sábado, 8 de junho de 2013

1933 All Over Again?

O jornal Público, que não fala muito no FACTO de o terrorismo islamista matar mais gente num ano que a Inquisição em 350, e estar em guerra santa com o resto do mundo, traz esta notícia:

Relator da ONU acusa Israel de persistir na violação dos direitos humanos

 Vamos analisar:
O relator especial das Nações Unidas (ONU) para a Palestina, Richard Falk, afirmou que nem Israel nem os seus aliados podem justificar no terreno os factos e as violações dos direitos humanos, revela um documento divulgado na sexta-feira.

Por essa razão, afirmou, num comunicado publicado no site da ONU, Israel e os seus aliados “distraem, distorcem e difamam para que as violações continuem” e “transformam numa paródia as negociações de paz”.

- Quais factos? Quais violações? Quais distracções, distorções e difamações? Acusações sem fundamento não procedem. É o pequeno Estado de Israel que tem a ONU, poderosos lóbis políticos e organizações antissemitas contra si. Ou Israel não pode, pelo menos, defender-se? A persegução continua, tão viva como em 1933:



“É uma vergonha que existam organizações lobistas com o único objectivo de desviar a atenção do mundo do inaceitável registo de Israel em direitos humanos”, afirmou Richard Falk, acrescentando que “campanhas de difamação irresponsáveis e desonestas para desacreditar aqueles que documentam estas realidades não alteram os factos no terreno, 46 anos depois de Israel ter lançado a guerra que começou com a ocupação da Palestina”.
 - Idem: Quais factos? Quais violações? Quis distracções, distorções e difamações? Acusações sem fundamento não procedem. É o pequeno Estado de Israel que tem a ONU, poderosos lóbis políticos e organizações antissemtas contra si. Ou Israel não pode, pelo menos, defender-se?

Israel «lançou a Guerra»? Israel, para quem não sabe, foi atacado pelo mundo Árabe em peso no dia da sua refundação como Estado independente e soberano. E nem tinha Forças Armadas!

Richard Falk escusava de ter descido tão baixo. Mas por estranho que possa parecer, este norte-americano que odeia os Estados Unidos e que lá vive e trabalha, que apoia a jihad islâmica e odeia Israel e o Mundo Livre, já tinha feito brilharetes tais como o apoio entusiástico aos ataques bombistas da Maratona de Boston:

«O projecto de dominação global americana é obrigado a gerar todos os tipos de resistência do mundo pós-colonial. Em alguns aspectos, os Estados Unidos têm a sorte de não ter consequências piores, e estas ainda podem acontecer, especialmente se não houver disposição para repensar as relações dos EUA com os outros em todo o mundo, começando com o Médio Oriente . . . . O poderio militar dos Estados Unidos e a confiança permanente de seus líderes na diplomacia poder duro torna os Estados Unidos uma ameaça para o mundo e para si mesmo. . . . Devemos perguntar-nos neste momento, 'quantos canários terão de morrer antes de acordar de nossa fantasia geopolítica de dominação global?'

 - Tem sido portanto uma «sorte» não haver mais inocentes a sofrerem atentados como os da Maratona de Boston, cujos autores os manos Tsarnaev estão apenas a exercer um direito de reacção à política externa norte-americana!!! O coro de autoridades intelectuais a manifestarem o seu apoio aos atentados de Boston foi, aliás, vasto...

- Continuando:
Para o relator especial, os factos no terreno são fáceis de ver: “Israel contínua a anexar território palestiniano; Israel persiste em demolir casas palestinianas e a povoar o território com cidadãos israelitas; Israel detém rotineiramente palestinianos sem acusação”.
 - FALSO! Israel desde logo não anexa território «palestiniano» porque nunca houve «Palestina» antes de o terrorista egípcio  Arafat a ter inventado em 1964. Para começar, o mapa de Israel ao longo da História:


- E agora, o famoso mapa verde e branco, uma PURA ALDRABICE (também veiculada pelo jornal Público, sem surpresas), que pretende ser um mapa da suposta «perda de território «palestiniano» entre 1946 e 2010:


 - Do blog do Philippe Assouline, algumas perguntas acerca da «Palestina»:


1. Quando é que o país foi fundado e por quem?
 

2. Quais foram as suas fronteiras?
 

3. Qual foi a sua capital?
 

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?
 

5. Quais foram as bases de sua economia?
 

6. Qual foi a sua forma de governo?
 

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
 

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?
 

9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?
- Continuemos:
Richard Falk considera que “Israel mantém uma política de punir coletivamente 1,75 milhões de palestinianos através da imposição de um bloqueio à faixa de Gaza” e que “prossegue a sua ocupação com impunidade, recusando aceitar o apelo mundial de respeito pelas leis internacionais”.
- Acusações vãs e sem provas. O Povo Judeu, povo nativo e sempre presente na Terra de Israel desde os alvores da Humanidade, aceitou exultante a solução de dois Estados proposta pelas Nações Unidas. Os Árabes responderam colectivamente com uma guerra que mantêm até hoje e que visa a erradicação de Israel do mapa, a extinção dos Judeus e a instalação de um Estado Islâmico na Terra de Israel.

Gaza é um território israelita cedido aos Árabes, que serve para lançamento de mísseis sobre a população civil (mais de 14 mil desde a entrega à soberania «palestiniana», em 2008)!

Israel é hoje uma porção minúscula do que foi, e mais não deseja:


O conflito NÃO é sobre terra para os «palestinianos»! O conflito é sobre supremacismo islâmico e a sua incapacidade de aceitar um Estado não islâmico entre o território que submeteram desde o século VII e que constitui hoje uma imensa mancha, de que podeis ver em cima parte a amarelo, com o minúsculo Israel a encarnado.

Israel cedeu  mais de 2/3 do seu território para a Instalação do famosos Estado Palestiniano. Os países Árabes anexaram de imediato esse território!



A quem queira saber mais sobre esta História, de forma simples, rápida e ilustrada, aconselhamos este post.

Um bocadinho de História Contemporânea, que os inimigos de Israel recusam sempre ver, esquizofrenicamente por dois motivos, a saber:

a) Vídeos de 11 minutos só podem ser uma manipulação da verdade.

b) Tenho agora lá 11 minutos para estar aqui a ver mentiras!!!

Enfim, vai uma versão curtinha?...

E uma maiorzinha???


Israel bem gostaria de dar metade do minúsculo território da SUA terra que lhe calhou. Infelizmente, Israel, que já cedeu tanto território, não pode ceder mais, pois isso significaria assinar a sua sentença de morte, seu Holocausto definitivo:


Em Israel os árabes gozam de plenos direitos. Nos seus países gozam de poucos ou nenhuns. Mesmo assim, as acusações contra Israel persistem. Talvez quando Israel começar a chamar os bombistas suicidas para o seu território ou os israelitas começarem a correr contra os mísseis em vez de fugirem para os abrigos, as coisas acalmem...



Mais um bocadinho de Pallywood, a fábrica de mentiras anti-Israel. Só por si, este documentário deveria fazer o mundo PENSAR:

 
Segundo os dados recolhidos pelo relator, existiam no final de 2012 cerca de 650 mil colonos israelitas na Palestina, recordando que, “na semana passada, Israel deu mais um passo para fazer mais 3000 construções, autorizadas pelo primeiro-ministro Netanyahu em Novembro, mesmo quando os lideres do país falavam de negociações de paz”.
- Israel é a única democracia do Médio-Oriente, e um Estado que cumpre o Direito Internacional. Israel pode construir o que bem entenda no seu território.

No primeiro trimestre de 2013, segundo o relator da ONU, Israel demoliu 204 casas palestinianas e a “violência dos colonos israelitas contra os palestinianos é uma ocorrência diária, tendo sido documentados 146 incidentes em Abril”
 - A pequenina nação de Israel, a par com honestíssima e decentíssima população árabe-muçulmana-israelita, está infiltrada por habitantes árabes-muçulmanos que vivem à custa do Estado Social, e cuja actividade é importar noivas árabes estrangeiras e fazer ranchos de filhos. Eles mesmos assumem que estão numa «guerra demográfica». Tal como aqui na Europa. Israel constrói-lhes bairros inteiros, sustenta-os, mas não lhes chega. Vão edificar aldeias abarracadas para propriedade privada, numa constante provocação e tentativa de instalar o caos. Se são expulsos, clamam que é violência, mas eu em Portugal também não posso ir edificar em terreno alheio, muito menos um judeu em Israel vai edificar em propriedade privada de árabes, a não ser que queira morrer!

A vida em Israel é uma longa luta contra a má-fé dessa gente cuja única razão para viver é o ódio religioso. Os ocidentais politicamente correctos vêem as imagens manipuladas na TV, ou lêem nos jornais afectos aos terroristas ("Avante!" e outros) e clamam que é "racismo"! Um exemplo aqui da Europa, um muçulmano na Bélgica que explica que o objectivo do Islão é a guerra demográfica, a submissão mundial à sharia, a erradicação da Democracia, e ainda termina desejando "boa sorte" aos europeus, monogâmicos e responsáveis,  para competirem com eles, polígamos e vivendo à custa dos nossos impostos:


Segundo este perito independente, designado pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU, Israel confiscou terras e água palestiniana, tendo-se apropriado de 60.000 metros quadrados de terra perto de Nablus, esta semana.

- Aguardamos provas, mas essa do «independente» é para rir quando se fala do pró-terrorista Richard Falk.
Richard Falk lembrou que desde que a ocupação começou, há 46 anos, Israel deteve aproximadamente 750.000 palestinianos, cerca de 205 da totalidade da população. No final de Maio, Israel tinha presos 4979 palestinianos, incluindo 236 crianças.
 - Israel apenas detém suspeitos de terrorismo, que são julgados como qualquer cidadão, Talvez Richard Falk ache injusto prender jóias como esta menina que se sorri toda quando sabe que matou mais crianças do que pensava:


- Esta terrorista foi, aliás, libertada, juntamente com centenas de outros terroristas sádicos. Alegre-se o Richard Falk, que pode ser que ela mate mais umas quantas crianças!
Na sua visita em Dezembro ao território, o relator pôde constatar que o “bloqueio ilegal” está a “sufocar os palestinianos em Gaza, que incrivelmente tem 70% da sua população dependente de ajuda internacional para sobreviver e 90% da água imprópria para consumo”.
“Estas violações privam os palestinos de esperança e fazem das negociações de paz uma paródia”, disse o especialista independente. Richard Falk deverá apresentar o seu relatório na 33.ª sessão do Conselho das Nações Unidas, no próximo dia 10.

- Quando Israel se retirou do SEU território de Gaza, em mais um esforço para alcançar a Paz, deixou instalações que permitiriam aos «palestinianos» fazerem daquela terra a Malásia do Médio-Oriente. Em menos de 24 horas estava tudo no chão. Hospitais, escolas, estufas de flores, fábricas, tudo destruído. Os «palestinianos» de Gaza escolheram o movimento terrorista Hamas para os governar, e desde então esse território é uma fábrica de terroristas, devidamente doutrinados desde a mais tenra infância, uma terra onde os Direitos Humanos mais básicos são negados, e uma plataforma para lançamento de mísseis sobre áreas civis israelitas, visando basicamente "matar judeus", o objectivo máximo da cultura local, que não tem outra razão para viver.

- Este vídeo dá uma pequena ideia do modus-operandi dos terroristas do Hamas, que disparam a partir de escolas e mesquitas, usando o seu povo, as suas crianças, como escudos humanos:


- No vídeo seguinte, Mosab Hassan Yousuf, filho do líder do Hamas da Cisjordânia xeque Hassan Yousuf fala na TV sobre a estratégia dos terroristas. Tornou-se apoiante de Israel, porque reconheceu que Israel é uma nação justa, e sabe através da História que a Terra de Israel  pertence, os israelitas.

Ele expõe todas as mentiras contra Israel e critica o Islão, pelo ódio que ensina e que ele experimentou quando era ainda menino. Ele admite que os árabes não querem a paz, só ódio, guerra e luta, enquanto os israelitas se esforçam para a paz. Obrigado, Mus'ab Hassan Yousuf! Você é um árabe justo e respeitado por difundir a verdade, não as mentiras de Pallywood!




- Para finalizar, um raro vislumbre da Faixa de Gaza em apuros e da vida sob o governo do Hamas. Em 2007, a equipa de reportagem tentou, e não conseguiu entrar em Gaza. Naquela época, as facções palestinianas rivais do Hamas e do Fatah estavam envolvidas numa guerra sangrenta pelo controle desta pequena faixa de terra. O Hamas venceu.

A Faixa de Gaza é abastecida de água, electricidade e comida por Israel. Em troca, retribui com mísseis, ataques de atiradores furtivos, bombistas suicidas, ódio eterno e propaganda que infecta o mundo inteiro. Israel procura controlar a entrada de armas e munições em Gaza. Eles resolveram a coisas com os famosos túneis, que certa Esquerda chorosa diz que são para receber alimentos!!!




- Leia aqui sobre os túneis de Gaza, sff.

- Recordamos:

A Imprensa Mundial (a tal que dizem que é controlada por Israel) afadiga-se a fazer crer que Gaza é um campo de concentração onde os pobres palestinianos dependem dos túneis subterrâneos para receberem do Egipto... comida. 
A realidade é outra: a Autoridade Palestiniana recebe milhões por parte dos Estados Unidos e da União Europeia.
«Nas últimas quase duas décadas, desde a assinatura dos Acordos de Oslo, 25 vezes mais ajuda per capita foi doado ao povo palestino que todo o apoio dado pelos EUA à Europa com o Plano Marshall para a recuperação e reconstrução económica do Europa após a Segunda Guerra Mundial. Ao invés de ser usado para criar uma economia forte e uma Administração Palestina democrática, esse dinheiro foi canalizado para as contas bancárias privadas de líderes palestinos, financiou  atividades terroristas, e doutrinação da próxima geração nos valores do ódio, violência, racismo e anti -semitismo

- O problema de Israel não é apenas de Israel, é nosso também, é do Mundo inteiro que ama a Liberdade e não quer converter-se pela força:




E por hoje chega! 

Caro Inimigo de Israel,

Se isto não chega para o fazer repensar a sua opinião em relação a Israel, provavelmente é porque V. também apoia a democracia norte-coreana, o fabulosos regime iraniano, a próspera e livre Cuba de Fidel Castro, o genocídio dos tibetanos pelo Partido Comunista Chinês, o massacre continuado dos curdos às mãos de tipos tão simpáticos como o Saddam, os atentados da Al-Qaeda, and so on. O problema é seu.

Brevemente conto fazer aqui uma pequena História de Israel, onde abordarei as limpezas étnicas de judeus, entre outras coisas. 

Para encerrar, uma imagem que diz TUDO sobre o conflito entre Israel e o Islamismo:



A mãe da esquerda é israelita, e protege o filho com o seu corpo, durante um ataque terrorista. A mãe da direita é «palestiniana», e ensina o filho a seguir o destino que acha mais desejável para ele: fazer-se explodir, matar quantos mais judeus melhor, e ir para o Paraíso!

DE QUE LADO ESTÁ VOCÊ?

2 comentários:

  1. Vamos ver se o jornal na Margarida Santos Lopes, que noticiou o relatório de Falk, diz algo sobre isto:

    EU slams Falk’s Israel report as biased at UNHRC

    http://www.jpost.com/Diplomacy-and-Politics/EU-slams-Falks-Israel-report-as-biased-at-UNHRC-session-316090

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  2. Tá muito bom! Melhor que horário eleitoral! melhor até que a Bíblia! Lá eu tinha lido sobre quem invadiu e quem foi invadido... escrito e comentado pelo invasor, com muito orgulho, que só não foi pleno porque não mataram todos os que deviam (ou queriam). E realmente marcaram. Pois os caras ainda tão lá, enchendo o saco, já fazem mais de 2000 anos.Que teimosia, não?

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