segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Paga, infiel!

Só uma dúvida: quando escreve que 80% dos muçulmanos que vivem na Europa não trabalham em que fontes se baseia? Esses números parecem-me exagerados ou talvez seja eu que não estou bem informado.
Cumprimentos

Renato C.

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Olá Renato,

Dentre a profusão de informação que há na Internet sobre a islamização da Europa e do Mundo, não é difícil encontrar quem lhe confirme esses números, apesar do branqueamento e desinformação deliberada que existe em relação aos muçulmanos. Os muçulmanos têm a ideia de que nós, os infiéis, devemos sustentá-los, pagar-lhes a jizya.

Este muçulmano moderado, por exemplo, confirma-lhe os 80% de muçulmanos que vivem na Europa à custa do nosso trabalho:


Este escritor líbio a viver na Holanda (ver este post, sff) explica que a mentalidade muçulmana interpreta a segurança social como a jizya, o imposto que é devido aos infiéis, e que estes devem pagar aos muçulmanos "com humilhação e opressão". Chegam ao banco para receber o cheque e julgam que têm de ameaçar o caixa de morte:




É fácil encontrar também testemunhos de clérigos e líderes politicos muçulmanos que afirmam que trabalhar é para os infiéis, e que a vida de trabalho que estes levam, não é vida para uma pessoa...

No Reino Unido, por exemplo, esse discurso tem levado a uma situação em que 53% dos muçulmanos não trabalham  vivem à custa dos infiéis - ver aqui, com inúmeras fontes. Não só não trabalham, como grande percentagem desta população é violenta, defende a islamização do ocidente, a Sharia e o terrorismo global. É este o tipo de hóspedes que aceitamos em nossa casa?

Neste post mostrámos um exemplo da explosão demográfica que a breve trecho fará dos europeus uma minoria na Europa, e da Europa um califado, caso não se faça nada.

1 comentário:

  1. Obrigado pelo esclarecimento...contudo continuo com algumas dúvidas acerca desse número, embora esteja certo que a percentagem deve ser acima dos 50%. Se os números estão correctos é mais uma prova da decadência europeia e da submissão ao Islão. Não me admira assim que a União Europeia seja profundamente hipócrita e hostil em relação a Israel..é verdadeiramente desalentador este estado de coisas.
    Renato C.

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