quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

1001 Noites de Terror

É a gente ver como alguns ocidentais bebem fervorosamente o que vem do mundo islâmico e do mundo comunista. Por cá, gozam de todas as liberdades, e mesmo assim, passam a vida a protestar. Quando na TV passa alguma coisa sobre a Coreia do Norte ou sobre o Irão, babam-se de puro deleite, com as magníficas concessões que esses idílicos regimes fazem! 

- Ohhhhhhhh!!! Tão queridos, os norte-coreanos, que até autorizaram uma equipa da RTP a entrar no país! E não a mataram nem nada!!! Ai quem me dera lá viver!!!!... Portava-me muito bem e quase de certeza que não lhes dava razões para me atirarem aos cães!

- Ohhhhhhh!!!... Que modernas que são as raparigas iranianas!!! Até usam calças de ganga por debaixo da burqa!!! Deram-nos uma autorização especial, a mim e ao meu marido, para visitarmos o país (sempre com escolta, claro!) e não nos mataram nem me violaram nem nada!!!

Não sou psiquiatra nem nada, mas isto deve ser Síndrome de Estocolmo ampliada, não?


 

«Eu sou tão tolerante, que quando os muçulmanos violam e matam pessoas em chamo intolerantes às pessoas que se queixam!" - o retrato dos pró jihadistas ocidentais.

Cérebro do 11 de Setembro aponta o caminho da felicidade aos juízes de Guantánamo

Khalid Sheikh Mohammed argumenta que os atentados terroristas foram uma resposta à "cruzada" dos EUA e não o resultado de "uma luta contra a democracia e a liberdade".

Este é um artigo do Público de hoje. E não é novidade para quem esteja minimamente familiarizado com o pensamento islâmico. Após os terríveis ataques terroristas de 11 de Setembro, o primeiro pensamento de muitos ocidentais foi que se «eles» cometeram tal acto, alguma razão deveriam ter.

O complexo de culpa pós-colonial dos povos do Mundo Livre, somado a décadas de doutrinação no marxismo cultural, não põe sequer a possibilidade de que possa existir maldade, fanatismo ou ignorância fora do Ocidente.

Na mundovisão moldada pelos teóricos, pelos políticos e pelos media de tendências marxistas, o Ocidente capitalista é a causa de todos os males, o Grande Satã. E o resto do mundo é um Shangri-La de pureza imaculada.


 

Na adolescência, vá que não vá; mas há adultos que continuam a acreditar nas fadas e unicórnios comunistas e islâmicos...

Quando do Shangri-La de pureza imaculada sai algum horror (guerra religiosa, supremacismo, ódio, terrorismo, abusos sexuais, escravatura, fanatismo religioso, execuções de homossexuais e de mulheres alegadamente adúlteras, violações punitivas e/ou para fins de conversão forçada, raptos, abuso sexual de menores institucionalmente aprovado, mutilação genital feminina, etc., etc., etc.), a culpa é invariavelmente atribuída às sementes do mal lá deixadas... pelos ocidentais!

Visões acanhadas, as desta gente, que não quer saber, por exemplo, que o colonialismo e a escravatura foram praticados, ao longo da História, por povos dos quatro cantos do globo. Só lhes interessa focar a sua lente hiper crítica na Europa e nos países que dela emergiram, com destaque para os Estados Unidos da América. E no Cristianismo, bem entendido, até porque sabem que gozam de liberdade para o fazer e que ninguém os decapitará por isso.

O pecado capital do Grande Satã Europeu e seus filhos, é a prosperidade, o trabalho, a organização social, o progresso tecnológico, o livre curso das Ideias. Para o marxista cultural ocidental, o novo Shangri-La é o mundo islâmico, onde, na sua imaginação infantil, ninguém trabalha, e a vida consiste em fumar o kif, rebolando languidamente por cima das concubinas no harém. Com ocasionais voltas pelo deserto, no dorso de cavalos brancos de pura raça árabe.



Quanto a Osama bin Laden e seus apaniguados - que estão longe de ser uma minoria dentro do Islão, como se pode ver nas massivas adesões a grupos supremacistas islâmicos como a Irmandade Muçulmana - são vistos por muito boa gente com a mesma aprovação de que gozam no Mundo Livre personagens como os igualmente mega-terroristas «Che» Guevara ou Yasser Arafat.

Certos jovens, e outros que nunca cresceram, sofrem do proverbial complexo de culpa burguês, e tentam compensar o tédio de uma vida segura, calma e em que não lhes falta (como dizia o outro), a paz, o pão, habitação, saúde, educação, aderindo a causas absurdas, que vão da cruzada anti-piropo à cruzada anti Israel, anti Ocidente e pró Islão.


 

"Eu sou um servo de Allah. Nós devemos de lutar pela
causa da religião de Allah. E é também nosso nosso dever apelar a
todos os povos do mundo para desfrutarem desta grande luz e para
abraçarem o Islão e experimentarem a felicidade no Islão. 
A nossa principal tarefa é o aprofundamento desta religião."

Osama bin Laden (1957 - 2011)


- Uns ocidentais borram-se todos com medo disto (compreensivelmente). Outros gostam genuinamente disto - e acabam geralmente numa vala infecta, na Síria, com o corpo crivado de balas.

- Os atentados de 11 de Setembro de 2001 marcaram o início de uma nova jihad (guerra santa islâmica) global. Os números dessa guerra santa são eloquentes:

Os números da jihad do ano de 2013 são os seguintes:

 Ataques jihadistas:
2801
 Países:
51
 Religiões atacadas:
5
 Mortos:
16710
 Feridos Graves:
29432


Para ver a lista detalhada dos atentados dos anos anteriores ver o site The Religion of Peace:










 - Até hoje, e desde o 11 de Setembro, registaram-se 22251 ataques terroristas islâmicos, com número incontável de mortos e feridos graves. Não são números, são pessoas COMO NÓS, que nenhum mal fizeram. Limitaram-se a não serem muçulmanas, a serem da seita «errada», ou a serem muçulmanos seculares.

- A actualização das notícias da jihad acontece a cada hora, com mais tiros, bombas, mortos, feridos, invasões, massacres, etc., etc..

Estes são alguns sites que fazem eco dessas tristes notícias, e tanto mais preocupantes são porque a jihad entrou na Mundo Livre, com o seu cortejo de horrores (gangs de violadores, terrorismo, mutilação genital feminina, escravatura, assassínios «de honra», «casamentos» de meninas com adultos, doutrinação da juventude ocidental para a guerra santa, ataques a outra religiões, pagamento do "imposto de infiel", etc., etc..).



Nos media de grande circulação, não se encontram, por enquanto, verdades tão flagrantes como estas, porque persiste o medo de se divulgar estes factos. Por duas razões principais:

a) Porque socialmente se convencionou que os jihadistas não podem ser censurados, sob pena de se ser acusado de «racismo».

b) Porque as pessoas temem pelas suas vidas, ao verem como os jihadistas tratam os não muçulmanos e  quem não se submete.
 

Quem esteja desinformado, deve urgentemente ver este documentário, que nada mais contém a não ser FACTOS:

O documentário "Islão: O que o Ocidente Precisa de Saber", ainda não está dobrado para Português, mas já há em Espanhol e legendado:


- E há quem não queira tirar a cabeça da areia:

 

Percebe agora qual é o problema de Israel? É unicamente este: o supremacismo islâmico.

2 comentários:

  1. Conheço muita boa gente (adultos e não adolescentes) que imaginam essas zonas do mundo assim... palácios tipo mil e uma noites, fumar cachimbo, vida relaxada sem stress, belas mulheres na dança do ventre, etc...

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