nossa ferramenta para purificar o nosso corpo e a nossa alma."

    
Antes de começar o ritual no Tigre, Hillo fechou os olhos para recitar uma passagem do Ginza, livro sagrado dos mandeístas. Ele diz que o seu distintivo idioma Aramaico ainda é falado no Irão - mas sobrevive no Iraque só na liturgia.

   
Ainda que a cena pareça idílica, Hillo descreve o status actual como sendo o "momento mais crítico na história Mandeísta."

    
E tem razão. De acordo com um relatório da Human Rights Watch lançado em Fevereiro de 2011, 90% dos Mandeístas tiveram que debandar ou foram mortos, desde a invasão do Iraque pela força liderada pelos EUA em 2003. Hillo afirmou que pelo menos de 10.000 que tiveram que fugir.

    
"Não se trata apenas de perseguição religiosa", diz Khais Abuleif, um companheiro na cerimónia no rio. "Tradicionalmente, somos ourives, e em poucos anos a profissão tornou-se um pesadelo para nós devido aos níveis crescentes de criminalidade", disse ele, denunciando o que chamou uma "cadeia infernal de ameaças de terrorismo,  assaltos, estupros e conversões forçadas".

    
A crise política no Iraque e a guerra na vizinha Síria têm inflamado a violência no país para níveis não vistos desde 2008. De acordo com o banco de dados do Iraq Body Count, mais de 8.000 foram mortos apenas este ano.

  
(...)


República Centro-Africana: jihadistas islâmicos decapitam pelo menos duas crianças

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Enquanto a violência alstra na República Centro-Africana, a Imprensa Ocidental alinha no politicamente correcto e passa a ideia de que muçulmanos e cristãos são igualmente responsáveis, ignorando deliberadamente que mais de mil cristãos foram assassinados e outros milhares fugiram aos atacantes islamistas.

 "A Unicef fala de crianças 'decapitadas' em Bangui, na RCA"
 BBC, 31 de  Dezembro, 2013
Pelo menos duas crianças foram decapitadas na capital da República Centro-Africana enquanto a violência se intensifica para níveis mais abjectos.

Cerca de 16 crianças foram mortas em Bangui desde 5 de Dezembro e um número crescente delas estão a ser mortas ou recrutadas para grupos armados.
 (...)


Clérigo sírio dá permissão para estuprar mulheres cativas
(Imaginam o D. Januário Torgal Ferreira a dizer uma destas? Impossível, como é óbvio! É esse o abismo civilizacional entre nós e eles!)
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Note-se que esta atitude é apoiada pelas Escrituras Sagradas do Islão
"Mufti dá permissão ao Exército Sírio para violar as mulheres"
de Dalit Halevi e Ari Yashar para Israel National News, 2 de Janeiro  
    Grupos de direitos humanos relatam que milhares de mulheres foram violadas por soldados do exército da Síria na guerra em curso, que já causou 130 mil mortos. As violações estão a aumentar desde que o chefe mufti (académico islâmico) da Síria deu permissão religiosa às violações.

    Na quinta-feira, o xeque Abd al-Rahman Ali al-Dala, assistente do chefe mufti da Síria, que é leal ao presidente Bashar Assad, concedeu uma entrevista à Sham FM, uma estação de rádio que apoia Assad.


    Na entrevista, Al-Said Dala afirmou que os soldados têm permissão para "casar" com as mulheres solteiras e casadas, mães e irmãs dos combatentes rebeldes, sem qualquer acordo oficial de casamento. Esclareceu que o estupro é concebido como um castigo por estas não denunciarem os rebeldes às forças do Governo.

    Ao fazer a sua declaração, o xeque legitimou com a sua autoridade religiosa o estupro de mulheres e meninas por soldados, como parte da luta contra os rebeldes.
(...)
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É evidente que a burqa e o niqab são as ameaças  à segurança pública, porque qualquer pessoa pode usar um e esconder a sua identidade ao cometer um crime. Delitos maiores  e menores têm sido cometidos por gente que os usa. Mas proibi-los seria "islamofobia".
"Adolescentes em traje muçulmano tentam e roubar loja de armas"

William Bender, Philadelphia Daily News

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"Habitantes de Praga querem expulsar a embaixada da 'Palestina'"Associated Press
Como qualquer embaixador que se preze, o embaixador da 'Palestina' tinha em casa o material de trabalho habitual para qualquer embaixador: papel, clipes, agrafador, carimbos, metralhadoras, granadas, dinamite, bazookas, pistolas, canhões de recuo, minas, o trivialzinho... Vai daí houve uma explosão. Ele há coisas!.... E agora, cheios de islamofobia, os habitantes de Praga acordaram para a vida e decidiram que não querem lá terrorismo! Racistas!



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"Quando encontrares os infiéis, corta-lhes os pescoços, e então, quando fizeres grande matança entre eles, toma-os como cativos; Em seguida, põe-nos em liberdade, pela graça ou pelo resgate, até que a guerra dê os seus frutos" - Alcorão 47:4
"Nigéria: Padre Georges nega ter sido libertado por 'compaixão''"
Racers Republic, 2 de Janeiro, via TRACTerrorism.org
"Aquela gente não tem compaixão por ninguém" - disse o sacerdote.

ETC. ETC., ETC., ETC., ETC....

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