quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Diplomatas franceses anti-Israel

“Quem são os Palestinianos? Os Palestinianos não vêm da Palestina… Irmãos, metade dos Palestinianos são Egípcios, e a outra metade são Sauditas" —  Fathi Hammad, Ministro do Hamas, 23 de Março, 2013 

 marionchastaing

As tensões entre Israel ea União Europeia, em particular com a França, têm estado em alta nas últimas semanas.

Após o primeiro funcionário do Consulado de Jerusalém ter sido expulso ipso facto de Israel por contrabando com os Árabes, nomeadamente de 150 kg de ouro e dois milhões de dólares em tráfico de cigarros, os meios de comunicação fizeram eco de um novo caso envolvendo franceses em Israel.

A "diplomata" - que na realidade não é uma diplomata, só tem um passaporte diplomático temporário - foi "atirada" de um camião para o chão por soldados israelitas. Mal se levantou, aplicou um soco na cara de um soldado.
Marion Castaing, a "diplomata" em questão, é uma católica fundamentalista da diocese  de Paris, fundadora de uma organização anti-aborto. Manifestava-se contra a demolição legal de um conjunto de barracas construído por decisão de beduínos. Ficou provado em Tribunal que a terra que os beduínos queriam colonizar nunca antes tinha sido habitada. Apesar da decisão do poder judicial independente de um país democrático, a diplomata francesa resolveu fazer a sua própria "justiça".

O incidente foi de imediato aproveitado pela propaganda anti-israelita. A Imprensa francesa tem dado constantemente notícias sobre esta residente do 17 º distrito de Paris. Agora, os vídeos filmados pelos seus amigos mostram que ela não foi atirada ao chão. Tudo foi uma das habituais encenações para os fotógrafos chamados ao local tirarem fotos "chocantes"! Tudo foi planeado.

"Israel rejeita o anúncio unilateral que foi publicado por Ashton e por Georgieva sobre os acontecimentos no Vale do Jordão. Este anúncio não levou em conta a flagrante violação da lei por diplomatas europeus, o seu desafio a uma decisão do tribunal israelita, e a desnecessária provocação sob alegado pretexto de ajuda humanitária", disse o Ministério Israelita dos Negócios Estrangeiros à JSSNews.



"Os diplomatas são enviados pelos seus governos para serem uma ponte, e não para agirem como provocadores. Os diplomatas europeus e os seus governos devem uma explicação por esta flagrante violação dos códigos de conduta diplomática. Israel disse que não vai aceitar a culpa. A resposta de Israel será proporcional à gravidade dessas violações."

O novo embaixador de França em Israel, Patrick Maisonnave (também um fã de boxe - mas boxe real) deverá ser convocado pelo Ministério Israelita dos Negócios Estrangeiros para se explicar sobre o ocorrido. Segundo o governo israelita, a chancelaria francesa em Jerusalém é
palco de várias formas de extremismo (reuniões com Salah Hamouri, fecho de negócios no dia do aniversário da Fatah, saudação nazi como forma de cumprimento, contrabando, activismo anti-Israel, encerramento parcial das urnas de voto aos franco-israelitas que vivem nos colonatos, negação do caráter judaico de Israel,e activismo a favor da divisão da capital de Israel ...)


- Um dos muitos vídeos de palestinianistas a provocarem soldados israelitas. Onde os palestinos provocam há cortes no vídeo; onde os soldados respondem, mostra-se, para efeitos de propaganda. É a indústria chamada Pallywood. Antissemitas primários  e ignorantes descerem tão baixo, é uma coisa. Diplomatas fazerem-no, é mais grave.


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