segunda-feira, 23 de abril de 2018

Professora muçulmana aplaude morte de Barbara Bush e apela ao terrorismo


POST-SCRIPTUM: No BARE NAKED ISLAM, colhemos este "maravilhoso" vídeo, que fala por si mesmo - a professora universitária muçulmana lamenta que os esquerdistas já não façam ataques terroristas como antigamente, e fala apaixonadamente dos terroristas "palestinos", que mantêm acesa a chama.
O jovem que abre a conferência desde logo seria enforcado, na maior parte dos países islâmicos e comunistas, por  causa da sua orientação sexual ostensivamente homossexual (e contra a qual nós, os conservadores, os "maus", nada temos contra):



Muitas vezes temos aqui demonstrado que os meninos-bem universitários de hoje apoiam o terrorismo islâmico como os meninos-bem universitários de ontem apoiavam o terrorismo comunista.

Por exemplo:

"A esquerda radical perante a jihad"

Brasil: Pallywood na Rocinha

 

BREITBART - “Estou cansada de a esquerda ser burra e de "termos que ser gentis. Não, não seja gentil", disse Jarrar. “Estou cansada de ser simpática. Estou cansada de ver os meus amigos brancos de esquerda a escreverem cartazes”, ela terminou. “Fo***-se os vossos cartazes. Chega. Porra, saiam e façam alguma merda".
“Os gajos que atiraram o aviões contra as torres gémeas foram incríveis. A única razão pela qual ele são importantes é porque as torres gémeas já lã não não estão ”, acrescentou Jarrar.
Entre os muitos comentários infames que fez contra a ex-primeira-dama por causa da notícia da sua morte, estavam: “Barbara Bush era uma racista generosa, inteligente e surpreendente que, junto com o seu marido, criou um criminoso de guerra. Fo***-se e desapareçam daqui com as vossas belas palavras". 

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Que o meio universitário está largamente no espectro da LOUCURA, já sabíamos, (até porque já lá andámos, e tivemos de esconder as nossas simpatias políticas, ou nunca teríamos tido chance alguma de sucesso):

“OH! VEJAM! UMA GALINHA!” - o curso universitário


Mas ainda conseguimos ficar surpreendidos com a impunidade de que gozam os alunos e os professores universitários extrema-esquerdistas e muçulmanos...

Via PAMELA GELLER:


Estado de Fresno realiza conferência de Imprensa sobre professora muçulmana odiosa que aplaudiu a morte de Barbara Bush  
Depois de chamar a Barbara Bush “incrível racista” e de se recusar a recuar na sua afirmação, uma professora racista muçulmana zomba dos críticos: “Eu nunca serei demitida”. 
Observe o lenço de guerra jihadista - um sinal de anti-semitismo genocida, tal como a suástica nazi. 
Esta selvagem está a ensinar os nossos filhos, mas as vozes de liberdade são proibidas de falar nas universidades. 
Décadas depois de a esquerda ter começado a sua longa marcha pelas instituições (academia, media, think tanks, entretenimento, etc.) - subvertendo a sociedade através da infiltração em instituições como as académicas e em outras profissões - eles finalmente conseguiram. A sociedade está a cair rapidamente. 
O filósofo político americano nascido na Alemanha e proeminente membro da Escola de análise social crítica de Frankfurt, Herbert Marcuse, cujas teorias marxista e freudiana da sociedade ocidental do século XX foram influentes nos movimentos estudantis esquerdistas dos anos 1960, escreveu em 1972, no seu livro, Contra-revolução e Revolta: 

Para ampliar a base do movimento estudantil, Rudi Dutschke propôs a estratégia da longa marcha pelas instituições: trabalhar contra as instituições estabelecidas enquanto trabalhamos dentro delas, não simplesmente "sabotando a partir de dentro", mas "fazendo o trabalho". aprendendo (como programar computadores, como ensinar em todos os níveis de ensino, como usar os meios de comunicação de massas, como organizar a produção, como reconhecer e evitar a obsolescência planeada, como projectar, etc), e ao mesmo tempo preservando a própria consciência e trabalhando com os outros pela mesma causa. 
A longa marcha inclui o esforço conjunto para construir instituições contrárias. Essa é a base para a construção de uma frente unificada, mutável e às vezes suja - - mas actuante ... 

Cerca de cinquenta anos depois, eles poderiam imaginar que atingiriam os seus objectivos com um sucesso tão impressionante?
A eleição de Donald J. Trump foi ou a ronda de abertura, no que será uma luta decisiva pela nossa liberdade, ou o último suspiro de uma América livre.


Randa Jarrar celebra morte de Barbara Bush, deseja a morte dos Bush e das pessoas brancas, provoca e estica o indicador a quem se indigna. Imagine se um professor não-muçulmano nem extrema-esquerdista fizesse o mesmo!





ESTADO DE FRESNO REALIZA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA PARA ENFRENTAR A PROFESSORA MUÇULMANA ODIOSA QUE APLAUDIU A MORTE DE BARBARA BUSH 
Christia Laila, Gateway
COMO REPORTADO ANTERIORMENTE, A PROFESSOR ASSOCIADA DO ESTADO DE FRESNO, RANDA JARRAR, CELEBROU A MORTE DA EX-PRIMEIRA DAMA BARBARA BUSH, NA TERÇA-FEIRA, NA SUA CONTA DE TWITTER. 
Na passada terça-feira, um porta-voz da família confirmou a morte da ex-Primeira-dama, Barbara Bush, aos 92 anos. 
A odiosa professora  do Estado de Fresno aplaudiu a morte da Sra. Bush, depois duplicou a dose e desejou que o "resto da família Bush morresse".


É este tipo de canalhas esquerdistas que estão a ensinar a juventude hoje.


Outros vis tweets de Randa Jarrar vieram à tona na quarta-feira.
Num tweet de Janeiro de 2018, divulgado pelo The Daily Wire, Jarrar escreveu: 
"Eu mal posso esperar que a velha guarda de escritores e críticos brancos morram. Estão fod****. O tempo deles também está a acabar":

Na quarta-feira, a controvérsia em torno dos chocantes tweets de Randa Jarrar cresceu, depois de o Estado de Fresno ter sido inundado com telefonemas e e-mails de americanos furiosos, exigindo que a Universidade respondesse a perguntas sobre a professora. 
A reitora Lynette Zelezny deu uma conferência de imprensa sobre os tweets de Randa Jarrar na manhã de quarta-feira e respondeu às perguntas dos repórteres. 
"A Universidade está a levar este assunto muito a sério e o incidente está sob revisão", informou Zelezny. 
Jarrar está actualmente em licença durante o semestre de Primavera de 2018. Ela solicitou anteriormente a licença. 
Um repórter perguntou a Zelezny se o trabalho de Jarrar está em perigo."O objectivo é removê-la da universidade?", perguntou um repórter. 
A reitora deu uma resposta genérica e não confirmou exactamente se quer demitir a professora, mas afirmou que estão a decorrer procedimentos rigorosos. 
Outro repórter focou os tweets provocando as pessoas com reivindicações de que ela é titular, e portanto nunca poderá ser demitida. 
Zelezny confirmou que só porque um professor é titular não significa que não possa ser demitido. 
"Há certamente situações em que um professor titular pode ser demitido", disse Zelezny. 
Como Jarrar é titular, haverá certos procedimentos com o sindicato que protege a professora. (...)
Outro repórter perguntou a Zelezny se o comportamento odioso de Jarrar se estende à sua sala de aula. (Nós já sabemos a resposta).

- Mais tweets e vídeos desta senhora no artigo original. 

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