segunda-feira, 17 de junho de 2013

Moderação à Moda do Irão

O Presidente eleito diz que o Irão vai continuar com programa de enriquecimento de urânio, o que não é novidade, pois a política iraniana é continuar a protelar a suspensão do programa até este estar concluído e ser tarde demais para o Mundo Livre o impedir. O alvo prioritário para a bomba iraniana é Israel. A Imprensa Ocidental festejou efusivamente a eleição deste «moderado»..

Os iranianos têm respondido positivamente a campanhas como esta, "Israel ama o Irão", lançada por um israelita. Iranianos e israelitas não vêem razão alguma para se matarem mutuamente.

  

Aquando dos atentados em Nova Iorque, que iniciaram a nova onda de jihad global, muitos iranianos vieram para a rua em solidariedade com as vítimas, enquanto nos países árabes se festejava nas ruas:


Uma visão da ameaça iraniana para o Mundo Livre (muito festejada pela Extrema-Esquerda, que se alegra com o facto de os maus (sic) também terem a Bomba:

"Ora bem, como eu previa, o moderado já está a transformar-se, nos media ocidentais, no novo papão. Os maus querem ter a bomba! Coisa que só os bons é que podem ter, claro. O que são os bons e os maus? Aquilo que nos querem meter pelos olhos dentro (e em muitos casos conseguem)..."

- frase de um politólogo anónimo na caixa de comentários do Público.



Desgraçadamente, no Irão não vai mudar nada. A sanha supremacista e belicista continuará, e os Direitos Humanos continuarão a ser palavra vã. Espanta-nos que, enquanto na Europa descem multidões às ruas para clamar pela igualdade de direitos entre pessoas gay e hetero, as mesmas se calem quando por exemplo se trata da chacina de homossexuais no Irão.

Esta foi a última entrevista a dois rapazess enforcados no Irão por "crime" de homossexualidade. O bárbaro espectáculo destas execuções públicas (que não poupam nem adolescentes) é corrente:


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